El secuestro fue sólo el comienzo

Como todos os contos são baseados nas minhas fantasias.
Eu voltava pra casa, como toda tarde, quando de repente um carro parou do meu lado, dois homens desceram, me pegaram pelos braços e me enfiaram dentro do veículo. Os dois homens, sentados cada um de um lado, seguravam meus braços com as mãos deles. Com a outra mão, começaram a levantar minha camiseta, meus peitos apareceram na frente dos dois, que, virando pro motorista do carro, disseram que ele tinha tido bom olho ao decidir pegar essa garota. O motorista perguntou:
— Tem uns mamilos espetaculares!

Enquanto isso, eu me esforçava pra me soltar, me amordaçaram e amarraram minhas mãos, mal conseguia fazer barulho. Já não sabia onde estava ou pra onde estavam indo. Sentia as mãos deles no meu fio dental, puxaram ele, enfiavam e tiravam os dedos com força na minha pussy. O carro parou na frente de uma casa isolada. Os dois homens me tiraram do carro e me arrastaram pra dentro. O motorista cuidou dos meus mamilos. Pegou eles entre os dedos, chupava, apertava e torcia, enquanto os outros continuavam me masturbando com os dedos. Me levaram pra uma cama, onde me deitaram amarrando cada um dos meus membros nas barras da cama. Tiraram a mordaça.

— Me soltem, não me estuprem! Não me machuquem! — implorei.

Me sentia impotente. Não conseguiria me defender, enquanto decidiam quem ia ser o primeiro a me estuprar, continuavam fazendo a mesma coisa comigo. Eu gemia, implorava e gritava em vão. O motorista ia ser o primeiro, que com os olhos acesos olhava pra minha pussy.

— Você vai ver como vou meter bem fundo. Se doer, cala a boca e aguenta.

Eu chorava em silêncio. Ele baixou as calças. Um cock enorme apareceu, eu tremi pensando que "aquilo" ia entrar na minha pussy. Minhas pernas estavam bem abertas, ele encostou a glande nos meus lábios vaginais e empurrou o cock de uma vez. Um grito de dor eu soltei quando ele me penetrou. Me comendo com força. Fiquei um tempão até sentir o sêmen dele invadindo minha buceta. Todo o peso dele se apoiava no meu corpo, enquanto eu percebia que o cilindro que eu tinha enfiado ia diminuindo. Finalmente ele se levantou e gritou pros colegas:
A puta é uma gostosa do caralho! Já podem comer ela, vocês.
Enquanto se vestia, entrou um. Que se preparava pra baixar as calças enquanto dizia:
— Que tal essa vagabunda? Gozou, a putinha?
— Não sei se gozou ou não. Mas foi bom descarregar a porra. Já não aguentava mais — respondeu ele.
Tentei fechar as pernas. Tinha esquecido das amarras nos tornozelos. Ele colocou as mãos nos meus peitos e, de uma só vez, enfiou o pau até o fundo na minha buceta já dolorida. Soltei um grito misturado de dor e surpresa. Tava empalada de novo, e por um pau tão enorme quanto o anterior. Era uma agonia que se prolongou por vários minutos. Ele me comia do mesmo jeito que o outro, até que senti ele se esvaziar dentro da minha buceta. Agora faltava o terceiro, que entrou no quarto fixando o olhar nos meus bicos duros que se destacavam nos peitos. Pegou eles com os dedos e começou a brincar. Apertando cada vez mais até eu soltar um gemido. Também com o pau escuro e enorme, me comeu com força até deixar a descarga dele na minha pussy. Agora minha pussy tava doendo pela porrada dos paus, e meus bicos, pelos apertões. Entraram os dois jovens que tinham me estuprado antes.
— Pra começar, tá bem boa — disse o que acabara de me estuprar.
Me soltaram da cama e me levaram pra um cavalete onde me amarraram, dobrada sobre a travessa superior. Meus membros presos nas pernas do cavalete. O sêmen começou a escorrer da minha buceta e deslizar pelas coxas. Um começou a me dar palmadas na minha bunda. Depois, separando minhas nádegas, lubrificou com vaselina a entrada do meu cu e apoiou o pau. Meu rabo era estreito, ele deve ter feito bastante força pra enfiar. Eu gritava desesperada. Depois de um tempo, ele gozou, e os outros seguiram. dois. O último pegou uma vara que já tinham preparado e começou a meter e tirar da minha pussy por um bom tempo, desmaiei, enquanto ele fazia isso os outros dois pegaram algo comprido que dava pequenos choques e usaram também ali. Ao terminar, foram embora e fecharam a porta com chave e do lado de fora apagaram as luzes. Na manhã seguinte, os três homens estavam no quarto fazendo comentários obscenos e sempre me tratando como slut. Antes do café da manhã, fui estuprada pelos três novamente pela pussy. Depois de me fazer limpar a cozinha e lavar os utensílios, me levaram para o quarto. Me amarraram na cama e colocaram um aparelho para manter minha boca aberta. O que tinha me estuprado primeiro pela pussy e pelo cu agora fazia pela boca.
Quero gozar na sua boca e que você engula o esperma. Não quero nem uma gota fora da sua boca, ele disse.
Tirou o cock e colocou na minha boca aberta. Não pude evitar que a glande dele tocasse o céu da boca. Ajudado pelos meus lábios e pelas próprias mãos dele, depois de alguns minutos descarregou o gozo, engolindo tudo. Seguiram os outros dois. Engoli as três gozadas, sentia minha boca pastosa, ainda tinha que ficar aberta por causa do aparelho que tinham colocado. Um disse:
Que tal darmos uns tapas na pussy e nos peitos dela? Deixá-la assim e não fazer nada seria uma pena.
Todos concordaram. Foi buscar um chicote.
Passavam o chicote de um para o outro e com força renovada me batiam nos dois lados e também de novo com o choque. Depois, um por um me penetrou na pussy de forma selvagem enquanto eu continuava amarrada na cama. Perto do meio-dia, se aproximaram e um começou a apertar meus peitos com as mãos, puxou meus mamilos, torceu eles. Depois começou a bater neles com o punho fechado. Eu estava indefesa, só podia reclamar e gemer. Me amarraram então de costas para uma coluna, com meus braços amarrados por trás dela. Os peitos Estavam roxas dos golpes que levei. Me foderam de novo pela buceta, cada um até descarregar as gozadas deles. Já chegando a noite, solta da coluna. Os três estavam bem quentes e pelados, viviam no tesão, me deitaram na cama e abriram minhas pernas, eu nem tinha força pra resistir. Depois que os três passaram pelos meus três buracos até gozar em cada um, devo ter dormido encolhida. Umas algemas ligavam meus pulsos e tornozelos e, como sempre, só com minha calcinha fio dental, que eles puxavam na hora do estupro. De manhã fui estuprada e depois açoitada na bunda. Mal passou do meio-dia e, depois de receber as picas e gozadas deles nos meus três buracos, suspenderam meus braços com as pernas abertas. Começaram a meter e tirar coisas diferentes na minha buceta, eu, entre gemidos, pedia pra pararem. Eu ainda não tinha me recuperado. Quando minha buceta estava em brasa, me abaixaram e mandaram eu me vestir com algo que mal cobria meus peitos e a raba. Tava começando a escurecer. Me levaram pro carro e se sentaram nos mesmos lugares da primeira vez. Vendaram meus olhos e o carro arrancou. Pouco depois de andar, as mãos dos dois jovens que me vigiavam começaram a percorrer todo o meu corpo, até as partes mais íntimas. Eu, com medo, deixava fazer. Assim andaram por um tempo que não consegui precisar. De repente, o carro parou. Um disse:
"Agora você vai descer do carro e ir até o posto de gasolina, que ficava no meio do nada, mal passavam caminhoneiros que usavam aquele posto, e entra no banheiro dos homens, se tranca num cubículo, senta e finge que tá dormindo, e não abre os olhos por um bom tempo."

Fui até lá, entrei e fiz o que mandaram. Tinha que ficar ali a noite toda, cada homem que entrava não acreditava no que via, não teve um que não me comesse até gozar dentro de mim, às vezes mais de um ao mesmo tempo, eu tinha ordem de não abrir os olhos, acho que até os que trabalham lá me estupraram. Antes de amanhecer já estava sozinha e abri os olhos, doía tudo, fui até o carro e entrei. Me vendaram os olhos de novo e voltamos pra casa onde me jogaram na cama e dormi. No meio do dia me acordam e tinha alguém que queria me conhecer e me levaram com ele assim como estava vestida e com os olhos vendados e dessa vez me amarraram. Ao chegar descemos e quando estava dentro tiraram a venda mas eu ainda estava com as mãos amarradas. Apareceu o cara, um velho dono de um puteiro que me observou, apalpou meus peitos e minha bunda, enfiou os dedos na minha buceta. Quero que um dos meus rapazes experimente ela. Ele é quem testa as putas disse o homem. Entrou, me pegou pelo pulso e me levou pra um quarto onde me jogou de barriga pra cima na cama, eu ainda estava sem forças. Enquanto um comentava lá embaixo pro homem: Já tinha adiantado senhor é uma puta inexperiente mas que serve. Acho que vai ter bons clientes. Faz só uma semana que a gente estuprou ela e um grupo grande ontem à noite. O cara que ia me estuprar parecia um segurança e o pau dele era bestial. Ficou um bom tempo me comendo forte por todos os meus buracos até gozar em cada um. Quando terminou doía tudo, não só tinha me comido com o pau dele mas quando foi na minha buceta ainda enfiou um consolo gigante me fazendo uma dupla penetração e ainda mais dor. Nós temos dois tipos de putas. As putas comuns, que deixam comer por dinheiro e as putas submissas, que além de deixar comer, deixam os clientes ocasionais baterem nelas. Acho que ela pode entrar na segunda categoria disse o encarregado. Subiram os três pro quarto, o velho amarrou meus pulsos num gancho fixo numa viga do teto. Fiquei com os braços esticados acima da cabeça, igual quando fizeram na casa onde me mantinham sequestrada. Pegou uma vara bem flexível de vime e começou a me bater na bunda, nos peitos e na buceta. buceta, eu gemia de dor. O velho começou a se excitar, os outros viam tudo. O velho puxou uma rola tão bestial quanto a do cara que tinha acabado de me estuprar, enfiou de uma vez e me comeu com força por um tempo, terminou enchendo minha buceta.
Só serve como puta submissa. Alguns homens que depois de comer querem castigá-las, disse o velho.
O velho pegou meus mamilos e torceu enquanto apertava com força. Eu já não tinha forças nem pra gritar.
Não dou mais de dois mil dólares. Ah, e vou comê-la quando eu quiser, até vou usar ela como empregada, disse.
Aceitaram e os três saíram do lugar. De segunda a sexta eu ficava lá, e nos outros dois dias com eles (iam me estuprar de novo e fazer coisas como as do posto de gasolina). Tinha que ficar à disposição de todos que quisessem comer e castigar, inclusive do velho e dos seus caras. Quando voltei no primeiro sábado, depois de ficar até as seis da manhã, estava morta de cansaço e toda dolorida. Em cinco dias de trabalho, fui comida por 50 homens, vários dos quais depois do sexo me açoitaram, enfiaram coisas na minha buceta, mijaram em mim, e ainda por cima o velho e seus manos. Deitei pra descansar, e mesmo dormindo fui estuprada pelos três que me sequestraram, de tão exausta nem acordava. Dormi um dia inteiro, mas acordei cansada, cheia de porra, nem sei quantas vezes me comeram enquanto eu dormia. Naquele domingo, me levaram vendada e de mãos amarradas pra um prédio abandonado onde vários mendigos se juntam e me ofereceram pra eles, que aceitaram de bom grado. E assim toda semana a mesma coisa: de segunda a sexta trabalhava no puteiro, sábado dormia na casa enquanto eles abusavam de mim, e no domingo me levavam, sempre de noite, pra lugares diferentes pra me entregar e outros me estuprar também. O primeiro ano no puteiro foi um terror. Os clientes e o velho tinham me castigado no corpo todo e me comido selvagemente. Eu tinha marcas de chicote, Queimaduras, cordas e correntes por toda parte. Pela minha buceta já penetraram os objetos mais incríveis e de tamanhos monstruosos, recebi dupla e até tripla vaginal, até mijadas na boca e na buceta, fiz trios hmh, gangbang. Depois descobri que o primeiro ano era assim, porque era tipo uma iniciação e um teste ao mesmo tempo. O velho aceitou que eu trabalhasse mais um ano, mas se eu morasse com ele, pra trabalhar cinco dias por semana e os outros dois, em vez de ir com eles, seria só dele e dos seus rapazes. Eles aceitaram e foram embora, mas não sem antes me foder por todos os lados.
Vamos tratar essa puta como ela merece — disse o velho ao se despedir deles.
Me colocaram umas algemas e uma venda nos olhos e me levaram pra um quarto esperar os clientes que logo chegariam.

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