Dormi como não dormia há meses. Com total tranquilidade. Uns minutos antes das seis e meia (eu tinha colocado meu próprio despertador para as seis e vinte), senti a porta do meu quarto se abrir. Querendo ver como ela ia fazer pra me acordar, fingi que estava dormindo. Senti os lençóis da minha cama sendo abertos do outro lado e o colchão cedendo com o peso da minha nova escrava. Ela começou a acariciar meu peito com delicadeza enquanto sussurrava no meu ouvido com sua vozinha que já eram seis e meia. A princípio, pensei em continuar fingindo, mas a vontade de ver minha escrava falou mais alto. Abri os olhos e olhei pra ela, dando o primeiro sorriso do dia. — Bom dia, escrava. Como resposta, ela me beijou, abrindo caminho à força com a língua na minha boca. Depois de alguns segundos, nos separamos. Ela se sentou na cama. — Vou preparar o café da manhã — disse ela, se espreguiçando — Café e torradas estão bons pra você, Senhor? Eu concordei com a cabeça, e ela fez menção de se levantar, mas eu impedi, segurando seu braço e deitando ela na cama. Rapidamente, me posicionei por cima da Irene e devorei a boca dela. A jovem abriu as pernas pra eu me acomodar entre elas. Com uma mão, abaixei minha cueca o suficiente pra minha piroca dura aparecer pra dar o ar da graça. Em seguida, afastei a calcinha fio dental dela e meti na sua bucetinha surpreendentemente molhada. Irene arqueou as costas, e eu peguei as mãos dela com as minhas e coloquei por cima da cabeça dela. As estocadas eram bem rápidas e fortes, porque tempo era o que não sobrava. Irene parecia estar gostando de verdade, enquanto alternava beijos com mordidas no meu pescoço. Finalmente, gozei dentro dela. Percebi perfeitamente que ela não tinha chegado ao orgasmo, mas não pareceu se importar, porque me beijou de novo e, agora sim, se levantou pra se lavar e preparar o café da manhã. Levei uns quinze minutos pra descer, já tomado banho e arrumado, até a mesa do café. Tinha dois pratos com torradas e duas xícaras de café. Irene me esperava em pé, na frente da mesa. — Tem cara de estar uma delícia. —Falei ao me aproximar. Ela me presenteou com um sorriso— Vamos tomar café. As torradas estavam mais gostosas que o normal. Achei que era porque uma escrava devota as tinha preparado. Olhei para ela enquanto comia com avidez. —Ontem você não trouxe suas coisas? —Perguntei ao lembrar que ela não tinha trazido mala nem nada parecido. Ela balançou a cabeça— Vão trazer logo? Ela olhou para o prato. —Não tenho nada além do que estou vestindo —Disse meio envergonhada— O resto ficou com o Senhor Manuel como garantia. —Então você vai ter que ir comprar. Te acompanharia, mas na empresa estamos num momento delicado. Vou te deixar dinheiro. Quinhentos euros serão suficientes? Você precisa comprar coisas de higiene pessoal também, né? A garota arregalou os olhos surpresa. —Quin... quinhentos? —Ela começou a balançar a cabeça veementemente— Não. Não é necessário. Com um par de jeans, outro par de camisetas e umas poucas coisas de banho já dá. Não precisa gastar tanto dinheiro numa escrava. —Eu gasto o que quero, quando quero. Pra isso que meu dinheiro serve. Ela baixou a cabeça com um certo toque de medo. —Sim. Desculpa. Quinhentos serão suficientes, Senhor —Ela me olhou hesitante. —Quer alguma coisa? —Preciso comprar a... sabe... a...? —Disse ela ficando vermelha de novo. —A? —Falei com interesse— Precisa de algo importante? —Pílula —Disse por fim— Quando o senhor se deitar comigo, vai fazer no pelo ou vai usar proteção? —Depende do dia, mas normalmente vou querer te foder no pelo. Então sim, compra a pílula. Depois de comer, me levantei e fui até o pequeno móvel na entrada de casa. Peguei as chaves reservas e entreguei a ela. —Pode levar o tempo que precisar pra ir comprar. Só garanta de fechar bem e não ficar sem dinheiro pra voltar. Ela assentiu. Escovei os dentes e fui trabalhar depois de receber um beijo apaixonado da minha escrava. A manhã na empresa foi bem puxada. Meu grupo de trabalho, formado por cinco pessoas, cuidava da parte informática do projeto. Quase todo o software do novo celular que a empresa lançaria no mercado seria feito pelo meu grupo. O que, considerando que três eram uns completos incompetentes em programação no geral, significava que meu trabalho praticamente dobrava porque eu tinha que consertar o que eles faziam. Por sorte, tive uma pequena trégua meia hora antes do almoço. Aproveitei (junto com a pausa do almoço) para ler tudo que pude na internet sobre relações de amo e escrava. Li um monte de relatos de amos perversos que causam uma dor física brutal em suas escravas só pelo prazer de fazê-las sentir dor, enquanto outros mais benevolentes só usavam o castigo físico para corrigir comportamentos. Por outro lado, outro grupo de amos preferia "domar" suas escravas através do sexo. Levá-las ao limite físico e mental de caráter sexual para deixá-las insatisfeitas uma vez atrás da outra, até que elas cedessem e se entregassem completamente a eles. Embora o último grupo fosse divertido de ler e me desse várias ideias, eu não sentia necessidade de fazer isso com a Irene. Desde o primeiro momento ela já tinha mostrado sua submissão. Mas a parte de machucá-la um pouco me atrai pra caralho. Açoitá-la, amarrá-la, forçá-la... Quero fazer, mas preciso ter um motivo. Também não quero parecer um amo sem misericórdia. Com isso em mente, passei o resto da tarde e o caminho para casa. Estava entrando pela porta quando ouvi os passos apressados da Irene vindo a toda velocidade em direção à entrada. Quando a vi, ela não estava usando a calça jeans e a blusa vermelha de ontem, nem só a roupa íntima como de manhã. Ela estava usando uma camisola sexy azul que ia até os joelhos. Quase não faltava nada para ser uma lingerie. Ela praticamente se jogou nos meus braços para me beijar. — Vejo que foi fazer compras — falei, apontando para a camisola dela. — Sim, Senhor — ela disse, sorrindo — Tenho o resto no meu quarto. Quer ver? Assenti e a segui até o quarto dela. quarto. Era igual ao meu: uma cama de casal, um armário, uma cômoda, janela e uma varandinha. Só que estava totalmente sem decoração. Nem uma foto, nada. Quando abriu o armário, vi que estava cheio de roupa. Irene pegou alguns conjuntos aparentemente aleatórios. — Esses são os que eu mais gosto. Este... — Levantei a mão para calá-la. — Posa com eles. Ela concordou. Pegou a roupa e foi pro banheiro. Durante quinze minutos, ela fez um desfile de moda particular pra mim. Com cada conjunto novo, o mesmo processo se repetia: ela aparecia nervosa, pra ver se eu tinha gostado do que escolheu, girava em torno de si mesma, me beijava e ia pegar o próximo. Depois dos quinze minutos, voltou pro quarto. — Você comprou lingerie? — Ela concordou — Me mostra. Foi até a última gaveta da cômoda e tirou vários sutiãs e calcinhas bem normais. — Não comprou nada mais provocante? — Ela corou — Não entendo como você consegue corar com essas coisas depois do que fizemos ontem e hoje. — Não consigo evitar, sou assim, Senhor — Depois de dizer isso, remexeu no fundo da gaveta e tirou algo mais interessante: vários body, calcinhas e sutiãs de renda. — Que material bom. Você tem bom gosto. Com quem vai usar isso? — Ela me olhou estranho, como não respondeu, tive que insistir — Te fiz uma pergunta: com quem vai usar isso? — Com o senhor, Senhor — Disse ela, ficando um pouquinho mais vermelha — Só com o senhor. Eu tava pensando em me divertir um pouco. — E por que você usaria algo assim comigo? Subiu mais um nível de vermelhidão. — Pra te excitar, Senhor. Fingi surpresa. — E por que você ia querer me excitar? Ela atingiu um nível extremo de vermelhidão. — Pra transar com o senhor. Eu soltei uma gargalhada e me levantei. — Por que você não me mostra quanta vontade tem de transar comigo? — Falei, apontando pro meu volume com uma mão. Irene me deu um selinho nos lábios antes de se ajoelhar. Abaixou minha calça e começou a me masturbar, olhando nos meus olhos. Fazia aquilo apertando na medida certa com a mão, enquanto passava a Língua nos lábios. "Como alguém pode ser tão fodidamente excitante?" —Pensei ao vê-la naquela posição e fazendo aqueles gestos. —Bom apetite —Disse Irene antes de engolir metade do meu pau e começar a chupar meu pênis com vontade. Alternava a chupada propriamente dita com lambidas por todo o pau. Vi uma das mãos dela desaparecer entre as coxas. Ela estava se masturbando enquanto chupava meu pau e, pelo frenesi do braço, estava fazendo isso furiosamente. Não demorou muito para eu começar a sentir o orgasmo chegando. Sem avisar, peguei na cabeça dela e a forcei a engolir meu pau por completo enquanto jorrava meu sêmen na garganta dela. Quando finalmente terminei, soltei ela e ela começou a tossir, cuspindo parte do meu sêmen. Decidi aproveitar o que tinha acontecido para fazer uma das coisas que mais queria desde que cheguei em casa: surrá-la. Quando ela parou de tossir, pediu permissão para ir ao banheiro se limpar, coisa que permiti. Demorou uns dez minutos para sair e, pela cara de felicidade que ela tinha, tinha terminado de se masturbar no banheiro. Lancei um olhar duro para ela, o mais frio que consegui. Ela percebeu na hora e parou de repente. Perdeu a cor do rosto. —Aconteceu alguma coisa, Senhor? —Disse ela pálida— Eu fiz algo que te incomodou? —Duas coisas, escrava. —O que foi que eu fiz de errado, Senhor? —Disse ela preocupada, olhando para o chão— Se me disser, vou tomar cuidado para não repetir o erro. Me aproximei dela e a forcei a me olhar, levantando o queixo dela. —Quando eu estiver te repreendendo, quero que olhe na minha cara. Entendeu? —Ela assentiu, engolindo seco —Primeiro: quem te deu permissão para cuspir minha porra da sua boca? —Desculpa, Senhor. Não esperava e não consegui reagir. —Tô nem aí para suas desculpas, escrava —Ela baixou a cabeça num reflexo. Aproveitei o momento para dar um tapa sonoro nela— Já te falei para me olhar quando estou te repreendendo. Ela me olhou completamente aterrorizada e com lágrimas nos olhos. O lábio começou a sangrar. Naquele momento, eu soube que tinha perdido o controle. Me aproximei dela, que tentou recuar. —Me desculpa —falei com a voz mais sincera e arrependida que consegui— Passei dos limites. Não vai acontecer de novo. Ela tentou se recompor. —Foi minha culpa. Eu devia ter engolido o sêmen do senhor. —Irene, me escuta, isso não foi culpa sua. Você não merece algo assim. Perdi o controle. Vou tomar mais cuidado. Mas agora temos algo mais importante pra fazer: cuidar desse seu lábio. Me segue. Levei ela pro banheiro e cuidei do lábio dela o melhor que pude. Com o tempo, ela pareceu se acalmar. —Pode fazer o que quiser até eu te chamar pra jantar. Quer alguma coisa em especial? —Não precisa, Senhor —disse ela com toda a convicção que conseguiu— Eu mesma posso fazer. Gosto de cozinhar. —Irene. Quem vai fazer sou eu, e pronto. O que você quer? —Qualquer coisa tá bom. —Tem certeza? —Ela assentiu— Beleza. Fica de olho pra quando eu te chamar. —Sim, Senhor —e saiu do banheiro. Dei uma olhada no projeto antes de começar o jantar, pouco antes das dez. Não consegui me concentrar porque me sentia um merda por ter batido na Irene sem necessidade e causado aquele machucado no lábio dela. Suspirei. Preparei omelete francesa pro jantar, rápido e fácil. Arrumei a mesa e chamei ela. Ela desceu em um minuto e sentou à mesa. —Tá com uma cara muito boa, Senhor. —Valeu —ela começou a comer— Me dá atenção por um momento. Ela teve um pequeno lampejo de incerteza ao ver a cara séria que eu fiz. —Eu entenderia se você quisesse rescindir os serviços de escrava depois do tapa e de todo o barraco que fiz no seu quarto —ela abriu a boca de surpresa— Você é livre pra fazer isso. Ela parecia não acreditar no que tava ouvindo. —É sério? —disse com o talher no meio do caminho até a boca. Assenti e ela suspirou— Não esquenta com o tapa, já aguentei coisas piores quando me treinavam. —Coisas piores? —Ela assentiu— O que te fizeram? —Chicotadas, cintadas, socos, pinças no corpo e coisas assim. Eu estava horrorizado. — Por que eles faziam isso com você? Por que você deixava? — Eu sofria porque não fazia as coisas no nível de perfeição ou do jeito que o Senhor Manuel esperava. E aguentava por causa da minha mãe. No contrato que assinei com o Senhor Manuel, me comprometia a várias coisas para ele cuidar da minha mãe. Uma dessas coisas eram os castigos físicos. Por isso te digo que um tapa não tem importância, Senhor. — Porra, não fazia ideia. — Não se preocupe. E, sobre rescindir o contrato, não, obrigada. Sou sua escrava, agora e sempre. — Mas se tiver algo que eu possa fazer para te compensar, não hesite em me dizer. Ela assentiu pensativa antes de concordar com um sorriso enigmático. Continuamos jantando e fomos para o sofá. Ela se aninhou ao meu lado enquanto assistíamos TV. Depois de um tempo, sussurrou no meu ouvido. — Já sei o que quero que você faça para me compensar — disse enquanto colocava a mão no meu pau — Quero que você me faça gozar um monte de vezes. Ao ouvi-la, me joguei sobre ela, deitando-a no sofá enquanto a beijava loucamente. Rapidamente nos despimos. Depois de contemplar seu corpo lindo, comecei a descer devagar com a boca pelo pescoço, seus seios, seu umbigo até chegar ao seu tesouro. Quando sentiu minha língua brincando na sua bucetinha, Irene colocou as mãos na minha cabeça, me apertando contra ela. Consegui que ela gozasse umas duas vezes antes de me colocar por cima e penetrá-la. Ela abafou um pequeno gemido enquanto meu pau entrava e saía da sua buceta encharcada, alternando penetrações longas, profundas e lentas com outras rápidas e curtas. Ela gozou de novo bem quando eu estava chegando no meu limite. Usando todo meu autocontrole, consegui evitar a ejaculação, parando enquanto ela recuperava o fôlego. Depois de uns minutos de descanso, aproveitei para colocá-la de quatro no sofá e continuar fodendo ela, apoiado nas suas costas enquanto minha mão livre se acomodava no seu clitóris para estimulá-lo. Isso a levou a um longo e Orgásmo devastador. Ela caiu sem forças no sofá. Mas como eu ainda não tava disposto a deixar ela descansar, peguei ela no colo e levei pra minha cama. Me joguei com ela debaixo de mim na cama e, na posição missionária, continuei fodendo ela devagar. Depois de uns minutos, ela recuperou as forças, me prendeu com as pernas e se grudou em mim com os braços, me desafiando com a bunda a acelerar o ritmo. Comecei uma última e desenfreada foda, acompanhada pelos nossos gritos, ofegos e gemidos. Até que os dois gozamos pra caralho ao mesmo tempo. Caí sem forças em cima de uma Irene exausta que, imóvel, dormiu debaixo de mim. E eu, um minuto depois, também apaguei. Umas horas depois, quando o relógio não marcava nem três da manhã, um prazer indescritível vindo das minhas partes baixas me acordou. De algum jeito, eu tava de barriga pra cima e Irene tava chupando meu pau com uma puta urgência. Quando viu que eu tava acordado, sorriu pra mim e rastejou pelo meu corpo até se sentar em cima do meu pau e começar a me montar com uma paixão animal de verdade. Eu acompanhei com umas metidas fortes e selvagens. Depois de só uns minutos, a gente gozou gostoso de novo e, dessa vez sim, os dois demos a noite por encerrada. De acordo com os pontos, vou continuar postando a série.
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