Faz mais de 10 anos que entrei numa linha de chat telefônico. Entre todas as vozes e apresentações, escutei a voz de um homem que me seduziu pra caralho. Pedi pra gente conversar em privado e tivemos um papo de pelo menos 2 ou 3 horas... onde falamos sobre nós... essas conversas eu procurava pra me masturbar. Eu curtia pra caralho que fosse assim. Que sem te conhecer a gente começasse a trocar ideia numa boa, como se já se conhecesse desde sempre. Essa conversa terminou em masturbação e gozada, claro... Leandro sempre teve o poder de tirar o maior tesão de mim. E foi assim... trocamos os números. Continuamos em contato, e uns anos atrás a gente se conheceu. A gente morava relativamente perto, mas eu, sei lá, nunca tive coragem de ver ele, mesmo curtindo também os encontros reais (e ainda curto pra caralho). No dia que a gente se viu, a gente se beijou. Não rolou mais nada. Depois, aconteceu que por um tempo eu viajava de ônibus e ele entrava no mesmo, e de onde ele subia até onde eu descia, umas 8 quadras, não dava tempo pra quase nada... eu ignorava ele como se não conhecesse. Ele me olhava de longe e tenho certeza que morria de vontade de me agarrar ou falar comigo. Isso me dava tesão... me excitava. A gente teve várias conversas quentes por telefone e quando eu me decidi, fomos pra um motel (assim, do nada... um dia ele me escreveu, eu falei que sim e combinamos). Eu tava muito excitada... ele também, e se entregou. Vi ele de quatro, depilado, e tive muita vontade de penetrar ele, mas não tínhamos o que eu queria... (você já sabe o que me dá tesão... sim, o cinto). Eu fumando maconha e ele todo entregue, gemendo tanto que me fazia gozar muito chupando a bunda dele. Até que pedi pra ele me penetrar e o pau não subia. Bati uma pra ele e nada, fiz oral e também não. Durante o tempo que ficamos juntos, nunca conseguiu ficar duro. Mas o melhor sexo oral... ele me fez gritar pra caralho, pedia pra eu não parar de jorrar, pra mijar nele... ele queria tudo isso. Nunca mais a gente transou. Só 2 ou 3 encontros no carro dele, onde ele morria de tesão porque eu gozei o carro inteiro dele... aí eu subia e tirava a calça, colocava as pernas bem abertas na base do painel do carro, e ele me tocava, enquanto eu molhava o carro inteiro do jeito que ele queria. Ontem à noite a gente conversou e ele me implorou pra gente se ver, disse que ia me penetrar ou que só queria que eu molhasse o carro dele... que ele só queria me ver gozar... olhar minha cara de satisfação. Eu gozei, gritei e imaginei. Quando quero gozar, chamo ele, não importa a hora, Leandro sempre atende o celular. Uma história de muitos anos... um único encontro. Muitas gozadas e com o tempero que precisa pra sobreviver nisso. O morbo e a imaginação.
1 comentários - O moreno que eu sempre voltei