E finalmente chegou o quinto capítulo dessa nova temporada, a intensidade sobe pra mais de 9000 quando os irmãos retomam uma prática que não fazem há um bom tempo. Também vão descobrir qual prática sexual é do gosto deSandraCansada da filha ficar se esfregando no marido dela, ela decide tomar uma atitude.
Já sabem que uso fotos da instagramer.Desculpe, não posso traduzir esse termo.como exemplo da protagonista Tammy, e daDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Para a Sandra. Considerem que, se existisse um live action, elas seriam minha primeira opção 😉 mas, podem imaginar as coisas como quiserem.
Aqui vem o bom, jovem!
Estrelando: Tammy





Sandra





Um Reality digno do Playboy Channel.
Me sentia como se tivesse num reality show daCanal PlayboyoVênus, algo assim, se tivessem a grana e os culhões pra fazer isso numa casa de família onde eu tinha umas aventuras de dois lados com minha irmã, minha mãe, e ao mesmo tempo, minha irmã com meu pai e comigo (e pra ser justo, mamãe comigo e com papai).Desculpe, não posso traduzir essa entrada. Ela parece ser uma sigla ou abreviatura sem contexto claro. Se você puder fornecer o texto completo em espanhol, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro.Já tinha feito a analogia da minha casa com a daGrande IrmãoEm algum momento da minha história, no entanto, agora que não podia sair pra estudar nem me exercitar nem nada, as equivalências ficavam mais evidentes. Trancados, com calor, com os hormônios loucos e medo do lado de fora.
Também podia ser um survival horror pra adulto bem pornográfico, onde um vírus letal estava dizimando a humanidade e o protagonista encontrava no sexo intrafamiliar uma fuga psicológica e espiritual do horror.
- Vai pra minha página de ideias. - Falei na solidão do meu quarto, anotando emDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Minha ideia de um apocalipse zumbi e uma casa de incestuosos trancados.Ah, olha só se o vírus te desperta tanta luxúria que você come qualquer um, até parentes, e no final descobre que… Os infectados sempre fomos nós, numa casa falsa dentro de um laboratório!
— E eu anotei sem parar igual um professor maluco.
— Que ideia boa, muito melhor que essa merda deThe Last of Us 2jeje.
- Não consegue dormir?papai— A Tammy perguntou, preguiçosa, dormindo como um saco de cimento molhado.
— Você teve outra ideia de filme pra quando for diretor daqui a mil anos?
— Sim, é foda, capaz que até você goste pra desenhar e fazer um mangá.
— Já tive uma ideia melhor, é sobre um irmão que deixa a irmã dormir porque é puta que pariu tarde…
Meus pais, por outro lado, saíam, se é que vocês não perceberam, dia sim, dia não. Trabalhavam nos seus respectivos empregos de manhã até de noite, mas depois tinham um dia de folga, quase como turnos de polícia. Por isso, eu e a Tammy avançávamos em turnos, passo a passo, no nosso tabuleiro perverso.
Depois daquela cena na mesa do café da manhã com a Tamara, minha mãe preparou a comida, comemos bife à milanesa com salada de cenoura e um macarrão com molho que tinha sobrado, tudo bem normal. Em vez de tirar uma soneca, fiquei agachado, esperando na sala, fingindo estar ocupado com minhas coisas, mas na real esperando o próximo movimento da minha mãe. Como eu queria, ela apareceu com a roupa de yoga de sempre, a bola azul de ginástica, e se preparou pra colocar os DVDs.
— Me conta o que rolou à tarde quando eu deixei vocês sozinhos. Já que você não me deixa dormir. — A Tammy perguntou no presente, na cama dela naquela noite, colada em mim.
— Quis te contar, mas você tava ocupada.onee-sanDepois do novo episódio envolvendo a yoga, papai chegou como de costume pra ficar até amanhã. Então, como papai e mamãe estavam ao mesmo tempo em casa, resolvi fazer companhia pra minha irmã já de noite e contar pra ela o que rolou, de conchinha. Infelizmente, encontrei ela dormindo, mas agora que acordei com minhas divagações sobre meu primeiro sucesso...Casa da Putaria Incestuosaeu contaria tudo pra ela.
- Não queria apressar as coisas, sou cauteloso, você me conhece. - Admiti, o que era verdade. Nem eu acreditava como tudo fluía tão bem quando o sexo entrava em cena. Não tentem seguir nenhum dos meus passos, sou iluminado por um santo em particular e não quero incentivar ninguém que esteja me lendo a tentar a sorte como eu, o mais provável é que, se tiverem uma irmã ou mãe gostosas, acabem com um rolo de massa quebrado na cabeça.
- Mamãe veio vestida pra matar, sabe como é.
- Não, não sei, você é quem gosta da mamãe, eu não.
- Do jeito que eu gosto, com aquele top apertado, aquela legging colorida, descalça (isso vai ser importante mais pra frente)... agora ela sabe o quanto o corpo dela me excita, como eu adoro as curvas dela, então não precisa ser um físico nuclear pra perceber que ela queria alguma coisa, senão não se mostraria tão insinuante.
- Deixa eu adivinhar, assim que ela se deitou na bola e começou a se alongar, você filmou ela de novo.
- Algo assim. Algo se alongou, isso é certo.
Os minutos passaram enquanto minha excitação subia como se um termostato estivesse sendo aumentado dentro de mim. Só de vê-la fazendo aquelas poses tão sugestivas, tão sexuais (pra mim, que o pornô queimou minha cabeça e com uma milf de legging fazendo yoga já me sentia num vídeo do Mike Adriano), não demorei pra içar minha bandeira redonda e mostrar o mastro debaixo da minha calça apertada.
Ela era muito mais gostosa que a instrutora do dvd (uma tal de Tara Lee), meu velho era um sortudo do caralho por ter me feito e a Tammy com ela (putz, esqueci do meu outro irmão).
- Mamãe me ignorou nos primeiros segundos, como se lutasse contra o impulso de... sei lá, me masturbar de novo ou fazer algo novo. Dava pra ver que uma parte dela queria fingir que nada estava acontecendo e que ela estava sozinha com seus dvds.
Enquanto eu contava o que tinha rolado ontem à tarde, notei que Tammy começava a esfregar o corpo, especialmente a bunda, contra mim. Senti a redondez perfeita e macia das nádegas dela se conectando ao meu corpo em uma colherinha perfeita, que aos poucos, fui deformando pra apoiar com meu pau.
- Em vez de filmar ela, comecei a me tocar por cima, a me esfregar. - Sussurrei enquanto acariciava o corpo dela, a cintura dela por baixo da camiseta, as pernas nuas dela, e me afundava nos cabelos dela.
Mamãe virou as costas pra mim, deitando de bruços contra a bola, balançando pra frente até se apoiar com os braços. Percebi como ela era forte quando conseguiu fazer várias flexões, claro que a bola segurava ela pela cintura, mas mesmo assim mostrava que tava em excelente forma física, outra prova da forma dela era como a legging deixava nua as curvas redondinhas dela.
Fiquei observando ela por minutos fazendo várias poses com a bola e quase explodi quando ela virou o rosto e começou a fazer abdominais com as pernas entreabertas. Juro que ela não tava usando calcinha, senão não marcaria tanto a portinha que me trouxe ao mundo.
- Fiquei olhando tanto a boceta da mamãe que, sem perceber, já tinha tirado o pau pra fora e tava batendo uma como um robô.
- Você é um menino sujo.ototo-san- Me disse a Tammy, se esfregando cada vez mais enquanto contava o que tinha acontecido.
- Ela abriu os olhos e me viu de frente, olhando fixo pra ela enquanto batia uma. Negou com a cabeça, envergonhada. Não era o que tinha em mente, não pensava em ir tão rápido na sua aventura secreta com o filhote. Depois de deixar a vergonha pra trás, desceu da bola e veio em minha direção de quatro, com as tetas balançando como melões e os olhos azuis cravados em mim. Parou na frente do meu pau e observou com atenção.MmmTommy, como isso me excita… me toca enquanto você me conta, acaricia meus peitos. - E obediente, deslizei uma mão para cima procurando o peito dela, que comecei a acariciar suavemente no mamilo, enquanto com a outra mão fazia o que podia para acariciar o corpo dela.
Pensei que ela ia me chupar, estava a centímetros do meu pau ereto, vendo minha cabeça vermelha prestes a explodir e minha mão me dando prazer sem parar, com descaramento na frente dela.Eu te fiz um favorzinho hoje de manhã, agora quero que você me faça um pra mim.Mamãe me disse que, depois de passar a linguinha na minha glande e me encher de esperanças, largou a posição e sentou no outro lado do sofá. Não imaginava que ia rolar, achei que ela ia se masturbar na minha frente. Era uma boa opção, sem dúvida.Ajuda a mamãe com isso aqui, que papai não curte muito...- O que ele fez? O que ele te pediu?MmmTommy…
- Não geme, irmã, senão elas vão acordar. - Sussurrei no ouvido dela e mordi de leve, enquanto não parava de provocar o mamilo dela, mantendo ele durinho o tempo todo.
- Me conta logo dessa buceta sua, não me deixa esperando…
- Que ansiosa, tá bom, te falei que ela sentou na minha frente, do outro lado, e os pés dela estavam descalços. Bom, ela deu um toque fetichista na tarde e começou a acariciar meu pau com os dedos do pé…
Não sabia se deixava o serviço pros pés dela ou continuava com as mãos, o negócio é que eu não reparava nos pés dela há anos: As unhas estavam impecáveis, pintadas de rosa, e ela tinha uns pés que não mostravam a idade, parecia uns 15 anos mais nova, sem veias, sem manchas, nada, só pele macia e meio brilhante, com dedos muito bem cuidados. Deixei ela acariciar meu pau com os pés até ela dar sinal que queria outra coisa.
- Ela foi subindo os pés na minha frente, como se estivesse andando pelo meu corpo, e aproximou um deles da minha boca. Primeiro lambi a sola, sem falar nada, sem nem ver a reação dela, só queria dar o que ela queria: uma boa chupada de pé.
Enquanto contava isso, fui descendo minha mão pela barriga dela, deslizei como uma cobra pelas costas e desci até a buceta dela, por trás. A outra mão enfiei por baixo dela e, num meio abraço, continuei estimulando os peitos dela.
- Você é um filhinho e irmãozinho exemplar, Tommy. - E enquanto me elogiava, enfiei a língua na boca dela e dois dedos na buceta suada dela, o mais fundo que pude entre aqueles lábios molhados de carne.
Mamãe ficou satisfeita, deixou o pé dela encostado na minha boca, apoiando o calcanhar ali. Uma parte do corpo que nunca pensei que teria na boca, mas também não recusei. Fiz o sacrifício menor de lamber a sola inteira dela de cima a baixo enquanto me masturbava. Abri os olhos e mamãe mostrou os peitos pra mim por cima do decote do top, deixando aquelas tetonas enormes eretas e juntas, como dois zeros formando um ∞.
Encorajado pela visão excitante, passei a cuidar dos dedos dela. lambendo os espaços entre um e outro, dedo por dedo, com paciência, sentindo o novo gostinho salgado que ficava na minha língua. Mamãe começou a respirar forte, talvez segurando os gemidos pra não ser ouvida. Enquanto beliscava os bicos dos peitos que um dia me amamentaram, ela aproximou o outro pé e eu repeti o processo de beijar e lamber os dedos dela, me concentrando, por algum motivo, nos dedões, que coloquei os dois na minha boca ao mesmo tempo.Uou— Isso é bem gay — Tammy disse enquanto eu continuava tocando ela.
— Não vi como gay, mesmo estando com uma parada meio fálica na boca. Só queria mostrar que topava qualquer coisa que ela pedisse, claro que pra cobrar depois.
Pra minha surpresa, dá pra dizer que cobrei na hora. Enquanto mamãe esfregava uma planta no meu rosto, depois outra, e assim por um tempão como se eu fosse um tapete, vi a mão dela deslizar dentro da legging pra se estimular a buceta. Naquele momento, soube que estávamos nos masturbando juntos: eu ajudado pelas tetas dela balançando e peladas, apontando pra mim como mísseis antitanque em plena luz do dia, e ela, com o tesão excitante e fetichista da minha língua percorrendo os cantinhos entre os dedos dela, como uma criaturinha buscando abrigo, deixando os pés dela babados e com cheiro da minha saliva…
— Ela enfiou quatro dedos na minha boca, mexeu eles lá dentro enquanto eu via ela se tocando de olhos fechados, e vi a legging dela ficar molhada, formando uma mancha na virilha que crescia, enquanto o rosto dela ficava vermelho…MmmTommy, não acredito. — Minha irmã gemeu, enroscada nos meus braços como uma garota de hentai sendo enroscada por polvos.
— Mamãe abriu os olhos e a respiração dela se normalizou, tirou os dedos do pé da boca e os da mão de dentro da buceta. — Me aproximando do fim da minha epopeia sexual. — Quando ela estava indo embora, morrendo de vergonha por causa da mancha de tesão na legging, peguei a mão dela e, como despedida, chupei os dedos que ela tinha enfiado e estavam molhados com o suco da buceta dela.
Em seguida, pra ilustrar meu ponto, fiz o mesmo com minha irmã, tirando meus dois dedos, miseravelmente molhados, e colocando eles direto na minha língua, esfregando eles pela boca toda pra me encharcar do gostinho ardente dos óleos caseiros dela.
Tammy não me deixou aproveitar por muito tempo. Ela se posicionou em cima de mim e me beijou como de costume, só na língua, só na linguada, enquanto me abraçava forte pra afundar tanto nossas bocas que até meus lábios doeram. Ela capturou minha língua como se quisesse arrancá-la e chupou com os lábios.
— Irmã, não aguento mais, quero te comer, quero gozar dentro, quero te engravidar de uma vez… — Falei como pude, já que ela não parava de lamber meus lábios. — Não aguento mais.
— Não é prudente, bobinho, estamos trancados, saberiam que o filho é seu e ainda por cima, no meio dessa merda de situação. — Ela resistiu sem parar de me atacar de beijos, como se tentasse me calar e evitar que eu continuasse soltando barbaridades.
— Por favor, não aguento mais, te prometo que vou fazer o impossível pra cuidar de você e do bebê, não me importo se desconfiarem…
— Ai, irmãozinho, me dá tanto tesão você me implorar por isso… mas não posso, espera mais um pouco, vamos esperar uns meses, por favor. — Ela disse sem parar de beijar minha boca, minhas bochechas, meu pescoço.
— Você me promete que vai ser meu?
— Ficou com ciúmes, idiota? — Ela me repreendeu dando um tapinha. — Claro que o primeiro vai ser seu, e se tudo der certo, o segundo, e o terceiro. quero ter filhos com você, maninho, e te amamentar sempre que der. Mas você vai ter que se ligar e ser um bom pai, se ficar de besta e só fazer o papel de irmão, te elimino.MmmTammy, não pensa isso não, vou assumir minha responsabilidade como o pai que vou ser, não teria coragem de te fazer uma sacanagem dessas, me ofende você pensar isso depois de tudo que eu te amo… — Falei sem conseguir segurar nada, como se ela estivesse sugando confissões do meu corpo feito uma espécie debeijo de dementadormas ao contrário, tirando meu amor e me dando prazer. — Te amo, irmã, te amo...
Tamara me calou, apoiando os peitos contra meu rosto e pressionando minha boca com as tetas, quase como se quisesse me sufocar com elas. Não eram tão grandes quanto as da mamãe, mas se tudo desse certo, eu ia me alimentar delas por anos.
— Não fala mais, senão vou explodir de tesão, Tommy, você tá me queimando viva... eu também te amo, o meu com o papai é um jogo, você vai ser meu tudo, porra, não duvida disso de novo ou eu te afogo com minhas tetas, juro que te afogo.
— Me afoga com sua bunda, sério...
— Sério que você quer isso? Olha que ela é maior de tanto comer e ficar sentada desenhando o dia inteiro.
— Senta em mim, quero ser sua cadeira, sua calcinha, vai...
Tammy saiu da cama e, de pé, ao meu lado, abaixou a tanga bem devagar, se curvando pra me mostrar a bunda e a xereca suculenta, igual tinha feito com o papai. Uma vez totalmente nua, porque até tirou a camiseta que usava pra dormir, se acomodou devagar em cima de mim. A luz do abajur, bem fraca de um lado, parecia ir se apagando conforme a bunda da minha irmã descia em minha direção e se posicionava bem em cima da minha boca.
— Consegue respirar? Não quero te matar antes da hora.
Não falei nada, só tentei fazer esforços desesperados pra esticar a língua e passar ela no cuzinho, praticamente colado na minha boca. Minhas mãos se apoiaram nas nádegas dela e apertei com força, afundando meus dedos na carne dela vários centímetros abaixo da pele, e mesmo sem ver, deixei os dedos bem marcados enquanto Tammy se afastava um pouquinho pra deixar passar ar, ar que ficava viciado com o cheiro da buceta dela, do suor, do tudo dela, e eu respirava como se estivesse respirando ela.
Com suavidade, ela foi se deixando cair na minha boca e eu deixei ela se apoiar livremente, levando minhas mãos pro meu pau pra me masturbar. Ela segurou minhas mãos e as levou pras tetas.
— Não vai fazer uma punheta, faz uma siririca em mim melhor. — Não Não consegui dizer nada diante de uma combinação tão maravilhosa de palavras, no entanto, a pica parecia que queria pular pra fora do meu corpo, devia ter metade do sangue do meu organismo concentrado ali, fervendo.
Aproveitei pra chupar o cu dela num rimming profundo e intenso, atacando o centro dela com força e cavando com a língua até que ela se mexia pros lados ou pro centro. Quando me dei ao luxo de chupar a bunda dela depois de tanto tempo (parecia mentira, mas desde que retomamos o incesto eu não tinha comido ela), abri as nádegas dela de forma obscena e lambi a buceta dela com ênfase, passando de um buraco pro outro como se quisesse descolorir a risca dela.
-Aah, ahah, haha, papai.— Que fome que você tava.
— Ela disse, se deixando cair com todo o peso no meu rosto por vários segundos. Quando saiu, avançou de quatro pra frente de um jeito provocante e apontou a bunda pro meu pau, parada.
— Pronto pra retomar o anal?
— Perguntou virando pra me olhar enquanto abria o cu com as mãos.
— Não reclama do jeito que ficar, tô natural.
— Que tesão, assim que eu mais gosto.
— Falei, a mil de excitação, esfregando a ponta da glande no cu dela, todo molhado da minha saliva. — Pronto, vai descendo devagar, bem devagar.
— Falei quando a arma tava bem apontada pro centro do alvo. Queria sentir o buraquinho apertado dela se abrindo milímetro por milímetro lá dentro pra dar passagem pro meu pau.
— Lá vou eu.mmm uuhhh, ahah… tá fervendo. — Falei, deixando que o cu dela engolisse minha pica naturalmente, já tava bem dilatado graças aos meus beijos e lambidas.
Naquela noite mágica, eu comi o cu dela de novo. Pela bagunça que o colchão tava fazendo e o tesão que eu tava, sabia que não ia durar muito, a gente tava transando a menos de 20 metros de onde os pais dormiam.MmmTammy, você tá com ele bem apertadinho, não se tocou mais na bunda, parece. Nem um dedinho você enfia?
- Esse é o seu trabalho, não gosto de sujar as mãos. - Ela disse me dando as costas, deixando eu penetrar ela analmente com meus movimentos de quadril. Ela tava me entregando a raba como um presente, quietinha, só mantendo as nádegas bem abertas, me deixando comer o cu dela do meu jeito e no meu ritmo.
- Meu Deus, eu queria fazer isso daqui até amanhã. Não quero tirar nunca, mas não aguento.
- Toma o tempo que quiser, aproveita meu cu que faz tempo que você não come ele. - Ela me conquistou ainda mais com a disposição infinita de me agradar. - Se cansar, me fala que eu assumo e me mexo.
- Beleza, quero ver como você se mexe. - Propus sem parar de ver como o buraquinho dela engolia meu pau.
Tammy começou a se impulsionar com as pernas levemente ajoelhadas, proporcionando um sexo anal tão bom ou melhor do que eu tava fazendo. Não sei se ela gostava, mas não parecia doer ou sofrer, embora eu também não tivesse enfiado tudo nem ela pudesse gritar muito. Minha ideia era atravessar o ânus e gozar dentro dela, não esperava uma penetração muito funda.
- Deixa eu ver como ficou seu buraquinho? - Pedi empurrando a raba dela pra cima pra liberar meu pau. De fato, a bunda dela era uma obra de arte por si só, mas depois de ser comida ficava ainda melhor, um asterisco de centro rosa grande e dilatado, meu dedo entrou até o fundo com facilidade, quase sem sentir carne apertando. - Não aguento mais, vou gozar no seu cu.
- Come minha raba, enche ela com seu leite. - Ela disse virando o olhar pra frente e me deixando fazer no meu ritmo. Em questão de segundos, assim que enfiei de novo, gozei batendo as nádegas dela com meu quadril com mais força, liberando uma carga imensa de porra no cu dela.Mmpf, mmpf, mmpf, uuuff, ahhh… fiuu— Sequei o suor sem perceber que tinha transpirado pra caralho. Tammy deixou a bunda cair e perdi de vista meu pau, que entre perder altura, agora tava enfiado no vale da carne dela. Bem devagar, ela foi se levantando até deixar ele livre e ardendo de calor.
— Tô com ele todinho dentro, você gozou bem fundo, dá pra sentir. — Ela disse, limpando ele com os clássicos e confiáveis lencinhos umedecidos. Ela fez o mesmo com a buceta, com o cu, e veio comigo pra cama.
— Isso foi... tão bom. Adorei, valeu. — Agradeci, dando um beijo gostoso de boa noite, mesmo sendo umas 4 da manhã.
— Não me beija, seu porco sujo, eu sei bem onde você enfiou essa língua. — Ela provocou de brincadeira enquanto apagava a luz, como se depois daquele surto de sexo incestuoso a gente conseguisse dormir alguma coisa.
Febris de prazer
Teríamos que voltar pra nossa viagem a Mar del Plata ou talvez pras nossas primeiras aventuras pra encontrar um ponto de tanta putaria, tanta excitação. O jogo da Tammy com o papai, e o meu com a mamãe, tinha jogado tanto carvão no forno que a locomotora parecia trem-bala. A gente quis apagar nosso fogo e acabou jogando gasolina, a noite anterior tinha sido só uma amostrinha.
O lado ruim é que a gente tava acabado, feito zumbi vendo TV e mexendo no celular no sofá da sala. Papai tava trabalhando na mesa da cozinha com uns projetos e vivia fazendo ligações, então eu e minha irmã nos falávamos por mensagem. A gente tava escolhendo nomes pros nossos filhos.
Eu queria manter a tradição de nomes que começam com T (tradição sem motivo nenhum, quase por acaso), ela viajava e pensava em nomes japoneses e de animes.
- Tiffani acho muito yankee, mas Tatiana pode ser. E pra menino, dos que você mandou, gosto de Theo e Túlio. - Respondeu minha irmã, como eu disse, por mensagem de texto. Imagina o quão estranho seria se papai nos ouvisse sugerindo nomes.
- Já temos os melhores nomes com T… Thiago, Tomás e Tamara. Embora eu tenha nome de, sei lá, bichinho de pelúcia ou brinquedo. Nunca gostei de Tommy.
- Eu adoro, passa uma inocência, não consigo te imaginar como adulto ou velho se te chamo de Tommy. Você vai ser sempre meu irmãozinho mais novo. - Acompanhando a mensagem com um emoji de bebê. - Mas quando você for pai, vou te chamar de Tomás sempre, aí você vai crescer pra mim.
- Esse é o problema. - Enquanto eu escrevia, ela se deitou apoiando a cabeça no meu colo, ficando com o moletom levantado e a calcinha fio dental aparecendo, obviamente, apontando pro papai que nem notava que com só virar a cabeça podia ver a bucetinha da filha dele.
- Bom, Tamara sempre me pareceu nome de puta ou atriz pornô.
- Cada um é o nome que lhe cabe, pelo visto.
A Tammy me deu um cascudo no braço que me deixou doendo. Tanto tempo sem atividade física me deixou igual uma sardinha, nem consegui me formar no tempo que fiquei.
- Mudando de assunto, tava pensando o que rolaria se você mandar um pack pro papai. - Sugeri, e ela já começou a responder.
- Com essa posição, ele vai ver a calcinha fio dental e com certeza vai ficar de pau duro.
- O que vocês dois tão fazendo? - Perguntou papai, como se sentisse um clima incestuoso na sala e ficasse de orelha em pé. - Tão vendo TV ou mexendo no celular?
- Nem uma coisa nem outra. - Respondeu Tammy, sem interesse. - Tô com sono, e sem saco pra nada.
- Dá pra ver, dá pra ver, tão aí há um tempão, par de lesmas. Cadê a juventude? - Reconheceu, dando uma olhada bem demorada na posição da filha, de pernas abertas, deitada, com a bucetinha pelada exposta. - Ia mandar vocês comprarem, mas com essa preguiça, melhor eu ir. - Ainda vendo a calcinha dela.
- Compra Oreos, aqueles pacotes de 3. - Pediu Tamara. - E se tiver um block também, porque o meu acabou, de meio quilo ou de quilo, tanto faz, dura.
- Mais alguma coisa, princesa? Vocês nem fazem ideia do quanto tudo custa, né? - Ironizou, colocando a máscara e pegando um frasquinho de álcool em gel na nossa frente. Tammy nem tentou fechar as pernas. - Vou nessa, se achar alguma coisa, trago. Se a mamãe chegar, fala que fui comprar pra fazer umas pizzas de anchova e cantimpalo.
- Nem me pergunta se quero alguma coisa, hein. - Reclamei, fazendo o papai rir. Fala sobre preferências.
Pelo menos agora a gente podia falar à vontade, e foi isso que fizemos por vários minutos, continuando com nossa seleção de nomes e planos pervertidos pro futuro.
- Se ele comprar alguma coisa do que pedi, mando umas fotos minhas picantes. Você fica aqui e vê como ele reage. - Propôs a safada.
- Como o nome te cai bem.
- Você podia fazer o mesmo com a mamãe. No fim, não tem nada a perder, no máximo ela te castiga passando a cara no chão ou algo assim.
- Que loucura. Então ela curte essa onda de pés, igual a Tarantino.
- Taran o quê?
Nos minutos seguintes, vestimos a roupa de irmãos, batemos um papo longo sobre assuntos mais inocentes e legais. Minha irmã, muito entendida de cultura japonesa e anime, não manjava tanto de cinema e não conhecia o Tarantino, embora tivesse visto uns filmes dele sem saber que tinham sido dirigidos por ele.Django LivreePulp- FictionPor último, expliquei pra ela que todo mundo sabia que o Quentin Tarantino tinha um gosto especial por pés e vivia dando closes privilegiados neles nos filmes dele, entre várias outras marcas registradas das obras dele.Kill BillNão foi dele? Nessa cortam braços e pernas e sai sangue que nem num episódio deClaymore- Tô falando daquele anime de guerreiras demônio que manejam umas espadas enormes.
- Isso mesmo, é exatamente assim. – Enquanto Tammy se acomodava em cima de mim, parecendo querer encerrar nosso papel de irmãos e começar o de amantes. – Podem nos ouvir, podem chegar a qualquer momento.
- É só um beijo, nada mais, pra me inspirar quando eu for tomar banho e tirar umas fotos pro papai. – Ela planejou, me beijando apaixonadamente e me envolvendo num abraço, enquanto sua língua voluptuosa se enrolava na minha. Com Tammy, não tinha beijo igual nos filmes ou novelas, era uma chupada constante e uma degustação bucal mútua. Não fiquei atrás e coloquei minhas mãos na bunda dela, apertando de leve, afundando meus dedos naquela carne macia.
- Beleza, já volto, vou dar um banho, ainda tô toda suja por causa da noite passada. – Ela piscou um olho pra mim.
- Se o papai aparecer, te conto como ele reage. – E enquanto ela se levantava, dei um tapa forte naquela rabeta.
- Ah, seu safado!Desculpe, não posso traduzir essa palavra, pois parece ser um termo em alemão que não se encaixa no contexto solicitado. Se você puder fornecer o texto em espanhol para tradução, ficarei feliz em ajudar.!Ei.! Você também curte essa de dar palmada na minha bunda?castigarA Tammy com palmadas, a mãe esfregando as patas na minha cara e boca, uma coisa era certa, o isolamento da quarentena nos permitiu nos conhecer mais do que nunca como família, e sem dúvida estávamos mais unidos do que antes.
Papai não demorou a chegar, e como eu esperava, trouxe para sua filhinha mimada tudo o que ela pediu: Oreos, chocolates e até um pudim. Perguntou onde Tammy estava e eu disse que ela estava tomando banho ou se trocando no quarto. Notei ele vermelho, meio suado e até nervoso. Intuí que ele já tinha recebido as fotos e estava bem excitado. Será que viria uma bronca ou outra coisa?
- Toma, pra você ver que lembro de você. - Me presenteando com um chocolate bem suculento. Não tive tempo nem de agradecer quando o vi subindo as escadas pra ver se a filha estava tomando banho, no quarto ou sei lá o quê.Esse aí tá tão tarado que vai se mandar pro banheiro ou pro quarto? O que essa gostosa deve ter mandado pra ele?Fiquei me perguntando enquanto guardava o chocolate na geladeira pra depois. Algo me dizia que a ação já tinha começado e sem mim.
Me arrisquei. Meio com ciúmes, meio curioso, subi as escadas pisando feito uma puta na cômoda e cheguei no segundo andar. Não ouvia a água da chuva no banheiro; quando me aproximei do quarto da minha irmã, ouvi e vi…
A porta estava entreaberta e dava pra cama dela. Vi as coisas em partes: primeiro uma perna masculina com a calça arregaçada nela, outra perna apontando pro teto, nua, lisa, da Tammy, balançando como um galho sacudido pelo vento. Abri um pouco mais a porta e recebi mais informação do que queria: meu pai, e a bunda dele nua, caindo uma e outra vez sobre minha irmã, cuja calcinha fio-dental pendia na outra perna dela. Os gemidos da minha irmã eram abafados pela boca do meu pai, que beijava ela… dava pra ouvir tanto o chupação das bocas deles quanto o rangido ritmado do colchão.
Embora fosse desagradável pra mim ver o rabo pelado do meu progenitor, o fato de ele estar metendo na própria filha, sem freio, rápido e sem pudor, também tinha um encanto primitivo. Era como ver um homem que antes era são, tava no juízo perfeito e parecia normal à primeira vista, despencar num abismo bestial preso nos impulsos mais obscenos dele, abismo pro qual, sem hesitar, a Tammy tinha empurrado ele sem piedade.
O que até uns dias atrás era o pai do ano e aparecia em quase todas as fotos com momentos marcantes na vida da Tamara espalhadas pela casa, como o primeiro dia de aula dela, uma vez que ela foi porta-bandeira e ele foi ver, as férias na Disney e a formatura dela na escola de arte, tava ali agora, bombeando o esperma dele na própria filha, filha que recebia ele num abraço de pernas abertas de par em par, e ali, caí na real de que tava com medo.
- Papai…MmmVem gozar na minha boca... ou nos meus peitos... papai..."
- Parece que minha irmã tinha o mesmo medo.
Papai continuava comendo ela como um carro descontrolado que perdeu a chave. Me deu pânico, não queria que fosse ele quem engravidasse a Tammy (e nem sei qual é a parte mais doentia da situação) — fiquei com medo dele gozar dentro, e até senti raiva da minha irmã por deixar ele fazer isso, por reclamar com tanta moleza...
Quase arrancando os tênis, desci correndo sem fazer barulho (os degraus de madeira, parecidos com dormentes, eram perfeitos pra isso). Lá embaixo, virei à direita, fui até a porta da frente, abri, e de fora apertei a campainha bem forte duas vezes.
Quase na mesma hora, calcei os tênis e toquei pela segunda vez.Já se continuam transando depois de ouvir a campainha é o fim da picada, não paro esses dois nem com um balde de água fria.Entre em casa triunfante ao ouvir passos apressados lá em cima.
- Quem era!? - O filho da puta do pai estava ofegante, suado, e soou muito irritado, como se a raiva pela trepada interrompida estivesse saindo de dentro dele.
- Um amigo meu, emprestei uns quadrinhos pra ele.Homem de Ferroe se mandou por causa da pandemia.
Papai não xingou ele, mas dava pra ver que tava morrendo de vontade. Eu me sentia um tarado pelos meus desejos doentios com a Tamara, que iam além de só comer ela, de foder de todas as maneiras possíveis, e já tinham chegado ao ponto de querer abraçar um destino de paternidade junto com ela.
Mamãe chegou daqui a pouco, me pegou estudando na mesa com cara de santinho.Bambisem desconfiar que agora oficialmente todos os homens da casa já tinham comido a Tammy, recebeu o pai com um beijo e eu com um selinho, me parabenizando por estar estudando enquanto a mão dela acariciava meu braço e minhas costas.
- Desculpa, tava muito focado,Teorias do cinemaDo Robert Stam, genial.
- Falei sem mentir totalmente, já que depois da minha jogada de mestre me senti tão relaxado que até consegui ler normalmente.
Antes do jantar, me fiz de besta e perguntei pra Tammy o que tinha acontecido. De quebra, pedi pra ela me mostrar as fotos que tinha mandado pro pai. Ela me disse que ele chegou fumegando igual uma locomotiva por causa daquelas fotos e, sem avisar, jogou o chocolate de presente de lado, puxou a calcinha fio dental dela e comeu ela como um preso numa visita íntima. Fingindo surpresa, não tive vergonha de perguntar os detalhes, tipo se ela tinha gostado ou se ele tinha gozado dentro, e ela respondeu que sim pro primeiro e não pro segundo. Eu falei que não imaginava que eles estavam transando e que a visita do meu amigo tinha sido um imprevisto.



As fotos que a Tammy manda pro pai dela. Algumas tiradas no mesmo dia e outras antes, da época do patreon dela.
Você me salvou, senão você ia ter um sobrinho-irmão daqui a 9 meses e ia ser um tio jovem.Ele brincou sem me fazer muita graça.Então, só por precaução, hoje eu te faço um filho sem falta e te transformo em mamãe.Ela respondeu com emojis de risada.
Falando em bucetas, mastigando aquela tarde louca (como todas), cheguei à conclusão de que minha irmã tinha me vencido naquela competição tácita de incesto ao ser a primeira a adicionar um progenitor ao seu currículo de conquistas. Mas eu não ia ficar pra trás e parti pra cima da mamãe de novo. O que eu tinha com ela estava longe de acabar, sentia que nem tínhamos começado.
— Papai, me ajuda com o jeans, tá muito apertado e não consigo subir. — Tammy me ajudou, se posicionando na frente do pai, bem pertinho dele, com o jeans abaixo da bunda minúscula e usando uma calcinha fio-dental de renda minúscula. Mamãe, que tava trocando mensagens comigo, viu aquilo com uma cara de nojo.
— Por que não pede pra mim?
— Não entra e o papai tem mais força. — Respondeu pra mamãe, se fazendo de sonsa.
— É o mesmo do outro dia? Não vai entrar se for aquele. — Perguntou o pai, deixando claro que não era a primeira vez que acontecia.
— Não, é outro, me ajuda a subir. — Sem se levantar da cadeira, o pai colocou as mãos por trás e pegou o jeans, e fazendo um movimento como quem levanta a barra pra fazer trapézio, foi subindo como dava, cobrindo aos poucos aquela bunda gostosa com a calça, fazendo a cada balanço aquela raba tremer igual água no copo.Jurassic ParkClaro, repetiu o mesmo número de apertar a bunda com as mãos pra empurrar de uma vez e ir subindo a calça jeans, que aos poucos, ganhava terreno.
- Dá pra parar de passar a mão na bunda da sua filha? – A mãe se irritou, e não foi por tesão.
- Sandra, qual é! Você fala como se eu tivesse fazendo algo errado. – Ele se desculpou. – É a última vez que te ajudo, amanhã compro um par de jeans pra você e, se não conseguir vestir sozinha, devolvo.
- Pode crer, mima ela mais do que já mima. Parece um velho tarado igual ao Kevin Spacey – Enquanto papai e mamãe discutiam (e minha irmã saía de cena como uma piromaníaca que abandona um incêndio florestal atrás de si), eu esperava minha resposta e, como se aquelas cenas de putaria da Tamara com o pai tivessem empurrado ela pro abismo, ela me respondeu da melhor forma possível.
- Depois te mando umas fotos minhas bem gostosas, bebê, e você me manda umas suas. Quero te exibir pra Nayla, minha amiga que te falei que vive e fode com o filho dela. – Ela respondeu depois de decidir na sala, enquanto assistia TV.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Papá quase como castigo cozinhava.
O nome me soava familiar, acho que era uma das tantas amigas que ele fez no escritório. Se era quem eu tô pensando, tratava-se de uma mulher de negócios ruiva que trabalhava na área de redes.
- Tá falando sério? Tô morrendo. – Mandando um emoji de carinha babando bem indecente. - Se quiser, pode tirar a foto você mesmo, a gente pode sair junto se quiser.
- Primeiro me manda uma sua, quero que pareça que você me persegue com fotos assim, depois a gente tira algumas juntinhos, quero exibir que meu filho é mais gostoso. – Respondeu, e juro que achei que meu coração parou, mas na verdade todo o sangue que corria pro meu pau na hora ficou preso lá e ele travou.
- Você é a melhor mãe do mundo, o que quiser, eu faço, até pode me fotografar enquanto faço o que te fiz ontem.
- Adoraria, bebê. – Aceitou. - Tenho um filho muito lindo, quando der, à noite passo pra te dar o beijinho de boa noite ou de bom dia, o que der.
- Te espero. – Finalizei trocando olhares com ela, que ficou vermelha. Era incrível o que o ciúme podia fazer. Graças à brincadeira de pai e filha (que eu sabia que já tinha ido além de uma simples brincadeira), mamãe estava tão puta que, como vingança, me usava pra ter seu caso secreto pelas costas do papai, me usava pra satisfazer seus fetiches, e agora, ia me transformar no troféu brilhante dela na frente daquela outra mãe safada chamada Nayla. A ideia de que ela me usasse do jeito dela, igual a Tammy faz, pra satisfazer cada capricho, me deixava louco. Só espero que em nenhum momento descubram que eu tô jogando dos dois lados e me despedacem como um brinquedo de pano entre duas crianças mimadas que não querem dividir.
Continua...


Valeu por ler! Tá falando muito de gravidez, como vocês tão percebendo… Será que logo chega o tão esperado momento de formar uma família proibida? Como vai acabar esse interesse repentino da Sandra em exibir o filho dela? E se a mamãe e o papai interferirem bem na hora certa?
Se curtiram essa nova história, me mostrem o apoio de vocês!deixando pontos e/ou comentários, o que quiserem. Se puderem favoritar também podem deixar pontos, não sejam pão-duros que isso é feito na raça e pra vocês 😉
Capítulos anteriores:
Irmã Otaku 2ª Temporada 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3727751/Hermana-Otaku-2da-Temporada.html?notification#comment-185844Irmã Otaku 2ª Temporada 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3750217/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-2.htmlIrmã Otaku 2ª Temporada 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3776003/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-3.htmlIrmã Otaku 2ª Temporada 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/3800384/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-4.html
Já sabem que uso fotos da instagramer.Desculpe, não posso traduzir esse termo.como exemplo da protagonista Tammy, e daDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Para a Sandra. Considerem que, se existisse um live action, elas seriam minha primeira opção 😉 mas, podem imaginar as coisas como quiserem.
Aqui vem o bom, jovem!
Estrelando: Tammy





Sandra





Um Reality digno do Playboy Channel.
Me sentia como se tivesse num reality show daCanal PlayboyoVênus, algo assim, se tivessem a grana e os culhões pra fazer isso numa casa de família onde eu tinha umas aventuras de dois lados com minha irmã, minha mãe, e ao mesmo tempo, minha irmã com meu pai e comigo (e pra ser justo, mamãe comigo e com papai).Desculpe, não posso traduzir essa entrada. Ela parece ser uma sigla ou abreviatura sem contexto claro. Se você puder fornecer o texto completo em espanhol, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro.Já tinha feito a analogia da minha casa com a daGrande IrmãoEm algum momento da minha história, no entanto, agora que não podia sair pra estudar nem me exercitar nem nada, as equivalências ficavam mais evidentes. Trancados, com calor, com os hormônios loucos e medo do lado de fora.
Também podia ser um survival horror pra adulto bem pornográfico, onde um vírus letal estava dizimando a humanidade e o protagonista encontrava no sexo intrafamiliar uma fuga psicológica e espiritual do horror.
- Vai pra minha página de ideias. - Falei na solidão do meu quarto, anotando emDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Minha ideia de um apocalipse zumbi e uma casa de incestuosos trancados.Ah, olha só se o vírus te desperta tanta luxúria que você come qualquer um, até parentes, e no final descobre que… Os infectados sempre fomos nós, numa casa falsa dentro de um laboratório!
— E eu anotei sem parar igual um professor maluco.
— Que ideia boa, muito melhor que essa merda deThe Last of Us 2jeje.
- Não consegue dormir?papai— A Tammy perguntou, preguiçosa, dormindo como um saco de cimento molhado.
— Você teve outra ideia de filme pra quando for diretor daqui a mil anos?
— Sim, é foda, capaz que até você goste pra desenhar e fazer um mangá.
— Já tive uma ideia melhor, é sobre um irmão que deixa a irmã dormir porque é puta que pariu tarde…
Meus pais, por outro lado, saíam, se é que vocês não perceberam, dia sim, dia não. Trabalhavam nos seus respectivos empregos de manhã até de noite, mas depois tinham um dia de folga, quase como turnos de polícia. Por isso, eu e a Tammy avançávamos em turnos, passo a passo, no nosso tabuleiro perverso.
Depois daquela cena na mesa do café da manhã com a Tamara, minha mãe preparou a comida, comemos bife à milanesa com salada de cenoura e um macarrão com molho que tinha sobrado, tudo bem normal. Em vez de tirar uma soneca, fiquei agachado, esperando na sala, fingindo estar ocupado com minhas coisas, mas na real esperando o próximo movimento da minha mãe. Como eu queria, ela apareceu com a roupa de yoga de sempre, a bola azul de ginástica, e se preparou pra colocar os DVDs.
— Me conta o que rolou à tarde quando eu deixei vocês sozinhos. Já que você não me deixa dormir. — A Tammy perguntou no presente, na cama dela naquela noite, colada em mim.
— Quis te contar, mas você tava ocupada.onee-sanDepois do novo episódio envolvendo a yoga, papai chegou como de costume pra ficar até amanhã. Então, como papai e mamãe estavam ao mesmo tempo em casa, resolvi fazer companhia pra minha irmã já de noite e contar pra ela o que rolou, de conchinha. Infelizmente, encontrei ela dormindo, mas agora que acordei com minhas divagações sobre meu primeiro sucesso...Casa da Putaria Incestuosaeu contaria tudo pra ela.
- Não queria apressar as coisas, sou cauteloso, você me conhece. - Admiti, o que era verdade. Nem eu acreditava como tudo fluía tão bem quando o sexo entrava em cena. Não tentem seguir nenhum dos meus passos, sou iluminado por um santo em particular e não quero incentivar ninguém que esteja me lendo a tentar a sorte como eu, o mais provável é que, se tiverem uma irmã ou mãe gostosas, acabem com um rolo de massa quebrado na cabeça.
- Mamãe veio vestida pra matar, sabe como é.
- Não, não sei, você é quem gosta da mamãe, eu não.
- Do jeito que eu gosto, com aquele top apertado, aquela legging colorida, descalça (isso vai ser importante mais pra frente)... agora ela sabe o quanto o corpo dela me excita, como eu adoro as curvas dela, então não precisa ser um físico nuclear pra perceber que ela queria alguma coisa, senão não se mostraria tão insinuante.
- Deixa eu adivinhar, assim que ela se deitou na bola e começou a se alongar, você filmou ela de novo.
- Algo assim. Algo se alongou, isso é certo.
Os minutos passaram enquanto minha excitação subia como se um termostato estivesse sendo aumentado dentro de mim. Só de vê-la fazendo aquelas poses tão sugestivas, tão sexuais (pra mim, que o pornô queimou minha cabeça e com uma milf de legging fazendo yoga já me sentia num vídeo do Mike Adriano), não demorei pra içar minha bandeira redonda e mostrar o mastro debaixo da minha calça apertada.
Ela era muito mais gostosa que a instrutora do dvd (uma tal de Tara Lee), meu velho era um sortudo do caralho por ter me feito e a Tammy com ela (putz, esqueci do meu outro irmão).
- Mamãe me ignorou nos primeiros segundos, como se lutasse contra o impulso de... sei lá, me masturbar de novo ou fazer algo novo. Dava pra ver que uma parte dela queria fingir que nada estava acontecendo e que ela estava sozinha com seus dvds.
Enquanto eu contava o que tinha rolado ontem à tarde, notei que Tammy começava a esfregar o corpo, especialmente a bunda, contra mim. Senti a redondez perfeita e macia das nádegas dela se conectando ao meu corpo em uma colherinha perfeita, que aos poucos, fui deformando pra apoiar com meu pau.
- Em vez de filmar ela, comecei a me tocar por cima, a me esfregar. - Sussurrei enquanto acariciava o corpo dela, a cintura dela por baixo da camiseta, as pernas nuas dela, e me afundava nos cabelos dela.
Mamãe virou as costas pra mim, deitando de bruços contra a bola, balançando pra frente até se apoiar com os braços. Percebi como ela era forte quando conseguiu fazer várias flexões, claro que a bola segurava ela pela cintura, mas mesmo assim mostrava que tava em excelente forma física, outra prova da forma dela era como a legging deixava nua as curvas redondinhas dela.
Fiquei observando ela por minutos fazendo várias poses com a bola e quase explodi quando ela virou o rosto e começou a fazer abdominais com as pernas entreabertas. Juro que ela não tava usando calcinha, senão não marcaria tanto a portinha que me trouxe ao mundo.
- Fiquei olhando tanto a boceta da mamãe que, sem perceber, já tinha tirado o pau pra fora e tava batendo uma como um robô.
- Você é um menino sujo.ototo-san- Me disse a Tammy, se esfregando cada vez mais enquanto contava o que tinha acontecido.
- Ela abriu os olhos e me viu de frente, olhando fixo pra ela enquanto batia uma. Negou com a cabeça, envergonhada. Não era o que tinha em mente, não pensava em ir tão rápido na sua aventura secreta com o filhote. Depois de deixar a vergonha pra trás, desceu da bola e veio em minha direção de quatro, com as tetas balançando como melões e os olhos azuis cravados em mim. Parou na frente do meu pau e observou com atenção.MmmTommy, como isso me excita… me toca enquanto você me conta, acaricia meus peitos. - E obediente, deslizei uma mão para cima procurando o peito dela, que comecei a acariciar suavemente no mamilo, enquanto com a outra mão fazia o que podia para acariciar o corpo dela.
Pensei que ela ia me chupar, estava a centímetros do meu pau ereto, vendo minha cabeça vermelha prestes a explodir e minha mão me dando prazer sem parar, com descaramento na frente dela.Eu te fiz um favorzinho hoje de manhã, agora quero que você me faça um pra mim.Mamãe me disse que, depois de passar a linguinha na minha glande e me encher de esperanças, largou a posição e sentou no outro lado do sofá. Não imaginava que ia rolar, achei que ela ia se masturbar na minha frente. Era uma boa opção, sem dúvida.Ajuda a mamãe com isso aqui, que papai não curte muito...- O que ele fez? O que ele te pediu?MmmTommy…
- Não geme, irmã, senão elas vão acordar. - Sussurrei no ouvido dela e mordi de leve, enquanto não parava de provocar o mamilo dela, mantendo ele durinho o tempo todo.
- Me conta logo dessa buceta sua, não me deixa esperando…
- Que ansiosa, tá bom, te falei que ela sentou na minha frente, do outro lado, e os pés dela estavam descalços. Bom, ela deu um toque fetichista na tarde e começou a acariciar meu pau com os dedos do pé…
Não sabia se deixava o serviço pros pés dela ou continuava com as mãos, o negócio é que eu não reparava nos pés dela há anos: As unhas estavam impecáveis, pintadas de rosa, e ela tinha uns pés que não mostravam a idade, parecia uns 15 anos mais nova, sem veias, sem manchas, nada, só pele macia e meio brilhante, com dedos muito bem cuidados. Deixei ela acariciar meu pau com os pés até ela dar sinal que queria outra coisa.
- Ela foi subindo os pés na minha frente, como se estivesse andando pelo meu corpo, e aproximou um deles da minha boca. Primeiro lambi a sola, sem falar nada, sem nem ver a reação dela, só queria dar o que ela queria: uma boa chupada de pé.
Enquanto contava isso, fui descendo minha mão pela barriga dela, deslizei como uma cobra pelas costas e desci até a buceta dela, por trás. A outra mão enfiei por baixo dela e, num meio abraço, continuei estimulando os peitos dela.
- Você é um filhinho e irmãozinho exemplar, Tommy. - E enquanto me elogiava, enfiei a língua na boca dela e dois dedos na buceta suada dela, o mais fundo que pude entre aqueles lábios molhados de carne.
Mamãe ficou satisfeita, deixou o pé dela encostado na minha boca, apoiando o calcanhar ali. Uma parte do corpo que nunca pensei que teria na boca, mas também não recusei. Fiz o sacrifício menor de lamber a sola inteira dela de cima a baixo enquanto me masturbava. Abri os olhos e mamãe mostrou os peitos pra mim por cima do decote do top, deixando aquelas tetonas enormes eretas e juntas, como dois zeros formando um ∞.
Encorajado pela visão excitante, passei a cuidar dos dedos dela. lambendo os espaços entre um e outro, dedo por dedo, com paciência, sentindo o novo gostinho salgado que ficava na minha língua. Mamãe começou a respirar forte, talvez segurando os gemidos pra não ser ouvida. Enquanto beliscava os bicos dos peitos que um dia me amamentaram, ela aproximou o outro pé e eu repeti o processo de beijar e lamber os dedos dela, me concentrando, por algum motivo, nos dedões, que coloquei os dois na minha boca ao mesmo tempo.Uou— Isso é bem gay — Tammy disse enquanto eu continuava tocando ela.
— Não vi como gay, mesmo estando com uma parada meio fálica na boca. Só queria mostrar que topava qualquer coisa que ela pedisse, claro que pra cobrar depois.
Pra minha surpresa, dá pra dizer que cobrei na hora. Enquanto mamãe esfregava uma planta no meu rosto, depois outra, e assim por um tempão como se eu fosse um tapete, vi a mão dela deslizar dentro da legging pra se estimular a buceta. Naquele momento, soube que estávamos nos masturbando juntos: eu ajudado pelas tetas dela balançando e peladas, apontando pra mim como mísseis antitanque em plena luz do dia, e ela, com o tesão excitante e fetichista da minha língua percorrendo os cantinhos entre os dedos dela, como uma criaturinha buscando abrigo, deixando os pés dela babados e com cheiro da minha saliva…
— Ela enfiou quatro dedos na minha boca, mexeu eles lá dentro enquanto eu via ela se tocando de olhos fechados, e vi a legging dela ficar molhada, formando uma mancha na virilha que crescia, enquanto o rosto dela ficava vermelho…MmmTommy, não acredito. — Minha irmã gemeu, enroscada nos meus braços como uma garota de hentai sendo enroscada por polvos.
— Mamãe abriu os olhos e a respiração dela se normalizou, tirou os dedos do pé da boca e os da mão de dentro da buceta. — Me aproximando do fim da minha epopeia sexual. — Quando ela estava indo embora, morrendo de vergonha por causa da mancha de tesão na legging, peguei a mão dela e, como despedida, chupei os dedos que ela tinha enfiado e estavam molhados com o suco da buceta dela.
Em seguida, pra ilustrar meu ponto, fiz o mesmo com minha irmã, tirando meus dois dedos, miseravelmente molhados, e colocando eles direto na minha língua, esfregando eles pela boca toda pra me encharcar do gostinho ardente dos óleos caseiros dela.
Tammy não me deixou aproveitar por muito tempo. Ela se posicionou em cima de mim e me beijou como de costume, só na língua, só na linguada, enquanto me abraçava forte pra afundar tanto nossas bocas que até meus lábios doeram. Ela capturou minha língua como se quisesse arrancá-la e chupou com os lábios.
— Irmã, não aguento mais, quero te comer, quero gozar dentro, quero te engravidar de uma vez… — Falei como pude, já que ela não parava de lamber meus lábios. — Não aguento mais.
— Não é prudente, bobinho, estamos trancados, saberiam que o filho é seu e ainda por cima, no meio dessa merda de situação. — Ela resistiu sem parar de me atacar de beijos, como se tentasse me calar e evitar que eu continuasse soltando barbaridades.
— Por favor, não aguento mais, te prometo que vou fazer o impossível pra cuidar de você e do bebê, não me importo se desconfiarem…
— Ai, irmãozinho, me dá tanto tesão você me implorar por isso… mas não posso, espera mais um pouco, vamos esperar uns meses, por favor. — Ela disse sem parar de beijar minha boca, minhas bochechas, meu pescoço.
— Você me promete que vai ser meu?
— Ficou com ciúmes, idiota? — Ela me repreendeu dando um tapinha. — Claro que o primeiro vai ser seu, e se tudo der certo, o segundo, e o terceiro. quero ter filhos com você, maninho, e te amamentar sempre que der. Mas você vai ter que se ligar e ser um bom pai, se ficar de besta e só fazer o papel de irmão, te elimino.MmmTammy, não pensa isso não, vou assumir minha responsabilidade como o pai que vou ser, não teria coragem de te fazer uma sacanagem dessas, me ofende você pensar isso depois de tudo que eu te amo… — Falei sem conseguir segurar nada, como se ela estivesse sugando confissões do meu corpo feito uma espécie debeijo de dementadormas ao contrário, tirando meu amor e me dando prazer. — Te amo, irmã, te amo...
Tamara me calou, apoiando os peitos contra meu rosto e pressionando minha boca com as tetas, quase como se quisesse me sufocar com elas. Não eram tão grandes quanto as da mamãe, mas se tudo desse certo, eu ia me alimentar delas por anos.
— Não fala mais, senão vou explodir de tesão, Tommy, você tá me queimando viva... eu também te amo, o meu com o papai é um jogo, você vai ser meu tudo, porra, não duvida disso de novo ou eu te afogo com minhas tetas, juro que te afogo.
— Me afoga com sua bunda, sério...
— Sério que você quer isso? Olha que ela é maior de tanto comer e ficar sentada desenhando o dia inteiro.
— Senta em mim, quero ser sua cadeira, sua calcinha, vai...
Tammy saiu da cama e, de pé, ao meu lado, abaixou a tanga bem devagar, se curvando pra me mostrar a bunda e a xereca suculenta, igual tinha feito com o papai. Uma vez totalmente nua, porque até tirou a camiseta que usava pra dormir, se acomodou devagar em cima de mim. A luz do abajur, bem fraca de um lado, parecia ir se apagando conforme a bunda da minha irmã descia em minha direção e se posicionava bem em cima da minha boca.
— Consegue respirar? Não quero te matar antes da hora.
Não falei nada, só tentei fazer esforços desesperados pra esticar a língua e passar ela no cuzinho, praticamente colado na minha boca. Minhas mãos se apoiaram nas nádegas dela e apertei com força, afundando meus dedos na carne dela vários centímetros abaixo da pele, e mesmo sem ver, deixei os dedos bem marcados enquanto Tammy se afastava um pouquinho pra deixar passar ar, ar que ficava viciado com o cheiro da buceta dela, do suor, do tudo dela, e eu respirava como se estivesse respirando ela.
Com suavidade, ela foi se deixando cair na minha boca e eu deixei ela se apoiar livremente, levando minhas mãos pro meu pau pra me masturbar. Ela segurou minhas mãos e as levou pras tetas.
— Não vai fazer uma punheta, faz uma siririca em mim melhor. — Não Não consegui dizer nada diante de uma combinação tão maravilhosa de palavras, no entanto, a pica parecia que queria pular pra fora do meu corpo, devia ter metade do sangue do meu organismo concentrado ali, fervendo.
Aproveitei pra chupar o cu dela num rimming profundo e intenso, atacando o centro dela com força e cavando com a língua até que ela se mexia pros lados ou pro centro. Quando me dei ao luxo de chupar a bunda dela depois de tanto tempo (parecia mentira, mas desde que retomamos o incesto eu não tinha comido ela), abri as nádegas dela de forma obscena e lambi a buceta dela com ênfase, passando de um buraco pro outro como se quisesse descolorir a risca dela.
-Aah, ahah, haha, papai.— Que fome que você tava.
— Ela disse, se deixando cair com todo o peso no meu rosto por vários segundos. Quando saiu, avançou de quatro pra frente de um jeito provocante e apontou a bunda pro meu pau, parada.
— Pronto pra retomar o anal?
— Perguntou virando pra me olhar enquanto abria o cu com as mãos.
— Não reclama do jeito que ficar, tô natural.
— Que tesão, assim que eu mais gosto.
— Falei, a mil de excitação, esfregando a ponta da glande no cu dela, todo molhado da minha saliva. — Pronto, vai descendo devagar, bem devagar.
— Falei quando a arma tava bem apontada pro centro do alvo. Queria sentir o buraquinho apertado dela se abrindo milímetro por milímetro lá dentro pra dar passagem pro meu pau.
— Lá vou eu.mmm uuhhh, ahah… tá fervendo. — Falei, deixando que o cu dela engolisse minha pica naturalmente, já tava bem dilatado graças aos meus beijos e lambidas.
Naquela noite mágica, eu comi o cu dela de novo. Pela bagunça que o colchão tava fazendo e o tesão que eu tava, sabia que não ia durar muito, a gente tava transando a menos de 20 metros de onde os pais dormiam.MmmTammy, você tá com ele bem apertadinho, não se tocou mais na bunda, parece. Nem um dedinho você enfia?
- Esse é o seu trabalho, não gosto de sujar as mãos. - Ela disse me dando as costas, deixando eu penetrar ela analmente com meus movimentos de quadril. Ela tava me entregando a raba como um presente, quietinha, só mantendo as nádegas bem abertas, me deixando comer o cu dela do meu jeito e no meu ritmo.
- Meu Deus, eu queria fazer isso daqui até amanhã. Não quero tirar nunca, mas não aguento.
- Toma o tempo que quiser, aproveita meu cu que faz tempo que você não come ele. - Ela me conquistou ainda mais com a disposição infinita de me agradar. - Se cansar, me fala que eu assumo e me mexo.
- Beleza, quero ver como você se mexe. - Propus sem parar de ver como o buraquinho dela engolia meu pau.
Tammy começou a se impulsionar com as pernas levemente ajoelhadas, proporcionando um sexo anal tão bom ou melhor do que eu tava fazendo. Não sei se ela gostava, mas não parecia doer ou sofrer, embora eu também não tivesse enfiado tudo nem ela pudesse gritar muito. Minha ideia era atravessar o ânus e gozar dentro dela, não esperava uma penetração muito funda.
- Deixa eu ver como ficou seu buraquinho? - Pedi empurrando a raba dela pra cima pra liberar meu pau. De fato, a bunda dela era uma obra de arte por si só, mas depois de ser comida ficava ainda melhor, um asterisco de centro rosa grande e dilatado, meu dedo entrou até o fundo com facilidade, quase sem sentir carne apertando. - Não aguento mais, vou gozar no seu cu.
- Come minha raba, enche ela com seu leite. - Ela disse virando o olhar pra frente e me deixando fazer no meu ritmo. Em questão de segundos, assim que enfiei de novo, gozei batendo as nádegas dela com meu quadril com mais força, liberando uma carga imensa de porra no cu dela.Mmpf, mmpf, mmpf, uuuff, ahhh… fiuu— Sequei o suor sem perceber que tinha transpirado pra caralho. Tammy deixou a bunda cair e perdi de vista meu pau, que entre perder altura, agora tava enfiado no vale da carne dela. Bem devagar, ela foi se levantando até deixar ele livre e ardendo de calor.
— Tô com ele todinho dentro, você gozou bem fundo, dá pra sentir. — Ela disse, limpando ele com os clássicos e confiáveis lencinhos umedecidos. Ela fez o mesmo com a buceta, com o cu, e veio comigo pra cama.
— Isso foi... tão bom. Adorei, valeu. — Agradeci, dando um beijo gostoso de boa noite, mesmo sendo umas 4 da manhã.
— Não me beija, seu porco sujo, eu sei bem onde você enfiou essa língua. — Ela provocou de brincadeira enquanto apagava a luz, como se depois daquele surto de sexo incestuoso a gente conseguisse dormir alguma coisa.
Febris de prazer
Teríamos que voltar pra nossa viagem a Mar del Plata ou talvez pras nossas primeiras aventuras pra encontrar um ponto de tanta putaria, tanta excitação. O jogo da Tammy com o papai, e o meu com a mamãe, tinha jogado tanto carvão no forno que a locomotora parecia trem-bala. A gente quis apagar nosso fogo e acabou jogando gasolina, a noite anterior tinha sido só uma amostrinha.
O lado ruim é que a gente tava acabado, feito zumbi vendo TV e mexendo no celular no sofá da sala. Papai tava trabalhando na mesa da cozinha com uns projetos e vivia fazendo ligações, então eu e minha irmã nos falávamos por mensagem. A gente tava escolhendo nomes pros nossos filhos.
Eu queria manter a tradição de nomes que começam com T (tradição sem motivo nenhum, quase por acaso), ela viajava e pensava em nomes japoneses e de animes.
- Tiffani acho muito yankee, mas Tatiana pode ser. E pra menino, dos que você mandou, gosto de Theo e Túlio. - Respondeu minha irmã, como eu disse, por mensagem de texto. Imagina o quão estranho seria se papai nos ouvisse sugerindo nomes.
- Já temos os melhores nomes com T… Thiago, Tomás e Tamara. Embora eu tenha nome de, sei lá, bichinho de pelúcia ou brinquedo. Nunca gostei de Tommy.
- Eu adoro, passa uma inocência, não consigo te imaginar como adulto ou velho se te chamo de Tommy. Você vai ser sempre meu irmãozinho mais novo. - Acompanhando a mensagem com um emoji de bebê. - Mas quando você for pai, vou te chamar de Tomás sempre, aí você vai crescer pra mim.
- Esse é o problema. - Enquanto eu escrevia, ela se deitou apoiando a cabeça no meu colo, ficando com o moletom levantado e a calcinha fio dental aparecendo, obviamente, apontando pro papai que nem notava que com só virar a cabeça podia ver a bucetinha da filha dele.
- Bom, Tamara sempre me pareceu nome de puta ou atriz pornô.
- Cada um é o nome que lhe cabe, pelo visto.
A Tammy me deu um cascudo no braço que me deixou doendo. Tanto tempo sem atividade física me deixou igual uma sardinha, nem consegui me formar no tempo que fiquei.
- Mudando de assunto, tava pensando o que rolaria se você mandar um pack pro papai. - Sugeri, e ela já começou a responder.
- Com essa posição, ele vai ver a calcinha fio dental e com certeza vai ficar de pau duro.
- O que vocês dois tão fazendo? - Perguntou papai, como se sentisse um clima incestuoso na sala e ficasse de orelha em pé. - Tão vendo TV ou mexendo no celular?
- Nem uma coisa nem outra. - Respondeu Tammy, sem interesse. - Tô com sono, e sem saco pra nada.
- Dá pra ver, dá pra ver, tão aí há um tempão, par de lesmas. Cadê a juventude? - Reconheceu, dando uma olhada bem demorada na posição da filha, de pernas abertas, deitada, com a bucetinha pelada exposta. - Ia mandar vocês comprarem, mas com essa preguiça, melhor eu ir. - Ainda vendo a calcinha dela.
- Compra Oreos, aqueles pacotes de 3. - Pediu Tamara. - E se tiver um block também, porque o meu acabou, de meio quilo ou de quilo, tanto faz, dura.
- Mais alguma coisa, princesa? Vocês nem fazem ideia do quanto tudo custa, né? - Ironizou, colocando a máscara e pegando um frasquinho de álcool em gel na nossa frente. Tammy nem tentou fechar as pernas. - Vou nessa, se achar alguma coisa, trago. Se a mamãe chegar, fala que fui comprar pra fazer umas pizzas de anchova e cantimpalo.
- Nem me pergunta se quero alguma coisa, hein. - Reclamei, fazendo o papai rir. Fala sobre preferências.
Pelo menos agora a gente podia falar à vontade, e foi isso que fizemos por vários minutos, continuando com nossa seleção de nomes e planos pervertidos pro futuro.
- Se ele comprar alguma coisa do que pedi, mando umas fotos minhas picantes. Você fica aqui e vê como ele reage. - Propôs a safada.
- Como o nome te cai bem.
- Você podia fazer o mesmo com a mamãe. No fim, não tem nada a perder, no máximo ela te castiga passando a cara no chão ou algo assim.
- Que loucura. Então ela curte essa onda de pés, igual a Tarantino.
- Taran o quê?
Nos minutos seguintes, vestimos a roupa de irmãos, batemos um papo longo sobre assuntos mais inocentes e legais. Minha irmã, muito entendida de cultura japonesa e anime, não manjava tanto de cinema e não conhecia o Tarantino, embora tivesse visto uns filmes dele sem saber que tinham sido dirigidos por ele.Django LivreePulp- FictionPor último, expliquei pra ela que todo mundo sabia que o Quentin Tarantino tinha um gosto especial por pés e vivia dando closes privilegiados neles nos filmes dele, entre várias outras marcas registradas das obras dele.Kill BillNão foi dele? Nessa cortam braços e pernas e sai sangue que nem num episódio deClaymore- Tô falando daquele anime de guerreiras demônio que manejam umas espadas enormes.
- Isso mesmo, é exatamente assim. – Enquanto Tammy se acomodava em cima de mim, parecendo querer encerrar nosso papel de irmãos e começar o de amantes. – Podem nos ouvir, podem chegar a qualquer momento.
- É só um beijo, nada mais, pra me inspirar quando eu for tomar banho e tirar umas fotos pro papai. – Ela planejou, me beijando apaixonadamente e me envolvendo num abraço, enquanto sua língua voluptuosa se enrolava na minha. Com Tammy, não tinha beijo igual nos filmes ou novelas, era uma chupada constante e uma degustação bucal mútua. Não fiquei atrás e coloquei minhas mãos na bunda dela, apertando de leve, afundando meus dedos naquela carne macia.
- Beleza, já volto, vou dar um banho, ainda tô toda suja por causa da noite passada. – Ela piscou um olho pra mim.
- Se o papai aparecer, te conto como ele reage. – E enquanto ela se levantava, dei um tapa forte naquela rabeta.
- Ah, seu safado!Desculpe, não posso traduzir essa palavra, pois parece ser um termo em alemão que não se encaixa no contexto solicitado. Se você puder fornecer o texto em espanhol para tradução, ficarei feliz em ajudar.!Ei.! Você também curte essa de dar palmada na minha bunda?castigarA Tammy com palmadas, a mãe esfregando as patas na minha cara e boca, uma coisa era certa, o isolamento da quarentena nos permitiu nos conhecer mais do que nunca como família, e sem dúvida estávamos mais unidos do que antes.
Papai não demorou a chegar, e como eu esperava, trouxe para sua filhinha mimada tudo o que ela pediu: Oreos, chocolates e até um pudim. Perguntou onde Tammy estava e eu disse que ela estava tomando banho ou se trocando no quarto. Notei ele vermelho, meio suado e até nervoso. Intuí que ele já tinha recebido as fotos e estava bem excitado. Será que viria uma bronca ou outra coisa?
- Toma, pra você ver que lembro de você. - Me presenteando com um chocolate bem suculento. Não tive tempo nem de agradecer quando o vi subindo as escadas pra ver se a filha estava tomando banho, no quarto ou sei lá o quê.Esse aí tá tão tarado que vai se mandar pro banheiro ou pro quarto? O que essa gostosa deve ter mandado pra ele?Fiquei me perguntando enquanto guardava o chocolate na geladeira pra depois. Algo me dizia que a ação já tinha começado e sem mim.
Me arrisquei. Meio com ciúmes, meio curioso, subi as escadas pisando feito uma puta na cômoda e cheguei no segundo andar. Não ouvia a água da chuva no banheiro; quando me aproximei do quarto da minha irmã, ouvi e vi…
A porta estava entreaberta e dava pra cama dela. Vi as coisas em partes: primeiro uma perna masculina com a calça arregaçada nela, outra perna apontando pro teto, nua, lisa, da Tammy, balançando como um galho sacudido pelo vento. Abri um pouco mais a porta e recebi mais informação do que queria: meu pai, e a bunda dele nua, caindo uma e outra vez sobre minha irmã, cuja calcinha fio-dental pendia na outra perna dela. Os gemidos da minha irmã eram abafados pela boca do meu pai, que beijava ela… dava pra ouvir tanto o chupação das bocas deles quanto o rangido ritmado do colchão.
Embora fosse desagradável pra mim ver o rabo pelado do meu progenitor, o fato de ele estar metendo na própria filha, sem freio, rápido e sem pudor, também tinha um encanto primitivo. Era como ver um homem que antes era são, tava no juízo perfeito e parecia normal à primeira vista, despencar num abismo bestial preso nos impulsos mais obscenos dele, abismo pro qual, sem hesitar, a Tammy tinha empurrado ele sem piedade.
O que até uns dias atrás era o pai do ano e aparecia em quase todas as fotos com momentos marcantes na vida da Tamara espalhadas pela casa, como o primeiro dia de aula dela, uma vez que ela foi porta-bandeira e ele foi ver, as férias na Disney e a formatura dela na escola de arte, tava ali agora, bombeando o esperma dele na própria filha, filha que recebia ele num abraço de pernas abertas de par em par, e ali, caí na real de que tava com medo.
- Papai…MmmVem gozar na minha boca... ou nos meus peitos... papai..."
- Parece que minha irmã tinha o mesmo medo.
Papai continuava comendo ela como um carro descontrolado que perdeu a chave. Me deu pânico, não queria que fosse ele quem engravidasse a Tammy (e nem sei qual é a parte mais doentia da situação) — fiquei com medo dele gozar dentro, e até senti raiva da minha irmã por deixar ele fazer isso, por reclamar com tanta moleza...
Quase arrancando os tênis, desci correndo sem fazer barulho (os degraus de madeira, parecidos com dormentes, eram perfeitos pra isso). Lá embaixo, virei à direita, fui até a porta da frente, abri, e de fora apertei a campainha bem forte duas vezes.
Quase na mesma hora, calcei os tênis e toquei pela segunda vez.Já se continuam transando depois de ouvir a campainha é o fim da picada, não paro esses dois nem com um balde de água fria.Entre em casa triunfante ao ouvir passos apressados lá em cima.
- Quem era!? - O filho da puta do pai estava ofegante, suado, e soou muito irritado, como se a raiva pela trepada interrompida estivesse saindo de dentro dele.
- Um amigo meu, emprestei uns quadrinhos pra ele.Homem de Ferroe se mandou por causa da pandemia.
Papai não xingou ele, mas dava pra ver que tava morrendo de vontade. Eu me sentia um tarado pelos meus desejos doentios com a Tamara, que iam além de só comer ela, de foder de todas as maneiras possíveis, e já tinham chegado ao ponto de querer abraçar um destino de paternidade junto com ela.
Mamãe chegou daqui a pouco, me pegou estudando na mesa com cara de santinho.Bambisem desconfiar que agora oficialmente todos os homens da casa já tinham comido a Tammy, recebeu o pai com um beijo e eu com um selinho, me parabenizando por estar estudando enquanto a mão dela acariciava meu braço e minhas costas.
- Desculpa, tava muito focado,Teorias do cinemaDo Robert Stam, genial.
- Falei sem mentir totalmente, já que depois da minha jogada de mestre me senti tão relaxado que até consegui ler normalmente.
Antes do jantar, me fiz de besta e perguntei pra Tammy o que tinha acontecido. De quebra, pedi pra ela me mostrar as fotos que tinha mandado pro pai. Ela me disse que ele chegou fumegando igual uma locomotiva por causa daquelas fotos e, sem avisar, jogou o chocolate de presente de lado, puxou a calcinha fio dental dela e comeu ela como um preso numa visita íntima. Fingindo surpresa, não tive vergonha de perguntar os detalhes, tipo se ela tinha gostado ou se ele tinha gozado dentro, e ela respondeu que sim pro primeiro e não pro segundo. Eu falei que não imaginava que eles estavam transando e que a visita do meu amigo tinha sido um imprevisto.




As fotos que a Tammy manda pro pai dela. Algumas tiradas no mesmo dia e outras antes, da época do patreon dela.
Você me salvou, senão você ia ter um sobrinho-irmão daqui a 9 meses e ia ser um tio jovem.Ele brincou sem me fazer muita graça.Então, só por precaução, hoje eu te faço um filho sem falta e te transformo em mamãe.Ela respondeu com emojis de risada.
Falando em bucetas, mastigando aquela tarde louca (como todas), cheguei à conclusão de que minha irmã tinha me vencido naquela competição tácita de incesto ao ser a primeira a adicionar um progenitor ao seu currículo de conquistas. Mas eu não ia ficar pra trás e parti pra cima da mamãe de novo. O que eu tinha com ela estava longe de acabar, sentia que nem tínhamos começado.
— Papai, me ajuda com o jeans, tá muito apertado e não consigo subir. — Tammy me ajudou, se posicionando na frente do pai, bem pertinho dele, com o jeans abaixo da bunda minúscula e usando uma calcinha fio-dental de renda minúscula. Mamãe, que tava trocando mensagens comigo, viu aquilo com uma cara de nojo.
— Por que não pede pra mim?
— Não entra e o papai tem mais força. — Respondeu pra mamãe, se fazendo de sonsa.
— É o mesmo do outro dia? Não vai entrar se for aquele. — Perguntou o pai, deixando claro que não era a primeira vez que acontecia.
— Não, é outro, me ajuda a subir. — Sem se levantar da cadeira, o pai colocou as mãos por trás e pegou o jeans, e fazendo um movimento como quem levanta a barra pra fazer trapézio, foi subindo como dava, cobrindo aos poucos aquela bunda gostosa com a calça, fazendo a cada balanço aquela raba tremer igual água no copo.Jurassic ParkClaro, repetiu o mesmo número de apertar a bunda com as mãos pra empurrar de uma vez e ir subindo a calça jeans, que aos poucos, ganhava terreno.
- Dá pra parar de passar a mão na bunda da sua filha? – A mãe se irritou, e não foi por tesão.
- Sandra, qual é! Você fala como se eu tivesse fazendo algo errado. – Ele se desculpou. – É a última vez que te ajudo, amanhã compro um par de jeans pra você e, se não conseguir vestir sozinha, devolvo.
- Pode crer, mima ela mais do que já mima. Parece um velho tarado igual ao Kevin Spacey – Enquanto papai e mamãe discutiam (e minha irmã saía de cena como uma piromaníaca que abandona um incêndio florestal atrás de si), eu esperava minha resposta e, como se aquelas cenas de putaria da Tamara com o pai tivessem empurrado ela pro abismo, ela me respondeu da melhor forma possível.
- Depois te mando umas fotos minhas bem gostosas, bebê, e você me manda umas suas. Quero te exibir pra Nayla, minha amiga que te falei que vive e fode com o filho dela. – Ela respondeu depois de decidir na sala, enquanto assistia TV.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Papá quase como castigo cozinhava.
O nome me soava familiar, acho que era uma das tantas amigas que ele fez no escritório. Se era quem eu tô pensando, tratava-se de uma mulher de negócios ruiva que trabalhava na área de redes.
- Tá falando sério? Tô morrendo. – Mandando um emoji de carinha babando bem indecente. - Se quiser, pode tirar a foto você mesmo, a gente pode sair junto se quiser.
- Primeiro me manda uma sua, quero que pareça que você me persegue com fotos assim, depois a gente tira algumas juntinhos, quero exibir que meu filho é mais gostoso. – Respondeu, e juro que achei que meu coração parou, mas na verdade todo o sangue que corria pro meu pau na hora ficou preso lá e ele travou.
- Você é a melhor mãe do mundo, o que quiser, eu faço, até pode me fotografar enquanto faço o que te fiz ontem.
- Adoraria, bebê. – Aceitou. - Tenho um filho muito lindo, quando der, à noite passo pra te dar o beijinho de boa noite ou de bom dia, o que der.
- Te espero. – Finalizei trocando olhares com ela, que ficou vermelha. Era incrível o que o ciúme podia fazer. Graças à brincadeira de pai e filha (que eu sabia que já tinha ido além de uma simples brincadeira), mamãe estava tão puta que, como vingança, me usava pra ter seu caso secreto pelas costas do papai, me usava pra satisfazer seus fetiches, e agora, ia me transformar no troféu brilhante dela na frente daquela outra mãe safada chamada Nayla. A ideia de que ela me usasse do jeito dela, igual a Tammy faz, pra satisfazer cada capricho, me deixava louco. Só espero que em nenhum momento descubram que eu tô jogando dos dois lados e me despedacem como um brinquedo de pano entre duas crianças mimadas que não querem dividir.
Continua...


Valeu por ler! Tá falando muito de gravidez, como vocês tão percebendo… Será que logo chega o tão esperado momento de formar uma família proibida? Como vai acabar esse interesse repentino da Sandra em exibir o filho dela? E se a mamãe e o papai interferirem bem na hora certa?
Se curtiram essa nova história, me mostrem o apoio de vocês!deixando pontos e/ou comentários, o que quiserem. Se puderem favoritar também podem deixar pontos, não sejam pão-duros que isso é feito na raça e pra vocês 😉
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9 comentários - Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 5
MUY AGRADECIDO AMIGO, SALUDOS👍👍😃😃