Beleza, vamos começar. Meu nome é Santiago e hesitei muito em trazer essa história a público por aqui. Talvez por medo de ser descoberto, ou para não expor ninguém. Mas passado o momento de reflexão, vamos contar essa história gostosa de... Isso a gente vai descobrir ao longo dos posts, se é que eles vão fazer sucesso.
Vamos começar situando o cenário. Desde meados de 2017, comecei a namorar a Erica, uma mina de 27 anos, muito meiga, doce, mas que também tem experiência de rua e isso me atrai. Além das tetas lindas dela que me deixam louco. Ficamos alguns meses de boa, sem compromisso, até que decidimos oficializar o relacionamento. Isso gerou uma série de encontros na casa da mãe dela (separada e com um novo namorado, um velho quadrado e antiquado), uma mulher muito gostosa de apenas 53 anos, estatura média, loira, peitos delicados e uma cintura linda. Desde que a vi, fiquei impressionado. E olha que nos dias em que o velho (na verdade, ele se chama Héctor e tinha 3 anos a mais que ela) estava por perto (a maioria), ela se vestia bem formal, desperdiçando tanto material nela, haha. Mas nos dias em que o velho não estava, minha sogra, que vamos chamar de Susana, escolhia roupas que valorizavam mais o corpo dela, que ela nunca deixou de cuidar, fazendo eletrodos nas pernas, comendo saudável e tal.
Sempre olhava pra ela e, por dentro, já a despia toda. Ficava muito curioso pra saber se ela era tão gostosa quanto parecia. Já tinha ficado com uma mulher mais velha antes — na época eu tinha 24 (agora tenho 30) e ela 42, mas isso é outra história. Pra piorar, eu e a Susana tínhamos uma química, jogávamos cartas e ela sempre me escolhia como parceiro, fazia piadas comigo, e eu por dentro ficava doido. Ainda teve várias vezes em que eu e minha namorada chegávamos depois de fumar um baseado, e eu me esforçava ao máximo pra não ficar olhando feito um tarado pra ela. Mais de uma vez fiz isso e, quando ela me olhava, eu desviava o olhar, pensando se ela percebia alguma coisa. Pra completar, minha namorada me dizia... que ela adorava a relação que a mãe dela tem comigo, por dentro eu pensava se ela tinha a menor ideia da vontade que eu tava da velha dela.
Nos dias seguintes, continuamos indo na casa dela (íamos umas duas vezes por semana, mais ou menos) pra comer ou lanchar, e sempre surgia a oportunidade de ficarmos sozinhos (já que ela mora com meu cunhado Martin, de 23 anos). Eu sentia que ela dava umas indiretas. Uma vez, depois de comer umas massas e enquanto tomávamos uma garrafinha de vinho no quincho, aproveitando que minha namorada tava no banho, ela me diz...
Susana: Você vai vir no meu aniversário, né? Ou vai faltar de novo? – fazendo alusão a que, por motivos de trabalho, não fui no aniversário do meu cunhado um mês atrás.
Eu: Claro, como vou perder o aniversário da minha sogra favorita?
S: Que isso, você tem outras sogras? Olha que eu sou a única. Quem te trata como eu? – ela me diz, me encarando, apoiados um do lado do outro na mesa de pingue-pongue.
Eu: Sinceramente, nem sua filha me atende como você. – respondi meio nervoso com o olhar fixo dela.
S: Ah, bom, se ela não te atende bem, querido, isso (balançando a cabeça) eu não posso resolver pra você. – soltando uma risada brincalhona e mudando de assunto.
S: De verdade, quero que você venha no meu aniversário. Não vai vir muita gente (éramos eu, minha namorada, minha sogra, o cunhado, o namorado da sogra e a filha dele) e vocês são especiais pra mim.
Eu: Fica tranquila, sogra, a gente chega cedo e passa o dia aqui.
S: Muito obrigada, você é um amor – e me dá um abraço, encostando o corpo todo em mim. Eu, que já tinha tomado uns copos de vinho, abracei ela de volta e senti os peitos dela pressionados no meu peito. Senti um arrepio danado na pica toda e, quando começou a ficar levemente dura, me afastei, e ela diz:
S: Bom, o vinho me deixa sensível e agarrada, já quero abraçar e essas coisas todas. Me desculpa, gatinho – e solta outra risadinha.
Eu: Não esquenta, Su. Também não sou nenhum gatinho, mas é verdade que o vinho tá batendo gostoso.
S: É, melhor parar por aqui, porque se continuar... tomando, não sei o que pode acontecer — ela me diz isso e rapidamente passa o olho no meu volume e continua deixando a taça na mesa, querendo se inclinar rápido e se move brusco pro lado onde eu tava, que seguro ela pelo braço e pela cintura e falo:
Eu: Minha sogrinha não aguenta dois vinhos, que feio isso. Pensei que você tinha mais experiência — e solto uma risadinha enquanto continuava segurando ela.
S: Olha aqui, guri, não me desafia porque você não sabe do que eu sou capaz. Mas já vai ver — ela me diz já se levantando e saindo do quincho, não sem antes olhar pra trás e soltar mais uma risadinha safada.
Chegou o tão esperado dia do aniversário da minha sogra. Os dias anteriores não fazia outra coisa senão pensar naquela situação do quincho, imaginava ela pelada na mesa de pingue-pongue, na mesa de jantar, na cadeira, até em cima da churrasqueira. Não aguentava mais. Chegamos depois do almoço na casa dela e daqui a pouco com meu cunhado e minha mina fomos comprar as coisas pra comer e beber naquela noite. No meio da tarde, com o Martin, sentamos pra fumar um baseado enquanto a Erica e a Susana insistiam pra gente entrar na piscina, eu falei que mais tarde entrava, meu cunhado disse que não tinha chance. Passados uns minutos, ficamos sem gelo (tinha que ir buscar no posto que ficava a umas dez quadras), o Martin disse que ia e minha mina falou pra ele esperar ela trocar de roupa, que ia junto e de quebra trazia umas coisas que esqueceu. Minha sogra nisso comenta:
S: Você vai e me deixa sozinha na piscina, você é a pior —
E: Aí entra o Santiago — e eu olho pra ela com vontade de zuar (embora por dentro agradecesse)
Vem minha mina onde eu tava sentado e me diz:
E: Entra com a mamãe, você sabe que é aniversário dela e ela fica chata.
Eu: Fica tranquila, gordinha, sem problema, já vou entrar.
Elas foram comprar e eu tirei a camiseta e me joguei na água. Minha sogra tava com uma maiô inteira azul com uns lacinhos bem delicados dourados, era uma sereia. A maiô segurava muito bem os peitos e deixava ver uma bunda linda. Começamos a conversar e de repente ela me diz:
S: Da outra vez eu tava meio bêbada, hoje não vai rolar a mesma coisa.
Y: Hoje seu namorado vem, capaz que ele não te deixa beber vinho também — e eu rio, sabendo que o cara é meio chato pra caralho.
S: Tomara que hoje ele me dê uma alegria, porque ele tá vindo mal esse aí. Ahh, nem sei por que tô te contando isso — e ela fica olhando pro lado.
Y: Bom, não sabia que o careca tava tão na merda. Hoje você vai ter muitas alegrias —
S: Eu com uma já me contento, hein, na minha idade, vocês vão chegar lá também.
Y: Tomara que a Érica chegue igual você — falei isso e depois não sei mais o que consegui dizer, porque percebi que os bicos dos peitos dela estavam levemente durinhos e não consegui fazer outra coisa senão olhar pra eles, cada vez mais firmes, mais marcados, no meio daqueles dois peitões lindos um laço dourado que servia de anfitrião.
Pouco depois, sinto ela me olhando fixo de novo, ela se olha e me olha de volta. Percebeu que eu tava olhando, sorri com aqueles lábios vermelhos que ela tem e me diz que tá com frio, mas que pode ficar mais um tempinho na piscina se eu quisesse. Eu, reagindo a tudo aquilo, só consegui dizer que sim, mas não conseguia mais olhar pra ela. De repente, a campainha toca, era o Heitor...
S: Bom, vamos ter que sair no final, já continuamos conversando numa boa. — Quando tentei me mexer, percebi que minha ereção ia aparecer pra caralho.
Y: Eu já vou daqui a pouco, vou dar mais umas voltas — falei e me senti nervoso, e acho que minha sogra percebeu e finalizou:
S: Te deixo mais uns minutos, tudo bem — Ela se cobre com a toalha e abre pro namorado.
Essa história vai ficar por aqui por enquanto... Lembrem-se que já se passaram dois anos desde esse relato e os acontecimentos vão subindo aos poucos...
Espero que tenham gostado, é a primeira vez que escrevo aqui e esse relato é 100% real. Aguardo os comentários de vocês se gostaram, e paciência que vai ficando gostoso com o tempo.
Abraço
Vamos começar situando o cenário. Desde meados de 2017, comecei a namorar a Erica, uma mina de 27 anos, muito meiga, doce, mas que também tem experiência de rua e isso me atrai. Além das tetas lindas dela que me deixam louco. Ficamos alguns meses de boa, sem compromisso, até que decidimos oficializar o relacionamento. Isso gerou uma série de encontros na casa da mãe dela (separada e com um novo namorado, um velho quadrado e antiquado), uma mulher muito gostosa de apenas 53 anos, estatura média, loira, peitos delicados e uma cintura linda. Desde que a vi, fiquei impressionado. E olha que nos dias em que o velho (na verdade, ele se chama Héctor e tinha 3 anos a mais que ela) estava por perto (a maioria), ela se vestia bem formal, desperdiçando tanto material nela, haha. Mas nos dias em que o velho não estava, minha sogra, que vamos chamar de Susana, escolhia roupas que valorizavam mais o corpo dela, que ela nunca deixou de cuidar, fazendo eletrodos nas pernas, comendo saudável e tal.
Sempre olhava pra ela e, por dentro, já a despia toda. Ficava muito curioso pra saber se ela era tão gostosa quanto parecia. Já tinha ficado com uma mulher mais velha antes — na época eu tinha 24 (agora tenho 30) e ela 42, mas isso é outra história. Pra piorar, eu e a Susana tínhamos uma química, jogávamos cartas e ela sempre me escolhia como parceiro, fazia piadas comigo, e eu por dentro ficava doido. Ainda teve várias vezes em que eu e minha namorada chegávamos depois de fumar um baseado, e eu me esforçava ao máximo pra não ficar olhando feito um tarado pra ela. Mais de uma vez fiz isso e, quando ela me olhava, eu desviava o olhar, pensando se ela percebia alguma coisa. Pra completar, minha namorada me dizia... que ela adorava a relação que a mãe dela tem comigo, por dentro eu pensava se ela tinha a menor ideia da vontade que eu tava da velha dela.
Nos dias seguintes, continuamos indo na casa dela (íamos umas duas vezes por semana, mais ou menos) pra comer ou lanchar, e sempre surgia a oportunidade de ficarmos sozinhos (já que ela mora com meu cunhado Martin, de 23 anos). Eu sentia que ela dava umas indiretas. Uma vez, depois de comer umas massas e enquanto tomávamos uma garrafinha de vinho no quincho, aproveitando que minha namorada tava no banho, ela me diz...
Susana: Você vai vir no meu aniversário, né? Ou vai faltar de novo? – fazendo alusão a que, por motivos de trabalho, não fui no aniversário do meu cunhado um mês atrás.
Eu: Claro, como vou perder o aniversário da minha sogra favorita?
S: Que isso, você tem outras sogras? Olha que eu sou a única. Quem te trata como eu? – ela me diz, me encarando, apoiados um do lado do outro na mesa de pingue-pongue.
Eu: Sinceramente, nem sua filha me atende como você. – respondi meio nervoso com o olhar fixo dela.
S: Ah, bom, se ela não te atende bem, querido, isso (balançando a cabeça) eu não posso resolver pra você. – soltando uma risada brincalhona e mudando de assunto.
S: De verdade, quero que você venha no meu aniversário. Não vai vir muita gente (éramos eu, minha namorada, minha sogra, o cunhado, o namorado da sogra e a filha dele) e vocês são especiais pra mim.
Eu: Fica tranquila, sogra, a gente chega cedo e passa o dia aqui.
S: Muito obrigada, você é um amor – e me dá um abraço, encostando o corpo todo em mim. Eu, que já tinha tomado uns copos de vinho, abracei ela de volta e senti os peitos dela pressionados no meu peito. Senti um arrepio danado na pica toda e, quando começou a ficar levemente dura, me afastei, e ela diz:
S: Bom, o vinho me deixa sensível e agarrada, já quero abraçar e essas coisas todas. Me desculpa, gatinho – e solta outra risadinha.
Eu: Não esquenta, Su. Também não sou nenhum gatinho, mas é verdade que o vinho tá batendo gostoso.
S: É, melhor parar por aqui, porque se continuar... tomando, não sei o que pode acontecer — ela me diz isso e rapidamente passa o olho no meu volume e continua deixando a taça na mesa, querendo se inclinar rápido e se move brusco pro lado onde eu tava, que seguro ela pelo braço e pela cintura e falo:
Eu: Minha sogrinha não aguenta dois vinhos, que feio isso. Pensei que você tinha mais experiência — e solto uma risadinha enquanto continuava segurando ela.
S: Olha aqui, guri, não me desafia porque você não sabe do que eu sou capaz. Mas já vai ver — ela me diz já se levantando e saindo do quincho, não sem antes olhar pra trás e soltar mais uma risadinha safada.
Chegou o tão esperado dia do aniversário da minha sogra. Os dias anteriores não fazia outra coisa senão pensar naquela situação do quincho, imaginava ela pelada na mesa de pingue-pongue, na mesa de jantar, na cadeira, até em cima da churrasqueira. Não aguentava mais. Chegamos depois do almoço na casa dela e daqui a pouco com meu cunhado e minha mina fomos comprar as coisas pra comer e beber naquela noite. No meio da tarde, com o Martin, sentamos pra fumar um baseado enquanto a Erica e a Susana insistiam pra gente entrar na piscina, eu falei que mais tarde entrava, meu cunhado disse que não tinha chance. Passados uns minutos, ficamos sem gelo (tinha que ir buscar no posto que ficava a umas dez quadras), o Martin disse que ia e minha mina falou pra ele esperar ela trocar de roupa, que ia junto e de quebra trazia umas coisas que esqueceu. Minha sogra nisso comenta:
S: Você vai e me deixa sozinha na piscina, você é a pior —
E: Aí entra o Santiago — e eu olho pra ela com vontade de zuar (embora por dentro agradecesse)
Vem minha mina onde eu tava sentado e me diz:
E: Entra com a mamãe, você sabe que é aniversário dela e ela fica chata.
Eu: Fica tranquila, gordinha, sem problema, já vou entrar.
Elas foram comprar e eu tirei a camiseta e me joguei na água. Minha sogra tava com uma maiô inteira azul com uns lacinhos bem delicados dourados, era uma sereia. A maiô segurava muito bem os peitos e deixava ver uma bunda linda. Começamos a conversar e de repente ela me diz:
S: Da outra vez eu tava meio bêbada, hoje não vai rolar a mesma coisa.
Y: Hoje seu namorado vem, capaz que ele não te deixa beber vinho também — e eu rio, sabendo que o cara é meio chato pra caralho.
S: Tomara que hoje ele me dê uma alegria, porque ele tá vindo mal esse aí. Ahh, nem sei por que tô te contando isso — e ela fica olhando pro lado.
Y: Bom, não sabia que o careca tava tão na merda. Hoje você vai ter muitas alegrias —
S: Eu com uma já me contento, hein, na minha idade, vocês vão chegar lá também.
Y: Tomara que a Érica chegue igual você — falei isso e depois não sei mais o que consegui dizer, porque percebi que os bicos dos peitos dela estavam levemente durinhos e não consegui fazer outra coisa senão olhar pra eles, cada vez mais firmes, mais marcados, no meio daqueles dois peitões lindos um laço dourado que servia de anfitrião.
Pouco depois, sinto ela me olhando fixo de novo, ela se olha e me olha de volta. Percebeu que eu tava olhando, sorri com aqueles lábios vermelhos que ela tem e me diz que tá com frio, mas que pode ficar mais um tempinho na piscina se eu quisesse. Eu, reagindo a tudo aquilo, só consegui dizer que sim, mas não conseguia mais olhar pra ela. De repente, a campainha toca, era o Heitor...
S: Bom, vamos ter que sair no final, já continuamos conversando numa boa. — Quando tentei me mexer, percebi que minha ereção ia aparecer pra caralho.
Y: Eu já vou daqui a pouco, vou dar mais umas voltas — falei e me senti nervoso, e acho que minha sogra percebeu e finalizou:
S: Te deixo mais uns minutos, tudo bem — Ela se cobre com a toalha e abre pro namorado.
Essa história vai ficar por aqui por enquanto... Lembrem-se que já se passaram dois anos desde esse relato e os acontecimentos vão subindo aos poucos...
Espero que tenham gostado, é a primeira vez que escrevo aqui e esse relato é 100% real. Aguardo os comentários de vocês se gostaram, e paciência que vai ficando gostoso com o tempo.
Abraço
4 comentários - Olhares cúmplices e flerte com minha sogra