Praça General San Martín
Av. Santa Fe e Maipú, Retiro.
Será que é por causa da proximidade com a Estação Terminal Retiro, um dos lugares mais intensos e movimentados da cidade? Ou será que é pela evocação sexual do sangue derramado? Em certos horários, a Praça General San Martín não é um mundo de gente. Todo mundo sabe disso: nunca é tão interessante transar em praças públicas, nem a experiência se compara a uma suíte especial no melhor motel da cidade. Mesmo assim, tem domingos de fim de tarde em que os tarados correm por lá. Discrição é fundamental. Nos cantos mais escondidos, tem bancos bons, muitas árvores e, no fundo, não é tão perigoso quanto parece. Na real, cuidado porque em alguns pontos tem câmeras espertas. Por aqui, o melhor plano anti-domingo.
Passagem Três Sargentos
Três Sargentos entre Alem e San Martín, Retiro.
Um oásis no meio da bagunça e do caos do Centro portenho. Os paralelepípedos guardam alguns dos segredos mais sombrios e misteriosos da cidade. De noite, rola um pouco de programa e um tanto de álcool descendo garganta abaixo. Os bares da quadra costumam fechar bem cedo, e a vista para o extinto Harrods é uma caixinha de surpresas. Por ser perto de vários hotéis, geralmente faz parte da rota do sexo rápido. Só um aviso: cuidado com os malandros que podem se aproveitar da boa vontade do vai e vem. Enquanto isso, trepar nos cantinhos pode ser uma boa opção, com discrição e uma saída fácil: fica a uma quadra da Av. Córdoba e a duas da Av. Santa Fe.
Passagem Espártaco
Espártaco e Gregorio de Laferrere, Flores.
Depois da Av. Directorio e antes da Rodovia, tem uma área meio residencial. Por ali, a casa do poeta e médico rural Baldomero Fernández Moreno, que é considerada patrimônio nacional. Tem ruas sem asfalto e nenhum prédio. O que rola com isso? O lugar é totalmente tranquilo. Tem umas casinhas velhas, o ar é calmo e a paisagem soa até meio desoladora. De vez em quando cruza algum policial, mas nada de outro mundo. Dá pra estacionar o carro ou ir a pé. E serve pra um plano de tarde. Arvorezinhas, portas e grades: o tempo parou nessa rua. Por estar numa curvinha, a Espartaco tem pouco movimento e muito de pitoresco. O pessoal do bairro vai lá. E quem é de fora não vai se sentir visitante.
Banheiro para deficientes de cafeteria famosa
Honduras e Humboldt, Palermo.
Os banheiros para deficientes costumam ser ideais pra todo tipo de safadeza. Nem preciso listar, mas usem a imaginação: são amplos, confortáveis e sempre limpos. Além disso, esse em particular, geralmente fica sem uso. O lugar tem poucos funcionários e ninguém fica de olho. Mas, como tudo: joguem o jogo por conta própria. Aos domingos, tem pouca gente circulando por essas quadras e muito menos nesse local. Por estar num ponto cego, uma visitinha rápida ao banheiro pode ser uma boa opção pra aliviar o tesão.
Terra de ninguém
Entre o Predio Ferial El Dorrego e a Praça Mafalda, Colegiales.
Espaços enormes, descampados e longuíssimos. Verde intenso e caminhões parados. Curvas e contracurvas. Uns grafites nas paredes e a impunidade dos cantos infinitos. Campinhos de futebol e uma árvore atrás da outra. Alguém leva os bichinhos pra fazer as necessidades, mas não tem muito mistério. Ninguém oficializou, mas isso pode ser o nascimento de um verdadeiro mito portenho: a tranquilidade daquela área a torna o ponto central do próximo grande point de trepada institucionalizado da Capital Federal. Ah, e nos fins de semana não tem uma alma. A recomendação: vão dar um passeio de bicicleta por ali e criem seu próprio filme pornô sob medida. Sexo aqui, ali e mais além.
Escada da Estação Humberto I da Linha H
Av. Jujuy 1100, San Cristóbal.
O bairro já é escuro por si só e ninguém, nunca, dá Presta atenção naquela boca de metrô. De noite, muito menos. É confortável? Claro que não: é uma escada descendo de um metrô. Só serve pra transar em pé. O melhor é achar um cantinho nos fins de semana, em horários noturnos, quando o transporte público não tá rolando. Dependendo da empolgação dos amantes, tem grades e corrimões pra se segurar. É um point seguro pra galera da área e uma joia intensa pros novatos.
**Bosques de Palermo**
Av. Figueroa Alcorta 5900, Palermo.
Na frente da AYSA tem uma entrada pro parque com uma grade gigante. De noite, andar de carro é perfeito: vira tipo uma rua cortada enorme e ninguém passa por ali. Na real, a avenida fica longe da vista e não tem luzes que atrapalhem muito. Só umas pequenas e fracas que aparecem de uns metros e até acabam sendo climáticas pra qualquer começo de ritual amoroso de rua. O caminho até o destino já esquenta o clima. Dá pra ir andando entre as árvores de boa também. Esse é o lugar típico que o povo manda: "Pra foder, vai pros Bosques de Palermo". De repente, dessa jurisprudência, aqui é a melhor localização.
**Postrimerías da Biblioteca Nacional**
Agüero 2502, Recoleta.
O verde dessas hectares se estica tentador como uma cama enorme de mil lugares. Cama desconfortável, mas cama, né. Tem banquinhos peronistas e uns velhos pacatos que circulam pela área. O complexo fica aberto por algumas horas e é ideal pra beijar, fazer um petting e um pouco de preliminar. Perto do prédio, dentro do parque, tem uns cantinhos mágicos que vale a pena explorar. A área é semi-fechada, mas também muito tranquila. A cobertura ideal é o visual de estudante e a mochila com livrinhos. Ninguém desconfia de uns bons universitários em busca de conhecimento no Aleph que Jorge Luis Borges sonhou e Clorindo Testa projetou.
**Plazoleta** Voyeurista
Donado e Ruiz Huidobro, Saavedra.
Zona de perigo na certa: fica bem perto de um posto da polícia. Mas, às vezes, o melhor jeito de esconder algo é deixar à vista. O lugar fica a passos da estação de trem Luis María Saavedra. Um detalhe: ao lado do destacamento policial tem um paredão pronto pra fuder. Nos últimos anos, esse espaço ganhou várias obras e isso criou novos esconderijos também. Essa pracinha é uma das saídas da Capital Federal e os carros passam voando. É uma avenida com quatro pistas, uns bulevares, um paredão enorme e grama, muita grama. Todo mundo te vê, mas ninguém te enxerga. Além disso, a área tem uns murais muito bons. E transar olhando uns murais bonitos pode ter sua magia.
Parque Mulheres Argentinas
Limitado pelas ruas Manuela Manso, Marta Linch, Av. dos Italianos e Manuela Sáenz, Puerto Madero.
A roupa voa e ninguém parece ligar muito. De noite, pode ser o esconderijo perfeito pra um sexo sem limites. Tem dunas, graminha, brinquedos e pouca luz. De vez em quando, um skatista bate a tábua no chão ou alguém passa andando de patins devagar. E só. É uma extensão enorme de território pronta pra amar, além de uma área selvagem, mas de mentira: como em todo Puerto Madero, aqui não tem perigo real. O parque se destaca como um dos poucos lugares onde vale mais estar a pé do que de carro. De dia, as manobras safadas são um pouco mais difíceis, mas não impossíveis. Se precisar, tem bebedouros de água. E os trechos são tão longos que, se for pego no flagra, dá tempo de tirar o que tem que tirar e colocar o que tem que colocar.
Av. Santa Fe e Maipú, Retiro.
Será que é por causa da proximidade com a Estação Terminal Retiro, um dos lugares mais intensos e movimentados da cidade? Ou será que é pela evocação sexual do sangue derramado? Em certos horários, a Praça General San Martín não é um mundo de gente. Todo mundo sabe disso: nunca é tão interessante transar em praças públicas, nem a experiência se compara a uma suíte especial no melhor motel da cidade. Mesmo assim, tem domingos de fim de tarde em que os tarados correm por lá. Discrição é fundamental. Nos cantos mais escondidos, tem bancos bons, muitas árvores e, no fundo, não é tão perigoso quanto parece. Na real, cuidado porque em alguns pontos tem câmeras espertas. Por aqui, o melhor plano anti-domingo.
Passagem Três Sargentos
Três Sargentos entre Alem e San Martín, Retiro.
Um oásis no meio da bagunça e do caos do Centro portenho. Os paralelepípedos guardam alguns dos segredos mais sombrios e misteriosos da cidade. De noite, rola um pouco de programa e um tanto de álcool descendo garganta abaixo. Os bares da quadra costumam fechar bem cedo, e a vista para o extinto Harrods é uma caixinha de surpresas. Por ser perto de vários hotéis, geralmente faz parte da rota do sexo rápido. Só um aviso: cuidado com os malandros que podem se aproveitar da boa vontade do vai e vem. Enquanto isso, trepar nos cantinhos pode ser uma boa opção, com discrição e uma saída fácil: fica a uma quadra da Av. Córdoba e a duas da Av. Santa Fe.
Passagem Espártaco
Espártaco e Gregorio de Laferrere, Flores.
Depois da Av. Directorio e antes da Rodovia, tem uma área meio residencial. Por ali, a casa do poeta e médico rural Baldomero Fernández Moreno, que é considerada patrimônio nacional. Tem ruas sem asfalto e nenhum prédio. O que rola com isso? O lugar é totalmente tranquilo. Tem umas casinhas velhas, o ar é calmo e a paisagem soa até meio desoladora. De vez em quando cruza algum policial, mas nada de outro mundo. Dá pra estacionar o carro ou ir a pé. E serve pra um plano de tarde. Arvorezinhas, portas e grades: o tempo parou nessa rua. Por estar numa curvinha, a Espartaco tem pouco movimento e muito de pitoresco. O pessoal do bairro vai lá. E quem é de fora não vai se sentir visitante.
Banheiro para deficientes de cafeteria famosa
Honduras e Humboldt, Palermo.
Os banheiros para deficientes costumam ser ideais pra todo tipo de safadeza. Nem preciso listar, mas usem a imaginação: são amplos, confortáveis e sempre limpos. Além disso, esse em particular, geralmente fica sem uso. O lugar tem poucos funcionários e ninguém fica de olho. Mas, como tudo: joguem o jogo por conta própria. Aos domingos, tem pouca gente circulando por essas quadras e muito menos nesse local. Por estar num ponto cego, uma visitinha rápida ao banheiro pode ser uma boa opção pra aliviar o tesão.
Terra de ninguém
Entre o Predio Ferial El Dorrego e a Praça Mafalda, Colegiales.
Espaços enormes, descampados e longuíssimos. Verde intenso e caminhões parados. Curvas e contracurvas. Uns grafites nas paredes e a impunidade dos cantos infinitos. Campinhos de futebol e uma árvore atrás da outra. Alguém leva os bichinhos pra fazer as necessidades, mas não tem muito mistério. Ninguém oficializou, mas isso pode ser o nascimento de um verdadeiro mito portenho: a tranquilidade daquela área a torna o ponto central do próximo grande point de trepada institucionalizado da Capital Federal. Ah, e nos fins de semana não tem uma alma. A recomendação: vão dar um passeio de bicicleta por ali e criem seu próprio filme pornô sob medida. Sexo aqui, ali e mais além.
Escada da Estação Humberto I da Linha H
Av. Jujuy 1100, San Cristóbal.
O bairro já é escuro por si só e ninguém, nunca, dá Presta atenção naquela boca de metrô. De noite, muito menos. É confortável? Claro que não: é uma escada descendo de um metrô. Só serve pra transar em pé. O melhor é achar um cantinho nos fins de semana, em horários noturnos, quando o transporte público não tá rolando. Dependendo da empolgação dos amantes, tem grades e corrimões pra se segurar. É um point seguro pra galera da área e uma joia intensa pros novatos.
**Bosques de Palermo**
Av. Figueroa Alcorta 5900, Palermo.
Na frente da AYSA tem uma entrada pro parque com uma grade gigante. De noite, andar de carro é perfeito: vira tipo uma rua cortada enorme e ninguém passa por ali. Na real, a avenida fica longe da vista e não tem luzes que atrapalhem muito. Só umas pequenas e fracas que aparecem de uns metros e até acabam sendo climáticas pra qualquer começo de ritual amoroso de rua. O caminho até o destino já esquenta o clima. Dá pra ir andando entre as árvores de boa também. Esse é o lugar típico que o povo manda: "Pra foder, vai pros Bosques de Palermo". De repente, dessa jurisprudência, aqui é a melhor localização.
**Postrimerías da Biblioteca Nacional**
Agüero 2502, Recoleta.
O verde dessas hectares se estica tentador como uma cama enorme de mil lugares. Cama desconfortável, mas cama, né. Tem banquinhos peronistas e uns velhos pacatos que circulam pela área. O complexo fica aberto por algumas horas e é ideal pra beijar, fazer um petting e um pouco de preliminar. Perto do prédio, dentro do parque, tem uns cantinhos mágicos que vale a pena explorar. A área é semi-fechada, mas também muito tranquila. A cobertura ideal é o visual de estudante e a mochila com livrinhos. Ninguém desconfia de uns bons universitários em busca de conhecimento no Aleph que Jorge Luis Borges sonhou e Clorindo Testa projetou.
**Plazoleta** Voyeurista
Donado e Ruiz Huidobro, Saavedra.
Zona de perigo na certa: fica bem perto de um posto da polícia. Mas, às vezes, o melhor jeito de esconder algo é deixar à vista. O lugar fica a passos da estação de trem Luis María Saavedra. Um detalhe: ao lado do destacamento policial tem um paredão pronto pra fuder. Nos últimos anos, esse espaço ganhou várias obras e isso criou novos esconderijos também. Essa pracinha é uma das saídas da Capital Federal e os carros passam voando. É uma avenida com quatro pistas, uns bulevares, um paredão enorme e grama, muita grama. Todo mundo te vê, mas ninguém te enxerga. Além disso, a área tem uns murais muito bons. E transar olhando uns murais bonitos pode ter sua magia.
Parque Mulheres Argentinas
Limitado pelas ruas Manuela Manso, Marta Linch, Av. dos Italianos e Manuela Sáenz, Puerto Madero.
A roupa voa e ninguém parece ligar muito. De noite, pode ser o esconderijo perfeito pra um sexo sem limites. Tem dunas, graminha, brinquedos e pouca luz. De vez em quando, um skatista bate a tábua no chão ou alguém passa andando de patins devagar. E só. É uma extensão enorme de território pronta pra amar, além de uma área selvagem, mas de mentira: como em todo Puerto Madero, aqui não tem perigo real. O parque se destaca como um dos poucos lugares onde vale mais estar a pé do que de carro. De dia, as manobras safadas são um pouco mais difíceis, mas não impossíveis. Se precisar, tem bebedouros de água. E os trechos são tão longos que, se for pego no flagra, dá tempo de tirar o que tem que tirar e colocar o que tem que colocar.
10 comentários - Top 10 lugares em Buenos Aires pra transar na rua
Gracias x la data