Aniversário da Vânia, dia de campo

Recomendo ver o post anterior a esse, se quiserem que eu conte mais da Vânia, me falem nos comentários ou no privado!

Primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3817206/Infiel-con-la-amiga-de-mi-esposa.htmlQuando chegou o aniversário da Vânia, uns dois meses depois do aniversário da minha esposa, ela organizou um acampamento a umas duas horas da cidade. Éramos pouca gente: três amigas da Vânia, dois amigos dela, um cara que tava saindo com ela, minha esposa e eu — 9 no total. O lugar tinha um lago e umas cabanas velhas que decidimos não usar; em vez disso, trouxemos barracas. Enquanto eu e os outros caras fomos buscar lenha pra fazer uma fogueira, as minas e o namorado da Vânia ficaram montando as barracas. Depois de mais de meia hora, voltamos pros outros: só uma barraca tava meio pronta, as outras largadas, e as meninas tinham ido nadar no lago. As amigas da Vânia eram bonitinhas, mas a Vânia tava espetacular. Enquanto as outras usavam short e maiô de peça única, a Vânia tava com um biquíni gostoso que nos dava um espetáculo delicioso. Eu era o único casado; os outros tão na vibe de solteiros, menos a Vânia e o namorado dela. Por um momento, esqueci que tava na frente de todo mundo e já ia começar a me tocar olhando pra Vânia naquele biquíni gostoso (a foto que vou deixar não é do mesmo dia, mas não tenho foto daquela época).Aniversário da Vânia, dia de campoPassamos um tempão no lago tomando umas cervejas, depois de algumas horas saí pra preparar a comida, e a Vania veio me ajudar.

Vania: Faz tempo que a gente não se vê.

Eu: É, já foram uns meses. Como você tá?

Vania: Muito bem! E você?

Eu: Tô bem! E ele é seu namorado?

Vania: Bom, a gente não é oficialmente namorados, mas tá saindo faz uns 6 meses.

Isso significava que quando a gente transou, ela também tava botando chifre naquele cara. A gente não tocou no assunto daquele dia que a gente comeu, mas enquanto preparava as coisas, eu sentia ela passando muito perto de mim, às vezes roçando os peitinhos dela no meu braço ou a bunda na minha perna. Quando ela começou a cortar uns legumes, eu me aproximei por trás. Antes de encostar nela, tirei a pica pra fora e bati uma punheta rapidinho, haha, foram uns segundos, mas queria ter gozado na bunda dela. Depois me aproximei e encostei um pouco o meu pacote na bunda dela: "Precisa de ajuda?" perguntei. "Ah, não, fica tranquilo! Eu faço sozinha." Quando ela disse isso, recuou um pouco, esfregando mais a bunda no meu pacote.

Quando fomos comer todos, o namorado da Vania tava abraçando ela. Pra ser sincero, fiquei com ciúmes. Eu queria estar naquele lugar e dormir com a Vania naquela noite. Terminamos a comida e ficamos conversando. O cara beijava a Vania e isso me irritava. Levantei pra ir mijar, passei perto das barracas desmontadas, peguei uma das varetas da barraca da Vania e joguei no meio de uns arbustos pra eles não conseguirem montar a barraca.

Quando o sol começou a se pôr, fomos montar as barracas. Eles perceberam que não conseguiam montar a deles porque faltava uma peça. Falei que eles podiam dormir na minha caminhonete, que era bem espaçosa. O namorado dela ia recusar, mas a Vania aceitou toda feliz. Todos nos trocamos pra roupa normal. A Vania só vestiu uma blusa, sem calça, ficou só de biquíni. A gente continuou bebendo a noite toda, sentados em círculo na fogueira. Arranjei pra ficar do lado da Vânia, minha esposa foi a primeira a dormir, depois outra das minas com um cara e aí o cara levou a Vânia pra caminhar, tava com medo de que fossem transar entre as árvores, aquela ideia me dava uma raiva do caralho mas não fiz nada, fiquei batendo papo com os outros, depois de mais de uma hora ouvi a porta de um carro e a Vânia voltou e sentou atrás de mim.

Eu: E teu namorado?

Vânia: Já dormiu

Eu: Tudo bem? Cê tá com cara de puta

Vânia: Não é nada

Ela ficou sentada de braços cruzados, imagino que teve uma briga com o namorado, já tava todo mundo muito bêbado, os amigos da Vânia tavam nas deles, eu e a Vânia só olhando o fogo quando ela se encostou em mim, abracei ela e ficamos assim um tempão, quando ela disse "por que cê não é solteiro..." Meu coração parou, virei pra olhar ela e dei um beijo na boca dela, ela respondeu sem hesitar, foi um beijo rápido e continuamos abraçados, os outros caras não perceberam.

Vânia: Vai dormir

Eu: Não tô com sono

Vânia: Cê já tá com cara de cansado, vai dormir

Eu: Sério Vânia, não tô com sono

Vânia: É melhor cê ter, vai dormir no teu carro e deixa a janela aberta

Na hora entendi que era algum tipo de indireta, não falei mais nada e levantei em silêncio indo pra minha caminhonete, abaixei os vidros, deixei as travas abertas e apaguei as luzes internas, fiquei meia hora lá pensando que a Vânia tinha se arrependido ou que talvez não fosse um sinal e ela realmente queria me afastar, mas depois uma porta de trás abriu, a Vânia entrou no carro, virei pra trás pra ver ela e antes de falar qualquer coisa ela me beijou, pulei pro banco de trás pra continuar nos beijando, a gente se beijava e se acariciava com desespero, ela baixou minha calça e começou a me masturbar muito rápido, cuspia no meu pau pra poder esfregar melhor, continuávamos nos beijando, levantei a blusa dela e abri o sutiã do biquíni pra chupar os peitos dela, ela dava uns gemidinhos enquanto se tapava com a mão que tava livre pra Não ser ouvida. "Chupa aqui" falei pro ódio. Sem hesitar, ela desceu e começou a chupar minha pica como se não comesse há dias e aquilo fosse o primeiro pedaço de comida na frente dela. Enfiava até a garganta, passava a língua na ponta, esfregava minhas bolas e, quando colocava meu pau de novo na boca dela e parava ali, dava umas batidinhas quando não aguentava mais respirar. Começou a chupar minhas bolas e aí gozei, todo meu leite caiu no chão e um pouco chegou até o banco do carona. Mesmo depois de gozar, eu ainda tava com o pau durasso. Já ia tirar o biquíni dela, mas ela me parou: "Aqui não, vão me ouvir". Ela colocou a cabeça pra fora da janela, se certificou de que os amigos dela ainda estavam na fogueira e não nos viram. Descemos devagar, fomos pra cabana velha que não queríamos usar. Mesmo assim, quando reservamos a área, os donos limparam as cabanas. Tinha uma cama com um colchão velho e sujo. Não ligamos e pulamos na cama. Imediatamente a despi. Ela queria chupar meu pau de novo, mas mal deu três chupadas, virei ela de bruços na cama, subi em cima e comecei a penetrar. "Ah, o dia inteiro tava com vontade disso!" gritou a Vânia. Tampei a boca dela enquanto metia. Levantei na beira da cama, virei ela de barriga pra cima, puxei as pernas dela pra bunda ficar na beirada e penetrei assim. Coloquei as pernas dela nos meus ombros enquanto metia. Ela virava pro teto, tampando a boca pra não deixar escapar nem um gemido. Meti o mais rápido que pude. Ela sentou na cama e eu levantei ela pela bunda. A respiração dela tava no meu ouvido. Quanto mais rápido ela respirava, mais rápido eu tentava meter. Ela mordia meus ombros e pescoço, puxava meu cabelo e me beijava enquanto eu comia ela. "Gosto de você, gosto muito, se divorcia" ela dizia. Eu não falava nada, só ria e tentava comer ela mais forte a cada vez. Quando cansei, me joguei na cama. Ela subiu em mim e começou a cavalgar. Ficou de cócoras e me dava umas sentadas. Sentadas fortíssimas, o colchão velho fazia muito barulho, mas não me importei. Ouvi a base da cama velha quebrar. "Ah, já vou gozar", falei pra ela enquanto segurava sua cintura pra tirar ela de cima porque não tinha camisinha. "Dessa vez não", disse Vânia. Ela se inclinou, me beijou e fez uns movimentos tão gostosos que naquele momento gozei dentro dela. Eu não queria fazer isso, mas não pude fazer nada a respeito.

Ficamos deitados um tempo em silêncio, ela dormiu e eu espiei pela porta da cabana. Todo mundo já estava dormindo. Fui até a caminhonete pegar minha calça e entrei na barraca pra dormir com minha esposa.

Quando acordei, o sol já tinha saído fazia um tempo. Tinha um par de pessoas dormindo, mas o resto já estava arrumando as coisas. Vi perto da água a Vânia abraçada com o namorado dela, e eles vieram até nós de mãos dadas. A cínica traiu ele a noite toda e depois ficou de boa com ele.

Vânia: Ai, me diverti pra caramba! Quem sabe ano que vem a gente repete.

Minha esposa: É, eu também adorei, temos que repetir.

Vânia virou pra mim e piscou rapidinho. Nos despedimos, subimos no nosso carro e fomos embora. Quando chegamos, minha esposa tirou sarro de mim porque tinha uma mancha de "cocô de passarinho" no chão e no banco do carona. Hahaha, por dentro quem ria era eu.festa

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