Minha Recepcionista Gostosa

Trabalhávamos juntos já fazia um tempo, e eu tentava fazer ela me dar bola. Eu, solteirão, e ela tinha namorado, um cara que vinha buscá-la todo dia na hora da saída. Me chamo Alex, tenho 33 anos, e o motivo da minha excitação constante era a Daniela. Uma gatinha de apenas 26 anos, pele clara, cabelo cacheado castanho claro, uns olhos cor de café clarinho que combinavam com um rostinho lindo, sobrancelhas longas e bem feitas, sempre maquiada e com o uniforme de recepcionista bem justinho no corpo, que ficava um arraso, marcando cada curva de um corpo digno de concurso de beleza. Os peitos dela, grandes e sempre empinados, aparecendo num decote que só de olhar já me imaginava enfiando meu pau no meio deles. Uma bunda bem desenhada e firme, como eu adorava ver ela passando, fazendo aquele barulhinho com os sapatos e rebolando aquela buceta gostosa. Quando ela percebia que eu tava olhando, só sorria e balançava a cabeça de um lado pro outro. "Tá com vontade, né?", dizia rindo, sinal de que a gente já tinha intimidade. "Anda, quando é que você vai me dar uma chance? Pelo menos uma vez... Não me deixa na vontade que eu tô de você...!!!" Ela só ria e respondia: "Um dia desses, não perde as esperanças, hahaha, você é demais..." Assim foram vários dias, até que num deles a gente acabou no mesmo turno da tarde-noite. Ela tava no telefone, dava pra ouvir que tava discutindo, provavelmente com o namorado. Até que desligou toda puta da vida. Perguntei se tava tudo bem, e ela me contou que sim, que era só o namorado, muito ciumento, e que tava puto porque ela tinha pegado uma semana saindo de noite e eles não iam se ver... Ela disse: "Ainda bem que peguei pra trabalhar com você, que somos amigos. Outra hora pego com uns colegas que são tudo calado e sério. Ah, e é só eu levantar pra fazer alguma coisa que já tão me olhando de cima a baixo..." Hahaha, eu também falei: "Bom, mas o seu caso não é diferente, assim, na intimidade, até gosto que você me olhe. Às vezes passo só pra você me ver e eu ver a cara que você faz. Jajaja" "Assim...? Você gosta de me torturar, jajaja" "Jajaja sim, se torturar significa isso, jajaja então sim, um pouco"... Me diz uma coisa, você gostou de verdade...? Ou é só um joguinho de me ver e falar aquilo de me dar uma chance...? "Não é jogo não... a verdade é que eu gosto muito de você, mas óbvio que não vou falar mais disso pra você não ficar brava comigo ou algo assim" "Me diz uma coisa, você gosta da minha bunda, né...? Jajaja você babaca quando eu levanto, jajaja" "Jajaja sim, pra caralho" eu respondi. Ela me olhou fixamente com um sorriso safado e me disse algo que nunca tinha passado pela minha cabeça... "Quer tocar nela...? Uuummm, considera isso um prêmio por ser sincero e por TOOOODAS aquelas vezes que você insistiu pra eu te dar uma chance de me comer pelo menos uma vez, além de que tô curiosa pra ver o que você vai fazer na minha bunda que você diz que tanto gosta, mas isso sim, nada de sair contando, ouviu?" Meus olhos se arregalaram e ela riu da minha cara. "Jajaja a cara que você fez, jajaja devia ter se visto, jajaja" Eu respondi... "Viu que você gosta de me torturar, jajaja? Olha, até fiquei nervoso, já tinha me iludido" Ela me olhou de novo, dessa vez parecendo pensativa... Me espera... Ela se levantou, rebolando a bunda de um lado pro outro, virou pra me olhar e eu, como sempre, vidrado na bunda dela... Ela levantou uma sobrancelha e deu um sorrisinho... Entrou no escritório que a gente tinha pra gente, uns metros atrás da recepção onde a gente tava. Me mandou uma mensagem falando pra eu ir atrás dela. Quando entrei, ela tava sentada na mesa que a gente tem e mandou eu sentar na cadeira. Quando sentei, ela se levantou da mesa e ficou na minha frente, de costas pra mim. A bunda dela ficou bem na minha cara, bem na minha frente... "Vai, não era isso que você queria?" ela disse. Eu coloquei minhas mãos na bunda dela, apertando as nádegas, massageando de um lado pro outro, enfiava a cara no meio da racha do cu dela, mordia os lados da bunda dela por cima da calça, ela com as mãos na cintura, quieta, só Ela mexia a bunda de vez em quando pra levantar de um lado ou de outro... Me disse: "Levanta". Colocou as mãos na mesa e parou aquele rabo gostoso só pra mim... Entendi o recado e coloquei as mãos na cintura dela, encaixando minha pica no meio das nádegas. Ela começou a se mexer de um lado pro outro, como se quisesse sentir mais meu pau. Puxei ela pra perto e começamos a nos mover juntos, a bunda dela quicando na minha pica. Num momento, ela se ergueu um pouco, e eu coloquei uma mão na barriga dela e a outra, me atrevi a colocar bem na rachadura da frente, fazendo pressão com os dedos no meio. Ela virou pra me olhar com uma cara de tesão. Aí tirei a mão, e ela pegou e colocou de volta no mesmo lugar. Dessa vez, enfiei a mão dentro da calça dela, cheguei até a buceta e fiquei massageando aquilo que já tava encharcado, tudo enquanto a bunda dela continuava quicando na minha pica. Num momento, a mão esquerda dela começou a procurar meu pau. Quando sentiu, apertou com força, tentando massagear... Num movimento brusco, ela se endireitou, tirou minha mão da buceta dela — que, aliás, tava bem raspada. Me olhou e na hora desceu pro meu pau. Me empurrou pra eu sentar na cadeira e puxou minha pica rápido. Bateu uma punheta pra mim umas duas vezes, me olhando nos olhos e sorrindo. A gente tava nessa quando tocou a campainha, alguém chamando na recepção. Ela virou a cabeça pra porta, mas voltou a olhar pro meu pau de novo, me dando uns boquetes. Joguei a cabeça pra trás — o prazer era tão indescritível. Ela era boa de chupar pica, sugava na ponta e fazia mágica com a língua. Se ajoelhou de lado e me mandou ir ver... Levantei rápido, arrumei a calça e fui atender a pessoa que tava lá fora, o mais rápido que pude pra voltar pra trás com a Daniela. Mas quando a pessoa foi embora, ela chegou e sentou do meu lado... Só falou: "Nada disso pra ninguém, ouviu?" Eu disse que sim e perguntei se podia repetir. Ela me disse que não sabia, que eu deixasse ela pensar... Passou uma semana, já estávamos no turno da manhã, tudo continuava igual, nos dávamos super bem, aliás, era o melhor amigo que ela tinha no trabalho. Um dia no almoço, ela me contou que tava puta com o namorado e que tinha decidido dar um tempo... "Então você vai me dar uma chance...?" Sem perder tempo, eu falei. "Não sei, a gente conversa sobre isso mais tarde, espera, você tá falando daquela semana passada, né...?" Eu disse que sim e ela falou que na saída, à tarde, a gente conversava sobre isso... Na saída, eu tava esperando ela no meu carro, ela entrou e disse pra irmos conversar em outro lugar... Mais adiante, ela me disse que se eu queria fazer o que a gente fez uns dias atrás, que já tinha pensado e que sim, mas onde...? Eu me mandei pro motel mais perto. Já dentro do quarto, peguei ela por trás e comecei a beijar o pescoço dela... Ela andou até os móveis do quarto, me fazendo sinal pra sentar... Começou o jogo de novo, apertando aquela bunda tão gostosa presa na calça, eu mordia, beijava e massageava sem parar até que, louco de tesão, abaixei a calça dela um pouco e beijei um lado da buceta dela. "Espera", ela disse, se virando e pegando na minha pica, apertando igual da outra vez. Ela foi pro banheiro tirando a roupa aos poucos, demorou uns minutos, saiu enrolada numa toalha e me disse pra ir tomar um banho. Fui. Quando saí do banheiro, ela tava parada na minha frente me esperando, quando me viu, deixou a toalha cair, pude ver toda aquela figura com que eu tinha fantasiado tantas vezes... Os peitos grandes e brancos, os mamilos rosados, aquela bunda com seu balanço hipnotizante... E o olhar dela totalmente fixo na minha pica. Ela disse: "Nada de penetração, essa é a regra, entendeu...? Todo o resto que você quiser, sim...!!!" Eu disse que sim, que tava de boa. Na hora, peguei ela pela mão e levei pro cavalo do amor, sentei me recostando de costas, ela entendeu que eu queria que ela se Sentou em cima de mim. Assim ela fez, pegou meu pau e colocou no meio da buceta dela, era uma glória ver meu pau no meio daquela xota que já estava molhada... "Nada de meter, lembra?" Só concordei com a cabeça e ela sentou de uma vez em cima de mim. Não podia acreditar ainda, tinha ela, ela, a Daniela completamente pelada e montada em mim, tipo, não tava metendo, mas quantos não teriam desejado pelo menos ter ela assim. Ela começou a se mexer, meu pau totalmente abraçado pelos lábios da buceta dela. Num ponto, ela começou a se mover forte, dava pra ver que tava gozando, fazia uns barulhinhos com a boca que me excitavam ainda mais, enquanto eu lambia os peitos dela devagar... Num ponto, falei pra ela levantar e virar de costas. Depois de montada de costas em cima de mim, ela disse... "O que você vai fazer...?" Não falei nada, meti minhas mãos nela e comecei a massagear o clitóris dela com uma mão e com a outra tocando o resto do corpo. Ela começou a fazer sons de excitação e prazer... Huuuuuuuu, sim, assim mais maaais, maaais, papai, assim, assim, huuuuuuuu....!!!! Não consigo descrever o prazer de sentir a bunda dela no meu pau, se balançando de um lado pro outro, aquela raba que tanto prendia meu olhar, com a qual mais de uma vez eu tinha fantasiado, estava totalmente pra mim... Num surto de gemidos e espasmos, ela soltou um orgasmo, eu não parava de mexer meus dedos no clitóris dela e ela arqueava mais as costas. Num ponto do clímax, ela deu um squirt, molhando a parte da frente do Potro e me encharcando todo. Ela ficou completamente relaxada em cima de mim, eu só ficava beijando as costas dela e a nuca. "Huuuuuuuu, papai, que gostoso você me fez gozar, fazia muito, muito tempo que eu não gozava assim" Sério? respondi... Ela levantou e montou de novo de frente pra mim e começamos a nos beijar. Minhas mãos agarradas na bunda dela, acariciando. Eu ainda sem gozar, com a pica dura no talo e ainda mais com aqueles beijos que ela me dava, tão cheios de luxúria e desejo. Num momento Ela se afastou um pouco, pegou minha pica e começou a me masturbar devagar. Ela olhava pra minha pica e depois nos meus olhos, sorrindo de um jeito que eu amava. Eu tava completa e totalmente louco pra comer ela ali mesmo, mas tinha que aguentar a regra que ela tinha imposto. Ela sorria porque sabia que tava me fazendo sofrer sem deixar eu gozar de jeito nenhum. Até que da boca dela saíram umas palavras que foram a glória pra mim... "Tem camisinha...???" Falei que não, mas que podia pedir na recepção... Ela me olhou fixamente, sorrindo, e colocou os olhos na minha pica de novo, se levantando e procurando algo na bolsa. "Não quero camisinha, quero sentir toda essa pica dura que você tem" Ela falou isso enquanto pegava na minha pica de novo, de pé na minha frente, e me masturbava um pouco, devagar. Olha... ela disse...!!! Tirando um vidrinho de óleo da bolsa. Ela falou que queria me sentir sem nada, completo, mas que não era um bom dia pra fazer sem camisinha e que não queria ter que comprar pílula do dia seguinte. Destampou o vidro e colocou um pouco na ponta da minha pica. Eu tava tipo, não acreditando, basicamente ela tava me dizendo que ia dar o cu pra mim. Me deu o vidro e foi pra cama, se ajoelhando de quatro na beirada, virou pra me olhar e fez aquele gesto de levantar a sobrancelha que me deixava louco. Eu queria guardar aquela imagem na mente pra sempre, ela, minha Daniela, toda empinada, mostrando aquele cuzão gostoso e aquelas nádegas só pra mim. Vai, vem, me come gostoso...!!! Ela conseguiu falar. Antes de qualquer coisa, me abaixei e comecei a lamber o cu dela, passava a língua de cima pra baixo no meio das nádegas dela. Ela só conseguia gemer... "huuuuu sim sim uummmmm" Quando ouvi ela gemendo, comecei a massagear o clitóris dela de novo, até que por conta própria ela começou a se mexer pra trás e pra frente mais rápido. Terminando e gozando de novo, se jogando na cama... Descansou um pouco, quando se endireitou, falou... "Uuuufff Já são duas vezes que você me faz gozar, agora é minha vez. Vem, meu hotel, vai, enfia em mim." Ela se inclinou pra frente pra liberar as mãos, abriu as próprias nádegas e me mostrou toda aquela buceta me convidando pra entrar... Sem pensar duas vezes, encostei a ponta e comecei a enfiar devagar, até a cabeça da minha pica entrar... "Huuuuuu, isso, assim." Quando já tava quase com a metade da minha rola dentro, ela se endireitou e, com uma sentada forte pra trás, enfiou tudo sozinha... "Uuuummmmmm, isso, me dá tudo agora.Minha Recepcionista GostosaEla começou a se tocar sozinha, se movendo pra frente e pra trás, até que eu peguei ela pela cintura e comecei a meter com força, com toda a minha energia.. "Huuu sim, assim, me dá mais, mais forte" "Mais forte, maaaais" "Me dá seu leite, me dá, me dá, é meu, me dá tudo huuuuuu" "Ummmmmm quero seu leite, sim, assimpeitosEu dei com toda a força que tinha até que falei: "Quer meu gozo...?analContinuei metendo forte, tava louco, hipnotizado vendo aquela bunda quicando na minha pica. "Isso, me dá, me dá seu gozo, eu quero" Ela tava completamente louca de tesão, cada vez que eu metia, ela jogava a bunda pra trás pra minha pica entrar com mais força. Até que enchi o cu dela todo com meu gozo, sentia minha pica pulsar cada vez que o sêmen saía dentro do cu dela. Num momento, no final da minha gozada, senti ela apertar minha pica, senti a glória... Ela ficou deitada de quatro, com o cu aberto, escorrendo meu gozo. No final, deitamos de novo no cavalete, nos beijamos mais um pouco e depois fomos embora. Poucos dias depois disso, ela voltou com o namorado. Mas recentemente ela disse que queria repetir aquele nosso encontro...

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