Não sei se conta pra você como uma mulher madura alguém de uns 35 anos, mas pros meus 18, ela era. Logo naquela noite, quando ela foi pra aula, não consegui dormir, sentia aquele frio na barriga, pensava em cada segundo do que tinha rolado. E é que, em algum momento, já tinham me falado como ela era gostosa e sexy, mas como conhecia ela desde sempre, nunca liguei. Ela era de pele branca, cabelo liso, digamos curto, preto, lábios rosados e olhos castanhos claros, magra, mas com um corpo muito bem feito, pernas bem torneadas, a bunda, embora não fosse de parar o trânsito, era redonda e perfeita pro corpo dela, cintura fina e uns peitos bem sexy. Sempre achei que ela parecia uns 10 anos mais nova. Quando ouvi que ela voltou da aula, não rolou nada extraordinário, mas o simples fato de ouvir ela se aproximar e ver a silhueta dela foi o suficiente pra acelerar meu coração, minha respiração ficar ofegante e sentir aquele negócio único no estômago que percorre devagar e queima até a ponta dos dedos. Ela, super tranquila, tava solteira há mais de 3 anos, focada na filha e nas responsabilidades. E quando eu ficava com ela, de manhã as conversas eram sempre interessantes, ela sempre teve muita confiança em mim. Então, dali em diante, minha forma de agir com ela mudaria, sem saber o que me esperava. Naquela manhã, ao acordar, levantei uma hora antes do normal, igual quando você tá animado pra sair num passeio. Tomei banho, me arrumei e, bem na hora que ela se levantava, às 6, pra abrir o negócio dela, eu já tava pronto pra tomar café. Pela primeira vez, acho que na vida toda, não sabia o que dizer, o que fazer ou pra onde olhar. Notei como ela era gostosa e a confiança que ela tinha em mim, porque, mesmo pra descer e dar as chaves pra funcionária, ela vestia um moletom, mas quando passou pelo balcão, tava com uma regatinha que parecia de seda (não entendo de tecidos), e com o frio da manhã e saindo, dava pra ver perfeitamente. seus seios como se fossem um véu, ela me cumprimentou com um beijo, trocamos bons dias, e só naquele momento, o roçar da bochecha dela na minha, e sentir seu calor se tornou algo único. Também não foi nada demais naquela manhã, foi só um "que tudo dê certo pra você", e depois "a gente se vê". A partir daquela manhã, eu só queria uma desculpa pra ir vê-la, pra ficar por lá. A grande vantagem era a proximidade com minha escola e os negócios que minha prima tinha com ela, então criei o hábito de passar por lá quase todo dia. Mesmo quando não a encontrava, sempre deixava um mimo, e comecei a conversar mais com ela por mensagens do que de costume. Foi questão de semanas até que, quando a via, eu dizia que ela estava muito gostosa, que me interessava mais pelas aulas dela, e coisas que pudessem ser um elogio. E é que, diferente de alguém que você sabe que é mais "safadinha", eu guardava muitos comentários ou textos mais explícitos pra depois. Até que um dia — tomara que eu tivesse essas mensagens pra postar — começamos a falar mais direto. Não lembro qual foi a frase ou como a conversa fluiu, mas ela me disse que era tão lindo alguém da minha idade reparar nela, e que notava minha mudança de postura com ela, sendo mais atencioso, percebia o jeito que eu ficava vidrado olhando pra ela, e que até certo ponto era a melhor parte do dia dela. Ficamos conversando até umas 4 da manhã, sobre besteiras e também sobre coisas interessantes e importantes. Quando nos despedimos, não consegui dormir direito, e de manhã acordei igual ou mais cedo do que no dia em que a vi. Naquele dia, a escola passou devagar, muito devagar, e quando tocou o bendito sinal de saída, saí correndo pro banheiro. Lembro que levei uma camisa limpa na mochila, um perfume, e me arrumei como se fosse um encontro. Subi na moto que eu pilotava na época e fui voando pra onde ela morava. Passei na casa dela, e quando a vi, aquela sensação voltou. a barriga, e o que mais me lembro daquele dia foi o beijo de "olá", o sorriso dela, e como o beijo foi bem na comissura dos lábios dela, muito lento e obviamente muito, muito diferente dos outros que a gente sempre teve. Ela não podia ficar em casa e eu não tinha desculpas pra ficar, mas a cumplicidade era óbvia, saíram umas palavras e a gente trocou uns comentários, e quando a gente se despediu, o beijo não foi na comissura dessa vez, foi mais no meio dos lábios, com um abraço diferente, e um tempo diferente. Foi como vê-la de um jeito diferente, não sabia que logo conheceria e aproveitaria de um jeito que poucos, ou melhor, ninguém viu antes, o que ela me ensinaria, como eu a aproveitaria, e as inúmeras vezes que a gente se tiraria um com o outro. Espero que vocês gostem, sei que vai bem detalhado e lento, qualquer comentário é bem-vindo.
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