Me apresento, meu nome é Miguel, sou um jovem de 25 anos, tenho 1,81m de altura, magro, moreno, cabelo preto curto, boa aparência e um equipamento médio de uns 16, 17cm, um pouco grosso. É minha primeira postagem na comunidade, então se tiver algum erro, peço que compreendam. Isso aconteceu há mais ou menos 1 ano, num sábado à noite, muito calor e sem planos de sair, entediado e procurando uma forma de me distrair, entrei no celular pra checar uma rede social e ver o que tinha de interessante. Depois de alguns minutos online, recebi uma notificação, era uma mensagem de uma garota dizendo: "Fotos lindas, bebê". Na hora, entrei no perfil dela e vi várias fotos muito sexys, com roupas bem provocantes, de fio dental ou simplesmente nua de costas. Me chamou a atenção que em quase nenhuma mostrava o rosto ou não dava pra ver direito, mas tudo bem. Depois de 5 minutos, respondi: "Valeu, linda, as suas estão ainda melhores". Esperando uma resposta dela, voltei ao perfil pra dar mais uma olhada, quando ela respondeu: "Valeu, bebê, fico feliz que você gostou". Começamos a nos conhecer um pouco, de onde éramos (estávamos relativamente perto), o que fazíamos e tal. Nisso, ela perguntou: "Por que um bebê tão gostoso tá em casa e não sai?" (Eu odiava ler "bebê" toda hora, mas beleza). Eu: "Queria ter saído, mas não rolou, além disso tô meio sem grana." Ela: "Que pena, olha que a noite tá linda pra dar umas voltas." (Na hora, peguei isso como uma indireta). Eu: "E você, não vai dar nenhuma volta hoje?" Ela: "Tinha planos, mas cancelaram, e tô meio entediada. Que tal se eu passar aí pra te pegar e a gente dar umas voltas?" Por um momento, fiquei surpreso com a proposta dela, pensando que podia ser algum golpe ou coisa assim, mas depois de processar, respondi: "Por que não? Assim a gente se conhece pessoalmente." (Pensando que ninguém ia aparecer e eu ia ficar no vácuo). Ela: "Show... que tal a gente se encontrar daqui a 1 hora em tal lugar? Assim eu me arrumo e vou." Eu: "Ok, pra mim tá de boa. Ainda desconfiando da situação, decidi me preparar e ir. Passou o tempo e, quase chegando no local do encontro, ela me escreve. Ela: Oi, bebê, tô chegando. Eu: Eu também, linda, como que te reconheço? Ela: Tô num carro com tal característica. Quando cheguei no lugar, olhei e procurei o veículo que ela descreveu e, a uns metros, vi. Eu: Já te vi. Ela: Show, bebê. Me aproximei do carro meio nervoso e entrei, me acomodei e olhei pra ela. Que surpresa! Ela tava com uma minissaia minúscula que deixava os tirantes da fio-dental aparecendo, uma blusa solta e aberta que, mesmo sem ter muito peito, dava pra ver que não tava de sutiã, mas o que mais me chamou atenção foram os traços faciais dela, que não eram totalmente femininos, mesmo com a maquiagem. A gente se apresentou e ela disse, com a voz meio aguda: Ela: E aí? O que cê acha do que tá vendo? Eu, meio confuso e sem saber como reagir, respondi: Eu: Cê tá muito gostosa. Percebendo meu estado de surpresa, ela falou o nome e esclareceu que era uma garota trans, perguntando se isso me incomodava. Quando ouvi essas palavras, todas as minhas dúvidas se esclareceram: era uma garota trans. Fiquei processando por um tempo em silêncio, pensando se saía do carro ou continuava como se nada. Então, mais calmo e vendo o quanto ela era gostosa, falei que não, que não tinha problema nenhum. Ela deu a partida, a gente deu umas voltas, comprou umas cervejas e fomos pra casa dela. A gente se acomodou na sala e começou a conversar e beber. Com o tempo, a cerveja foi fazendo efeito, a conversa ficou mais quente. Em dado momento, ela tava sentada quase de frente pra mim, levantou uma perna e colocou no meu colo, como se fosse ficar mais confortável. Devagar, foi aproximando o pé dela da minha entreperna, enquanto me olhava fixo nos olhos com um sorriso bem putinha. Chegou no meu pau, que já tava começando a endurecer com a situação, e com a sola do pé começou a acariciar. Ela: O que temos aqui? Parece que cê tem algo escondido. Eu: Olha só o que cê tá causando. Nisso, ela sorriu e pulou Sento e ela se ajoelha na minha frente num segundo, já desabotoando minha calça, metendo a mão e tirando minha pica dura pra levar direto na boca dela, enfiou até a metade e chupou com desespero, tirou e começou a beijar, passar a língua, percorrer o tronco, enquanto não tirava os olhos de mim, vendo o quanto tava gostando. Ela: Cê tem uma pica deliciosa, cara. Eu: E dá pra ver que cê adora pica. Ela enfiou inteira, até o fundo e deixou uns segundos, até dar ânsia, tirou toda babada e com os olhos lacrimejando, enfiou de novo e eu tava no céu, me segurando pra não encher a boca dela de porra. Depois de um boquete alucinante, ela levanta, se acomoda no sofá na minha frente, com as pernas abertas e levanta a minissaia, puxa a tanga pro lado, deixando a buceta dela à mostra, que já tava dilatada, porra, pega a bolsa dela e tira um óleo e começa a passar, enfiando um dedo de cada vez, brincando com o cu dela enquanto eu na frente com a pica a ponto de estourar, escorrendo saliva, quando ouço ela. Ela: Quer entrar, bebê? Sem dizer uma palavra, me aproximo, aponto a pica pro cu dela, e sem fazer muita pressão, sinto que vou enfiando, sentindo o calor do cu dela. Ela: Ai, cara... Vai devagar. Ela dizia enquanto com as mãos na minha barriga me segurava. Eu morria de vontade de me jogar inteiro nela e enfiar até o fundo, mas ela ia segurando, guiando a enfiada, enquanto minha pica abria espaço no cu dela. Quando já tinha entrado quase tudo, começo a tirar um pouco e meter de novo, assim umas quantas vezes até que ela tira as mãos da minha barriga e me sinto livre pra meter no ritmo que eu queria. Comecei a aumentar a velocidade, as enfiadas cada vez mais profundas e fortes, ela entregue. Ela: Uff! Cara, vão me arrebentar, não para... me enche de porra. Eu: Então cê gosta de pica, vou deixar bem fundo. Ela: Sim, adoro, adoro sua pica, mete tudo. Já os dois suados, com os gemidos dela a cada investida, e o gostoso que aquele cu era, peguei nas tetinhas dela e comecei a amassar, enquanto aumentava o ritmo do mete-saca. Ela: Assim, gostoso! Assim! Não para... goza dentro, quero seu leite dentro. Com tudo isso e já meio cansado, comecei a meter fundo, e com um gemido profundo, me deixando cair sobre ela, comecei a encher ela de porra, um jato atrás do outro, enquanto ela gemia e apertava. Caímos exaustos por uns minutos, até recuperar o fôlego, me levantei e tirei a pica, o cu dela tava aberto, e na hora o leite começou a escorrer. Levantamos e ela me chamou pra tomar banho e continuar com as bebidas.
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