Passei a noite em claro, como já era de costume, as malditas aulas pareciam demorar cada vez mais, e as atividades fora do horário estavam inexistentes. Às vezes, odiava ter que ir pra escola, queria simplesmente ficar o dia inteiro com ela, não tinha desculpas pra dar em casa pra poder ficar com ela, então era um verdadeiro tormento. Já era hora de partir, fui voando pra casa dela pra vê-la, a emoção era tanta que minhas mãos suavam e eu sentia um nervosismo muito forte. Cumprimentei as pessoas que ajudavam no negócio dela, perguntei por ela e me disseram que estava em casa, que é em cima. Subi até a porta dela, vi a filha dela brincando no quintal, acenei de longe e bati. Ela me abriu, com um sorriso enorme, era mais que evidente que aquilo era sério, que não era uma mera fantasia ou palavras vazias. Ela estava com o cabelo penteado, um preto que parecia ainda mais intenso naquela hora do dia, uma maquiagem sutil, só o suficiente pra realçar a beleza natural dela, um tom mais rosado nos lábios, e a roupa esportiva de sempre, mas puta merda, era bem óbvio que ela tinha se arrumado, porque um batom estava lá longe, na mesa da sala, e ela nunca se maquiava, por mais leve que fosse, entre as aulas. "Oi, quanto tempo sem te ver" – ela me cumprimentou enquanto abria a porta de vidro, e eu entrei. Fazia um fim de semana que eu não passava pra cumprimentá-la, e uns 5 dias que não ia na casa dela. "Sentiu minha falta?" – com toda minha capacidade mental de concentração, respondi. "Muito, você já sabe que sim" – ela respondeu com um sorriso e um olhar meio nervoso. Nos aproximamos pra nos cumprimentar, enquanto fazia isso, ouvia a porta fechar, e sentia o ar entrando menos pelas minhas costas. Num instante, estávamos sozinhos na casa dela, sem nenhum barulho além do da rua movimentada, o vazio e a intimidade daquele lugar pressionavam sobre mim de um jeito único, a primeira vez em anos que sentia uma privacidade daquele tipo, que me deixa difícil. Explicar. E quando senti os lábios dela, metade deles com os meus... o perfume leve dela, senti aquela sensação no estômago que quase me derruba, o beijo de "boas-vindas" durou mais que o normal, me deixou sem chão, e como por instinto, apoiei minha mão na cintura dela, o tecido liso e fino, senti o pano frio e na hora o calor do corpo dela, não sabia o que processar, foi simplesmente uma sobrecarga muito, muito foda. Ela me ofereceu um suco e um salgadinho típico dela, enquanto a gente caminhava por um corredorzinho até a cozinha, não evitei nem quis parar de olhar o jeito dela andar, cabelo solto, quase nos ombros, a camiseta colorida que marcava a cintura fina dela, e uma legging preta até a panturrilha, que destacava o volume da bunda perfeita dela, que até hoje eu diria que era perfeita, e as pernas fortes e torneadas combinavam perfeitamente. A gente sentou no balcão da cozinha, ela na minha frente, conversamos rapidamente sobre umas coisas, até que o assunto das mensagens veio à tona. Foi uma conversa bem tranquila, ela me perguntou desde quando eu a via daquele jeito, respondi que provavelmente meu cérebro tava começando a amadurecer pra reparar numa beleza como a dela. Ela devolveu o elogio e, honesta e maduramente, me lembrou que a gente sempre se conheceu, a relação que cada um tinha com as próprias famílias. E uma frase que lembro bem: "A gente tem que ser o mais discreto possível, me consulta sobre o que precisar, lembra que eu tenho uma filha e muitas responsabilidades" — enquanto falava, começou a acariciar meu rosto e levantar levemente minha cabeça, e se aproximou de mim. Não lembro o que respondi, talvez foi só "ok, ok e mais ok". E ali, bem no balcão, a gente se beijou, orgânico e sem planejar, um simples, daqueles de "selinho". Senti as unhas dela no meu queixo me segurando de leve, e as rachaduras dos lábios dela com os meus. "Você tem gosto de laranja" — ela disse. "E você de morango" — "É um batom que comprei ontem" — E como se nada tivesse acontecido... Passado, ela preparou uns sanduíches e a gente ficou conversando um monte de besteira. Fomos pra sala de estar, ela andava no automático, parecia que tava sonhando. Saiu pra dar um suco pra filha dela, e enquanto fazia isso, eu via ela pela janela. Reparei no corpo dela de novo, no cabelo, do jeito que o perfil dela se destacava, era outra parada. Ela entrou, a gente terminou de comer e ela falou que precisava ir pra aula. Pediu desculpa por não ficar mais tempo comigo, mas disse que amanhã, quinta-feira, ela sempre ficava em casa. Aí, sentados, ela chegou perto de mim e começou a me beijar. Senti os lábios dela molhados e quentinhos nos meus, a textura lisa e os lábios grossos dela, sentia a respiração dela. Depois de uns minutos, a língua dela era fina e dava uma sensação indescritível. Apertei ela contra mim, a coisa intensificou, dava pra sentir os beijos dela com mais paixão, e segurei o pescoço dela de leve. Ela suspirou e falou: "É sério, tenho que me apressar." A gente se separou, ela me deu um último beijo e levantou. Arrumei a louça pra lavar, enquanto ela falava no telefone. Subiu uma pessoa de baixo, bateu com a menina, ela falou umas coisas e a gente saiu junto. Entrei no carro dela e ela me deixou no ponto do metrô, porque às vezes ela não ia de moto pra escola. "A gente se vê amanhã", ela disse. "Por favor", respondi com um sorriso, e a gente se deu um último beijo. No caminho pra casa, não pensei em mais nada além dela. Em casa, fui direto pro meu quarto e olhei o celular. Naquela época, o WhatsApp tava começando, mas era sempre mais mensagem com ela. Só mandei um "já tô em casa, tudo certo", e ela algo tipo "que bom, tava pensando que você já ia chegar". E só. Umas mensagens extras, e como se a gente pensasse a mesma coisa, as mensagens foram curtas e distantes. Os dois sabia que tudo ia se mostrar pessoalmente. Acordei bem cedo de novo, tomei um banho, vesti um uniforme limpo. Minha mãe me levou até um metrô que ficava perto. O caminho dela até o trabalho, e cheguei na escola, me desliguei completamente, não sei se conversei com alguém ou entreguei algum trabalho de aula, só sei que no intervalo, não consegui nem comer. Última aula, só uma hora, a professora nem passou assunto na sala, não lembro muito, só que já estava com minha mochila pronta, conversei com os amigos pra passar o tempo mais rápido. Ouço o sinal, primeira vez que fui o primeiro no corredor, e quase saindo, peguei um táxi, e lá vou eu. Sério, entrei no táxi mais lento da cidade — pensava, cheguei no negócio que estava quase lotado, fiz um sinal pra menina, tipo dizendo que vou subir, ela só falou sim, entrei, e subi, as escadas não tinham muita luz e às vezes subiam e desciam deixando caixas, dessa vez a menina não estava no pátio. Bati na porta, ela abriu, Oi — um sorriso enorme, uns lábios vermelhos muito lindos, e o cabelo preso que a deixava tão gostosa, uma blusa preta em V, que vestia muito bem, e uma calça jeans com sandálias, Oi — respondi, ela fechou a porta, e no corredor, a gente se olhou nos olhos, ela pegou na minha mão, e fez sinal de silêncio, não tinha luzes além das das janelas, e começamos a nos beijar, dessa vez mais apaixonadamente, peguei ela na cintura e acariciei com as duas mãos o quadril dela, era tão magrinha, ela segurava meu rosto e me beijava com muita força, até nossos dentes bateram, comecei a beijar o pescoço dela, senti o gosto do perfume dela, e ela acariciou minha cintura, desci minhas mãos pra bunda dela e apertei de cima pra baixo, sentia o tecido da calça jeans, e como minhas mãos não conseguiam pegar a bunda dela inteira, ela desceu pro meu cinto, afrouxou, e a gente se olhou nos olhos, ela enfiou a mão por baixo da minha calça e da minha cueca, senti a mão fria dela, os dedos finos dela pousando desde minhas bolas até a cabeça do meu pau que começava a endurecer, foi tipo um choque de temperatura, que foi muito Bem, ela soltou um sorrisinho e começou a acariciar minhas bolas com os dedos. Eu apertei as nádegas dela bem forte, quando ouvimos passos na escada. Era normal, então ela fingiu que me pegou pela mão e entramos no quarto dela. Nesses momentos não tem palavras, não tem frases, não precisa dizer nada, é só agir. Ela se deitou, eu tranquei a porta, e ela fez sinal de silêncio de novo. Tirei os sapatos, subi na cama e comecei a beijá-la, dessa vez descendo para o pescoço dela. Ela virou a cabeça pra me dar acesso, simplesmente se entregou, deixou as mãos quietas, e eu comecei a beijar bem devagar e suave. Senti os ossos do pescoço dela e mordisquei de leve, ela suspirava forte. Desci pela gola da blusa dela, a pele macia e quentinha, ela de olhos fechados tirou a blusa enquanto eu tirava meu suéter.
Vi o sutiã dela, era azul-marinho com renda na borda. Voltei pro pescoço dela, de um lado pro outro, desci até o peito dela. Sentia a pele dela mais macia, e quando beijava em direção aos seios, sentia como a pele era ainda mais suave, e como eles começavam a crescer. Peguei os dois com as mãos, sentindo a maciez do sutiã, e apertei de baixo pra cima. A cintura marcada dela, descendo das costelas até onde a calça não deixava eu ver onde terminava. Ela me puxou pelo pescoço e me beijou, foi até minhas orelhas. Enquanto isso, comecei a beijar de novo a borda do sutiã dela, puxei a renda pra baixo, e lá estava o mamilo rosado e meio durinho. Senti como a textura meio áspera da minha língua encontrava uma suavidade mágica, e como cada parte do mamilo dela, como se fosse um botão de flor, ficava mais e mais duro. Comecei a chupar e lamber com uma fome de paixão, ela começou a se remexer e gemer, se segurando por causa da filha dela, que talvez tinha deixado dormindo a algumas portas. Fiquei assim por não sei quanto tempo, só sei que fui de um pro outro, um mais macio e mais duro que o outro, ambos quentes nas minhas mãos, também não conseguia parar. agarrando elas por completo e eu gostava daquilo. Ela começou a morder meu pescoço, começou a tirar minha camisa e depois a regata. Como eu jogava basquete, não era definido, mas era magro e dava pra ver o resultado dos exercícios. Ela beijou meu peito, enquanto tirava a calça completamente, deixando à mostra uma lingerie preta, também de renda. Tirou minha calça e cueca, e com aquela idade e claramente excitado, eu já estava pronto pra começar. Ela me acariciou de baixo pra cima, senti dois dedos dela abraçando meu pau, que já estava duro. Ela acariciou e sorriu pra mim. Naquele momento, eu desci minha mão e acariciei com dois dedos como se fosse um cristal muito delicado, e ela gemeu e segurou meu braço forte, apertando. Ela abaixou a lingerie e, de repente, eu a vi: completa, nua. Uma buceta muito bem depilada, brilhosa entre as pernas, completamente molhada. Ela se levantou pra me virar de bruços, e dava pra ouvir a buceta dela de tão molhada que estava. As pernas dela eram grandes e brancas, muito brancas. A buceta dela era perfeita, uns lábios quase imperceptíveis com um tom rosa na borda, que depois, ao chupar, eu veria o rosa mais claro que existe. Quando eu vi aquilo, quis ir pra cima pra lamber, porque, desculpa pela explicação, era um rosa delicioso como se fosse uma fruta. E quando ela abriu as pernas, uma gota do néctar dela caiu na minha perna, de tão molhada que estava. Ela percebeu e fez uma cara de surpresa, porque quando abriu as pernas pra se acomodar em mim, eu ouvi como se abriu e vi o néctar escorrendo pela entreperna. Ela segurou a base do meu pau, que já estava mais duro, com a cabeça extremamente vermelha e sem pele de tanta excitação, e engolindo saliva, ela começou a me enfiar. Senti como a buceta molhada e rosa dela começou a se abrir bem na ponta do meu pau, e como abraçava como se fosse uma luva. Eu sentia o formato e como apertava meu pau, abrindo ela. Ela gemia e forçava forte, pelo visto o O barulho já não era problema. Devagar, como se doesse, ela começou a descer mais e mais. Eu segurava ela pelas nádegas, que estavam frias e carnudas, sentindo o calor cada vez mais forte, até que o calor do meu pau e a buceta dela se fundiram e explodiram, dando um orgasmo nela — ela arranhou meu peito e apertou as pernas. Eu sentia os joelhos dobrados dela batendo nas minhas costelas, uma tortura que me dava prazer. Peguei na cintura dela, sentindo os ossos descansarem nos meus dedos, apertei e levantei ela com meu quadril. Minhas costas ficaram por cima e segurei ela ali. Ela só tinha os olhos fechados, e o rosto começou a ficar vermelho. Aí ela abriu os olhos e me viu. Eu desci todo o quadril, tirando meu pau de dentro dela. Ela não aguentou, desmaiou, e eu segurei o peso dela nas mãos, deixando só a cabeça do meu pau dentro. E meti de novo. Ela gemeu, apertou meus braços com as unhas. Tirei quase tudo e meti de novo. A buceta dela era uma correnteza — meu pau duro saía cada vez mais molhado. Eu sentia o néctar dela escorrendo nas minhas bolas. Aproveitei fazer assim com ela. Ela se contorcia e se contorcia, tremia e me arranhava cada vez mais forte, quase me fazendo sangrar. Não aguentei mais e, depois de muitos minutos, cedi. Senti as nádegas dela nas minhas pernas. Elas caíram em mim de um jeito tão gostoso. Ela se deitou no meu peito e começou a se mover pra cima e pra baixo. De repente, se levantou de um pulo e me olhou. Me segurando pelo rosto, começou a rebolar pra trás e pra frente, pra cima e pra baixo, sem sair ou se desgrudar. Nunca vou entender como a gente ficou tanto tempo naquela posição. Simplesmente nos desconectamos. Eu agarrava os peitos dela, que pareciam que iam explodir, e a gravidade não tirava a firmeza deles. De vez em quando a gente se beijava, ou eu chupava os bicos dos peitos dela. A cada pouco tempo, eu sentia ela gozar nas minhas bolas, se contorcendo, e meu peito sofria com os arranhões dela. Aí comecei a sentir aquela formigação que vai da sola dos pés até as pernas, sobe pro estômago e aperta até os testíbooties, e aperta eles até em cima, ela percebeu e do ritmo mais rápido e forte possível, ela foi mais devagar como se estivesse dançando em cima do meu pau, sussurrou: "pode gozar dentro de mim", e como se fossem palavras mágicas, comecei a encher ela com meu esperma quente, ela ao sentir se contorceu de novo e não evitou dar um gemido alto, eu sentia como se estivesse jorrando sem parar. Ela me apertou e cravou as unhas nas minhas pernas, literalmente, e ficou assim recostada se segurando nas minhas pernas, suando, os dois não nos mexemos, só sentia o corpo dela sobre o meu, o silêncio tomou conta do quarto, ela suspirou, me olhou, e eu olhei pra ela, um momento breve, ela me disse: "pronto?" Sem saber do que se tratava, respondi: "sim?" E ela começou a se levantar, senti minhas bolas inundarem com os fluidos dela e os meus, ela foi pro banheiro, e eu fiquei lá, me limpando com uma camiseta. Um tempo depois ela saiu com um roupão branco, eu tentei me levantar e não consegui, e quando consegui e vi as horas, já era tarde, quase 6 da tarde, sendo que cheguei na casa dela umas 3:30 mais ou menos, não lembro o que a gente se falou, só sei que coloquei a cueca e a camisa da escola, fomos comer na cozinha dela, e a menina no quarto dela, distraída com alguma coisa, ela ainda era pequena, então não tinha problema com ela. Eu me levantei e me senti um campeão, um campeão que acabou de acordar, uma energia como quando você vai treinar ou jogar, "fresco como uma alface", me olhei no espelho e não acreditei, fui comer com ela, e tive que ligar pra casa, mas primeiro pra um amigo, pra ele me dar um álibi, aí liguei pra casa, surgiu um projeto que esqueci que ia ficar com ele, só que não queria incomodar ele, que não tinha muita intimidade com ele, pra ligar pra "prima" e ir pra casa dela. Não deu problema, suspeita, nada, no fim, desde que eu tava no ensino médio por ali, geralmente ficava com ela, uns 20 minutos depois o telefone dela tocou, e ela respondia tudo, sim e sim, e "não se preocupa". Ela me deu um sorriso cúmplice e maquiavélico, e pendurou o telefone. "Quer tomar um banho?" foi a frase que soltou bem na hora de dar tchau. Essa foi a primeira vez, de muitas, que tive que ser atleta de alto rendimento. Ela sempre me satisfez por completo, e eu, em troca, fui um aprendiz, e ela, a mestra que me ensinou a dar prazer a ela. Eu me tornaria a peça forjada por ela para lhe dar prazer. Este é o relato. Agradeço pelos comentários e, embora a relação tenha sido real, tem detalhes que esqueci. Como não sou expert em escrever, ficarei grato por comentários para melhorar. Abraços.
Vi o sutiã dela, era azul-marinho com renda na borda. Voltei pro pescoço dela, de um lado pro outro, desci até o peito dela. Sentia a pele dela mais macia, e quando beijava em direção aos seios, sentia como a pele era ainda mais suave, e como eles começavam a crescer. Peguei os dois com as mãos, sentindo a maciez do sutiã, e apertei de baixo pra cima. A cintura marcada dela, descendo das costelas até onde a calça não deixava eu ver onde terminava. Ela me puxou pelo pescoço e me beijou, foi até minhas orelhas. Enquanto isso, comecei a beijar de novo a borda do sutiã dela, puxei a renda pra baixo, e lá estava o mamilo rosado e meio durinho. Senti como a textura meio áspera da minha língua encontrava uma suavidade mágica, e como cada parte do mamilo dela, como se fosse um botão de flor, ficava mais e mais duro. Comecei a chupar e lamber com uma fome de paixão, ela começou a se remexer e gemer, se segurando por causa da filha dela, que talvez tinha deixado dormindo a algumas portas. Fiquei assim por não sei quanto tempo, só sei que fui de um pro outro, um mais macio e mais duro que o outro, ambos quentes nas minhas mãos, também não conseguia parar. agarrando elas por completo e eu gostava daquilo. Ela começou a morder meu pescoço, começou a tirar minha camisa e depois a regata. Como eu jogava basquete, não era definido, mas era magro e dava pra ver o resultado dos exercícios. Ela beijou meu peito, enquanto tirava a calça completamente, deixando à mostra uma lingerie preta, também de renda. Tirou minha calça e cueca, e com aquela idade e claramente excitado, eu já estava pronto pra começar. Ela me acariciou de baixo pra cima, senti dois dedos dela abraçando meu pau, que já estava duro. Ela acariciou e sorriu pra mim. Naquele momento, eu desci minha mão e acariciei com dois dedos como se fosse um cristal muito delicado, e ela gemeu e segurou meu braço forte, apertando. Ela abaixou a lingerie e, de repente, eu a vi: completa, nua. Uma buceta muito bem depilada, brilhosa entre as pernas, completamente molhada. Ela se levantou pra me virar de bruços, e dava pra ouvir a buceta dela de tão molhada que estava. As pernas dela eram grandes e brancas, muito brancas. A buceta dela era perfeita, uns lábios quase imperceptíveis com um tom rosa na borda, que depois, ao chupar, eu veria o rosa mais claro que existe. Quando eu vi aquilo, quis ir pra cima pra lamber, porque, desculpa pela explicação, era um rosa delicioso como se fosse uma fruta. E quando ela abriu as pernas, uma gota do néctar dela caiu na minha perna, de tão molhada que estava. Ela percebeu e fez uma cara de surpresa, porque quando abriu as pernas pra se acomodar em mim, eu ouvi como se abriu e vi o néctar escorrendo pela entreperna. Ela segurou a base do meu pau, que já estava mais duro, com a cabeça extremamente vermelha e sem pele de tanta excitação, e engolindo saliva, ela começou a me enfiar. Senti como a buceta molhada e rosa dela começou a se abrir bem na ponta do meu pau, e como abraçava como se fosse uma luva. Eu sentia o formato e como apertava meu pau, abrindo ela. Ela gemia e forçava forte, pelo visto o O barulho já não era problema. Devagar, como se doesse, ela começou a descer mais e mais. Eu segurava ela pelas nádegas, que estavam frias e carnudas, sentindo o calor cada vez mais forte, até que o calor do meu pau e a buceta dela se fundiram e explodiram, dando um orgasmo nela — ela arranhou meu peito e apertou as pernas. Eu sentia os joelhos dobrados dela batendo nas minhas costelas, uma tortura que me dava prazer. Peguei na cintura dela, sentindo os ossos descansarem nos meus dedos, apertei e levantei ela com meu quadril. Minhas costas ficaram por cima e segurei ela ali. Ela só tinha os olhos fechados, e o rosto começou a ficar vermelho. Aí ela abriu os olhos e me viu. Eu desci todo o quadril, tirando meu pau de dentro dela. Ela não aguentou, desmaiou, e eu segurei o peso dela nas mãos, deixando só a cabeça do meu pau dentro. E meti de novo. Ela gemeu, apertou meus braços com as unhas. Tirei quase tudo e meti de novo. A buceta dela era uma correnteza — meu pau duro saía cada vez mais molhado. Eu sentia o néctar dela escorrendo nas minhas bolas. Aproveitei fazer assim com ela. Ela se contorcia e se contorcia, tremia e me arranhava cada vez mais forte, quase me fazendo sangrar. Não aguentei mais e, depois de muitos minutos, cedi. Senti as nádegas dela nas minhas pernas. Elas caíram em mim de um jeito tão gostoso. Ela se deitou no meu peito e começou a se mover pra cima e pra baixo. De repente, se levantou de um pulo e me olhou. Me segurando pelo rosto, começou a rebolar pra trás e pra frente, pra cima e pra baixo, sem sair ou se desgrudar. Nunca vou entender como a gente ficou tanto tempo naquela posição. Simplesmente nos desconectamos. Eu agarrava os peitos dela, que pareciam que iam explodir, e a gravidade não tirava a firmeza deles. De vez em quando a gente se beijava, ou eu chupava os bicos dos peitos dela. A cada pouco tempo, eu sentia ela gozar nas minhas bolas, se contorcendo, e meu peito sofria com os arranhões dela. Aí comecei a sentir aquela formigação que vai da sola dos pés até as pernas, sobe pro estômago e aperta até os testíbooties, e aperta eles até em cima, ela percebeu e do ritmo mais rápido e forte possível, ela foi mais devagar como se estivesse dançando em cima do meu pau, sussurrou: "pode gozar dentro de mim", e como se fossem palavras mágicas, comecei a encher ela com meu esperma quente, ela ao sentir se contorceu de novo e não evitou dar um gemido alto, eu sentia como se estivesse jorrando sem parar. Ela me apertou e cravou as unhas nas minhas pernas, literalmente, e ficou assim recostada se segurando nas minhas pernas, suando, os dois não nos mexemos, só sentia o corpo dela sobre o meu, o silêncio tomou conta do quarto, ela suspirou, me olhou, e eu olhei pra ela, um momento breve, ela me disse: "pronto?" Sem saber do que se tratava, respondi: "sim?" E ela começou a se levantar, senti minhas bolas inundarem com os fluidos dela e os meus, ela foi pro banheiro, e eu fiquei lá, me limpando com uma camiseta. Um tempo depois ela saiu com um roupão branco, eu tentei me levantar e não consegui, e quando consegui e vi as horas, já era tarde, quase 6 da tarde, sendo que cheguei na casa dela umas 3:30 mais ou menos, não lembro o que a gente se falou, só sei que coloquei a cueca e a camisa da escola, fomos comer na cozinha dela, e a menina no quarto dela, distraída com alguma coisa, ela ainda era pequena, então não tinha problema com ela. Eu me levantei e me senti um campeão, um campeão que acabou de acordar, uma energia como quando você vai treinar ou jogar, "fresco como uma alface", me olhei no espelho e não acreditei, fui comer com ela, e tive que ligar pra casa, mas primeiro pra um amigo, pra ele me dar um álibi, aí liguei pra casa, surgiu um projeto que esqueci que ia ficar com ele, só que não queria incomodar ele, que não tinha muita intimidade com ele, pra ligar pra "prima" e ir pra casa dela. Não deu problema, suspeita, nada, no fim, desde que eu tava no ensino médio por ali, geralmente ficava com ela, uns 20 minutos depois o telefone dela tocou, e ela respondia tudo, sim e sim, e "não se preocupa". Ela me deu um sorriso cúmplice e maquiavélico, e pendurou o telefone. "Quer tomar um banho?" foi a frase que soltou bem na hora de dar tchau. Essa foi a primeira vez, de muitas, que tive que ser atleta de alto rendimento. Ela sempre me satisfez por completo, e eu, em troca, fui um aprendiz, e ela, a mestra que me ensinou a dar prazer a ela. Eu me tornaria a peça forjada por ela para lhe dar prazer. Este é o relato. Agradeço pelos comentários e, embora a relação tenha sido real, tem detalhes que esqueci. Como não sou expert em escrever, ficarei grato por comentários para melhorar. Abraços.
1 comentários - Quando peguei uma coroa gostosa 3