Rock pesado no puticlub

Trabalhar no puteiro no fim de tarde tinha suas vantagens, ganhava bem, era mais seguro. Tinha briga, batida policial, até fechavam a gente de vez em quando quando queriam aumento pela "proteção", mas no geral era quase um trabalho normal, bom... nunca tive um desses tais trabalhos normais, mas imagino.
Com o tempo conheci os clientes, quase todos queriam a mesma coisa, passar um tempo aliviando a pressão da realidade. O puteiro era terra de fantasias realizadas.
Quando abríamos, o cigano me mandava pra calçada distribuir panfleto, aí eu via os clientes fixos chegando, "se veste um pouco que os meninos da escola tão saindo e não quero encrenca com as mães". Eu colocava uma saia mais comprida e uma camiseta, saía do escritório e perguntava se assim eu parecia respeitável como sempre dançando sensual, "sim, passou de puta a senhora puta", era engraçado e duro, quando eu pedia uma cerveja pra mim ele respondia "me dá um boquete" e eu fingia que ia dar, às vezes aceitava, os balcões altos tipo bar permitiam e o clima e a clientela do lugar também.
Como quase não tinha travesti trabalhando na rua naquela hora, o lugar ficou conhecido e começaram a vir mais clientes, então às vezes outra mina ajudava, era de boa.
Tinha cliente que ia todo dia, tomava umas, botava música, jogava uma sinuquinha e de quebra se esfregava. O cigano tinha comprado um pool, então jogavam e às vezes eu também dava uns tacos, claro, todo mundo, mais ou menos, também queria sexo e droga.
Funcionava, eu me divertia e ganhava grana. Quando o clima tava tranquilo, ele me mandava jogar pool um pouco, aí eu aproveitava pra fazer poses quentes, mostrar um pouco do que a pouca roupa escondia e o clima esquentava. Como eu era ruim jogando, logo chegava alguém pra me dar dica de como segurar o taco, justo comigo..., e aproveitavam pra me apalpar e eu colocava a bunda ou deixava ver os peitos quando dava a tacada.
O problema é que eles ficavam excitados, mas eu também. Servia pra fazer uma espécie de show pelo salão e pra fazer serviços, no banheiro ou no pátio que também era mais decente. Quando percebia alguém que tava afim, eu focava nele, sorria, quando passava eu acariciava e se ele não se decidia, sentava com ele e, por baixo da mesa, deixava ele meter a mão e eu passava a mão nele bem gostoso, mas não podia tirar ela, então fazia a pergunta: "quer fazer um love?". Se fossem novatos, explicava que podíamos ir ao banheiro pra eu fazer um boquete ou podíamos ir pra uma cama e fazer um completo. Nas primeiras horas era mais mamada e no final francesa, mas tinha que aguentar depois de chupar 3 ou 4 picas a tesão da minha bunda sem que ninguém metesse, então ia pro cigano e falava "me come", íamos pro escritório e ele me dava no cu em cima da mesa. Ele gostava de me comer, fazia bem e tinha uma pica bonita. Deixava a porta aberta pra vigiar o salão, mas também era parte do charme, oferecer estímulos.

Ele me fazia muito de pernas pro ar em cima da mesa, adorava ver ele ficar bem macho, duro, potente, com a pica bem dura entrando e saindo, me fazia sentir que eu pertencia a ele, assim ele me comia 3 ou 4 vezes por semana, me comia porque eu pedia, senão ele pedia pra eu chupar a pica dele.

O boquete era no escritório ou atrás do balcão onde ele ficava sentado, eu ia pro lado dele e percebia que ele queria, mas esperava que ele pedisse, geralmente perto das 17h era a hora dele, então se eu tava com vontade de favores, eu rodeava ele, ele me pegava pelo braço e me puxava pra baixo ou às vezes me chamava e já tava com ela pra fora e dura, então quando eu via ele assim, ia direto chupar. Se ele não ligava que percebessem, menos eu, afinal era meu chefe e já tinha ficado com todos os habitués.

Só podiam ver uma parte de mim os que iam ao banheiro, me viam de joelhos de costas, balançando a cabeça, e o cigano vivo levantava minha saia pra me deixar pelada. Não eram chupadinhas pra tirar a porra, Ele queria um boquete bem dado, babado, com variações, com língua, com lábios macios, com pressão, enquanto eu passava a mão nas bolas dele e lambia desde as bolas até a cabeça pra meter na boca, segurando o tronco enquanto chupava a cabecinha e girava a língua em volta e depois fundo de novo. Quando enchia minha boca, eu levantava, ia pra sala saboreando a porra, deixava escorrer um fiozinho de gozo pelo canto.

Outras vezes, antes de sair pra panfletar, quando a gente acabava de abrir, ele abria um pouco a cortina da porta, me mandava sentar no banquinho atrás do balcão de costas pra ele, eu sentava com a raba empinada, me apoiava nas coxas e ele me comia escondido pelo balcão. O povo sempre olhava ao passar, desde vizinhos até gente que pegava trem, metrô, ônibus, outros que estavam na caça, velhas e crianças da escola. O movimento era intenso e isso fazia com que, ao ver o show, alguém entrasse. Ele continuava um tempo na minha buceta enquanto o pessoal se acomodava em algumas mesas, eu ficava muito puta, então ia pra frente como uma louca.

O normal, quando o cigano não tava doidão, era eu sair pra panfletar com meu vestido de vinil preto, meia de rede e scarpins de verniz preto, distribuindo sorrisos, piscadelas, sorrisos e alegria pra quem precisava. Se eu saía cedo, passavam os meninos do colégio, e com os mais velhos eu ousava sorrir e às vezes responder alguma frase que falavam ao passar. Nessa idade, os caras tão explodindo de porra, mas eu não deixava entrar, mesmo quando pediam.

Uma tarde, o cigano me disse que no outro dia eu fosse às 8 da manhã, que ele tinha combinado com uns caras e que eles viriam naquele horário, que eu não falhasse porque senão eles iam dar o cano e repetir isso ia ser foda. Ele me garantiu que só vinham 3 e que tinham 18 anos.

Cheguei mais cedo porque imaginei que os meninos seriam pontuais, então a gente tomou algo e ele pediu: "faz eles gozarem rápido". Aí eu fiquei só de peitos de fora, fio dental de vinil vermelho. Meias pretas de renda e stilettos vermelhos, as cortinas estavam fechadas como se a gente não estivesse ali, ele mandou eu esperar no escritório. Ouvi as batidas na porta, espiei pelo olho mágico, entravam e entravam, contei uns 7, talvez o baixinho da turma não vi.
O cigano explicou como ia ser, iam entrar um de cada vez no pátio e quando terminassem voltavam pro salão e ele diria quando sair.
Ele organizou, os menores primeiro, cobrou mais caro que o normal e me chamou, saí como tava, semi-nua, e começaram as risadas nervosas e comentários exagerados de tesão e promessas de proezas sexuais, me enfiei no meio do grupo e deixei apalpar e chupar meus peitos, peguei o menor e levei pro pátio, ele tava hipnotizado com minhas tetas, coloquei as mãos dele no meu rabo pra ele se divertir e apertei a cabeça dele pra chupar meus bicos, tava faminto aquele bebê e meus hormônios aumentavam a lactação, então ele tirou leite das minhas tetas. Isso deixou ele de pau duro, então eu apertei ele bem contra meu peito, amassei a pica dele ainda dentro da calça, apertei até molhar minha mão, foi curto mas bom, a carinha dele era uma mistura de êxtase e decepção, não durou nem um minuto, falei "não importa, não conta pra ninguém, tira a calça que tem que limpar e seu pinto também." Sentei na cama e falei "vem cá que eu limpo sua pica com a boca se você tocar minhas tetas, com um bebão igual você quero 2 gozadas." Ele ficou feliz, nunca tinha broxado, então comecei e daqui a pouco encheu minha boca, queria dar o cu pra ele mas o cigano ia me matar se eu exagerasse, ele sempre falava "você passa da conta de boazinha", falei pra ele chamar o segundo, já tava esquentando.
O cara tava vermelho, respiração ofegante, coração a mil e claro a pica dura, ele falou exagerado "bota o cu que vou te foder, sua puta", obedeci, fechava o anel de propósito pra não entrar e falava "não entra, que grandona você tem, docinho, vai rasgar meu cu. e abri o cu dela, meteu, e eu gritei de dor, ela era pequenininha quase nem sentia dentro, mas ele dizia "toma, putinha, olha como eu rasgo teu cu", então fingi, comecei a ofegar e pedia pra ele parar que tava me matando, e ele gozou, também gozou no menino. Pra ele lembrar de mim, limpei com a língua e dei uma mini mamada, ele tava feliz e perguntou "você gostou?", "claro, docinho, me fez gozar igual uma coelha", ele foi embora feliz.
Saí com ele pra pegar algo pra beber assim não ficava com gozo na boca, vi o terceiro, olhos arregalados, boca também, me olhava de cima a baixo, percebi na hora como era. Fomos pro quintal de mãos dadas, ele tava super nervoso, mandei ele sentar na cama, fiquei na frente dele e falei "me olha", ele me devorava com os olhos, me exibi bem, devagar, sensual, dei um giro de 360° lento e quando tava de frente pra ele falei "cê gosta do meu corpo?" ele balançou a cabeça que sim, "cê gostaria de ser igual a mim, né?" ele ficou vermelho e baixou o olhar, "não esquenta, é o máximo se transformar, o prazer que sente é incrível, eu posso te ajudar" ele continuava de cabeça baixa mas falou, "a ter um corpo igual o seu, sério?" com os olhos cheios de empolgação, "quando você passa e eu tô na calçada, te olho mas desejando ser igual você e me escondo na esquina pra te ver mais um pouco", falei que ia ajudar, combinamos de conversar mais de boa pela internet que eu ia guiar ele até os caras quererem comer ele pela pinta de putinha que ele tinha, ele amava o que eu falava. "Sou passiva mas você veio estrear, então pelo menos olha pra ela e se quiser toca", o moleque tava voando, fiquei na frente dele e tirei ela, "toca" custou mas ficou meia dura, "agora dá um beijo, não tem medo, vai ser o primeiro de milhares, assim começa a ser mulherzinha", ele beijou, segurei a cabeça dele pra não se afastar e ele começou a chupar de boa com os olhinhos fechados enquanto se masturbava, gozou, tava super feliz, tinha ficado Depois que passou o cagaço e ele tava com cara de feliz, falei pra ele se conectar de noitinha que eu ia transformar ele e me exibi de novo, chupei a boca dele e continuei atendendo. Passaram mais quatro, nada pra contar, e vinha o grande, o último.
Pedi pra ele se despir, ele disse que não queria, que tinha vindo pra cuidar dos outros, "mas você pagou, então alguma coisa você busca", pensei que ele não ia curtir minha vibe, mas como queria comer ele, insisti: "você já estreou?", ele respondeu que sim, hmm, me parece que... "estreou e não gostou?", era isso. Falei que a primeira vez costuma ser bem desagradável por causa do nervosismo se tem pressão ou muita ansiedade, e que tem puta que é filha da puta, que ele ia achar alguém pra fazer ele estrear de verdade. Coloquei a mão na virilha dele, e ele disse categórico: "não, não gosto". "Ok, já sei o que você curte, me espera." Saí e falei baixinho pro cigano: "quer pica de homem, tira a virgindade dele". Sem dizer nada, ele foi pro quintal.
No salão só tinha o primeiro pelado esperando a calça secar um pouco, preocupado com o que dizer em casa. "Fácil, olha: onde tá a calça e a cueca? Tavam na cozinha, fala que derramou água em você. É isso ou conta a verdade." E mandei ele embora porque a futura mina tava esperando o futuro promíscuo. O cigano ia comer ele por um bom tempo, é bem degenerado.
Então perguntei que nome de mulher ele usava nas fantasias dele. Verônica, gostei, eu tinha sido Verônica por um tempinho. "Olha, vamos começar." Fui no escritório, peguei a saia e dei pra ele, e também os stilettos pra ele calçar. Ficaram bem nele, é verdade que stiletto não é o ideal pra iniciantes, mas ele se mexia bem, e eu estimulava ele falando coisas bonitas no feminino. Ele era brincalhão, tava se soltando, e era porque curtia a vibe. Falei pra ele trabalhar no bar como garçonete, igual eu, pedi pra ele trazer uma coca pra mim e algo pra ela. Pedi pra ele sentar como os clientes faziam comigo, e falei: "você sabe que sou uma puta, né? Vai ter que me dar um pouco de... prazer e você vai gostar, me espera", fui pro escritório e voltei com um cinturão preto, ela arregalou os olhos tipo, o que vai rolar aqui?, "vem Vero, faz de conta que é real, quero ver você chupar e depois meter na sua bunda", ela não queria, falava que era grande demais, "tem muito maior e depois você só vai querer grande, então ajoelha e chupa". Era parecida comigo, complacente, tava bem gostosa de joelhos de salto e mini chupando, ajudei ela a levantar, apoiei a cara e o torso dela na mesa e comecei a chupar bem a bunda dela, fechadinha, branquinha, muita saliva, muita língua e massagem com os dedinhos. Aconteceu o impensável, ela ficou dura, tirei o cinturão e falei "não vou usar, vou meter a pica, você me deixou dura, putinha", devagar devagar, com dicas e saliva entrou e eu tava desvirginando aquela bunda apertada, ela gostava, no quintal o cigano continuava comendo o cara, então levantei a Vero e levei ela com a pica dentro pro quintal, quando entramos no mesmo instante se viram, o cara tava de quatro o cigano metendo forte e eu tava comendo a putinha, se olharam com terror por terem sido descobertos mas nenhum dos dois ia dedurar o outro, pelo menos, levei a Verinha pra cama do lado do casal e coloquei ela de quatro e comemos um tempo enquanto eu e o cigano nos beijávamos de língua. Quando ele gozou eu fingi e os dois ficaram exaustos com cara de que porra aconteceu aqui?
O cigano olhou pra gente e soltou a frase do dia "surpresa te dá a vida, a vida te dá surpresas

3 comentários - Rock pesado no puticlub

A mi me pedrería mas verte al final del post pero igual es muy caliente van mis 10 puntos
di814 +1
me encantan tus relatos, quisiera ser tu x un dia
@di814 ¿No te atrevés por una cuestión de salud o por miedo?. Igual no es un preceso rapidísimo la feminización, se puede suspender cuando llegás al límite y casi todos los cambios se pierden en unos meses o también se puede llegar al límite y después hacer como mantenimiento con un tratamiento pausado.
Igualmente no es necesario hormonizarce para sentirse y verse femenina, todo está en la mente y para que se refleje hay ejercicios físicos, alimentos, cuidados estéticos.
di814
si un poco de miedo xq no quiero algo permanente, pero si hago ejercicios para zonas especificas 😊
di814
si un poco de miedo xq no quiero algo permanente, pero si hago ejercicios para zonas especificas 😊
di814
me encantan tus relatos, quisiera ser tu x un dia