La llamada de medianoche

Se você faz parte das fileiras das/dos trapaceiras(os), pode culpar seus genes.
Pesquisadores da Universidade de Binghamton descobriram que uma alta porcentagem das pessoas com o gene DRD4, também conhecido como gene "buscador de emoções", são propensas à promiscuidade e à infidelidade.
Eu devo ter montes de genes DRD4.

Se você está sozinha em casa (como eu estava naquela noite), o ritual, comum a muitas garotas, antes de ir pra cama, é mais longo e chato do que quando você está com seu marido:
Verificar a(s) fechadura(s) da(s) porta(s) de entrada, conferir o fechamento das janelas e portas de vidro e das torneiras de gás e água, checar se o computador está desligado,…
Finalmente ir ao banheiro se preparar pra noite.
E lá... xixi, bidê, escovar os dentes, maquiagem, creme noturno, ver o estado dos cravos, pinça pra tirar algum pelo pequeno do peito (sempre tem um, sei lá por quê).
Resumindo, uma boa meia hora antes de se jogar entre os lençóis.
Naquele dia também: já estava há mais de meia hora no banheiro e o telefone tocou, depois da meia-noite. Tive que correr, enchemos a casa de telefones sem fio, pra ter sempre um por perto, mas no banheiro não tivemos a "coragem" de colocar.
- Alô?
"Oi Inês, desculpa a hora"
- Quem fala? -
"Sou o Sérgio, já tava na cama? Atrapalho?"
- Que Sérgio? -
- Sérgio! Hesitei antes de ligar, sabia que podia te incomodar, mas... -
- Mas que Sérgio, porra? É uma piada? Quem é você? -
"Já te falei, sou o Sérgio. Não fica brava, por favor, eu..."
- Me liga depois da meia-noite, nem te conheço, e não posso ficar brava? Me diz quem caralhos você é ou vou desligar! -
"Se acalma, agora vou te falar, mas se acalma. Sabia que você tem uma voz linda? Como você tá vestida?"
- Idiota! -
Desliguei. Com os sem fio, a gente não pode nem ter a satisfação de "bater o fone com força", um gesto com um valor intrínseco fortemente... liberador.
Essa ligação me deixou nervosa.
Não conseguia dormir. Por um momento, só um momento, pensei num tarado que faz ligações obscenas, mas ele sabia meu nome! Sem dúvida era um conhecido ou, talvez, um amigo de uma amiga, que quis me pregar uma peça. Laura, Flor ou Susana… na cama com o garanhão da vez, e improvisou essa piada de mau gosto…?
“…liga você, ela não conhece sua voz,…, faz o sensual,… vai ser bom quando ela me contar, quando a gente se encontrar,… “
Uma nova campainha rompeu o silêncio da noite e interrompeu minhas teorias.
-Alô?
-De novo, Sérgio, não desliga, por favor, Inês. -
A tentação era forte, mas a curiosidade falou mais alto. Ele sabia meu nome!
-Para com isso, Sérgio, me diz quem é você e como sabe meu nome e meu número.
“Vai com calma, já vou te explicar tudo, agora relaxa.”
-Não relaxo porra nenhuma! Me liga uma da manhã e não me diz quem é! Vai tomar no cu! -
Pela segunda vez, apertei o botão de desligar.
O telefone tocou de novo.
-Porra! Sérgio, para! É uma da manhã e eu quero dormir!-
Silêncio.
-É você?-
Silêncio. Ouço como um gemido ao longe.
-Sérgio? -
Silêncio. O gemido se aproxima do microfone, agora ouço claramente.
Imagino a cena: o cara está com o telefone colado no ouvido e comendo uma gostosa, que está montando nele ou de quatro. Alucinante!
-Sérgio, fala ou eu desligo!- ameaço, enquanto o gemido continua profundo.
-Ok, Inês, cadê você? Tá na cama?-
Ele tem uma voz agradável e quente.
-É mais de uma da manhã, onde você quer que eu esteja?-
-E como você dorme? De pijama? De camiseta? Semi-nua? Me diz o que você tá vestindo. –
-Isso já é uma piada de mau gosto! Vou… -
E ouço sua voz quente:
-Não desliga, não é piada, Inês, eu gosto muito, muito de você, é uma ligação erótica. Vaaaai! Me diz o que você tá vestindo!-
Isso me surpreende. É alguém que me conhece e me deseja. Sinto um arrepio descendo pelas minhas costas. — Camiseta e calcinha.
— De que cor são? Me descreve.
— Tô com uma camiseta branca, Fruit of the Loom, e uma calcinha branca de algodão, Dafiti — Minto (nas marcas) com voz suave, como se fosse a coisa mais normal do mundo descrever pra um estranho o que você veste na cama. A situação me intriga, começo a ficar com tesão.
— A camiseta é justa?
— Sim.
— Dá pra adivinhar os bicos por baixo da camiseta?
A pergunta me dá um arrepio e um suspiro. Tô ficando excitada.
— Sim — sussurro — dá pra ver os bicos.
— Tem o viva-voz no seu celular? Liga ele.
Obedeço. Ele deve ter feito o mesmo, porque a voz dele fica com um tom metálico.
— Toca eles, toca eles, molha os dedos com saliva e molha a camiseta bem nos bicos, toca eles, aperta eles entre os dedos, puxa eles!
Ele falava bem devagar, segui as instruções; meus bicos tão durinhos, muito duros e muito sensíveis.
Começo a sentir a umidade entre as coxas.
Agora a ligação é definitivamente pornô, tô muito excitada e quero aproveitar.
— Tá tocando eles, apalpando?
Com a mão esquerda; a direita tá entre minhas pernas levemente abertas, roço as coxas (a carne tá super quente), desço até a buceta e acaricio por cima do tecido da calcinha.
Gemo, suspiro, não tão baixo que ele não ouça. Ele me ouviu:
— Com certeza você tá se molhando! Não é? Tá se molhando?
Murmuro alguma coisa entre os dentes. Ele deduz que sim, que tô me molhando.
— Você é uma fogosa! Linda e fogosa!... o Máximo tem razão: você gosta mais de pica do que de doce de leite!
O nome Máximo me surpreendeu. Achei (e não tava errada) que era o marido da Mônica, minha cunhada, com quem tive uma sequência perfeita, deliciosa, de transgressões.
Antes que eu pudesse perguntar:
— Você não sabe como eu tô com o ganso, o pau, com a cabeça vermelha e inchada pra fora!...

No fim, era irmão do Máximo.
Um dia me viram num shopping. e ele ficou impactado comigo e não parava de falar de mim pro irmão, toda vez que se encontravam. (Máximo “martelou” meu nome, que eu era acessível e, suponho, comentou sobre mim na intimidade).
Por Mônica, Máximo ficava sabendo quando meu marido viajava a trabalho. Naquele dia, ele avisou o Sérgio, passou meus números de telefone fixo e celular pra ele poder me contatar. Aí ele decidiu fazer aquela ligação erótica, à meia-noite. Vai saber por que pelo telefone fixo.
A ligação, de erótica, virou pornô e só terminou depois de uma longa, puta transa virtual e um encontro marcado pro dia seguinte.
Ele me mandou, depois pelo WhatsApp, uma foto dele abraçado com a Mônica e com o Máximo, caso eu tivesse alguma dúvida sobre o que ele tinha me revelado.

Depois de deixar os meninos na escola, no começo da tarde do dia seguinte à ligação, fui pro bar que o Sérgio escolheu. Com confusão e dúvidas sobre qual seria a sensação ao encontrá-lo.
Ele estava me esperando: alto, bronzeado, lindo como um deus grego, me cumprimentou com muita doçura, um beijo na bochecha, elogiou meu visual, rosto, sorriso, cabelo, meus (abundantes, ele destacou) peitos, a curva sinuosa do meu quadril… Minha perplexidade virou fumaça. O sexo virtual da madrugada ia ser presencial.
Sentamos, bebemos água tônica. A preliminar acabou logo:
— Brindo pelo que você e eu sabemos, que os outros nem imaginam, vamos deixar de enrolação e ir direto ao ponto. Que tal? — murmurou, levantando levemente o copo.
Concordei com a cabeça.
Ele pagou a conta e saímos:
— Pensei no hotel X… da rua… bem aqui do lado. Tá bom pra você? —
Respondi que não conhecia, que confiava no bom gosto dele… e que tinha no máximo 2 horas, porque precisava buscar meus filhos na escola.
No hotel, tive uma experiência única, diferente de tudo que já tinha curtido antes.
Começou com abraços e beijos carinhosos. Ele me levou e sentou na beirada da cama, e se ajoelhou no colchão atrás de mim. Me Abraçou, beijou o cabelo na nuca, depois o pescoço e, enquanto fazia isso, senti as mãos dele deslizando devagar sobre o tecido até chegar nos meus peitos e acariciá-los delicadamente. Essas carícias me fizeram fechar os olhos, suspirar e endurecer os bicos. Depois de um tempo de suavidade, ele apertou e amassou meus peitos com força, com as duas mãos. Virei a cabeça pra trás, fechei os olhos e me entreguei à sensação magnífica de beijos ardentes e intensos na boca, pescoço, bochechas. A mão direita dele entrou pelo decote e dentro do sutiã elástico pra amassar meu peito esquerdo, a mão esquerda desceu, levantou meu vestido justo de malha pra esfregar e apalpar a buceta por cima da calcinha.

Ele me teve, metendo beijos e amassos, por um bom tempo, me deitou, levantou meu vestidinho, tirou minha calcinha, colocou um travesseiro debaixo da minha bunda (pra levantar minha pélvis e ter uma vista melhor da paisagem) meteu a cabeça entre minhas pernas e se entregou a um rally de língua e dedos na buceta molhada, me fazendo gemer, suspirar, gritar e… ter o primeiro orgasmo da tarde… e um fluxo de sucos escorrendo entre minhas coxas.

Ele desceu da cama pra tirar os sapatos, a calça e a cueca, subiu entre minhas pernas abertas, me beijou, enfiou a pica e começou a me foder. Não lembrava que, no passado, eu era comida de vestido e sutiã, ele de camisa abotoada. Tava louca de tesão. Ele me bombou forte e devagar, até me provocar outro espasmo e, quando eu ainda era presa das deliciosas sensações de prazer:

— … agora é sua vez! — murmurou no meu ouvido.

Aí ele se deitou do meu lado, de barriga (e pica) pra cima, com os braços me levantou e me ajudou a me posicionar montada em cima do corpo dele. Não precisei ouvir duas vezes, enfiei de novo a pica dura e, já que tava montada, cavalguei sem freio, gemendo, suspirando, gritando até gozar de novo.

Inacreditável! Ele continuava sem gozar e com a pica “a mil”. Me deitou de lado, me penetrou na posição de conchinha e me fodeu gostoso, com a mão apertando minha bunda, até que eu gozasse de novo, e ele finalmente se derramou dentro de mim, com um gemido rouco e quente. colherinha e me deu um longo e delicioso tempo, ao final do qual ele gozou profusamente dentro de mim. Ficamos lado a lado, semi-vestidos, de barriga pra cima, minha buceta gotejando sêmen, o pau dele murcho.
Depois de um tempo de idas e vindas de elogios, com minhas forças restauradas, olho pro pau "manso e doce" sobre a barriga dele, apontando pra cabeça dele, e meu desejo se reacende. Fico de joelhos, as pernas dele entre as minhas, e começo a lamber, repetidamente, desde os testículos até a glande, o pau dele. Levanto ele e meto na boca pra chupar.

Uma faísca saltou dentro dele. Apressado, impetuoso em palavras, mãos e ações, ele se ajoelhou, tirou a camisa, arrancou meu vestidinho e sutiã, me deitou e...
Agora sim, nus os dois, ele me comeu se movendo de forma violenta, rápida, cheia de paixão, até o orgasmo, soltando esperma que senti como se tivesse enchido minha buceta. Antes de parar completamente, me provocou um último orgasmo da tarde.
Fantasio que esvaziei ele por completo. De novo deitados de barriga pra cima, lado a lado, não temos mais tempo além do suficiente pra algumas poucas frases de despedida:

— Você é inacreditável, gostosa!... Uma diva da buceta!... Vai ter outra vez, né?
— Você também é divino, um deus da pica!...

Combinamos um replay o mais rápido possível.
Nos higienizamos e vestimos.

Na porta da escola, as crianças, com alvoroço:
— Mamãe, mamãe! Você não sabe o que vamos fazer...!
"Vocês não sei, eu vou me enroscar de novo com o Sérgio", pensei.

2 comentários - La llamada de medianoche

Por lo visto biene de familia. Tu cuñada sabe de tus andanzas y ella tambien juega con fuego. Tu marido sabe que estubiste con Maximo?, tu concuñado y parece que tu cuñada sabe que estubiste con el. Van puntos