Férias com a Amiga da Mamãe 2

Fala, galera. Recomendo começar pelo capítulo 1 pra entender a história. Tô seguindo com as férias com a amiga da minha mãe. Espero que vocês gostem.

**Férias com a Amiga da Minha Mãe 2**

Passaram-se dois dias, tudo correu normal. Só olhares meus pros peitos e pra bunda dela, umas punhetas escondidas sem ser pego — ou pelo menos acho que não. Aproveitava o banho ou a desculpa de ir ao banheiro; a real é que ficar perto dela me deixava mais excitado do que o normal.

Chegou quinta-feira à noite. Depois de um dia longo de praia e passeio na calçadão, a Yanina me chamou pra sair: jantar fora e depois tomar um drink, pra variar um pouco do que a gente vinha fazendo. Aceitei na hora.

Chegamos no apartamento e decidimos tirar um cochilo pra recuperar as energias. Eu capotei por umas duas horas.

Quando acordei, tava tudo escuro, só a luz do banheiro acesa e o som do chuveiro correndo. Levantei, fui ver se conseguia enxergar alguma coisa, e o que vi me deixou de queixo caído. A porta do banheiro tava entreaberta, e no espelho eu vi a melhor imagem da minha vida. A Yanina tava sentada na borda da banheira, toda ensaboada, se masturbando. Porra, que peitos! Dava vontade de entrar e meter a pica na boca dela até ela engolir todo o leite. Mas não, fiquei parado na porta, tentando olhar bem disfarçado e em silêncio.Férias com a Amiga da Mamãe 2Ela estava com os olhos fechados, antes de abri-los, me afastei da porta e deixei ela seguir na dela, embora aquela imagem já tivesse feito efeito na minha entreperna. Voltei a me deitar e esperar ela sair, pra ser minha vez de tomar banho e aliviar. Saiu do chuveiro, eu fingi que tava dormindo, 5 minutos depois ela me acordou pra eu ir tomar banho e me preparar pra sair pra jantar. Nós dois nos trocamos, eu botei uma bermuda cinza, justa, e uma camisa rosa de manga comprida, era algo que eu usava pra festas, mas essa ocasião merecia. E quando vi a Yani, ela tava com um vestido preto, solto embaixo, mas apertado nos peitos, sem sutiã porque ele já funcionava como tal. Mas os peitões enormes dela se destacavam. Cabelo liso e um pouco de maquiagem, tava um espetáculo. Y: Nossa, não sabia que ia ter um companheiro desse nível hoje. F: O mesmo digo, Yani, como você tá linda. Y: Shh, me deixa com vergonha, é uma roupa normal, nada demais. F: Sério, fica muito bonito em você, que mulher, hein. Ela só corou e fomos embora. Fomos jantar no Manolo, provavelmente vocês conhecem, comemos muito bem e depois fomos pro Antares, tomar uma cerveja e começar a noite. A verdade é que eu sou meio fraco, 2 ou 3 canecos e já tava alegre. Nós dois já estávamos no quinto caneco. E eu não aguentava mais, mas não podia amolecer. Y: Acho que não vou beber mais, senão você vai ter que me levar pra cama, haha. F: Eu levo com gosto, contanto que você queira, o que me diz? – Falei de forma safada e brincando com o duplo sentido. O álcool tava fazendo efeito. Y: Hahaha, não se faz de esperto, moleque, que eu tô falando sério, já tô me sentindo tonta. F: Eu também tô falando sério, embora você não tenha respondido minha pergunta. Y: Sim, quero que você me leve pra cama.. me deixe lá dormir e vá pra sua caminha, bebê, olho vivo. F: Hahaha, sei não se você não vai ter que me levar pra minha, olha que eu sou fraco. A conversa tinha esfriado, também não podia passar do limite e ficar mal. As ilusões Era tudo na minha cabeça, eu tinha que saber me controlar, mesmo ela estando pedindo pra ser declarada ali mesmo, levada pro banheiro e comida. Terminamos nossa noite de cervejas e levantamos pra ir pro apê, os dois meio cambaleando. No meio do caminho, a Yanina tropeçou e se segurou em mim, então decidimos seguir assim. Abraçados. A umas dez quadras do prédio. A gente ria de qualquer besteira, quem quer que tivesse visto ia pensar que éramos um casal. Mas infelizmente não, haha. Fizemos uma parada na praia, sentamos pra observar a noite e o mar. Noite linda.

Y: Me conta, gatinho, como é sua vida amorosa?
F: Pô, que pergunta. Se for uma troca sincera, respondo, ok?
Y: Aceito, neném.
F: É meio complicada, principalmente pra minha idade. A mina com quem eu tava, a gente ficou um ano e uns meses. Mas teve muita ida e volta da minha parte, por querer fazer umas paradas e ela sempre esteve lá. Quando percebi que era o que eu queria, já era tarde, e ela foi embora com outro cara. E acho que fiquei apaixonado, mas mereci. Me conta a sua.
Y: Bom resumo, acho que você foi meio duro consigo mesmo. Mas gosto que você consegue assumir a culpa na sua idade. Fica tranquilo que você tem a vida toda pra se apaixonar, gatinho. Minha vida amorosa não é muito interessante, acostumada a ficar sozinha. Só uma vez tive um relacionamento sério, vários anos depois da faculdade, saí machucada e desde então nunca mais. Sempre algum passageiro, mas nunca nada fixo.
F: Não pensa em se apaixonar de novo? Qualquer coisa é só me chamar, hahaha.
Y: Hahaha, vou considerar, hein. Tem que ver se você dá conta do recado...
F: Vou guardar minha resposta pra mim, com medo de ter que dormir na rua, senhora, hahaha.
Y: Olha só o cara, vai dormir fora por me chamar de senhora.
F: Desculpas, senhorita. Vamos?
Ofereci meu braço pra seguir rumo ao apartamento. Ela se segurou no meu braço e partimos. Será que eu tava começando a me apaixonar? Só tava com tesão ou tava gostando dela? Essas perguntas rodavam na minha cabeça. Chegamos no apê lá pelas 3 da manhã. Ela se despediu com um beijo na minha bochecha e foi embora, eu olhando pra bunda dela, até que ela se virou, bem na porta do quarto dela.
E: Se prepara pra amanhã, que vamos pegar praia, shopping e depois uma noite pior que a de hoje, hein haha. E para de olhar pra minha bunda que seus olhos vão saltar, meu bem.
Falou isso e fechou a porta, eu só confirmei as palavras dela com a cabeça e não sabia onde me enfiar de vergonha. Era mais forte que eu ficar olhando pra ela. Não me restou outra opção a não ser ir dormir.
Ao acordar, me troquei e fui comprar algo pro café da manhã. Fui rápido, achei uma padaria a poucas quadras, então minha volta foi rápida; quando saí, Yanina ainda tava dormindo.
Tava subindo e recebi uma mensagem dela, perguntando se eu já tava voltando. Não respondi porque tava no elevador. Entrei devagar e acho que ela não me ouviu; me espiei no quarto dela e Yanina tava se trocando, com a calcinha no meio do caminho. Sorrateiro, olhei pela porta, sem ela me ver.vadiaRecuei uns passos, abri a porta da entrada sem fazer barulho e bati forte, pra minha chegada ser notada.
Y: Oi Fran, tô me trocando, já saio. Cadê você?
F: Oi Yani, fui comprar coisa pro café da manhã.
Y: Ah, beleza, valeu, love, já vou.

Café da manhã tomado, e eu já tava com a pica dura. Fomos pra praia, mais um sofrimento, mas nada demais. Depois fomos no shopping, a Yani fez várias compras: uma maiô nova, roupa, e acho que umas lingeries. Voltamos pro apê, dormimos, depois tomamos banho e já tava tudo pronto pra mais uma noite.

A Yani tava com uma calça preta de cintura alta, que marcava bem a bunda dela, em cima uma camisa bem fininha, azul claro, o botão dos peitos quase estourando, dava pra ver o começo daqueles peitões. Ela tava linda de novo. Eu repeti o look, só que usei uma camisa branca e uma bermuda azul.

O jantar foi tranquilo, muita gente olhava pra minha acompanhante, mas nada fora do normal. Jantamos com vinho, parecia que essa noite ia ser foda pros dois.

Depois fomos num bar, perto do lugar onde jantamos. Começamos a beber drinks, eu um vodka com energético e a Yani pediu um Martini. Foram quatro de cada, pra nós dois. Eu já tava bem alegre e ela também.

Y: Vamos pro apê? Dá pra continuar bebendo algo lá.
F: Boa, bora, gostei da ideia, assim se a gente se acabar, tá perto do banheiro e da cama hahaha
Y: Exatamente por isso que falei, tem que aproveitar a noite de sexta.

Partimos pro apê, chegamos e começamos a beber Rum com Coca, foram dois copos quando ela disse:
Y: Topa jogar um pôquer ou algum jogo?
F: Pôquer normal? Claro que topo.
Y: Não, bebê, se for jogar, tem que ser a sério. Por dinheiro não, porque não quero te tomar as economias — ela falou de um jeito provocante.
F: Vamos jogar por roupa, que eu quero é tirar a sua hahaha — completei com uma risada, pra não ser tão bruto.
Y: E vai nessa, guy, com essas coisas, você é quem vai ficar sem roupa, vermelho de vergonha. Vamos jogar então, pivete. Ela foi pegar as cartas, estávamos sentados cada um numa poltrona individual, que ficava nas pontas de uma mesinha de centro de vidro; na frente dela, tinha um sofá grande. Combinamos que cada um teria as mesmas peças de roupa. Os dois tínhamos 5, eu contando minhas meias, hein. Comecei a partida. As primeiras 2 mãos foram dela, minhas meias e jaqueta tinham ido embora. As próximas 2 mãos, foi uma pra cada. Eu estava sem camiseta, e ela só tinha tirado a jaqueta de linho. A seguinte era crucial. E tive a sorte de ganhar com uma sequência, ela escolheu tirar a blusa, ficando de sutiã, eu não conseguia parar de olhar pros peitos dela. E: "O que foi? Queria ver eles sem nada, mas não vai rolar, Fran, haha." — disse ela apertando os peitos. F: "A gente vai ver, você é que tá feliz olhando pros meus abdominais." E: "Verdade, você não é nada mal, hein. Uns anos a mais e eu teria te deixado pelado, hahaha." F: "Poxa, que pena que faltam anos. Você teria me encantado." E: "Hahaha, fala sério, joga e para de falar besteira, cara." Joguei bem orgulhoso do meu trio de 8, mas ela tirou uma sequência real. Zombeteira, ficou rindo. Virei meu copo, terminei meu quinto rum e tirei minha calça. Ficando de cueca e com o pau bem marcado, ela não perdeu detalhe disso. Tava a uma mão de ver ela de calcinha e a um jogo de perder a chance de ver, mas ela ver meu pau. Na mão seguinte, ela só tinha um par de 4, que eu esmaguei com uma sequência. F: "Vai, senhora, vai tirar a calça ou não?" E: "Não, sabe o quê? Por provocador, vou tirar o sutiã, assim você vê como se joga, cara." Ela tirou o sutiã, e eu pude ver os peitões dela. Meu pau não aguentava mais, queria rasgar a cueca. E: "Tô vendo que seu amiguinho tá feliz, hahaha." F: "Dá as cartas, por favor, não me desconcentra, hahaha." Ela deu as cartas, mostrando bem os peitos. Antes, preparou mais um drinque pra cada um. A mão foi minha, tava a uma só de ver a buceta dela. Ela, numa dança... erótico e morrendo de rir, ela foi tirando a calça, descendo pelas costas, deixando os peitos balançando e me olhava, enquanto ria. Depois se virou e mostrou suas costas lindas e a raba, abaixando a calça. Ficou só com uma tanga preta de renda, enfiada no cu. Terminou o show, e que espetáculo, meu deus. Mais uma mão, alguém ia ter que ficar pelado.
E: Tá nervoso? Olha que não vai ser a primeira rola que vou ver, hein.
F: Nada, e você? Olha que não são os primeiros peitos que vejo — Por dentro pensava, tão lindos os primeiros.
E: Jajaja, aposto que nunca viu uns tão grandes, sabe as picas que essas duas já mataram? Jajaja, vamos jogar melhor.
A última mão foi tudo que não podia dar. Um par pra mim e ela um full, eu perdi.
E: Siiim, vai, cara, mostra a rola que quero meu prêmio.
F: Jajaja, te odeio.
Levantei e abaixei minha cueca, minha rola pulou feito mola, venosa e inchada, tava enorme.
E: Nossa, você cresceu mesmo, Fran. Outro dia vi ela, mas não parecia tão grande.
F: Gostou? Jajaja, olha à vontade, pode tocar se quiser, como prêmio, hein jajaja.
E: Para, moleque, não esquece quem sou jajaja, embora a oferta seja tentadora, mas não. Vamos dançar um pouco.
Ela colocou música e, do jeito que tava, me puxou pra dançar, os dois bêbados. Minha rola batia em cima da buceta dela enquanto dançávamos, ficamos colados. E eu me joguei, galera. Fui dar um beijo nela, foi um selinho besta e ela me deu outro. Eu devolvi e começamos a pegar fogo, sentei no sofá grande e ela montou em mim, enquanto nos beijávamos.
Eu, sem perder tempo, peguei os peitos dela e apertava com cuidado, eram macios e grandes, lindos. Depois, levei um peito à boca e chupei como se fosse a última coisa da minha vida.
E: Ai, Fran, para, para, não podemos.
F: Por que não? Tamos sozinhos, de férias, vamos jogar, Yani.
E: Não, chega, vamos parar por aqui, antes que não tenha volta.
Ela se levantou, antes me deu Outro beijo. E: Até amanhã, deixa tudo assim, amanhã a gente arruma. E fica tranquilo, foi coisa dos dois, você não fez nada de errado, mas não dá. Ela ia saindo, aí eu levantei, segurei ela e comi a boca dela de novo, a gente se encostou na parede e voltou a se pegar sem parar. Continua no próximo capítulo, espero que vocês gostem. Aceito qualquer crítica construtiva. Obrigado a todos. As imagens são ilustrativas.

26 comentários - Férias com a Amiga da Mamãe 2

uuuuuufffffff ahora si se esta poniendo muuy interesante!!!jajaj lastima no tener un foto real de yaniii...
bryan5e +1
Buen relato. Espero la siguiente parte
Buen relato paaa,la idea de que se parezca a angela white me vuela la cabeza,espero proximas partes
Para cuando la continuación? Y subi fotos de Yani, aunque sea sacale alguna cuando esta distraida
Como crítica constructiva... no podés cortarlo ahí el episodio. Por lo demás, muy bueno!
Como crítica constructiva... no podés cortarlo ahí el episodio. Por lo demás, muy bueno!
xxxhola +1
muy buen relato. proxima parte y foto de yani jajaj
No podes corta ahi. Por favor segui contando. Exelente relato
Está buenísimo ojalá saques la continuación pronto, asi de largos estan bien y capaz que un poco mas igual, esta bueno que cuentes mas sobre el entorno, la ropa, la musica, las miradas, el ambiente en si.
Dani_al +1
Muy bueno loco para cuando la parte 3
kramalo +1
muy bueno...!! pero, ésa noche, el dolor de huevos...no te los quitó nadie...ja!