E finalmente chegou o 4º capítulo dessa nova temporada, as regras do jogo são claras, nos jogos do incesto a Tamara vai atrás do pai e o Tomás vai atrás da mãe. Até onde vão chegar nesse episódio? Será que as coisas vão terminar bem nessa casa do Big Brother descontrolada?
Já sabem que eu uso imagens da instagramer.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.como exemplo da protagonista Tammy, mas vocês podem imaginar as coisas do jeito que quiserem. Sandra é personalizada porDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Agora vamos ao que interessa, espero que vocês curtam!
Tammy



Sandra





Jutsu de ocultação: transformação em roupa de armário
Entrei no quarto da minha irmã com intenções que nenhum irmão deveria ter, e não é o que vocês tão pensando. Me escondi no armário e ela fechou a porta. Era daqueles armários típicos de filme de terror tipo Halloween, Jason, etc., com frestinhas que deixavam ver pra fora.
- Pronto, irmão? Não faz nem um barulho. - Ela sussurrou lá de fora.
- Fala, bora fazer isso.
- "Bora fazer isso", ele fala, como se você fizesse alguma coisa. Só vou deixar você ver o show.
Tammy tava vestida com uma camiseta curta de dormir, uma tanga preta que ficaria pequena até numa boneca Barbie e uma calça jeans que ela não usava há anos.
- Pai, vem cá! - Ela chamou com a calça meio vestida, bem na frente do guarda-roupa, ocupado pelo voyeurista de luxo. - Pai, vem aqui um pouquinho!
- O que cê precisa, filha? - Perguntou o inocente ao chegar, cheio de boas intenções. Naquele dia, a mãe tava trabalhando e o pai ficou em casa. Ele tinha acabado de chegar de comprar as coisas. Ele nunca mandava a gente comprar. - Que roupa é essa que cê tá usando?
- Preciso de ajuda, por favor, a calça não entra. - Disse ela virando as costas pra ele (e pra mim) enquanto puxava a calça até a bunda. Do meu lugar, eu não via tudo muito bem, mas era quase impossível que entrasse. A bunda dela tinha crescido pra caralho.
- Ajuda com a calça? - A voz dele saiu meio fina, daquele jeito nervoso.
- É, cê puxa pra cima. - Pediu ela apoiando os braços na mesa do PC, mostrando a raba.
Não vi com a maior clareza do mundo, mas o novo plano da Tammy tava sendo executado com maestria na minha frente. Papai se aproximou, colocou as mãos na calça, se abaixou, com aquela bunda tão conhecida por mim na frente dele, e puxou, fez força pra enfiar aquelas nádegas lá dentro sem sucesso.
- Ai, devagar. - Reclamou Tammy num tom que, se alguém não tivesse olhando, pensaria outra coisa.
- Coloca outra calça, amor. Não vai entrar. - Sugeriu ele desistindo depois de poucas tentativas.
- Não, não, só preciso de ajuda mesmo, antes entrava. - Dessa vez, ela se grudou no pai feito uma namorada. adolescente e exigiu uma nova tentativa. Papai não ficou atrás e aceitou o jogo perverso.
- Talvez se eu empurrar o jeans com uma mão e tentar enfiar a bunda pra dentro…
Vi em detalhes como ele apoiava a mão na bunda da Tammy, apertava tentando pegar o máximo de carne possível com a mão enquanto com a outra, tentava subir o jeans. Essa tentativa durou mais tempo do que devia, mesmo sendo uma missão impossível desde o começo: ele tinha a desculpa perfeita pra tocar a bunda dela impunemente. A mão dele, e às vezes as duas, amassavam as nádegas dela como se pudesse encolhê-las ou deformá-las como massa de pastel. Até abriu o cu dela apertado numa tentativa descarada de subir a calça de um lado e depois do outro. Tammy se deixou apalpar toda sem oferecer resistência.
Tammy virou de novo pra tentar que ele empurrasse pela parte de trás sem conseguir. Como num filme pornô mal roteirizado, na luta eles acabaram caindo na cama (na minha ânsia de ver e seguir, bati a cabeça na porta mas eles não me ouviram). Tamara agora estava com a bunda contra a virilha do pai, e ele tinha uma mão bem perto da buceta dela. As tentativas de subir o jeans eram uma desculpa cada vez mais fraca.
- Continua empurrando, papai, acho que falta pouco. - Disse num sussurro virando a cabeça pro pai, que perdendo o controle, pegou ela pela boca e beijou enquanto a mão dele acariciava a pussy dela. Claro que ela não ofereceu resistência, pelo contrário, se deixou tocar a pussy por fora pelo próprio pai enquanto as bocas se encontravam num surto de luxúria.
- Não, não, não, isso tá errado. E se seu irmão ouvir, cê tá louca?
- Qual é, para de se fazer de vítima que você gosta. - Insistiu Tamara, sem sair do trono do pecado que era o pai dela - Além disso, mais cedo ou mais tarde a gente vai acabar fazendo.
- Fazendo? Fazendo o quê? - Resistiu sem força no tom de voz amante da própria filha
- Tammy, por favor, sou seu pai, você não pode pensar essas coisas.
- Não penso, eu faço.
Tamara começou um segundo round usando o pai como colchão humano e chegando aos lábios dele mais uma vez. Esse segundo beijo durou bastante, por um segundo achei que meu velho tinha cedido completamente, ainda mais quando as mãos dele subiram pela barriga lisa dela e chegaram aos peitos, que ele massageou por dentro do moletom. Eu não via os rostos deles se beijando, mas o som era inconfundível, e percebi que os peitos dela estavam sendo apertados pelas mãos de quem a viu nascer.
- Não! Chega! - Papai se libertou do encanto de sereia dela, igual Ulisses, capitão dos Argonautas. - Você está se comportando muito mal!
Em seguida, colocou a filha no colo dele como nos velhos tempos. Como tinha ameaçado dias atrás, cumpriu a promessa e, com a bundinha minúscula da Tammy à mercê dele, quase nua, deixou cair a mão pesada numa das nádegas dela.Plaf- ¡Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo., papi, não! - Reclamou tão convincente quanto promessa de político. - Para, vou me comportar, papi!
- Eu te avisei, e você não me deu ouvidos… - Fazendo a mão cair pela segunda vez.Plafagora deixando uma marca vermelha na textura de pomelo dela.
Pelos vãos da porta no guarda-roupa, eu conseguia ver a bucetinha da minha irmã mal aparecendo entre as carnes dela, apertada pela fio dental, e a cada palmada, as nádegas balançavam cobrindo a periquita dela por uns milésimos de segundo.Plaf, plaf, plaf…As mãos libidinosas não paravam de castigar as bundas da minha irmã, caindo cada vez com menos força.
- Papai, chega… vou me comportar. – Ela se lamentou, passando um braço por baixo dela para tocar a ereção do próprio pai.
- Parece que você não aprende, te falei que ia te dar palmadas na bunda. – Papai levantou a mão mais do que nunca e deixou cair com mais força, marcando a pele dela como se fosse uma rés no pasto.
- Ai!AuuchBruto, minha buceta! – Ela gritou, rebolando a bunda como se tentasse se livrar de uma rede invisível.
Mais uma palmada caiu bem no mesmo lugar da anterior, como um meteoro que aniquilou os dinossauros.
–AiaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Uuuuh…
- Para de gritar, não quero que seu irmão nos ouça.
- Ela avisou, apertando a bunda dela com a mão, bem no lugar onde tinha marcado até o dedinho. Se ela soubesse que o irmão dela tava vendo tudo com uma ereção que, se soltasse, abria a porta como escotilha de avião.
- Você foi uma menina má, muito má, brincar assim com seu papai… isso não se faz.
- Ele a repreendeu entrando no jogo dela, apertando as nádegas dela e passando a língua pela mão. Em seguida, passou a saliva dele na marca vermelha que tinha deixado tatuada.Uuuuh, isso… é gostoso. Que ardor tão estranho. — Sussurrou Tamara, quase inaudível. Papai continuou passando a baba dele por todo o ferimento dela como se fosse um bálsamo curativo. — Mas me ocorre uma coisa que é ainda melhor.
Tammy não parecia aguentar perder o controle da situação por muito tempo. Aceitou o joguinho de menina malvada castigada proposto pelo papai, mas não pareceu ter gostado muito de ficar com a mão marcada a fogo, e agora, sugeria uma punição na bunda abrindo uma das nádegas.
— Tammy… a gente não pode fazer isso, você tá me mostrando… tudo. — Disse papai falando para um lado e fazendo para o outro. Os braços dele agarraram a bunda dela e separaram as nádegas para revelar aquele rabão pigmentado mal coberto por um fio dental preto. Se eu, da minha posição nada privilegiada, já conseguia ver o cu dela, papai podia até contar as ruguinhas. E embaixo, os lábios vaginais carnudos e porosos grudados naquele tecido minúsculo preto, os lábios dela pareciam sugar a calcinha cada vez mais a cada segundo que passava.
Minha irmã se virou antes que papai descobrisse os buracos dela e, na frente dele e na minha frente, se inclinou e puxou o fio dental para o lado para mostrar bem de perto a buceta e o cu dela.
— Pelo amor de Deus, o que eu tô fazendo. — Disse papai, meio entre lamento, meio entre surpresa e resignação. Ver os buracos da Tammy pela primeira vez em detalhes tinha o poder de causar curto-circuito. Até me pareceu que o cu dela piscou pra ele.
— Papai, você pode me tocar além de olhar. Me incomoda você não fazer nada. — Disse ela se virando sem parar de se abrir toda.
— Eu sou seu pai, Tamara, te segurei no colo desde o primeiro dia, te levei no primeiro dia de escola, te levei pra Disney, limpei sua bunda até os onze porque você sempre foi preguiçosa pra essas coisas… a gente não pode fazer isso. — Apelou como último recurso para o lado sentimental para parar aquele carro sem freio prestes a cair no abismo. Na frente dele tinha a Um abismo profundo e tentador onde qualquer um se jogaria de cabeça.
Porra, até eu teria cedido ao tom dele que me deu pena. Vi ele mais como um homem atormentado, vítima dos próprios impulsos, do que um pervertido ou um velho safado. Acho que me vi refletido nele, especialmente nos primeiros dias de aventuras com minha irmã.
— Realiza minha fantasia, papai, se deixa levar, sei que te gusto de mais de um jeito. — E pra reforçar as intenções, tirou o jeans como se não houvesse mais volta.
— É disso que se trata? De uma fantasia louca? — ele tentou botar juízo nos impulsos irremediáveis de meter a mão. Os olhos dele não paravam de percorrer a buceta dela, gotejando excitação, e o cu. — Nosso irmão pode ouvir.
— Ele deve estar batendo uma no quarto dele, tá numa idade que valoriza a privacidade. — Era verdade, eu tava batendo uma naquele momento, com o quadril meio de lado e o pescoço virado pra ver a ação pai vs. filha.
— Algo me diz que vou me arrepender disso. No mínimo mais cinco anos de terapia.
— Algo me diz que você vai adorar e vai me comer como uma puta de agora em diante.
Finalmente, as defesas do papai cederam como porta de castelo e deixaram todos os demônios entrarem. Dou crédito a ele por resistir mais que eu e aguentar a siririca da filha por um bom tempo, aceitando a perversão até certo ponto, quase parecendo normal. Agora, a primeira coisa que papai se rendeu foi a buceta da Tamara, onde enfiou dois dedos pra massagear aquele buraco tão proibido.
— Você tá toda molhada, filha, é uma menina pervertida. — Brincou um pouco com ela. — E não é virgem, me deve uma explicação.
— Em vez de me bater, me dá o que eu quero, mmm, brinca com a minha pussy, papai. — Sussurrou levando o polegar à boca e chupando. — Virgem ou não, ainda serve, mmm. — Acho que nem eu, nem ele, conseguimos segurar um gemido de excitação mórbida. Agora era o papai quem mantinha as carnes dela separadas enquanto enfiava dois dedos e massageava a buceta dela, talvez procurando o ponto mais excitante com suas mãos experientes.Uuuu, uuuh, mmm, papi, sim… enfia os dedos, papi.
Enquanto eu batia uma punheta, não conseguia parar de pensar que por aquela buceta já tinham passado eu, meu tio, e agora meu pai, o prêmio máximo, o maior ato de incesto e ainda por cima consensual, o que tornava tudo ainda mais perverso. Vocês vão ver, um estupro também é tão perverso quanto repulsivo, um crime imundo do qual eu nunca participaria, no entanto, é preciso um pervertido para realizá-lo, de um sexo ou do outro, desde que alguém tenha a iniciativa, o poder e a falta de escrúpulos, poderia ser feito (embora não deva, que fique claro). Já no sexo consensual, eram necessários dois indivíduos, e para uma perversão como a que eu presenciava, dois pervertidos, coincidindo tanto no sangue quanto nos fetiches. E falando em fetiches…Uuuh, sim, papai…MmmmQue delícia.
Papai se inclinou contra a buceta da Tammy e passou a língua, impregnando a língua com toda aquela umidade oleosa. Papai enfiou a boca na buceta dela sem pudor, percorrendo a xereca dela, espalhando os fluidos por cada cantinho daquela buceta libidinosa. A cada segundo, minha irmã gemia mais alto, e papai se enterrava mais fundo. As mãos dele abriam os lábios da buceta enquanto ele lambia igual cachorro, do clitóris todo empinado até o buraquinho da buceta dela.
Como era de se esperar, quando ele tirou a boca da buceta da Tammy, contemplei a ideia apetitosa de ir por algo mais. A buceta dela escorria até o chão.
— Não acredito que eu tô pensando nisso… — Ele disse, olhando pro cu dela, na expectativa. Tamara abriu ainda mais o cu com as mãos, como se quisesse ajudar ele a se decidir.
— Não pensa, só faz, chupa meu cu…
— Você é uma putinha muito safada. — Ele continuou brincando, adicionando a linguagem obscena à cena enquanto enfiava um dedo, o dedo doVai se foder.no cu, fazendo ela ficar com vontade.Mmmsim, isso também me agradauuh, mmm, enfia mais o dedinho, mexe ele. - Gemeu enquanto o papai se entretia explorando o cu dela com o dedo, girando, sentindo a textura do anel por fora e por dentro. Enquanto um dedo se mexia lá dentro, com a outra mão ele apertava o clitóris dela.
Assim, com o buraco esticado pelos dedos indicador e médio (do meu lugar parecia que ele fazia aVda vitória) mando minha língua no centro dilatado e rosado dela, dando pra minha irmã o gostinho de um baita anilingus de pai pra filha.Ahh, ahah, ahah, uuuuh, ahahaTammy gemia, como se tivesse sendo comida por uma língua.
Papai se esforçou e atacou o cuzinho de todos os ângulos, sem se importar que a filha gemesse igual uma puta, quando antes ele tava preocupado em não ser ouvido.
- Vem cá, vou te dar o que você quer pra te curar disso. - Dando por encerrado o anilingus. Ele a segurou pelo cabelo e mandou ela se inclinar, na sequência, baixou a calça e mostrou a suposta vacina da perversão: o pau meio duro, o mesmo que saiu dela há anos. E eu também.
Tammy nem olhou, de uma vez se jogou no pênis e se esbaldou, chupando da base até a cabeça. Envolvendo o tronco mole com força, vi como ela o enforcava enquanto subia e descia sem usar as mãos, só com a boca pervertida.MmmNeném, tu tá doente, que ideia é essa? - Falou sem soltar o cabelo dela, curtindo um boquete que tava levantando o mastro centímetro por centímetro. Tammy não disse nada, balançando a cabeça como se tivesse possuída. Só parou de chupar pra passar a língua na cabeça toda, especialmente no buraco que um dia, quando era microscópica, atravessou.
- Pensar que vim daqui disso, não é loucura? - Avacalhou a situação pegando a pica com a mão pra bater uma enquanto lambia as bolas. Eu sabia como era a sensação das mãos habilidosas dela batendo uma pra mim enquanto me dava um olhar cheio de tesão.Uuuf, nena Onde você aprendeu essas coisas? Melhor nem me contar.
- Ela se deixou levar sem parar de olhá-la afundada nas bolas dele, como se prestasse homenagem à fábrica que a criou (em 50%, óbvio).
- Não pergunta, só aproveita.
- Envolvendo a cabeça do pau com a boquinha, e descendo bem devagar, até a base, enfiando tudo no fundo da garganta umas três vezes com muita facilidade, não sei se por causa do tamanho do meu pai ou da experiência dela. Do meu lugar, dava pra perceber.normalzinho- Vou fazer você gozar tudo, Tammy, já chega.
- Não vai ser suficiente até você gozar em mim. – Exigiu como uma Deusa cobrando seu tributo, sem parar de bater uma pra ele. – Onde você quer gozar? Na minha boca, no meu rosto, nos meus peitos, no meu cu?
- Tamara, por favor.
- Ou na minha buceta?
- Onde você quer? É sua fantasia, afinal. – Eu, no meu cubículo voyeurista, adivinhei os desejos da minha irmã, que escolheu a opção mais doentia, pelo menos pra mim.
- Tudo na minha boca. – E abriu o máximo para receber seu tributo leitoso. Sabia que depois de se esbaldar com meu gozo tantas vezes e uma vez com o do tio Nacho, ela ia querer colecionar mais uma receita de família.
- Filha, você não pode ser tão puta, vai me dar um infarto. – Aproximando o pau e batendo uma sob o olhar atento de Tamara.
- Vai, me dá seu gozo, me dá o leite, assim, assim…
- Tá saindo, saindo, saindo…uuuuf, mmmmAí está... Deus, que doentio.
Tamara quase não conseguiu segurar o riso com o histerismo do pai, que soava afetado e, ainda assim, despejou o esperma na boca dela, bem na língua, deixando o fruto descansando sobre a língua como queijo derretido. Fruto que, depois de mexer na boquinha para se impregnar todo daquele gostinho proibido, voltou a ser parte dela ao engolir após uma breve pausa.
- Tammy, que porra foi essa? - Perguntou o pai, vítima dos demônios do remorso quando o fogo se apagou, deixando uma caveira incandescente. Quase dava pra ver a fumaça saindo das orelhas dele como num desenho animado.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.. -Shhhh— Fechou a boca dele juntando os lábios com a mão, a mesma que tinha usado pra masturbar ele. — Não vamos ficar aqui muito tempo ou vão desconfiar.
— Brincou, se fazendo de sonsa.
— Agora você se preocupa em ser descoberta, coração? — Estranhou, enquanto Tammy arrumava a tanguinha e vestia uma meia. — Vai me expulsar do seu quarto assim, depois disso? Me usa e me descarta tão fácil assim?
— Calma, papi, isso aqui não é A Rosa de Guadalupe, não fica sentimental. Até a próxima, quando a mamãe trabalhar, vou deixar você entrar de novo e te ordenho outra vez, a não ser que queira outro serviço.
— E aquela história de realizar sua fantasia? — Tentou esclarecer a situação. — Já fizemos, você já se satisfez com, sei lá, fazer incesto, que seja, não devia querer…
Minha irmã empurrou ele pra fora do quarto e os dois saíram do meu campo de visão. A última coisa que ouvi foi umte quero, papai, obrigada, me deixa me arrumar um pouquinhoaté que ela abriu a porta do armário e me pegou com a pica na mão, me masturbando.
- Nem vou perguntar se você gostou do show. - Sussurrou, só por precaução, talvez desconfiando que o pai estivesse ouvindo do outro lado enquanto se ajoelhava, sim, se ajoelhava.
- Quer comparar sabores? - Curtindo o tesão de ter visto aquela boca engolir duas picas da família em questão de segundos. Devia estar com o gosto do gozo do pai fresquinho, impregnado pela boca toda.
- Sim, mas não vou dizer qual eu gostei mais. - Falou, levando minha pica à boca, chupando sem tirar os olhos dos meus e massageando minhas bolas. Eu, que já estava quase gozando por causa do show que ela me deu, não a fiz esperar muito e, com um movimento de quadril, joguei uma nova gozada direto na sua boca ardente.
Uma visitante na escuridão
Meio ansioso pra fazer minha jogada e não ficar tão pra trás, resolvi meter a segunda na corrida e mandei uma mensagem de texto pra mamãe perguntando se ela tinha decidido me ajudar com meu tesão. Fiz isso durante o jantar do mesmo dia, um jantar que encontrou a Tamara tão relaxada quanto sempre e o papai super perturbado. A Sandra também se perturbou quando recebeu minha pergunta no meio da comida. Naquele dia, ela não tinha feito yoga.
- Aconteceu alguma coisa, love? - Papai perguntou enquanto comia salada. Era curioso ver ele comer e falar com a mesma boca que tinha beijado a filha em cada lábio e até na bunda. Acho que até percebeu que eu tava olhando fixo pra ele comer.Se a mamãe soubesse onde estiveram esses lábios que ela beija quando chega do trabalhopensei enquanto Sandra se debatia entre uma resposta pro marido e outra pra mim.
- Tudo bem, uma daquelas correntes dewhatsappSobre o corona. – Nos dias em que minha história se passa, essas correntes de informação passadas entre os próximos são comuns, não sei se quando vocês lerem isso ainda serão frequentes.
- Acho que estamos perto dos 3000 mortos, uma loucura, pensei que com a quarentena rigorosa iam manter no mínimo e nos preparar melhor.
- Não sei, love, vamos comer tranquilos. Tô cansada de tanto pessimismo. – Disse a mãe olhando a mensagem que eu mandei várias vezes, como se não acreditasse no que lia.
- Você não acha que erraram demais? Falaram que era impossível chegar e quando chegou, que não pensaram que chegaria tão cedo. Cuzões.
Meu velho começou puxando uma discussão política. Na minha família, pai e mãe geralmente tinham opiniões opostas, eu, claro, ficava por cima da fenda, observando de cima sem me sentir de um lado ou de outro, embora soubesse que em algum momento da minha vida eu cairia pra um lado.
Por sorte, uma coisa eu tinha certeza: com a minha irmã, a gente tava no partido pró-incesto, se algum partido propusesse legalizar, a gente entrava junto. Como se lesse minha mente e soubesse que eu tava trocando ideia com a mãe, ela se meteu pra causar ciúmes.
- Papi é um gorila. – Disse a Tammy abraçando ele por trás quando juntou o prato e deixou na pia. – Só falta comer banana e se balançar que nem Tarzan. – Falou dando um beijo na bochecha dele, bem perto do canto da boca.
- Tammy, love, tô comendo. E não sou gorila, tenho bom senso só.Falar de senso comum depois de chupar a buceta dela é como se eu falasse de moral. É estranho como o incesto faz você ver tudo de um jeito diferente.Pensei em silêncio enquanto terminava meus filés de frango empanados.
- Você precisa ver mais documentários, burra. Gorilas são terrestres, orangotangos e chimpanzés é que se balançam. Pesam uns 200 quilos, não conseguem ficar pendurados.
- Nerd! – ela disse, imitando o tom do Homer, enquanto não parava de encher o saco do papai e até roubou o garfo dele pra ficar dando comida na boca dele.Amanhã de manhã cedo, quando sua irmã estiver dormindo e seu pai for pro trabalho. Não sei no que tô pensando, devia pagar uma puta pra você. E apaga o chat pra garantir.Não consegui esconder um sorriso de vitória. Embora a corrida da perversão estivesse prestes a terminar com a Tammy quase cruzando a linha de chegada, eu me aproximava devagar, mas com segurança, e amanhã daria um impulso importante ao ter uma aventura incestuosa com a mamãe. Porra, até pensar nisso soava sujo e errado; umas semanas atrás, nem teria pensado nisso, não teria achado certo, e agora, desejava aquilo como um oásis no deserto. Só de pensar no que ela faria comigo, já me deixava duro que nem pinto de cachorro envenenado.
As mensagens continuaram enquanto eu estudava no meu quarto, sem conseguir reter o que lia. A conversa foi a seguinte, embora as partes escritas pela minha velha nas mensagens dewhatsappcostumam ter erros de ortografia.
- Tem certeza disso? Outros garotos pedem o novo PlayStation, não essas coisas.
- Com o preço do novo PlayStation, você vai me agradecer por ter saído pervertido, mas barato.
- Depois te mando morar com o psicólogo. - Ameacei, soltando uma risada no meio do meu quarto. Era estranho como a ideia de ter uma aventura com a minha mãe estava me dando uma ereção. Era como se na minha mente, a figura dela, o corpo dela, a própria pessoa dela, tivesse sido transferida para a seção da libido, se juntando à Tammy, Valéria (pensava nela bastante) e um monte de gostosas que me excitam ou já me excitaram na vida.
- Realiza minha fantasia e se você não gostar, eu me interno sozinho no hospício. Te espero. - Encerrei a conversa, com medo de que se continuasse insistindo no assunto, ela percebesse que estava se metendo na boca do lobo e resolvesse desistir.
- Acho que todos vamos acabar internados. Sua irmã está terrível com o pai dela, é uma sem-vergonha. - Ela mudou o foco da conversa e percebi que a proximidade dos dois estava deixando ela com ciúmes.
- Percebi sim. Já não são tão fofos assim.
- Nunca foram, aquela ovelhinha senta em cima dele e ele não fala nada. - Reclamou, mostrando o ciúme, me fazendo rir com a birra espontânea dela.
- Bom, você pode se vingar sentando em cima de mim. - Retruquei, e recebi uma carinha brava de resposta.
Só por precaução, naquela noite nem me toquei. Pensei que do dito ao fato há um longo caminho, então existia a possibilidade de que, na hora H, eu não sentisse a mesma excitação que a Tammy me despertou quase desde o início. Afinal, era minha mãe, podia ser mais forte que um gancho de Jax, mas como sou de carne e osso, preferi chegar com o tanque cheio, sem descarregar, para facilitar a ação.
Não sei como consegui pegar no sono e acordar lá pelas oito da manhã. Não precisava ser adivinho pra saber que o pai tinha ido embora e eu estava livre para meus jogos. Ouvi passos no meu Quarto, minha cama afundou do meu lado e senti o perfume inconfundível da minha própria mãe se acomodando ao meu lado.
- Bom, já estou aqui. No que posso te ajudar? - Sussurrou, sentindo a pele dela contra a minha. Ela devia estar de camisola. Adoraria ter visto, mas talvez a escuridão fosse benéfica pra nós, especialmente pra ela. Quando a gente é novo nessa parada de incesto, às vezes ver menos é mais.
- O que você quiser. Obrigado por vir. - Falei, me aninhando contra ela, sentindo os cabelos dela no meu rosto, cheirando o perfume dela. Senti a mão da mamãe acariciando meu peito por baixo do lençol, e dali foi descendo, deslizando as pontas dos dedos na minha pele até chegar na minha calça.
- Parece que você estava me esperando. - Percebeu, apalpando minhas partes íntimas por fora, acariciando elas como a Tammy fez uma vez nos nossos primeiros jogos.
- Achei que você estava ansioso pra isso acontecer.
- Sério? Que tarado. - Disse ela, enquanto apertava meu pau semi-duro com a mão. - Se não fosse porque minha amiga fez essas coisas e me picou o bichinho do tesão, eu não conseguiria fazer isso.
- Você é corajosa. Se ela se divertiu, você também vai. Não tem nada de errado nisso.
- Tem tudo de errado. - Enfatizou.tudo- Fica quietinho melhor e deixa eu te ajudar com seu problema.
Finalmente, a mão da minha mãe deslizou feito uma cobra por baixo do meu pijama e foi direto ao ponto, acariciando meus genitais, apalpando com carinho. Acho que ter ela depilada contava pontos, lembro que a Tammy também demorou um tempão acariciando sem vergonha, desde as bolas até o pau, que começava a se erguer em toda sua glória.
Mamãe notou a ereção e não demorou pra envolver com a mão e me fazer uma punheta. Nossas respirações se sincronizaram enquanto o movimento manual ia acelerando. De vez em quando ela acariciava minha cabeça com os dedos, talvez pra desenhar na mente a imagem do meu pinto, e retomava a masturbação.
Enquanto me punhetava, dei um beijo no pescoço dela e tentei indicar com linguagem corporal que queria algo mais. Mamãe me deu um beijão bem prolongado e, envalentado, conectei minha boca na dela num beijo de verdade. Pra minha surpresa, ela não se segurou, pelo contrário, se deixou cair ainda mais, me envolvendo com seu cabelo loiro e me deliciando com a boca, que explorei com minha língua pela primeira vez. Nunca pensei que daria um beijo de língua na minha própria mãe, conectando nossas línguas por dentro e por fora das nossas bocas. Ela também meteu a língua na minha boca, talvez revivendo lembranças de beijos adolescentes distantes.
- Meu bebê precisa de carinho. - Sussurrou, descolando os lábios mas sem parar de me masturbar. Ela era muito boa no trabalho manual. Não me tratava como alavanca de caminhão, mas com precisão, percorrendo aquela seção gostosa entre a base da glande e o meio do tronco. Tomem nota, leitoras, não estiquem como se fosse tromba de elefante, descasquem com delicadeza nessa área e seu homem (familiar ou não) vai gozar pra caralho.
O que pensei que seria uma aventura de alguns minutos se prolongou. Mamãe me beijou mais umas duas vezes, mostrando que quem tava mais ávida por carinho e aventuras era ela. Até entre um beijo Coloquei minha mão contra o peito dela por cima do roupão, apertando de leve. Ela não fez nenhum gesto de recusa.
— Posso te tocar por dentro? — Perguntei com delicadeza.
— Você não tem o suficiente? Bom, não importa, no fim das contas você já me viu toda, mesmo que não lembre.
Em seguida, com a aprovação dela, deslizei minha mão por baixo para sentir o seio quentinho e macio na minha palma. Ela continuou se masturbando, cada vez mais difícil pra mim aguentar com aquele tesão doentio de acariciar as tetonas da minha própria mãe. Era difícil não fazer comparações na hora, elas pareciam mais redondas e pesadas que as da Tammy, que tinha herdado uma bunda enorme mas não tanto peito, ou talvez fosse porque ela foi mãe duas vezes.
Comecei a ouvir os gemidos baixinhos dela, disfarçados de respiração pesada quando me concentrei em acariciar os bicos com movimentos circulares, sentindo eles endurecerem debaixo dos meus dedos. A masturbação acelerou entre um beijo e outro. Quando senti que tava pronto, me descobri e avisei.
— Já vai sair, vou gozar.
— Você tem guardanapos? Com o que você se limpa? — Ela perguntou preocupada em não deixar tudo uma bagunça.
— Lenços umedecidos, debaixo da cama, pode acender a luz. — Pedi na esperança de ver o peito dela nu, o que eu tinha descoberto. Ela me concedeu o privilégio. Acendeu a luz com uma teta de fora e pegou os lenços.
— No fim das contas você é um bebê, ainda usa essas coisas, as mesmas que eu usava quando te limpava, seu porco. — Observou mamãe, pegando de novo na minha vara, sem tirar os olhos do meu pau, que com a luz ela devorou com o olhar. Eu fiz o mesmo com o peito dela à mostra.
— É que são fresquinhas e confortáveis. Bom, tô pronto. — Me preparando pra reta final, descobrindo o outro peito dela, deixando ela só com o roupão e a camisolinha minúscula caída. Sem parar de olhar pras tetas dela, me deixei masturbar enquanto via os bicos livres e lindos me encarando como um par de olhos que se balançavam levemente.
- Tô vendo que você gostou das minhas tetas.
- Adoraria chupar elas todas. - Rocei enquanto meu pau tremia, cheio de porra.
- Bom, de qualquer forma já fomos longe demais... não se acostuma, hein.Como se você não fosse gostar, não acredito que me deixei...- Pensei.
Mamãe realizou meu sonho ao aproximar um peito volumoso da minha boca, e eu, obediente e submisso, me agarrei ao mamilo dela, sugando devagar e com suavidade, provando, sentindo ele entrar entre meus lábios a cada sucção, apertando com meus lábios.Mmmmeu bebê, como você gosta da buceta da mamãe…mmm-Ela se deixou levar, acelerando a mão e se soltando mais, fazendo eu sentir o peso do peito dela contra toda minha boca. Aproveitei que a teta me apertava a boca para chupar mais forte e enfiar um pedaço maior na minha boca.
O que tinha começado como uma chupada delicada no mamilo virou uma mamada bruta nos peitos, passando a língua por toda a circunferência arredondada deles.
Não demorei pra gozar na mão da mamãe e na minha própria barriga, sem parar de chupar a teta dela. Ela continuou me espremendo até a última gota branca escorrer pelos dedos dela e cair na minha virilha. Em seguida, me limpou com cuidado e capricho, sem deixar uma gota de porra nem em mim nem nas mãos dela. Com outro lenço, limpou o peito todo babado na minha frente, apagando qualquer vestígio do crime.
— Foi bom? Era o que você esperava?
— Foi melhor. — Respondi sincero, sem subir a calça, com o pau mole escorrendo pro lado. — Adorei chupar suas tetas e do jeito que você me fez gozar.
— Bom, chega, seu safado. — Ela disse, batendo no meu nariz com o dedo e se cobrindo de novo, morrendo de vergonha (embora ainda desse pra ver os mamilos durinhos mesmo por baixo do roupão). — Já deu por hoje, não pode reclamar, teve sua gozada na quarentena.
— Claro que não, não tô reclamando. — E antes que ela saísse do meu quarto em silêncio, com cuidado pra não ser descoberta, soltei: — Da próxima vez, vou ser eu quem vai te visitar e te fazer sentir coisas gostosas.
— Tenho marido, seu atrevido. — Ela me repreendeu, fingindo. — Se tiver problemas de novo, me avisa, que eu dou um jeito. — Aceitou, piscando um olho e saindo do meu quarto, me deixando de queixo caído desde o momento em que percebi o que tinha rolado, o que tinha conseguido. Me sentia no topo da montanha-russa de novo, subindo sem parar com as conquistas pessoais no campo das fantasias. Me sentia capaz de tudo, com a autoestima lá em cima e sem limite nenhum, tipoGokuque, diante da adversidade, pinta um novo cabelo e, pá, vence a batalha.
Embora já tivesse tomado meu café da manhã — um café de campeão, diria — desci e fiz um café acompanhado de torradas com geleia, e a Tammy se juntou a mim. Me senti um cafetão vendo minha mãe fazer suas coisas de camisola (agora sem o roupão) e minha irmã de fio dental com um moletom verde fluorescente. Dessa vez, mamãe não a repreendeu por andar de roupa íntima e sem ao menos as meias calçadas.
Meus lábios tinham passeado por esses corpos, especialmente pelo da minha irmã. Ainda faltava explorar lugares-chave no corpo da mamãe.
— Tá caladinho, irmãozinho. Acordou?
— Não totalmente, mas o café tá ajudando. — Menti, porque na real minha mente vagava por cenas de luxúria. Quando minha mãe saiu da sala e foi falar ao telefone com minha tia, sussurrei pra Tamara:
— Você não sabe o que rolou. Mamãe se juntou a nós no clube.
— Sério? E não me chamou pra ver? — Me repreendeu, jogando um pedaço de torrada em mim. — Me conta tudo, seu filho da puta, enquanto eu durmo, você tá na farra.
— Depois — tomei um gole do café, estiloShinji— Quando ficarmos sozinhos, te conto com todos os detalhes.
— Seu filho da puta, me conta. Essas coisas me deixam com muito tesão… — Ela se lambeu, mordendo o lábio.
— Não sei se vou desenhar meu mangá ou mandar umas fotos pelada pro papai, que jeito de começar o dia.
Nisso, a mamãe voltou e a gente abortou a conversa. Ela colocou as mãos nos meus ombros e perguntou o que eu queria comer.
— O que você quiser, se for milanesa, melhor. — Sugeri, acariciando as mãos dela.
— Vou engordar dez quilos com tanta milanesa. — Ela falou, passando as mãos pelas curvas, num movimento bem sexy, já que a camisola grudou no corpo. — Sobraram umas, posso esquentar e fazer uma salada de cenoura ou purê de batata.
— Você tá linda, mãe, para de encanar com dieta. — Elogiei, abraçando ela por trás e beijando o pescoço dela (tudo na frente da minha irmã). — Além disso, depois você malha com os pesos ou a bola de ioga e pronto.
— É uma boa ideia, tem que aproveitar, milanesa é tão gostosa.
Contra todas as expectativas, sem se soltar do meu abraço, ela virou e me deu um selinho.
— Tá, tá, não fiquem contando dinheiro na frente dos pobres. — Tammy ficou com ciúmes, tomando um pouco do próprio veneno. A sem-vergonha passava o tempo todo se esfregando no papai, mas quando a mamãe fazia isso comigo, ela se incomodava.
— Qual é o seu problema? Ele é meu filho, vou dar todos os beijinhos que eu quiser. — E na sequência, me deu mais uns selinhos. — E você faz a mesma coisa com seu pai, e ninguém fala nada.
— Na verdade, você me enche o saco, mas beleza, você tem um ponto. Podem ir transar no quarto à vontade, se quiserem. — Ela se levantou da mesa pra deixar a xícara na pia.
— Tamara! Não seja atrevida! — A mãe a repreendeu, ficando vermelha, mas a filha não ligou e saiu da sala, sem dúvida pra me deixar sozinho e me dar a chance de continuar minha aventura solo. — E você, não se iluda, safadinho, já teve mais que o suficiente por hoje. — Ela disse sussurrando. Eu continuei. Abraçado nela, coladinho no corpo dela, com meu pau bem encostado na bunda dela.
- Avisa teu amigo aí de baixo que nem pense.
- Só de te ver malhando com os pesos ou fazendo yoga já tô satisfeito.
- Pedi, dando outro beijão.
- Adoro te ver de roupa justa.
- Vamos ver, vamos ver, essa casa já tá parecendo um puteiro.
- Se desgrudando do meu abraço.
- Além disso, a Tamara tá em casa, você devia deixar essas ideias pra outra hora, ela pode nos pegar.Se eu soubesse pelo menos a metade da história com a Tammypensei.


Continua...
Valeu por ler! Agora vem a parte boa 😉 Tammy e Tomás estão seguindo caminhos separados e indo atrás de novas conquistas, mas... será que vão se encontrar de novo? Quem vai chegar na meta primeiro?
Se curtiram essa nova história, mostrem seu apoio deixando pontos e/ou comentários, o que preferirem. Se puderem adicionar aos favoritos, também podem deixar pontos, não sejam pão-duros, porque isso é feito na raça e pra vocês 😉
Capítulos anteriores:
Irmã Otaku Capítulo 1 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3727751/Hermana-Otaku-2da-Temporada.html?notification#comment-185844Irmã Otaku Capítulo 2 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3750217/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-2.htmlIrmã Otaku Capítulo 3 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3776003/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-3.html
Já sabem que eu uso imagens da instagramer.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.como exemplo da protagonista Tammy, mas vocês podem imaginar as coisas do jeito que quiserem. Sandra é personalizada porDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Agora vamos ao que interessa, espero que vocês curtam!
Tammy




Sandra




Jutsu de ocultação: transformação em roupa de armário
Entrei no quarto da minha irmã com intenções que nenhum irmão deveria ter, e não é o que vocês tão pensando. Me escondi no armário e ela fechou a porta. Era daqueles armários típicos de filme de terror tipo Halloween, Jason, etc., com frestinhas que deixavam ver pra fora.
- Pronto, irmão? Não faz nem um barulho. - Ela sussurrou lá de fora.
- Fala, bora fazer isso.
- "Bora fazer isso", ele fala, como se você fizesse alguma coisa. Só vou deixar você ver o show.
Tammy tava vestida com uma camiseta curta de dormir, uma tanga preta que ficaria pequena até numa boneca Barbie e uma calça jeans que ela não usava há anos.
- Pai, vem cá! - Ela chamou com a calça meio vestida, bem na frente do guarda-roupa, ocupado pelo voyeurista de luxo. - Pai, vem aqui um pouquinho!
- O que cê precisa, filha? - Perguntou o inocente ao chegar, cheio de boas intenções. Naquele dia, a mãe tava trabalhando e o pai ficou em casa. Ele tinha acabado de chegar de comprar as coisas. Ele nunca mandava a gente comprar. - Que roupa é essa que cê tá usando?
- Preciso de ajuda, por favor, a calça não entra. - Disse ela virando as costas pra ele (e pra mim) enquanto puxava a calça até a bunda. Do meu lugar, eu não via tudo muito bem, mas era quase impossível que entrasse. A bunda dela tinha crescido pra caralho.
- Ajuda com a calça? - A voz dele saiu meio fina, daquele jeito nervoso.
- É, cê puxa pra cima. - Pediu ela apoiando os braços na mesa do PC, mostrando a raba.
Não vi com a maior clareza do mundo, mas o novo plano da Tammy tava sendo executado com maestria na minha frente. Papai se aproximou, colocou as mãos na calça, se abaixou, com aquela bunda tão conhecida por mim na frente dele, e puxou, fez força pra enfiar aquelas nádegas lá dentro sem sucesso.
- Ai, devagar. - Reclamou Tammy num tom que, se alguém não tivesse olhando, pensaria outra coisa.
- Coloca outra calça, amor. Não vai entrar. - Sugeriu ele desistindo depois de poucas tentativas.
- Não, não, só preciso de ajuda mesmo, antes entrava. - Dessa vez, ela se grudou no pai feito uma namorada. adolescente e exigiu uma nova tentativa. Papai não ficou atrás e aceitou o jogo perverso.
- Talvez se eu empurrar o jeans com uma mão e tentar enfiar a bunda pra dentro…
Vi em detalhes como ele apoiava a mão na bunda da Tammy, apertava tentando pegar o máximo de carne possível com a mão enquanto com a outra, tentava subir o jeans. Essa tentativa durou mais tempo do que devia, mesmo sendo uma missão impossível desde o começo: ele tinha a desculpa perfeita pra tocar a bunda dela impunemente. A mão dele, e às vezes as duas, amassavam as nádegas dela como se pudesse encolhê-las ou deformá-las como massa de pastel. Até abriu o cu dela apertado numa tentativa descarada de subir a calça de um lado e depois do outro. Tammy se deixou apalpar toda sem oferecer resistência.
Tammy virou de novo pra tentar que ele empurrasse pela parte de trás sem conseguir. Como num filme pornô mal roteirizado, na luta eles acabaram caindo na cama (na minha ânsia de ver e seguir, bati a cabeça na porta mas eles não me ouviram). Tamara agora estava com a bunda contra a virilha do pai, e ele tinha uma mão bem perto da buceta dela. As tentativas de subir o jeans eram uma desculpa cada vez mais fraca.
- Continua empurrando, papai, acho que falta pouco. - Disse num sussurro virando a cabeça pro pai, que perdendo o controle, pegou ela pela boca e beijou enquanto a mão dele acariciava a pussy dela. Claro que ela não ofereceu resistência, pelo contrário, se deixou tocar a pussy por fora pelo próprio pai enquanto as bocas se encontravam num surto de luxúria.
- Não, não, não, isso tá errado. E se seu irmão ouvir, cê tá louca?
- Qual é, para de se fazer de vítima que você gosta. - Insistiu Tamara, sem sair do trono do pecado que era o pai dela - Além disso, mais cedo ou mais tarde a gente vai acabar fazendo.
- Fazendo? Fazendo o quê? - Resistiu sem força no tom de voz amante da própria filha
- Tammy, por favor, sou seu pai, você não pode pensar essas coisas.
- Não penso, eu faço.
Tamara começou um segundo round usando o pai como colchão humano e chegando aos lábios dele mais uma vez. Esse segundo beijo durou bastante, por um segundo achei que meu velho tinha cedido completamente, ainda mais quando as mãos dele subiram pela barriga lisa dela e chegaram aos peitos, que ele massageou por dentro do moletom. Eu não via os rostos deles se beijando, mas o som era inconfundível, e percebi que os peitos dela estavam sendo apertados pelas mãos de quem a viu nascer.
- Não! Chega! - Papai se libertou do encanto de sereia dela, igual Ulisses, capitão dos Argonautas. - Você está se comportando muito mal!
Em seguida, colocou a filha no colo dele como nos velhos tempos. Como tinha ameaçado dias atrás, cumpriu a promessa e, com a bundinha minúscula da Tammy à mercê dele, quase nua, deixou cair a mão pesada numa das nádegas dela.Plaf- ¡Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo., papi, não! - Reclamou tão convincente quanto promessa de político. - Para, vou me comportar, papi!
- Eu te avisei, e você não me deu ouvidos… - Fazendo a mão cair pela segunda vez.Plafagora deixando uma marca vermelha na textura de pomelo dela.
Pelos vãos da porta no guarda-roupa, eu conseguia ver a bucetinha da minha irmã mal aparecendo entre as carnes dela, apertada pela fio dental, e a cada palmada, as nádegas balançavam cobrindo a periquita dela por uns milésimos de segundo.Plaf, plaf, plaf…As mãos libidinosas não paravam de castigar as bundas da minha irmã, caindo cada vez com menos força.
- Papai, chega… vou me comportar. – Ela se lamentou, passando um braço por baixo dela para tocar a ereção do próprio pai.
- Parece que você não aprende, te falei que ia te dar palmadas na bunda. – Papai levantou a mão mais do que nunca e deixou cair com mais força, marcando a pele dela como se fosse uma rés no pasto.
- Ai!AuuchBruto, minha buceta! – Ela gritou, rebolando a bunda como se tentasse se livrar de uma rede invisível.
Mais uma palmada caiu bem no mesmo lugar da anterior, como um meteoro que aniquilou os dinossauros.
–AiaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Uuuuh…
- Para de gritar, não quero que seu irmão nos ouça.
- Ela avisou, apertando a bunda dela com a mão, bem no lugar onde tinha marcado até o dedinho. Se ela soubesse que o irmão dela tava vendo tudo com uma ereção que, se soltasse, abria a porta como escotilha de avião.
- Você foi uma menina má, muito má, brincar assim com seu papai… isso não se faz.
- Ele a repreendeu entrando no jogo dela, apertando as nádegas dela e passando a língua pela mão. Em seguida, passou a saliva dele na marca vermelha que tinha deixado tatuada.Uuuuh, isso… é gostoso. Que ardor tão estranho. — Sussurrou Tamara, quase inaudível. Papai continuou passando a baba dele por todo o ferimento dela como se fosse um bálsamo curativo. — Mas me ocorre uma coisa que é ainda melhor.
Tammy não parecia aguentar perder o controle da situação por muito tempo. Aceitou o joguinho de menina malvada castigada proposto pelo papai, mas não pareceu ter gostado muito de ficar com a mão marcada a fogo, e agora, sugeria uma punição na bunda abrindo uma das nádegas.
— Tammy… a gente não pode fazer isso, você tá me mostrando… tudo. — Disse papai falando para um lado e fazendo para o outro. Os braços dele agarraram a bunda dela e separaram as nádegas para revelar aquele rabão pigmentado mal coberto por um fio dental preto. Se eu, da minha posição nada privilegiada, já conseguia ver o cu dela, papai podia até contar as ruguinhas. E embaixo, os lábios vaginais carnudos e porosos grudados naquele tecido minúsculo preto, os lábios dela pareciam sugar a calcinha cada vez mais a cada segundo que passava.
Minha irmã se virou antes que papai descobrisse os buracos dela e, na frente dele e na minha frente, se inclinou e puxou o fio dental para o lado para mostrar bem de perto a buceta e o cu dela.
— Pelo amor de Deus, o que eu tô fazendo. — Disse papai, meio entre lamento, meio entre surpresa e resignação. Ver os buracos da Tammy pela primeira vez em detalhes tinha o poder de causar curto-circuito. Até me pareceu que o cu dela piscou pra ele.
— Papai, você pode me tocar além de olhar. Me incomoda você não fazer nada. — Disse ela se virando sem parar de se abrir toda.
— Eu sou seu pai, Tamara, te segurei no colo desde o primeiro dia, te levei no primeiro dia de escola, te levei pra Disney, limpei sua bunda até os onze porque você sempre foi preguiçosa pra essas coisas… a gente não pode fazer isso. — Apelou como último recurso para o lado sentimental para parar aquele carro sem freio prestes a cair no abismo. Na frente dele tinha a Um abismo profundo e tentador onde qualquer um se jogaria de cabeça.
Porra, até eu teria cedido ao tom dele que me deu pena. Vi ele mais como um homem atormentado, vítima dos próprios impulsos, do que um pervertido ou um velho safado. Acho que me vi refletido nele, especialmente nos primeiros dias de aventuras com minha irmã.
— Realiza minha fantasia, papai, se deixa levar, sei que te gusto de mais de um jeito. — E pra reforçar as intenções, tirou o jeans como se não houvesse mais volta.
— É disso que se trata? De uma fantasia louca? — ele tentou botar juízo nos impulsos irremediáveis de meter a mão. Os olhos dele não paravam de percorrer a buceta dela, gotejando excitação, e o cu. — Nosso irmão pode ouvir.
— Ele deve estar batendo uma no quarto dele, tá numa idade que valoriza a privacidade. — Era verdade, eu tava batendo uma naquele momento, com o quadril meio de lado e o pescoço virado pra ver a ação pai vs. filha.
— Algo me diz que vou me arrepender disso. No mínimo mais cinco anos de terapia.
— Algo me diz que você vai adorar e vai me comer como uma puta de agora em diante.
Finalmente, as defesas do papai cederam como porta de castelo e deixaram todos os demônios entrarem. Dou crédito a ele por resistir mais que eu e aguentar a siririca da filha por um bom tempo, aceitando a perversão até certo ponto, quase parecendo normal. Agora, a primeira coisa que papai se rendeu foi a buceta da Tamara, onde enfiou dois dedos pra massagear aquele buraco tão proibido.
— Você tá toda molhada, filha, é uma menina pervertida. — Brincou um pouco com ela. — E não é virgem, me deve uma explicação.
— Em vez de me bater, me dá o que eu quero, mmm, brinca com a minha pussy, papai. — Sussurrou levando o polegar à boca e chupando. — Virgem ou não, ainda serve, mmm. — Acho que nem eu, nem ele, conseguimos segurar um gemido de excitação mórbida. Agora era o papai quem mantinha as carnes dela separadas enquanto enfiava dois dedos e massageava a buceta dela, talvez procurando o ponto mais excitante com suas mãos experientes.Uuuu, uuuh, mmm, papi, sim… enfia os dedos, papi.
Enquanto eu batia uma punheta, não conseguia parar de pensar que por aquela buceta já tinham passado eu, meu tio, e agora meu pai, o prêmio máximo, o maior ato de incesto e ainda por cima consensual, o que tornava tudo ainda mais perverso. Vocês vão ver, um estupro também é tão perverso quanto repulsivo, um crime imundo do qual eu nunca participaria, no entanto, é preciso um pervertido para realizá-lo, de um sexo ou do outro, desde que alguém tenha a iniciativa, o poder e a falta de escrúpulos, poderia ser feito (embora não deva, que fique claro). Já no sexo consensual, eram necessários dois indivíduos, e para uma perversão como a que eu presenciava, dois pervertidos, coincidindo tanto no sangue quanto nos fetiches. E falando em fetiches…Uuuh, sim, papai…MmmmQue delícia.
Papai se inclinou contra a buceta da Tammy e passou a língua, impregnando a língua com toda aquela umidade oleosa. Papai enfiou a boca na buceta dela sem pudor, percorrendo a xereca dela, espalhando os fluidos por cada cantinho daquela buceta libidinosa. A cada segundo, minha irmã gemia mais alto, e papai se enterrava mais fundo. As mãos dele abriam os lábios da buceta enquanto ele lambia igual cachorro, do clitóris todo empinado até o buraquinho da buceta dela.
Como era de se esperar, quando ele tirou a boca da buceta da Tammy, contemplei a ideia apetitosa de ir por algo mais. A buceta dela escorria até o chão.
— Não acredito que eu tô pensando nisso… — Ele disse, olhando pro cu dela, na expectativa. Tamara abriu ainda mais o cu com as mãos, como se quisesse ajudar ele a se decidir.
— Não pensa, só faz, chupa meu cu…
— Você é uma putinha muito safada. — Ele continuou brincando, adicionando a linguagem obscena à cena enquanto enfiava um dedo, o dedo doVai se foder.no cu, fazendo ela ficar com vontade.Mmmsim, isso também me agradauuh, mmm, enfia mais o dedinho, mexe ele. - Gemeu enquanto o papai se entretia explorando o cu dela com o dedo, girando, sentindo a textura do anel por fora e por dentro. Enquanto um dedo se mexia lá dentro, com a outra mão ele apertava o clitóris dela.
Assim, com o buraco esticado pelos dedos indicador e médio (do meu lugar parecia que ele fazia aVda vitória) mando minha língua no centro dilatado e rosado dela, dando pra minha irmã o gostinho de um baita anilingus de pai pra filha.Ahh, ahah, ahah, uuuuh, ahahaTammy gemia, como se tivesse sendo comida por uma língua.
Papai se esforçou e atacou o cuzinho de todos os ângulos, sem se importar que a filha gemesse igual uma puta, quando antes ele tava preocupado em não ser ouvido.
- Vem cá, vou te dar o que você quer pra te curar disso. - Dando por encerrado o anilingus. Ele a segurou pelo cabelo e mandou ela se inclinar, na sequência, baixou a calça e mostrou a suposta vacina da perversão: o pau meio duro, o mesmo que saiu dela há anos. E eu também.
Tammy nem olhou, de uma vez se jogou no pênis e se esbaldou, chupando da base até a cabeça. Envolvendo o tronco mole com força, vi como ela o enforcava enquanto subia e descia sem usar as mãos, só com a boca pervertida.MmmNeném, tu tá doente, que ideia é essa? - Falou sem soltar o cabelo dela, curtindo um boquete que tava levantando o mastro centímetro por centímetro. Tammy não disse nada, balançando a cabeça como se tivesse possuída. Só parou de chupar pra passar a língua na cabeça toda, especialmente no buraco que um dia, quando era microscópica, atravessou.
- Pensar que vim daqui disso, não é loucura? - Avacalhou a situação pegando a pica com a mão pra bater uma enquanto lambia as bolas. Eu sabia como era a sensação das mãos habilidosas dela batendo uma pra mim enquanto me dava um olhar cheio de tesão.Uuuf, nena Onde você aprendeu essas coisas? Melhor nem me contar.
- Ela se deixou levar sem parar de olhá-la afundada nas bolas dele, como se prestasse homenagem à fábrica que a criou (em 50%, óbvio).
- Não pergunta, só aproveita.
- Envolvendo a cabeça do pau com a boquinha, e descendo bem devagar, até a base, enfiando tudo no fundo da garganta umas três vezes com muita facilidade, não sei se por causa do tamanho do meu pai ou da experiência dela. Do meu lugar, dava pra perceber.normalzinho- Vou fazer você gozar tudo, Tammy, já chega.
- Não vai ser suficiente até você gozar em mim. – Exigiu como uma Deusa cobrando seu tributo, sem parar de bater uma pra ele. – Onde você quer gozar? Na minha boca, no meu rosto, nos meus peitos, no meu cu?
- Tamara, por favor.
- Ou na minha buceta?
- Onde você quer? É sua fantasia, afinal. – Eu, no meu cubículo voyeurista, adivinhei os desejos da minha irmã, que escolheu a opção mais doentia, pelo menos pra mim.
- Tudo na minha boca. – E abriu o máximo para receber seu tributo leitoso. Sabia que depois de se esbaldar com meu gozo tantas vezes e uma vez com o do tio Nacho, ela ia querer colecionar mais uma receita de família.
- Filha, você não pode ser tão puta, vai me dar um infarto. – Aproximando o pau e batendo uma sob o olhar atento de Tamara.
- Vai, me dá seu gozo, me dá o leite, assim, assim…
- Tá saindo, saindo, saindo…uuuuf, mmmmAí está... Deus, que doentio.
Tamara quase não conseguiu segurar o riso com o histerismo do pai, que soava afetado e, ainda assim, despejou o esperma na boca dela, bem na língua, deixando o fruto descansando sobre a língua como queijo derretido. Fruto que, depois de mexer na boquinha para se impregnar todo daquele gostinho proibido, voltou a ser parte dela ao engolir após uma breve pausa.
- Tammy, que porra foi essa? - Perguntou o pai, vítima dos demônios do remorso quando o fogo se apagou, deixando uma caveira incandescente. Quase dava pra ver a fumaça saindo das orelhas dele como num desenho animado.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.. -Shhhh— Fechou a boca dele juntando os lábios com a mão, a mesma que tinha usado pra masturbar ele. — Não vamos ficar aqui muito tempo ou vão desconfiar.
— Brincou, se fazendo de sonsa.
— Agora você se preocupa em ser descoberta, coração? — Estranhou, enquanto Tammy arrumava a tanguinha e vestia uma meia. — Vai me expulsar do seu quarto assim, depois disso? Me usa e me descarta tão fácil assim?
— Calma, papi, isso aqui não é A Rosa de Guadalupe, não fica sentimental. Até a próxima, quando a mamãe trabalhar, vou deixar você entrar de novo e te ordenho outra vez, a não ser que queira outro serviço.
— E aquela história de realizar sua fantasia? — Tentou esclarecer a situação. — Já fizemos, você já se satisfez com, sei lá, fazer incesto, que seja, não devia querer…
Minha irmã empurrou ele pra fora do quarto e os dois saíram do meu campo de visão. A última coisa que ouvi foi umte quero, papai, obrigada, me deixa me arrumar um pouquinhoaté que ela abriu a porta do armário e me pegou com a pica na mão, me masturbando.
- Nem vou perguntar se você gostou do show. - Sussurrou, só por precaução, talvez desconfiando que o pai estivesse ouvindo do outro lado enquanto se ajoelhava, sim, se ajoelhava.
- Quer comparar sabores? - Curtindo o tesão de ter visto aquela boca engolir duas picas da família em questão de segundos. Devia estar com o gosto do gozo do pai fresquinho, impregnado pela boca toda.
- Sim, mas não vou dizer qual eu gostei mais. - Falou, levando minha pica à boca, chupando sem tirar os olhos dos meus e massageando minhas bolas. Eu, que já estava quase gozando por causa do show que ela me deu, não a fiz esperar muito e, com um movimento de quadril, joguei uma nova gozada direto na sua boca ardente.
Uma visitante na escuridão
Meio ansioso pra fazer minha jogada e não ficar tão pra trás, resolvi meter a segunda na corrida e mandei uma mensagem de texto pra mamãe perguntando se ela tinha decidido me ajudar com meu tesão. Fiz isso durante o jantar do mesmo dia, um jantar que encontrou a Tamara tão relaxada quanto sempre e o papai super perturbado. A Sandra também se perturbou quando recebeu minha pergunta no meio da comida. Naquele dia, ela não tinha feito yoga.
- Aconteceu alguma coisa, love? - Papai perguntou enquanto comia salada. Era curioso ver ele comer e falar com a mesma boca que tinha beijado a filha em cada lábio e até na bunda. Acho que até percebeu que eu tava olhando fixo pra ele comer.Se a mamãe soubesse onde estiveram esses lábios que ela beija quando chega do trabalhopensei enquanto Sandra se debatia entre uma resposta pro marido e outra pra mim.
- Tudo bem, uma daquelas correntes dewhatsappSobre o corona. – Nos dias em que minha história se passa, essas correntes de informação passadas entre os próximos são comuns, não sei se quando vocês lerem isso ainda serão frequentes.
- Acho que estamos perto dos 3000 mortos, uma loucura, pensei que com a quarentena rigorosa iam manter no mínimo e nos preparar melhor.
- Não sei, love, vamos comer tranquilos. Tô cansada de tanto pessimismo. – Disse a mãe olhando a mensagem que eu mandei várias vezes, como se não acreditasse no que lia.
- Você não acha que erraram demais? Falaram que era impossível chegar e quando chegou, que não pensaram que chegaria tão cedo. Cuzões.
Meu velho começou puxando uma discussão política. Na minha família, pai e mãe geralmente tinham opiniões opostas, eu, claro, ficava por cima da fenda, observando de cima sem me sentir de um lado ou de outro, embora soubesse que em algum momento da minha vida eu cairia pra um lado.
Por sorte, uma coisa eu tinha certeza: com a minha irmã, a gente tava no partido pró-incesto, se algum partido propusesse legalizar, a gente entrava junto. Como se lesse minha mente e soubesse que eu tava trocando ideia com a mãe, ela se meteu pra causar ciúmes.
- Papi é um gorila. – Disse a Tammy abraçando ele por trás quando juntou o prato e deixou na pia. – Só falta comer banana e se balançar que nem Tarzan. – Falou dando um beijo na bochecha dele, bem perto do canto da boca.
- Tammy, love, tô comendo. E não sou gorila, tenho bom senso só.Falar de senso comum depois de chupar a buceta dela é como se eu falasse de moral. É estranho como o incesto faz você ver tudo de um jeito diferente.Pensei em silêncio enquanto terminava meus filés de frango empanados.
- Você precisa ver mais documentários, burra. Gorilas são terrestres, orangotangos e chimpanzés é que se balançam. Pesam uns 200 quilos, não conseguem ficar pendurados.
- Nerd! – ela disse, imitando o tom do Homer, enquanto não parava de encher o saco do papai e até roubou o garfo dele pra ficar dando comida na boca dele.Amanhã de manhã cedo, quando sua irmã estiver dormindo e seu pai for pro trabalho. Não sei no que tô pensando, devia pagar uma puta pra você. E apaga o chat pra garantir.Não consegui esconder um sorriso de vitória. Embora a corrida da perversão estivesse prestes a terminar com a Tammy quase cruzando a linha de chegada, eu me aproximava devagar, mas com segurança, e amanhã daria um impulso importante ao ter uma aventura incestuosa com a mamãe. Porra, até pensar nisso soava sujo e errado; umas semanas atrás, nem teria pensado nisso, não teria achado certo, e agora, desejava aquilo como um oásis no deserto. Só de pensar no que ela faria comigo, já me deixava duro que nem pinto de cachorro envenenado.
As mensagens continuaram enquanto eu estudava no meu quarto, sem conseguir reter o que lia. A conversa foi a seguinte, embora as partes escritas pela minha velha nas mensagens dewhatsappcostumam ter erros de ortografia.
- Tem certeza disso? Outros garotos pedem o novo PlayStation, não essas coisas.
- Com o preço do novo PlayStation, você vai me agradecer por ter saído pervertido, mas barato.
- Depois te mando morar com o psicólogo. - Ameacei, soltando uma risada no meio do meu quarto. Era estranho como a ideia de ter uma aventura com a minha mãe estava me dando uma ereção. Era como se na minha mente, a figura dela, o corpo dela, a própria pessoa dela, tivesse sido transferida para a seção da libido, se juntando à Tammy, Valéria (pensava nela bastante) e um monte de gostosas que me excitam ou já me excitaram na vida.
- Realiza minha fantasia e se você não gostar, eu me interno sozinho no hospício. Te espero. - Encerrei a conversa, com medo de que se continuasse insistindo no assunto, ela percebesse que estava se metendo na boca do lobo e resolvesse desistir.
- Acho que todos vamos acabar internados. Sua irmã está terrível com o pai dela, é uma sem-vergonha. - Ela mudou o foco da conversa e percebi que a proximidade dos dois estava deixando ela com ciúmes.
- Percebi sim. Já não são tão fofos assim.
- Nunca foram, aquela ovelhinha senta em cima dele e ele não fala nada. - Reclamou, mostrando o ciúme, me fazendo rir com a birra espontânea dela.
- Bom, você pode se vingar sentando em cima de mim. - Retruquei, e recebi uma carinha brava de resposta.
Só por precaução, naquela noite nem me toquei. Pensei que do dito ao fato há um longo caminho, então existia a possibilidade de que, na hora H, eu não sentisse a mesma excitação que a Tammy me despertou quase desde o início. Afinal, era minha mãe, podia ser mais forte que um gancho de Jax, mas como sou de carne e osso, preferi chegar com o tanque cheio, sem descarregar, para facilitar a ação.
Não sei como consegui pegar no sono e acordar lá pelas oito da manhã. Não precisava ser adivinho pra saber que o pai tinha ido embora e eu estava livre para meus jogos. Ouvi passos no meu Quarto, minha cama afundou do meu lado e senti o perfume inconfundível da minha própria mãe se acomodando ao meu lado.
- Bom, já estou aqui. No que posso te ajudar? - Sussurrou, sentindo a pele dela contra a minha. Ela devia estar de camisola. Adoraria ter visto, mas talvez a escuridão fosse benéfica pra nós, especialmente pra ela. Quando a gente é novo nessa parada de incesto, às vezes ver menos é mais.
- O que você quiser. Obrigado por vir. - Falei, me aninhando contra ela, sentindo os cabelos dela no meu rosto, cheirando o perfume dela. Senti a mão da mamãe acariciando meu peito por baixo do lençol, e dali foi descendo, deslizando as pontas dos dedos na minha pele até chegar na minha calça.
- Parece que você estava me esperando. - Percebeu, apalpando minhas partes íntimas por fora, acariciando elas como a Tammy fez uma vez nos nossos primeiros jogos.
- Achei que você estava ansioso pra isso acontecer.
- Sério? Que tarado. - Disse ela, enquanto apertava meu pau semi-duro com a mão. - Se não fosse porque minha amiga fez essas coisas e me picou o bichinho do tesão, eu não conseguiria fazer isso.
- Você é corajosa. Se ela se divertiu, você também vai. Não tem nada de errado nisso.
- Tem tudo de errado. - Enfatizou.tudo- Fica quietinho melhor e deixa eu te ajudar com seu problema.
Finalmente, a mão da minha mãe deslizou feito uma cobra por baixo do meu pijama e foi direto ao ponto, acariciando meus genitais, apalpando com carinho. Acho que ter ela depilada contava pontos, lembro que a Tammy também demorou um tempão acariciando sem vergonha, desde as bolas até o pau, que começava a se erguer em toda sua glória.
Mamãe notou a ereção e não demorou pra envolver com a mão e me fazer uma punheta. Nossas respirações se sincronizaram enquanto o movimento manual ia acelerando. De vez em quando ela acariciava minha cabeça com os dedos, talvez pra desenhar na mente a imagem do meu pinto, e retomava a masturbação.
Enquanto me punhetava, dei um beijo no pescoço dela e tentei indicar com linguagem corporal que queria algo mais. Mamãe me deu um beijão bem prolongado e, envalentado, conectei minha boca na dela num beijo de verdade. Pra minha surpresa, ela não se segurou, pelo contrário, se deixou cair ainda mais, me envolvendo com seu cabelo loiro e me deliciando com a boca, que explorei com minha língua pela primeira vez. Nunca pensei que daria um beijo de língua na minha própria mãe, conectando nossas línguas por dentro e por fora das nossas bocas. Ela também meteu a língua na minha boca, talvez revivendo lembranças de beijos adolescentes distantes.
- Meu bebê precisa de carinho. - Sussurrou, descolando os lábios mas sem parar de me masturbar. Ela era muito boa no trabalho manual. Não me tratava como alavanca de caminhão, mas com precisão, percorrendo aquela seção gostosa entre a base da glande e o meio do tronco. Tomem nota, leitoras, não estiquem como se fosse tromba de elefante, descasquem com delicadeza nessa área e seu homem (familiar ou não) vai gozar pra caralho.
O que pensei que seria uma aventura de alguns minutos se prolongou. Mamãe me beijou mais umas duas vezes, mostrando que quem tava mais ávida por carinho e aventuras era ela. Até entre um beijo Coloquei minha mão contra o peito dela por cima do roupão, apertando de leve. Ela não fez nenhum gesto de recusa.
— Posso te tocar por dentro? — Perguntei com delicadeza.
— Você não tem o suficiente? Bom, não importa, no fim das contas você já me viu toda, mesmo que não lembre.
Em seguida, com a aprovação dela, deslizei minha mão por baixo para sentir o seio quentinho e macio na minha palma. Ela continuou se masturbando, cada vez mais difícil pra mim aguentar com aquele tesão doentio de acariciar as tetonas da minha própria mãe. Era difícil não fazer comparações na hora, elas pareciam mais redondas e pesadas que as da Tammy, que tinha herdado uma bunda enorme mas não tanto peito, ou talvez fosse porque ela foi mãe duas vezes.
Comecei a ouvir os gemidos baixinhos dela, disfarçados de respiração pesada quando me concentrei em acariciar os bicos com movimentos circulares, sentindo eles endurecerem debaixo dos meus dedos. A masturbação acelerou entre um beijo e outro. Quando senti que tava pronto, me descobri e avisei.
— Já vai sair, vou gozar.
— Você tem guardanapos? Com o que você se limpa? — Ela perguntou preocupada em não deixar tudo uma bagunça.
— Lenços umedecidos, debaixo da cama, pode acender a luz. — Pedi na esperança de ver o peito dela nu, o que eu tinha descoberto. Ela me concedeu o privilégio. Acendeu a luz com uma teta de fora e pegou os lenços.
— No fim das contas você é um bebê, ainda usa essas coisas, as mesmas que eu usava quando te limpava, seu porco. — Observou mamãe, pegando de novo na minha vara, sem tirar os olhos do meu pau, que com a luz ela devorou com o olhar. Eu fiz o mesmo com o peito dela à mostra.
— É que são fresquinhas e confortáveis. Bom, tô pronto. — Me preparando pra reta final, descobrindo o outro peito dela, deixando ela só com o roupão e a camisolinha minúscula caída. Sem parar de olhar pras tetas dela, me deixei masturbar enquanto via os bicos livres e lindos me encarando como um par de olhos que se balançavam levemente.
- Tô vendo que você gostou das minhas tetas.
- Adoraria chupar elas todas. - Rocei enquanto meu pau tremia, cheio de porra.
- Bom, de qualquer forma já fomos longe demais... não se acostuma, hein.Como se você não fosse gostar, não acredito que me deixei...- Pensei.
Mamãe realizou meu sonho ao aproximar um peito volumoso da minha boca, e eu, obediente e submisso, me agarrei ao mamilo dela, sugando devagar e com suavidade, provando, sentindo ele entrar entre meus lábios a cada sucção, apertando com meus lábios.Mmmmeu bebê, como você gosta da buceta da mamãe…mmm-Ela se deixou levar, acelerando a mão e se soltando mais, fazendo eu sentir o peso do peito dela contra toda minha boca. Aproveitei que a teta me apertava a boca para chupar mais forte e enfiar um pedaço maior na minha boca.
O que tinha começado como uma chupada delicada no mamilo virou uma mamada bruta nos peitos, passando a língua por toda a circunferência arredondada deles.
Não demorei pra gozar na mão da mamãe e na minha própria barriga, sem parar de chupar a teta dela. Ela continuou me espremendo até a última gota branca escorrer pelos dedos dela e cair na minha virilha. Em seguida, me limpou com cuidado e capricho, sem deixar uma gota de porra nem em mim nem nas mãos dela. Com outro lenço, limpou o peito todo babado na minha frente, apagando qualquer vestígio do crime.
— Foi bom? Era o que você esperava?
— Foi melhor. — Respondi sincero, sem subir a calça, com o pau mole escorrendo pro lado. — Adorei chupar suas tetas e do jeito que você me fez gozar.
— Bom, chega, seu safado. — Ela disse, batendo no meu nariz com o dedo e se cobrindo de novo, morrendo de vergonha (embora ainda desse pra ver os mamilos durinhos mesmo por baixo do roupão). — Já deu por hoje, não pode reclamar, teve sua gozada na quarentena.
— Claro que não, não tô reclamando. — E antes que ela saísse do meu quarto em silêncio, com cuidado pra não ser descoberta, soltei: — Da próxima vez, vou ser eu quem vai te visitar e te fazer sentir coisas gostosas.
— Tenho marido, seu atrevido. — Ela me repreendeu, fingindo. — Se tiver problemas de novo, me avisa, que eu dou um jeito. — Aceitou, piscando um olho e saindo do meu quarto, me deixando de queixo caído desde o momento em que percebi o que tinha rolado, o que tinha conseguido. Me sentia no topo da montanha-russa de novo, subindo sem parar com as conquistas pessoais no campo das fantasias. Me sentia capaz de tudo, com a autoestima lá em cima e sem limite nenhum, tipoGokuque, diante da adversidade, pinta um novo cabelo e, pá, vence a batalha.
Embora já tivesse tomado meu café da manhã — um café de campeão, diria — desci e fiz um café acompanhado de torradas com geleia, e a Tammy se juntou a mim. Me senti um cafetão vendo minha mãe fazer suas coisas de camisola (agora sem o roupão) e minha irmã de fio dental com um moletom verde fluorescente. Dessa vez, mamãe não a repreendeu por andar de roupa íntima e sem ao menos as meias calçadas.
Meus lábios tinham passeado por esses corpos, especialmente pelo da minha irmã. Ainda faltava explorar lugares-chave no corpo da mamãe.
— Tá caladinho, irmãozinho. Acordou?
— Não totalmente, mas o café tá ajudando. — Menti, porque na real minha mente vagava por cenas de luxúria. Quando minha mãe saiu da sala e foi falar ao telefone com minha tia, sussurrei pra Tamara:
— Você não sabe o que rolou. Mamãe se juntou a nós no clube.
— Sério? E não me chamou pra ver? — Me repreendeu, jogando um pedaço de torrada em mim. — Me conta tudo, seu filho da puta, enquanto eu durmo, você tá na farra.
— Depois — tomei um gole do café, estiloShinji— Quando ficarmos sozinhos, te conto com todos os detalhes.
— Seu filho da puta, me conta. Essas coisas me deixam com muito tesão… — Ela se lambeu, mordendo o lábio.
— Não sei se vou desenhar meu mangá ou mandar umas fotos pelada pro papai, que jeito de começar o dia.
Nisso, a mamãe voltou e a gente abortou a conversa. Ela colocou as mãos nos meus ombros e perguntou o que eu queria comer.
— O que você quiser, se for milanesa, melhor. — Sugeri, acariciando as mãos dela.
— Vou engordar dez quilos com tanta milanesa. — Ela falou, passando as mãos pelas curvas, num movimento bem sexy, já que a camisola grudou no corpo. — Sobraram umas, posso esquentar e fazer uma salada de cenoura ou purê de batata.
— Você tá linda, mãe, para de encanar com dieta. — Elogiei, abraçando ela por trás e beijando o pescoço dela (tudo na frente da minha irmã). — Além disso, depois você malha com os pesos ou a bola de ioga e pronto.
— É uma boa ideia, tem que aproveitar, milanesa é tão gostosa.
Contra todas as expectativas, sem se soltar do meu abraço, ela virou e me deu um selinho.
— Tá, tá, não fiquem contando dinheiro na frente dos pobres. — Tammy ficou com ciúmes, tomando um pouco do próprio veneno. A sem-vergonha passava o tempo todo se esfregando no papai, mas quando a mamãe fazia isso comigo, ela se incomodava.
— Qual é o seu problema? Ele é meu filho, vou dar todos os beijinhos que eu quiser. — E na sequência, me deu mais uns selinhos. — E você faz a mesma coisa com seu pai, e ninguém fala nada.
— Na verdade, você me enche o saco, mas beleza, você tem um ponto. Podem ir transar no quarto à vontade, se quiserem. — Ela se levantou da mesa pra deixar a xícara na pia.
— Tamara! Não seja atrevida! — A mãe a repreendeu, ficando vermelha, mas a filha não ligou e saiu da sala, sem dúvida pra me deixar sozinho e me dar a chance de continuar minha aventura solo. — E você, não se iluda, safadinho, já teve mais que o suficiente por hoje. — Ela disse sussurrando. Eu continuei. Abraçado nela, coladinho no corpo dela, com meu pau bem encostado na bunda dela.
- Avisa teu amigo aí de baixo que nem pense.
- Só de te ver malhando com os pesos ou fazendo yoga já tô satisfeito.
- Pedi, dando outro beijão.
- Adoro te ver de roupa justa.
- Vamos ver, vamos ver, essa casa já tá parecendo um puteiro.
- Se desgrudando do meu abraço.
- Além disso, a Tamara tá em casa, você devia deixar essas ideias pra outra hora, ela pode nos pegar.Se eu soubesse pelo menos a metade da história com a Tammypensei.


Continua...
Valeu por ler! Agora vem a parte boa 😉 Tammy e Tomás estão seguindo caminhos separados e indo atrás de novas conquistas, mas... será que vão se encontrar de novo? Quem vai chegar na meta primeiro?
Se curtiram essa nova história, mostrem seu apoio deixando pontos e/ou comentários, o que preferirem. Se puderem adicionar aos favoritos, também podem deixar pontos, não sejam pão-duros, porque isso é feito na raça e pra vocês 😉
Capítulos anteriores:
Irmã Otaku Capítulo 1 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3727751/Hermana-Otaku-2da-Temporada.html?notification#comment-185844Irmã Otaku Capítulo 2 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3750217/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-2.htmlIrmã Otaku Capítulo 3 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3776003/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-3.html
11 comentários - Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 4
BEE FARMER TREMENDA😘😘😘🔥🔥🔥🔥🔥🔥 pero desde luego XEV no se queda atrás🔥🔥🔥😅
MUY AGRADECIDO AMIGO, SALUDOS👍👍😃😃
Gracias!