Voltamos!Faz um tempinho que não postamos nada, meio sem ideias novas. Até que num desses fins de semana arrumando a casa, a mamãe trouxe umas fotos que ela guardava de quando era jovem.
Ao vê-las, uma mistura de sensações percorreu meu corpo e minha cabeça. Primeiro, pensei como minha mãe era bonita quando jovem, como já era gostosa desde aquela época e quanta onda ela tinha.
Depois veio uma saudade estranha, uma sensação difícil de explicar, como uma certa impotência de não ter feito parte da vida dela naquela época, como uma vontade de ter nos conhecido na escola, ter sido namorados, ter perdido a virgindade juntos.
Por último, uma certa curiosidade de como ela se dava com os homens, quantas cantadas a minha mãe deve ter levado, se chegavam muito nela, se teve muitos namorados, etc. Uma mistura de ciúme e tesão me invadiu, muito tesão em pensar em provar o corpo dela naquela idade, e ciúme de quem pôde fazer isso.
Falei pra ela, mamãe levou na esportiva, mas na hora a cara dela mudou. Não sei se foi perceber que as fotos dela me deixam tesudo ou se foi lembrar das aventuras passadas, mas ela também ficou super tarada. Sentou no meu colo e disse:
-Vem cá, gatinho, a mamãe vai te contar umas coisinhas que ela fazia quando era novinha.
Ela me deu um beijo na boca, desabotoou a camisa que tava vestindo, encostou os peitos no meu rosto e começou a falar umas coisinhas no meu ouvido. Vocês não imaginam a quantidade de histórias que essa mamãe tem.
Eu prestava atenção nos relatos dela, enquanto lambia os mamilos dela devagar e ela soltava uns gemidos. Ela começou me contando da primeira vez que ficou com um cara na praia, de roupa, e o tesão que aquilo deu nela. Conforme a história avançava, a gente continuava se pegando, muito amasso, como se estivesse revivendo o momento. Dava pra ver minha mãe super jovem, vivendo as primeiras experiências dela, e isso me deixava louco.
Podia sentir a umidade da buceta dela através da roupa, ela me cavalgava de um jeito lento e intenso. Eu a empurrava mais forte contra mim, segurando ela pela bunda, ela me beijava um pouco, outro pouco me oferecia os peitos pra eu chupar, eu mordia os bicos, apertava eles, mamãe gemia de prazer.
—Preciso que você me coma, não aguento mais — ela me implorou, mamãe.
Me levantei com as pernas dela enroladas na minha cintura, macetando ela de parede em parede, levei ela no colo até a cama. Tirei a roupa dela e me despi também. Deitei ela de barriga pra cima na cama. Fui direto chupar a buceta dela, intercalava lambidas suaves com intensas, brincava com minha língua e dedos na buceta dela. Mami não demorou pra me dar um gozo gostoso na boca, gemendo de prazer.
Com o mel dela nos meus lábios, fui ao encontro dos lábios dela, e mami me beijava com desespero. Me deitou de barriga pra cima, se deitou do meu lado, com uma mão segurou a base da minha pica e enfiou ela toda na boca dela. Me chupou por um bom tempo, e quando já tava toda molhada, resolveu me cavalgar. Ela gemia, se mexia de um jeito intenso e profundo, os peitos dela balançavam na frente dos meus olhos. Com os sucos da buceta dela, molhei meus dedos e, enquanto ela me cavalgava, comecei a brincar com a raba de mami. Mais alguns minutos aguentamos, gozamos juntos os dois. Ela ficou em cima de mim, continuamos nos beijando e nos acariciando, encharcados de suor e prazer, até dormirmos.
Desde aquele dia, de vez em quando, mamãe me conta um dos seus "continhos pra dormir". Uma brisinha de ciúme me envolve, mas ao mesmo tempo as histórias dela me excitam pra caralho e, ao revivê-las com ela, sinto que viajo no tempo pra fazer ela minha, uma vez e outra...
Tem muitas outras histórias, talvez seja a mamãe quem deva contar algumas, do mesmo jeito que faz comigo. Enquanto isso, deixo pra vocês uma série de fotos vintage da mamãe, o antes e o depois!
Comentem qual foto vocês gostam mais: se me preferem linda como sempre me veem, se me querem jovem e danada, ou se, como se fosse saborear um bom vinho, quisessem me provar com meus anos todos.





Ao vê-las, uma mistura de sensações percorreu meu corpo e minha cabeça. Primeiro, pensei como minha mãe era bonita quando jovem, como já era gostosa desde aquela época e quanta onda ela tinha.
Depois veio uma saudade estranha, uma sensação difícil de explicar, como uma certa impotência de não ter feito parte da vida dela naquela época, como uma vontade de ter nos conhecido na escola, ter sido namorados, ter perdido a virgindade juntos.
Por último, uma certa curiosidade de como ela se dava com os homens, quantas cantadas a minha mãe deve ter levado, se chegavam muito nela, se teve muitos namorados, etc. Uma mistura de ciúme e tesão me invadiu, muito tesão em pensar em provar o corpo dela naquela idade, e ciúme de quem pôde fazer isso.
Falei pra ela, mamãe levou na esportiva, mas na hora a cara dela mudou. Não sei se foi perceber que as fotos dela me deixam tesudo ou se foi lembrar das aventuras passadas, mas ela também ficou super tarada. Sentou no meu colo e disse:
-Vem cá, gatinho, a mamãe vai te contar umas coisinhas que ela fazia quando era novinha.
Ela me deu um beijo na boca, desabotoou a camisa que tava vestindo, encostou os peitos no meu rosto e começou a falar umas coisinhas no meu ouvido. Vocês não imaginam a quantidade de histórias que essa mamãe tem.
Eu prestava atenção nos relatos dela, enquanto lambia os mamilos dela devagar e ela soltava uns gemidos. Ela começou me contando da primeira vez que ficou com um cara na praia, de roupa, e o tesão que aquilo deu nela. Conforme a história avançava, a gente continuava se pegando, muito amasso, como se estivesse revivendo o momento. Dava pra ver minha mãe super jovem, vivendo as primeiras experiências dela, e isso me deixava louco.
Podia sentir a umidade da buceta dela através da roupa, ela me cavalgava de um jeito lento e intenso. Eu a empurrava mais forte contra mim, segurando ela pela bunda, ela me beijava um pouco, outro pouco me oferecia os peitos pra eu chupar, eu mordia os bicos, apertava eles, mamãe gemia de prazer.
—Preciso que você me coma, não aguento mais — ela me implorou, mamãe.
Me levantei com as pernas dela enroladas na minha cintura, macetando ela de parede em parede, levei ela no colo até a cama. Tirei a roupa dela e me despi também. Deitei ela de barriga pra cima na cama. Fui direto chupar a buceta dela, intercalava lambidas suaves com intensas, brincava com minha língua e dedos na buceta dela. Mami não demorou pra me dar um gozo gostoso na boca, gemendo de prazer.
Com o mel dela nos meus lábios, fui ao encontro dos lábios dela, e mami me beijava com desespero. Me deitou de barriga pra cima, se deitou do meu lado, com uma mão segurou a base da minha pica e enfiou ela toda na boca dela. Me chupou por um bom tempo, e quando já tava toda molhada, resolveu me cavalgar. Ela gemia, se mexia de um jeito intenso e profundo, os peitos dela balançavam na frente dos meus olhos. Com os sucos da buceta dela, molhei meus dedos e, enquanto ela me cavalgava, comecei a brincar com a raba de mami. Mais alguns minutos aguentamos, gozamos juntos os dois. Ela ficou em cima de mim, continuamos nos beijando e nos acariciando, encharcados de suor e prazer, até dormirmos.
Desde aquele dia, de vez em quando, mamãe me conta um dos seus "continhos pra dormir". Uma brisinha de ciúme me envolve, mas ao mesmo tempo as histórias dela me excitam pra caralho e, ao revivê-las com ela, sinto que viajo no tempo pra fazer ela minha, uma vez e outra...
Tem muitas outras histórias, talvez seja a mamãe quem deva contar algumas, do mesmo jeito que faz comigo. Enquanto isso, deixo pra vocês uma série de fotos vintage da mamãe, o antes e o depois!
Comentem qual foto vocês gostam mais: se me preferem linda como sempre me veem, se me querem jovem e danada, ou se, como se fosse saborear um bom vinho, quisessem me provar com meus anos todos.






11 comentários - Fotos da Mami: vintage e atuais - Voltamos!
QUE MUJER !!!!!
➕🔟