Minha prima Lúcia era uma garota de vinte anos. Tava estudando na universidade e naquele ano meus tios não podiam pagar um apê pra ela ficar na cidade, então pediram pra minha mãe se ela podia ficar na nossa casa naquele período. Claro que ela recebeu de braços abertos.
Minha mãe e eu moramos sozinhos há mais de dez anos, desde que meu pai decidiu vazar e nos largar pra viver com outra mulher. Eu já tinha feito dezoito anos, meu nome é Eduardo, não sou especialmente bonito nem tenho um corpo dos sonhos e, pra ser sincero, sou introvertido e tenho só um amigo com quem saio raramente.
Minha mãe se chama Maria, tem cinquenta e dois anos e a coisa mais linda nela são uns olhos verdes maravilhosos. Desde que se separou, nunca vi ela sair ou ter um rolo com nenhum homem. Quase todo o tempo dela é dedicado a cuidar de mim, acho que até demais, e talvez seja por isso que sou tão solitário.
Tenho que admitir que ser solitário e nunca ter transado com nenhuma garota não me faz menos homem, mas tenho umas necessidades muito reprimidas que alivio com punheta. E tenho que confessar que minha maior fonte de inspiração é minha mãe, nossa proximidade faz com que de vez em quando eu pegue umas calcinhas sujas e cheire a parte mais íntima dela, sei que é uma perversão, mas dado meu nível de contato, por enquanto serve pra aliviar a pressão sexual.
Nem preciso dizer como me senti no dia que Lúcia chegou em casa. Ela parecia que não era da nossa família. Minha mãe e eu éramos normais fisicamente, nem bonitos nem feios… Mas Lúcia apareceu com aquele cabelo loiro comprido e solto, com aqueles olhos azuis, com aqueles lábios rosados e sensuais, os peitos durinhos apertando a camiseta, o quadril bem marcado por aquela calça jeans… Fiquei chocado e mal conseguia falar perto dela. Assim que ela cumprimentou, fiquei parado no meio da sala vendo minha prima e minha mãe marchavam para o quarto que tinham preparado pra ela dormir e estudar ali.
Desde aquele momento, meu objeto de desejo passou a ser ela, Lucía. Tentava encontrar alguma calcinha da minha prima que ela tivesse tirado fazia pouco, mas nunca conseguia. De noite, imaginava ela se apaixonando por mim, transando comigo. Enfim, aquela garota maravilhosa era um sonho pra um cara como eu. As semanas passavam e eu curtia a companhia dela quando voltava da faculdade, na hora do jantar e de vez em quando quando a via com aqueles pijamas tão gostosos que ela usava e que a deixavam tão excitante pra minha imaginação.
– Tita. – disse Lucía numa noite de quinta-feira de outubro – Esse sábado tem uma festa na minha faculdade, vou sair umas nove e meia e, se não te incomodar, volto tarde.
– Não, claro, filha! – respondeu minha mãe – Mas toma muito cuidado.
– Claro, tita! – ela olhou pra mim – Eduardo, quer vir comigo?
– Sim, filho! – minha mãe pulou rápido – Vai com sua prima, você nunca sai...
– Bom... não sei...
– Sim, claro que sim! – disse Lucía colocando um dedo nos meus lábios.
Tenho que admitir que naquele sábado eu tava muito nervoso, era minha primeira festa e ainda por cima com universitários, eu que ainda tava no colégio. Fomos pro campus da faculdade e eu sentia como todos os caras que a gente cruzava olhavam pra minha prima, minha Lucía. Eu tremia sem saber bem o que ia encontrar. Chegamos e rapidinho ela começou a cumprimentar quase todo mundo que a gente encontrava na festa. No fim, chegamos num grupo de quatro garotas e ela me apresentou. Eram as colegas de classe dela, cada uma mais gostosa que a outra. Eu me sentia meio deslocado, não era daquela faculdade e ainda por cima a beleza de todas elas me deixava inibido. Pouco depois, começaram a chegar os colegas de Lucía e logo a gente já era umas dez pessoas num grupinho, conversando e balançando levemente o corpo no ritmo da música.
- Toma, moleque! – um amigo da minha prima me trouxe uma cerveja.
Eu nunca bebia, mas pra não fazer feio, tomei. Lucia falava e ria com os amigos enquanto eu sentia meu mundo girando cada vez mais rápido.
- Sem cerveja! – disse outro que viu meu copo vazio – Lá vai outra!
Comecei a tomar a segunda cerveja e meus olhos não conseguiam focar em nada direito. Muito menos no sorriso lindo que minha prima tinha na boca. Aqueles lábios carnudos e gostosos se mexiam e eu me sentia como num sonho. Todo mundo começou a falar mais alto, eu quase não entendia nada, mas vi os olhos de Lucia me olharem, a mão dela agarrou meu braço e me levou pra um lugar onde montaram uma espécie de pista de dança.
Sempre pensei que minha prima ia me largar lá e me deixar me virar, mas ela não me soltou e dançou comigo enquanto eu era a inveja de todos os caras do lugar. As luzes e o álcool me faziam estar num sonho. Mais ainda quando, no ritmo da música, Lucia virou de costas e levou meus braços pra cintura dela, colando o corpo dela no meu. Quis morrer ao sentir a voluptuosidade do corpo dela, o perfume, o corpo que se mexia e excitava o meu a ponto de eu sentir uma ereção com o roçar da bunda dela. Quase explodi quando a música parou e em menos de um segundo começou uma música lenta.
Ela se virou e me olhou nos olhos, os braços dela me rodearam pelo pescoço e minhas mãos se agarraram na cintura dela. Começamos a dançar no ritmo lento da música e ela apoiou a cabeça no meu peito. Minha ereção crescia cada vez mais, não que eu quisesse transar com ela, mas meu corpo novato reagia instintivamente ao corpo dela. Quando a música acabou, saímos daquela pista de dança. Eu a seguia como um cachorrinho, mais por não conhecer ninguém direito, mas também por me sentir atraído por ela.
Nos juntamos com alguns amigos dela, e por magia do álcool que ainda corria no meu corpo, Comecei a conversar com uma das amigas dela. Tava hipnotizado pelos olhos dela! Falava com ela e não conseguia parar de admirar.
— Eduardo. — minha prima me chamou — Dá pra ir pegar umas cervejas?
— Claro!
Caminhei por aquele lugar até achar o balcão onde serviam as bebidas. Peguei uns tickets e voltei pra onde tinha deixado minha prima. Não sei quanto tempo passou desde que saí, mas quando me aproximei, vi minha prima parecendo discutir acaloradamente com um cara. Cada vez mais perto, quando quase cheguei, percebi que aquele sujeito levantava a mão ameaçando ela.
Ainda não sei se foi o álcool, meus reflexos ou a paixão que sentia pela minha prima, mas eu tava a menos de dois metros deles e joguei uma das cervejas nele. Minha prima se afastou quando viu o líquido respingar. O cara não esperava por aquilo e, quando me olhou, já veio pra cima pra me agredir. Tava esperando e joguei a outra cerveja na cara dele. Na confusão que o segundo impacto causou, mandei minha perna direita e acertei o peito dele. O álcool, a adrenalina ou o nervosismo fizeram aquele cara mais alto que eu voar uns dois metros e cair de costas no chão. Na hora, chegaram uns amigos e levaram ele embora. Sentia meu corpo todo vibrando com a quantidade de adrenalina correndo no sangue. Minhas pernas tremiam e não parei de olhar como os amigos daquele cara o carregavam enquanto eu mantinha uma postura desafiadora. Olhei pra minha prima, que tava com umas amigas, me encarando de boca aberta.
— Tá bem? — perguntei me aproximando dela. Ela me abraçou.
— Bravo, guarda-costas da Lucía! — gritou uma das amigas da minha prima enquanto todos me ovacionavam e me davam mais cerveja.
Aquilo foi o mais marcante da minha primeira festa e nem preciso dizer que, quando cheguei em casa, parecia que tava num barco navegando num mar agitado pelo vento.
— Não conta nada, tia! — disse Lucía pra minha mãe. Quando me viu chegar agarrado no braço da minha prima.
- Pô, logo na primeira festa e já vem desse jeito!
- Me ajuda a deitar ele e depois te conto o que aconteceu… – disse a Lúcia e eu senti me tirarem a roupa e me deixarem na cama, rodando um pouco por causa do efeito do álcool.
De manhã, meu corpo tava estranho, era a primeira vez que eu bebia tanto a ponto de ele reclamar daquela substância. Virei de barriga pra cima e vi que só tava de cueca. Meu pau tava duro da manhã e eu ajeitei ele dentro da cueca. A porta do quarto abriu.
- Acorda, dorminhoco! – ela disse ao entrar – Já são meio-dia!
Olhei pra ela e vi o sorrisão que minha mãe tava dando. Sem dúvida, tava se divertindo vendo como o filho dela tinha voltado na primeira noite de farra.
- Valeu por proteger sua prima! – ela me deu um beijo na testa.
Levantei, peguei a calça do pijama, vesti e acompanhei minha mãe até a sala. Minha prima me agarrou quando me viu, me agradecendo pelo que eu tinha feito. Sentei no sofá e elas sentaram cada uma de um lado. Reparei nelas.
Minha mãe ainda tava de camisola e a Lúcia tava com a camiseta que ela usava pra dormir. Deviam ter levantado fazia pouco tempo.
- Então meu filhão foi um homenzinho e te defendeu! – disse minha mãe.
- E como me defendeu! Aquele cara saiu voando com o chute que ele deu! – ela me deu um beijo na bochecha.
Durante o dia, cada um fez suas coisas, mas eu não conseguia parar de me sentir atraído pela minha prima. Ela passou o dia todo só com aquela camiseta, embora a maior parte do tempo ficasse no quarto dela. Minha mãe trocou de roupa, mas vestiu uma que eu nunca tinha visto nela. Era uma espécie de blusa com um decote bem generoso, que deixava ver o canal sensual que os peitos dela formavam. Já as cadeiras dela ficavam bem marcadas por uma Calça bem curta que marcava até a buceta dela e a bunda redonda. Eu tava bem excitado com aquelas duas mulheres andando pela casa com aquelas roupas, e mais de uma vez meu pau ficou duro enquanto minha mente me levava pra lugares proibidos da luxúria.
Lá pelas nove da noite a gente jantou e, depois de tomar banho, cada um foi pro seu quarto. Me deitei e pensei na minha prima gostosa. Consegui impressionar ela com minha atitude na festa, e embora ela tivesse me mostrado carinho por causa daquilo, não sabia se ela queria algo mais comigo. No fim das contas, ela tinha vinte anos e podia arrumar um cara melhor que eu, principalmente no quesito físico.
- Eduardo! Eduardo! – ouvi a voz da minha prima começando a abrir a porta – Posso entrar?!
- Pode! – respondi, e meu coração começou a disparar. Acendi a luz do criado-mudo.
- Queria te agradecer pelo que você fez ontem por mim. – ela sentou na beirada da cama, do meu lado – Graças a você, não tive mais problema com aquele idiota.
- Imagina! – falei – Vou te ajudar sempre que precisar! – acariciei a mão dela e sorri.
Ela se inclinou sobre mim e me beijou na bochecha, com um sussurro suave falou “Valeu!” e se afastou um pouco, o suficiente pra nossas bocas ficarem bem perto. Não pensei duas vezes, meu coração tava batendo rápido demais pra pensar, e beijei os lábios dela de leve, um beijo curto que carregava muita excitação e atração por ela. A gente se olhou nos olhos e eu não sabia o que fazer. Foi ela quem me deu outro beijo suave, e outro, e outro, até ficarmos grudados pelas bocas.
Minhas mãos agarraram a cintura dela e acariciei o corpo dela enquanto a língua dela procurava a minha dentro da minha boca. Ela se levantou e tirou a roupa que me cobria. Eu tava de cueca e minha ereção era óbvia, porque a cabeça do meu pau aparecia na borda do tecido. Ela se deitou do meu lado e minhas mãos acariciavam o corpo dela. A boca dela procurou a minha e a gente se beijou de novo. Passamos muitos minutos nos beijando. nos acariciando, sem dizer nada.
Então ela abriu as pernas e montou em mim. Não paramos de nos beijar enquanto o corpo dela se agitava sobre o meu. Não podia acreditar, aquela deusa linda me amava, me dava o maior dos meus desejos com beijos gostosos e carícias delicadas. A boca dela descia pelo meu peito, me dando beijos pelo corpo que vibrava a cada toque dela. Chegou na minha cueca e a mão dela acariciou meu pau duro por cima daquele tecido fino. Achei que ia gozar na hora, mas segurei.
- Você nunca fez isso?! – ela perguntou, e eu respondi que não com a cabeça.
Ela não disse mais nada. De joelhos na cama, tirou a camiseta que vestia. Achei que ia morrer ao ver aqueles peitos redondos e durinhos. As auréolas escuras e pequenas guardavam uns mamões enormes e eretos. Meu pau se agitava, louco para soltar meu leite. Aquela calcinha escura e minúscula se perdia entre as pernas dela, e eu queria me jogar na minha prima, mas a excitação me deixou paralisado. As mãos dela tiraram a única peça que escondia meu pau, e meu pau duro e grosso apareceu diante dos olhos dela. Depois, ela se levantou da cama e se virou, pegou a calcinha e, dobrando o corpo na cintura, a baixou para me mostrar a visão da bunda redonda e firme dela. Ela se endireitou de novo e se virou devagar enquanto as mãos escondiam a ppk.
- Cê acha bonito?! – ela começou a afastar as mãos.
As pernas dela estavam meio cruzadas, e eu mal conseguia ver o começo da buceta. Não tinha um pelo, e então ela subiu de novo na cama. Não tirei o olho do corpo dela, vendo como entre as pernas apareciam os lábios da ppk. Ela abriu as pernas e se posicionou em cima de mim, na altura do meu pau.
- Vou começar te masturbando devagar! – ela disse com uma voz sensual.
Uma das mãos dela separou os lábios da buceta e me mostrou o interior rosado da ppk. Ela desceu o corpo até eu sentir o calor da buceta dela no meu pau.
- Ufa, Que pauzão que você tem!" – ela disse, enquanto balançava levemente os quadris pra deslizar a buceta no meu pau.
Eu via meu pau sumir entre os lábios da buceta dela, pra aparecer de novo. Ela se esfregava em mim e eu já queria gozar. Ela sabia que eu não ia aguentar muito, era a primeira vez que eu transava com uma mulher e tava na cara que meu leite ia sair logo. E foi o que aconteceu. Minha cabeça sumiu da minha vista, entre os lábios da buceta, e eu não consegui falar nada. Meu corpo travou e o esperma jorrou. Ela sentiu o leite quente na buceta dela, se mexeu e soltou minha cabeça pra eu dar um jato enorme que foi parar na minha barriga. Ela se movia devagar enquanto meu pau não parava de soltar mais e mais porra. Ela parou e ficou sentada em cima de mim, olhando pra minha cabeça com um sorrisão, sentindo na buceta dela as contrações que eu dava de tanto prazer que tinha sentido.
– Gostou?! – ela disse, se inclinando pra mim e beijando meus lábios de leve.
Eu não conseguia falar, tava no céu com aquele anjo que era minha prima. Eu mexi os quadris e senti um pouco mais de prazer.
– Já quer mais?! – ela disse, se levantando de cima de mim.
Ela se deitou do meu lado e a mão dela agarrou meu pau, que ainda tava meio duro. Ela batia uma devagar e meu corpo reagia. Quando a mão dela puxou a pele e minha cabeça apareceu, a boca dela foi direto nela. O calor da boca dela envolveu meu pau e as chupadas faziam ele ficar cada vez mais duro. Eu via os peitos dela balançando enquanto ela me chupava, e num instante eu queria gozar de novo, não dava pra resistir.
Ela parecia saber disso e soltou meu pau, sentou colocando a bunda entre minhas pernas e me dando uma visão maravilhosa da buceta dela enquanto a mão dela batia uma sem tirar os olhos do meu pau.
– Vamos, primo, bate uma junto comigo!
Eu obedeci. Peguei meu pau e enquanto cada um batia uma, a gente não parava de olhar pro sexo do outro. Os gemidos dela foram ficando cada vez mais altos, parecia que ela ia gozar. correr de um momento para o outro. Aí ouvi um barulho no corredor.
- Minha mãe! – falei baixinho.
- Não para! – ela disse, sem se importar – Continua, bate uma, vou gozar!
Esqueci de tudo quando vi como os quadris de Lucía se mexiam e da buceta dela começava a jorrar fluidos que ela espirrava no meu pau. Minha mão se mexeu mais rápido e me sentei até apontar meu pau pra buceta dela. Os dois se agitavam feito loucos quando minha cabeça começou a jorrar porra até bater na buceta dela. Os dedos dela esfregavam e misturavam nossos líquidos na fenda da buceta enquanto os dois curtíamos aquele sexo. Caímos exaustos na cama. Por uns minutos recuperamos o fôlego e as forças. Depois ela levantou e vestiu a camiseta. Pegou a calcinha e veio até mim. Me deu um beijo na boca.
- Toma, pra você lembrar dessa noite! – me beijou de novo e sumiu pela porta.
Levantei e fechei a porta. Olhei a cama molhada com os fluidos que minha prima tinha jorrado e meu esperma. Minhas pernas ainda tremiam de prazer. Tirei os lençóis e troquei. Voltei pra cama e dormi agarrado na calcinha de Lucía, cheirando ela.
- Vamos, seu porco! – ouvi a voz da minha mãe me acordando – Você tem que ir pra aula!
Meu coração disparou quando percebi que ainda tinha a calcinha da minha prima na mão, escondi debaixo do travesseiro, mas acho que já era tarde, minha mãe tinha visto. Ela saiu pela porta com um “Até logo!”, já que eu era o último a sair de casa. O dia inteiro passei como se estivesse nas nuvens. Ficava pensando no que tinha acontecido na noite anterior e morria de vontade de ver minha prima de novo. Quando terminei as aulas, ao sair pela porta, ouvi alguém me chamando.
- Eduardo, Eduardo, aqui! – lá estava minha prima me chamando.
Corri até ela e fomos no carro dela pra casa. Entramos e minha mãe não estava. Abracei ela, desesperado pra sentir o amor dela. Ela me Parou.
— Eduardo, o que aconteceu ontem à noite foi maravilhoso, me senti muito excitada fazendo aquilo… — eu temi o pior, temi as palavras que viriam a seguir — Vamos devagar!
— O que você disser, Lucía…
Me senti perdido. Se ela tinha ido me procurar no meu quarto, é porque sentia algo mais por mim do que simples carinho de prima. Ela tinha se masturbado e até me chupado. Talvez pra ela fosse só sexo, mas pra mim era mais que isso… Eu estava confuso. Fui pro meu quarto.
Meia hora depois, minha mãe chegou e já tínhamos preparado tudo pro almoço. Desde as palavras da minha prima, me senti distante dela e nem olhava na cara dela. Quando minha mãe chegou, ela foi pro quarto e trocou de roupa. De novo, vestiu aquelas roupas que a deixavam tão excitante no dia anterior, principalmente mostrando os peitos. Depois do almoço, Lucía voltou pra faculdade, enquanto eu e minha mãe ficamos em casa. Eu tentava estudar no meu quarto e minha mãe cuidava das coisas pela casa.
— Você gosta da sua prima? — ouvi a voz da minha mãe atrás de mim.
— Sim… — respondi.
— Ela é uma garota bonita, mas talvez ela não queira o que você está imaginando…
— Parece que não… — respondi, aflito.
— Vamos, vem! — minha mãe pegou minha mão e me levou pra sala, colocou música e me abraçou — Sua prima me disse que você dança muito bem!
Ela virou de costas e colou o corpo no meu. Minhas mãos seguraram a cintura dela e, enquanto a música tocava, a gente se mexia no ritmo e a bunda dela roçava de leve em mim. Não podia ser! Minha mãe tava me dando uma ereção e ela tinha que perceber, dava pra ver até no short do meu pijama.
— Tá mais animado agora?! — ela disse, ofegante pelos movimentos que tinha feito.
— Sim, mãe. Não sabia que você se mexia tão bem dançando.
— É que você nunca me pediu pra dançar. — ela riu e desligou a música — Agora vai estudar e não se preocupa com sua prima! Por algumas horas fiquei estudando. Pensar na minha prima foi ficando em segundo plano toda vez que lembrava do roçar da bunda redonda da minha mãe quando dançava comigo. Porra, sentir desejo pela minha prima já era uma coisa, pela minha mãe era algo muito mais pervertido! Aí entendi que meus verdadeiros sentimentos pela minha prima não passavam da reação do meu corpo ao corpo lindo e sensual dela. Igual acontecia com a minha mãe. Achei que qualquer mulher que chegasse perto de mim me daria a mesma reação. Me senti aliviado com esse pensamento. E quando minha prima voltou, me senti ainda mais aliviado na presença dela, quase nem precisava olhar pra ela.
E os dias foram passando. E as semanas. Até que chegou o Natal. Achei que minha prima fosse pra casa dela, mas não foi. Ficou lá com a gente e preparamos tudo pra ceia de Natal. Minha mãe e eu sempre passávamos sozinhos os dois, lá em casa. Aquela noite seria diferente porque a Lúcia estaria com a gente. O mais estranho foi que minha prima não quis ir pra nenhuma das festas que as amigas da escola tinham convidado ela. Não foi com a família dela, nem com as amigas.
Quando chegou a véspera de Natal, nós três estávamos em casa. Tudo estava ótimo, a gente conversava, ria e curtia a ceia que elas tinham preparado. Eu tentei fazer um molho que vi na internet e tive que jogar fora, então fui banido de cozinhar de novo. Quando terminamos de jantar, umas doze da noite, tiramos tudo da mesa e deixamos só alguns licores e outras bebidas.
- Vamos, querido! – minha mãe falou – Toma esse shot que sua prima disse que você fica muito engraçado quando bebe!
- Não, mãe! – falei, mas queria tomar logo pra ter coragem de fazer alguma coisa com a minha prima.
- Vamos, primo! – a Lúcia disse – Mostra pra sua mãe como você é de verdade!
Não pensei duas vezes, peguei o copinho e engoli tudo de uma vez. Não sabia o que era. É, não me importava, mas entrou no meu corpo queimando por dentro.
- Pronto! – gritei, levantando os braços em sinal de vitória.
- Outro, outro, outro! – minha prima cantarolava me incentivando. Minha mãe colocou outro.
- E outro! – gritei quando tomei – Já tô começando a perder a visão!
Minha mãe e minha prima riam enquanto bebiam um copo devagar, sem pressa pra sentir o álcool. Levantei e coloquei música. Não sabia o que tava tocando, mas me mexia no ritmo, assumindo o papel de animador da festa. E sem saber por quê, me senti um stripper, comecei a desabotoar a camisa e tirá-la devagar enquanto elas me incentivavam, divertidas com a situação, batendo palmas. Tirei a camisa e olhei pra minha prima, que esperava que eu jogasse pra ela. Joguei pra minha mãe e prendi ela pela nuca com a camisa. Me aproximei dela e balancei a cintura na direção da minha mãe. Puxei a camisa até a cabeça dela ficar perto do meu corpo. Ela me deu um beijo na minha barriga nua. Dava pra ouvir as risadas da Lúcia.
Soltei minha mãe e me virei pra minha prima. O álcool tava correndo rápido demais no meu corpo e tudo começava a dar uma leve rodada, não tava muito bêbado, mas minhas faculdades físicas já tavam falhando. Passei a camisa pelas costas da Lúcia e puxei ela. As mãos dela foram rápido pro meu short e desabotoaram. Ia começar a abaixar, mas eu parei. Fui até minha mãe e levantei ela pra sentar perto da minha prima. Via as duas divertidas e, sinceramente, eu tava começando a ficar cada vez mais excitado com aquilo, tanto que meu pau tava duro e ereto por baixo da roupa.
Me afastei um pouco delas e tirei os sapatos, jogando eles com cuidado pela sala. Depois coloquei as mãos na nuca e me aproximei dando pulinhos e balançando a cintura na direção delas. Olhei pra elas e pareciam curtir aquele show ridículo. Peguei uma mão de cada mulher e levei até a borda do short, cada uma de um lado. Coloquei Minhas mãos na nuca e cada uma puxou a peça até ela ficar nos meus tornozelos. As duas abriram a boca surpresas ao descobrir a rola grossa e dura que marcava na minha cueca. Tirei a calça e caminhei até o sofá. Sentei e, desafiador, falei: "Supera isso!"
Eu estava sentado de cueca no meio do sofá. Me senti ridículo me vendo ali, numa noite como aquela, fazendo um show tão vulgar pra minha mãe e minha prima. Mas a euforia divertida do álcool me fez esquecer disso. Olhei pras duas mulheres que cochichavam na mesa. "Tá bom, fechou!" ouvi e as duas se levantaram. Foram pros quartos e voltaram alguns minutos depois com outras roupas.
Caminharam até ficar na minha frente, a uns dois metros. Colocaram as mãos na cintura, como se dissessem "Agora você vai ver!" Até aquele momento eu não tinha reparado no tesão que elas estavam vestidas. Não eram vestidos de noite pra ir numa festa, mas aquelas roupas marcavam perfeitamente os corpos delas e minha mente começava a ficar confusa.
- Gosta de universitárias?! – minha prima disse e apoiou as mãos na mesa, virando de costas pra mim e empinando a bunda bem pra fora, a saia subiu até ficar no começo da redondeza das nádegas. Ela me olhou sensual.
- Que tal uma coroa gostosa?! – as duas estavam vestidas iguais e ela também se virou e se colocou na mesma posição que minha prima. Dava pra ver parte da bunda dela e minha rola começou a aparecer pela cueca.
Lucia colocou uma mão na bunda da minha mãe e começou a levantar a saia xadrez que a cobria. Porra, aquelas duas sabiam bem o que me excitava! Coloquei minha mão na minha rola, por cima do pano, e mexi. Minha mãe ficou imóvel enquanto minha prima se aproximou dela. Levantou a saia toda e deixou a bunda dela no ar. Dobrou os joelhos e passou a língua numa das nádegas. Minha mãe se virou e começou a desabotoar a camisa. Um botão… dois… três… Separou O tecido e seus lindos peitões enormes apareceram na minha frente. Lúcia levantou a saia de novo e a calcinha preta marcava a buceta dela, ela passou a língua na coxa da minha mãe como se fosse lamber a buceta dela.
Porra, aquilo tava me deixando louco e meu pau ia explodir. Minha mãe tava uma gostosa sensual pra caralho. Minha mãe agarrou minha prima pelos rabinhos de cavalo que ela tinha feito e levantou ela. Aproximou a boca da dela e as línguas quase se tocaram. Enquanto Lúcia me olhava e passava a língua nos lábios, minha mãe começou a desabotoar a camisa dela até tirar os peitões lindos da minha prima. Não insinuou nada, a língua dela lambeu um dos mamilos e Lúcia jogou a cabeça pra trás com um gemidinho. Minha mãe continuava passando a língua no mamilo duro da minha prima e a mão dela começou a subir pela coxa da novinha.
Aquela mão se perdeu debaixo do tecido da saia e se mexia tocando a buceta dela. Minha prima gemia enquanto sentia a tia lambendo e masturbando ela. Minha excitação se misturou com a confusão que a situação me causou. Nunca imaginei minha mãe como sapatão, mas ela tava masturbando minha prima. Levantei do sofá e me ajoelhei na frente da minha prima, estendi a mão pra levantar a saia dela e ver claramente o que minha mãe tava fazendo.
- Sem tocar! – minha prima segurou minha mão.
Ela pegou a saia e levantou. A mão da minha mãe se mexia por cima da calcinha da minha prima e marcava os lábios da buceta dela no tecido fino. Levantei e me aproximei delas, queria saborear o mamilo livre da minha prima. De novo a mão dela me parou. Eu olhava elas excitado, fora de mim de tanto prazer.
Minha mãe parou de lamber o mamilo e me olhou. Não acreditava no que via nos olhos dela. Minha mãe tava com tesão. Ela se aproximou de mim e ofereceu a boca dela. O primeiro contato com os lábios da minha mãe me embriagou mais que a dose de álcool que eu tinha tomado. Tava como num sonho, podia sentir o toque dos lábios dela que se moviam pedindo mais e, pouco depois, a língua dela. entrou na minha boca pra procurar a minha.
Movi minha mão e busquei os quadris da minha mãe. Acariciei ela e desci pela saia dela pra me enfiar por baixo. Senti na nossa boca a boca da Lúcia. A gente se separou um pouco e agora nossas três línguas se agitavam e se acariciavam. Meus dedos tocaram o tecido fino da calcinha da minha mãe e pude sentir os lábios vaginais inchados da buceta dela.
Abandonei as bocas delas enquanto elas continuaram se beijando. Me ajoelhei e levantei a saia da minha prima. Lá estava a mão da minha mãe, agitando a buceta dela, masturbando ela. Afastei a mão e levei minha boca pra beijar a buceta dela por cima da calcinha. A mão da minha mãe se pôs na minha cabeça e me acariciava suavemente. Afastei a calcinha pro lado e a buceta da minha prima brilhava com os fluidos que já tinha soltado. Nunca tinha feito aquilo, mas aproximei minha boca e, sem jeito, lambi a racha da buceta dela. Na hora, minha boca se encheu dos fluidos da minha prima.
A mão da minha mãe agarrou meus cabelos e me obrigou a me separar da minha prima. Me forçou a virar a cabeça até que a buceta dela estivesse na frente da minha boca. Eu sabia o que ela queria. Com uma mão, afastei a calcinha e enfiei minha boca entre os pelos pra procurar a racha da buceta dela. Nunca tinha comido uma buceta, muito menos duas, mas a primeira coisa que encontrei da minha mãe foi o clitóris dela. Era enorme e se destacava dos grandes lábios vaginais dela. Lambi e beijei, e comecei a ouvir os gemidos que ela dava enquanto o filho comia a buceta dela.
— Isso, isso! — era a única coisa que ela dizia entre gemidos de prazer.
Lúcia chupava os peitos dela enquanto eu lambia a buceta dela. As pernas da minha mãe tremiam de prazer, ela estava prestes a ter um orgasmo. A mão dela afastou minha cabeça da buceta e me fez levantar.
— Vamos pra minha cama! — disse minha mãe, e nos soltou pra que a seguíssemos. Beijei minha prima e fomos pro quarto dela.
Entramos no quarto e minha mãe se jogou no meio da cama, tirou a calcinha e nos ofereceu uma vista da buceta peluda dela.
— Façam Coisas pra eu me masturbar! – ordenou pra mim e pra minha prima.
– Não! – disse a Lúcia e subiu na cama de quatro – Vem! – falou pra mim e eu obedeci.
A Lúcia se colocou entre as pernas da minha mãe e abriu os lábios da buceta dela. O rosa por dentro da vagina apareceu na nossa frente, molhado e brilhante, o clitóris dela saltava, duro e enorme. Os lábios da minha prima beijaram aquele clitóris sensível e os quadris da minha mãe se mexeram. A Lúcia se afastou e me mandou fazer o mesmo. Beijei o clitóris dela e chupei igual minha prima tinha feito com meu pau naquela noite que me chupou. Minha mãe parecia ter enlouquecido. Os quadris dela se agitavam e no meu queixo eu sentia a buceta quente se esfregando em mim. A Lúcia enfiou os dedos na buceta da minha mãe e começou a meter dois dedos. Minha mãe gemia e se contorcia.
– Dá teu pau pra sua mãe! – falou minha prima e eu larguei aquele lugar tão quente.
Tirei a cueca e, de joelhos, me aproximei do rosto da minha mãe. Os olhos fechados e a boca aberta mostravam o prazer que a Lúcia tava dando ao chupar a boceta dela. Peguei meu pau com uma mão e bati de leve na cara transtornada de prazer da minha mãe. Ela me olhou e a mão dela agarrou meu pau duro pra levar até a boca. A língua dela brincava com minha glande coberta pela pele. Soltou ela e a boca engoliu tudo. Os quadris da minha mãe se mexiam enquanto eu via meu pau sumir dentro da boca dela. Os peitos dela balançavam com os movimentos do corpo e comecei a apalpar eles. Não demorou muito pra ela ter um primeiro orgasmo e quando minha prima levantou a cabeça da boceta da minha mãe, a boca dela brilhava com a quantidade de gozo que tinha jorrado.
Minha mãe se levantou e me obrigou a deitar no meio da cama, com meu pau todo duro e louco pra enfiar naquelas bucetas molhadas. Levantou a Lúcia e tirou a calcinha e a camisa dela. Ela também tirou a camisa. As duas ficaram só com aquelas meias que cobriam até acima dos joelhos e por aquelas saias. Beijou minha prima na boca, saboreando os próprios fluidos, e a obrigou a colocar a buceta sobre minha boca.
Porra, como tava gostosa a buceta da minha prima! Eu lambia e brincava com o clitóris dela enquanto ela gemia e me jogava fluidos pra eu comer. Lúcia mexia os quadris e esfregava a buceta na minha boca. Senti o calor da boca da minha mãe no meu pau. Ela engolia ele inteiro e brincava com a minha glande, dando carícias suaves com a língua. Meu pau ia explodir enquanto minha mãe me chupava. Enquanto isso, na minha boca caíam todos os líquidos que minha prima me jogava. Os gemidos de prazer da Lúcia enchiam a casa toda; ela gritava e se contorcia a cada lambida que eu dava. Meu pau tava no ponto. Senti que minhas bolas iam ficar vazias, e minha mãe percebeu. A boca dela envolveu minha glande quando comecei a jorrar o leite. Umas gotas caíram fora da boca dela, e ela engoliu todo o meu sêmen.
Lúcia olhou pra trás quando soube que ia gozar. Tinha visto como a tia dela tinha engolido todo o leite, e ela queria se acabar. Ela abaixou os quadris e me obrigou a comer a buceta dela por completo. Enquanto minha língua se agitava entre os lábios vaginais da minha prima, minha mãe se levantou e se colocou ao lado dela, aproximou a boca da minha prima e viu que ainda tinha um pouco de sêmen. Elas se fundiram num beijo pra compartilhar minha gozada, e naquele momento a vagina da Lúcia se esvaziou sobre minha boca com um orgasmo tremendo.
Lúcia caiu de costas em cima de mim. Pela fenda da buceta dela, eu via os fluidos escorrerem e caírem no meu peito. Minha mãe se abaixou e me beijou na boca; ainda pude saborear meu próprio leite, depois beijou nossa amante na buceta. Estávamos cansados dos orgasmos que tivemos. Por uns minutos descansamos com nossos corpos misturados na cama, trocando carícias suaves.
- Vem, Lúcia! – disse minha mãe, se colocando na beirada da cama de quatro, com a bunda bem empinada – Vamos ver o que nosso menino sabe fazer com a gente!
Lúcia não Ela não disse nada, se colocou na mesma posição ao lado da tia e esperaram que eu agisse por vontade própria. Levantei e olhei pra aquelas bundas redondas e oferecidas pra eu fazer elas gozarem. Me ajoelhei e fiquei olhando. Entre as pernas delas, dava pra ver as bucetas. A da minha prima brilhava, a da minha mãe mostrava os pelos molhados de prazer. Levei minhas mãos até as bucetas delas e acariciei com meus dedões. As bundas delas se mexeram. Aproximei minha boca e beijei cada xota. Depois, me aproximei do cu da minha mãe e enfiei a boca entre as nádegas dela pra tentar lamber o ânus dela. Quase chegava lá, e as mãos dela separaram aquela carne redonda pra me oferecer. Minha língua brincou com ele e minha mãe ronronava de prazer. Deixei minha mãe de lado e a Lúcia já me esperava com as nádegas bem abertas. Fiz o mesmo tratamento com o ânus dela.
Meu pau já tinha endurecido de novo. Levantei e agitei um pouco o pau com a mão. As duas me olhavam sem saber bem o que eu ia fazer. Me aproximei do cu da minha mãe e cuspi um pouco de saliva no ânus dela. A expressão da minha mãe mudou quando percebeu o que eu ia fazer, mas não disse nada. Levei minha glande inchada até o ânus dela e empurrei um pouco. O corpo da minha mãe ficou tenso. Me afastei dela e fiz o mesmo com minha prima, que sorria com o que eu ia fazer. Empurrei meu pau e o ânus dela cedeu, e minha glande quase entrou. Mas não era isso que eu queria.
Me coloquei de novo atrás da minha mãe e apontei pra vagina dela. Agora sim, empurrei e meu pau entrou quase todo. O gemido da minha mãe encheu o quarto. Tirei um pouco e, com outro empurrão mais forte, penetrei ela por completo. Dava pra ver meu pau entrando e saindo da buceta dela, como os lábios dela se abriam a cada penetração.
Tirei da minha mãe e, num instante, enfiei na minha prima, que deu um grito de prazer ao se sentir cheia. Levei minha mão até a buceta da minha mãe e a masturbava enquanto meu pau entrava na minha prima.
Troquei de novo e agora penetrava minha mãe. Coloquei uma mão na bunda dela e meu dedão procurou o ano. Eu acariciava ela e, aos poucos, ia entrando. Meu pau agora entrava frenético na buceta dela. Agarrei a bunda da Lucía e mexi ela até que ficasse em cima da minha mãe. Agora eu tinha as duas rabetas na minha frente. Só precisava subir um pouco pra foder minha prima, depois descer um pouco pra penetrar minha mãe. As duas gemiam e gozavam. Quando eu penetrava minha mãe, minha prima levantava a bunda e lambia o cu dela. Não sei quanto tempo fiquei metendo nas duas.
Minha mãe foi a primeira a sentir que ia gozar. Os gemidos dela aceleraram e ela pediu pra eu foder mais rápido. Fiz isso e as pernas dela tremeram quando um orgasmo enorme tomou conta dela. Deixei ela gemendo enquanto a mão dela acariciava o clitóris e voltei pra buceta da minha prima.
Enfiei com tudo. Queria que ela gozasse rápido e eu pudesse soltar meu leite, já queria gozar. Segurando firme na cintura da Lucía, metia nela como um louco. Ela começou a gemer e gritar quando o orgasmo tomou conta dela.
- Tô gozando, tô gozando! – comecei a dizer.
- Me enche com seu leite! – disse Lucía.
- Não, eu também quero! – disse minha mãe, que ainda estava de quatro embaixo da gente.
Enfiei meu pau inteiro na Lucía e soltei um jato de porra. Foi difícil, mas tirei e enfiei tudo na minha mãe. Outro jato de leite saiu e encheu a buceta dela. Mais um pouco e voltei a encher a buceta da minha prima. Foi espetacular gozar nos dois cuzinhos, excitante e inimaginável há apenas alguns meses. Caí exausto na cama e elas descansaram abraçadas em mim. Aquela tinha sido uma noite boa pra caralho e eu esperava que aquilo se repetisse mais vezes durante a noite. Então agradeci por ter uma família tão boa e unida como a que formávamos eu, minha mãe e minha prima.
Minha mãe e eu moramos sozinhos há mais de dez anos, desde que meu pai decidiu vazar e nos largar pra viver com outra mulher. Eu já tinha feito dezoito anos, meu nome é Eduardo, não sou especialmente bonito nem tenho um corpo dos sonhos e, pra ser sincero, sou introvertido e tenho só um amigo com quem saio raramente.
Minha mãe se chama Maria, tem cinquenta e dois anos e a coisa mais linda nela são uns olhos verdes maravilhosos. Desde que se separou, nunca vi ela sair ou ter um rolo com nenhum homem. Quase todo o tempo dela é dedicado a cuidar de mim, acho que até demais, e talvez seja por isso que sou tão solitário.
Tenho que admitir que ser solitário e nunca ter transado com nenhuma garota não me faz menos homem, mas tenho umas necessidades muito reprimidas que alivio com punheta. E tenho que confessar que minha maior fonte de inspiração é minha mãe, nossa proximidade faz com que de vez em quando eu pegue umas calcinhas sujas e cheire a parte mais íntima dela, sei que é uma perversão, mas dado meu nível de contato, por enquanto serve pra aliviar a pressão sexual.
Nem preciso dizer como me senti no dia que Lúcia chegou em casa. Ela parecia que não era da nossa família. Minha mãe e eu éramos normais fisicamente, nem bonitos nem feios… Mas Lúcia apareceu com aquele cabelo loiro comprido e solto, com aqueles olhos azuis, com aqueles lábios rosados e sensuais, os peitos durinhos apertando a camiseta, o quadril bem marcado por aquela calça jeans… Fiquei chocado e mal conseguia falar perto dela. Assim que ela cumprimentou, fiquei parado no meio da sala vendo minha prima e minha mãe marchavam para o quarto que tinham preparado pra ela dormir e estudar ali.
Desde aquele momento, meu objeto de desejo passou a ser ela, Lucía. Tentava encontrar alguma calcinha da minha prima que ela tivesse tirado fazia pouco, mas nunca conseguia. De noite, imaginava ela se apaixonando por mim, transando comigo. Enfim, aquela garota maravilhosa era um sonho pra um cara como eu. As semanas passavam e eu curtia a companhia dela quando voltava da faculdade, na hora do jantar e de vez em quando quando a via com aqueles pijamas tão gostosos que ela usava e que a deixavam tão excitante pra minha imaginação.
– Tita. – disse Lucía numa noite de quinta-feira de outubro – Esse sábado tem uma festa na minha faculdade, vou sair umas nove e meia e, se não te incomodar, volto tarde.
– Não, claro, filha! – respondeu minha mãe – Mas toma muito cuidado.
– Claro, tita! – ela olhou pra mim – Eduardo, quer vir comigo?
– Sim, filho! – minha mãe pulou rápido – Vai com sua prima, você nunca sai...
– Bom... não sei...
– Sim, claro que sim! – disse Lucía colocando um dedo nos meus lábios.
Tenho que admitir que naquele sábado eu tava muito nervoso, era minha primeira festa e ainda por cima com universitários, eu que ainda tava no colégio. Fomos pro campus da faculdade e eu sentia como todos os caras que a gente cruzava olhavam pra minha prima, minha Lucía. Eu tremia sem saber bem o que ia encontrar. Chegamos e rapidinho ela começou a cumprimentar quase todo mundo que a gente encontrava na festa. No fim, chegamos num grupo de quatro garotas e ela me apresentou. Eram as colegas de classe dela, cada uma mais gostosa que a outra. Eu me sentia meio deslocado, não era daquela faculdade e ainda por cima a beleza de todas elas me deixava inibido. Pouco depois, começaram a chegar os colegas de Lucía e logo a gente já era umas dez pessoas num grupinho, conversando e balançando levemente o corpo no ritmo da música.
- Toma, moleque! – um amigo da minha prima me trouxe uma cerveja.
Eu nunca bebia, mas pra não fazer feio, tomei. Lucia falava e ria com os amigos enquanto eu sentia meu mundo girando cada vez mais rápido.
- Sem cerveja! – disse outro que viu meu copo vazio – Lá vai outra!
Comecei a tomar a segunda cerveja e meus olhos não conseguiam focar em nada direito. Muito menos no sorriso lindo que minha prima tinha na boca. Aqueles lábios carnudos e gostosos se mexiam e eu me sentia como num sonho. Todo mundo começou a falar mais alto, eu quase não entendia nada, mas vi os olhos de Lucia me olharem, a mão dela agarrou meu braço e me levou pra um lugar onde montaram uma espécie de pista de dança.
Sempre pensei que minha prima ia me largar lá e me deixar me virar, mas ela não me soltou e dançou comigo enquanto eu era a inveja de todos os caras do lugar. As luzes e o álcool me faziam estar num sonho. Mais ainda quando, no ritmo da música, Lucia virou de costas e levou meus braços pra cintura dela, colando o corpo dela no meu. Quis morrer ao sentir a voluptuosidade do corpo dela, o perfume, o corpo que se mexia e excitava o meu a ponto de eu sentir uma ereção com o roçar da bunda dela. Quase explodi quando a música parou e em menos de um segundo começou uma música lenta.
Ela se virou e me olhou nos olhos, os braços dela me rodearam pelo pescoço e minhas mãos se agarraram na cintura dela. Começamos a dançar no ritmo lento da música e ela apoiou a cabeça no meu peito. Minha ereção crescia cada vez mais, não que eu quisesse transar com ela, mas meu corpo novato reagia instintivamente ao corpo dela. Quando a música acabou, saímos daquela pista de dança. Eu a seguia como um cachorrinho, mais por não conhecer ninguém direito, mas também por me sentir atraído por ela.
Nos juntamos com alguns amigos dela, e por magia do álcool que ainda corria no meu corpo, Comecei a conversar com uma das amigas dela. Tava hipnotizado pelos olhos dela! Falava com ela e não conseguia parar de admirar.
— Eduardo. — minha prima me chamou — Dá pra ir pegar umas cervejas?
— Claro!
Caminhei por aquele lugar até achar o balcão onde serviam as bebidas. Peguei uns tickets e voltei pra onde tinha deixado minha prima. Não sei quanto tempo passou desde que saí, mas quando me aproximei, vi minha prima parecendo discutir acaloradamente com um cara. Cada vez mais perto, quando quase cheguei, percebi que aquele sujeito levantava a mão ameaçando ela.
Ainda não sei se foi o álcool, meus reflexos ou a paixão que sentia pela minha prima, mas eu tava a menos de dois metros deles e joguei uma das cervejas nele. Minha prima se afastou quando viu o líquido respingar. O cara não esperava por aquilo e, quando me olhou, já veio pra cima pra me agredir. Tava esperando e joguei a outra cerveja na cara dele. Na confusão que o segundo impacto causou, mandei minha perna direita e acertei o peito dele. O álcool, a adrenalina ou o nervosismo fizeram aquele cara mais alto que eu voar uns dois metros e cair de costas no chão. Na hora, chegaram uns amigos e levaram ele embora. Sentia meu corpo todo vibrando com a quantidade de adrenalina correndo no sangue. Minhas pernas tremiam e não parei de olhar como os amigos daquele cara o carregavam enquanto eu mantinha uma postura desafiadora. Olhei pra minha prima, que tava com umas amigas, me encarando de boca aberta.
— Tá bem? — perguntei me aproximando dela. Ela me abraçou.
— Bravo, guarda-costas da Lucía! — gritou uma das amigas da minha prima enquanto todos me ovacionavam e me davam mais cerveja.
Aquilo foi o mais marcante da minha primeira festa e nem preciso dizer que, quando cheguei em casa, parecia que tava num barco navegando num mar agitado pelo vento.
— Não conta nada, tia! — disse Lucía pra minha mãe. Quando me viu chegar agarrado no braço da minha prima.
- Pô, logo na primeira festa e já vem desse jeito!
- Me ajuda a deitar ele e depois te conto o que aconteceu… – disse a Lúcia e eu senti me tirarem a roupa e me deixarem na cama, rodando um pouco por causa do efeito do álcool.
De manhã, meu corpo tava estranho, era a primeira vez que eu bebia tanto a ponto de ele reclamar daquela substância. Virei de barriga pra cima e vi que só tava de cueca. Meu pau tava duro da manhã e eu ajeitei ele dentro da cueca. A porta do quarto abriu.
- Acorda, dorminhoco! – ela disse ao entrar – Já são meio-dia!
Olhei pra ela e vi o sorrisão que minha mãe tava dando. Sem dúvida, tava se divertindo vendo como o filho dela tinha voltado na primeira noite de farra.
- Valeu por proteger sua prima! – ela me deu um beijo na testa.
Levantei, peguei a calça do pijama, vesti e acompanhei minha mãe até a sala. Minha prima me agarrou quando me viu, me agradecendo pelo que eu tinha feito. Sentei no sofá e elas sentaram cada uma de um lado. Reparei nelas.
Minha mãe ainda tava de camisola e a Lúcia tava com a camiseta que ela usava pra dormir. Deviam ter levantado fazia pouco tempo.
- Então meu filhão foi um homenzinho e te defendeu! – disse minha mãe.
- E como me defendeu! Aquele cara saiu voando com o chute que ele deu! – ela me deu um beijo na bochecha.
Durante o dia, cada um fez suas coisas, mas eu não conseguia parar de me sentir atraído pela minha prima. Ela passou o dia todo só com aquela camiseta, embora a maior parte do tempo ficasse no quarto dela. Minha mãe trocou de roupa, mas vestiu uma que eu nunca tinha visto nela. Era uma espécie de blusa com um decote bem generoso, que deixava ver o canal sensual que os peitos dela formavam. Já as cadeiras dela ficavam bem marcadas por uma Calça bem curta que marcava até a buceta dela e a bunda redonda. Eu tava bem excitado com aquelas duas mulheres andando pela casa com aquelas roupas, e mais de uma vez meu pau ficou duro enquanto minha mente me levava pra lugares proibidos da luxúria.
Lá pelas nove da noite a gente jantou e, depois de tomar banho, cada um foi pro seu quarto. Me deitei e pensei na minha prima gostosa. Consegui impressionar ela com minha atitude na festa, e embora ela tivesse me mostrado carinho por causa daquilo, não sabia se ela queria algo mais comigo. No fim das contas, ela tinha vinte anos e podia arrumar um cara melhor que eu, principalmente no quesito físico.
- Eduardo! Eduardo! – ouvi a voz da minha prima começando a abrir a porta – Posso entrar?!
- Pode! – respondi, e meu coração começou a disparar. Acendi a luz do criado-mudo.
- Queria te agradecer pelo que você fez ontem por mim. – ela sentou na beirada da cama, do meu lado – Graças a você, não tive mais problema com aquele idiota.
- Imagina! – falei – Vou te ajudar sempre que precisar! – acariciei a mão dela e sorri.
Ela se inclinou sobre mim e me beijou na bochecha, com um sussurro suave falou “Valeu!” e se afastou um pouco, o suficiente pra nossas bocas ficarem bem perto. Não pensei duas vezes, meu coração tava batendo rápido demais pra pensar, e beijei os lábios dela de leve, um beijo curto que carregava muita excitação e atração por ela. A gente se olhou nos olhos e eu não sabia o que fazer. Foi ela quem me deu outro beijo suave, e outro, e outro, até ficarmos grudados pelas bocas.
Minhas mãos agarraram a cintura dela e acariciei o corpo dela enquanto a língua dela procurava a minha dentro da minha boca. Ela se levantou e tirou a roupa que me cobria. Eu tava de cueca e minha ereção era óbvia, porque a cabeça do meu pau aparecia na borda do tecido. Ela se deitou do meu lado e minhas mãos acariciavam o corpo dela. A boca dela procurou a minha e a gente se beijou de novo. Passamos muitos minutos nos beijando. nos acariciando, sem dizer nada.
Então ela abriu as pernas e montou em mim. Não paramos de nos beijar enquanto o corpo dela se agitava sobre o meu. Não podia acreditar, aquela deusa linda me amava, me dava o maior dos meus desejos com beijos gostosos e carícias delicadas. A boca dela descia pelo meu peito, me dando beijos pelo corpo que vibrava a cada toque dela. Chegou na minha cueca e a mão dela acariciou meu pau duro por cima daquele tecido fino. Achei que ia gozar na hora, mas segurei.
- Você nunca fez isso?! – ela perguntou, e eu respondi que não com a cabeça.
Ela não disse mais nada. De joelhos na cama, tirou a camiseta que vestia. Achei que ia morrer ao ver aqueles peitos redondos e durinhos. As auréolas escuras e pequenas guardavam uns mamões enormes e eretos. Meu pau se agitava, louco para soltar meu leite. Aquela calcinha escura e minúscula se perdia entre as pernas dela, e eu queria me jogar na minha prima, mas a excitação me deixou paralisado. As mãos dela tiraram a única peça que escondia meu pau, e meu pau duro e grosso apareceu diante dos olhos dela. Depois, ela se levantou da cama e se virou, pegou a calcinha e, dobrando o corpo na cintura, a baixou para me mostrar a visão da bunda redonda e firme dela. Ela se endireitou de novo e se virou devagar enquanto as mãos escondiam a ppk.
- Cê acha bonito?! – ela começou a afastar as mãos.
As pernas dela estavam meio cruzadas, e eu mal conseguia ver o começo da buceta. Não tinha um pelo, e então ela subiu de novo na cama. Não tirei o olho do corpo dela, vendo como entre as pernas apareciam os lábios da ppk. Ela abriu as pernas e se posicionou em cima de mim, na altura do meu pau.
- Vou começar te masturbando devagar! – ela disse com uma voz sensual.
Uma das mãos dela separou os lábios da buceta e me mostrou o interior rosado da ppk. Ela desceu o corpo até eu sentir o calor da buceta dela no meu pau.
- Ufa, Que pauzão que você tem!" – ela disse, enquanto balançava levemente os quadris pra deslizar a buceta no meu pau.
Eu via meu pau sumir entre os lábios da buceta dela, pra aparecer de novo. Ela se esfregava em mim e eu já queria gozar. Ela sabia que eu não ia aguentar muito, era a primeira vez que eu transava com uma mulher e tava na cara que meu leite ia sair logo. E foi o que aconteceu. Minha cabeça sumiu da minha vista, entre os lábios da buceta, e eu não consegui falar nada. Meu corpo travou e o esperma jorrou. Ela sentiu o leite quente na buceta dela, se mexeu e soltou minha cabeça pra eu dar um jato enorme que foi parar na minha barriga. Ela se movia devagar enquanto meu pau não parava de soltar mais e mais porra. Ela parou e ficou sentada em cima de mim, olhando pra minha cabeça com um sorrisão, sentindo na buceta dela as contrações que eu dava de tanto prazer que tinha sentido.
– Gostou?! – ela disse, se inclinando pra mim e beijando meus lábios de leve.
Eu não conseguia falar, tava no céu com aquele anjo que era minha prima. Eu mexi os quadris e senti um pouco mais de prazer.
– Já quer mais?! – ela disse, se levantando de cima de mim.
Ela se deitou do meu lado e a mão dela agarrou meu pau, que ainda tava meio duro. Ela batia uma devagar e meu corpo reagia. Quando a mão dela puxou a pele e minha cabeça apareceu, a boca dela foi direto nela. O calor da boca dela envolveu meu pau e as chupadas faziam ele ficar cada vez mais duro. Eu via os peitos dela balançando enquanto ela me chupava, e num instante eu queria gozar de novo, não dava pra resistir.
Ela parecia saber disso e soltou meu pau, sentou colocando a bunda entre minhas pernas e me dando uma visão maravilhosa da buceta dela enquanto a mão dela batia uma sem tirar os olhos do meu pau.
– Vamos, primo, bate uma junto comigo!
Eu obedeci. Peguei meu pau e enquanto cada um batia uma, a gente não parava de olhar pro sexo do outro. Os gemidos dela foram ficando cada vez mais altos, parecia que ela ia gozar. correr de um momento para o outro. Aí ouvi um barulho no corredor.
- Minha mãe! – falei baixinho.
- Não para! – ela disse, sem se importar – Continua, bate uma, vou gozar!
Esqueci de tudo quando vi como os quadris de Lucía se mexiam e da buceta dela começava a jorrar fluidos que ela espirrava no meu pau. Minha mão se mexeu mais rápido e me sentei até apontar meu pau pra buceta dela. Os dois se agitavam feito loucos quando minha cabeça começou a jorrar porra até bater na buceta dela. Os dedos dela esfregavam e misturavam nossos líquidos na fenda da buceta enquanto os dois curtíamos aquele sexo. Caímos exaustos na cama. Por uns minutos recuperamos o fôlego e as forças. Depois ela levantou e vestiu a camiseta. Pegou a calcinha e veio até mim. Me deu um beijo na boca.
- Toma, pra você lembrar dessa noite! – me beijou de novo e sumiu pela porta.
Levantei e fechei a porta. Olhei a cama molhada com os fluidos que minha prima tinha jorrado e meu esperma. Minhas pernas ainda tremiam de prazer. Tirei os lençóis e troquei. Voltei pra cama e dormi agarrado na calcinha de Lucía, cheirando ela.
- Vamos, seu porco! – ouvi a voz da minha mãe me acordando – Você tem que ir pra aula!
Meu coração disparou quando percebi que ainda tinha a calcinha da minha prima na mão, escondi debaixo do travesseiro, mas acho que já era tarde, minha mãe tinha visto. Ela saiu pela porta com um “Até logo!”, já que eu era o último a sair de casa. O dia inteiro passei como se estivesse nas nuvens. Ficava pensando no que tinha acontecido na noite anterior e morria de vontade de ver minha prima de novo. Quando terminei as aulas, ao sair pela porta, ouvi alguém me chamando.
- Eduardo, Eduardo, aqui! – lá estava minha prima me chamando.
Corri até ela e fomos no carro dela pra casa. Entramos e minha mãe não estava. Abracei ela, desesperado pra sentir o amor dela. Ela me Parou.
— Eduardo, o que aconteceu ontem à noite foi maravilhoso, me senti muito excitada fazendo aquilo… — eu temi o pior, temi as palavras que viriam a seguir — Vamos devagar!
— O que você disser, Lucía…
Me senti perdido. Se ela tinha ido me procurar no meu quarto, é porque sentia algo mais por mim do que simples carinho de prima. Ela tinha se masturbado e até me chupado. Talvez pra ela fosse só sexo, mas pra mim era mais que isso… Eu estava confuso. Fui pro meu quarto.
Meia hora depois, minha mãe chegou e já tínhamos preparado tudo pro almoço. Desde as palavras da minha prima, me senti distante dela e nem olhava na cara dela. Quando minha mãe chegou, ela foi pro quarto e trocou de roupa. De novo, vestiu aquelas roupas que a deixavam tão excitante no dia anterior, principalmente mostrando os peitos. Depois do almoço, Lucía voltou pra faculdade, enquanto eu e minha mãe ficamos em casa. Eu tentava estudar no meu quarto e minha mãe cuidava das coisas pela casa.
— Você gosta da sua prima? — ouvi a voz da minha mãe atrás de mim.
— Sim… — respondi.
— Ela é uma garota bonita, mas talvez ela não queira o que você está imaginando…
— Parece que não… — respondi, aflito.
— Vamos, vem! — minha mãe pegou minha mão e me levou pra sala, colocou música e me abraçou — Sua prima me disse que você dança muito bem!
Ela virou de costas e colou o corpo no meu. Minhas mãos seguraram a cintura dela e, enquanto a música tocava, a gente se mexia no ritmo e a bunda dela roçava de leve em mim. Não podia ser! Minha mãe tava me dando uma ereção e ela tinha que perceber, dava pra ver até no short do meu pijama.
— Tá mais animado agora?! — ela disse, ofegante pelos movimentos que tinha feito.
— Sim, mãe. Não sabia que você se mexia tão bem dançando.
— É que você nunca me pediu pra dançar. — ela riu e desligou a música — Agora vai estudar e não se preocupa com sua prima! Por algumas horas fiquei estudando. Pensar na minha prima foi ficando em segundo plano toda vez que lembrava do roçar da bunda redonda da minha mãe quando dançava comigo. Porra, sentir desejo pela minha prima já era uma coisa, pela minha mãe era algo muito mais pervertido! Aí entendi que meus verdadeiros sentimentos pela minha prima não passavam da reação do meu corpo ao corpo lindo e sensual dela. Igual acontecia com a minha mãe. Achei que qualquer mulher que chegasse perto de mim me daria a mesma reação. Me senti aliviado com esse pensamento. E quando minha prima voltou, me senti ainda mais aliviado na presença dela, quase nem precisava olhar pra ela.
E os dias foram passando. E as semanas. Até que chegou o Natal. Achei que minha prima fosse pra casa dela, mas não foi. Ficou lá com a gente e preparamos tudo pra ceia de Natal. Minha mãe e eu sempre passávamos sozinhos os dois, lá em casa. Aquela noite seria diferente porque a Lúcia estaria com a gente. O mais estranho foi que minha prima não quis ir pra nenhuma das festas que as amigas da escola tinham convidado ela. Não foi com a família dela, nem com as amigas.
Quando chegou a véspera de Natal, nós três estávamos em casa. Tudo estava ótimo, a gente conversava, ria e curtia a ceia que elas tinham preparado. Eu tentei fazer um molho que vi na internet e tive que jogar fora, então fui banido de cozinhar de novo. Quando terminamos de jantar, umas doze da noite, tiramos tudo da mesa e deixamos só alguns licores e outras bebidas.
- Vamos, querido! – minha mãe falou – Toma esse shot que sua prima disse que você fica muito engraçado quando bebe!
- Não, mãe! – falei, mas queria tomar logo pra ter coragem de fazer alguma coisa com a minha prima.
- Vamos, primo! – a Lúcia disse – Mostra pra sua mãe como você é de verdade!
Não pensei duas vezes, peguei o copinho e engoli tudo de uma vez. Não sabia o que era. É, não me importava, mas entrou no meu corpo queimando por dentro.
- Pronto! – gritei, levantando os braços em sinal de vitória.
- Outro, outro, outro! – minha prima cantarolava me incentivando. Minha mãe colocou outro.
- E outro! – gritei quando tomei – Já tô começando a perder a visão!
Minha mãe e minha prima riam enquanto bebiam um copo devagar, sem pressa pra sentir o álcool. Levantei e coloquei música. Não sabia o que tava tocando, mas me mexia no ritmo, assumindo o papel de animador da festa. E sem saber por quê, me senti um stripper, comecei a desabotoar a camisa e tirá-la devagar enquanto elas me incentivavam, divertidas com a situação, batendo palmas. Tirei a camisa e olhei pra minha prima, que esperava que eu jogasse pra ela. Joguei pra minha mãe e prendi ela pela nuca com a camisa. Me aproximei dela e balancei a cintura na direção da minha mãe. Puxei a camisa até a cabeça dela ficar perto do meu corpo. Ela me deu um beijo na minha barriga nua. Dava pra ouvir as risadas da Lúcia.
Soltei minha mãe e me virei pra minha prima. O álcool tava correndo rápido demais no meu corpo e tudo começava a dar uma leve rodada, não tava muito bêbado, mas minhas faculdades físicas já tavam falhando. Passei a camisa pelas costas da Lúcia e puxei ela. As mãos dela foram rápido pro meu short e desabotoaram. Ia começar a abaixar, mas eu parei. Fui até minha mãe e levantei ela pra sentar perto da minha prima. Via as duas divertidas e, sinceramente, eu tava começando a ficar cada vez mais excitado com aquilo, tanto que meu pau tava duro e ereto por baixo da roupa.
Me afastei um pouco delas e tirei os sapatos, jogando eles com cuidado pela sala. Depois coloquei as mãos na nuca e me aproximei dando pulinhos e balançando a cintura na direção delas. Olhei pra elas e pareciam curtir aquele show ridículo. Peguei uma mão de cada mulher e levei até a borda do short, cada uma de um lado. Coloquei Minhas mãos na nuca e cada uma puxou a peça até ela ficar nos meus tornozelos. As duas abriram a boca surpresas ao descobrir a rola grossa e dura que marcava na minha cueca. Tirei a calça e caminhei até o sofá. Sentei e, desafiador, falei: "Supera isso!"
Eu estava sentado de cueca no meio do sofá. Me senti ridículo me vendo ali, numa noite como aquela, fazendo um show tão vulgar pra minha mãe e minha prima. Mas a euforia divertida do álcool me fez esquecer disso. Olhei pras duas mulheres que cochichavam na mesa. "Tá bom, fechou!" ouvi e as duas se levantaram. Foram pros quartos e voltaram alguns minutos depois com outras roupas.
Caminharam até ficar na minha frente, a uns dois metros. Colocaram as mãos na cintura, como se dissessem "Agora você vai ver!" Até aquele momento eu não tinha reparado no tesão que elas estavam vestidas. Não eram vestidos de noite pra ir numa festa, mas aquelas roupas marcavam perfeitamente os corpos delas e minha mente começava a ficar confusa.
- Gosta de universitárias?! – minha prima disse e apoiou as mãos na mesa, virando de costas pra mim e empinando a bunda bem pra fora, a saia subiu até ficar no começo da redondeza das nádegas. Ela me olhou sensual.
- Que tal uma coroa gostosa?! – as duas estavam vestidas iguais e ela também se virou e se colocou na mesma posição que minha prima. Dava pra ver parte da bunda dela e minha rola começou a aparecer pela cueca.
Lucia colocou uma mão na bunda da minha mãe e começou a levantar a saia xadrez que a cobria. Porra, aquelas duas sabiam bem o que me excitava! Coloquei minha mão na minha rola, por cima do pano, e mexi. Minha mãe ficou imóvel enquanto minha prima se aproximou dela. Levantou a saia toda e deixou a bunda dela no ar. Dobrou os joelhos e passou a língua numa das nádegas. Minha mãe se virou e começou a desabotoar a camisa. Um botão… dois… três… Separou O tecido e seus lindos peitões enormes apareceram na minha frente. Lúcia levantou a saia de novo e a calcinha preta marcava a buceta dela, ela passou a língua na coxa da minha mãe como se fosse lamber a buceta dela.
Porra, aquilo tava me deixando louco e meu pau ia explodir. Minha mãe tava uma gostosa sensual pra caralho. Minha mãe agarrou minha prima pelos rabinhos de cavalo que ela tinha feito e levantou ela. Aproximou a boca da dela e as línguas quase se tocaram. Enquanto Lúcia me olhava e passava a língua nos lábios, minha mãe começou a desabotoar a camisa dela até tirar os peitões lindos da minha prima. Não insinuou nada, a língua dela lambeu um dos mamilos e Lúcia jogou a cabeça pra trás com um gemidinho. Minha mãe continuava passando a língua no mamilo duro da minha prima e a mão dela começou a subir pela coxa da novinha.
Aquela mão se perdeu debaixo do tecido da saia e se mexia tocando a buceta dela. Minha prima gemia enquanto sentia a tia lambendo e masturbando ela. Minha excitação se misturou com a confusão que a situação me causou. Nunca imaginei minha mãe como sapatão, mas ela tava masturbando minha prima. Levantei do sofá e me ajoelhei na frente da minha prima, estendi a mão pra levantar a saia dela e ver claramente o que minha mãe tava fazendo.
- Sem tocar! – minha prima segurou minha mão.
Ela pegou a saia e levantou. A mão da minha mãe se mexia por cima da calcinha da minha prima e marcava os lábios da buceta dela no tecido fino. Levantei e me aproximei delas, queria saborear o mamilo livre da minha prima. De novo a mão dela me parou. Eu olhava elas excitado, fora de mim de tanto prazer.
Minha mãe parou de lamber o mamilo e me olhou. Não acreditava no que via nos olhos dela. Minha mãe tava com tesão. Ela se aproximou de mim e ofereceu a boca dela. O primeiro contato com os lábios da minha mãe me embriagou mais que a dose de álcool que eu tinha tomado. Tava como num sonho, podia sentir o toque dos lábios dela que se moviam pedindo mais e, pouco depois, a língua dela. entrou na minha boca pra procurar a minha.
Movi minha mão e busquei os quadris da minha mãe. Acariciei ela e desci pela saia dela pra me enfiar por baixo. Senti na nossa boca a boca da Lúcia. A gente se separou um pouco e agora nossas três línguas se agitavam e se acariciavam. Meus dedos tocaram o tecido fino da calcinha da minha mãe e pude sentir os lábios vaginais inchados da buceta dela.
Abandonei as bocas delas enquanto elas continuaram se beijando. Me ajoelhei e levantei a saia da minha prima. Lá estava a mão da minha mãe, agitando a buceta dela, masturbando ela. Afastei a mão e levei minha boca pra beijar a buceta dela por cima da calcinha. A mão da minha mãe se pôs na minha cabeça e me acariciava suavemente. Afastei a calcinha pro lado e a buceta da minha prima brilhava com os fluidos que já tinha soltado. Nunca tinha feito aquilo, mas aproximei minha boca e, sem jeito, lambi a racha da buceta dela. Na hora, minha boca se encheu dos fluidos da minha prima.
A mão da minha mãe agarrou meus cabelos e me obrigou a me separar da minha prima. Me forçou a virar a cabeça até que a buceta dela estivesse na frente da minha boca. Eu sabia o que ela queria. Com uma mão, afastei a calcinha e enfiei minha boca entre os pelos pra procurar a racha da buceta dela. Nunca tinha comido uma buceta, muito menos duas, mas a primeira coisa que encontrei da minha mãe foi o clitóris dela. Era enorme e se destacava dos grandes lábios vaginais dela. Lambi e beijei, e comecei a ouvir os gemidos que ela dava enquanto o filho comia a buceta dela.
— Isso, isso! — era a única coisa que ela dizia entre gemidos de prazer.
Lúcia chupava os peitos dela enquanto eu lambia a buceta dela. As pernas da minha mãe tremiam de prazer, ela estava prestes a ter um orgasmo. A mão dela afastou minha cabeça da buceta e me fez levantar.
— Vamos pra minha cama! — disse minha mãe, e nos soltou pra que a seguíssemos. Beijei minha prima e fomos pro quarto dela.
Entramos no quarto e minha mãe se jogou no meio da cama, tirou a calcinha e nos ofereceu uma vista da buceta peluda dela.
— Façam Coisas pra eu me masturbar! – ordenou pra mim e pra minha prima.
– Não! – disse a Lúcia e subiu na cama de quatro – Vem! – falou pra mim e eu obedeci.
A Lúcia se colocou entre as pernas da minha mãe e abriu os lábios da buceta dela. O rosa por dentro da vagina apareceu na nossa frente, molhado e brilhante, o clitóris dela saltava, duro e enorme. Os lábios da minha prima beijaram aquele clitóris sensível e os quadris da minha mãe se mexeram. A Lúcia se afastou e me mandou fazer o mesmo. Beijei o clitóris dela e chupei igual minha prima tinha feito com meu pau naquela noite que me chupou. Minha mãe parecia ter enlouquecido. Os quadris dela se agitavam e no meu queixo eu sentia a buceta quente se esfregando em mim. A Lúcia enfiou os dedos na buceta da minha mãe e começou a meter dois dedos. Minha mãe gemia e se contorcia.
– Dá teu pau pra sua mãe! – falou minha prima e eu larguei aquele lugar tão quente.
Tirei a cueca e, de joelhos, me aproximei do rosto da minha mãe. Os olhos fechados e a boca aberta mostravam o prazer que a Lúcia tava dando ao chupar a boceta dela. Peguei meu pau com uma mão e bati de leve na cara transtornada de prazer da minha mãe. Ela me olhou e a mão dela agarrou meu pau duro pra levar até a boca. A língua dela brincava com minha glande coberta pela pele. Soltou ela e a boca engoliu tudo. Os quadris da minha mãe se mexiam enquanto eu via meu pau sumir dentro da boca dela. Os peitos dela balançavam com os movimentos do corpo e comecei a apalpar eles. Não demorou muito pra ela ter um primeiro orgasmo e quando minha prima levantou a cabeça da boceta da minha mãe, a boca dela brilhava com a quantidade de gozo que tinha jorrado.
Minha mãe se levantou e me obrigou a deitar no meio da cama, com meu pau todo duro e louco pra enfiar naquelas bucetas molhadas. Levantou a Lúcia e tirou a calcinha e a camisa dela. Ela também tirou a camisa. As duas ficaram só com aquelas meias que cobriam até acima dos joelhos e por aquelas saias. Beijou minha prima na boca, saboreando os próprios fluidos, e a obrigou a colocar a buceta sobre minha boca.
Porra, como tava gostosa a buceta da minha prima! Eu lambia e brincava com o clitóris dela enquanto ela gemia e me jogava fluidos pra eu comer. Lúcia mexia os quadris e esfregava a buceta na minha boca. Senti o calor da boca da minha mãe no meu pau. Ela engolia ele inteiro e brincava com a minha glande, dando carícias suaves com a língua. Meu pau ia explodir enquanto minha mãe me chupava. Enquanto isso, na minha boca caíam todos os líquidos que minha prima me jogava. Os gemidos de prazer da Lúcia enchiam a casa toda; ela gritava e se contorcia a cada lambida que eu dava. Meu pau tava no ponto. Senti que minhas bolas iam ficar vazias, e minha mãe percebeu. A boca dela envolveu minha glande quando comecei a jorrar o leite. Umas gotas caíram fora da boca dela, e ela engoliu todo o meu sêmen.
Lúcia olhou pra trás quando soube que ia gozar. Tinha visto como a tia dela tinha engolido todo o leite, e ela queria se acabar. Ela abaixou os quadris e me obrigou a comer a buceta dela por completo. Enquanto minha língua se agitava entre os lábios vaginais da minha prima, minha mãe se levantou e se colocou ao lado dela, aproximou a boca da minha prima e viu que ainda tinha um pouco de sêmen. Elas se fundiram num beijo pra compartilhar minha gozada, e naquele momento a vagina da Lúcia se esvaziou sobre minha boca com um orgasmo tremendo.
Lúcia caiu de costas em cima de mim. Pela fenda da buceta dela, eu via os fluidos escorrerem e caírem no meu peito. Minha mãe se abaixou e me beijou na boca; ainda pude saborear meu próprio leite, depois beijou nossa amante na buceta. Estávamos cansados dos orgasmos que tivemos. Por uns minutos descansamos com nossos corpos misturados na cama, trocando carícias suaves.
- Vem, Lúcia! – disse minha mãe, se colocando na beirada da cama de quatro, com a bunda bem empinada – Vamos ver o que nosso menino sabe fazer com a gente!
Lúcia não Ela não disse nada, se colocou na mesma posição ao lado da tia e esperaram que eu agisse por vontade própria. Levantei e olhei pra aquelas bundas redondas e oferecidas pra eu fazer elas gozarem. Me ajoelhei e fiquei olhando. Entre as pernas delas, dava pra ver as bucetas. A da minha prima brilhava, a da minha mãe mostrava os pelos molhados de prazer. Levei minhas mãos até as bucetas delas e acariciei com meus dedões. As bundas delas se mexeram. Aproximei minha boca e beijei cada xota. Depois, me aproximei do cu da minha mãe e enfiei a boca entre as nádegas dela pra tentar lamber o ânus dela. Quase chegava lá, e as mãos dela separaram aquela carne redonda pra me oferecer. Minha língua brincou com ele e minha mãe ronronava de prazer. Deixei minha mãe de lado e a Lúcia já me esperava com as nádegas bem abertas. Fiz o mesmo tratamento com o ânus dela.
Meu pau já tinha endurecido de novo. Levantei e agitei um pouco o pau com a mão. As duas me olhavam sem saber bem o que eu ia fazer. Me aproximei do cu da minha mãe e cuspi um pouco de saliva no ânus dela. A expressão da minha mãe mudou quando percebeu o que eu ia fazer, mas não disse nada. Levei minha glande inchada até o ânus dela e empurrei um pouco. O corpo da minha mãe ficou tenso. Me afastei dela e fiz o mesmo com minha prima, que sorria com o que eu ia fazer. Empurrei meu pau e o ânus dela cedeu, e minha glande quase entrou. Mas não era isso que eu queria.
Me coloquei de novo atrás da minha mãe e apontei pra vagina dela. Agora sim, empurrei e meu pau entrou quase todo. O gemido da minha mãe encheu o quarto. Tirei um pouco e, com outro empurrão mais forte, penetrei ela por completo. Dava pra ver meu pau entrando e saindo da buceta dela, como os lábios dela se abriam a cada penetração.
Tirei da minha mãe e, num instante, enfiei na minha prima, que deu um grito de prazer ao se sentir cheia. Levei minha mão até a buceta da minha mãe e a masturbava enquanto meu pau entrava na minha prima.
Troquei de novo e agora penetrava minha mãe. Coloquei uma mão na bunda dela e meu dedão procurou o ano. Eu acariciava ela e, aos poucos, ia entrando. Meu pau agora entrava frenético na buceta dela. Agarrei a bunda da Lucía e mexi ela até que ficasse em cima da minha mãe. Agora eu tinha as duas rabetas na minha frente. Só precisava subir um pouco pra foder minha prima, depois descer um pouco pra penetrar minha mãe. As duas gemiam e gozavam. Quando eu penetrava minha mãe, minha prima levantava a bunda e lambia o cu dela. Não sei quanto tempo fiquei metendo nas duas.
Minha mãe foi a primeira a sentir que ia gozar. Os gemidos dela aceleraram e ela pediu pra eu foder mais rápido. Fiz isso e as pernas dela tremeram quando um orgasmo enorme tomou conta dela. Deixei ela gemendo enquanto a mão dela acariciava o clitóris e voltei pra buceta da minha prima.
Enfiei com tudo. Queria que ela gozasse rápido e eu pudesse soltar meu leite, já queria gozar. Segurando firme na cintura da Lucía, metia nela como um louco. Ela começou a gemer e gritar quando o orgasmo tomou conta dela.
- Tô gozando, tô gozando! – comecei a dizer.
- Me enche com seu leite! – disse Lucía.
- Não, eu também quero! – disse minha mãe, que ainda estava de quatro embaixo da gente.
Enfiei meu pau inteiro na Lucía e soltei um jato de porra. Foi difícil, mas tirei e enfiei tudo na minha mãe. Outro jato de leite saiu e encheu a buceta dela. Mais um pouco e voltei a encher a buceta da minha prima. Foi espetacular gozar nos dois cuzinhos, excitante e inimaginável há apenas alguns meses. Caí exausto na cama e elas descansaram abraçadas em mim. Aquela tinha sido uma noite boa pra caralho e eu esperava que aquilo se repetisse mais vezes durante a noite. Então agradeci por ter uma família tão boa e unida como a que formávamos eu, minha mãe e minha prima.
4 comentários - Una Aventura Incestuosa con mi Prima y mi Madre
Ayudando a mama se llama y el link va a perfil de la escritora.
Bro necesito mas de esto