Entramos no apê e fui levando ela até onde tava o sofá (acho que o lugar mais gostoso pra transar). Continuamos comendo a boca uma da outra, nossas línguas pareciam que se odiavam e tavam se matando na porrada de tanto que se mexiam, uma coisa linda, e do nada ela me para seco. (Pronto, ferrei tudo, pensei por dentro. Ela se assustou com o tesão que eu recebi ela) e com uma mão no meu peito ela fala. R: por favor, me deixa ir no banheiro, trabalhei até agora e tô um horror. A real é que pra mim, não importava se ela vinha do trampo ou de correr. Se tem uma coisa que não me define é ser delicado nos momentos de tesão. Mas beleza, também não podia ser tão bruto. Então falei pra ela se sentir em casa, tomar um banho tranquilo e que eu esperava. Aqueles minutos que passaram enquanto ela tava no banheiro foram uma eternidade e até passou pela minha cabeça bater uma punheta daquelas. Mas tava com medo dela sair bem na hora e me pegar fazendo minhas artes manuais, sei lá, umas merdas que passam na cabeça de todo mundo. A questão é que ouço ela fechar o chuveiro e aí o coração disparou, mandando sangue tudo pro pau. Passaram 2 minutos e quando a porta abre (ainda lembro e o pau sobe na hora). Sai ela toda pelada e com os peitos e a buceta cobertos de creme.. isso mesmo senhor, (meu primeiro biquíni de creme ao vivo) ela se encosta no batente da porta do banheiro e fala. R: assim você gostava ou é creme demais? Aquela pergunta ficou gravada em mim a fogo. A filha da puta, era a Maradona metendo frases. Pulei do sofá e fui louco pra onde ela tava. Parei na frente dela e respondi.. Eu: assim de creme tá bom. Deita no sofá que quero aproveitar essa sobremesa. Dou um beijo bruto nela pra sentir o tesão que ela tava me causando e vamos pro sofá. Ela deita de barriga pra cima, eu por cima dela mas sem nos tocarmos, começo a beijar o pescoço dela e enquanto com a ponta do meu dedo roçando de leve, acaricio os lábios da usei a palavra: buceta e sinto ela toda molhada, e na mesma hora falo no ouvido dela. Eu: vejo que você também não esqueceu do melado, que gostoso isso vai ser. (dá pra ver que ela gostou, porque virou uma cobra de como começou a se mexer.) E comecei a descer até chegar nos peitos. Fui comendo todo o creme que ela tinha e deixando por último o encontro da minha língua com os biquinhos dela (que estavam durinhos, feito caramelos de peitos pequenos). Agora que penso, devia ter ficado mais tempo nesses peitos, mas vocês vão me entender... é difícil segurar a vontade de comer uma buceta, ainda mais quando te provocaram o tempo todo. Já queria devorar a buceta dela e sentir literalmente o gosto daquele melado. Então fui descendo pela barriga e, quando estava na pélvis, ela começou a se mexer tipo ondas do mar, como se estivesse me apressando pra chupar ela... e se ela queria isso, isso ia ter. Que sensação linda foi ir beijando e comendo o creme ao mesmo tempo até minha boca encontrar os lábios daquela buceta toda depilada e recém-banhada. Juro que viajei e fiz ela sentir, porque chupei ela como se minha vida dependesse disso. Pra ser sincero, não sei quanto tempo fiquei passando a língua, (embora na verdade eu tenha beijado a buceta e isso tenha encantado ela.) O que lembro foi quando ela teve o orgasmo, porque me agarrou pelos cabelos e me apertou contra os lábios dela pra depois se mexer de um lado pro outro e então perder todas as forças e ficar entregue ao destino (que já estava escrito)... Mas vocês vão saber no próximo capítulo, se é que gostaram.
9 comentários - A rotiseria II
uuufff... si lo sabremos.
+10 y dale, que queremos saber el menú completo de la cena.!