Meu sobrinho e Minhas Calcinhas 4

Os dias seguintes foram estranhos. Meu sobrinho e eu ficamos numa distância silenciosa. Ele na dele, eu na minha.

Embora ele ainda me observasse de vez em quando quando meu marido não estava, e eu facilitasse essa observação, ele não tinha me falado nada sobre o Miguel nem sobre o sutiã.

Na sexta-feira, ele chegou da escola, me cumprimentou como sempre, e eu não aguentei mais: "Escuta, por que você tem estado tão sério e distante esses dias?" perguntei no meu papel de tia enjoada.

Ele me olhou, e um instante de silêncio tomou a sala. "Perdi o sutiã." Não podia acreditar no que ele tava dizendo. Não tinha como ele ter perdido, se tinha colocado na mochila, entre os livros e as coisas dele.

"Não acredito em você", falei, "é impossível você perder uma coisa dessas se tava guardado na mochila", completei.

"Não sei, tia, cheguei em casa e procurei, mas não achei nada. Não sei se caiu quando arrumei tudo no dia que o Miguel veio, ou se ficou na casa quando tirei as coisas pra arrumar."

"Então procura, e espero que encontre", falei, virando as costas e indo pro quintal.

Meu marido chegou, e o jantar foi sério demais, dava pra sentir um clima pesado. Eu tava preocupada que meu sutiã tivesse sei lá onde, e principalmente que aparecesse na casa do meu sobrinho, e que perguntassem pra ele sobre isso, e ele acabasse contando o que tinha e o que fazia com meu consentimento.

Terminamos de comer, e meu marido, tentando puxar assunto, me perguntou sobre o Miguel, se eu já tinha falado com ele. Comentei que ele tinha ficado de vir no dia seguinte, ou seja, sábado, às 8, pra ver o que tinha que ver. "Ele vem, e acho que o pai dele também", comentei.

Levantei a louça, e meu sobrinho me ajudou como sempre. Terminei de lavar e entrei no quarto, encontrando meu marido lá, que com um sinal me mandou fechar a porta.

"Aconteceu alguma coisa? Você tem estado muito séria com o Mario esses dias. Ele fez algo que te incomodou?" ele perguntou.

"Não, tá tudo bem. Além do mais, o que ele pode fazer ou falar? É um menino muito sério, chega, ajuda e faz as coisas dele", respondi.

"Bom... já sabe, ele tá na idade do fogo e, considerando que você é muito gostosa, então nunca se sabe. Se eu te olhar de um jeito diferente e te incomodar, sei lá.” Até parecia que ele sabia de alguma coisa. Homem que é homem, tava me dizendo que o sobrinho dele era um tarado que, se visse uma mulher, já ia saborear sem problema nenhum. Não sei por que, mas alguma coisa me fez perguntar: “Você já fez isso com alguma das suas tias?” “Eu não, mas alguns dos meus primos sim”, ele respondeu. “Mas fazer o quê, né?” A gente comentou outras coisas e, na hora, ele se despediu e foi embora. Falou algo com o Mario, meu sobrinho, e saiu.

Eu saí do quarto e fui até o Mario. “Mario, tô preocupada com o bra, de verdade. Procura ele, por favor”, falei. “Sim, tia, vou procurar direitinho”, ele disse. Sentei do lado dele. “O que seu tio te falou?”, perguntei. “Nada, só perguntou se eu tava bravo ou chateado, mas falei que não, que era só muita lição e provas”, respondeu. “Só isso?”, perguntei. “Bom, ele também falou pra eu não ser tão sério, pra você não pensar outra coisa, e no final que eu não ficasse olhando pra sua bunda.” Essa última parte me fez rir, e acabou que ele riu também.

“Bem que você já viu, né?”, falei. Ele balançou a cabeça confirmando e me olhou com um sorriso safado. “E esse sorriso, o que é?”, perguntei. “Nada, só que seus peitos eu já conheço bem, mas sua bunda não.” O comentário me deixou sem fala por um momento, mas ao mesmo tempo me esquentou.

Ele tinha razão, afinal. Já tinha tocado, chupado e se masturbado nos meus peitos, mas só isso.

Eu me levantei, tirei a blusa e desabotoei a calça jeans. Fiquei só de roupa íntima. Me virei de costas pra ele e fui até o sofá, andei devagar e sexy, rebolando a bunda e deixando ela balançar um pouco. Por sorte, minha calcinha tipo fio dental fez o trabalho dela e entrou um pouco no meio da racha. Cheguei no sofá, subi nele de joelhos e abri as pernas. Me segurei um pouco no encosto do sofá e levantei a bunda, ficando quase de quatro. Posição de quatro, virei pro Mario. Ele tava se masturbando enquanto me olhava. "Seu tio falou pra você não olhar pras bundas", falei. "Ahã", ele respondeu. "Mas ele não falou pra você não pegar", notei a respiração dele acelerar. "Tira pra fora", mandei.

Ele se levantou, baixou a calça e a cueca, levantou a camisa e fez uma bola com ela. O pau dele tava duro, ele segurou com a mão esquerda, mas ao contrário, puxando pra parecer maior. Mexi minha bunda de um lado pro outro, provocando. "Vem, anda", falei. Olhei pra trás de novo e vi ele se aproximando rápido, se colocando atrás de mim. A mão esquerda dele ainda tava no pau, e a direita pousou na minha bunda, acariciando devagar, sentindo o contorno da minha calcinha.

"Tão durinhas", ele disse. Eu tava com tesão e molhada. "Gostou?", perguntei, apertando um pouco. "Sim, tia", ele soltou o pau, porque agora sentia as duas mãos dele em cada nádega, apertando. Senti ele colocar o pau duro entre elas. "Tá quentinho", ele falou. Eu sentia minha buceta molhada e quente, o pau dele duro entre minhas nádegas.

"Tira minha calcinha", falei. Senti ele pegar com as mãos. "Devagar", pedi.

As mãos dele devagar pegaram minha calcinha. Senti o pau dele sair de entre minhas nádegas, mas roçou minha coxa esquerda, deixando um toque molhado e suave. Ele se colocou por baixo, entre minhas pernas. Senti a dureza dele nos meus lábios vaginais, que pulsavam, e eu ficava mais molhada. "Tia", ele disse de novo. Minhas nádegas iam ficando expostas. De repente, ele saiu de entre minhas pernas e baixou minha calcinha, que ficou presa entre minhas coxas por causa das pernas abertas. "A sua é bem bonita, tia, tá brilhando", ele disse, se referindo à minha buceta, que já escorria meus fluidos.

Fechei as pernas e tirei a calcinha de vez. Depois de tirar, abri as pernas de novo. "Coloca entre minhas nádegas", falei. "Enfio?", ele respondeu. "Não, só coloca entre minhas nádegas." Ele se ajeitou e senti de novo o pau duro e quente entre minhas nádegas, roçando minha buceta. No seu tronco, comecei a me mexer devagar, sentindo como o pau dele roçava entre minhas nádegas e como as mãos dele amassavam minha bunda, apertando e fechando, fazendo com que eu apertasse o pau dele com minhas nádegas. “Já já” ele disse. “Goza em mim, enche minha bunda de porra” respondi, acelerando o movimento. Minha mão foi até meu clitóris e comecei a me tocar, aumentando o ritmo.

Se ele disse algo, não ouvi. Só senti a porra quente dele escorrendo na parte de baixo das minhas costas e o pau dele deslizando melhor entre minhas nádegas. Sentia entre elas o molhado e quente do leite dele. Enfiei dois dedos na minha buceta e os movi lá dentro.

Comecei a sentir ele murchar e tirei os dedos, tampando minha buceta com a mão. Ele se afastou e eu me levantei. Senti minhas nádegas escorregando uma na outra por causa da quantidade de porra que o Mario tinha gozado em mim. Soltei minha buceta. Minha mão esquerda foi até minha bunda, senti a viscosidade.

O pau dele ainda tinha uma gota de porra na ponta e, com a outra mão, peguei e levei a gota até minha boca. “Adorei” falei. Ele sorriu.

Peguei minha calcinha. “Vou tomar um banho”. Ele ficou lá sentado, olhando minha bunda enquanto eu ia pro meu quarto.

2 comentários - Meu sobrinho e Minhas Calcinhas 4

Recaliente se me paro mal. Podrías subir una fotito tuya.