Continuamos com o capítulo 3, recomendo ler os capítulos 1 e 2 para uma leitura melhor.
**Férias com a Amiga da Minha Mãe 3**
A gente tava se pegando contra a parede, eu aproveitei e voltei a massagear os peitos dela, e levei eles pra boca. Ela gemia e segurava minha cabeça, tentando me afastar, mas sem muita força.
**Y:** Para, Fran, sério, isso não tá certo. – Falou enquanto dessa vez me empurrou com mais força. –
**F:** Cê não gostou?
**Y:** Não é isso. Lembra que sou amiga da sua mãe, me sinto culpada, imagina se ela descobre. Não posso arriscar minha amizade por uma transa.
Essas palavras foram mais duras que a realidade. Me fizeram cair na real de vez. Que eu era só uma transa qualquer e o quanto a amizade dela com minha mãe era importante.
**F:** Tá bom, Yani, cê tem razão no que disse. Desculpa, só me deixei levar, não vou botar toda a culpa no álcool porque vontade não faltava, mas ele teve sua parte.
**Y:** Não fica mal, nem pede desculpa. Eu também me deixei levar, melhor a gente parar por aqui. Me diverti muito essa noite, quero que saiba que faz anos que não ria tanto. Obrigada.
**F:** Eu também me diverti, e sério, desculpa. Melhor eu ir dormir.
**Y:** Já foi, Fran, vamos fingir que não aconteceu. Eu também vou dormir. Descansa.
Tudo tinha acontecido muito rápido. Há cinco dias, ela era a Yanina, amiga da minha mãe. Hoje, era alguém que me fazia sentir coisas. Eu não queria ser só uma transa, eu realmente gostava dela. Mas, além disso, dias atrás, ela era só imaginação das minhas punhetas, hoje eu tinha visto ela quase nua, chupado os peitos dela, beijado como se fôssemos dois adolescentes. Minha cabeça não conseguia processar tudo. E assim fui dormir.
No outro dia acordei, minha cabeça doía, imaginei que fosse por causa do álcool da noite. A Yani levantou pra ir ao banheiro e me cumprimentou, foi um cumprimento frio. Eu aproveitei, me troquei e fui caminhar na praia um pouco, sozinho.
**F:** Yani, vou dar uma volta na praia, te incomoda?
**Y:** Não, Fran, vai, vou dormir mais um pouco.
Saí pra praia, passei numa banca antes pra comprar uma água. coca e um alfajor, pra tomar um café da manhã, fui pagar e não tinha minha carteira, tinha deixado no apê. Voltei e entrei em silêncio, já que a Yani ia dormir e não queria incomodar. Fechei a porta devagar. Dava pra ouvir alguma coisa, mas não claramente, me aproximei do quarto da Yani e ouvi uns gemidos, acompanhados de frases. -Aiii sim, Fran, chupa minhas tetas vai. Quer enfiar toda essa pica em mim? Vai, gostoso.- Fiquei perplexo, espiei e a porta dela estava entreaberta. Os gritos continuavam. -Como você me deixa louca, gostoso, como eu queria que você me comesse toda e chupasse minha buceta até eu gozar na sua boca. Chupar sua pica até você encher minhas tetas de porra.-
Rápido, eu tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar, não aguentei muito com o que tava vendo. Saiu toda a minha porra e caiu uma boa parte no chão. Limpei rápido com uma jaqueta minha, melhor isso do que ela ver minha gozada. Peguei a carteira e voltei pra sair sem fazer barulho nenhum.
Não podia acreditar, ontem à noite eu tinha batido duas e hoje ela tava se tocando pensando em mim. Literalmente não sabia o que fazer, como seguir. Será que eu arriscava e partia pra cima? Ou esperava acontecer naturalmente? Era muito confuso.
Depois de uma longa caminhada e pesar as opções, voltei, ia seguir como se nada tivesse acontecido e aproveitar as férias.
F: Oi Yani, voltei, tá acordada?
Y: Oi Fran, demorou hein. Tô acordada sim. Como foi?
F: Foi bem, caminhei bastante e troquei um pouco, senão depois na volta dos treinos vou me arrastar kkk
Y: Achei ótimo, eu devia fazer o mesmo ou vou ficar obesa.
F: Você tá linda assim, não acho que precise de mais nada.
Y: Valeu pelo elogio. Vamos almoçar e depois pra praia?
Foi isso que fizemos, fomos almoçar e depois pra praia. O dia foi normal, o clima meio tenso mas de boa. O normal depois de um rolê desses.
Y: Se quiser, a gente tira um cochilo e depois vai tomar uma cerveja, sábado tranquilo, o que acha?
F: Siiim, bora, ótima ideia, senhora.
Y: Cuidado com esse "senhora", já queria que essa senhora te desse bola né kkkk
F: Se fosse por mim, a gente já casava. Mas nada, você cheia de dúvidas.
Y: Tá bom, tá bom, melhor ir dormir, mocinha.
Com as minhas indiretas dava pra construir uma cabana, na verdade, um condomínio de cabanas. Mas eu desviava delas com maior naturalidade.
Depois de descansar um pouco, os dois, o alarme da Yani tocou. Acordamos, tomamos banho e nos trocamos. Eu vesti uma calça jeans cinza, com uma camisa azul clara listrada de branco, normal. Ela, de novo, tava deslumbrante. Um decidaço que era um ímã pros olhos.
Fomos pro bar, voltamos no Antares. Fomos atendidos por uma garçonete, ela era um pouco mais velha que eu e era uma gostosa, quando chegou, me encarou bastante.
Y: Tô maluca ou a mina não parava de te olhar?
F: É, essa carinha atrai coisa, hahaha.
Y: Essa carinha que se comporte direito.
F: Cê tá com ciúme ou é impressão minha?
Y: Ciúme? Hahaha, cê me faz rir, cara.
F: Como a senhora quiser, mocinha.
Continuamos conversando, bem mais soltos agora, rindo, lembrando das coisas que rolaram no dia. Esperando trazerem nossas brejas e batatas fritas.
A garçonete não demorou pra chegar.
M: Uma Scotch pra você e uma Playa pra sua namorada. Tá certo, né? As batatas já vão sair.
Y: Valeu. Tamo esperando.
A mina foi embora, e ficamos esperando as batatas.
F: Ela acha que somos um casal, devia ter falado que infelizmente não, hahaha.
Y: Melhor ela pensar assim, pelo menos não vai ficar te olhando tanto, haha.
F: Ah, a senhora espanta as concorrentes, hahaha.
Y: Não é isso, é que não gosto disso pra você, meu bem.
Tomamos nossas cervejas, comemos as batatas que já tinham chegado. Como sempre, não foi só uma cerveja, foram quatro, o álcool já tinha batido.
Depois do Antares, atravessamos pra um bar pra tomar drinks, queríamos provar coisas diferentes. Tomamos quatro entre nós dois, dividindo pra garantir que não fossem ruins. Já era umas 2 da manhã e decidimos voltar pro apê.
Saímos andando, Yani agarrada no meu braço, e a gente ia rindo até chorar. Passamos um tempinho na praia e sentamos na areia, pra admirar a noite e o mar, nós dois adorávamos terminar a noite assim.
Estávamos deitados olhando o mar, em silêncio total, só se ouvia as ondas quebrando, e nada mais. Que paz.
Y: O que cê acha do que rolou ontem à noite?
Não esperava essa pergunta, me pegou desprevenido e não sabia o que dizer.
Y: Cê não precisa responder se não quiser, hein.
F: Acho que adoraria que tivesse terminado diferente. Não teria sido só uma transa pra mim.
Y: Ah, não? E o que seria? Se fosse a Fran? Me conta.
F: Cê me atrai, Yani. Pena que tem uma diferença grande de idade, que óbvio, cê nunca vai me levar a sério, e ainda tem a amizade com a minha mãe. Eu entendo, mas isso não faz cê deixar de me atrair.
Y: Tá me falando sério? Como é que cê vai gostar de uma coroa igual a mim, Fran? Posso te esquentar, não nego. Mas gostar é outra parada, vai bem mais fundo.
F: Cê me atrai. Posso te falar que prefiro a gente andar abraçado ou de braço dado como hoje à noite e depois ir dormir, sem fazer nada. Não é que eu tô falando isso por sexo, é o que eu sinto. Certo ou errado, é assim.
Y: Uau, que resposta forte. Olha, Fran, vou ser sincera: o que me segura é a amizade com sua mãe. A idade não acho que seja um problema.
Quando terminei de falar isso, me aproximei devagar do rosto dela, peguei ela com uma das mãos e cheguei bem pertinho da boca dela, e dei um beijo.
Rápido, ela enfiou a língua na minha boca e a gente começou a se pegar. Era uma troca, entre a língua dela e a minha, Yani subiu em cima de mim e a gente continuou se amassando, na praia, com o mar de fundo e a luz da lua.
F: Cê me atrai pra caralho, Yani, sério.
Y: Cala a boca e me beija, vai.
Obedeci as ordens, calei a boca e continuei devorando a boca dela, era uma apalpação constante, eu tinha levantado o vestido dela e tava com as mãos na bunda dela, ela tava pegando no meu peito. A gente se separou 5 segundos e conferiu se não tinha ninguém. Tava sozinho e no escuro, era difícil se ver. A gente continuou se pegando sem controle, Yani se levantou e apoiou os joelhos na areia, devagar começou a descer, enquanto colocou a mão no meu pau e começou a massagear, com muita habilidade, a outra mão dela desabotoou minha calça e abaixou a braguilha, eu levantei o quadril, ela puxou minha calça pra baixo.
Eu sabia o que ia rolar, queria aquilo, sentia um formigamento na cabeça do meu pau.
Ela ficou de quatro na areia e tava tocando meu pau por cima da cueca, que já tava molhada de líquido pré-seminal, e prestes a estourar de tão duro que meu pau tava. dava beijos por cima do tecido e, aos poucos, começou a puxar pra baixo, meu pau pulou e bateu no queixo dela, ela riu. Com a mão direita, pegou nele, começou a passar devagar e suave, era lindo. Beijou minha cabeça, o tronco, dando bitoquinhas, até que abriu a boca e foi chupando devagar. Sentir a saliva quente no pau, a volta com a língua, acho que com uns movimentos mais rápidos eu gozava.
Y: Você não sabe a vontade que eu tava de chupar esse pau. Você me deixou muito tesuda ontem à noite.
F: Shhh, chupa logo, vai, meu amor.
Peguei na cabeça dela e empurrei pra baixo, ela rapidamente abriu a boca e enfiou até o fundo. Começou um vai e vem pra cima e pra baixo, só com a boca. Depois levou a mão e, enquanto passava a língua no tronco, começou a me bater uma de novo. Continuou descendo e chupou minhas bolas, enfiou elas na boca e passou a língua. Voltou a subir, cuspiu na cabeça do pau e ficou me masturbando.
Y: Você gosta assim? Vai me dar o leite ou não, gostoso?
F: Adoro, continua assim que vou encher você de leite, Yani.
Continuou com a masturbação e enfiou de novo na boca. Não demorou muito, avisei que ia gozar e ela engoliu tudo, esperando o leite. Gozei uma quantidade enorme na boca dela, ela me mostrou e depois engoliu TUDO. Juro pra vocês que foi o melhor boquete que já recebi na vida. Por tudo: numa praia, de noite, com uma mulher gostosa e ainda do jeito que ela fez. Foi espetacular.
Ficamos uns minutos deitados na areia, ela com o vestido levantado na bunda, eu com o pau de fora, Yani subiu uns centímetros e se deitou no meu peito. Era a noite perfeita. Depois de um tempo, ajeitamos a roupa e fomos pro apartamento.
Y: Fran, vou tomar banho, porque fiquei cheia de areia haha.
F: Beleza, Yani, toma banho tranquila.
Y: Qualquer coisa que precisar, tô aqui, hein.
Ela foi tomar banho, mas foi no banheiro do quarto vazio. Eu fiquei na sala, com meu celular, zerando as redes sociais. Ouvi o chuveiro e não resisti à vontade, me Fui no banheiro. Abri a porta, meio desconfiado, não sabia qual seria a reação dela.
Y: O que você precisa, amor?
F: Preciso de você, posso entrar?
Y: Pode entrar, demorou mais do que eu pensei, cara.
A água escorria pelo corpo dela, tornando a cena ainda mais excitante.
Tirei a cueca e entrei no chuveiro, começamos a nos beijar com paixão, enquanto eu massageava o corpo todo dela. Ela não demorou pra pegar no meu pau e começar a fazer um movimento leve. Eu comecei a tocar a buceta dela, esfreguei o clitóris, e ela, com a mão livre, cravou as unhas no meu ombro. Aos poucos fui me aproximando do interior dela, estava molhada por causa da água, mas depois de alguns segundos quase enfiando meus dedos, pude sentir a umidade no sexo dela. Enfiei um dedo devagar, e depois o segundo, ela gemia e cravava as unhas. Com a outra mão, ela já tinha começado a me bater uma punheta de novo. Enquanto nos dávamos prazer um ao outro, nos devorávamos de boca, não conseguíamos nos separar. Depois de vários minutos assim, a Yani se separou, largou meu pau e pegou o sabonete, passou no meu corpo todo, começando pelo peito, abdômen, meu pau onde passou várias vezes, e continuou pelas pernas, se abaixando só um pouco. Depois me virou e passou pelas minhas costas, na minha bunda também. Por trás, ela pegou meus testículos e apoiou os peitos nas minhas costas, enquanto massageava minhas bolas e suspirava devagar e constante no meu pescoço e orelha. Y: Ahhh, que bolas lindas que você tem, meu amor, que grandes. Enche elas de porra pra mim, tá? F: Deus, Yanina, como você me excita, já tem porra suficiente pra você continuar engolindo. Y: Melhor assim, meu amor, vou espremer suas bolas. Ela continuou falando no meu ouvido. Eu não aguentava mais de tesão. Me virei e peguei o sabonete. Encostei ela na parede, do lado que não caía água, comecei passando o sabonete nos peitos dela, passava em cada um e entre eles, agarrava com as duas mãos, fiquei vários segundos assim. Continuei descendo, passando pela barriga, fui até a buceta. Esfreguei o sabonete na mão direita e passei na buceta, chegando a tocar a bunda dela. Continuei pelas pernas, me ajoelhando. Como ela estava virada, ensaboei a parte de trás das pernas dela, ela se encostou na parede, empinando a bunda pra fora, eu me joguei. Da cabeça até a bunda dela, abri com as duas mãos e comecei a beijar a virilha dela, depois passei a chupar, lambia o clitóris dela devagar e suave, aumentando a intensidade. E: Aaaiii sim, vai, guy, me come toda, usa a palavra: pussy, agarra bem forte minha bunda, vaiii. Eu continuava devagar, aumentando o desejo dela, aí enfiei minha língua dentro da buceta dela, dava pra sentir os fluidos, um gosto delicioso na minha boca. Deixei a pussy dela pra começar a chupar o buraco inteiro da bunda dela, abri bem as nádegas e me joguei de cabeça, enfiei minha língua dentro do buraco dela. E: Aiii meu deus, guy, você tá me matando. Continua assim, por favor. Mas enfia os dedos agora. Eu obedeci, enquanto chupava a bunda dela, enfiei dois dedos na buceta dela, virei eles por dentro e mexia como se estivesse chamando alguém. Ela gemia e gemia, e eu ficava mais excitado. Tirei e levantei ela pelos cabelos, nos colocou os dois debaixo da água, tirando o sabão que tinha sobrado nos nossos corpos, depois disso desliguei o chuveiro e saímos. Peguei a toalha e sequei rápido meu corpo e fiz o mesmo com o dela. E: Vamos sair daqui, preciso que você sinta meu corpo seco e como minha pussy fica toda molhada por você. F: Mmmm que gostosa, Yani, vamos que quero continuar chupando sua pussy e sua bunda, até você gozar na minha boca. Como pediu hoje de manhã. E: Gostou do show? Ouvi você chegar e te dediquei minha masturbação, guy. Você desperdiçou porra no chão também, pra você saber, podia ter ido na minha boca, nos peitos, na pussy, onde você mais gosta. F: Pensei que você não tinha me ouvido, olha que puta que você é, adorei. E: super puta, ainda não fizemos nem um quarto do que vem, se prepara pra esses dias, duvido que você aguente essa coroa fogosa. Na hora, ela se jogou pra me beijar, fomos pro quarto dela, meio molhados mas a maior parte do corpo seca. Ela sentou na cama e me puxou pela cintura até ela, enfiou a rola na boca, se segurando na minha bunda, me empurrou pra frente e Ela engoliu tudo inteiro, eu segurei a cabeça dela e mantive ali, ela também não soltava as mãos da minha bunda. Depois de alguns segundos, soltei e ela se afastou, com os olhos lacrimejando e deu uma ânsia. Mas voltou a pegar de novo e dessa vez aguentou mais. Soltou outra vez e se virou, ficando de bruços e empinou a bunda. E: Como eu amo seu pau, meu amorrrrr. F: Você me enlouquece, como você chupa, Yani, é demais. Y: Vai terminar o que começou no chuveiro? Vai, quero encher sua boca de gozo, cara. Abri as pernas dela, segurei pela cintura e empinei ainda mais a bunda dela. Aí, com uma mão, abri e comecei chupando a bunda, enfiava minha língua bem fundo e voltei a enfiar os dedos, imitando o mesmo movimento de hoje. Depois fui pra boceta dela, enquanto enfiava a língua lá dentro, esfregava o clitóris por baixo, e com a outra mão, comecei a massagear o cu dela. Continuei do mesmo jeito e, aos poucos, enfiava um dedo no cu dela. Y: Vai, meu amor, continua assim, enfia mais o dedinho na minha bunda, vai. Eu continuei assim, com mais intensidade, enfiei o dedo no cu e três dedos na boceta. Mudei minha língua pro clitóris dela. Y: Isso, amor, isso, continua, vai, ohhhh vai, vou gozar, vou gozar. Continuei cada vez mais intenso e pude sentir o calor que saía da boceta dela, encheu meus dedos de gozo e os gemidos dela eram gritos bem altos. F: Como eu amo sua boceta, putinha. Y: Ai, cara, enfia o pau logo, te peço por favor. Do jeito que ela estava, de bruços, com o quadril levantado, a bunda dela ficava empinada, me coloquei por cima dela e apontei pra boceta dela com meu pau. Devagar, fui me enfiando dentro dela. Podia sentir o calor da boceta dela, as paredes da boceta rolando no meu pau, o prazer era imenso. Pouco a pouco, fui enfiando, até ter tudo lá dentro, fiquei apoiado com as mãos na bunda dela e meu pau todo dentro. Deixei uma mão na bunda dela, segurando, e estiquei a outra pro cabelo dela, puxei e, enquanto segurava a bunda e puxava o cabelo, comia ela com fortes estocadas. F: Yani, por favor, que vontade de te comer que eu tava. Y: Ahhh meu amor, como eu gosto, continua me comendo assim, forte forte, vai. F: Ahhhh, sim, como você tá molhada, sua putinha. Y: Tô encharcada, vai vai, mais forte por favor Fran, como tá dura essa pica meu amor, mmm deus, que prazer. Continua assim por uns minutos, eu não aguentava mais, tava comendo ela com tudo e ela pedia mais e mais, tinha gozado na minha pica, e a buceta dela ficava mais molhada. Y: Vamos trocar, vai pra baixo, cara. Eu me joguei na cama, e ela subiu em cima, os peitos dela balançando na minha cara, enquanto ela pegou minha pica e enfiou, aproveitei pra dar uma boa chupada nos peitos. Ela enfiou a pica, tirou os peitos da minha cara e colocou as mãos no peito. Começou a me comer como nunca na minha curta vida. O movimento do quadril dela era único, ela tirava e enfiava a pica com muita facilidade, a cara de prazer dela era única. Literalmente, ela tava me comendo. Y: Que resistência, bebê, vai que eu quero que você encha minha buceta de porra. Para, isso você vai gostar mais. Ela continuou em cima de mim, mas se virou, me dando as costas. Eu aproveitei e pra deixar ela mais excitada, comecei a tocar o clitóris dela, a putinha gritava como uma louca.
Foram 5 minutos nessa posição, ela parou e eu comecei a foder ela, até que não aguentei mais.
F: Vou encher você de porra, Yani.
Y: Ohhhh sim, vai fundo, vai fundo, quero a porra na buceta.
F: Não aguento mais, ahhhhhhhhh.
Y: Ai, cara, tanta porra e você continua gozando. Meu amor, que quentinha a porra.
Ela enfiou os dedos na buceta, tirou um pouco da minha porra e levou à boca.
Nós dois caímos exaustos, tinha sido a melhor foda da minha vida, com a mulher dos meus sonhos.
Yani me deu um selinho e se deitou no meu peito. E assim dormi naquela noite, como um bebê.
Continua, muitas coisas a mais no próximo capítulo. Tem várias surpresas.
Aproveito pra esclarecer que, por enquanto, não posso usar fotos da Yanina. Por questão de anonimato e privacidade. Quando der, imediatamente estarão aqui. Espero que entendam e obrigado.
As imagens são ilustrativas.
**Férias com a Amiga da Minha Mãe 3**
A gente tava se pegando contra a parede, eu aproveitei e voltei a massagear os peitos dela, e levei eles pra boca. Ela gemia e segurava minha cabeça, tentando me afastar, mas sem muita força.
**Y:** Para, Fran, sério, isso não tá certo. – Falou enquanto dessa vez me empurrou com mais força. –
**F:** Cê não gostou?
**Y:** Não é isso. Lembra que sou amiga da sua mãe, me sinto culpada, imagina se ela descobre. Não posso arriscar minha amizade por uma transa.
Essas palavras foram mais duras que a realidade. Me fizeram cair na real de vez. Que eu era só uma transa qualquer e o quanto a amizade dela com minha mãe era importante.
**F:** Tá bom, Yani, cê tem razão no que disse. Desculpa, só me deixei levar, não vou botar toda a culpa no álcool porque vontade não faltava, mas ele teve sua parte.
**Y:** Não fica mal, nem pede desculpa. Eu também me deixei levar, melhor a gente parar por aqui. Me diverti muito essa noite, quero que saiba que faz anos que não ria tanto. Obrigada.
**F:** Eu também me diverti, e sério, desculpa. Melhor eu ir dormir.
**Y:** Já foi, Fran, vamos fingir que não aconteceu. Eu também vou dormir. Descansa.
Tudo tinha acontecido muito rápido. Há cinco dias, ela era a Yanina, amiga da minha mãe. Hoje, era alguém que me fazia sentir coisas. Eu não queria ser só uma transa, eu realmente gostava dela. Mas, além disso, dias atrás, ela era só imaginação das minhas punhetas, hoje eu tinha visto ela quase nua, chupado os peitos dela, beijado como se fôssemos dois adolescentes. Minha cabeça não conseguia processar tudo. E assim fui dormir.
No outro dia acordei, minha cabeça doía, imaginei que fosse por causa do álcool da noite. A Yani levantou pra ir ao banheiro e me cumprimentou, foi um cumprimento frio. Eu aproveitei, me troquei e fui caminhar na praia um pouco, sozinho.
**F:** Yani, vou dar uma volta na praia, te incomoda?
**Y:** Não, Fran, vai, vou dormir mais um pouco.
Saí pra praia, passei numa banca antes pra comprar uma água. coca e um alfajor, pra tomar um café da manhã, fui pagar e não tinha minha carteira, tinha deixado no apê. Voltei e entrei em silêncio, já que a Yani ia dormir e não queria incomodar. Fechei a porta devagar. Dava pra ouvir alguma coisa, mas não claramente, me aproximei do quarto da Yani e ouvi uns gemidos, acompanhados de frases. -Aiii sim, Fran, chupa minhas tetas vai. Quer enfiar toda essa pica em mim? Vai, gostoso.- Fiquei perplexo, espiei e a porta dela estava entreaberta. Os gritos continuavam. -Como você me deixa louca, gostoso, como eu queria que você me comesse toda e chupasse minha buceta até eu gozar na sua boca. Chupar sua pica até você encher minhas tetas de porra.-
Rápido, eu tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar, não aguentei muito com o que tava vendo. Saiu toda a minha porra e caiu uma boa parte no chão. Limpei rápido com uma jaqueta minha, melhor isso do que ela ver minha gozada. Peguei a carteira e voltei pra sair sem fazer barulho nenhum.Não podia acreditar, ontem à noite eu tinha batido duas e hoje ela tava se tocando pensando em mim. Literalmente não sabia o que fazer, como seguir. Será que eu arriscava e partia pra cima? Ou esperava acontecer naturalmente? Era muito confuso.
Depois de uma longa caminhada e pesar as opções, voltei, ia seguir como se nada tivesse acontecido e aproveitar as férias.
F: Oi Yani, voltei, tá acordada?
Y: Oi Fran, demorou hein. Tô acordada sim. Como foi?
F: Foi bem, caminhei bastante e troquei um pouco, senão depois na volta dos treinos vou me arrastar kkk
Y: Achei ótimo, eu devia fazer o mesmo ou vou ficar obesa.
F: Você tá linda assim, não acho que precise de mais nada.
Y: Valeu pelo elogio. Vamos almoçar e depois pra praia?
Foi isso que fizemos, fomos almoçar e depois pra praia. O dia foi normal, o clima meio tenso mas de boa. O normal depois de um rolê desses.
Y: Se quiser, a gente tira um cochilo e depois vai tomar uma cerveja, sábado tranquilo, o que acha?
F: Siiim, bora, ótima ideia, senhora.
Y: Cuidado com esse "senhora", já queria que essa senhora te desse bola né kkkk
F: Se fosse por mim, a gente já casava. Mas nada, você cheia de dúvidas.
Y: Tá bom, tá bom, melhor ir dormir, mocinha.
Com as minhas indiretas dava pra construir uma cabana, na verdade, um condomínio de cabanas. Mas eu desviava delas com maior naturalidade.
Depois de descansar um pouco, os dois, o alarme da Yani tocou. Acordamos, tomamos banho e nos trocamos. Eu vesti uma calça jeans cinza, com uma camisa azul clara listrada de branco, normal. Ela, de novo, tava deslumbrante. Um decidaço que era um ímã pros olhos.
Fomos pro bar, voltamos no Antares. Fomos atendidos por uma garçonete, ela era um pouco mais velha que eu e era uma gostosa, quando chegou, me encarou bastante.Y: Tô maluca ou a mina não parava de te olhar?
F: É, essa carinha atrai coisa, hahaha.
Y: Essa carinha que se comporte direito.
F: Cê tá com ciúme ou é impressão minha?
Y: Ciúme? Hahaha, cê me faz rir, cara.
F: Como a senhora quiser, mocinha.
Continuamos conversando, bem mais soltos agora, rindo, lembrando das coisas que rolaram no dia. Esperando trazerem nossas brejas e batatas fritas.
A garçonete não demorou pra chegar.
M: Uma Scotch pra você e uma Playa pra sua namorada. Tá certo, né? As batatas já vão sair.
Y: Valeu. Tamo esperando.
A mina foi embora, e ficamos esperando as batatas.
F: Ela acha que somos um casal, devia ter falado que infelizmente não, hahaha.
Y: Melhor ela pensar assim, pelo menos não vai ficar te olhando tanto, haha.
F: Ah, a senhora espanta as concorrentes, hahaha.
Y: Não é isso, é que não gosto disso pra você, meu bem.
Tomamos nossas cervejas, comemos as batatas que já tinham chegado. Como sempre, não foi só uma cerveja, foram quatro, o álcool já tinha batido.
Depois do Antares, atravessamos pra um bar pra tomar drinks, queríamos provar coisas diferentes. Tomamos quatro entre nós dois, dividindo pra garantir que não fossem ruins. Já era umas 2 da manhã e decidimos voltar pro apê.
Saímos andando, Yani agarrada no meu braço, e a gente ia rindo até chorar. Passamos um tempinho na praia e sentamos na areia, pra admirar a noite e o mar, nós dois adorávamos terminar a noite assim.
Estávamos deitados olhando o mar, em silêncio total, só se ouvia as ondas quebrando, e nada mais. Que paz.
Y: O que cê acha do que rolou ontem à noite?
Não esperava essa pergunta, me pegou desprevenido e não sabia o que dizer.
Y: Cê não precisa responder se não quiser, hein.
F: Acho que adoraria que tivesse terminado diferente. Não teria sido só uma transa pra mim.
Y: Ah, não? E o que seria? Se fosse a Fran? Me conta.
F: Cê me atrai, Yani. Pena que tem uma diferença grande de idade, que óbvio, cê nunca vai me levar a sério, e ainda tem a amizade com a minha mãe. Eu entendo, mas isso não faz cê deixar de me atrair.
Y: Tá me falando sério? Como é que cê vai gostar de uma coroa igual a mim, Fran? Posso te esquentar, não nego. Mas gostar é outra parada, vai bem mais fundo.
F: Cê me atrai. Posso te falar que prefiro a gente andar abraçado ou de braço dado como hoje à noite e depois ir dormir, sem fazer nada. Não é que eu tô falando isso por sexo, é o que eu sinto. Certo ou errado, é assim.
Y: Uau, que resposta forte. Olha, Fran, vou ser sincera: o que me segura é a amizade com sua mãe. A idade não acho que seja um problema.
Quando terminei de falar isso, me aproximei devagar do rosto dela, peguei ela com uma das mãos e cheguei bem pertinho da boca dela, e dei um beijo.
Rápido, ela enfiou a língua na minha boca e a gente começou a se pegar. Era uma troca, entre a língua dela e a minha, Yani subiu em cima de mim e a gente continuou se amassando, na praia, com o mar de fundo e a luz da lua.
F: Cê me atrai pra caralho, Yani, sério.
Y: Cala a boca e me beija, vai.
Obedeci as ordens, calei a boca e continuei devorando a boca dela, era uma apalpação constante, eu tinha levantado o vestido dela e tava com as mãos na bunda dela, ela tava pegando no meu peito. A gente se separou 5 segundos e conferiu se não tinha ninguém. Tava sozinho e no escuro, era difícil se ver. A gente continuou se pegando sem controle, Yani se levantou e apoiou os joelhos na areia, devagar começou a descer, enquanto colocou a mão no meu pau e começou a massagear, com muita habilidade, a outra mão dela desabotoou minha calça e abaixou a braguilha, eu levantei o quadril, ela puxou minha calça pra baixo.
Eu sabia o que ia rolar, queria aquilo, sentia um formigamento na cabeça do meu pau.
Ela ficou de quatro na areia e tava tocando meu pau por cima da cueca, que já tava molhada de líquido pré-seminal, e prestes a estourar de tão duro que meu pau tava. dava beijos por cima do tecido e, aos poucos, começou a puxar pra baixo, meu pau pulou e bateu no queixo dela, ela riu. Com a mão direita, pegou nele, começou a passar devagar e suave, era lindo. Beijou minha cabeça, o tronco, dando bitoquinhas, até que abriu a boca e foi chupando devagar. Sentir a saliva quente no pau, a volta com a língua, acho que com uns movimentos mais rápidos eu gozava.
Y: Você não sabe a vontade que eu tava de chupar esse pau. Você me deixou muito tesuda ontem à noite.
F: Shhh, chupa logo, vai, meu amor.
Peguei na cabeça dela e empurrei pra baixo, ela rapidamente abriu a boca e enfiou até o fundo. Começou um vai e vem pra cima e pra baixo, só com a boca. Depois levou a mão e, enquanto passava a língua no tronco, começou a me bater uma de novo. Continuou descendo e chupou minhas bolas, enfiou elas na boca e passou a língua. Voltou a subir, cuspiu na cabeça do pau e ficou me masturbando.
Y: Você gosta assim? Vai me dar o leite ou não, gostoso?
F: Adoro, continua assim que vou encher você de leite, Yani.
Continuou com a masturbação e enfiou de novo na boca. Não demorou muito, avisei que ia gozar e ela engoliu tudo, esperando o leite. Gozei uma quantidade enorme na boca dela, ela me mostrou e depois engoliu TUDO. Juro pra vocês que foi o melhor boquete que já recebi na vida. Por tudo: numa praia, de noite, com uma mulher gostosa e ainda do jeito que ela fez. Foi espetacular.
Ficamos uns minutos deitados na areia, ela com o vestido levantado na bunda, eu com o pau de fora, Yani subiu uns centímetros e se deitou no meu peito. Era a noite perfeita. Depois de um tempo, ajeitamos a roupa e fomos pro apartamento.
Y: Fran, vou tomar banho, porque fiquei cheia de areia haha.
F: Beleza, Yani, toma banho tranquila.
Y: Qualquer coisa que precisar, tô aqui, hein.
Ela foi tomar banho, mas foi no banheiro do quarto vazio. Eu fiquei na sala, com meu celular, zerando as redes sociais. Ouvi o chuveiro e não resisti à vontade, me Fui no banheiro. Abri a porta, meio desconfiado, não sabia qual seria a reação dela.
Y: O que você precisa, amor?
F: Preciso de você, posso entrar?
Y: Pode entrar, demorou mais do que eu pensei, cara.
A água escorria pelo corpo dela, tornando a cena ainda mais excitante.
Tirei a cueca e entrei no chuveiro, começamos a nos beijar com paixão, enquanto eu massageava o corpo todo dela. Ela não demorou pra pegar no meu pau e começar a fazer um movimento leve. Eu comecei a tocar a buceta dela, esfreguei o clitóris, e ela, com a mão livre, cravou as unhas no meu ombro. Aos poucos fui me aproximando do interior dela, estava molhada por causa da água, mas depois de alguns segundos quase enfiando meus dedos, pude sentir a umidade no sexo dela. Enfiei um dedo devagar, e depois o segundo, ela gemia e cravava as unhas. Com a outra mão, ela já tinha começado a me bater uma punheta de novo. Enquanto nos dávamos prazer um ao outro, nos devorávamos de boca, não conseguíamos nos separar. Depois de vários minutos assim, a Yani se separou, largou meu pau e pegou o sabonete, passou no meu corpo todo, começando pelo peito, abdômen, meu pau onde passou várias vezes, e continuou pelas pernas, se abaixando só um pouco. Depois me virou e passou pelas minhas costas, na minha bunda também. Por trás, ela pegou meus testículos e apoiou os peitos nas minhas costas, enquanto massageava minhas bolas e suspirava devagar e constante no meu pescoço e orelha. Y: Ahhh, que bolas lindas que você tem, meu amor, que grandes. Enche elas de porra pra mim, tá? F: Deus, Yanina, como você me excita, já tem porra suficiente pra você continuar engolindo. Y: Melhor assim, meu amor, vou espremer suas bolas. Ela continuou falando no meu ouvido. Eu não aguentava mais de tesão. Me virei e peguei o sabonete. Encostei ela na parede, do lado que não caía água, comecei passando o sabonete nos peitos dela, passava em cada um e entre eles, agarrava com as duas mãos, fiquei vários segundos assim. Continuei descendo, passando pela barriga, fui até a buceta. Esfreguei o sabonete na mão direita e passei na buceta, chegando a tocar a bunda dela. Continuei pelas pernas, me ajoelhando. Como ela estava virada, ensaboei a parte de trás das pernas dela, ela se encostou na parede, empinando a bunda pra fora, eu me joguei. Da cabeça até a bunda dela, abri com as duas mãos e comecei a beijar a virilha dela, depois passei a chupar, lambia o clitóris dela devagar e suave, aumentando a intensidade. E: Aaaiii sim, vai, guy, me come toda, usa a palavra: pussy, agarra bem forte minha bunda, vaiii. Eu continuava devagar, aumentando o desejo dela, aí enfiei minha língua dentro da buceta dela, dava pra sentir os fluidos, um gosto delicioso na minha boca. Deixei a pussy dela pra começar a chupar o buraco inteiro da bunda dela, abri bem as nádegas e me joguei de cabeça, enfiei minha língua dentro do buraco dela. E: Aiii meu deus, guy, você tá me matando. Continua assim, por favor. Mas enfia os dedos agora. Eu obedeci, enquanto chupava a bunda dela, enfiei dois dedos na buceta dela, virei eles por dentro e mexia como se estivesse chamando alguém. Ela gemia e gemia, e eu ficava mais excitado. Tirei e levantei ela pelos cabelos, nos colocou os dois debaixo da água, tirando o sabão que tinha sobrado nos nossos corpos, depois disso desliguei o chuveiro e saímos. Peguei a toalha e sequei rápido meu corpo e fiz o mesmo com o dela. E: Vamos sair daqui, preciso que você sinta meu corpo seco e como minha pussy fica toda molhada por você. F: Mmmm que gostosa, Yani, vamos que quero continuar chupando sua pussy e sua bunda, até você gozar na minha boca. Como pediu hoje de manhã. E: Gostou do show? Ouvi você chegar e te dediquei minha masturbação, guy. Você desperdiçou porra no chão também, pra você saber, podia ter ido na minha boca, nos peitos, na pussy, onde você mais gosta. F: Pensei que você não tinha me ouvido, olha que puta que você é, adorei. E: super puta, ainda não fizemos nem um quarto do que vem, se prepara pra esses dias, duvido que você aguente essa coroa fogosa. Na hora, ela se jogou pra me beijar, fomos pro quarto dela, meio molhados mas a maior parte do corpo seca. Ela sentou na cama e me puxou pela cintura até ela, enfiou a rola na boca, se segurando na minha bunda, me empurrou pra frente e Ela engoliu tudo inteiro, eu segurei a cabeça dela e mantive ali, ela também não soltava as mãos da minha bunda. Depois de alguns segundos, soltei e ela se afastou, com os olhos lacrimejando e deu uma ânsia. Mas voltou a pegar de novo e dessa vez aguentou mais. Soltou outra vez e se virou, ficando de bruços e empinou a bunda. E: Como eu amo seu pau, meu amorrrrr. F: Você me enlouquece, como você chupa, Yani, é demais. Y: Vai terminar o que começou no chuveiro? Vai, quero encher sua boca de gozo, cara. Abri as pernas dela, segurei pela cintura e empinei ainda mais a bunda dela. Aí, com uma mão, abri e comecei chupando a bunda, enfiava minha língua bem fundo e voltei a enfiar os dedos, imitando o mesmo movimento de hoje. Depois fui pra boceta dela, enquanto enfiava a língua lá dentro, esfregava o clitóris por baixo, e com a outra mão, comecei a massagear o cu dela. Continuei do mesmo jeito e, aos poucos, enfiava um dedo no cu dela. Y: Vai, meu amor, continua assim, enfia mais o dedinho na minha bunda, vai. Eu continuei assim, com mais intensidade, enfiei o dedo no cu e três dedos na boceta. Mudei minha língua pro clitóris dela. Y: Isso, amor, isso, continua, vai, ohhhh vai, vou gozar, vou gozar. Continuei cada vez mais intenso e pude sentir o calor que saía da boceta dela, encheu meus dedos de gozo e os gemidos dela eram gritos bem altos. F: Como eu amo sua boceta, putinha. Y: Ai, cara, enfia o pau logo, te peço por favor. Do jeito que ela estava, de bruços, com o quadril levantado, a bunda dela ficava empinada, me coloquei por cima dela e apontei pra boceta dela com meu pau. Devagar, fui me enfiando dentro dela. Podia sentir o calor da boceta dela, as paredes da boceta rolando no meu pau, o prazer era imenso. Pouco a pouco, fui enfiando, até ter tudo lá dentro, fiquei apoiado com as mãos na bunda dela e meu pau todo dentro. Deixei uma mão na bunda dela, segurando, e estiquei a outra pro cabelo dela, puxei e, enquanto segurava a bunda e puxava o cabelo, comia ela com fortes estocadas. F: Yani, por favor, que vontade de te comer que eu tava. Y: Ahhh meu amor, como eu gosto, continua me comendo assim, forte forte, vai. F: Ahhhh, sim, como você tá molhada, sua putinha. Y: Tô encharcada, vai vai, mais forte por favor Fran, como tá dura essa pica meu amor, mmm deus, que prazer. Continua assim por uns minutos, eu não aguentava mais, tava comendo ela com tudo e ela pedia mais e mais, tinha gozado na minha pica, e a buceta dela ficava mais molhada. Y: Vamos trocar, vai pra baixo, cara. Eu me joguei na cama, e ela subiu em cima, os peitos dela balançando na minha cara, enquanto ela pegou minha pica e enfiou, aproveitei pra dar uma boa chupada nos peitos. Ela enfiou a pica, tirou os peitos da minha cara e colocou as mãos no peito. Começou a me comer como nunca na minha curta vida. O movimento do quadril dela era único, ela tirava e enfiava a pica com muita facilidade, a cara de prazer dela era única. Literalmente, ela tava me comendo. Y: Que resistência, bebê, vai que eu quero que você encha minha buceta de porra. Para, isso você vai gostar mais. Ela continuou em cima de mim, mas se virou, me dando as costas. Eu aproveitei e pra deixar ela mais excitada, comecei a tocar o clitóris dela, a putinha gritava como uma louca.
Foram 5 minutos nessa posição, ela parou e eu comecei a foder ela, até que não aguentei mais. F: Vou encher você de porra, Yani.
Y: Ohhhh sim, vai fundo, vai fundo, quero a porra na buceta.
F: Não aguento mais, ahhhhhhhhh.
Y: Ai, cara, tanta porra e você continua gozando. Meu amor, que quentinha a porra.
Ela enfiou os dedos na buceta, tirou um pouco da minha porra e levou à boca.
Nós dois caímos exaustos, tinha sido a melhor foda da minha vida, com a mulher dos meus sonhos.
Yani me deu um selinho e se deitou no meu peito. E assim dormi naquela noite, como um bebê.
Continua, muitas coisas a mais no próximo capítulo. Tem várias surpresas.
Aproveito pra esclarecer que, por enquanto, não posso usar fotos da Yanina. Por questão de anonimato e privacidade. Quando der, imediatamente estarão aqui. Espero que entendam e obrigado.
As imagens são ilustrativas.
Comentários em Destaque
Espero la continuación de la saga, hace mucho que me como un pendejo de 18 añitos, espero hacerlo pronto
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