Seguimos com o capítulo 4. Recomendo ler os anteriores pra acompanhar a trama. Desculpa pela demora na continuação, mas por falta de tempo, não conseguia escrever. No outro dia acordamos, ambos pelados na cama. Eu dormia entre os peitos da Yani. Minha primeira reação foi começar a massageá-los e chupá-los. Y: Ai bebê, que lindo você começar assim. Enquanto a Yani me segurava forte pelo cabelo, eu chupava os peitos dela, comecei a descer minha mão devagar, roçando a barriga dela e depois passando meus dedos ao lado dos lábios da buceta dela. Sem tocar nada, mas insinuando tudo. Subi meus dedos e coloquei na boca dela, ela chupou como se fosse minha pica. Rapidamente desci e comecei a tocar o clitóris dela, a buceta dela foi ficando molhada, tanto que já consegui enfiar dois dedos lá dentro. Y: Nem bom dia, e já tá com os dedos na minha buceta e a boca nos peitos, cara. F: Bom dia meu amor, cê não gosta? Y: Ahhh por favor, continua, continua. Eu enfiava os dedos na buceta dela, suave e devagar, fazendo círculos lá dentro. F: Posso te comer? Y: Aiii cara, para de perguntar e enfia a pica em mim, vai. Rápido obedeci, coloquei ela de quatro, e apontei a cabeça da minha pica. Fui enfiando devagar, até sentir minhas bolas encostando na bunda dela. Comecei a meter cada vez mais rápido. F: Que bunda gostosa, sua puta, como eu gosto. Y: É? Cê gosta? Segura ela forte e me come gostoso. F: Adoro, amor. Ohhh, toma. Y: Isso vai, me dá pica, vai vai, mete forte, cara. Uma metida desenfreada, minha bacia batendo forte na bunda dela. Com uma mão segurei o cabelo dela e com a outra comecei a dar tapas na bunda dela. Ela começou a gritar bem alto. Y: Ohhhh sim, assim que eu gosto, ahhh, vou gozar. Não para. Continuei, até ela gozar e se jogar de bruços. Y: Meu amor, que jeito de começar o dia. F: Que seja sempre assim, Yani. Virei ela de barriga pra cima, nos olhamos e nos beijamos de língua. F: Quero te comer assim, te olhando enquanto te fodo e te beijo. Posso? Y: há 5 minutos um selvagem, agora romântico, você tem todo meu amor. Começamos a foder na posição missionária, enquanto eu enfiava a pica, ela me segurava pela bunda e me fazia meter mais fundo, minha vontade de gozar já era enorme. Além disso, a gente se beijava sem parar, era lindo. Prolonguei minhas investidas por mais alguns minutos, até que não consegui mais segurar a vontade. F: Vou gozar, Yani. Tirei minha pica e gozei em toda a barriga dela. Uma quantidade enorme de porra.
Y: Ah, bebê, quanto leite você juntou. Mas da próxima vez, usa na buceta ou na boca, love. Terminamos a boa transa, ficamos mais um tempinho na cama. Eu dormi, quando acordei, a Yani tava saindo do chuveiro. Y: Toma um banho, Fran. O dia não tá tão bonito, tem sol mas não faz nenhum calor. F: Beleza, então. Qual é o plano? Y: Tava pensando que a gente pode trocar a praia uns dias. Me falaram que aqui perto tem uma cidade, que tem serra e é tranquila. Dá pra achar uma cabana e ir. F: Siiim, curti a ideia. Contanto que eu possa continuar te vendo pelada assim, faço o que você quiser, love. Eu tava sentado na beira da cama e ela parada, nua. Puxei ela pra perto de mim e começamos a nos pegar. Meu pau já tava duro de novo. Y: Como recarrega as pilhas rápido. Viva a juventude! A Yani pegou no meu pau e começou a me punhetar. Depois se ajoelhou, enfiou o pau inteiro na boca. Tirou e passou a língua por todo o tronco, enquanto seguia o caminho até minhas bolas. Levantou o pau e minhas bolas ficaram à mercê dela, ela molhava com a língua e enfiava na boca. F: Ah, love, continua. Ela enfiou o pau na boca de novo, chupou sem usar as mãos, se engasgando. Eu tirei e comecei a me punhetar sozinho. Y: Isso, dá o leite pra essa puta. F: Quero encher sua cara de leite. Fica assim. Ela abriu a boca e esticou a língua, esperando o leite. Eu me punhetei e com aquela imagem não aguentei nada, enchi a cara de leite, o primeiro jato acertou a testa dela, outros dois caíram no queixo, também na bochecha. E o último no lábio. F: Como fica linda com leite na carinha. Y: Viu? Que delícia de leite, bombom. Ela pegou meu pau e passou por toda a cara, onde tinha leite, juntou e sobrou um pouco na minha cabeça. Me limpou inteiro. Y: E aí? Gostou mais? F: Por favor, que puta gostosa. Y: Vou tomar outro banho, por sua culpa, seu punheteiro. Fomos tomar banho juntos. Nos trocamos, a Yani conseguiu reservar uma cabana nessa cidade. Talvez alguns conheçam, se chama Tandil. No mesmo domingo, ao meio-dia, saímos pra Tandil. Não demoramos muito pra chegar, menos de 2 horas, já estávamos na cabana. Era lindo, no pé das serras, uma vista incrível, com piscina e um mini bar. O dia foi tranquilo, ficamos na piscina a tarde toda, tomando mate e caminhamos pelas serras. No fim da tarde, aproveitamos pra dormir um pouco, e depois saímos pra jantar. Estávamos meio afastados do centro, bem perto de uma das atrações turísticas, o dique de Tandil. Passamos por lá, demos uma voltinha e seguimos rumo ao centro. Pra não perder o costume, encontramos um Antares. Comemos umas batatas e tomamos cerveja, que foram se acumulando, a gente tinha tomado 3 cada um. A garçonete, quando vinha trazer as cervejas, sempre me olhava por uns segundos. A mina estava uma gostosa, em qualquer outra hora, era pra chegar junto e se dar o gosto.
Y: Mas é sempre a mesma coisa com essas piranhas, hein. – Disse em tom de brincadeira.
F: Não fica com ciúmes, no pior dos casos a gente inclui ela haha.
Y: Sim sim, se acha o esperto você.
F: Toda sua senhora, não se preocupa.
Y: Para de me tratar de senhora, cara, depois me fala cada putaria hahaha.
Ficamos mais um tempinho e fomos embora.
Yani me deixou dirigir, porque eu tava insistindo pra ela me deixar usar aquela nave, mas não tinha sucesso. Fui até a cabana, paramos e já nos preparamos pra dormir. Tudo muito tranquilo, bem domingo.
Ao tocar na cama, começamos a nos pegar, e a nos apalpar, eu com as duas mãos na bunda da Yani e ela me tocando a piroca por cima da cueca. Começou a me dar beijos na orelha, depois no pescoço, seguiu pelo meu peito e não parou, até ficar na cabeça da minha piroca, apoiando a língua. Agarrei ela pelos cabelos, enquanto ela me fazia um boquete daqueles.
Y: Vou te fazer uma coisa que vai te deixar doido, cara.
F: Me surpreende.
Ela me fez levantar e enquanto pegava alguma coisa da bolsa dela. Depois continuou com o boquete, enquanto passava óleo nos peitos dela. Ver eles brilhar nuns peitos daqueles, era lindo. Ela colocou meu pau entre aquelas duas coisas enormes, e começou a subir e descer fazendo uma punheta braba com os peitos. E: Ahhh, cê tá gostando? F: Ahh sim, adoro, amor, que prazer. E: Cê vai encher meus peitos de porra? F: O que você pedir, eu faço. E: Cê vai me foder e depois me encher de porra. A Yani continuou com a punheta por mais uns minutos, sentir a maciez dos peitos dela, apertando meu pau, me deu um dos maiores prazeres da minha vida.
Ela parou, me sentou na beira da cama e subiu em cima de mim. Com a mão, ela ajustou a cock na entrada da pussy. Devagar foi descendo até que finalmente estava toda dentro. A pussy dela tava molhada e muito quente. Ela segurou meu pescoço por trás e começou a subir e descer, aumentando a velocidade. Os peitos dela, todos oleados, roçavam no meu peito e batiam no meu rosto. Eu agarrei eles e, enquanto ela me cavalgava, aproveitava pra dar umas lambidas.
Y: Ahhh sim, como eu gosto, ohhh, que cock linda.
F: Que peitos gostosos, vai, continua, me come, vagabunda.
Y: Ohhh, vou tirar toda a sua cum, você vai ficar com a cock morta, cara.
F: Ai sim, amor, vai, faz isso, me deixa seco.
Ela continuou cavalgando, encostou a boca no meu ouvido e gemeu bem ali. O quanto isso me excitava era incontrolável.
Depois ela me jogou na cama e se virou, a bunda dela apontava pra minha cara, ela me cavalgava assim. Enfiou a cock e subia e descia a bunda. Eu agarrei e comecei a dar tapas. Molhei um dos meus dedos e apoiei na entrada do cu, ela começou a gritar cada vez mais.
Y: Ahhhh sim, enfia o dedo no meu cu, ohhh vai, vou gozar.
Eu obedeci e enfiei parte do dedo no cu dela, girando por dentro, ela gozou na minha cock e eu não aguentei muito mais.
F: Vou gozar, Yani.
Y: Desculpa, mas preciso que você goze dentro.
Ela continuou e me fez encher a pussy dela de cum. Ela continuou me cavalgando até minha cock perder a força e sair.
Y: Ai amor, que orgasmo gostoso que eu tive.
F: Na próxima vou enfiar a cock no seu cu.
Y: Vamos ver, essa bunda pequena você tem que conquistar, bebê.
F: Vou conquistar, você vai ver.
Y: Conquista e você vai poder me comer de quatro. Por enquanto, aqui tem a pussy.
Antes de dormir, ela limpou minha cock com a boca. E aí dormimos os dois, eu morto de cansaço e de prazer.
De manhã acordamos, fizemos a matinal, nada demais, e fomos pro centro. Andamos, a Yani comprou umas coisas e também almoçamos. Não fazia muito tempo. Tava um calor, mas decidimos ir pra cabana e usar a piscina. Chegamos, trocamos de roupa e entramos. Por sorte a água não tava muito fria, até porque éramos os únicos lá dentro. A gente se encostou numa borda e ela começou a passar a mão na minha pica.
E: Que pena que se ela endurecer, não vou poder te foder aqui, amor.
F: Por quê? Se você fizer ela subir, a gente transa, não seja chata.
Ela parou de passar a mão na minha pica, olhou pra ver se não vinha ninguém e baixou a parte de cima do biquíni.
Y: Olha que safada que eu sou, cê gosta das minhas tetas?
F: Nããão, que piranha que tu é, hein.
Eu me aproximei e comecei a chupar as tetas dela. Ela ficava massageando minha pica.
Y: Tá bom, tá bom, vamos parar que vão nos ver.
F: Nããão, não quero, Yani.
Ela ria e me tirou. Me deixou todo excitado, dentro da piscina ela encostava a bunda na minha pica, ficava tocando, mas se eu tentava tocar, ela tirava minha mão.
Saímos, pegamos um pouco de sol, mas nada mais. À tarde, voltamos pro centro, passeamos mais um pouco, não era muito grande o centro, mas era legal. Voltamos pro bar. Quem nos atende? A mesma garçonete do dia anterior. Ela veio, nos atendeu e, ao ir embora, me olhou fixo e sorriu. Yani nem percebeu.
Tomamos umas cervejas, e já estávamos indo embora.
Y: Vou no banheiro, Fran, já volto.
F: Beleza, vou junto?
Y: Hahaha, consigo sozinha, querido.
Fiquei com o celular, e nisso a garçonete se aproxima.
M: Posso pedir teu Instagram? Espero que não se importe, aproveitei que você ficou sozinho. — Ela terminou e sorriu. —
F: Claro, passa o teu que eu te procuro e te sigo.
Ela passou o Instagram dela e eu segui.
M: Se um dia você ficar de bobeira com sua vó, me chama, haha.
Falou isso e foi embora, a mina era picante. Era gostosa, verdade que não esperava por isso, mas aconteceu. Enquanto a Yani não soubesse, tudo bem.
Yanina voltou, fomos embora, jantamos algo e já partimos pra cabana. Transamos e foi do bom. Ela dormiu, eu fiquei acordado. E nisso meu celular toca, a garçonete tinha me escrito, ela se chamava Belém.
B: Oi, como cê tá?
F: Oii, tudo bem, e você?
B: Bem, acabei de sair do trampo. Fiquei olhando teu Instagram, tu é de Buenos Aires, o que cê faz por aqui?
F: Sou de lá, sim. Tô de férias, na verdade em Mar del Plata, mas vim passar uns dias aqui também.
B: Ahhh, que legal, veio com a namorada?
Não sabia o que responder.
F: Emm 🤔 tipo isso. Não é nada oficial.
B: Ahh, claro, se não puder, não te escrevo.
F: Sem problema, se tiver afim me fala, não tem problema.
Conversamos por um bom tempo, ela me Contei da minha vida, ela da dela. Deu 5 da manhã, me despedi e fui dormir. Continuamos no próximo capítulo. Desculpa pela demora da parte 4. Antes do fim dessa semana, prometo a parte 5. Espero que vocês gostem, deixem comentários. Valeu a todos.
Y: Ah, bebê, quanto leite você juntou. Mas da próxima vez, usa na buceta ou na boca, love. Terminamos a boa transa, ficamos mais um tempinho na cama. Eu dormi, quando acordei, a Yani tava saindo do chuveiro. Y: Toma um banho, Fran. O dia não tá tão bonito, tem sol mas não faz nenhum calor. F: Beleza, então. Qual é o plano? Y: Tava pensando que a gente pode trocar a praia uns dias. Me falaram que aqui perto tem uma cidade, que tem serra e é tranquila. Dá pra achar uma cabana e ir. F: Siiim, curti a ideia. Contanto que eu possa continuar te vendo pelada assim, faço o que você quiser, love. Eu tava sentado na beira da cama e ela parada, nua. Puxei ela pra perto de mim e começamos a nos pegar. Meu pau já tava duro de novo. Y: Como recarrega as pilhas rápido. Viva a juventude! A Yani pegou no meu pau e começou a me punhetar. Depois se ajoelhou, enfiou o pau inteiro na boca. Tirou e passou a língua por todo o tronco, enquanto seguia o caminho até minhas bolas. Levantou o pau e minhas bolas ficaram à mercê dela, ela molhava com a língua e enfiava na boca. F: Ah, love, continua. Ela enfiou o pau na boca de novo, chupou sem usar as mãos, se engasgando. Eu tirei e comecei a me punhetar sozinho. Y: Isso, dá o leite pra essa puta. F: Quero encher sua cara de leite. Fica assim. Ela abriu a boca e esticou a língua, esperando o leite. Eu me punhetei e com aquela imagem não aguentei nada, enchi a cara de leite, o primeiro jato acertou a testa dela, outros dois caíram no queixo, também na bochecha. E o último no lábio. F: Como fica linda com leite na carinha. Y: Viu? Que delícia de leite, bombom. Ela pegou meu pau e passou por toda a cara, onde tinha leite, juntou e sobrou um pouco na minha cabeça. Me limpou inteiro. Y: E aí? Gostou mais? F: Por favor, que puta gostosa. Y: Vou tomar outro banho, por sua culpa, seu punheteiro. Fomos tomar banho juntos. Nos trocamos, a Yani conseguiu reservar uma cabana nessa cidade. Talvez alguns conheçam, se chama Tandil. No mesmo domingo, ao meio-dia, saímos pra Tandil. Não demoramos muito pra chegar, menos de 2 horas, já estávamos na cabana. Era lindo, no pé das serras, uma vista incrível, com piscina e um mini bar. O dia foi tranquilo, ficamos na piscina a tarde toda, tomando mate e caminhamos pelas serras. No fim da tarde, aproveitamos pra dormir um pouco, e depois saímos pra jantar. Estávamos meio afastados do centro, bem perto de uma das atrações turísticas, o dique de Tandil. Passamos por lá, demos uma voltinha e seguimos rumo ao centro. Pra não perder o costume, encontramos um Antares. Comemos umas batatas e tomamos cerveja, que foram se acumulando, a gente tinha tomado 3 cada um. A garçonete, quando vinha trazer as cervejas, sempre me olhava por uns segundos. A mina estava uma gostosa, em qualquer outra hora, era pra chegar junto e se dar o gosto. Y: Mas é sempre a mesma coisa com essas piranhas, hein. – Disse em tom de brincadeira.
F: Não fica com ciúmes, no pior dos casos a gente inclui ela haha.
Y: Sim sim, se acha o esperto você.
F: Toda sua senhora, não se preocupa.
Y: Para de me tratar de senhora, cara, depois me fala cada putaria hahaha.
Ficamos mais um tempinho e fomos embora.
Yani me deixou dirigir, porque eu tava insistindo pra ela me deixar usar aquela nave, mas não tinha sucesso. Fui até a cabana, paramos e já nos preparamos pra dormir. Tudo muito tranquilo, bem domingo.
Ao tocar na cama, começamos a nos pegar, e a nos apalpar, eu com as duas mãos na bunda da Yani e ela me tocando a piroca por cima da cueca. Começou a me dar beijos na orelha, depois no pescoço, seguiu pelo meu peito e não parou, até ficar na cabeça da minha piroca, apoiando a língua. Agarrei ela pelos cabelos, enquanto ela me fazia um boquete daqueles.
Y: Vou te fazer uma coisa que vai te deixar doido, cara.
F: Me surpreende.
Ela me fez levantar e enquanto pegava alguma coisa da bolsa dela. Depois continuou com o boquete, enquanto passava óleo nos peitos dela. Ver eles brilhar nuns peitos daqueles, era lindo. Ela colocou meu pau entre aquelas duas coisas enormes, e começou a subir e descer fazendo uma punheta braba com os peitos. E: Ahhh, cê tá gostando? F: Ahh sim, adoro, amor, que prazer. E: Cê vai encher meus peitos de porra? F: O que você pedir, eu faço. E: Cê vai me foder e depois me encher de porra. A Yani continuou com a punheta por mais uns minutos, sentir a maciez dos peitos dela, apertando meu pau, me deu um dos maiores prazeres da minha vida.
Ela parou, me sentou na beira da cama e subiu em cima de mim. Com a mão, ela ajustou a cock na entrada da pussy. Devagar foi descendo até que finalmente estava toda dentro. A pussy dela tava molhada e muito quente. Ela segurou meu pescoço por trás e começou a subir e descer, aumentando a velocidade. Os peitos dela, todos oleados, roçavam no meu peito e batiam no meu rosto. Eu agarrei eles e, enquanto ela me cavalgava, aproveitava pra dar umas lambidas.Y: Ahhh sim, como eu gosto, ohhh, que cock linda.
F: Que peitos gostosos, vai, continua, me come, vagabunda.
Y: Ohhh, vou tirar toda a sua cum, você vai ficar com a cock morta, cara.
F: Ai sim, amor, vai, faz isso, me deixa seco.
Ela continuou cavalgando, encostou a boca no meu ouvido e gemeu bem ali. O quanto isso me excitava era incontrolável.
Depois ela me jogou na cama e se virou, a bunda dela apontava pra minha cara, ela me cavalgava assim. Enfiou a cock e subia e descia a bunda. Eu agarrei e comecei a dar tapas. Molhei um dos meus dedos e apoiei na entrada do cu, ela começou a gritar cada vez mais.
Y: Ahhhh sim, enfia o dedo no meu cu, ohhh vai, vou gozar.
Eu obedeci e enfiei parte do dedo no cu dela, girando por dentro, ela gozou na minha cock e eu não aguentei muito mais.
F: Vou gozar, Yani.
Y: Desculpa, mas preciso que você goze dentro.
Ela continuou e me fez encher a pussy dela de cum. Ela continuou me cavalgando até minha cock perder a força e sair.
Y: Ai amor, que orgasmo gostoso que eu tive.
F: Na próxima vou enfiar a cock no seu cu.
Y: Vamos ver, essa bunda pequena você tem que conquistar, bebê.
F: Vou conquistar, você vai ver.
Y: Conquista e você vai poder me comer de quatro. Por enquanto, aqui tem a pussy.
Antes de dormir, ela limpou minha cock com a boca. E aí dormimos os dois, eu morto de cansaço e de prazer.
De manhã acordamos, fizemos a matinal, nada demais, e fomos pro centro. Andamos, a Yani comprou umas coisas e também almoçamos. Não fazia muito tempo. Tava um calor, mas decidimos ir pra cabana e usar a piscina. Chegamos, trocamos de roupa e entramos. Por sorte a água não tava muito fria, até porque éramos os únicos lá dentro. A gente se encostou numa borda e ela começou a passar a mão na minha pica.
E: Que pena que se ela endurecer, não vou poder te foder aqui, amor.
F: Por quê? Se você fizer ela subir, a gente transa, não seja chata.
Ela parou de passar a mão na minha pica, olhou pra ver se não vinha ninguém e baixou a parte de cima do biquíni.
Y: Olha que safada que eu sou, cê gosta das minhas tetas? F: Nããão, que piranha que tu é, hein.
Eu me aproximei e comecei a chupar as tetas dela. Ela ficava massageando minha pica.
Y: Tá bom, tá bom, vamos parar que vão nos ver.
F: Nããão, não quero, Yani.
Ela ria e me tirou. Me deixou todo excitado, dentro da piscina ela encostava a bunda na minha pica, ficava tocando, mas se eu tentava tocar, ela tirava minha mão.
Saímos, pegamos um pouco de sol, mas nada mais. À tarde, voltamos pro centro, passeamos mais um pouco, não era muito grande o centro, mas era legal. Voltamos pro bar. Quem nos atende? A mesma garçonete do dia anterior. Ela veio, nos atendeu e, ao ir embora, me olhou fixo e sorriu. Yani nem percebeu.
Tomamos umas cervejas, e já estávamos indo embora.
Y: Vou no banheiro, Fran, já volto.
F: Beleza, vou junto?
Y: Hahaha, consigo sozinha, querido.
Fiquei com o celular, e nisso a garçonete se aproxima.
M: Posso pedir teu Instagram? Espero que não se importe, aproveitei que você ficou sozinho. — Ela terminou e sorriu. —
F: Claro, passa o teu que eu te procuro e te sigo.
Ela passou o Instagram dela e eu segui.
M: Se um dia você ficar de bobeira com sua vó, me chama, haha.
Falou isso e foi embora, a mina era picante. Era gostosa, verdade que não esperava por isso, mas aconteceu. Enquanto a Yani não soubesse, tudo bem.
Yanina voltou, fomos embora, jantamos algo e já partimos pra cabana. Transamos e foi do bom. Ela dormiu, eu fiquei acordado. E nisso meu celular toca, a garçonete tinha me escrito, ela se chamava Belém.
B: Oi, como cê tá?
F: Oii, tudo bem, e você?
B: Bem, acabei de sair do trampo. Fiquei olhando teu Instagram, tu é de Buenos Aires, o que cê faz por aqui?
F: Sou de lá, sim. Tô de férias, na verdade em Mar del Plata, mas vim passar uns dias aqui também.
B: Ahhh, que legal, veio com a namorada?
Não sabia o que responder.
F: Emm 🤔 tipo isso. Não é nada oficial.
B: Ahh, claro, se não puder, não te escrevo.
F: Sem problema, se tiver afim me fala, não tem problema.
Conversamos por um bom tempo, ela me Contei da minha vida, ela da dela. Deu 5 da manhã, me despedi e fui dormir. Continuamos no próximo capítulo. Desculpa pela demora da parte 4. Antes do fim dessa semana, prometo a parte 5. Espero que vocês gostem, deixem comentários. Valeu a todos.
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