Todos temos gostos diferentes, as pessoas preferem mais alguma cor, um grupo musical, um filme, entre muitas outras coisas que existem no mundo; mas falando especificamente de sexo, tem um monte de coisas pra fazer ou aproveitar. O que vocês estão prestes a ler não é nada mais que uma parte bem pequena das minhas perversões e eu tô feliz em contar minha experiência pra vocês.
Eu trabalho no dia a dia dentro de um prédio corporativo cheio de escritórios, são doze andares de aço, concreto, janelas de vidro, milhares de metros de tubulações e cabos e, além disso, centenas e centenas de pessoas que dão vida e funcionalidade a esses escritórios. Minha equipe fica no 6º andar, tenho 87 subordinados altamente capacitados que dão soluções imediatas pra área de Crédito e Cobrança.
Ser líder de uma equipe tão grande não é tarefa fácil e tem seus grandes desafios, embora eu tenha pessoas que me ajudam na hierarquia da área, isso não tira o fato de eu estar de olho em todos os problemas que podem ou estão surgindo, que normalmente são donos de alguma concessão oferecida pela nossa empresa e que não têm grana suficiente pra pagar a dívida do mês.
Agora, já que vocês conhecem o ambiente onde vivo 12 horas por dia, posso começar a contar a história pela qual vocês entraram neste post. Um dia normal no escritório é cheio de reuniões de trabalho com os gerentes e o presidente regional da empresa, onde são mostrados todos os avanços diários; seguido de uma hora e meia de almoço em algum restaurante da região ou pedindo direto pro meu escritório, pra depois continuar com as reuniões com os chefes da área que administro.
Entre o mundo de e-mails e ligações que recebo todo dia, tá mais que claro que preciso de assistentes pessoais que ajudem a organizar melhor meu tempo no trabalho. Tenho uma fascinação por ter sempre as assistentes jovens, entre 25 e 33 anos, magras de corpo mas que seja muito bem formada, com uma bunda firme e meio grande, assim como os peitos, grandes e firmes, além de cabelo comprido, de óculos e um sorriso magnífico.
Por causa dessa fascinação — e alguns podem chamar de obsessão —, implementei um sistema no escritório que me permite trocar minha assistente, escolhendo a garota que melhor se encaixa nos meus gostos dentro da equipe que eu gerencio. Foi assim que chegou a recém-nomeada assistente e secretária Amanda.
Amanda era recém-formada em contabilidade, chegou ao escritório como estagiária aos 22 anos e, desde aquele momento, eu sempre quis que ela fosse minha assistente. Quando fiz sua nomeação, ela acabara de completar 24 anos e já tinha terminado a faculdade de Contabilidade numa boa universidade pública; mas isso não era o importante, o que realmente me interessava era toda a personalidade dela e, além disso, seu aspecto físico: um rosto lindo demais, com duas bochechas grandes que sempre destacavam seus óculos grandes e redondos. Seus olhos eram de um castanho claro que sempre brilhavam e se enchiam de vida quando ela ria. Na testa, ela usava uma franja estilosa e o cabelo comprido chegava até a metade das costas. Seus peitos grandes e redondos chamavam a atenção de todo mundo porque, no escritório, ela sempre usava suéteres bem justinhos que inevitavelmente realçavam sua figura. Uma das grandes vantagens dela, além da inteligência, era a bunda — uma verdadeira joia de pêssego que se encaixava perfeitamente. Ela sempre nos deliciava a vista no escritório, seja com uma saia e meia-calça ou com uma calça.
Com a nomeação da Amanda, minhas 12 horas de trabalho viraram parte da vida dela, embora ela não ficasse tanto tempo assim. Nossa relação profissional formou uma dupla excelente e, além disso, nosso melhor momento do dia era na hora do almoço: ir e voltar dos melhores restaurantes que a cidade tinha a oferecer, porque, no fim das contas, a empresa paga.
Nesses almoços ou jantares diários, fomos nos... Conhecendo cada vez mais, compartilhamos aspectos das nossas vidas pessoais e, evidentemente, nosso interesse um pelo outro foi crescendo. O primeiro problema que surgiu foi que ela não concordava muito em começarmos um relacionamento, já que sou um homem felizmente casado.
Digo felizmente casado porque é verdade, tenho um casamento que me faz completamente feliz. Conheci minha esposa na universidade e, desde então, soubemos que éramos um para o outro. Paty, minha esposa, é a mulher mais linda e gostosa que já cruzou meu caminho. Ela é alta, tem peitões com mamilos rosados perfeitamente redondos, uma bunda maravilhosa, pele branca e muito macia, cabelo castanho na altura dos ombros. Os lábios rosados e pequenos guardam um sorriso angelical que, desde o primeiro dia em que a vi, me deixou fulminado por ela.
Paty tem um corpão espetacular e sempre usa vestidos, sejam longos ou curtos. Além disso, tem uma personalidade tão doce e gentil com todo mundo. No começo do nosso relacionamento, ela era muito santinha, mas aos poucos foi aceitando de boa todas as minhas perversões. Dentre as várias coisas que desenvolvemos na nossa vida sexual, vou especificar apenas o que essa história exige — e quem sabe um dia eu conte mais.
É importante que você saiba que sou um amante de lingerie e, por consequência, minha esposa também se tornou amante disso. Vivo enchendo a Paty de presentes de lingerie para ela usar no dia a dia ou quando transamos, o que, pra ser sincero, nunca diminuiu em todo o tempo que estamos casados.
Nunca deixei de exibir minha esposa e meu casamento para todo mundo que conheço, e não foi diferente com a Amanda. Por isso, ela não queria que a gente tivesse um relacionamento: porque foi se apaixonando por mim aos poucos, quando eu só queria ela pra realizar meus desejos, que de vez em quando vão mudando.
Quando você come e fatura em restaurantes no nome de... uma empresa, seja própria ou não, a gente aprende uns truques pra nunca desconfiarem se o gasto foi mesmo com comida. numa dessas, já com a Amanda super tranquila, fomos pra um motel que tinha fachada de restaurante e bar, então a empresa continuaria pagando minhas "refeições" com a Amanda. assim que entramos no quarto, Amanda se jogou em cima de mim e me comeu de beijos, abracei ela pela cintura e levei ela direto pra cama.
deitei ela com cuidado, a gente se olhava entre um beijo e outro, fui tirando o colete que ela tava usando na hora e depois desabotoei a camisa dela. fiquei surpreso ao ver que ela tava usando um sutiã de um conjunto que eu tinha dado pra ela, preto com renda rosa mexicano e um lacinho lindo no meio dos dois peitões enormes dela. – cê gosta de como eu tô? – ela perguntou com um sorriso meigo e um olhar cheio de amor. – claro, sabia que você ia ficar uma gostosa – respondi, enquanto beijava ela de novo e terminava de tirar a camisa. desci pelo pescoço dela dando beijos, continuei pelos peitos e cheguei na barriga, que fez ela rir por causa das cócegas dos meus beijos. – o que cê tá fazendo comigo? – disse com um sorrisão lindo, enquanto levantava a cabeça o suficiente pra me olhar, não falei nada e com um beijo novo, agora na barriga dela, desabotoei a saia que ela tava usando e tirei ela por completo. ela tava usando o conjunto inteiro, na parte de baixo uma calcinha fio dental também preta, com umas fitas rosa mexicano que amarravam de cada lado e, igual ao sutiã, um lacinho rosa pequeno na parte de cima do triângulo daquela calcinha.
– me depilei como você pediu, deixei um triângulo pequeno bem aparado e o resto tudo lisinho, espero que cê goste –. Amanda tinha ouvido quando, depois de alguns encontros, eu falei que não gostava de mulher com muito pelo na buceta. – tá fantástica –. e sem parar de olhar nos olhos dela, desci pra chupar ela. uma longa chupada por cima da calcinha fio dental na buceta dela.
Minha assistente já estava molhada demais, terminei de tirar os saltos dela e a fiz ficar de pé para poder vê-la com o conjunto completo. Naquele dia ela tinha usado meias individuais que terminavam bem no meio da coxa e combinavam perfeitamente, aquele par de peitos parecia ainda maior e aquela bunda em formato de pêssego era tão linda e gostosa. Notei que o quarto rapidamente se encheu com o cheiro dessa mulher e aos poucos fui perdendo a decência.
Enquanto eu estava sentado na cama e Amanda me olhava de frente, comecei a passar minha mão entre as coxas dela, até chegar de novo na buceta dela, a calcinha fio dental já estava toda ensopada – Ahhhhhh! – ela soltou o primeiro gemido quando, com a mão por cima da calcinha, eu acariciava com uma leve pressão, queria esfregar aquela calcinha com todos os sucos dela, na minha cabeça tinha surgido uma ideia muito perversa que rapidamente virou um plano que me deixou com uma ereção muito dura. Soltei a Amanda para poder tirar toda a minha roupa, ela percebeu e se ajoelhou para me ajudar, e enquanto eu desabotoava minha camisa, ela começou pelo cinto e depois desceu minha calça num movimento só.
Meu pau saltou totalmente duro na cara dela, e ela, com um olhar entre surpresa e tesão, pegou ele com as mãos – Mmmmmahhh! Tá muito duro hoje, foi assim que eu te deixei? – perguntou – Claro, você tá muito gostosa – Mas na verdade eu estava mentindo um pouco, o que me deixou com tanto tesão foi uma ideia que eu tinha na cabeça. Amanda continuou segurando e passando as mãos no meu pau, e eu aproximei o rosto dela para que me desse uma mamada gostosa. Ela me olhava através dos óculos enquanto enfiava e tirava meu pau da boca dela, eu com as mãos juntava o cabelo dela fazendo tipo um rabo de cavalo e daí podia controlar o ritmo da mamada que ela tava me dando.
Levantei ela, beijei ela sujo, a boca dela e a minha se Encheram de bastante saliva dos dois, depois separei ela bruscamente e joguei ela de costas na cama. Ela ficou meio surpresa com o jeito que eu joguei ela, mas com o tempo isso acabou virando algo que ela adorava. - Ahhh! Ei, você tá muito bruto hoje-. Falou enquanto tentava se levantar de novo, mas eu virei ela de barriga pra baixo e só deixei ela levantar a bunda, que nessa posição parecia um coração. Eu, com meu pau na mão, puxei a calcinha fio dental dela pro lado e enfiei de uma vez com bastante força, indo até o fundo - Haaaaaaayyyy! – Amanda conseguiu falar entre surpresa e com um pouco de dor pela força que usei, mas claramente tinha adorado. Comecei a meter nela segurando a cintura dela e puxando pra mim quando enfiava - Aaai, aaai, aaai, isso! – Os gemidos dela cada vez mais altos, ver aquela bunda gostosa em forma de coração quicando no meu corpo me deu vontade de dar uns tapas nela, então com a mão direita comecei a bater, primeiro de leve, pra ir esquentando a bunda dela, e a cada tapa que eu dava ia aumentando a intensidade até dar umas palmadas fortes, os golpes soavam secos, como palmas, e aos poucos aquela bunda tava passando de um tom rosado pra vermelho a cada tapa - Haaaaaaa! O que que tá rolando, hoje você tá me comendo muito forte?! Ahhhhhhh! – Amanda falava entre as metidas e os tapas que eu dava.
Quando percebi que a bunda dela já tava muito vermelha, continuei metendo bruto na Amanda, dessa vez peguei todo o cabelo dela que tava nas costas e com uma mão enrolei e comecei a puxar; isso fez a Amanda ficar de quatro com a coluna arqueada e gemendo já bem alto - Aí assim, assim, assim! – Eu não conseguia parar de enfiar com força enquanto via aquela lingerie que ela tava usando, minha mente tava muito excitada e foi aí que falei o que tava na minha cabeça há um tempo – Adoro como sua bunda fica nessa calcinha fio dental que você tá usando — Continuava penetrando ela. — Quero comer minha esposa com a mesma calcinha fio dental. Aí soltei o cabelo dela e peguei ela pela cintura de novo pra meter com força até gozar dentro dela. — Ahhhh! O quê?! Você vai dar a mesma roupa pra ela que deu pra mim? — Perguntou Amanda enquanto não parava de gemer com minhas últimas estocadas. — Não! Vou levar a calcinha fio dental que você tá usando agora! — Assim que terminei a frase, comecei a encher ela por dentro com toda minha porra, sentia ela saindo do meu pau tão quente e em tanta quantidade que acabou escorrendo da buceta dela. Ela começou a tremer das pernas e se deitou só com a parte da frente, a bunda dela ainda continuava levantada e os pés estavam apertados pelo orgasmo que tinha tido.
Tirei meu pau e ele já tinha quase se recuperado completamente, dava pra dizer que tava pronto pra comer a Amanda de novo, mas não dava tempo; acariciei suavemente a bunda dela e comecei a tirar a calcinha fio dental. — Você vai mesmo levar a calcinha fio dental pra sua esposa? — Amanda me olhava com o rosto suado e corado pelo sexo que a gente tinha tido. Nessa hora percebi que ela não tava de óculos, parecia que tinham caído em algum momento enquanto eu metia nela. — Claro, tenho certeza que ela também vai ficar espetacular com essa calcinha fio dental vestida. — Terminei de tirar e ela se deitou na cama pra virar de lado, os peitos dela estavam uma delícia e tive outra ideia genial. — Sabe, também quero o sutiã. — Amanda imediatamente fez uma cara de surpresa e cobriu os peitos com as mãos. — Não! Por quê? Você já tem a calcinha fio dental, além disso, esse você comprou pra mim, se queria que sua mulher tivesse, tinha comprado pra ela, isso é meu. — E continuava cobrindo os peitos. Eu, por minha vez, comecei a me vestir. — Eu sei que é seu, só quero ver como fica na minha esposa, depois a gente devolve. — Essa resposta claramente não agradou ela. — Nãão! Se ela usar, nem pense que vou vestir de novo! — Disse gritando. — Não vou usar nada que Ela usou! – Gritou de novo. Com a paciência do mundo, mantive a calma e me deitei ao lado dela. Sem dizer mais nada, comecei a beijá-la, acariciei sua bochecha com a mão e, enquanto Amanda ia se soltando aos poucos, tirei as mãos dela dos peitos e, com uma mão só, desabotoei o sutiã dela. Ela não resistiu e, quando já estava livre, me afastei. – Pronto, já foi. Viu que não era tão difícil? Vou devolver o conjunto porque adoro como fica em você, e além disso não vai ser o único que pretendo te dar. – Meio irritada por eu ter deixado ela no meio do beijo, respondeu: – Ah, tá. Não entendo por que essas coisas te excitam.
Terminamos de nos vestir e voltamos ao trabalho. A tarde foi tranquila e, à noite, Amanda e eu fomos para casa. No caminho de carro, passei para comprar pão para o jantar e algumas outras coisas que a Paty tinha pedido, além de uma sacola que eu ia precisar depois. Quando cheguei em casa, minhas duas filhas pequenas me receberam: – Papai! Você voltou! – disseram as duas ao mesmo tempo. Dei um abraço forte e um beijo nelas. – Cadê a mãe de vocês? – perguntei. – Mamãe está na cozinha – respondeu a mais velha, e os três fomos para a cozinha.
– Amor, que bom que você já está em casa – Paty me recebeu com o mesmo carinho que minhas filhas tinham me recebido antes. – Como foi o dia? – E enquanto vinha na minha direção para me dar um beijo de boas-vindas. Segurei firme sua cintura e, enquanto nos beijávamos, puxei ela um pouco para perto de mim. Ela adorava isso. – Muito bem, hoje foi um dia mais tranquilo, por isso saí mais cedo – Continuei falando sobre coisas do trabalho com minha esposa enquanto brincava um pouco com as meninas. Depois jantamos e fomos todos dormir.
Já no nosso quarto, eu e minha mulher nos trocamos para dormir. Ela sempre usava roupas que eu adorava ver nela. Estava com uma camisola lilás transparente e por baixo não tinha nada. O corpo lindo dela, através da transparência do tecido, se destacava. imediatamente, enquanto nos preparávamos pra dormir, desci rápido até o carro e peguei o conjunto que a Amanda tinha usado à tarde e coloquei dentro de um saquinho de presente que tinha comprado, e voltei pra Paty.
— Olha o que te trouxe — falei, entregando o saquinho pra ela. — Mmmm... Já sei o que tem aí, amor — Esse era meu jeito de sempre presentear minha mulher com todo tipo de lingerie e roupa, o que eu fazia bem de vez em quando, então pra ela já era um gesto conhecido. Paty abriu o saquinho de presente e tirou a calcinha fio dental e o sutiã, deu uma olhada neles — Nossa, é bonito esse conjunto, gosto muito do preto com rosa — Enquanto olhava de novo dentro do saquinho, achando que eu podia ter deixado algo a mais — Sim, eu sei, e acho que vai ficar uma delícia em você — Aos poucos, meu pau foi ficando duro. — Vi no catálogo que a Amanda levou outro dia pro escritório, desde que vi soube que ia ficar bem em você — Menti pra soar mais casual, mas isso foi um erro — Aaah! É muito bonito, então vou lavar e amanhã a gente estreia, eu e você — respondeu Paty, me abraçando pelo presente e me beijando. Ela lavar roupa nova não era estranho pra mim, normalmente ela fazia isso com qualquer roupa que comprássemos, dela, das meninas ou minha; às vezes não lavava, mas só se estivesse muito a fim ou muito distraída. Paty guardou o conjunto de novo no saquinho e levou pro closet onde guardava toda a roupa dela, depois voltou pra mim e a gente começou a se beijar pra se preparar pra uma noite bem gostosa.
Na manhã seguinte, não precisei trabalhar no escritório porque era sábado, mas o trabalho nunca acaba, então de vez em quando eu tinha que atender ligações, mandar algum e-mail que fosse necessário. No geral, foi um sábado bem tranquilo que aproveitei com minha família: ver filmes, brincar com as meninas, um almoço e um jantar.
Assim chegou a hora de dormir de novo, cada um colocou uma filha diferente na cama e Depois de dar boa noite pra todo mundo, a gente se mandou pro quarto. Lá, quando a gente foi se despir pra colocar a roupa de dormir, vi que, ao tirar o vestido verde que minha mulher tava usando naquele dia, ela tava com o conjunto que eu tinha dado na noite anterior.
— Queria te surpreender, lavei ele cedo e, assim que secou, coloquei. O que você acha? Como eu tô? — minha esposa perguntava, enquanto, com um sorriso, desfilava pra mim, girando o corpo usando o mesmo conjunto que comprei pra Amanda.Essa parte da história vai ser cortada por aqui, se quiserem terminar de ler a história, me sigam no meu blog. Avisei que todos os personagens envolvidos nesse relato são maiores de idade.
https://rufiandeletras.blogspot.com/
Eu trabalho no dia a dia dentro de um prédio corporativo cheio de escritórios, são doze andares de aço, concreto, janelas de vidro, milhares de metros de tubulações e cabos e, além disso, centenas e centenas de pessoas que dão vida e funcionalidade a esses escritórios. Minha equipe fica no 6º andar, tenho 87 subordinados altamente capacitados que dão soluções imediatas pra área de Crédito e Cobrança.
Ser líder de uma equipe tão grande não é tarefa fácil e tem seus grandes desafios, embora eu tenha pessoas que me ajudam na hierarquia da área, isso não tira o fato de eu estar de olho em todos os problemas que podem ou estão surgindo, que normalmente são donos de alguma concessão oferecida pela nossa empresa e que não têm grana suficiente pra pagar a dívida do mês.
Agora, já que vocês conhecem o ambiente onde vivo 12 horas por dia, posso começar a contar a história pela qual vocês entraram neste post. Um dia normal no escritório é cheio de reuniões de trabalho com os gerentes e o presidente regional da empresa, onde são mostrados todos os avanços diários; seguido de uma hora e meia de almoço em algum restaurante da região ou pedindo direto pro meu escritório, pra depois continuar com as reuniões com os chefes da área que administro.
Entre o mundo de e-mails e ligações que recebo todo dia, tá mais que claro que preciso de assistentes pessoais que ajudem a organizar melhor meu tempo no trabalho. Tenho uma fascinação por ter sempre as assistentes jovens, entre 25 e 33 anos, magras de corpo mas que seja muito bem formada, com uma bunda firme e meio grande, assim como os peitos, grandes e firmes, além de cabelo comprido, de óculos e um sorriso magnífico.
Por causa dessa fascinação — e alguns podem chamar de obsessão —, implementei um sistema no escritório que me permite trocar minha assistente, escolhendo a garota que melhor se encaixa nos meus gostos dentro da equipe que eu gerencio. Foi assim que chegou a recém-nomeada assistente e secretária Amanda.
Amanda era recém-formada em contabilidade, chegou ao escritório como estagiária aos 22 anos e, desde aquele momento, eu sempre quis que ela fosse minha assistente. Quando fiz sua nomeação, ela acabara de completar 24 anos e já tinha terminado a faculdade de Contabilidade numa boa universidade pública; mas isso não era o importante, o que realmente me interessava era toda a personalidade dela e, além disso, seu aspecto físico: um rosto lindo demais, com duas bochechas grandes que sempre destacavam seus óculos grandes e redondos. Seus olhos eram de um castanho claro que sempre brilhavam e se enchiam de vida quando ela ria. Na testa, ela usava uma franja estilosa e o cabelo comprido chegava até a metade das costas. Seus peitos grandes e redondos chamavam a atenção de todo mundo porque, no escritório, ela sempre usava suéteres bem justinhos que inevitavelmente realçavam sua figura. Uma das grandes vantagens dela, além da inteligência, era a bunda — uma verdadeira joia de pêssego que se encaixava perfeitamente. Ela sempre nos deliciava a vista no escritório, seja com uma saia e meia-calça ou com uma calça.
Com a nomeação da Amanda, minhas 12 horas de trabalho viraram parte da vida dela, embora ela não ficasse tanto tempo assim. Nossa relação profissional formou uma dupla excelente e, além disso, nosso melhor momento do dia era na hora do almoço: ir e voltar dos melhores restaurantes que a cidade tinha a oferecer, porque, no fim das contas, a empresa paga.
Nesses almoços ou jantares diários, fomos nos... Conhecendo cada vez mais, compartilhamos aspectos das nossas vidas pessoais e, evidentemente, nosso interesse um pelo outro foi crescendo. O primeiro problema que surgiu foi que ela não concordava muito em começarmos um relacionamento, já que sou um homem felizmente casado.
Digo felizmente casado porque é verdade, tenho um casamento que me faz completamente feliz. Conheci minha esposa na universidade e, desde então, soubemos que éramos um para o outro. Paty, minha esposa, é a mulher mais linda e gostosa que já cruzou meu caminho. Ela é alta, tem peitões com mamilos rosados perfeitamente redondos, uma bunda maravilhosa, pele branca e muito macia, cabelo castanho na altura dos ombros. Os lábios rosados e pequenos guardam um sorriso angelical que, desde o primeiro dia em que a vi, me deixou fulminado por ela.
Paty tem um corpão espetacular e sempre usa vestidos, sejam longos ou curtos. Além disso, tem uma personalidade tão doce e gentil com todo mundo. No começo do nosso relacionamento, ela era muito santinha, mas aos poucos foi aceitando de boa todas as minhas perversões. Dentre as várias coisas que desenvolvemos na nossa vida sexual, vou especificar apenas o que essa história exige — e quem sabe um dia eu conte mais.
É importante que você saiba que sou um amante de lingerie e, por consequência, minha esposa também se tornou amante disso. Vivo enchendo a Paty de presentes de lingerie para ela usar no dia a dia ou quando transamos, o que, pra ser sincero, nunca diminuiu em todo o tempo que estamos casados.
Nunca deixei de exibir minha esposa e meu casamento para todo mundo que conheço, e não foi diferente com a Amanda. Por isso, ela não queria que a gente tivesse um relacionamento: porque foi se apaixonando por mim aos poucos, quando eu só queria ela pra realizar meus desejos, que de vez em quando vão mudando.
Quando você come e fatura em restaurantes no nome de... uma empresa, seja própria ou não, a gente aprende uns truques pra nunca desconfiarem se o gasto foi mesmo com comida. numa dessas, já com a Amanda super tranquila, fomos pra um motel que tinha fachada de restaurante e bar, então a empresa continuaria pagando minhas "refeições" com a Amanda. assim que entramos no quarto, Amanda se jogou em cima de mim e me comeu de beijos, abracei ela pela cintura e levei ela direto pra cama.
deitei ela com cuidado, a gente se olhava entre um beijo e outro, fui tirando o colete que ela tava usando na hora e depois desabotoei a camisa dela. fiquei surpreso ao ver que ela tava usando um sutiã de um conjunto que eu tinha dado pra ela, preto com renda rosa mexicano e um lacinho lindo no meio dos dois peitões enormes dela. – cê gosta de como eu tô? – ela perguntou com um sorriso meigo e um olhar cheio de amor. – claro, sabia que você ia ficar uma gostosa – respondi, enquanto beijava ela de novo e terminava de tirar a camisa. desci pelo pescoço dela dando beijos, continuei pelos peitos e cheguei na barriga, que fez ela rir por causa das cócegas dos meus beijos. – o que cê tá fazendo comigo? – disse com um sorrisão lindo, enquanto levantava a cabeça o suficiente pra me olhar, não falei nada e com um beijo novo, agora na barriga dela, desabotoei a saia que ela tava usando e tirei ela por completo. ela tava usando o conjunto inteiro, na parte de baixo uma calcinha fio dental também preta, com umas fitas rosa mexicano que amarravam de cada lado e, igual ao sutiã, um lacinho rosa pequeno na parte de cima do triângulo daquela calcinha.
– me depilei como você pediu, deixei um triângulo pequeno bem aparado e o resto tudo lisinho, espero que cê goste –. Amanda tinha ouvido quando, depois de alguns encontros, eu falei que não gostava de mulher com muito pelo na buceta. – tá fantástica –. e sem parar de olhar nos olhos dela, desci pra chupar ela. uma longa chupada por cima da calcinha fio dental na buceta dela.
Minha assistente já estava molhada demais, terminei de tirar os saltos dela e a fiz ficar de pé para poder vê-la com o conjunto completo. Naquele dia ela tinha usado meias individuais que terminavam bem no meio da coxa e combinavam perfeitamente, aquele par de peitos parecia ainda maior e aquela bunda em formato de pêssego era tão linda e gostosa. Notei que o quarto rapidamente se encheu com o cheiro dessa mulher e aos poucos fui perdendo a decência.
Enquanto eu estava sentado na cama e Amanda me olhava de frente, comecei a passar minha mão entre as coxas dela, até chegar de novo na buceta dela, a calcinha fio dental já estava toda ensopada – Ahhhhhh! – ela soltou o primeiro gemido quando, com a mão por cima da calcinha, eu acariciava com uma leve pressão, queria esfregar aquela calcinha com todos os sucos dela, na minha cabeça tinha surgido uma ideia muito perversa que rapidamente virou um plano que me deixou com uma ereção muito dura. Soltei a Amanda para poder tirar toda a minha roupa, ela percebeu e se ajoelhou para me ajudar, e enquanto eu desabotoava minha camisa, ela começou pelo cinto e depois desceu minha calça num movimento só.
Meu pau saltou totalmente duro na cara dela, e ela, com um olhar entre surpresa e tesão, pegou ele com as mãos – Mmmmmahhh! Tá muito duro hoje, foi assim que eu te deixei? – perguntou – Claro, você tá muito gostosa – Mas na verdade eu estava mentindo um pouco, o que me deixou com tanto tesão foi uma ideia que eu tinha na cabeça. Amanda continuou segurando e passando as mãos no meu pau, e eu aproximei o rosto dela para que me desse uma mamada gostosa. Ela me olhava através dos óculos enquanto enfiava e tirava meu pau da boca dela, eu com as mãos juntava o cabelo dela fazendo tipo um rabo de cavalo e daí podia controlar o ritmo da mamada que ela tava me dando.
Levantei ela, beijei ela sujo, a boca dela e a minha se Encheram de bastante saliva dos dois, depois separei ela bruscamente e joguei ela de costas na cama. Ela ficou meio surpresa com o jeito que eu joguei ela, mas com o tempo isso acabou virando algo que ela adorava. - Ahhh! Ei, você tá muito bruto hoje-. Falou enquanto tentava se levantar de novo, mas eu virei ela de barriga pra baixo e só deixei ela levantar a bunda, que nessa posição parecia um coração. Eu, com meu pau na mão, puxei a calcinha fio dental dela pro lado e enfiei de uma vez com bastante força, indo até o fundo - Haaaaaaayyyy! – Amanda conseguiu falar entre surpresa e com um pouco de dor pela força que usei, mas claramente tinha adorado. Comecei a meter nela segurando a cintura dela e puxando pra mim quando enfiava - Aaai, aaai, aaai, isso! – Os gemidos dela cada vez mais altos, ver aquela bunda gostosa em forma de coração quicando no meu corpo me deu vontade de dar uns tapas nela, então com a mão direita comecei a bater, primeiro de leve, pra ir esquentando a bunda dela, e a cada tapa que eu dava ia aumentando a intensidade até dar umas palmadas fortes, os golpes soavam secos, como palmas, e aos poucos aquela bunda tava passando de um tom rosado pra vermelho a cada tapa - Haaaaaaa! O que que tá rolando, hoje você tá me comendo muito forte?! Ahhhhhhh! – Amanda falava entre as metidas e os tapas que eu dava.
Quando percebi que a bunda dela já tava muito vermelha, continuei metendo bruto na Amanda, dessa vez peguei todo o cabelo dela que tava nas costas e com uma mão enrolei e comecei a puxar; isso fez a Amanda ficar de quatro com a coluna arqueada e gemendo já bem alto - Aí assim, assim, assim! – Eu não conseguia parar de enfiar com força enquanto via aquela lingerie que ela tava usando, minha mente tava muito excitada e foi aí que falei o que tava na minha cabeça há um tempo – Adoro como sua bunda fica nessa calcinha fio dental que você tá usando — Continuava penetrando ela. — Quero comer minha esposa com a mesma calcinha fio dental. Aí soltei o cabelo dela e peguei ela pela cintura de novo pra meter com força até gozar dentro dela. — Ahhhh! O quê?! Você vai dar a mesma roupa pra ela que deu pra mim? — Perguntou Amanda enquanto não parava de gemer com minhas últimas estocadas. — Não! Vou levar a calcinha fio dental que você tá usando agora! — Assim que terminei a frase, comecei a encher ela por dentro com toda minha porra, sentia ela saindo do meu pau tão quente e em tanta quantidade que acabou escorrendo da buceta dela. Ela começou a tremer das pernas e se deitou só com a parte da frente, a bunda dela ainda continuava levantada e os pés estavam apertados pelo orgasmo que tinha tido.
Tirei meu pau e ele já tinha quase se recuperado completamente, dava pra dizer que tava pronto pra comer a Amanda de novo, mas não dava tempo; acariciei suavemente a bunda dela e comecei a tirar a calcinha fio dental. — Você vai mesmo levar a calcinha fio dental pra sua esposa? — Amanda me olhava com o rosto suado e corado pelo sexo que a gente tinha tido. Nessa hora percebi que ela não tava de óculos, parecia que tinham caído em algum momento enquanto eu metia nela. — Claro, tenho certeza que ela também vai ficar espetacular com essa calcinha fio dental vestida. — Terminei de tirar e ela se deitou na cama pra virar de lado, os peitos dela estavam uma delícia e tive outra ideia genial. — Sabe, também quero o sutiã. — Amanda imediatamente fez uma cara de surpresa e cobriu os peitos com as mãos. — Não! Por quê? Você já tem a calcinha fio dental, além disso, esse você comprou pra mim, se queria que sua mulher tivesse, tinha comprado pra ela, isso é meu. — E continuava cobrindo os peitos. Eu, por minha vez, comecei a me vestir. — Eu sei que é seu, só quero ver como fica na minha esposa, depois a gente devolve. — Essa resposta claramente não agradou ela. — Nãão! Se ela usar, nem pense que vou vestir de novo! — Disse gritando. — Não vou usar nada que Ela usou! – Gritou de novo. Com a paciência do mundo, mantive a calma e me deitei ao lado dela. Sem dizer mais nada, comecei a beijá-la, acariciei sua bochecha com a mão e, enquanto Amanda ia se soltando aos poucos, tirei as mãos dela dos peitos e, com uma mão só, desabotoei o sutiã dela. Ela não resistiu e, quando já estava livre, me afastei. – Pronto, já foi. Viu que não era tão difícil? Vou devolver o conjunto porque adoro como fica em você, e além disso não vai ser o único que pretendo te dar. – Meio irritada por eu ter deixado ela no meio do beijo, respondeu: – Ah, tá. Não entendo por que essas coisas te excitam.
Terminamos de nos vestir e voltamos ao trabalho. A tarde foi tranquila e, à noite, Amanda e eu fomos para casa. No caminho de carro, passei para comprar pão para o jantar e algumas outras coisas que a Paty tinha pedido, além de uma sacola que eu ia precisar depois. Quando cheguei em casa, minhas duas filhas pequenas me receberam: – Papai! Você voltou! – disseram as duas ao mesmo tempo. Dei um abraço forte e um beijo nelas. – Cadê a mãe de vocês? – perguntei. – Mamãe está na cozinha – respondeu a mais velha, e os três fomos para a cozinha.
– Amor, que bom que você já está em casa – Paty me recebeu com o mesmo carinho que minhas filhas tinham me recebido antes. – Como foi o dia? – E enquanto vinha na minha direção para me dar um beijo de boas-vindas. Segurei firme sua cintura e, enquanto nos beijávamos, puxei ela um pouco para perto de mim. Ela adorava isso. – Muito bem, hoje foi um dia mais tranquilo, por isso saí mais cedo – Continuei falando sobre coisas do trabalho com minha esposa enquanto brincava um pouco com as meninas. Depois jantamos e fomos todos dormir.
Já no nosso quarto, eu e minha mulher nos trocamos para dormir. Ela sempre usava roupas que eu adorava ver nela. Estava com uma camisola lilás transparente e por baixo não tinha nada. O corpo lindo dela, através da transparência do tecido, se destacava. imediatamente, enquanto nos preparávamos pra dormir, desci rápido até o carro e peguei o conjunto que a Amanda tinha usado à tarde e coloquei dentro de um saquinho de presente que tinha comprado, e voltei pra Paty.
— Olha o que te trouxe — falei, entregando o saquinho pra ela. — Mmmm... Já sei o que tem aí, amor — Esse era meu jeito de sempre presentear minha mulher com todo tipo de lingerie e roupa, o que eu fazia bem de vez em quando, então pra ela já era um gesto conhecido. Paty abriu o saquinho de presente e tirou a calcinha fio dental e o sutiã, deu uma olhada neles — Nossa, é bonito esse conjunto, gosto muito do preto com rosa — Enquanto olhava de novo dentro do saquinho, achando que eu podia ter deixado algo a mais — Sim, eu sei, e acho que vai ficar uma delícia em você — Aos poucos, meu pau foi ficando duro. — Vi no catálogo que a Amanda levou outro dia pro escritório, desde que vi soube que ia ficar bem em você — Menti pra soar mais casual, mas isso foi um erro — Aaah! É muito bonito, então vou lavar e amanhã a gente estreia, eu e você — respondeu Paty, me abraçando pelo presente e me beijando. Ela lavar roupa nova não era estranho pra mim, normalmente ela fazia isso com qualquer roupa que comprássemos, dela, das meninas ou minha; às vezes não lavava, mas só se estivesse muito a fim ou muito distraída. Paty guardou o conjunto de novo no saquinho e levou pro closet onde guardava toda a roupa dela, depois voltou pra mim e a gente começou a se beijar pra se preparar pra uma noite bem gostosa.
Na manhã seguinte, não precisei trabalhar no escritório porque era sábado, mas o trabalho nunca acaba, então de vez em quando eu tinha que atender ligações, mandar algum e-mail que fosse necessário. No geral, foi um sábado bem tranquilo que aproveitei com minha família: ver filmes, brincar com as meninas, um almoço e um jantar.
Assim chegou a hora de dormir de novo, cada um colocou uma filha diferente na cama e Depois de dar boa noite pra todo mundo, a gente se mandou pro quarto. Lá, quando a gente foi se despir pra colocar a roupa de dormir, vi que, ao tirar o vestido verde que minha mulher tava usando naquele dia, ela tava com o conjunto que eu tinha dado na noite anterior.
— Queria te surpreender, lavei ele cedo e, assim que secou, coloquei. O que você acha? Como eu tô? — minha esposa perguntava, enquanto, com um sorriso, desfilava pra mim, girando o corpo usando o mesmo conjunto que comprei pra Amanda.Essa parte da história vai ser cortada por aqui, se quiserem terminar de ler a história, me sigam no meu blog. Avisei que todos os personagens envolvidos nesse relato são maiores de idade.
https://rufiandeletras.blogspot.com/
0 comentários - Minhas calcinhas sujas