Há alguns dias, minha esposa, Paula, teve o azar de cair pelas escadas, se machucando bastante e me dando um susto do caralho. Felizmente, tudo não passou de algumas contusões, das quais ela logo conseguiu se recuperar. O mais curioso foi como ela conseguiu fazer isso. Aconteceu que, com o passar dos dias e vendo que a dor não desaparecia de vez, fomos consultar a doutora... bom, vou dizer só o primeiro nome dela: chama-se Ana. É uma mulher muito agradável, morena de olhos pretos e com um corpo bonito, que mal dá pra adivinhar escondido pelo jaleco branco. Mas sem dúvida o mais encantador nela é algo que não se vê, e que pudemos comprovar quando ela nos atendeu: a voz dela. Tem uma voz tão doce, tão profunda, tão clara... e pronuncia as palavras com uma lentidão e um encanto admiráveis. As frases mais banais soavam encantadoras na boca dela, e esse é um detalhe que sempre torna as pessoas mais atraentes. Fomos vê-la numa tarde de maio. Ana foi super gentil, e no começo, pra deixar a conversa mais agradável, começou a nos perguntar um monte de coisas diferentes, que não quero repetir pra não encher o saco de quem lê esse relato, mas que ajudaram muito a quebrar o gelo. Ela olhava pra nós dois com muita simpatia, e minha esposa também se sentiu super à vontade com ela. Eu perdi toda a preocupação com a Paula, e até me parabenizava por ter ido visitar uma doutora tão gostosa e tão agradável. Aquilo parecia mais uma conversa de amigos do que uma consulta médica. Depois, explicamos os detalhes da queda da Paula, as circunstâncias em que aconteceu, etc. Por fim, já tendo esclarecido o assunto o suficiente, a doutora começou a investigar o estado atual da paciente. — Ainda tem hematomas? — perguntou pra Paula. — Não, mas ainda sinto dor em alguns lugares. — É? Em que lugares? — Bom, aqui... aqui... e aqui. Paula ia tocando as coxas, as costas, os quadris, e praticamente o corpo todo. Ela estava usando uma Camiseta sem manga e umas calças bem justas. A verdade é que minha mulher é muito gostosa (e não falo só porque é minha). Ela é loira, de olhos azuis, e tem um corpo bem cheinho, com uma bunda redonda, perfeita pro meu gosto. As carnes dela são tão apetitosas, os peitos tão cheios de gozo, a pele tão macia de olhar e tocar que os homens costumam ficar meio bobos quando olham pra ela. Ela chama bastante atenção em quase todas as ocasiões, e essa não foi exceção, porque a doutora a observava muito atentamente, tanto que me pareceu que os olhos dela brilhavam um pouco mais que antes e a respiração estava ligeiramente mais ofegante. — Mas dói agora, espontaneamente, ou só quando você toca? — perguntou a doutora de novo. — Só quando toco, embora algumas dores nas pernas eu sinta também ao andar. — Vamos, fique de pé, aí, ao lado da maca. — Preciso tirar a roupa? — perguntou Paula. A doutora hesitou um momento, enquanto continuava olhando fixamente pra ela. — Não... não é necessário... pelo menos por enquanto. Notei que a voz da doutora tinha mudado. Já não tinha aquela calma, aquela fluidez que me chamaram a atenção no começo da consulta. Agora soava meio alterada, hesitante. A verdade é que a pergunta de Paula era pra fazer qualquer um duvidar, e além disso ela tinha dito com uma ingenuidade de colegial tão encantadora que eu mesmo, se fosse médico, não saberia como interpretar. O caso é que Paula foi pra um canto da sala, onde tinha uma lâmpada que permitia fazer melhor as observações. A doutora se aproximou dela e perguntou de novo: — Vamos, me mostra onde dói. — Aqui — disse Paula, tocando o tríceps do braço direito. — Deixa eu ver — disse a doutora, apertando o braço dela. — Sente alguma coisa? — Uma dor leve, mas não muito forte. — Onde mais você sente dor? — Aqui — disse Paula, tocando a mão esquerda. A doutora pegou a mão da minha mulher com um amor tão extraordinário e um olhar tão bobão que qualquer um diria que ia se ajoelhar e beijar ela. Depois apertou um pouco e apalpou, enquanto Paula ia dizendo se doía mais ou menos. O mesmo ritual se seguiu com o ombro esquerdo, o quadril direito e o centro das costas. A doutora parecia realmente hipnotizada com o corpo da minha mulher. A boca dela estava entreaberta e a respiração era bem profunda. Eu olhava pra elas quase igualmente bobão e me perguntava o que as duas deviam sentir naquele momento. Minha mulher, por sua vez, se prestava ao exame com total naturalidade, como uma menina inocente que não busca intenções estranhas por trás das atitudes das pessoas. Então chegou a vez das pernas. — Aqui tenho muitas contusões, por toda parte — disse Paula. — É? Bom... então... talvez seja melhor você tirar a calça, pra ver como estão. A voz da Ana soava meio trêmula ao dizer aquilo. Pela primeira vez, ela me olhou. Dava pra dizer que pedia permissão com o olhar pra minha mulher tirar a roupa. Eu tentei adotar uma atitude indiferente, pra não deixar ela desconfortável, mas acho que escapou um sorrisinho, que ela interpretou como um sinal de que eu não achava ruim o que estavam fazendo. Paula tirou os sapatos e a calça como uma garota obediente e ficou de novo em pé. Só restavam uns roxos quase imperceptíveis nas pernas lindas dela, que a doutora parecia devorar com os olhos. — Bom — disse a doutora enquanto se abaixava —, eu vou apertando e você vai me dizendo se dói muito, pouco ou nada, combinado? — Combinado — respondeu Paula com toda disciplina. Então começou uma das cenas mais incríveis que já vi. A doutora, ajoelhada e com os olhos fixos nas pernas da minha mulher, ia tocando cada cantinho do corpo dela, começando pelos tornozelos e subindo devagar, rumo a... bem, à parte de cima. O jaleco dela, entreaberto, deixava ver uma das pernas, pois Ela estava de saia. O mimo com que tocava o corpo da Paula e a languidez com que a olhava davam ao trabalho dela um toque encantador. Eu até comecei a ficar meio nervoso. Parecia cada vez mais evidente que a doutora estava fazendo algo além do trabalho dela, e aquilo era muito agradável pra mim, mas ao mesmo tempo meio constrangedor. Até a Paula, a única que até então tinha ficado imperturbável, começou a respirar mais rápido e parecia estar curtindo aquilo. Os "sim" e "não" dela pras perguntas da doutora sobre a dor tinham um tom cada vez mais meigo. Por um momento, ela me olhou, e foi com uns olhos... com uma expressão... que parecia pedir pra eu ficar quieto, pra não atrapalhar aquele momento em que ela estava se divertindo tanto. A doutora, no seu lento mas imparável percurso, já tinha chegado nas coxas, uma das áreas mais gostosas do corpo da minha esposa. Ela tem elas tão bem feitas, tão apetitosas, que a tentação foi grande demais dessa vez, e ficou na cara que a doutora estava passando a mão na minha mulher. Ela até levantou o olhar pra Paula, como pedindo desculpas por fazer aquilo, e pedindo permissão pra continuar. Minha mulher, que só com o olhar já parecia responder: "pode ir, pode ir", abriu um pouco as pernas, instintivamente, pra facilitar o trabalho da doutora. Ela já estava tão nervosa, a respiração dela já era tão irregular, o tremor tão evidente e o olhar tão ardente, que dava pra ver claramente que ela não aguentava mais. Sem pensar duas vezes, ela aproximou os lábios da coxa direita da Paula e beijou com uma doçura encantadora. Depois encostou a bochecha no lugar que tinha beijado e se abraçou de leve na perna da minha mulher, que já mostrava os mesmos sintomas de excitação que ela, e parecia ter os dois peitos mais durinhos, como se quisessem pular pra fora da camiseta. As duas me olharam, meio receosas, como se perguntassem com os olhos: "E agora, o que você vai fazer? Deixa a gente continuar?" Meu silêncio pareceu responder que sim, que não tinha problema nenhum, então a doutora continuou a beijar as coxas da Paula, agora com mais decisão. Minha esposa também mostrava mais claramente o prazer dela, agora que parecia que eu não ia atrapalhar. Ainda bem que ninguém tirou uma foto minha naquele momento, porque com certeza eu devia estar com aquela cara de otário que a gente faz quando vê duas minas se pegando. Engoli seco e fiquei meio travado, pensando no que devia fazer. Será que eu tinha que ficar só olhando sem participar? Que crime, que oportunidade desperdiçada! Mas me meter naquilo parecia quase falta de educação, uma sacanagem. As duas estavam tão gostosas assim... o que o marido de uma delas ia fazer no meio, quebrando a harmonia da cena? No fim, para o bem ou para o mal, decidi ir pra perto delas, porque a excitação tinha subido tanto que parecia que a calça ia rasgar. Tinha que fazer alguma coisa, e não ia ficar me masturbando ali, na frente daquelas duas mulheres; isso sim teria sido vergonhoso. Mas não quis interferir ainda, porque o que elas estavam fazendo era tão lindo que se meter no meio naquele momento teria sido uma falta de respeito. Simplesmente fui me aproximando delas, devagar, para admirar melhor o que faziam. A doutora, depois de já ter aproveitado bastante as pernas da Paula, foi se levantando aos poucos, sem tirar as mãos do corpo da minha mulher, do qual parecia não querer se separar. Enquanto os lábios dela roçavam primeiro a calcinha da Paula, depois a barriga e depois os peitos, as mãos foram para a bunda dela. Paula reagiu do mesmo jeito, e passou as mãos na bunda da Ana, de modo que ficaram as duas de frente uma para a outra, meio abraçadas, se olhando com uns olhos que, sinceramente, não sei descrever. Então se deram um beijo tão ardente e ao mesmo tempo tão... Dulce, já não aguentei mais e tive que abrir minha braguilha. Aquilo era demais pra mim. Me ajoelhei atrás da minha mulher e fui baixando a calcinha dela, coisa que a doutora aproveitou pra apalpar melhor os glúteos dela, que agora apareciam nus em todo seu esplendor. Percebi que a calcinha da minha mulher estava meio úmida, prova evidente de que a inspeção não tinha sido desagradável pra ela. Eu fui percorrendo com meus lábios as pernas da minha mulher, enquanto elas se beijavam e se abraçavam cada vez com mais intensidade. Durante o trajeto que minha boca fazia pela pele da Paula, encontrei alguns restos de saliva da doutora, o que deixava tudo ainda mais gostoso. Por fim, levantei a vista e vi que a doutora tinha tirado o jaleco e a camisa que usava. Só estava de sutiã e saia, mas essa logo caiu no chão, graças ao esforço da minha mulher, que parecia ansiosa pra devolver à bunda da Ana os mesmos carinhos que a dela tinha recebido. Quis então trocar de pernas e me aproximei das da doutora, que deixou eu fazer o que quisesse enquanto ela continuava beijando minha mulher e apalpando a bunda dela. Tirei os sapatos dela e comecei a beijar suas pernas com o mesmo tesão que as da minha esposa, e elas mereciam, porque eram igualmente admiráveis. Que pele macia! Que coxas tão suculentas! Mas, apesar do tesão que essa parte do corpo dela me dava, minhas mãos foram subindo, e logo me vi apalpando a bunda da minha mulher com a esquerda, e a da doutora com a direita. Elas deviam estar gostando, porque me deixavam fazer o que quisesse. Agora estavam se dedicando a apalpar os peitos uma da outra, primeiro por cima da roupa, enquanto se beijavam, e depois, assim que minha mulher tirou a camiseta e a doutora o sutiã, direto na pele. A doutora fez a Paula sentar na maca e levantar uma das pernas, de modo que o calcanhar ficasse apoiado na maca e ela pudesse se mostrar mais. aberta. Então ela se abaixou e começou a chupar a buceta dela com um tesão tão descontrolado que parecia que ia devorá-la. Paula gemia de prazer como nunca tinha gemido antes. Eu me aproximei e beijei ela, enquanto a acariciava pra aumentar ainda mais o prazer dela. — Tá gostando do que a doutora tá fazendo? — perguntei. — Ah, tô ficando louca — ela gaguejou, toda excitada. — Você merece — respondeu a doutora, erguendo os olhos que brilhavam com o fogo da luxúria —. Nunca fiquei tão excitada vendo e tocando uma mulher, mas você me impressionou tanto que eu nunca teria deixado você escapar. — Ah, vai, continua — minha mulher exortou —, porque eu tô ficando louca com o que você faz. E Ana voltou a lamber a virilha dela, enquanto Paula já gemia com um descontrole tão evidente que parecia que ia gozar. Eu me aproximei da doutora e me ajoelhei ao lado dela pra ajudar a lamber. A gente se alternava na tarefa, ou então dividia a vulva, de modo que ela lambia o lábio esquerdo e eu o direito, enquanto eu passava a mão nela entre as pernas, e ela pegava no meu pau como podia e me masturbava. Também teve um momento em que a gente se olhou e se beijou na boca. Meu Deus, que mulher mais gostosa! Nunca tinha sido beijado assim. Acho que é a excitação que cenas extraordinárias como essa causam, que faz as pessoas assumirem uma atitude fora do normal. Por fim, a gente se levantou. Quando olhei pro rosto da minha mulher, percebi que ela tava pelando de tesão, e como eu vi ela assim, de pernas abertas e totalmente nua, não resisti à tentação de foder ela. Isso a excitou ainda mais; parecia que tinha subido ao céu do prazer. A doutora então se deitou sobre ela e beijou ela na boca. Paula abraçava ela enquanto os peitos se esfregavam nos da companheira, e eu tinha a bunda da doutora na minha frente, que, claro, não deixei de apalpar. Vi aparecer por baixo uma mão: era a da minha mulher, que aproveitava pra masturbar a doutora. Acho que Depois de todas essas descrições, vocês já podem imaginar em que estado eu estava. Era a coisa mais incrível que já tinha acontecido na minha vida, e eu estava tão excitado que tive medo de gozar rápido demais, então diminuí um pouco o ritmo das minhas investidas para tentar me acalmar. Foi aí que a doutora teve a ideia de mudar de posição: ela se virou, colocou o rosto virado para mim, enquanto minha mulher lambia entre as pernas dela. Vocês precisavam ter visto, completamente excitada, me olhando com uns olhos que mais pareciam os de uma bêbada do que os de uma profissional tratando uma paciente. Mas o que mais me excitava era o que eu não podia ver. Na verdade, eu imaginava minha própria esposa passando a língua pelos lábios da buceta da doutora, chupando os sucos dela, comendo a xereca dela, e isso me excitava tanto que não aguentei mais. Tirei meu pau de dentro do corpo da minha mulher e soltei uma das gozadas mais violentas da minha vida, que encharcou toda a buceta da Paula e parte da barriga dela. Algumas gotas foram parar no rosto da doutora, que fechou os olhos instintivamente e virou o rosto, sem conseguir evitar totalmente que parte do meu sêmen a atingisse. No entanto, pude perceber que ela não sentiu nojo, porque a primeira coisa que fez assim que eu me afastei foi lamber a entreperna da minha mulher. Eu, embora cansado e satisfeito, continuei contemplando a cena com prazer. Me apoiei na parede de um jeito que dava para ver minha mulher lambendo a buceta da parceira dela. Ufa, que loucura, aquilo era tão incrível que, se eu não tivesse gozado ali mesmo, de bom grado teria beijado ela e ajudado no trabalho. Mas agora era melhor deixar as duas mulheres terminarem por conta própria. Não demorou muito, porque a Paula estava gostando tanto daquilo que em poucos segundos começou a gritar como uma possessa e a se contorcer de um jeito que mostrava bem claramente o que estava acontecendo no corpo dela. Ela ficou então meio desmaiada, como se tivessem matado ela de prazer. Eu me aproximei e comecei a lamber a buceta da doutora, pra não deixar ela no meio do caminho, já que ela continuava saboreando com prazer a xereca da minha esposa e ainda não tinha chegado ao ápice do prazer. A Paula se recuperou em poucos segundos e voltou ao trabalho. Assim, nós dois lambíamos a doutora, enquanto de vez em quando parávamos pra nos beijar, nos olhando com uma mistura de cumplicidade e satisfação. Eu queria apressar o orgasmo da nossa parceira, e como vi que o cu dela tava limpinho, não resisti a passar minha língua por lá. Foi o golpe final: a doutora, gritando "Ah, sim, vocês tão me matando com essas línguas!", chegou ao auge do prazer, se debatendo violentamente e agarrando com força as pernas da minha mulher, a ponto de mais tarde a Paula me confessar que ela tinha machucado suas contusões.
2 comentários - A Doutora Gostosa