Dessa vez a história não é minha, mas foi escrita e adaptada por mim. Também tenho uma minha, mas vai ficar pra depois.
Deixo claro que é uma transcrição de fatos narrados pela protagonista e serão contados em primeira pessoa, do jeito que chegaram até mim. Eu só sirvo de intermediária entre ela e os leitores.
Por último, pra quem ler e quiser participar, deixo uma pergunta que gostaria que respondessem nos comentários.Vocês gostariam que a próxima história sobre mim fosse sobre a minha primeira vez, ou que eu contasse a minha primeira experiência com uma garota?Sem mais enrolação, vou deixar a história da minha amiga Dana.Dana e a amiga delaMeu nome é Dana e vou contar que sou uma garota comum. Moro no sul da Argentina, minha pele é morena, meus olhos são grandes e escuros, embora, apesar de serem grandes, também são um puxadinhos. Me considero baixinha (1,57m) e sempre fui um pouco gordinha, mas há um tempo me convenci de que compenso isso com meus peitos volumosos e redondos e minha bunda grande.
Essa história aconteceu durante umas férias de inverno, há três anos.
Tenho uma amiga muito, muito próxima, que se chama Romina. Nos conhecemos no ensino médio, quando ela entrou na minha escola no primeiro ano. Ela nasceu em La Plata, Província de Buenos Aires, e por questões de trabalho dos pais se mudou pra cá. Ela sempre teve uma vida financeira boa e nunca faltou nada, mas também tem um coração enorme e muita humildade, o que faz com que o status dela não se destaque em comparação com outras pessoas.
Sem entrar em mais detalhes que não vêm ao caso, preciso esclarecer que a Romina é loira e também alta, mede 1,75m e tem um corpo de dar inveja, o tipo que talvez a maioria das mulheres gostaria de ter. Uns peitos grandes e redondos, uma barriga lisa e definida. As pernas dela são longas e firmes, e ela também tem uma bunda grande e empinada, tudo fruto da atividade física constante dela.
Pra completar, o rosto dela também é bonito. Com traços parecidos com os de uma japonesa, mas com olhos grandes e azuis profundos que se destacam numa pele totalmente branca, tão branca quanto a neve.
Essa garota, por sua vez, tinha um namorado, o Matías, com quem vivia viajando pra lá e pra cá sempre que surgia uma oportunidade. No entanto, antes daquele recesso de verão, os pais do rapaz organizaram uma viagem exclusiva pro exterior, só com membros da família, deixando a Romi de fora.
Como eu mencionei, onde eu moro, as temperaturas costumam ser baixas, mas isso não impede de aproveitar a neve (que é tão comum por essas bandas) em algum destino, talvez esse fenômeno meteorológico É uma das poucas coisas que a pessoa nunca se cansa na vida, mesmo fazendo parte do dia a dia dela.
Dito isso, minha amiga me convidou pra passar uma semana com ela numa cidade turística do sul da Argentina. Ela ia bancar tudo, já que era algo que tinha planejado fazer com o namorado, então eu só precisava arcar com meus gastos pessoais. A gente ia embarcar em cinco dias, e eu mal tinha uma graninha que juntei no começo do ano.
Pra mim, a notícia caiu como uma luva. Dada a situação em que eu tava na época, não podia me dar ao luxo de viajar tão seguido, muito menos fazer uns rolês iguais aos que a Romina fazia de boa. Claro que aceitei, mas com a condição de ela me ajudar a arrumar a mala, pra saber o que levar, já que pra mim era algo quase novo.
A campainha de casa tocou. Era ela. O surpreendente é que em pouco mais de meia hora ela já tinha resolvido tudo. Não dava pra acreditar como essa mina tinha tudo tão bem calculado. Ela até já tinha trazido minha passagem. Então tava tudo certo.
A hora da viagem chegou e a gente foi de ônibus. O trajeto não era longo, e como a gente tava de fone, entre música e cochilo, passou num piscar de olhos.
Quando chegamos no hotel, que por sinal era bem chique, a gente fez o check-in. Bom, na real ela fez tudo, e eu só fui de acompanhante.
— Pronto, já temos nosso quarto, vamos levar as malas e sair pra passear logo, vou te levar num monte de lugares. — Ela disse com um sorriso que tomava quase o rosto inteiro.
Subimos umas escadas e chegamos na porta. — Espera aí que eu abro — ela falou com a chave magnética na mão.
Não dava pra acreditar. Uma suíte de casal enorme, com armários gigantes pra guardar roupa, cofre, uma TV de alta definição, calefação, frigobar e uma adega com vinhos. A cama era de casal, com uns lençóis brancos impecáveis que faziam o edredom azul elétrico Ela se destacava entre os outros objetos do quarto.
Meu espanto foi total quando vi como era o banheiro. Não tinha chuveiro. No lugar, tinha uma jacuzzi, com vários potes de essências pra colocar na água. Era meio estranho, mas era dos sonhos. Não acreditava que isso estava acontecendo comigo. Era tipo ser uma gostosa.
O primeiro dia passou voando, entre os lugares que a gente visitou, a viagem, e tal, chegamos mortas na pousada. Então decidimos não jantar naquela noite, comer alguma coisa que tivesse na geladeirinha e deitar pra dormir.
— Vamos dormir juntas? — perguntei incrédula. Só tinha me tocado da situação agora.
— Sim, óbvio, vaca. Qual o problema? Nunca dormiu com uma amiga? — respondeu com cara de espanto.
— Não, verdade. E, pra ser sincera, tô meio envergonhada — retruquei, com o rosto claramente vermelho.
— Relaxa, vaca, contanto que não tente me apalpar enquanto durmo — disse num tom safado, enquanto passava a mão nos peitos e descia pelo resto do corpo.
A gente riu da situação, vestiu a roupa de dormir de cada uma e deitou.
No outro dia, acordei perto do meio-dia, tínhamos dormido como dois ursos. "Vou tomar um banho, depois você toma, e a gente sai, que tal?" sugeriu enquanto entrava no banheiro sem esperar minha resposta.
Umas trinta minutos depois, ela saiu, pronta pra sair. Aí entrei pra tomar banho. Sem avisar, Romina abriu a porta do banheiro.
— Toma, passa isso aqui, por favor, porque você me furou todas as pernas ontem à noite. — gritou da porta enquanto me jogava uma máquina de barbear rosa.
Do mesmo jeito que entrou sem avisar, foi embora. Sinceramente, a atitude dela me irritou, eu não tinha depilado as pernas, porque não pretendia me mostrar pra ninguém, nem andar de roupa curta, nem tinha encontro, nem nada. Muito menos esperava ter que dividir a cama com alguém durante a viagem. Mesmo assim, ela... Eu obedeci, já que ela tinha me convidado e estava sendo legal comigo, arrumei um tempo e me depilei.
Quando saí do banheiro, ela já estava toda pronta esperando. Então a gente se preparou pra sair. Lá fora estava horrível. Por isso, esperamos um pouco pra sair, e nisso já tinha passado metade da tarde. Lá pelas cinco da tarde, conseguimos sair e fomos a uma loja de roupas. Lá, a Romi experimentou um monte de peças e escolheu algumas enquanto eu esperava. Tudo que ela vestia ficava maravilhoso. E percebendo meu tédio (e minha inveja, saudável, mas inveja mesmo assim), ela chegou perto de mim e falou pra eu experimentar alguma coisa, que ela me dava o que eu quisesse.
— Você é maluca, piranha, tudo aqui é caro pra caralho. — Protestei.
— E daí? Eu te dou o que você quiser. — Respondeu.
— Além disso, as coisas daqui vão ficar horríveis em mim. Não combinam comigo. — Respondi meio inquieta.
— Não seja idiota! — Ela disse quase gritando — Hoje eu te vi na jacuzzi, e espero que não leve a mal, sei que você não tem um corpo igual ao meu, mas também não se mata pra ter um como o meu.
Isso me entristeceu, porque era verdade, eu não chegava nem aos pés daquela garota, todo mundo, absolutamente todo mundo, homens, mulheres, velhos e crianças olhavam pra ela de cima a baixo, pela frente e por trás, ela era uma modelo tirada de uma revista. No entanto, por outro lado, era chocante o que ela dizia, por mais verdade que fosse. Já estava pronta pra desabar no choro, quando ela continuou o discurso:
— Não fique triste, não falei com maldade. Mesmo assim, se você se esforçar um pouco, consegue o que quiser, além disso, você tem com o que se defender, você é muito gostosa, a bunda aparece em qualquer calça e hoje eu te vi pelada, quando você se lavava, e seus peitos também são lindos, muito melhores que os meus. Então vou pegar umas coisas e você vai experimentar. Ponto final.
Ela se virou e começou a pegar um monte de roupas de todo tipo. Enquanto isso, minhas lágrimas passaram de tristeza pra alegria. Talvez, eu me visse pior do que realmente era. pois é. Essa mulher tinha passado de me jogar no abismo mais profundo pra me levar pro céu em questão de segundos.
Levantei a cabeça e vi ela com um monte de roupa nos braços.
— Você vai provar todas essas coisas agora e eu vou dar nota. A gente decide entre nós duas e eu te dou o que você quiser. — Ela afirmou enquanto jogava as roupas em cima de mim.
Depois de muito escolher, acabei comprando um vestido justo, daqueles que eu nunca imaginaria vestir, muito menos pelo preço que custava.
Daí, a gente foi pra um bar comer alguma coisa e tomar uns drinks, mas é mais uma formalidade, porque na real eram mais cervejas do que copos.
Terminamos super bêbadas no bar, cantando músicas aos berros e falando um monte de besteira, tipo se acreditávamos em alienígenas e outras teorias da conspiração, coisas que a gente faz quando bebe demais. Enfim, quando decidimos que não aguentávamos mais, voltamos pro hotel.
Entramos no quarto e sentamos na cama.
— Que nojo desse cheiro de cigarro e álcool! Amanhã a ressaca vai ser insuportável. — Romina balbuciava enquanto tirava os sapatos.
— É verdade, vou tomar outro banho. Assim não deito nem fodendo, e ainda passa um pouco da bebedeira. — Respondi, me equilibrando pra me trocar.
Aí minha amiga passou a mão na minha perna.
— Ah! Você depilou as pernas finalmente! Melhor, assim hoje à noite você não me fura igual ontem. — Falou com um tom de bêbada gente boa.
Eu fiz cara de cu e falei: “É, mas do mesmo jeito que você foi invasiva entrando no banheiro, podia ter batido na porta, sei lá, um pouco mais de respeito com a privacidade alheia”.
— Ah, cala a boca, burra. O que você acha? Que vou me assustar de te ver pelada? — Disse ela se jogando de lado.
Olhei pra ela sem falar nada, preparei a roupa de dormir e ia entrar quando ouvi a voz dela: “Anda logo, que eu também quero tomar banho”.
Tava quase terminando de lavar o corpo, deitada na de olhos fechados no jacuzzi, tentando passar um pouco da bebedeira, quando senti a porta abrir. Vi a Romina entrar correndo e sentar no vaso.
— Não aguentava mais, sua burra. — Disse enquanto terminava suas necessidades. — Se importa se eu entrar com você? Assim a gente faz mais rápido, quero deitar.
Eu não tava muito ligada nas coisas, mas era uma situação estranha. Mesmo assim, não tinha nada de errado. O que podia acontecer? Era realmente como ela tinha dito à tarde, não ia se assustar de me ver e eu também não. Nenhuma de nós ia ver algo que já não tivesse visto.
De qualquer forma, parece que meus pensamentos eram mais lentos do que eu imaginava e, quando me toquei, sem ter respondido nada ainda, já tinha ela dentro da banheira comigo.
— Você demorou muito e decidi por você. — Afirmou com um tom de risada.
Era estranho pra mim, nunca tinha dividido o banho com ninguém, e se esperava fazer isso um dia, imaginava algo mais romântico e com um cara. Do mesmo jeito, sentia estranheza por ver tão detalhadamente o corpo nu de outra pessoa, já que sempre fui envergonhada e sempre transei no escuro ou com uma penumbra que mal deixava ver.
Embora até hoje me considere completamente hétero, tenho que admitir que ver o corpo dessa mina me deixava perplexa e eu não conseguia parar de observar tudo. As curvas dela, a perfeição da barriga, o corpo totalmente depilado, sem um pelo à vista além das sobrancelhas e dos cabelos loiros. A maciez da pele dela era nítida. E ela, como se adivinhasse o que passava na minha cabeça, me disse: “Burra, passa o sabão nas minhas costas?”
Claro que aceitei, com a mesma rapidez que aceitei quando ela ofereceu pra viajar. “Ó, ajoelha”, falei, porque deitada na água era impossível pra mim.
Romina se ajoelhou e, a poucos centímetros de mim, tava aquele cuzão perfeito. Eu não conseguia prestar atenção no que fazia nas costas dela de tanto olhar aquela bunda, que Finalmente, resolvi tocar.
– Epa! – Ela exclamou, animada.
– Queria ver se era tão durinha quanto parecia. – Respondi, envergonhada.
Ela deu uma gargalhada e disse que eu também ia ter que passar o sabão nela, que não me fizesse de sonsa. Então eu expliquei:
– Bom, agora é sua vez de passar. – Estendendo a mão com o sabão.
– Fala sério. Vira de costas, deixa eu ver. – Respondeu, desafiadora.
Me ajoelhei na frente dela, de costas pra ela passar na minha espinha, e sem ter passado nem uma vez, ela agarrou minha bunda com as duas mãos, o que me fez pular pra frente.
– Queria sentir como é tocar uma bunda tão grande. – Disse, espontânea e rindo. – Já vou passar, já vou passar, era brincadeira.
Me ajeitei de novo, e ela começou a passar o sabão, mas eu sentia ela se aproximando devagar das minhas costas, até que, num movimento brusco, colou o peito nas minhas costas e passou os braços pra minha frente, agarrando meus peitos. Fiquei imóvel por um segundo, até que virei a cabeça e, sem pensar, beijei ela.
Os lábios dela eram macios como seda, era uma delícia sentir a língua dela tocando a minha, como se se fundissem num abraço de momentos que pareciam eternos. Por outro lado, também sentia uma sensação estranha de saber que o que tinha encostado nas minhas costas era um par de peitos e que não tinha nenhum volume roçando na minha bunda.
Enquanto a gente se beijava apaixonadamente, ela desceu a mão até minha virilha, que, por sinal, também não tinha depilado, nem antes da viagem, nem depois que ela me emprestou a máquina de barbear.
Com a mão, ela agarrou com força a moita de pelos do meu púbis e disse: “Isso eu gosto, desde que te vi hoje, tô pensando nisso. Me atrai. Não consigo evitar.” O puxão tinha sido forte, mas eu tava em transe, não conseguia me desligar do que tava rolando, e ao mesmo tempo, não soltava um som. Só me concentrava em beijar ela.
Na sequência, ela soltou meus pelos pubianos e começou a enfiar o dedo médio na fenda entre meus lábios. vaginais. Enquanto me beijava, interrompia os beijos pra falar “Adoro, adoro sua buceta”.
Eu não aguentava mais de tesão que aquela situação me dava e resolvi me virar, claro que sem parar de beijá-la. A roçada dos nossos peitos durante o beijo provocava um arrepio, tanto no meu corpo quanto na minha mente. Os bicos duros daquelas tetas bem postas mal tocando minha pele me fazia explodir.
Não tive outra opção senão começar a meter a mão também. Acariciava o corpo inteiro dela, suas costas molhadas, suas nádegas lisas e o cabelo molhado, tudo isso tornava insignificante a entrada dos dedos dela na minha cavidade vaginal.
— Vamos pra cama — Ela soltou entre suspiros.
Obedeci, levantando rápido da água. Saímos quase correndo e nos jogamos na cama, de lado, e nossas bocas se fundiram num beijo que parecia não ter fim. Da minha parte, me animei a fazer o que não tinha feito até então: Tocar a boceta dela.
Não foi nada sensual, diretão, desci a mão até lá e comecei a estimular o clitóris dela. As partes dela estavam molhadas, suponho que, em parte pelo banho e em parte pela situação em que estávamos.
Romina colocou as mãos nos meus ombros e me deu um puxãozinho pra baixo. Sabia o que ela queria, e eu estava disposta a fazer.
Ela se deitou de barriga pra cima com as pernas abertas, e eu fiquei de lado, enquanto continuava masturbando ela. Ela estava ali, entregue a mim, e sentia que não podia decepcioná-la. Então parei de beijar os lábios dela, pra seguir pelas bochechas, chegar no lóbulo da orelha, parar no pescoço. Coisas que aconteciam, enquanto começava a meter um dos meus dedos na boceta encharcada dela.
Os beijos continuaram pelo peito dela e, claro, parei um tempo pra chupar os seios dela. Tão brancos, tão macios. Aqueles bicos duros que ficavam ainda mais rígidos com a passagem da minha língua, e ao fundo dava pra ouvir gemidos leves que aumentavam minha temperatura de forma exponencial. Continuei descendo pelo abdômen firme dela até ter na minha frente aquela pussy, que estava sendo penetrada, uma e outra vez, pelo meu dedo indicador. Era linda, completamente depilada, dava pra ver claramente os lábios internos rosados. Dava pra perceber que essa mina levava o cuidado com o corpo a um nível extremo. Minha contemplação acabou de repente, quando senti a mão dela na parte de trás da minha cabeça.
— Chupa aqui. — Ordenou.
Não tinha muitas alternativas, nunca tinha feito aquilo, mas como dizem, "já tava no samba". Tenho que confessar, tava com medo de fazer errado, e me dava um pouco de receio de estragar o momento, mas como falei antes, era aquilo ou mudar pra outra coisa, ou muito pior, acabar tudo ali.
Tirei minha mão de dentro dela e abri minha boca. A única coisa que consegui foi imitar o que fazia quando chupava um pau, mas aqui não tinha nada fálico pra meter direto, então, na hora mudei de ideia. Usei minha língua do mesmo jeito que beijava em cima, só que dessa vez eram outros lábios que eu tava beijando.
Romina tremia e os gemidos dela já estavam altos, ela tava gostando, enquanto mexia minha cabeça como se estivesse controlando uma marionete, arrastava minha cara de um lado pro outro da pussy dela, cada vez com mais força, e eu praticamente só fazia manter minha língua pra fora.
A loira se levantou de repente, pegou minha cabeça com as duas mãos e a puxou pra perto dela, pra me beijar fundo.
— Agora, você vai fazer como se fosse um cara. — Anunciou.
Eu, sem pensar duas vezes, deitei em cima dela, como se fosse realmente um homem que fosse penetrá-la. Mil coisas passavam pela minha cabeça naquele momento. Como é que eu ia fazer? Embora estivéssemos na posição do missionário, eu não tinha um pau pra meter. Mas, instintivamente, meu corpo começou a se mover como se soubesse o que tava fazendo.
Eu amava. Sentia os sucos dela molhando meus pelos e sentir que parte do molhado era de outra pussy me deixava louca. me motivava a me mexer mais, mas não senti nada até encontrar a posição certa pra fazer nossos clitóris se esfregarem um no outro.
Foi fantástico. Sentir aquela pele macia roçando em mim era algo imbatível. Ela começou a se mexer também e eu acelerei o ritmo. Comecei a esfregar bem forte, até que ela começou a soltar gritos de prazer. Passou os braços pelas minhas costas enquanto pedia pra eu beijá-la. Eu beijei e senti as unhas dela se cravando na minha pele. Ela estava tendo um orgasmo. E bem profundo.
Os gritos dela viraram rapidamente suspiros curtinhos e, como pôde, ela disse: "Você não gozou, vaca", com cara de cachorro molhado. Mas eu continuei na minha, me mexendo que nem uma louca.
— Vou te ajudar — sussurrou com voz provocante.
Eu ignorei o que ela disse e continuei curtindo a sensação do atrito das nossas bucetas. Mas ela envolveu meu pescoço com os braços e me beijou. Depois virou minha cabeça até deixar meu ouvido perto da boca dela e começou uma verborragia sedutora.
— Você gosta de me comer? Assim? Eu gostei que você chupou minha pussy. Você me fez gozar de primeira, o Matías não conseguiu, nem me faz gozar normalmente. Você conseguiu. Vai me responder alguma coisa ou é muda, sua burra? Adoro sentir sua pussy peluda na minha. Você me lembra quando eu era criança e me masturbava com um ursinho de pelúcia. — Ela falava naquele tom.
Eu ia imaginando tudo que ela dizia, enquanto tentava me concentrar, até que aconteceu.
— Me beija agora você. — Falei animada.
Ela segurou meu rosto pelas bochechas e me beijou com paixão, enquanto eu sentia meus fluidos escorrendo mais forte do que nunca. Não consigo explicar em palavras o que senti exatamente naquele momento, o que posso dizer é que eu mal conseguia respirar por causa da mistura de beijos e espasmos, só pra dar uma ideia vaga da sensação.
Nós nos abraçamos forte e eu me deitei ao lado dela, exausta.
— Que dia mais louco! —Não? —Disse ela com a voz safada que era sua marca registrada.
— Pff! — Respondi, com um cansaço evidente.
— Espero que você não pense em contar nada disso, e por nada, nada, nada nesse mundo o Matías pode saber. Promessa de mindinho? — Propôs, esticando a mão.
— Óbvio, sua burra. — Respondi, enganchando meu mindinho no dela.
Naquela noite, a gente dormiu junto, e durante aquela viagem e em outras oportunidades, também rolou umas coisas entre a gente, mas como "amigas que aliviavam o tesão uma com a outra".
Até hoje me passa pela cabeça que, naquela noite, eu literalmente comi uma mina, uma mina com atributos físicos que todo mundo deseja. Foi incrível. Mas, tenho que pedir desculpas pra Romina por contar essa história e quebrar o pacto que a gente fez, mas não dava mais pra guardar isso dentro de mim.
Se você chegou até aqui, muito obrigada por ler.
Deixo claro que é uma transcrição de fatos narrados pela protagonista e serão contados em primeira pessoa, do jeito que chegaram até mim. Eu só sirvo de intermediária entre ela e os leitores.
Por último, pra quem ler e quiser participar, deixo uma pergunta que gostaria que respondessem nos comentários.Vocês gostariam que a próxima história sobre mim fosse sobre a minha primeira vez, ou que eu contasse a minha primeira experiência com uma garota?Sem mais enrolação, vou deixar a história da minha amiga Dana.Dana e a amiga delaMeu nome é Dana e vou contar que sou uma garota comum. Moro no sul da Argentina, minha pele é morena, meus olhos são grandes e escuros, embora, apesar de serem grandes, também são um puxadinhos. Me considero baixinha (1,57m) e sempre fui um pouco gordinha, mas há um tempo me convenci de que compenso isso com meus peitos volumosos e redondos e minha bunda grande.
Essa história aconteceu durante umas férias de inverno, há três anos.
Tenho uma amiga muito, muito próxima, que se chama Romina. Nos conhecemos no ensino médio, quando ela entrou na minha escola no primeiro ano. Ela nasceu em La Plata, Província de Buenos Aires, e por questões de trabalho dos pais se mudou pra cá. Ela sempre teve uma vida financeira boa e nunca faltou nada, mas também tem um coração enorme e muita humildade, o que faz com que o status dela não se destaque em comparação com outras pessoas.
Sem entrar em mais detalhes que não vêm ao caso, preciso esclarecer que a Romina é loira e também alta, mede 1,75m e tem um corpo de dar inveja, o tipo que talvez a maioria das mulheres gostaria de ter. Uns peitos grandes e redondos, uma barriga lisa e definida. As pernas dela são longas e firmes, e ela também tem uma bunda grande e empinada, tudo fruto da atividade física constante dela.
Pra completar, o rosto dela também é bonito. Com traços parecidos com os de uma japonesa, mas com olhos grandes e azuis profundos que se destacam numa pele totalmente branca, tão branca quanto a neve.
Essa garota, por sua vez, tinha um namorado, o Matías, com quem vivia viajando pra lá e pra cá sempre que surgia uma oportunidade. No entanto, antes daquele recesso de verão, os pais do rapaz organizaram uma viagem exclusiva pro exterior, só com membros da família, deixando a Romi de fora.
Como eu mencionei, onde eu moro, as temperaturas costumam ser baixas, mas isso não impede de aproveitar a neve (que é tão comum por essas bandas) em algum destino, talvez esse fenômeno meteorológico É uma das poucas coisas que a pessoa nunca se cansa na vida, mesmo fazendo parte do dia a dia dela.
Dito isso, minha amiga me convidou pra passar uma semana com ela numa cidade turística do sul da Argentina. Ela ia bancar tudo, já que era algo que tinha planejado fazer com o namorado, então eu só precisava arcar com meus gastos pessoais. A gente ia embarcar em cinco dias, e eu mal tinha uma graninha que juntei no começo do ano.
Pra mim, a notícia caiu como uma luva. Dada a situação em que eu tava na época, não podia me dar ao luxo de viajar tão seguido, muito menos fazer uns rolês iguais aos que a Romina fazia de boa. Claro que aceitei, mas com a condição de ela me ajudar a arrumar a mala, pra saber o que levar, já que pra mim era algo quase novo.
A campainha de casa tocou. Era ela. O surpreendente é que em pouco mais de meia hora ela já tinha resolvido tudo. Não dava pra acreditar como essa mina tinha tudo tão bem calculado. Ela até já tinha trazido minha passagem. Então tava tudo certo.
A hora da viagem chegou e a gente foi de ônibus. O trajeto não era longo, e como a gente tava de fone, entre música e cochilo, passou num piscar de olhos.
Quando chegamos no hotel, que por sinal era bem chique, a gente fez o check-in. Bom, na real ela fez tudo, e eu só fui de acompanhante.
— Pronto, já temos nosso quarto, vamos levar as malas e sair pra passear logo, vou te levar num monte de lugares. — Ela disse com um sorriso que tomava quase o rosto inteiro.
Subimos umas escadas e chegamos na porta. — Espera aí que eu abro — ela falou com a chave magnética na mão.
Não dava pra acreditar. Uma suíte de casal enorme, com armários gigantes pra guardar roupa, cofre, uma TV de alta definição, calefação, frigobar e uma adega com vinhos. A cama era de casal, com uns lençóis brancos impecáveis que faziam o edredom azul elétrico Ela se destacava entre os outros objetos do quarto.
Meu espanto foi total quando vi como era o banheiro. Não tinha chuveiro. No lugar, tinha uma jacuzzi, com vários potes de essências pra colocar na água. Era meio estranho, mas era dos sonhos. Não acreditava que isso estava acontecendo comigo. Era tipo ser uma gostosa.
O primeiro dia passou voando, entre os lugares que a gente visitou, a viagem, e tal, chegamos mortas na pousada. Então decidimos não jantar naquela noite, comer alguma coisa que tivesse na geladeirinha e deitar pra dormir.
— Vamos dormir juntas? — perguntei incrédula. Só tinha me tocado da situação agora.
— Sim, óbvio, vaca. Qual o problema? Nunca dormiu com uma amiga? — respondeu com cara de espanto.
— Não, verdade. E, pra ser sincera, tô meio envergonhada — retruquei, com o rosto claramente vermelho.
— Relaxa, vaca, contanto que não tente me apalpar enquanto durmo — disse num tom safado, enquanto passava a mão nos peitos e descia pelo resto do corpo.
A gente riu da situação, vestiu a roupa de dormir de cada uma e deitou.
No outro dia, acordei perto do meio-dia, tínhamos dormido como dois ursos. "Vou tomar um banho, depois você toma, e a gente sai, que tal?" sugeriu enquanto entrava no banheiro sem esperar minha resposta.
Umas trinta minutos depois, ela saiu, pronta pra sair. Aí entrei pra tomar banho. Sem avisar, Romina abriu a porta do banheiro.
— Toma, passa isso aqui, por favor, porque você me furou todas as pernas ontem à noite. — gritou da porta enquanto me jogava uma máquina de barbear rosa.
Do mesmo jeito que entrou sem avisar, foi embora. Sinceramente, a atitude dela me irritou, eu não tinha depilado as pernas, porque não pretendia me mostrar pra ninguém, nem andar de roupa curta, nem tinha encontro, nem nada. Muito menos esperava ter que dividir a cama com alguém durante a viagem. Mesmo assim, ela... Eu obedeci, já que ela tinha me convidado e estava sendo legal comigo, arrumei um tempo e me depilei.
Quando saí do banheiro, ela já estava toda pronta esperando. Então a gente se preparou pra sair. Lá fora estava horrível. Por isso, esperamos um pouco pra sair, e nisso já tinha passado metade da tarde. Lá pelas cinco da tarde, conseguimos sair e fomos a uma loja de roupas. Lá, a Romi experimentou um monte de peças e escolheu algumas enquanto eu esperava. Tudo que ela vestia ficava maravilhoso. E percebendo meu tédio (e minha inveja, saudável, mas inveja mesmo assim), ela chegou perto de mim e falou pra eu experimentar alguma coisa, que ela me dava o que eu quisesse.
— Você é maluca, piranha, tudo aqui é caro pra caralho. — Protestei.
— E daí? Eu te dou o que você quiser. — Respondeu.
— Além disso, as coisas daqui vão ficar horríveis em mim. Não combinam comigo. — Respondi meio inquieta.
— Não seja idiota! — Ela disse quase gritando — Hoje eu te vi na jacuzzi, e espero que não leve a mal, sei que você não tem um corpo igual ao meu, mas também não se mata pra ter um como o meu.
Isso me entristeceu, porque era verdade, eu não chegava nem aos pés daquela garota, todo mundo, absolutamente todo mundo, homens, mulheres, velhos e crianças olhavam pra ela de cima a baixo, pela frente e por trás, ela era uma modelo tirada de uma revista. No entanto, por outro lado, era chocante o que ela dizia, por mais verdade que fosse. Já estava pronta pra desabar no choro, quando ela continuou o discurso:
— Não fique triste, não falei com maldade. Mesmo assim, se você se esforçar um pouco, consegue o que quiser, além disso, você tem com o que se defender, você é muito gostosa, a bunda aparece em qualquer calça e hoje eu te vi pelada, quando você se lavava, e seus peitos também são lindos, muito melhores que os meus. Então vou pegar umas coisas e você vai experimentar. Ponto final.
Ela se virou e começou a pegar um monte de roupas de todo tipo. Enquanto isso, minhas lágrimas passaram de tristeza pra alegria. Talvez, eu me visse pior do que realmente era. pois é. Essa mulher tinha passado de me jogar no abismo mais profundo pra me levar pro céu em questão de segundos.
Levantei a cabeça e vi ela com um monte de roupa nos braços.
— Você vai provar todas essas coisas agora e eu vou dar nota. A gente decide entre nós duas e eu te dou o que você quiser. — Ela afirmou enquanto jogava as roupas em cima de mim.
Depois de muito escolher, acabei comprando um vestido justo, daqueles que eu nunca imaginaria vestir, muito menos pelo preço que custava.
Daí, a gente foi pra um bar comer alguma coisa e tomar uns drinks, mas é mais uma formalidade, porque na real eram mais cervejas do que copos.
Terminamos super bêbadas no bar, cantando músicas aos berros e falando um monte de besteira, tipo se acreditávamos em alienígenas e outras teorias da conspiração, coisas que a gente faz quando bebe demais. Enfim, quando decidimos que não aguentávamos mais, voltamos pro hotel.
Entramos no quarto e sentamos na cama.
— Que nojo desse cheiro de cigarro e álcool! Amanhã a ressaca vai ser insuportável. — Romina balbuciava enquanto tirava os sapatos.
— É verdade, vou tomar outro banho. Assim não deito nem fodendo, e ainda passa um pouco da bebedeira. — Respondi, me equilibrando pra me trocar.
Aí minha amiga passou a mão na minha perna.
— Ah! Você depilou as pernas finalmente! Melhor, assim hoje à noite você não me fura igual ontem. — Falou com um tom de bêbada gente boa.
Eu fiz cara de cu e falei: “É, mas do mesmo jeito que você foi invasiva entrando no banheiro, podia ter batido na porta, sei lá, um pouco mais de respeito com a privacidade alheia”.
— Ah, cala a boca, burra. O que você acha? Que vou me assustar de te ver pelada? — Disse ela se jogando de lado.
Olhei pra ela sem falar nada, preparei a roupa de dormir e ia entrar quando ouvi a voz dela: “Anda logo, que eu também quero tomar banho”.
Tava quase terminando de lavar o corpo, deitada na de olhos fechados no jacuzzi, tentando passar um pouco da bebedeira, quando senti a porta abrir. Vi a Romina entrar correndo e sentar no vaso.
— Não aguentava mais, sua burra. — Disse enquanto terminava suas necessidades. — Se importa se eu entrar com você? Assim a gente faz mais rápido, quero deitar.
Eu não tava muito ligada nas coisas, mas era uma situação estranha. Mesmo assim, não tinha nada de errado. O que podia acontecer? Era realmente como ela tinha dito à tarde, não ia se assustar de me ver e eu também não. Nenhuma de nós ia ver algo que já não tivesse visto.
De qualquer forma, parece que meus pensamentos eram mais lentos do que eu imaginava e, quando me toquei, sem ter respondido nada ainda, já tinha ela dentro da banheira comigo.
— Você demorou muito e decidi por você. — Afirmou com um tom de risada.
Era estranho pra mim, nunca tinha dividido o banho com ninguém, e se esperava fazer isso um dia, imaginava algo mais romântico e com um cara. Do mesmo jeito, sentia estranheza por ver tão detalhadamente o corpo nu de outra pessoa, já que sempre fui envergonhada e sempre transei no escuro ou com uma penumbra que mal deixava ver.
Embora até hoje me considere completamente hétero, tenho que admitir que ver o corpo dessa mina me deixava perplexa e eu não conseguia parar de observar tudo. As curvas dela, a perfeição da barriga, o corpo totalmente depilado, sem um pelo à vista além das sobrancelhas e dos cabelos loiros. A maciez da pele dela era nítida. E ela, como se adivinhasse o que passava na minha cabeça, me disse: “Burra, passa o sabão nas minhas costas?”
Claro que aceitei, com a mesma rapidez que aceitei quando ela ofereceu pra viajar. “Ó, ajoelha”, falei, porque deitada na água era impossível pra mim.
Romina se ajoelhou e, a poucos centímetros de mim, tava aquele cuzão perfeito. Eu não conseguia prestar atenção no que fazia nas costas dela de tanto olhar aquela bunda, que Finalmente, resolvi tocar.
– Epa! – Ela exclamou, animada.
– Queria ver se era tão durinha quanto parecia. – Respondi, envergonhada.
Ela deu uma gargalhada e disse que eu também ia ter que passar o sabão nela, que não me fizesse de sonsa. Então eu expliquei:
– Bom, agora é sua vez de passar. – Estendendo a mão com o sabão.
– Fala sério. Vira de costas, deixa eu ver. – Respondeu, desafiadora.
Me ajoelhei na frente dela, de costas pra ela passar na minha espinha, e sem ter passado nem uma vez, ela agarrou minha bunda com as duas mãos, o que me fez pular pra frente.
– Queria sentir como é tocar uma bunda tão grande. – Disse, espontânea e rindo. – Já vou passar, já vou passar, era brincadeira.
Me ajeitei de novo, e ela começou a passar o sabão, mas eu sentia ela se aproximando devagar das minhas costas, até que, num movimento brusco, colou o peito nas minhas costas e passou os braços pra minha frente, agarrando meus peitos. Fiquei imóvel por um segundo, até que virei a cabeça e, sem pensar, beijei ela.
Os lábios dela eram macios como seda, era uma delícia sentir a língua dela tocando a minha, como se se fundissem num abraço de momentos que pareciam eternos. Por outro lado, também sentia uma sensação estranha de saber que o que tinha encostado nas minhas costas era um par de peitos e que não tinha nenhum volume roçando na minha bunda.
Enquanto a gente se beijava apaixonadamente, ela desceu a mão até minha virilha, que, por sinal, também não tinha depilado, nem antes da viagem, nem depois que ela me emprestou a máquina de barbear.
Com a mão, ela agarrou com força a moita de pelos do meu púbis e disse: “Isso eu gosto, desde que te vi hoje, tô pensando nisso. Me atrai. Não consigo evitar.” O puxão tinha sido forte, mas eu tava em transe, não conseguia me desligar do que tava rolando, e ao mesmo tempo, não soltava um som. Só me concentrava em beijar ela.
Na sequência, ela soltou meus pelos pubianos e começou a enfiar o dedo médio na fenda entre meus lábios. vaginais. Enquanto me beijava, interrompia os beijos pra falar “Adoro, adoro sua buceta”.
Eu não aguentava mais de tesão que aquela situação me dava e resolvi me virar, claro que sem parar de beijá-la. A roçada dos nossos peitos durante o beijo provocava um arrepio, tanto no meu corpo quanto na minha mente. Os bicos duros daquelas tetas bem postas mal tocando minha pele me fazia explodir.
Não tive outra opção senão começar a meter a mão também. Acariciava o corpo inteiro dela, suas costas molhadas, suas nádegas lisas e o cabelo molhado, tudo isso tornava insignificante a entrada dos dedos dela na minha cavidade vaginal.
— Vamos pra cama — Ela soltou entre suspiros.
Obedeci, levantando rápido da água. Saímos quase correndo e nos jogamos na cama, de lado, e nossas bocas se fundiram num beijo que parecia não ter fim. Da minha parte, me animei a fazer o que não tinha feito até então: Tocar a boceta dela.
Não foi nada sensual, diretão, desci a mão até lá e comecei a estimular o clitóris dela. As partes dela estavam molhadas, suponho que, em parte pelo banho e em parte pela situação em que estávamos.
Romina colocou as mãos nos meus ombros e me deu um puxãozinho pra baixo. Sabia o que ela queria, e eu estava disposta a fazer.
Ela se deitou de barriga pra cima com as pernas abertas, e eu fiquei de lado, enquanto continuava masturbando ela. Ela estava ali, entregue a mim, e sentia que não podia decepcioná-la. Então parei de beijar os lábios dela, pra seguir pelas bochechas, chegar no lóbulo da orelha, parar no pescoço. Coisas que aconteciam, enquanto começava a meter um dos meus dedos na boceta encharcada dela.
Os beijos continuaram pelo peito dela e, claro, parei um tempo pra chupar os seios dela. Tão brancos, tão macios. Aqueles bicos duros que ficavam ainda mais rígidos com a passagem da minha língua, e ao fundo dava pra ouvir gemidos leves que aumentavam minha temperatura de forma exponencial. Continuei descendo pelo abdômen firme dela até ter na minha frente aquela pussy, que estava sendo penetrada, uma e outra vez, pelo meu dedo indicador. Era linda, completamente depilada, dava pra ver claramente os lábios internos rosados. Dava pra perceber que essa mina levava o cuidado com o corpo a um nível extremo. Minha contemplação acabou de repente, quando senti a mão dela na parte de trás da minha cabeça.
— Chupa aqui. — Ordenou.
Não tinha muitas alternativas, nunca tinha feito aquilo, mas como dizem, "já tava no samba". Tenho que confessar, tava com medo de fazer errado, e me dava um pouco de receio de estragar o momento, mas como falei antes, era aquilo ou mudar pra outra coisa, ou muito pior, acabar tudo ali.
Tirei minha mão de dentro dela e abri minha boca. A única coisa que consegui foi imitar o que fazia quando chupava um pau, mas aqui não tinha nada fálico pra meter direto, então, na hora mudei de ideia. Usei minha língua do mesmo jeito que beijava em cima, só que dessa vez eram outros lábios que eu tava beijando.
Romina tremia e os gemidos dela já estavam altos, ela tava gostando, enquanto mexia minha cabeça como se estivesse controlando uma marionete, arrastava minha cara de um lado pro outro da pussy dela, cada vez com mais força, e eu praticamente só fazia manter minha língua pra fora.
A loira se levantou de repente, pegou minha cabeça com as duas mãos e a puxou pra perto dela, pra me beijar fundo.
— Agora, você vai fazer como se fosse um cara. — Anunciou.
Eu, sem pensar duas vezes, deitei em cima dela, como se fosse realmente um homem que fosse penetrá-la. Mil coisas passavam pela minha cabeça naquele momento. Como é que eu ia fazer? Embora estivéssemos na posição do missionário, eu não tinha um pau pra meter. Mas, instintivamente, meu corpo começou a se mover como se soubesse o que tava fazendo.
Eu amava. Sentia os sucos dela molhando meus pelos e sentir que parte do molhado era de outra pussy me deixava louca. me motivava a me mexer mais, mas não senti nada até encontrar a posição certa pra fazer nossos clitóris se esfregarem um no outro.
Foi fantástico. Sentir aquela pele macia roçando em mim era algo imbatível. Ela começou a se mexer também e eu acelerei o ritmo. Comecei a esfregar bem forte, até que ela começou a soltar gritos de prazer. Passou os braços pelas minhas costas enquanto pedia pra eu beijá-la. Eu beijei e senti as unhas dela se cravando na minha pele. Ela estava tendo um orgasmo. E bem profundo.
Os gritos dela viraram rapidamente suspiros curtinhos e, como pôde, ela disse: "Você não gozou, vaca", com cara de cachorro molhado. Mas eu continuei na minha, me mexendo que nem uma louca.
— Vou te ajudar — sussurrou com voz provocante.
Eu ignorei o que ela disse e continuei curtindo a sensação do atrito das nossas bucetas. Mas ela envolveu meu pescoço com os braços e me beijou. Depois virou minha cabeça até deixar meu ouvido perto da boca dela e começou uma verborragia sedutora.
— Você gosta de me comer? Assim? Eu gostei que você chupou minha pussy. Você me fez gozar de primeira, o Matías não conseguiu, nem me faz gozar normalmente. Você conseguiu. Vai me responder alguma coisa ou é muda, sua burra? Adoro sentir sua pussy peluda na minha. Você me lembra quando eu era criança e me masturbava com um ursinho de pelúcia. — Ela falava naquele tom.
Eu ia imaginando tudo que ela dizia, enquanto tentava me concentrar, até que aconteceu.
— Me beija agora você. — Falei animada.
Ela segurou meu rosto pelas bochechas e me beijou com paixão, enquanto eu sentia meus fluidos escorrendo mais forte do que nunca. Não consigo explicar em palavras o que senti exatamente naquele momento, o que posso dizer é que eu mal conseguia respirar por causa da mistura de beijos e espasmos, só pra dar uma ideia vaga da sensação.
Nós nos abraçamos forte e eu me deitei ao lado dela, exausta.
— Que dia mais louco! —Não? —Disse ela com a voz safada que era sua marca registrada.
— Pff! — Respondi, com um cansaço evidente.
— Espero que você não pense em contar nada disso, e por nada, nada, nada nesse mundo o Matías pode saber. Promessa de mindinho? — Propôs, esticando a mão.
— Óbvio, sua burra. — Respondi, enganchando meu mindinho no dela.
Naquela noite, a gente dormiu junto, e durante aquela viagem e em outras oportunidades, também rolou umas coisas entre a gente, mas como "amigas que aliviavam o tesão uma com a outra".
Até hoje me passa pela cabeça que, naquela noite, eu literalmente comi uma mina, uma mina com atributos físicos que todo mundo deseja. Foi incrível. Mas, tenho que pedir desculpas pra Romina por contar essa história e quebrar o pacto que a gente fez, mas não dava mais pra guardar isso dentro de mim.
Se você chegou até aqui, muito obrigada por ler.
4 comentários - Segundo relato: Dana y su amiga
Tomese su tiempo