Fala galera, hoje trago um relato da Jimena Baron, espero que curtam e apoiem, vamos nessa. Trabalho como segurança num shopping pequeno de Buenos Aires, uma quarta-feira normal, muito frio e pouca gente no centro, parado na porta controlando como sempre, esperando as horas passarem, eram umas 11h e meu turno terminava às 16h, não tinha nada pra fazer além de olhar pro teto, já que não tinha praticamente ninguém. Quase 11:30, toca um alarme numa loja, me avisam qual era e vou pra lá, chegando na loja vejo uma loira discutindo com a atendente, era uma loja de tecnologia. Chego e pergunto o que tinha acontecido, quando a loira vira, percebo que era a Jimena Baron, a moça da loja tenta explicar rápido que quando ela saiu, o alarme tocou e ela queria revistar a bolsa, aí a Jimena responde que tava sendo acusada de ladra e voltam a discutir. Tento acalmar a situação, falo pra Jimena que a gente tinha que revistar a bolsa por medida de segurança, ela recusa dizendo que tem coisas particulares, tento tranquilizar e fazer ela entender que era necessário, depois de discutir entre os três, a Jimena tava muito nervosa e empurra a atendente, que revida com um tapa e elas começam a brigar. Na hora chamo alguém pra me ajudar, somos 4 seguranças nesse turno, rapidamente chega um e segura a atendente, e eu seguro a Jimena por trás pra separar elas. Quando segurei, apoiei e tentei passar a mão um pouco, eu seguia ela no Instagram e ficava bem excitado com as fotos dela, então não ia perder a chance de apoiar, apertei forte enquanto com as outras mãos segurava perto dos peitos, ela quase nem percebeu porque tava focada na briga com a atendente. Quando conseguimos separar, levo ela pra sala dos seguranças, meu parceiro fala pra atendente ficar tranquila que a gente ia resolver e vem comigo. Entramos no escritório nós três, fecho a porta, sento a Jimena na cadeira e falo que vou ter que revistar a bolsa dela. Ela quieta, sem falar nada, larga a bolsa na mesa. Pego ela e, quando abro, tiro duas caixas de celular. Olho pra ela mostrando as caixas sem dizer nada, e ela desvia o olhar pro lado. Continuo procurando se tinha roubado mais alguma coisa, mas não tinha nada. Ela, meio assustada, pergunta o que a gente ia fazer. Aí é que eu e meu parceiro nos olhamos e os dois sacamos que íamos aproveitar a situação. Meu parceiro levanta e fala:
C (parceiro) - Tira a roupa.
J (Jimena) - Como é?
C - A gente tem que te revistar.
J - Me revistam com a roupa.
Eu - É o protocolo.
J - Protocolo de quê? Como assim vou tirar a roupa?
C - Você quis roubar, agora obedece o que tão mandando.
J - Não vou obedecer, chamem um superior.
Eu - TIRA A ROUPA!
Depois desse grito, ela se assusta e, quieta, começa a tirar a camiseta e a calça. Mando ela levantar, ela levanta e fica olhando pra gente de fio dental e sutiã. Chego perto, falo pra ela esticar os braços e começo a olhar ela de baixo pra cima. Pelo fio dental dava pra ver os lábios da pussy, uma curva perfeita com uma cinturinha linda. Quando chego nos peitos, mando ela tirar o sutiã, e ela responde com um "não". Viro pro meu parceiro e falo pra ele ligar pra delegacia. Aí é que, reclamando, ela tira o sutiã e fica com as boobs de fora, uns peitos lindos que me davam vontade de chupar o mamilo inteiro. Viro ela de costas e olho de novo de cima a baixo, mas dessa vez paro naquele butt enorme. Nós dois estávamos olhando pra aquela bunda gigante, com vontade de meter inteira.
Perguntou se podia colocar o sutiã, falamos pra ela esperar e ela ficou sentada na cadeira se cobrindo os peitos com o braço. Eu parei do lado dela.
Eu - Cê acha que foi certo o que fez?
J - Não.
Eu - Cê nos coloca em uma situação complicada.
J - Não vou fazer de novo.
Eu - Não é isso, já fez, agora temos que resolver isso.
J - ... (Com cara de medo)
Enquanto isso, um silêncio, nós dois olhando ela dos pés à cabeça, ela sem roupa se cobrindo os peitos e mexendo os pés de nervoso.
Eu - Isso pode ser resolvido de dois jeitos: um é te levar pra delegacia, você fica uns dias lá parada até a justiça resolver (tudo mentira).
J - Não, não, qual é o outro?
Eu - O outro é resolver rápido aqui, com um favor.
J - Como assim um favor?
Eu - Você já sabe (enquanto me toco no volume).
J - QUE QUE CÊ TÁ FAZENDO, ATREVIDO?
Eu - Prefere ir pra delegacia?
J - Não, não, não, não pode estar acontecendo isso comigo.
Enquanto olhava pro chão segurando a cabeça, eu fui me aproximando e comecei a acariciar o cabelo dela, tirei a mão do rosto dela e ela, suspirando, olhou pro meu volume enquanto eu ia desabotoando a calça. Quando desabotoei, baixei a calça e a cueca e comecei a aproximar a cabeça dela da minha pica.
Coloquei a mão dela na minha pica e, olhando pro chão, ela começou a me bater uma devagar. Peguei ela pelo rosto, virei deixando a boca dela bem perto da minha pica e falei:
- Começa - enquanto ela batia uma devagar e continuava olhando com medo. Passaram uns segundos e falei de novo:
- VAI, METE NA BOCA - e aos poucos ela começou a colocar na boca, mas colocava, chupava a cabeça e tirava rápido com nojo. Na terceira vez que fez isso, quando ela colocou, segurei a cabeça dela e fiz ela chupar tudo, comecei a controlar eu mesmo, embora ela não resistisse. Meu parceiro levantou, baixou a calça e, já com a pica dura, pegou ela e fez ela bater uma pra ele enquanto me chupava.
Quando tirei a mão pra ela chupar sozinha, falei pra ela se acalmar que não ia rolar nada, ela ficou mais à vontade depois disso, pegou meu pau desde a base e começou a chupar do jeito que ela sabia, rápido enquanto me olhava com cara de putinha. Eu falei pra ela: "Se fazia de difícil, mas adora uma piranha de pau", e depois disso agarrei a nuca dela com as duas mãos com força, empurrei até o fundo do meu pau e deixei ela lá por um tempo. Ela batia na minha perna querendo sair, mas eu não deixava e ficava mexendo em círculo. Quando soltei, ela saiu tossindo e falando: "J — Também não exagera, filho da puta." "C — Agora chupa o meu." Ela pegou e enfiou na boca sem deixar ela respirar. Eu sentei na cadeira, agarrei a bunda dela e trouxe ela pra frente de mim, desci a calcinha devagar e chupei a pussy dela um pouco. Senti ela em cima do meu pau e meti. Comecei a mexer a bunda dela pra cima e pra baixo até que ela começou a fazer sozinha, enquanto chupava o pau do meu parceiro até o fundo. Ela reboleava a bunda em cima do meu pau igual uma louca, gemia enquanto tinha ânsia. Eu comecei a dar tapas na bunda dela. Depois de um tempo assim, levantei ela e coloquei de quatro na cadeira, comecei a foder bem forte. Dava pra ouvir ela gemendo quando chegava no fundo e batia na bunda dela enquanto ela chupava pau.
J - Aí, me dá mais forte
Eu - Mais forte, cê quer? É mais piranha do que nas redes, hein
J - Viu, sou bem piranha
Peguei ela pelo cabelo e comecei a meter com tudo, e dava tapão na bunda com a outra mão. Fiquei um tempão assim até que me chamaram no walkie-talkie, meu chefe perguntando onde eu tava, que queria eu lá em 10 minutos. Falei que tava no banheiro e que já ia. Rápido, troquei com meu parceiro e ela começou a me chupar. Peguei ela pelo cabelo e comecei a foder a boca dela. Quando já tava com vontade de gozar, tirei a pica, ela começou a me bater uma enquanto chupava minhas bolas e gemia, porque meu amigo tava comendo ela.
Eu - Vou te dar essa gozada, piranha
J - Cê já vai? (entre gemidos)
Eu - Meu chefe tá me chamando
A piranha fez biquinho e, depois de um tempo, mandei ela abrir a boca e gozei na cara dela. Vendo ela toda cheia de porra na cara, vesti a calça rápido e ela fez cara triste porque eu tava indo embora. Peguei as caixas dos celulares e fui. Fiquei pensando o resto do dia: que pena que tive que ir rápido e que isso nunca mais ia rolar.
Espero que você tenha gostado, tô fazendo minisséries com famosas argentinas, se quiserem me ajudar falando alguns nomes ou alguma cena, é só comentar sem drama. AGRADEÇO OS PONTOS!
C (parceiro) - Tira a roupa.
J (Jimena) - Como é?
C - A gente tem que te revistar.
J - Me revistam com a roupa.
Eu - É o protocolo.
J - Protocolo de quê? Como assim vou tirar a roupa?
C - Você quis roubar, agora obedece o que tão mandando.
J - Não vou obedecer, chamem um superior.
Eu - TIRA A ROUPA!
Depois desse grito, ela se assusta e, quieta, começa a tirar a camiseta e a calça. Mando ela levantar, ela levanta e fica olhando pra gente de fio dental e sutiã. Chego perto, falo pra ela esticar os braços e começo a olhar ela de baixo pra cima. Pelo fio dental dava pra ver os lábios da pussy, uma curva perfeita com uma cinturinha linda. Quando chego nos peitos, mando ela tirar o sutiã, e ela responde com um "não". Viro pro meu parceiro e falo pra ele ligar pra delegacia. Aí é que, reclamando, ela tira o sutiã e fica com as boobs de fora, uns peitos lindos que me davam vontade de chupar o mamilo inteiro. Viro ela de costas e olho de novo de cima a baixo, mas dessa vez paro naquele butt enorme. Nós dois estávamos olhando pra aquela bunda gigante, com vontade de meter inteira.
Perguntou se podia colocar o sutiã, falamos pra ela esperar e ela ficou sentada na cadeira se cobrindo os peitos com o braço. Eu parei do lado dela. Eu - Cê acha que foi certo o que fez?
J - Não.
Eu - Cê nos coloca em uma situação complicada.
J - Não vou fazer de novo.
Eu - Não é isso, já fez, agora temos que resolver isso.
J - ... (Com cara de medo)
Enquanto isso, um silêncio, nós dois olhando ela dos pés à cabeça, ela sem roupa se cobrindo os peitos e mexendo os pés de nervoso.
Eu - Isso pode ser resolvido de dois jeitos: um é te levar pra delegacia, você fica uns dias lá parada até a justiça resolver (tudo mentira).
J - Não, não, qual é o outro?
Eu - O outro é resolver rápido aqui, com um favor.
J - Como assim um favor?
Eu - Você já sabe (enquanto me toco no volume).
J - QUE QUE CÊ TÁ FAZENDO, ATREVIDO?
Eu - Prefere ir pra delegacia?
J - Não, não, não, não pode estar acontecendo isso comigo.
Enquanto olhava pro chão segurando a cabeça, eu fui me aproximando e comecei a acariciar o cabelo dela, tirei a mão do rosto dela e ela, suspirando, olhou pro meu volume enquanto eu ia desabotoando a calça. Quando desabotoei, baixei a calça e a cueca e comecei a aproximar a cabeça dela da minha pica.
Coloquei a mão dela na minha pica e, olhando pro chão, ela começou a me bater uma devagar. Peguei ela pelo rosto, virei deixando a boca dela bem perto da minha pica e falei:
- Começa - enquanto ela batia uma devagar e continuava olhando com medo. Passaram uns segundos e falei de novo:
- VAI, METE NA BOCA - e aos poucos ela começou a colocar na boca, mas colocava, chupava a cabeça e tirava rápido com nojo. Na terceira vez que fez isso, quando ela colocou, segurei a cabeça dela e fiz ela chupar tudo, comecei a controlar eu mesmo, embora ela não resistisse. Meu parceiro levantou, baixou a calça e, já com a pica dura, pegou ela e fez ela bater uma pra ele enquanto me chupava.
Quando tirei a mão pra ela chupar sozinha, falei pra ela se acalmar que não ia rolar nada, ela ficou mais à vontade depois disso, pegou meu pau desde a base e começou a chupar do jeito que ela sabia, rápido enquanto me olhava com cara de putinha. Eu falei pra ela: "Se fazia de difícil, mas adora uma piranha de pau", e depois disso agarrei a nuca dela com as duas mãos com força, empurrei até o fundo do meu pau e deixei ela lá por um tempo. Ela batia na minha perna querendo sair, mas eu não deixava e ficava mexendo em círculo. Quando soltei, ela saiu tossindo e falando: "J — Também não exagera, filho da puta." "C — Agora chupa o meu." Ela pegou e enfiou na boca sem deixar ela respirar. Eu sentei na cadeira, agarrei a bunda dela e trouxe ela pra frente de mim, desci a calcinha devagar e chupei a pussy dela um pouco. Senti ela em cima do meu pau e meti. Comecei a mexer a bunda dela pra cima e pra baixo até que ela começou a fazer sozinha, enquanto chupava o pau do meu parceiro até o fundo. Ela reboleava a bunda em cima do meu pau igual uma louca, gemia enquanto tinha ânsia. Eu comecei a dar tapas na bunda dela. Depois de um tempo assim, levantei ela e coloquei de quatro na cadeira, comecei a foder bem forte. Dava pra ouvir ela gemendo quando chegava no fundo e batia na bunda dela enquanto ela chupava pau.
J - Aí, me dá mais forte Eu - Mais forte, cê quer? É mais piranha do que nas redes, hein
J - Viu, sou bem piranha
Peguei ela pelo cabelo e comecei a meter com tudo, e dava tapão na bunda com a outra mão. Fiquei um tempão assim até que me chamaram no walkie-talkie, meu chefe perguntando onde eu tava, que queria eu lá em 10 minutos. Falei que tava no banheiro e que já ia. Rápido, troquei com meu parceiro e ela começou a me chupar. Peguei ela pelo cabelo e comecei a foder a boca dela. Quando já tava com vontade de gozar, tirei a pica, ela começou a me bater uma enquanto chupava minhas bolas e gemia, porque meu amigo tava comendo ela.
Eu - Vou te dar essa gozada, piranha
J - Cê já vai? (entre gemidos)
Eu - Meu chefe tá me chamando
A piranha fez biquinho e, depois de um tempo, mandei ela abrir a boca e gozei na cara dela. Vendo ela toda cheia de porra na cara, vesti a calça rápido e ela fez cara triste porque eu tava indo embora. Peguei as caixas dos celulares e fui. Fiquei pensando o resto do dia: que pena que tive que ir rápido e que isso nunca mais ia rolar.

Espero que você tenha gostado, tô fazendo minisséries com famosas argentinas, se quiserem me ajudar falando alguns nomes ou alguma cena, é só comentar sem drama. AGRADEÇO OS PONTOS!
Comentarios Destacados
17 comentários - Relato con famosa : Jimena Baron ( parte 1)
buen relato a mi gusto, me encantas estas cosas con famosas.
saludos.-