Toda vez que eu tentava colocar a gaiolinha, o pintinho ficava duro e não dava pra fechar o cadeado. Isso fez com que cada tentativa terminasse numa punhetinha com dois dedinhos, porque me ocorreu que, pra humilhar ele, o jeito era fazer ele gozar com dois dedinhos, de tão pequeno. Ele, todo bobo com a minha ideia. Depois, ele me fazia sexo oral e usava o consolo que tinha trazido de presente. Ele foi muito insistente e, de vontade, eu não tava faltando, então eu também tive vários orgasmos. Já tinha passado mais de uma semana desde que ele voltou e ele não tinha me penetrado (não com o pintinho, sim com o consolo), mas os dois estavam mais excitados do que nunca e fazendo essas práticas sexuais, totalmente novas pra gente, com mais frequência do que as tradicionais que a gente fazia antes. Depois de várias tentativas, gelo, deixar descansar, etc., conseguimos fechar o dispositivo de castidade pela primeira vez. A gente tinha conseguido, que alegria. Ele ficou muito enchendo o saco, querendo mais punhetinhas, mas eu falei que não, que depois do trabalho que deu, nem sonhasse, que esperasse pela noite. A ideia era ele usar o dia inteiro e de noite eu tirava pra ele descansar bem, pelo menos por enquanto. Mas a maldade começou a me excitar. Comecei a desfilar de tanga e salto alto, com os conjuntos importados que ele me deu e que eu ainda não tinha mostrado. É verdade que eu não ia usar pra alegria do pintinho, mas não falei nada sobre usar pro sofrimento dele. Agora a gente tinha que viajar de férias, como a gente tinha combinado. Longe de sentir medo ou necessidade de não ter nada a ver com o Pablo, eu falei pro meu marido que queria alugar do meu amigo, por causa da proximidade das propriedades dele com a praia. Liguei pra ele de tanga na frente do meu marido, e ele pensou que era pra transar, mas eu falei que não, que era pelo aluguel. Ele fez um preço bom, talvez influenciado por aquela trepada, mandei meu marido ir dar o sinal e, de quebra, "se conhecerem", compramos as passagens aéreas e embarcamos nas nossas férias, as primeiras da nossa Nova fase. Sempre nas férias, as expectativas se renovam e se amplificam, mas desta vez não era uma expectativa, era realidade...
5 comentários - As melhores férias da minha vida. Pt. 5 - Corno