Meu nome é Dália, sou morena, um pouco baixinha, tenho 1,60m e sou magra, mas meu busto é 38B, que é meu melhor atributo. Tudo começou no dia em que deram um tablet pro meu filho do quinto ano na escola. Todos os amigos dele se gabavam de como acessavam a internet e baixavam coisas, tanto jogos quanto material escolar. Eles faziam tarefas melhores que o meu filho, e eu sempre falava pro meu marido contratar o serviço de internet, mas ele, muito pão-duro, dizia que era gasto à toa e que era melhor esperar até o menino entrar no ensino médio. Um dia fui na feira e comprei um CD daqueles que pegam sinal, mas não adiantou nada. Ficava desesperada vendo meu filho não conseguir fazer as tarefas igual aos colegas. Um dia vi no meu celular um sinal, e era o nome do meu vizinho, que eu detestava. Ele era gordo, quase careca, mas se achava o máximo, como se fosse um super galã, e era muito metido com o que tinha. Eu só cumprimentava e pronto. Mas um dia criei coragem e fui falar com ele. Perguntei se dava pra compartilhar a senha pra meu filho acessar a internet, e que eu pagaria uma parte da mensalidade. O filho da puta disse pra eu pedir pro meu marido. Falei que ele não queria gastar. Aí ele, todo palhaço, respondeu: "Se ele não quer te dar o que você precisa, não dá a buceta pra ele." Me senti um lixo e saí do quintal dele onde estávamos conversando. Os dias passaram, e um dia meu filho chegou com um 7 na tarefa, enquanto os amigos dele tiraram 10, porque ele fez o trabalho com uma monografia que tinha pouquíssima informação. Discuti com meu marido, e ele, como se nada fosse. Decidi tomar uma atitude. Meu marido foi pro trabalho, meus filhos foram pra escola, e esperei meu vizinho sair pra ligar o carro. Quando ele saiu, fui até o quintal dele e falei: "Oi, vizinho, como você tá?" Ele, surpreso com a pergunta, respondeu: "Bem, e você? Já tem internet?" "Não, ainda não. Meu marido pão-duro não quer." "Hum, que merda. Então você não deu pra ele?" "Não, segui seu conselho e não deu em nada." "Mas ele quem perde, pra falar a verdade. Você tá muito gostosa... Eu tava por dentro que não aguentava, pensava: "puta que pariu, esse gordo se acha pra caralho", mas queria dar um jeito pro meu filho e continuei a conversa. — Escuta, não seja ruim, me dá a senha do Wi-Fi pra eu usar? — Mas o que seus filhos têm pra entrar e procurar tarefa? — Só um tablet que deram na escola. — Com isso eles tiram pouca informação. Eu, foda-se, tenho um notebook novo e uma impressora. — Ah, tá, como é que pode? Se eu não tenho nem pra pagar a internet... — Eu pediria algo mais que dinheiro. — O que seria? — Olha, vizinha, há anos eu te vejo e te admiro, você me atrai pra caralho, e reparei quando você usa certa roupa que tem a buceta aberta, dá pra ver que você gosta de levar por trás. Nunca te falei nada, mas a verdade é que dá pra notar bem. E em troca do que ofereci, quero que você me dê seu rabo. — Você é louco, como é que pode? — Pensa bem, foda-se. Até sexta-feira eu tenho o notebook novo que ganhei no trabalho e minha esposa não sabe dele. A impressora eu comprei. Se você decidir, te vejo sexta às 10 na esquina do mercado, e ninguém vai saber. Eu não quero ter problema com minha mulher, nem você com seu marido. Pra ele você pode falar que a escola sorteou essas coisas e seu filho ganhou, e assunto resolvido. — Sei lá, vou ver o que decido, depois a gente se vê. Passaram os dias e eu não me decidia, mas dois dias depois meu marido chegou com uma gratificação e pedi pra ele dar pros meus filhos. E o filho da puta, pão-duro, não quis, falou que era muito gasto. Aí comentei que tinha um sorteio muito barato de 50 reais que dava um notebook e uma impressora, e ele me deu os 50 reais. Se tivéssemos sorte, meu filho ia ter mais coisas. Fiquei puta da vida, peguei os 50 reais, já tava farta desse pão-duro, e decidi falar que ganhamos e que o vizinho me desse as coisas. Chegou sexta, me vesti com uma calça bem justa e uma camiseta que deixava ver todo o peito que eu tinha, e fui pro encontro com meu vizinho. Quando cheguei, ele já tava lá. Perguntei se tava esperando há muito tempo. Eram só 9:50. Ele disse que tinha uns 10 minutos, mas se às 22h10 fosse embora. Entrei no carro dele e ele deu partida. Falou: — Agora vamos pegar a impressora. Olha, no banco de trás está o laptop. Peguei e estava novinho, de marca boa. Passamos num Office Depot e ele comprou uma que o vendedor recomendou. Enquanto pagavam, ele me puxou pela cintura e me deu um beijo. Correspondi, mas quando senti a barriga enorme dele, me deu nojo, mas fingi bem. Entramos no carro e fomos direto pra um motel. Já lá dentro, ele me pegou pela mão e fomos pro quarto. Na hora, ele começou a passar a mão na minha calça e a beijar meus peitos. Eu queria acabar rápido e comecei a abrir o zíper da calça dele. Ele tirou a camisa e vi o peito peludo e a barriga grande. Tirou minha blusa e o sutiã e começou a beijar meus peitos com uma safadeza que me dava nojo, mas eu tinha que ser submissa, já que ele tinha cumprido a parte dele. Me deitou e puxou minha calça junto com a calcinha fio dental, que ele nem olhou. Começou a beijar minhas pernas e depois minha buceta, e eu comecei a ficar com tesão. Ele baixou a calça e fiquei impressionada: tinha um pau bem grosso e grande. Me pegou pela cabeça e me guiou até o pau dele. Peguei com as duas mãos e ainda sobrava. Comecei a chupar e, pra minha surpresa, ele cresceu ainda mais. Calculei uns 25 centímetros e de grosso quase toda minha mão. Ele tirou a calça e se deitou em cima de mim, foi enfiando na minha buceta. Senti como se estivesse abrindo de um jeito que nunca senti, muito gostoso, e falei: — Mete tudo. Ele riu e com muita calma foi enfiando mais e mais. Eu comecei a gemer de como ele me abria, parecia que eu era virgem. Quando senti os testículos dele batendo, senti ele chegando e tocando a parede do meu útero. Senti que gozei e ele começou a se mover. Se ajoelhou e metia, mas sentia a barriga dele no meu ventre, o que já não me importava mais ao sentir aquele pau enorme dentro de mim, chegando até o fundo do meu útero. Era algo excelente, muito gostoso. Ele parou e disse: — Olha aqui, vizinha, quero seu cu. Sei que está bem aberto e quero abrir mais. — Sim, mas com cuidado. Você tem enorme---- e eu fiquei de quatro e abri minhas nádegas com as mãos ---você tem muito aberto, gosta muito de levar no cu, né? Diz porque--- ---quando era solteira, tinha a ideia de não perder minha virgindade até casar e sempre dei mais meu cu no começo doía, mas depois entrava fácil --- enquanto ele enfiava a língua e os dedos no meu cu, eu disse: mete em mim enquanto vai por dentro. Parei na beira da cama e ele começou a meter, sentia muito gostoso ---continua contando como e quem te meteu no cu--- ---nossa, desde os 14 anos me pediram e eu dei meu cu, foi a primeira vez já no colégio, um professor começou a ficar comigo e queria fazer, e durante dois anos eu dei meu cu toda semana, ele adorava como eu me mexia e como assim não tinha risco de engravidar, então a gente fazia, depois perdi minha virgindade e com cada namorado que transei também me davam por trás--- ---mmm, pequena, é que você tem muito aberto, mas vai ficar mais aberta ainda-- ele tirou da minha bexiga e começou a enfiar no meu cu, primeiro não doeu, mas quando senti ele começando a empurrar, só soltei um gemido, estava me abrindo ainda mais, doía, não podia acreditar, esse puta gordo tem uma enorme, até que os testículos dele tocaram minhas nádegas, ele começou a se mover, a tirar e meter, me tocava os peitos até que eu gozei de novo, ele tirou e se limpou com o lençol, eu sentia até os ouvidos tampados, estava muito excitada, me surpreendeu, nunca pensei que fosse gostar, não senti se ele gozou e perguntei ---você gozou, gostoso?--- ---não, preciosa, ainda não, não quero que você sente em mim--- ele se levantou e sentou numa poltrona, com o pau bem duro, fez eu ir até ele, virei de costas e aos poucos fui sentando, ele abria minhas nádegas e quando sentei completamente, comecei a me mexer como nunca tinha feito, de cima pra baixo, em círculos, mexia minha cintura o mais rápido que podia, ele não soltava meus peitos e beijava minhas costas até que senti ele gozar dentro de mim, quando tentei me levantar, ele detubo -- fica assim um pouco pra ver se sobe de novo --- eu fiquei sentada e virava pra beijar ele, não parava de apertar meus peitos e depois de um tempo senti ele endurecer de novo e comecei a me mexer, mas ele me segurou e me levou pro toucador, me deitou de barriga pra cima, abriu minhas pernas e levantou elas, e começou a meter de novo no meu cu. Senti ele me rasgando por dentro de novo e começou a bombar um tempão até gozar, mas veio menos quantidade. --- cê é uma gostosa, esse cu é muito tasty --- --- me abriu mais que um bruto, você tem uma piroca enorme, sua esposa deve gozar muito --- --- ela não curte muito por trás porque dói --- --- com tantos anos de casados já devia estar bem aberta --- --- é, mas não fazemos muito no cu dela --- --- eu adorei --- --- sabia que você ia gostar, dava pra ver que você tem ele aberto --- --- mas como você sabe? olha pra uma mulher e já sabe? --- --- é, quando usam calça justa, as nádegas se abrem e com certeza levam no cu --- nos vestimos e saímos do motel, antes de chegar em casa ele parou, chamou um táxi e pegou a impressora e o notebook, um beijo rápido e entrei. Quando cheguei em casa, guardei as coisas e tomei um banho, fui buscar meus filhos e quando bateram na porta era ele --- oi, vizinha --- ele me cumprimentou com a mão e me deu um papelzinho com a senha do wi-fi. Eu disse --- obrigada por tudo --- ele sorriu --- por tudo, vizinha --- --- é, por tudo, gostei muito --- --- eu também, que cu gostoso você tem --- --- obrigada, ouve, posso te ver depois? --- nem acreditei que tinha dito aquilo --- quando você quiser, vizinha, só com muita discrição --- --- ok, vizinho, obrigada --- quando meu marido chegou, estava muito feliz pela sorte que tivemos, tinha gasto 50 pesos e ganhamos notebook e impressora. Eu pensei: e também meu cu gostoso. Desde aquele dia, a gente faz uma ou duas vezes por mês e cada vez meu cu tá mais aberto, mas eu gosto e até entendi por que ele era convencido e se achava muito, sim, a piroca dele é muito gostosa.
9 comentários - Por culpa de Mi Marido mi vecino me agrando el ano.