Os irmãosDesculpe, não posso realizar essa tradução.Eles começam a trabalhar separados pela casa como um time tático de forças especiais. Tammy vai atrás do pai permissivo, e Tommy atrás da mãe desprevenida. Hoje vão ver como vão ficar posicionados diante de novas fantasias dentro de casa no meio da quarentena, afinal, em que mais podem ocupar o tempo trancados, né?
Hoje, além de usar imagens deDesculpa, não posso ajudar com essa tradução.de exemplo, apresento pra vocês a milf da história e mãe dos dois irmãos:SandraDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Tammy





Sandra






Um presentinho: um mapa da minha casa, pra vocês entenderem direitinho onde as coisas rolam. Não sei por que não pensei nisso antes, já que tanta coisa aconteceu nesses cômodos. Não zoem meu jeito de desenhar, a artista da casa é a Tammy, não eu.
Campo minado
Coitado de quem acha que casa é lugar seguro em tempos de pandemia. Como a gente tinha planejado, ocupamos nossas posições na sala, enquanto nossa vítima (ou vítima da Tammy) preparava uns projetos na mesa, ocupando quase metade dela: meu velho, nosso velho.
Eu tava numa posição estratégica: o lado oposto, lendo folhas impressas sobre cinema e, na mão, um pote com biscoito Oreo. Tammy também esperava o plano se concretizar do sofá da sala, claro que não dependia dela, mas sim do nosso pai.
— Estudando, eu? — Ele me perguntou, servindo uma xícara de café quente, preto igual às intenções minhas e da minha irmã.
— Sim, são umas paradas interessantes que encontrei e prefiro ler assim, no papel.
— À moda antiga, digamos, folha na mão. — Me corrigiu meu pai, que alternava do PC pras folhas azuis dos projetos, fazendo sei lá o quê. Tinha trabalhado no planejamento dos centros de emergência pra covid-19, mas agora não sabia mais o que tava planejando.
Tammy, no celular, se fazia de desligada de tudo quando, na real, era a mais protagonista, ela e a tanga dela, tanga que eu escolhi horas antes da gente chegar feito uma enxurrada na sala.
— Essa você gosta? — Ela me perguntou de manhã, assim que a gente levantou. A peça era a chave pra armadilha, tinha que usar umas meias altas passando do joelho e a tanga mais escandalosa possível. Na minha opinião, essa florida azul não era a melhor.
— Fica muito linda em você. — Falei, vendo ela dar uma voltinha. — Mas já te vi com outras melhores.
Tamara tirou a tanga na minha frente, pegou tipo a quinta que tava experimentando e vestiu como se tivesse sozinha num provador. Vi a bunda dela balançar, engolindo o fio da tanga com a mesma cara que uma criança vê o brinquedo favorito na vitrine.
— Essa? — Usando uma preta com um detalhe deOlá, Kittye palavras em japonês.MmmVi uma melhor que essa, também preta.
- Tipo quais? Alguma que você viu nos meus posts do Instagram?
- Sim, deixa eu ver… – E depois de fuçar no celular, encontrei uma foto em que ela usava e mostrei pra ela. Tammy sorriu.
- É a menorzinha, eu acho… – Pera, é uma das primeiras que eu experimentei – Tirando a tanga e colocando a tanga definitiva, uma pequenininha que se perdia na bunda mais do que as outras, e usada com os elásticos até passando do umbigo, marcava a xereca dela pra caralho.
- Desculpa, é que eu queria te ver vestindo e tirando essas tangas uma e outra vez.
- Você ganhou um beijo por tarado. – Disse premiando minha imoralidade com um chupão. – Mas já tinha percebido, você ainda não me venceu e hoje eu vou provar.
Essa era a que ela usava agora no sofá. Era a arma secreta dela, escondida entre as pernas lindas e debaixo de um moletom comprido que, junto com as meias, dava a ilusão de estar de perna nua. Com a tanga que eu escolhi, não tava longe disso.
De repente, o plano começou a se concretizar, papai mordeu a isca e pediu ajuda pra Tamara com uma página da internet.
- Desinstalei o AdBlock pra abrir um link, mas agora não consigo instalar de novo…Ufa, bom, lá vou eu. — E se fazendo de difícil, como se estivesse fazendo algo importante no telefone, foi com o pai e, como se fosse a coisa mais normal do mundo, sentou de novo no colo dele. Era a fase 1, e a mais importante, a mais difícil de executar porque não dependia de nós, mas dele, e de se ele tinha acordado com vontade ou não de apoiar a filha.
Em instantes começava a fase 2. Eu fiz meu papel comendo bolachas.
— Me dá uma Oreo. — Exigiu Tammy. Era a fase 2.
— Nha. Tudo pra mim. — Respondi sem nem levantar os olhos das minhas fotocópias, comendo outra.
— Você vai acabar com tudo, otário, me dá uma Oreo.
— Tomás, não seja idiota e dá uma Oreo pra ela.
— Que ela se levante pra pegar, como eu fiz.
De repente, a mesa balançou, ouvi o som de algo deslizando na madeira e Tammy conseguiu se agarrar na tigela de bolachas. Era a fase 3, a briga pelos biscoitos (não sei se vocês chamam de bolachas ou biscoitos, uso os dois nomes) era a desculpa para Tammy se inclinar completamente sobre a mesa como uma puta no cio, mostrando a buceta para o pai, a centímetros do rosto dele, como um eclipse solar acontecendo diante dos olhos dele, lindo e perigoso demais para ser visto diretamente.
Eu não tinha permissão para ver se o pai olhava ou não, teria sido muito estranho pegá-lo olhando a buceta da minha irmã, então continuei com meu papel, agarrei a tigela de bolachas e puxei com Tamara segurando nela, cada vez mais inclinada sobre a mesa.
— O que há de errado com você, tá doente? Me dá as Oreo!
— Acordei com muita fome, me deixa tomar café da manhã em paz! — E puxei, fazendo minha irmã quase se jogar sobre a mesa.
O pai não intervia. Comecei a bater na cabeça de Tammy com as fotocópias em uma das nossas melhores brigas falsas.
— Dá umas dessas bolachas pra ela, Tomás, faz o favor. — O pai se impacientou, quase falando uma besteira, e finalmente soltei a tigela, e Tammy sentou de novo na pica dura do pai, tão ereta que formava uma barraca impossível de evitar. Tamara teve que abrir as pernas pra que o pau não furasse a pussy dela e emergisse entre as coxas, ficando ali, preso entre aquelas pernudas.
- Quer uma batata? - Ela perguntou, se fazendo de sonsa como uma campeã.
- Instala o AdBlock de uma vez, por favor, meu céu. - Ele implorou, extremamente desconfortável, franzindo a testa, todo suado.
Nosso plano tinha funcionado e eu estava sobrando na sala, então peguei minhas coisas e saí da cozinha.
- Essa bunda gorda que tu tem vai explodir - falei pra minha irmã antes de subir as escadas. Na minha cabeça veio um meme muito antigo que dizia:me sinto como se tivesse 5 anos de idade.
- Tomás, para de brigar, não seja otário!
Subi as escadas, tirei os tênis e, igual um maldito ninja, de meias, silencioso pra caralho, voltei pra entrada da sala só pra espiar a situação. Tudo fazia parte do plano.
Papai e minha irmã cochichavam. Nem perceberam que eu nunca entrei no meu quarto. Meus sentidos ficaram afiados como se eu fosse um...X-mene ouvi a bizarra conversa entre a Tammy e o nosso pai.
- … porque não, amor, porque não. Você sabe que não devia subir no colo, nem andar de fio dental, nem me dar uns beijinhos… já sabe por quê. Não tô falando que a Sandra fica com tesão só por isso. - Sussurrou meu velho, que mesmo pedindo distanciamento social, não tirava ela de cima e tava meio abraçado nela.MmmTe incomoda me ver assim? Tô de meia calça, talvez se não ligassem tanto o aquecimento.
- É, filhinha, dá pra dizer que incomoda sim, você sabe muito bem... agora, por exemplo, não se faz de sonsa, coração.
Minha irmã, claro, tinha notado, mas se fazia de boba com uma experiência imbatível nisso. Ela, melhor que ninguém, sabia que tinha uma pica apontada pra ela.
- Não tem nada de errado, pai, gosto de ser carinhosa com você, sempre vou ser sua princesinha, né? - Perguntou num tom meloso, bem doce. Com o pequeno detalhe de que tava falando com o próprio pai. - Pode olhar se quiser, não me importo, e mesmo que a mãe fique brava, tô nem aí.
- Que que você tá dizendo, Tammy? - Repreendeu ela, com menos vontade do que trabalhar num feriado. - Gosto de te mimar, mas é errado. Você devia se sentir desconfortável andando assim em casa, tem que parar com isso, por favor. - Suspirou, dando a entender que tava aceitando um caminho que não queria. O tarado queria continuar olhando pra bunda dela e apoiando, mas tentava seguir o caminho certo, resistindo à tentação de um jeito bem fraco. Tinha herdado os genes dele, mas eu ofereci menos resistência.
- Por exemplo, pai não conseguiu evitar de ver algo que não devia agora há pouco... me perdoa, Tammy, coração, você se jogou na mesa e mostrou tudo, quase que é a mesma coisa que estar pelada com essas calcinhas fio dental que você usa, são tão pequenininhas... e eu sou de carne e osso, me desculpa por falar.
- Já te falei, pode olhar se quiser. Não tenho nada que você já não tenha visto antes. Sou a mesma que você trocava fralda.
- Por favor, você não tem nada que eu já tenha visto antes, quando eu trocava sua fralda você era uma coisinha e agora... uma coisona. O que que você me faz falar?
Tammy riu, papai não, eu senti que ele tava muito nervoso, tentando não parecer arrasado pela própria decisão. Provavelmente essa devia ser a conversa mais safada que eu já presenciei, tirando minhas conversas com a Tammy, claro. Agora, pela primeira vez. era um espectador passivo e via minha irmã toda tarada com outro.
- Não me incomoda que você me veja. - Insistiu. - Gostou do que viu, pelo menos?
- B-basta, Ta-tamara. - Gaguejei. - Acabei de te dizer que sou de carne e osso, você nem deveria perguntar uma coisa dessas, tá louca? - Tentou parecer indignado, mas o corpo não obedecia. A voz saiu meio trêmula e a mão esquerda, que eu via claramente do meu ângulo, estava apoiada na perna da minha irmã, entre a meia e o moletom, tocando a pele.
- Que exagerado, não tem nada de errado, não é como se eu fosse te denunciar ou contar pra mamãe. - Continuou esquentando a conversa. Ela tinha aquele talento de falar de situações picantes como se fossem a coisa mais normal do mundo. Também tinha que admitir uma coisa. Num único movimento de xadrez, movendo um peãozinho, já estava tomando a dianteira nessa corrida de perversão e parecia que papai ia meter nela ali mesmo em cima da mesa a qualquer segundo. Duvido ter o mesmo poder de convencimento que ela quando fizer minha jogada com a mamãe, nisso as mulheres gostosas levam vantagem natural.
- Fala baixo, que o Tomás vai ouvir, pelo amor de Deus.
- Ninguém vai ficar sabendo, não vou contar nada.
- Do que você tá falando? Que coisa ninguém vai ficar sabendo? Repito, não quero você andando de fio dental pela casa nem sentando em cima de mim, entendeu? - Parecendo com medo de alguma coisa.
- E se eu não quiser? - Desafiou, virando o corpo de um jeito que ficaram quase cara a cara e, mais ainda, o pau devia estar encostando nela, roçando. Papai engoliu seco.
- Vou ter que te dar umas palmadas, igual quando você era pequena. - Ameaçou. - Fui criado à moda antiga, com castigo físico, me desculpa, meu amor, mas tenho que ser severo. - Começou a se justificar de um jeito mais convincente, como se tivesse aceitado o jogo da minha irmã.Ok., vou tentar me lembrar, sem mais beijinhos, sem mais colo, sem mais selinhos.
- Tá bom, tá bom, os selinhos eu até aceito porque você é minha queridinha, mas não na frente da Sandra que ela fica com ciúmes.
- Sério? Que otária, nem é tão grave assim um beijinho de pai e filha.
Como eu imaginei que ia rolar, Tammy se esticou um pouco e colou os lábios nos do pai, num beijo estalado que deixou a onomatopeiachuickgravada no ar e ressoando nos meus ouvidos.
- Devagar! Já ouvi de novo. - Ela repreendeu sem vontade, apertando as costelas dela com carinho. - Além disso, eu disse beijinho, não beijos. Quer que eu te dê uns tapas na bunda?
- Os castigos físicos ficam por tua conta, como você disse. - E Tamara se levantou. Pude ver da minha posição como o pai não moveu um milímetro o corpo e a mão para roçar ela bem contra ele. Tammy ficou de pé, com a bunda firme bem na frente dele, e com um movimento gracioso da perna, roçando a virilha dele com o pé, deu por encerrada a jogada e foi até o sofá pegar alguma coisa, se abaixando para pegar (com certeza o celular, embora eu só pensasse que ela estava mostrando a bunda de novo). Depois passou por mim com um sorrisinho no rosto, sabendo que eu tinha ouvido tudo e que a situação estava exatamente onde ela queria.
Era admirável como ela tinha se proposto a realizar uma fantasia com o pai dela, reconhecendo que tinhaproblemas com o paiSem um pingo de vergonha. Já estava ali, a metros da linha de chegada, cozinhando ele em fogo baixo, quase pronto pra tirar do forno.
- Agora é a sua vez com a mamãe, vê se supera isso... - Ela sussurrou pra mim e me mandou segui-la até o quarto com um dedo.
Ela me deixou no vácuo, mastigando a derrota. Minha mãe era diferente do meu velho. Eu tava em desvantagem porque a Tamara já tava esquentando a chaleira dele fazia tempo, sentando no colo dele, com os beijinhos molhados, os abraços surpresa e os pedidos melosos. Sem dúvida, meu velho tinha o gene do permissivo pro incesto, em poucas palavras, era um degenerado, um santiaguense de quem herdei características, mas potencializadas por mil.
Ele tinha aguentado bastante. Fazia tempo que existia aquela tensão estranha entre eles, eu como espectador percebia antes mesmo de dar o primeiro beijo na Tammy. Mamãe sempre reprimiu eles e ficava com ciúmes quando os via juntinhos, talvez pro olho destreinado fosse só uma filha carinhosa, pra mim, que tinha um detector de incesto, dava positivo a léguas sem precisar de teste.
- Vem, guy, fecha a porta. - Ela disse, tirando a tanga e levantando uma perna pra me mostrar aquela buceta grande, preciosa, sulcada por uma kitty rosa brilhante e porosa, bem de latina. - Vem cá, tô mais quente que pata de camelo...
Falando em pata de camelo, a buceta carnuda dela parecia uma, mas quando me ajoelhei e comecei a chupar, afundando minha língua entre os lábios dela, de seca não tinha nada.Mmm, isso aí, muito bem. — Me incentivou acariciando meu cabelo enquanto eu beijava e lambia com carinho, passando a língua com vontade por toda a buceta dela.
— Certeza que até sujou a calça do papai. — comentou juntando os lábios pra ver o suco escorrendo, sem exagero, era uma boceta suculenta e uma gotinha elástica se esticou até arrebentar.UfffAh, tomara que ele perceba que essas coisinhas me deixam toda molhada…
- E me puxando pelos cabelos, me incentivou a continuar com meu cunnilingus.
- Acho que quero transar com o papai, não basta só umas apalpadelas.
- Não me surpreende.
- Falei enquanto separava os lábios dela com dois dedos pra lamber o clitóris. – Você nunca se contenta com pouco, e teve tudo tão fácil que, se ele resolver te dar umas palmadas, acho que não vai conseguir se segurar.MmmJá tô imaginando. — Tammy se deixou levar — Ele me dar umas palmadas até deixar minha bunda bem vermelha e depois abrir bem meu rabo pra comer tudo.
Eu sorri, porque se eu estivesse na posição do meu velho, seria exatamente isso que eu faria. Filho de peixe, peixinho é.
Confissão de um filho atormentado
Não só tinha ouvido a conversa mais tarada da minha vida, como também a Tammy tinha deixado o celular dela posicionado de forma estratégica pra gravar tudo. Não sabia se ela tava pensando em fazer um chantagem, gravar a conversa ou só se excitar em capturar o momento. Enquanto eu fazia um oral nela, comendo toda a buceta dela de joelhos (feito um religioso adorador da kitty dela), ela revisava o momento que mais queria capturar no vídeo.
- Sim, tá aqui, o atrevido ficou me olhando mesmo. - Ela me contou. - Para de chupar um pouco, olha.
Limpando os lábios com a língua, fiz uma pausa pra ver, do sofá, que quando eu briguei com ela por causa dos biscoitos, com a Tammy em cima da mesa, o pai não perdeu um segundo e olhou pra baixo com um certo disfarce, vendo a xereca toda carnuda enchendo aquela fio dental, e talvez até as dobrinhas do asterisco. Apesar da distância e do ângulo, dava pra ver uma ereção proeminente onde minha irmã tava sentada antes.
- E ainda tava toda assim, nem me preocupei em me cobrir direito, só me liguei em deixar ela bem apertadinha.
- Que atrevida, com certeza te viu até o cú, você é uma safada…
- Tô morrendo, não acredito que ele transou com você, com meu tio, e até meu pai fica de boca aberta com a minha raba, que sortuda que eu sou.
Tammy me pegou pelos cabelos e, num gesto dominador, levantou a perna de novo pra me mostrar que queria que eu continuasse com uma das minhas especialidades: chupar aquela buceta. Tava com a tarada a mil e queria aproveitar. Dava pra ver que ela tava excitada, com a buceta ardendo a ponto de parecer febril, tava incubando alguma coisa ali dentro e não era covid-19 (ainda bem). Por via das dúvidas, coloquei ela na minha tromba feito máscara.
- Isso, irmãozinho, isso, assim que eu gosto… - Como sempre, ela adorava que eu fizesse o papel de submisso e inocente, embora não sei o que tinha de inocente naquela altura.
Tammy começou a se balançar pra esfregar a buceta no meu rosto inteiro, era tipo um pincel macio e molhado que me Pintava o rosto dela com minha excitação, eu fazia força pra cima como se quisesse levantá-la com a boca, afundando meus lábios na buceta suculenta dela até sentir que ela gozava em mim, apertando meus cabelos e me enforcando com as pernas na cabeça.Viúva NegraoCammy White, que costumavam prender as cabeças dos seus sortudos oponentes com as patas.
- Você pensou em mim ou no papai? - Perguntei, me deliciando.
- Em você, otário. - Me repreendeu enquanto limpava a buceta com um lencinho úmido (até fazendo isso ela parecia gostosa).pra caralho- Tenho sorte de realizar a tarra de fazer isso com você, não vou ficar pensando em outra fantasia enquanto vivo uma, isso deixo pra quem transa sem satisfação.
Depois desse presente de sabedoria da minha irmã, não demorou muito nos dias seguintes, a ponto de eu temer que nossa nova obsessão se prolongasse. O amasso constante com a Tammy, nossos velhos alternando dias de trabalho, eu obcecado com os vídeos de milfs de legging... Pra piorar, fez tanto frio que nem a Tamara se animava a andar de lingerie, parecendo uma filha enjoadinha e inocente de novo. Enquanto isso, a situação no país piorava como todo mundo sabe, não vou entrar em detalhes com isso, o que era inevitável era ficar meio na bad.
O que vou detalhar é o que protagonizei quatro dias depois com a mamãe, na sala, enquanto ela retomava as práticas de yoga depois de vários dias sem fazer. Aconteceu um déjà-vu prolongado, na mesma sala, com os mesmos DVDs, o colchonete e minha câmera indecente. Perguntei de novo se ela se importava de gravar uns vídeos e minha mãe disse que não tinha problema.
- Acho estranho você sempre me pegar pros seusprojetosde cinema.
- São só treinos, até poderia filmar a Tamara pintando ou desenhando, mas é um saco. - Me desculpei.
Naquele dia fiz umas filmagens muito boas, pra completar, tava usando uma legging com estampa meio anos oitenta bem colorida, uma regata larga e por baixo, um daqueles sutiãs elásticos que ginastas usam. A roupa dela tranquilamente podia ser aceita num vídeo pornô, isso somado a um ingrediente novo: uma bola de ginástica.
Enquanto filmava, minha mente lembrava como os homens rasgavam aquelas calças pra atacar os buracos das milfs a dentadas ou picaçadas, minha boca enchia d'água só de pensar.Não sei que vírus me mordeu, que sou capaz de ter esses pensamentos sobre a minha coroa.Pensava enquanto a via se alongar antes de usar a bola. "Tammy se insinuando pro pai, eu filmando a mãe de um jeito obsceno, se não formos presos é um milagre". Embora sempre tivesse visto a mãe como gostosa, na real, com o emprego de secretária executiva, ela devia despertar todo tipo de fantasia no trabalho, e com as leggings e posições expostas, me trazia umas ideias novas e frescas na cabeça.
Minha câmera capturou quando ela se deitou de bruços na bola, sem desconfiar que o próprio filho tava imortalizando a bunda dela de legging em vídeo. Não conseguia saber se ela tava de calcinha ou não, os dois podiam ser verdade.
A mesma coisa quando ela virou pra ficar de barriga pra cima. Dei um jeito de filmar a barriguinha chapada e durinha pra idade dela, e mais pra baixo, a ppk que eu não conseguia evitar de imaginar pelada. A barriga dela fazia uma curvinha descendo, coisa natural pela idade, e entre as pernas, subia de novo formando uma conchinha marcada. Meu velho era um cara muito sortudo.
- Esses exercícios são ótimos pra coluna, a bola faz um arco perfeito e ainda endurece a barriguinha - me explicou a mãe, concentrada no alongamento.
- Ela tá dura? A barriga, digo. - Perguntei sem perceber o duplo sentido, porque na real, quem tava duro era eu.
- Olha só. - A mãe levantou um pouco a camiseta e me mostrou a barriga, eu, sem perder tempo, coloquei a mão nela e apalpei com cuidado, sentindo que realmente tava meio durinha. Mantive a mão e rodeei a cintura dela de um lado pro outro, como se tivesse fazendo uma massagem. Era a primeira vez que tocava a pele dela com más intenções, e ela percebeu.
- Que mão boba você tá ultimamente... mais do que apertar, você tá me acariciando.
- Desculpa, é que sim, você tá bem firme, parece que a ioga também ajuda. - Falei, tirando a mão um tempo depois. Sandra me olhou meio desconfiada. Qualquer um começaria a suspeitar de algo estranho.
Pra não me repetir (até aqui é quase um refrito, não vou vou negar) direi que o interessante chegou quando ela tentou fazer uma posição chamadavelaque é ficar apoiada nos homens e na nuca, levantando o tronco e as pernas em direção ao teto, formando uma linha reta horizontal com o corpo.
- Você pode cair, mãe, se quiser eu seguro você, só por precaução.
- Que pouca fé você tem em mim, nem parece que vou desmoronar. – Ela disse enquanto assumia a posição, levantando as pernas, usando os cotovelos como colunas. Deixando a câmera de lado, me preparei para ajudar. – Não estou tão velha assim.
- É por precaução. – Falei, e de pé, com a bunda dela na altura da minha virilha, segurei os pés dela e notei que ela tinha uns pés lindos. Se eu fosse desse tipo de fetichista, não teria me segurado. Estavam ali, ao alcance, macios, brancos, com unhas bem cuidadas pintadas de rosa. Mas meu fetiche era outra parte do corpo.
Com o passar dos segundos, me aproximei, me aproximei, até que minha ereção fez contato com a bunda dela. Na televisão tocava uma música relaxante que não surtiu efeito em mim, nem na minha mãe, que sentiu o contato firme do pau do filho contra o rabo dela.
Sandra abriu os olhos, talvez pensasse que eu estava tocando ela com a câmera, mas eu apertei um pouco mais pra ela sentir, minhas mãos, mais do que segurar os pés dela, foram descendo pelas pernas num carinho até quase chegar no quadril dela, eu estava apoiando ela em pé e com a bunda virada pra cima. Meu pau estava dobrado de lado, levemente na diagonal, cutucando uma nádega dela sem disfarce. A excitação me levava a envolver o quadril dela com as mãos pra tocar algo mais escondido entre as pernas dela.
- Isso foi o que eu pensei que foi? – Ela disse, abandonando a pose com uma agilidade.arranha-cumesca- Você me apoiou?
Na minha cabeça, como se minha caixa craniana fosse um estúdio de TV, as luzes acenderam e um apresentador no estilo deQuem quer ser milionário?me iluminou 4 opções sob a premissa de coisas que aconteceriam no segundo seguinte.A) "Tapa que me manda pro dentista sem escalas"
😎 "Discurso de moralidade de mãe compreensiva"
C) "Saída de cena pra apagar o momento constrangedor da existência"
D) "Chamado pro 911— Cê tá querendo me dizer que foi isso? – Ela insistiu, se aproximando, a resposta A parecia a mais certa.
— Agora entendi… era pra isso que serviam os vídeos, os carinhos, cê tava me usando pra sua tesão… – Ela caiu na real do meu plano. Claro, ia me dar um sermão de moral ou algo assim.
— Mãe, por favor, senta, deixa eu te contar. – Pedi com calma. Se eu tinha metido os pés pelas mãos como nunca, pelo menos queria sair dessa da melhor forma possível.
Sandra me olhou incrédula diante da calma com que eu falei. Tava prestes a explicar minha jogada com a mesma naturalidade que alguém pediria uns trocados pra sair pra beber, antigamente, quando ainda dava.
— Não nasci ontem, Tomás, essa parada dos vídeos, da siririca, deve ser desses sites pornôs de merda que têm hoje, acham que a gente é buraco, principalmente as coroas como eu que chamam de milf.mães que eu gosto de foderO que eles pensam? Ainda por cima, sou sua mãe! — Ela se deu conta de repente desse pequeníssimo detalhe. Merda, Tammy com o pai tinha tido mais facilidade, era o poder de uma bunda.
— Mãe, por favor, senta, tô morrendo de vergonha, mas pelo menos me deixa falar.
— Você tá morrendo de vergonha? E eu, hein?
Sentei. Na psicologia diziam que instintivamente a gente tende a imitar gestos, talvez fosse uma arma infalível pra contagiar o gesto nela.
— Quero que me diga agora o que tá rolando! — Exigiu sem levantar a voz, sentando. Talvez desse pra levar na boa. — Vai, fala antes que eu toque fogo no computador e em tudo, parece que você não entende o que aconteceu, a putaria que você fez.
— É grave demais e vergonhoso o que aconteceu, eu entendo. — Comecei meio nervoso. Por sorte, naquele último tempo, graças à Tammy e minhas aventuras com ela envolvendo até meu tio, eu conseguia falar sobre esses assuntos.heavysSem me abalar. Afinal, não vamos esquecer que ela tinha tido uma orgia de verão, essas coisas te dão um baita choque térmico na vida.
- Quero que me diga, o que está acontecendo com você, não vou repetir.
- São muitas coisas, mãe, tenho vergonha do que vou dizer, mas desde que estou aqui trancado e te vejo vestida assim, estou tendo pensamentos que não deveria ter, pensamentos que um filho nunca deveria ter pela mãe… não fica brava, por favor, eu sei que é muito errado, estou morrendo de vergonha e se eu pudesse me controlar, nem teria começado.
- É uma doença que você tem? Não entendo isso de não conseguir controlar, a não ser que seja um tique autista ou algo assim.
- Não, não, nada a ver. - Meio estranhado pela conclusão dela. - É algo incontrolável, mas não nesse sentido, é como uma atração, uma fantasia que surgiu e não consigo tirar da cabeça por mais que eu tente racionalizar.
- São todos esses vídeos pornô que têm agora, a sexualização da mulher, dizem, estão te deixando doente… - Sim, definitivamente ela estava se acalmando e isso era bom. A opção correta tinha sido a B.Discurso de moralidade de mãe sufocantee ouviria com atenção, jogando meu papel de filho inocente perturbado pela situação e pelo ambiente. As mães sempre sentem compaixão se o filho é a vítima.
- Tá vendo por que você precisa ter uma namorada? Mesmo que seja pra uma videochamada, ou como falaram na TV pra ter sexo virtual, ou que te mandem fotos e essas coisas perigosas de jovem.
- Não é só isso, eu tava bem antes da quarentena sendo solteiro. – Embora já fazia um tempo que eu não era solteiro, pode-se dizer. – É o isolamento que me mudou, te ver assim tira o pior de mim... – olhando ela de cima a baixo numa jogada perigosa – embora não tô dizendo que é culpa sua, não, sou eu que tenho problema por gostar de mulheres milf gostosas, do seu tipo. – Dando uma indireta pra ver se ela pegava. – Além de que se respira um clima estranho na casa...
- Clima estranho? – Perguntou meio corada, talvez eu tivesse exagerado nos elogios.
- Vamos mãe, você também vê... – E numa jogada de mestre, coloquei a Tammy na parada, na esperança de dar à minha mãe uma chance de se vingar daquele agarramento que tanto incomodava ela entre minha irmã e meu pai. – ... minha irmã andando de fio dental pela casa toda melosa com o pai, sentando no colo, eu vejo isso e penso que não tenho a mesma atenção, o mesmo carinho, e me imagino tendo a mesma atenção com você. Por que que eles podem ter todo esse contato e eu não posso ter nada com você?
Minha mãe abafou uma risada. A conversa era uma montanha-russa, primeiro achei que ela ia me arrancar os dentes na porrada e agora até parecia comovida com meu Oscar de melhor sonsa do ano.
- Seu pai, não sei em que ele tá pensando, tô notando ele muito... como dizer isso de forma suave? Bom, já que a gente tá falando desses assuntos, mais ativo do que nunca. Não tô dizendo que é por causa das roupas da sua irmã, eles são assim, carinhosos, sempre se deram bem, você tem que entender que as filhas são muito apegadas aos pais, e a Tammy nunca quebrou esse apego. Pelo visto, alguns filhos são muito... Grudados nas mães também."
— Tá falando de mim.
— Sei lá, não quero causar polêmica nem tô jogando a responsabilidade pra fora, eu assumo o que fiz — expliquei — só tô dizendo que sinto ciúmes e perceber isso me envergonha nessa altura, pelo menos você tá me dando a chance de conversar sobre isso, mãe, o que é mais do que eu esperava.
— Coração… — Ela disse, toda enternecida, acariciando meu rosto. — Todo mundo nessa quarentena tá meio… mais sexual, carente de carinho, com tanta notícia ruim e morte a gente quer sentir mais coisas boas, eu escuto isso, percebo. Sabe que sou sua mãe e não pode ficar me filmando e me tocando com essas intenções, essas sensações você devia buscar em outro lugar. Era pra isso que serviam os vídeos? Pra você se tocar pensando na mamãe?
Aquele tom que ela usou ao dizer "pensando na mamãe" despertou uma nova ereção.
— Eu fiz planos do seu corpo porque acho… lindo, queria fantasiar que era outra pessoa, mesmo que não tenha funcionado.
— Por que não? — Ela parecia interessada, talvez por ser a primeira vez que tinha esse tipo de conversa com o filho. Falar com um filho sobre esses temas tão pesados na primeira vez era o equivalente a se alistar no exército e marchar pro Afeganistão no dia seguinte. Eu, no entanto, me sentia num ambiente mais natural, conseguia continuar conversando mantendo o desconforto no mínimo.
— Você não vai gostar disso… é que mesmo assim dava pra ver seu rosto e eu não liguei, não fica brava, por favor, é o que um corpo assim me causa, essa roupa, o cabelo loiro.
— Não, Tommy, como vou ficar brava? — Me abraçando, meio enternecida, talvez eu pudesse levar a conversa por esse lado, parecia que ela não tinha entendido que eu deixei claro que tinha me masturbado mesmo que a ilusão de que a protagonista era outra não tivesse funcionado. — Pra isso servem as namoradas, não vê? Você precisa conhecer alguém, conversar, ver por zoom, essas coisas que fazem agora, a quarentena te pegou mal, coração.A coroaPensei na real.
Dei um sorrisinho. Se ela soubesse que eu já tinha namorada há tempos, morava junto com ela e a gente tava no meio de uma reconciliação bem sexual.
— Quer que a mamãe arrume uma putinha pra fazer ciber sexo pelo menos? Posso dar uma olhada numa coroa se você não tem coragem de procurar sozinho.
Eu neguei com a cabeça, com um sorriso sem graça.
— Não, é inseguro, ainda mais nesses tempos, meus esquemas não envolvem putas. — Respondi seco. — Por isso peço pra você não ficar brava, é contigo mesmo.coisa, espero que quando tudo voltar ao normal isso passe, por enquanto te prometo que enquanto você estiver fazendo ioga não vou aparecer, isso não vai acontecer de novo…
- O que você quer dizer com ratos? – Ela continuou com o interrogatório mais desconfortável do mundo.
- Você disse que inveja sua irmã de certa forma, se não entendi errado. Quer que eu seja mais carinhosa só, ou algo mais?
- Já que fiz uma merda enorme, se não der escândalo nem você ficar brava, já tá de bom tamanho. – Aceitei, interpretando o filhinho bonzinho vítima da quarentena. Se ela se indignava tanto com a ideia, aquele era o momento ideal pra encerrar o papo e partir pra outra, mas…
- Vamos, não fuja da pergunta. Me diz o que você quer exatamente, para de se fazer de sonsa que eu tô sentindo tua ereção daqui. – Ela disse, olhando pro meu volume, que mesmo não estando muito inchado, tava duro e comprimido como se eu tivesse usando uma sunga.
- Não sei, meus ratos são variados, aceitaria qualquer coisa…
- Você teve coragem de me apoiar, de me filmar, e não me diz o que gostaria que eu fizesse pra acalmar esses ratos.
Meu coração deu um pulo, ou melhor, meu estômago, sei lá, foi como quando você tá dormindo e no meio do sono parece que tropeça ou cai, dando um susto.
Aquela conversa tinha ido mais longe do que eu imaginava, e a reação dela, de curiosidade e compreensão, eu nunca teria acreditado que aconteceria. Decidi jogar tudo e me abrir, soltando os ratos da gaiola.
- Fantasio com você vindo no meu quarto, me tocando, eu te tocando, e você me masturbando com a mão enquanto eu beijo tudo que tiver ao alcance. – Dediquei um olhar pros peitos dela comprimidos debaixo da camiseta.
Sandra soltou uma risadinha, vermelha que nem um tomate, um monte de nervos, enquanto balançava a cabeça. Um monte de reações de alguém que não tava preparada pra ouvir uma confissão dessas… e eu continuei.
- Também que sou eu quem te visita quando você tá sozinha na cama, de lingerie, dormindo, e te percorro com a boca. todo o corpanço, te acaricio, e mesmo se retorcendo, você se faz de…
- Tá bom, tá bom, te entendi. – Ela me cortou tapando os ouvidos igual uma mocinha. – Pensei que tinha escapado, mas você é o pior dos três. Tem uma imaginação… que dá medo.
- Dos três?
- Você herdou os genes pervertidos do seu pai e do seu tio. – Ela passou a me explicar, sem perder a confiança ou talvez, precisando mudar de assunto. – Seu pai quando a gente se conheceu era um louco do caralho, um atrevido. Nem depois de casados, com a Tammy a caminho, ele se acalmava, e a gente brigava pra caralho por causa dos arroubos dele.
- Não parece. – Era verdade, além do agarramento com a Tamara, não dava pra imaginar que ele fosse uma pessoa tão passional. Era um cara tranquilo, família, não costumava fazer comentários ou piadas pesadas, diferente do meu tio.
- Ah, sim, acredite, era um pervertido. Mas pior é seu tio Nacho. Talvez você não lembre direito porque a gente tá brigado. – Se ela soubesse que a gente encontrou ele por acaso numa praia de nudismo em Mar del Plata nas minhas últimas férias particulares com a Tamara. – Ele passou dos limites há uns anos e cortamos contato de vez. Pensei que você não tinha herdado esse… fogo, digamos, e não, você é igualmente atrevido, moleque.
Como ponto final, como assinatura do documento que selava minhas intenções, ela bateu no meu nariz com um dedo.
- Vai ser difícil te ver como meu menino bonzinho de agora em diante. Você tem umas fantasias interessantes.
- Continuo sendo bonzinho, minhas ideias é que não são. – Esclareci, não muito errado. – Não vamos fazer um escândalo disso, por favor, já te falei que vou deixar você fazer suas coisas sozinha e vou me controlar, hoje passei dos limites pra caralho.
Minha mãe me deu um olhar desconfiado, como quem dizcerteza que você vai se segurar, certezae me disse umas palavras que me deram um golpe mais forte que um murraço deBroly, o velhoBrolyTirado e sem alma dos primeiros filmes.
- Uma amiga minha, não vou te falar qual, viveu algo parecido com isso, embora foi ela quem tomou a iniciativa quando se separou do marido e ficou sozinha com o filho dela. – Eu escutei surpreso porque ela me contaria uma parada dessas. Minhas esperanças cresciam que nem o cosmos.Seiya(Sim, sim, já sei, são referências baratas, mas isso ainda se chama Irmã Otaku) – E não demorou muito pra eles acabarem transando.
- Juro que não sei se iria tão longe, minhas fantasias são mais sutis, embora não saiba até onde eu iria.
- Ela foi longe pra caralho. Fizeram isso várias vezes, e com minhas amigas até pensamos em denunciar ela quando confessou… decidimos pensar melhor, porque o filho dela se formou no ano seguinte, trabalha muito bem, é um cara foda que tem uma vida super normal, um amoroso de verdade. Acho que agora ele vai casar, inclusive. – Ela me contou com toda naturalidade. – A moral da história é que ela, ele, todo mundo ao redor seguiu em frente, apesar de terem cometido incesto, curtiram a parada e tudo continuou… então me deixa pensar um pouco, deixa eu processar isso e chegar a uma conclusão. Fica de olho no seu celular e não dorme com sua irmã, porque quem sabe, o fada da calça legging não aparece.
Apesar de ser uma piada engraçada, não consegui rir. Tava surpreso com meu sucesso e fiquei igual o preto dos memes.
Fiquei de boa, como dizem.Bart SimpsonMinha mãe saiu do sofá e eu fiquei ali, paralisado, processando a ideia de que minha jogada tinha funcionado. Uma milf, minha própria mãe, consideraria ter um caso comigo e, mesmo eu me segurando, quis pular até o teto de tanta excitação, uma excitação estranha e mórbida.
Reconquistamos o sofá.
Como eu lembrei pra vocês com minhas referências loucas de anime, isso ainda se chamaIrmã OtakuE, mesmo que a gente tenha se afastado um pouco do cosplay (pra minha irmã, bastava mostrar a bunda pra ser gostosa e ela não tinha tempo de preparar cosplays), Tamara continuava firme com a sua maga hentai de própria autoria, que quase contava a nossa história.
Mesmo tendo ficado surpresa com meus avanços quando contei o diálogo pornô com a mamãe, mais pesado que o dela, ela ficou decepcionada por não ter aproveitado a situação e o clima do momento pra ir um pouco mais longe.
— Um toque na perna, um beijo igual os que dou no papai, sei lá, algo assim — ela disse. — Por enquanto, eu tô na frente, tô mais perto que você e não esquece que depende dela pra completar seu joguinho. — Piscando um olho.
— Cê percebe que a gente tá virando a casa de pernas pro ar? Já é suficiente ter falado tudo que eu falei, lembro e não acredito — falei, deitado na cama. Por sorte, ela tava ouvindo aberturas deNaruto(Claro, aqui está a tradução solicitada:)
Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Silhuetaacho) e podíamos conversar à vontade.
- Você não é o primeiro nem o último que tem umCrushCom a mãe dela, mais de uma também fica com tesão na ideia, só que nunca admitiriam. Me surpreende que ela tenha te contado uma intimidade da amiga dela, deve ser a Patrícia. É a única que conheço que tem um filho mais velho e mora sozinha com ele.
- Não sei se você vai me vencer nessa - desafiei, me sentando. - Olha, papai e eu não fechamos nada concreto, e eu e mamãe sim, acho que vou riscar da minha lista "sexo com um progenitor" antes de você. - Brinquei, admirando os desenhos dela.
- Vamos ver, vamos ver. Se ele acordar de mal humor e falar que é uma loucura o que vocês conversaram e te mandar pro psicólogo, vou me cagar de rir mais que o Coringa no último filme.
Nisso, chamaram a gente lá de baixo pra comer. Tammy, talvez se sentindo desafiada pelos meus avanços na partida de xadrez incestuosa em que eu tava dando xeque, voltou depois de uns dias ao seu visual clássico de provocar: moletom grande, meia até a coxa e fio dental.
- Oi, papai, não ouvi você chegar. - Falou, abraçando ele por trás e dando um selinho, enquanto mamãe servia nhoque com molho e um pouco de frango que tinha sobrado misturado.
- Falei pra você nada de selinho, love. - Repreendeu ele, sem nenhum pingo de credibilidade, enquanto se servia.
Eu, sentado na mesa, não esperava nada do que aconteceu depois. Mamãe, por trás, pegou minhas bochechas e me deu um selinho molhado e apertado que ficou grudado em mim por uns três segundos. Meus instintos me fizeram quase dizerTammyo que teria sido um desastre.
- O que você tá olhando assim? – Desafiou o papai ao ver que ele ficou de boca aberta.
- Pra cada beijinho que vocês derem, eu vou cobrar do meu filhote. – Se desculpou me abraçando por trás. – Já falei pra vocês dois safadinhos que esses beijinhos me incomodam, então resolvi levar de outro jeito.
- Tá bem, mamãe, você me surpreendeu, isso sim. – Fiquei do lado dela deixando claras minhas intenções, sem conseguir evitar lamber os lábios.
- Bom, pode fechar a boca, papai. – A Tammy zuou ele – Não vai ficar com ciúme, vai? Foi só um beijo, depois fuck you outro e a gente faz competição. Pra mim, a gente ganha de lavada, temos mais experiência que eles.
- Tammy, cala a boca e come. – Ele pegou no pé dela enquanto eu trocava olhares cúmplices com a mamãe, que me deu um tipo de olhar que nunca tinha me dado antes.
Naquela mesma noite, depois daquela janta que o papai engasgou, como não dava pra dormir com a Tammy por medo de outra ninfa incestuosa resolver me visitar, fiquei de plantão no sofá da sala, vendo uns comerciais da HBO. Tava todo mundo hypado com a revolução das produções da DC, e mesmo eu estando por fora das paradas de quadrinhos, achei que era um ressurgimento importante.
As horas passavam, e só de fantasiar a mamãe descendo as escasas de roupas leves pra pedir pra eu desligar a TV e se juntar a mim no sofá, já me deu uma ereção. Me senti muito ansioso, eu sei. O papai tava em casa, dormindo com ela, talvez colado naquele corpo gostoso, então era impossível que ela resolvesse me fazer a festa numa noite dessas. Na minha cabeça, uma aventura matinal, com o papai trabalhando e a Tammy dormindo ou fazendo compras, era o cenário mais provável se algo rolasse.
Ouvi passos, olhei pra cima, pra esquerda, pra ver quem tava descendo as escadas. Era a Tamara, andando silenciosa como uma gata, afundou aquelas carnes poderosas no sofá fazendo o mínimo de barulho. Não vou dizer que me decepcionei, seria exagero, só que depois de tanto fantasiar com a minha Mãe, quase pensei que meu sonho tinha se realizado.
- Você não veio assistir Netflix comigo. - Ela me repreendeu. - Já me trocou? - Perguntou, passando um dedo acusador no meu peito. - Até te notei decepcionado.
- Nunca te trocaria, é só uma fantasia, uma ideia maluca que alimentamos com nossas conversas, nossas confissões. E não, não estou decepcionado com sua visita.
- Percebeu que ela te deu a mesma resposta que eu? - Perguntou. - Quando você pediu pra voltarmos às nossas aventuras, eu disse pra me deixar pensar, nisso pareço com a mamãe, espero parecer em outras coisas.
- Espero que se pareça no sentido de que você me deu um sim na hora. - Lembrei. - Você gostaria que eu tivesse sucesso?
Tammy assentiu com cara de safada.
- Seria muito interessante. - Se aproximando de mim, me envolvendo com um braço. - Adoraria ver, embora seja difícil, talvez tenhamos que seguir caminhos separados e contar tudo quando pudermos. Eu com o papai e você com a mamãe.
- Sim, é lógico. - Disse, prestando cada vez menos atenção no que via na TV e mais na minha irmã. Ela estava muito gostosa com aquelas meias apertando as pernas dela. Olhei ela de cima a baixo e me aproximei. - Sem dúvida você vai ter combustível pro seu hentai. Como tá isso?
- Tá ficando mais rápido viver minhas histórias do que desenhá-las. É fácil quando se tem um irmãozinho pervertido pra colocá-las em prática.
E pra ilustrar o que disse, começou a acariciar minha virilha enquanto afundava os lábios no meu pescoço, me beijando, arrepiando minha pele, desencadeando uma ereção instantânea. Agradecia ao de cima (ou ao de baixo, sei lá) que meu pau fosse obediente como uma cobra amestrada que ergue o lombo ao primeiro toque da flauta.
- Se não fôssemos irmãos, já teria te proposto começar uma carreira no pornô, teria filmado tudo e te imortalizado na internet... você teria mais vídeos queMia Khalifate juro— Enquanto eu deslizava minha mão por baixo do moletom dela pra acariciar os peitos, procurei os bicos com os dedos e, assim que encontrei, apertei eles de leve.
— Não me importaria se você me filmasse e, diferente dela, eu ficaria feliz em aparecer sendo comida por você… — Ela disse, colando os lábios nos meus, sem medo de ser ouvida.
— Lembra quando a gente fez sexo ao vivo? Que loucura, a gente tava muito tarado.
— Claro, e agora certeza que não. — Falei enquanto descia a mão pra enfiar dois dedos na buceta dela, começando uma...batidocirculando quase na hora.MmmmNão, não, espera, você já me chupou hoje e encheu sua carinha de porra. — Ela sussurrou, a safada. — Agora é sua vez, vou te mimar como não faço há muito tempo...
— Não quer ficar de quatro pra eu te masturbar enquanto me chupa?
— Não, quero que você aproveite tudo, por ter sido tão bonzinho esses dias.
Tammy tirou minha calça, coisa perigosa, porque se mamãe ou papai descessem pra beber água ou mandar eu desligar a TV e ir dormir, não teria como escapar e me cobrir. Nem a cueca ela deixou. De qualquer forma, quando ela começou o boquete, fiquei tão relaxado que bem que podiam acender a luz que eu ia ficar de pernas pro ar de tanto prazer.
Me senti um rei, sentado no meu trono com a TV ligada (tava vendo uma série de terror chamada La Unidad, que perdi o fio da meada completamente) e minha linda irmã me fazendo um boquete toda devota, mal dava pra vê-la no escuro, só sentia o prazer gostoso da boca dela envolvendo meu pau, subindo e descendo, subindo e descendo num...carpinteirinhoPerfeito.
Sem nem se preocupar em ser silenciosa, foi me dando beijos por todo o comprimento e largura da minha pica até descer completamente pros meus ovos, que ela lambeu como uma gatinha em cada dobrinha com uma devoção admirável. Depois de lamber, passou a chupar, enfiando um ovo inteiro na boca com uma sugada forte, como se fosse um aspirador, sentindo ele ficar todo molhado e sendo sugado enquanto ela fazia uns barulhinhos fofos.mmm mmmm mmm mmmm mmm mmm…como se estivesse abafando gemidinhos contra mim.Uuuh, me mata Tammy, você é muito gostosa. - Falei acariciando o cabelo e a bochecha dela, onde eu sentia por fora a língua dela lambendo meu saco.
E isso não era nada, de surpresa, ela jogou meu quadril para fora do sofá, levantou minhas pernas e enfiou o nariz na minha bunda, respirando entre minhas carnes mais íntimas, me sentindo até a alma. Não se contentou com isso, passou a se esfregar de cima a baixo contra toda a minha buceta, sentindo o nariz e os lábios dela colados no meu hemisfério.
Não me deu tempo nem de gemer quando já estava abrindo minhas nádegas para enfiar a língua no meu cu. Já que uma mulher faz isso...adoraçãoUm cu igual ao meu, era raro de encontrar na vida real, eu tinha a sorte de ter alguém gostosa lambendo meu cu, e ainda por cima era minha irmã. Talvez naquela vez que ela me fez um rimming na presença do Nacho e com a Valéria sentada na minha boca, já tinha sido foda, mas uma chupada de cu sempre causava aquela sensação refrescante e gostosa única que a tornava inesquecível. O jeito que ela chupou naquela noite, com tanto capricho, mostrava que ela tava com tanta ou mais vontade que eu de lamber meu rabo.
- Como eu queria te filmar um dia… chupando meu cu assim…- Confessei meio doidão enquanto a Tammy, no modoputa completacontinuava ocupada, agora se ajudando com os dedos pra esticar o buraquinho e chegar no meu ponto mais sensível.
— Mesmo que seja pra te imortalizar me dando esse prazer.
— Bom, eu gostaria. Na próxima me filma.
— Aceitou.
— Mas se lava no bidê, tá? Papel não adianta. — Considerou sem parar de lamber.
— Desculpa, que vergonha, a putinha da mãe. — Falei me abrindo. Não esperava que fosse ter uma visita oral tão profunda, senão teria me apresentado melhor.
— Não importa, só por precaução… — Embora não parecesse incomodar ela nem um pouco, me deu uma certa agonia.
— Faz uma punheta enquanto eu chupo, quero que você goze assim.
— Beleza, vai ser fácil, continua, continua… — Pedi segurando minha vara, me deixando levar pela sensação da Tammy dando beijinhos na bunda toda, bem barulhentos, como se tivesse esquecido que a gente tava na sala com nossos pais dormindo. Me perguntei que cara eles fariam ao ver a filha toda esparramada no chão pra alcançar meu cu com conforto e eu batendo uma como um rei.
Passaram uns três ou quatro minutos (demorei um pouco mais de propósito, queria prolongar o momento) até que peguei Tammy pelos cabelos e empurrei a boca dela contra meu buraco, com as pernas abertas pra gozar com violência sobre minha barriga, mão e o próprio pau, que ficou todo lambuzado de porra.
Tamara continuou um tempinho me degustando até que eu abaixei as pernas e ela seguiu com a limpeza da cena do crime, chupando até a última gota de porra das minhas mãos, do meu pau, de onde quer que meus tiros tivessem caído, tudo ia parar no estômago dela.
— Tammy, isso foi… foda. Você é uma deusa…
— O que eu falei sobre se lavar no bidê era mentira, foi só pra te deixar mais excitado.
— Me deixou bem desconfortável e me senti mal por você.
— Bobinho, não me incomoda que você esteja natural, se nunca reclamou dessas coisas quando me chupou.
— Tammy, você é uma puta sem limites. — Falei e levei um tapinha suave.
— Mais. respeitoPapaiAcho que a mamãe não vai te dar esse serviço não. Até amanhã, porco.
Me deixando ali, seminu com o pau mole escorrendo, dormindo de lado feito cabeça de tartaruga desacordada, pensando que minha cabeça, a de cima, ia explodir com todos os projetos sexuais que eu tinha na mente. Minha cabeça era um ninho de ratos, uma família de nunca gozar, e eu não podia acreditar que depois de tanta estrada, ainda continuava tendo surpresas gostosas e novas fronteiras pra explorar.
Continua...
Capítulos Anteriores:
Irmã Otaku Capítulo 1 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3727751/Hermana-Otaku-2da-Temporada.html?notification#comment-185844Irmã Otaku Capítulo 2 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3750217/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-2.html
Valeu por ler! Façam suas apostas! Quem vai mais longe na corrida incestuosa? Ou melhor, quem cruza a linha de chegada primeiro? Isso ainda tá pra ser decidido.
Se curtiram essa nova história, mostrem seu apoio deixando pontos, comentários, o que quiserem.

Hoje, além de usar imagens deDesculpa, não posso ajudar com essa tradução.de exemplo, apresento pra vocês a milf da história e mãe dos dois irmãos:SandraDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Tammy





Sandra






Um presentinho: um mapa da minha casa, pra vocês entenderem direitinho onde as coisas rolam. Não sei por que não pensei nisso antes, já que tanta coisa aconteceu nesses cômodos. Não zoem meu jeito de desenhar, a artista da casa é a Tammy, não eu.
Campo minado
Coitado de quem acha que casa é lugar seguro em tempos de pandemia. Como a gente tinha planejado, ocupamos nossas posições na sala, enquanto nossa vítima (ou vítima da Tammy) preparava uns projetos na mesa, ocupando quase metade dela: meu velho, nosso velho.
Eu tava numa posição estratégica: o lado oposto, lendo folhas impressas sobre cinema e, na mão, um pote com biscoito Oreo. Tammy também esperava o plano se concretizar do sofá da sala, claro que não dependia dela, mas sim do nosso pai.
— Estudando, eu? — Ele me perguntou, servindo uma xícara de café quente, preto igual às intenções minhas e da minha irmã.
— Sim, são umas paradas interessantes que encontrei e prefiro ler assim, no papel.
— À moda antiga, digamos, folha na mão. — Me corrigiu meu pai, que alternava do PC pras folhas azuis dos projetos, fazendo sei lá o quê. Tinha trabalhado no planejamento dos centros de emergência pra covid-19, mas agora não sabia mais o que tava planejando.
Tammy, no celular, se fazia de desligada de tudo quando, na real, era a mais protagonista, ela e a tanga dela, tanga que eu escolhi horas antes da gente chegar feito uma enxurrada na sala.
— Essa você gosta? — Ela me perguntou de manhã, assim que a gente levantou. A peça era a chave pra armadilha, tinha que usar umas meias altas passando do joelho e a tanga mais escandalosa possível. Na minha opinião, essa florida azul não era a melhor.
— Fica muito linda em você. — Falei, vendo ela dar uma voltinha. — Mas já te vi com outras melhores.
Tamara tirou a tanga na minha frente, pegou tipo a quinta que tava experimentando e vestiu como se tivesse sozinha num provador. Vi a bunda dela balançar, engolindo o fio da tanga com a mesma cara que uma criança vê o brinquedo favorito na vitrine.
— Essa? — Usando uma preta com um detalhe deOlá, Kittye palavras em japonês.MmmVi uma melhor que essa, também preta.
- Tipo quais? Alguma que você viu nos meus posts do Instagram?
- Sim, deixa eu ver… – E depois de fuçar no celular, encontrei uma foto em que ela usava e mostrei pra ela. Tammy sorriu.
- É a menorzinha, eu acho… – Pera, é uma das primeiras que eu experimentei – Tirando a tanga e colocando a tanga definitiva, uma pequenininha que se perdia na bunda mais do que as outras, e usada com os elásticos até passando do umbigo, marcava a xereca dela pra caralho.
- Desculpa, é que eu queria te ver vestindo e tirando essas tangas uma e outra vez.
- Você ganhou um beijo por tarado. – Disse premiando minha imoralidade com um chupão. – Mas já tinha percebido, você ainda não me venceu e hoje eu vou provar.
Essa era a que ela usava agora no sofá. Era a arma secreta dela, escondida entre as pernas lindas e debaixo de um moletom comprido que, junto com as meias, dava a ilusão de estar de perna nua. Com a tanga que eu escolhi, não tava longe disso.
De repente, o plano começou a se concretizar, papai mordeu a isca e pediu ajuda pra Tamara com uma página da internet.
- Desinstalei o AdBlock pra abrir um link, mas agora não consigo instalar de novo…Ufa, bom, lá vou eu. — E se fazendo de difícil, como se estivesse fazendo algo importante no telefone, foi com o pai e, como se fosse a coisa mais normal do mundo, sentou de novo no colo dele. Era a fase 1, e a mais importante, a mais difícil de executar porque não dependia de nós, mas dele, e de se ele tinha acordado com vontade ou não de apoiar a filha.
Em instantes começava a fase 2. Eu fiz meu papel comendo bolachas.
— Me dá uma Oreo. — Exigiu Tammy. Era a fase 2.
— Nha. Tudo pra mim. — Respondi sem nem levantar os olhos das minhas fotocópias, comendo outra.
— Você vai acabar com tudo, otário, me dá uma Oreo.
— Tomás, não seja idiota e dá uma Oreo pra ela.
— Que ela se levante pra pegar, como eu fiz.
De repente, a mesa balançou, ouvi o som de algo deslizando na madeira e Tammy conseguiu se agarrar na tigela de bolachas. Era a fase 3, a briga pelos biscoitos (não sei se vocês chamam de bolachas ou biscoitos, uso os dois nomes) era a desculpa para Tammy se inclinar completamente sobre a mesa como uma puta no cio, mostrando a buceta para o pai, a centímetros do rosto dele, como um eclipse solar acontecendo diante dos olhos dele, lindo e perigoso demais para ser visto diretamente.
Eu não tinha permissão para ver se o pai olhava ou não, teria sido muito estranho pegá-lo olhando a buceta da minha irmã, então continuei com meu papel, agarrei a tigela de bolachas e puxei com Tamara segurando nela, cada vez mais inclinada sobre a mesa.
— O que há de errado com você, tá doente? Me dá as Oreo!
— Acordei com muita fome, me deixa tomar café da manhã em paz! — E puxei, fazendo minha irmã quase se jogar sobre a mesa.
O pai não intervia. Comecei a bater na cabeça de Tammy com as fotocópias em uma das nossas melhores brigas falsas.
— Dá umas dessas bolachas pra ela, Tomás, faz o favor. — O pai se impacientou, quase falando uma besteira, e finalmente soltei a tigela, e Tammy sentou de novo na pica dura do pai, tão ereta que formava uma barraca impossível de evitar. Tamara teve que abrir as pernas pra que o pau não furasse a pussy dela e emergisse entre as coxas, ficando ali, preso entre aquelas pernudas.
- Quer uma batata? - Ela perguntou, se fazendo de sonsa como uma campeã.
- Instala o AdBlock de uma vez, por favor, meu céu. - Ele implorou, extremamente desconfortável, franzindo a testa, todo suado.
Nosso plano tinha funcionado e eu estava sobrando na sala, então peguei minhas coisas e saí da cozinha.
- Essa bunda gorda que tu tem vai explodir - falei pra minha irmã antes de subir as escadas. Na minha cabeça veio um meme muito antigo que dizia:me sinto como se tivesse 5 anos de idade.
- Tomás, para de brigar, não seja otário!Subi as escadas, tirei os tênis e, igual um maldito ninja, de meias, silencioso pra caralho, voltei pra entrada da sala só pra espiar a situação. Tudo fazia parte do plano.
Papai e minha irmã cochichavam. Nem perceberam que eu nunca entrei no meu quarto. Meus sentidos ficaram afiados como se eu fosse um...X-mene ouvi a bizarra conversa entre a Tammy e o nosso pai.
- … porque não, amor, porque não. Você sabe que não devia subir no colo, nem andar de fio dental, nem me dar uns beijinhos… já sabe por quê. Não tô falando que a Sandra fica com tesão só por isso. - Sussurrou meu velho, que mesmo pedindo distanciamento social, não tirava ela de cima e tava meio abraçado nela.MmmTe incomoda me ver assim? Tô de meia calça, talvez se não ligassem tanto o aquecimento.
- É, filhinha, dá pra dizer que incomoda sim, você sabe muito bem... agora, por exemplo, não se faz de sonsa, coração.
Minha irmã, claro, tinha notado, mas se fazia de boba com uma experiência imbatível nisso. Ela, melhor que ninguém, sabia que tinha uma pica apontada pra ela.
- Não tem nada de errado, pai, gosto de ser carinhosa com você, sempre vou ser sua princesinha, né? - Perguntou num tom meloso, bem doce. Com o pequeno detalhe de que tava falando com o próprio pai. - Pode olhar se quiser, não me importo, e mesmo que a mãe fique brava, tô nem aí.
- Que que você tá dizendo, Tammy? - Repreendeu ela, com menos vontade do que trabalhar num feriado. - Gosto de te mimar, mas é errado. Você devia se sentir desconfortável andando assim em casa, tem que parar com isso, por favor. - Suspirou, dando a entender que tava aceitando um caminho que não queria. O tarado queria continuar olhando pra bunda dela e apoiando, mas tentava seguir o caminho certo, resistindo à tentação de um jeito bem fraco. Tinha herdado os genes dele, mas eu ofereci menos resistência.
- Por exemplo, pai não conseguiu evitar de ver algo que não devia agora há pouco... me perdoa, Tammy, coração, você se jogou na mesa e mostrou tudo, quase que é a mesma coisa que estar pelada com essas calcinhas fio dental que você usa, são tão pequenininhas... e eu sou de carne e osso, me desculpa por falar.
- Já te falei, pode olhar se quiser. Não tenho nada que você já não tenha visto antes. Sou a mesma que você trocava fralda.
- Por favor, você não tem nada que eu já tenha visto antes, quando eu trocava sua fralda você era uma coisinha e agora... uma coisona. O que que você me faz falar?
Tammy riu, papai não, eu senti que ele tava muito nervoso, tentando não parecer arrasado pela própria decisão. Provavelmente essa devia ser a conversa mais safada que eu já presenciei, tirando minhas conversas com a Tammy, claro. Agora, pela primeira vez. era um espectador passivo e via minha irmã toda tarada com outro.
- Não me incomoda que você me veja. - Insistiu. - Gostou do que viu, pelo menos?
- B-basta, Ta-tamara. - Gaguejei. - Acabei de te dizer que sou de carne e osso, você nem deveria perguntar uma coisa dessas, tá louca? - Tentou parecer indignado, mas o corpo não obedecia. A voz saiu meio trêmula e a mão esquerda, que eu via claramente do meu ângulo, estava apoiada na perna da minha irmã, entre a meia e o moletom, tocando a pele.
- Que exagerado, não tem nada de errado, não é como se eu fosse te denunciar ou contar pra mamãe. - Continuou esquentando a conversa. Ela tinha aquele talento de falar de situações picantes como se fossem a coisa mais normal do mundo. Também tinha que admitir uma coisa. Num único movimento de xadrez, movendo um peãozinho, já estava tomando a dianteira nessa corrida de perversão e parecia que papai ia meter nela ali mesmo em cima da mesa a qualquer segundo. Duvido ter o mesmo poder de convencimento que ela quando fizer minha jogada com a mamãe, nisso as mulheres gostosas levam vantagem natural.
- Fala baixo, que o Tomás vai ouvir, pelo amor de Deus.
- Ninguém vai ficar sabendo, não vou contar nada.
- Do que você tá falando? Que coisa ninguém vai ficar sabendo? Repito, não quero você andando de fio dental pela casa nem sentando em cima de mim, entendeu? - Parecendo com medo de alguma coisa.
- E se eu não quiser? - Desafiou, virando o corpo de um jeito que ficaram quase cara a cara e, mais ainda, o pau devia estar encostando nela, roçando. Papai engoliu seco.
- Vou ter que te dar umas palmadas, igual quando você era pequena. - Ameaçou. - Fui criado à moda antiga, com castigo físico, me desculpa, meu amor, mas tenho que ser severo. - Começou a se justificar de um jeito mais convincente, como se tivesse aceitado o jogo da minha irmã.Ok., vou tentar me lembrar, sem mais beijinhos, sem mais colo, sem mais selinhos.
- Tá bom, tá bom, os selinhos eu até aceito porque você é minha queridinha, mas não na frente da Sandra que ela fica com ciúmes.
- Sério? Que otária, nem é tão grave assim um beijinho de pai e filha.
Como eu imaginei que ia rolar, Tammy se esticou um pouco e colou os lábios nos do pai, num beijo estalado que deixou a onomatopeiachuickgravada no ar e ressoando nos meus ouvidos.
- Devagar! Já ouvi de novo. - Ela repreendeu sem vontade, apertando as costelas dela com carinho. - Além disso, eu disse beijinho, não beijos. Quer que eu te dê uns tapas na bunda?
- Os castigos físicos ficam por tua conta, como você disse. - E Tamara se levantou. Pude ver da minha posição como o pai não moveu um milímetro o corpo e a mão para roçar ela bem contra ele. Tammy ficou de pé, com a bunda firme bem na frente dele, e com um movimento gracioso da perna, roçando a virilha dele com o pé, deu por encerrada a jogada e foi até o sofá pegar alguma coisa, se abaixando para pegar (com certeza o celular, embora eu só pensasse que ela estava mostrando a bunda de novo). Depois passou por mim com um sorrisinho no rosto, sabendo que eu tinha ouvido tudo e que a situação estava exatamente onde ela queria.
Era admirável como ela tinha se proposto a realizar uma fantasia com o pai dela, reconhecendo que tinhaproblemas com o paiSem um pingo de vergonha. Já estava ali, a metros da linha de chegada, cozinhando ele em fogo baixo, quase pronto pra tirar do forno.
- Agora é a sua vez com a mamãe, vê se supera isso... - Ela sussurrou pra mim e me mandou segui-la até o quarto com um dedo.
Ela me deixou no vácuo, mastigando a derrota. Minha mãe era diferente do meu velho. Eu tava em desvantagem porque a Tamara já tava esquentando a chaleira dele fazia tempo, sentando no colo dele, com os beijinhos molhados, os abraços surpresa e os pedidos melosos. Sem dúvida, meu velho tinha o gene do permissivo pro incesto, em poucas palavras, era um degenerado, um santiaguense de quem herdei características, mas potencializadas por mil.
Ele tinha aguentado bastante. Fazia tempo que existia aquela tensão estranha entre eles, eu como espectador percebia antes mesmo de dar o primeiro beijo na Tammy. Mamãe sempre reprimiu eles e ficava com ciúmes quando os via juntinhos, talvez pro olho destreinado fosse só uma filha carinhosa, pra mim, que tinha um detector de incesto, dava positivo a léguas sem precisar de teste.
- Vem, guy, fecha a porta. - Ela disse, tirando a tanga e levantando uma perna pra me mostrar aquela buceta grande, preciosa, sulcada por uma kitty rosa brilhante e porosa, bem de latina. - Vem cá, tô mais quente que pata de camelo...
Falando em pata de camelo, a buceta carnuda dela parecia uma, mas quando me ajoelhei e comecei a chupar, afundando minha língua entre os lábios dela, de seca não tinha nada.Mmm, isso aí, muito bem. — Me incentivou acariciando meu cabelo enquanto eu beijava e lambia com carinho, passando a língua com vontade por toda a buceta dela.
— Certeza que até sujou a calça do papai. — comentou juntando os lábios pra ver o suco escorrendo, sem exagero, era uma boceta suculenta e uma gotinha elástica se esticou até arrebentar.UfffAh, tomara que ele perceba que essas coisinhas me deixam toda molhada…
- E me puxando pelos cabelos, me incentivou a continuar com meu cunnilingus.
- Acho que quero transar com o papai, não basta só umas apalpadelas.
- Não me surpreende.
- Falei enquanto separava os lábios dela com dois dedos pra lamber o clitóris. – Você nunca se contenta com pouco, e teve tudo tão fácil que, se ele resolver te dar umas palmadas, acho que não vai conseguir se segurar.MmmJá tô imaginando. — Tammy se deixou levar — Ele me dar umas palmadas até deixar minha bunda bem vermelha e depois abrir bem meu rabo pra comer tudo.
Eu sorri, porque se eu estivesse na posição do meu velho, seria exatamente isso que eu faria. Filho de peixe, peixinho é.
Confissão de um filho atormentado
Não só tinha ouvido a conversa mais tarada da minha vida, como também a Tammy tinha deixado o celular dela posicionado de forma estratégica pra gravar tudo. Não sabia se ela tava pensando em fazer um chantagem, gravar a conversa ou só se excitar em capturar o momento. Enquanto eu fazia um oral nela, comendo toda a buceta dela de joelhos (feito um religioso adorador da kitty dela), ela revisava o momento que mais queria capturar no vídeo.
- Sim, tá aqui, o atrevido ficou me olhando mesmo. - Ela me contou. - Para de chupar um pouco, olha.
Limpando os lábios com a língua, fiz uma pausa pra ver, do sofá, que quando eu briguei com ela por causa dos biscoitos, com a Tammy em cima da mesa, o pai não perdeu um segundo e olhou pra baixo com um certo disfarce, vendo a xereca toda carnuda enchendo aquela fio dental, e talvez até as dobrinhas do asterisco. Apesar da distância e do ângulo, dava pra ver uma ereção proeminente onde minha irmã tava sentada antes.
- E ainda tava toda assim, nem me preocupei em me cobrir direito, só me liguei em deixar ela bem apertadinha.
- Que atrevida, com certeza te viu até o cú, você é uma safada…
- Tô morrendo, não acredito que ele transou com você, com meu tio, e até meu pai fica de boca aberta com a minha raba, que sortuda que eu sou.
Tammy me pegou pelos cabelos e, num gesto dominador, levantou a perna de novo pra me mostrar que queria que eu continuasse com uma das minhas especialidades: chupar aquela buceta. Tava com a tarada a mil e queria aproveitar. Dava pra ver que ela tava excitada, com a buceta ardendo a ponto de parecer febril, tava incubando alguma coisa ali dentro e não era covid-19 (ainda bem). Por via das dúvidas, coloquei ela na minha tromba feito máscara.
- Isso, irmãozinho, isso, assim que eu gosto… - Como sempre, ela adorava que eu fizesse o papel de submisso e inocente, embora não sei o que tinha de inocente naquela altura.
Tammy começou a se balançar pra esfregar a buceta no meu rosto inteiro, era tipo um pincel macio e molhado que me Pintava o rosto dela com minha excitação, eu fazia força pra cima como se quisesse levantá-la com a boca, afundando meus lábios na buceta suculenta dela até sentir que ela gozava em mim, apertando meus cabelos e me enforcando com as pernas na cabeça.Viúva NegraoCammy White, que costumavam prender as cabeças dos seus sortudos oponentes com as patas.
- Você pensou em mim ou no papai? - Perguntei, me deliciando.
- Em você, otário. - Me repreendeu enquanto limpava a buceta com um lencinho úmido (até fazendo isso ela parecia gostosa).pra caralho- Tenho sorte de realizar a tarra de fazer isso com você, não vou ficar pensando em outra fantasia enquanto vivo uma, isso deixo pra quem transa sem satisfação.
Depois desse presente de sabedoria da minha irmã, não demorou muito nos dias seguintes, a ponto de eu temer que nossa nova obsessão se prolongasse. O amasso constante com a Tammy, nossos velhos alternando dias de trabalho, eu obcecado com os vídeos de milfs de legging... Pra piorar, fez tanto frio que nem a Tamara se animava a andar de lingerie, parecendo uma filha enjoadinha e inocente de novo. Enquanto isso, a situação no país piorava como todo mundo sabe, não vou entrar em detalhes com isso, o que era inevitável era ficar meio na bad.
O que vou detalhar é o que protagonizei quatro dias depois com a mamãe, na sala, enquanto ela retomava as práticas de yoga depois de vários dias sem fazer. Aconteceu um déjà-vu prolongado, na mesma sala, com os mesmos DVDs, o colchonete e minha câmera indecente. Perguntei de novo se ela se importava de gravar uns vídeos e minha mãe disse que não tinha problema.
- Acho estranho você sempre me pegar pros seusprojetosde cinema.
- São só treinos, até poderia filmar a Tamara pintando ou desenhando, mas é um saco. - Me desculpei.
Naquele dia fiz umas filmagens muito boas, pra completar, tava usando uma legging com estampa meio anos oitenta bem colorida, uma regata larga e por baixo, um daqueles sutiãs elásticos que ginastas usam. A roupa dela tranquilamente podia ser aceita num vídeo pornô, isso somado a um ingrediente novo: uma bola de ginástica.
Enquanto filmava, minha mente lembrava como os homens rasgavam aquelas calças pra atacar os buracos das milfs a dentadas ou picaçadas, minha boca enchia d'água só de pensar.Não sei que vírus me mordeu, que sou capaz de ter esses pensamentos sobre a minha coroa.Pensava enquanto a via se alongar antes de usar a bola. "Tammy se insinuando pro pai, eu filmando a mãe de um jeito obsceno, se não formos presos é um milagre". Embora sempre tivesse visto a mãe como gostosa, na real, com o emprego de secretária executiva, ela devia despertar todo tipo de fantasia no trabalho, e com as leggings e posições expostas, me trazia umas ideias novas e frescas na cabeça.
Minha câmera capturou quando ela se deitou de bruços na bola, sem desconfiar que o próprio filho tava imortalizando a bunda dela de legging em vídeo. Não conseguia saber se ela tava de calcinha ou não, os dois podiam ser verdade.
A mesma coisa quando ela virou pra ficar de barriga pra cima. Dei um jeito de filmar a barriguinha chapada e durinha pra idade dela, e mais pra baixo, a ppk que eu não conseguia evitar de imaginar pelada. A barriga dela fazia uma curvinha descendo, coisa natural pela idade, e entre as pernas, subia de novo formando uma conchinha marcada. Meu velho era um cara muito sortudo.
- Esses exercícios são ótimos pra coluna, a bola faz um arco perfeito e ainda endurece a barriguinha - me explicou a mãe, concentrada no alongamento.
- Ela tá dura? A barriga, digo. - Perguntei sem perceber o duplo sentido, porque na real, quem tava duro era eu.
- Olha só. - A mãe levantou um pouco a camiseta e me mostrou a barriga, eu, sem perder tempo, coloquei a mão nela e apalpei com cuidado, sentindo que realmente tava meio durinha. Mantive a mão e rodeei a cintura dela de um lado pro outro, como se tivesse fazendo uma massagem. Era a primeira vez que tocava a pele dela com más intenções, e ela percebeu.
- Que mão boba você tá ultimamente... mais do que apertar, você tá me acariciando.
- Desculpa, é que sim, você tá bem firme, parece que a ioga também ajuda. - Falei, tirando a mão um tempo depois. Sandra me olhou meio desconfiada. Qualquer um começaria a suspeitar de algo estranho.
Pra não me repetir (até aqui é quase um refrito, não vou vou negar) direi que o interessante chegou quando ela tentou fazer uma posição chamadavelaque é ficar apoiada nos homens e na nuca, levantando o tronco e as pernas em direção ao teto, formando uma linha reta horizontal com o corpo.
- Você pode cair, mãe, se quiser eu seguro você, só por precaução.
- Que pouca fé você tem em mim, nem parece que vou desmoronar. – Ela disse enquanto assumia a posição, levantando as pernas, usando os cotovelos como colunas. Deixando a câmera de lado, me preparei para ajudar. – Não estou tão velha assim.
- É por precaução. – Falei, e de pé, com a bunda dela na altura da minha virilha, segurei os pés dela e notei que ela tinha uns pés lindos. Se eu fosse desse tipo de fetichista, não teria me segurado. Estavam ali, ao alcance, macios, brancos, com unhas bem cuidadas pintadas de rosa. Mas meu fetiche era outra parte do corpo.
Com o passar dos segundos, me aproximei, me aproximei, até que minha ereção fez contato com a bunda dela. Na televisão tocava uma música relaxante que não surtiu efeito em mim, nem na minha mãe, que sentiu o contato firme do pau do filho contra o rabo dela.
Sandra abriu os olhos, talvez pensasse que eu estava tocando ela com a câmera, mas eu apertei um pouco mais pra ela sentir, minhas mãos, mais do que segurar os pés dela, foram descendo pelas pernas num carinho até quase chegar no quadril dela, eu estava apoiando ela em pé e com a bunda virada pra cima. Meu pau estava dobrado de lado, levemente na diagonal, cutucando uma nádega dela sem disfarce. A excitação me levava a envolver o quadril dela com as mãos pra tocar algo mais escondido entre as pernas dela.
- Isso foi o que eu pensei que foi? – Ela disse, abandonando a pose com uma agilidade.arranha-cumesca- Você me apoiou?
Na minha cabeça, como se minha caixa craniana fosse um estúdio de TV, as luzes acenderam e um apresentador no estilo deQuem quer ser milionário?me iluminou 4 opções sob a premissa de coisas que aconteceriam no segundo seguinte.A) "Tapa que me manda pro dentista sem escalas"
😎 "Discurso de moralidade de mãe compreensiva"
C) "Saída de cena pra apagar o momento constrangedor da existência"
D) "Chamado pro 911— Cê tá querendo me dizer que foi isso? – Ela insistiu, se aproximando, a resposta A parecia a mais certa.
— Agora entendi… era pra isso que serviam os vídeos, os carinhos, cê tava me usando pra sua tesão… – Ela caiu na real do meu plano. Claro, ia me dar um sermão de moral ou algo assim.
— Mãe, por favor, senta, deixa eu te contar. – Pedi com calma. Se eu tinha metido os pés pelas mãos como nunca, pelo menos queria sair dessa da melhor forma possível.
Sandra me olhou incrédula diante da calma com que eu falei. Tava prestes a explicar minha jogada com a mesma naturalidade que alguém pediria uns trocados pra sair pra beber, antigamente, quando ainda dava.
— Não nasci ontem, Tomás, essa parada dos vídeos, da siririca, deve ser desses sites pornôs de merda que têm hoje, acham que a gente é buraco, principalmente as coroas como eu que chamam de milf.mães que eu gosto de foderO que eles pensam? Ainda por cima, sou sua mãe! — Ela se deu conta de repente desse pequeníssimo detalhe. Merda, Tammy com o pai tinha tido mais facilidade, era o poder de uma bunda.
— Mãe, por favor, senta, tô morrendo de vergonha, mas pelo menos me deixa falar.
— Você tá morrendo de vergonha? E eu, hein?
Sentei. Na psicologia diziam que instintivamente a gente tende a imitar gestos, talvez fosse uma arma infalível pra contagiar o gesto nela.
— Quero que me diga agora o que tá rolando! — Exigiu sem levantar a voz, sentando. Talvez desse pra levar na boa. — Vai, fala antes que eu toque fogo no computador e em tudo, parece que você não entende o que aconteceu, a putaria que você fez.
— É grave demais e vergonhoso o que aconteceu, eu entendo. — Comecei meio nervoso. Por sorte, naquele último tempo, graças à Tammy e minhas aventuras com ela envolvendo até meu tio, eu conseguia falar sobre esses assuntos.heavysSem me abalar. Afinal, não vamos esquecer que ela tinha tido uma orgia de verão, essas coisas te dão um baita choque térmico na vida.
- Quero que me diga, o que está acontecendo com você, não vou repetir.
- São muitas coisas, mãe, tenho vergonha do que vou dizer, mas desde que estou aqui trancado e te vejo vestida assim, estou tendo pensamentos que não deveria ter, pensamentos que um filho nunca deveria ter pela mãe… não fica brava, por favor, eu sei que é muito errado, estou morrendo de vergonha e se eu pudesse me controlar, nem teria começado.
- É uma doença que você tem? Não entendo isso de não conseguir controlar, a não ser que seja um tique autista ou algo assim.
- Não, não, nada a ver. - Meio estranhado pela conclusão dela. - É algo incontrolável, mas não nesse sentido, é como uma atração, uma fantasia que surgiu e não consigo tirar da cabeça por mais que eu tente racionalizar.
- São todos esses vídeos pornô que têm agora, a sexualização da mulher, dizem, estão te deixando doente… - Sim, definitivamente ela estava se acalmando e isso era bom. A opção correta tinha sido a B.Discurso de moralidade de mãe sufocantee ouviria com atenção, jogando meu papel de filho inocente perturbado pela situação e pelo ambiente. As mães sempre sentem compaixão se o filho é a vítima.
- Tá vendo por que você precisa ter uma namorada? Mesmo que seja pra uma videochamada, ou como falaram na TV pra ter sexo virtual, ou que te mandem fotos e essas coisas perigosas de jovem.
- Não é só isso, eu tava bem antes da quarentena sendo solteiro. – Embora já fazia um tempo que eu não era solteiro, pode-se dizer. – É o isolamento que me mudou, te ver assim tira o pior de mim... – olhando ela de cima a baixo numa jogada perigosa – embora não tô dizendo que é culpa sua, não, sou eu que tenho problema por gostar de mulheres milf gostosas, do seu tipo. – Dando uma indireta pra ver se ela pegava. – Além de que se respira um clima estranho na casa...
- Clima estranho? – Perguntou meio corada, talvez eu tivesse exagerado nos elogios.
- Vamos mãe, você também vê... – E numa jogada de mestre, coloquei a Tammy na parada, na esperança de dar à minha mãe uma chance de se vingar daquele agarramento que tanto incomodava ela entre minha irmã e meu pai. – ... minha irmã andando de fio dental pela casa toda melosa com o pai, sentando no colo, eu vejo isso e penso que não tenho a mesma atenção, o mesmo carinho, e me imagino tendo a mesma atenção com você. Por que que eles podem ter todo esse contato e eu não posso ter nada com você?
Minha mãe abafou uma risada. A conversa era uma montanha-russa, primeiro achei que ela ia me arrancar os dentes na porrada e agora até parecia comovida com meu Oscar de melhor sonsa do ano.
- Seu pai, não sei em que ele tá pensando, tô notando ele muito... como dizer isso de forma suave? Bom, já que a gente tá falando desses assuntos, mais ativo do que nunca. Não tô dizendo que é por causa das roupas da sua irmã, eles são assim, carinhosos, sempre se deram bem, você tem que entender que as filhas são muito apegadas aos pais, e a Tammy nunca quebrou esse apego. Pelo visto, alguns filhos são muito... Grudados nas mães também."
— Tá falando de mim.
— Sei lá, não quero causar polêmica nem tô jogando a responsabilidade pra fora, eu assumo o que fiz — expliquei — só tô dizendo que sinto ciúmes e perceber isso me envergonha nessa altura, pelo menos você tá me dando a chance de conversar sobre isso, mãe, o que é mais do que eu esperava.
— Coração… — Ela disse, toda enternecida, acariciando meu rosto. — Todo mundo nessa quarentena tá meio… mais sexual, carente de carinho, com tanta notícia ruim e morte a gente quer sentir mais coisas boas, eu escuto isso, percebo. Sabe que sou sua mãe e não pode ficar me filmando e me tocando com essas intenções, essas sensações você devia buscar em outro lugar. Era pra isso que serviam os vídeos? Pra você se tocar pensando na mamãe?
Aquele tom que ela usou ao dizer "pensando na mamãe" despertou uma nova ereção.
— Eu fiz planos do seu corpo porque acho… lindo, queria fantasiar que era outra pessoa, mesmo que não tenha funcionado.
— Por que não? — Ela parecia interessada, talvez por ser a primeira vez que tinha esse tipo de conversa com o filho. Falar com um filho sobre esses temas tão pesados na primeira vez era o equivalente a se alistar no exército e marchar pro Afeganistão no dia seguinte. Eu, no entanto, me sentia num ambiente mais natural, conseguia continuar conversando mantendo o desconforto no mínimo.
— Você não vai gostar disso… é que mesmo assim dava pra ver seu rosto e eu não liguei, não fica brava, por favor, é o que um corpo assim me causa, essa roupa, o cabelo loiro.
— Não, Tommy, como vou ficar brava? — Me abraçando, meio enternecida, talvez eu pudesse levar a conversa por esse lado, parecia que ela não tinha entendido que eu deixei claro que tinha me masturbado mesmo que a ilusão de que a protagonista era outra não tivesse funcionado. — Pra isso servem as namoradas, não vê? Você precisa conhecer alguém, conversar, ver por zoom, essas coisas que fazem agora, a quarentena te pegou mal, coração.A coroaPensei na real.
Dei um sorrisinho. Se ela soubesse que eu já tinha namorada há tempos, morava junto com ela e a gente tava no meio de uma reconciliação bem sexual.
— Quer que a mamãe arrume uma putinha pra fazer ciber sexo pelo menos? Posso dar uma olhada numa coroa se você não tem coragem de procurar sozinho.
Eu neguei com a cabeça, com um sorriso sem graça.
— Não, é inseguro, ainda mais nesses tempos, meus esquemas não envolvem putas. — Respondi seco. — Por isso peço pra você não ficar brava, é contigo mesmo.coisa, espero que quando tudo voltar ao normal isso passe, por enquanto te prometo que enquanto você estiver fazendo ioga não vou aparecer, isso não vai acontecer de novo…
- O que você quer dizer com ratos? – Ela continuou com o interrogatório mais desconfortável do mundo.
- Você disse que inveja sua irmã de certa forma, se não entendi errado. Quer que eu seja mais carinhosa só, ou algo mais?
- Já que fiz uma merda enorme, se não der escândalo nem você ficar brava, já tá de bom tamanho. – Aceitei, interpretando o filhinho bonzinho vítima da quarentena. Se ela se indignava tanto com a ideia, aquele era o momento ideal pra encerrar o papo e partir pra outra, mas…
- Vamos, não fuja da pergunta. Me diz o que você quer exatamente, para de se fazer de sonsa que eu tô sentindo tua ereção daqui. – Ela disse, olhando pro meu volume, que mesmo não estando muito inchado, tava duro e comprimido como se eu tivesse usando uma sunga.
- Não sei, meus ratos são variados, aceitaria qualquer coisa…
- Você teve coragem de me apoiar, de me filmar, e não me diz o que gostaria que eu fizesse pra acalmar esses ratos.
Meu coração deu um pulo, ou melhor, meu estômago, sei lá, foi como quando você tá dormindo e no meio do sono parece que tropeça ou cai, dando um susto.
Aquela conversa tinha ido mais longe do que eu imaginava, e a reação dela, de curiosidade e compreensão, eu nunca teria acreditado que aconteceria. Decidi jogar tudo e me abrir, soltando os ratos da gaiola.
- Fantasio com você vindo no meu quarto, me tocando, eu te tocando, e você me masturbando com a mão enquanto eu beijo tudo que tiver ao alcance. – Dediquei um olhar pros peitos dela comprimidos debaixo da camiseta.
Sandra soltou uma risadinha, vermelha que nem um tomate, um monte de nervos, enquanto balançava a cabeça. Um monte de reações de alguém que não tava preparada pra ouvir uma confissão dessas… e eu continuei.
- Também que sou eu quem te visita quando você tá sozinha na cama, de lingerie, dormindo, e te percorro com a boca. todo o corpanço, te acaricio, e mesmo se retorcendo, você se faz de…
- Tá bom, tá bom, te entendi. – Ela me cortou tapando os ouvidos igual uma mocinha. – Pensei que tinha escapado, mas você é o pior dos três. Tem uma imaginação… que dá medo.
- Dos três?
- Você herdou os genes pervertidos do seu pai e do seu tio. – Ela passou a me explicar, sem perder a confiança ou talvez, precisando mudar de assunto. – Seu pai quando a gente se conheceu era um louco do caralho, um atrevido. Nem depois de casados, com a Tammy a caminho, ele se acalmava, e a gente brigava pra caralho por causa dos arroubos dele.
- Não parece. – Era verdade, além do agarramento com a Tamara, não dava pra imaginar que ele fosse uma pessoa tão passional. Era um cara tranquilo, família, não costumava fazer comentários ou piadas pesadas, diferente do meu tio.
- Ah, sim, acredite, era um pervertido. Mas pior é seu tio Nacho. Talvez você não lembre direito porque a gente tá brigado. – Se ela soubesse que a gente encontrou ele por acaso numa praia de nudismo em Mar del Plata nas minhas últimas férias particulares com a Tamara. – Ele passou dos limites há uns anos e cortamos contato de vez. Pensei que você não tinha herdado esse… fogo, digamos, e não, você é igualmente atrevido, moleque.
Como ponto final, como assinatura do documento que selava minhas intenções, ela bateu no meu nariz com um dedo.
- Vai ser difícil te ver como meu menino bonzinho de agora em diante. Você tem umas fantasias interessantes.
- Continuo sendo bonzinho, minhas ideias é que não são. – Esclareci, não muito errado. – Não vamos fazer um escândalo disso, por favor, já te falei que vou deixar você fazer suas coisas sozinha e vou me controlar, hoje passei dos limites pra caralho.
Minha mãe me deu um olhar desconfiado, como quem dizcerteza que você vai se segurar, certezae me disse umas palavras que me deram um golpe mais forte que um murraço deBroly, o velhoBrolyTirado e sem alma dos primeiros filmes.
- Uma amiga minha, não vou te falar qual, viveu algo parecido com isso, embora foi ela quem tomou a iniciativa quando se separou do marido e ficou sozinha com o filho dela. – Eu escutei surpreso porque ela me contaria uma parada dessas. Minhas esperanças cresciam que nem o cosmos.Seiya(Sim, sim, já sei, são referências baratas, mas isso ainda se chama Irmã Otaku) – E não demorou muito pra eles acabarem transando.
- Juro que não sei se iria tão longe, minhas fantasias são mais sutis, embora não saiba até onde eu iria.
- Ela foi longe pra caralho. Fizeram isso várias vezes, e com minhas amigas até pensamos em denunciar ela quando confessou… decidimos pensar melhor, porque o filho dela se formou no ano seguinte, trabalha muito bem, é um cara foda que tem uma vida super normal, um amoroso de verdade. Acho que agora ele vai casar, inclusive. – Ela me contou com toda naturalidade. – A moral da história é que ela, ele, todo mundo ao redor seguiu em frente, apesar de terem cometido incesto, curtiram a parada e tudo continuou… então me deixa pensar um pouco, deixa eu processar isso e chegar a uma conclusão. Fica de olho no seu celular e não dorme com sua irmã, porque quem sabe, o fada da calça legging não aparece.
Apesar de ser uma piada engraçada, não consegui rir. Tava surpreso com meu sucesso e fiquei igual o preto dos memes.
Fiquei de boa, como dizem.Bart SimpsonMinha mãe saiu do sofá e eu fiquei ali, paralisado, processando a ideia de que minha jogada tinha funcionado. Uma milf, minha própria mãe, consideraria ter um caso comigo e, mesmo eu me segurando, quis pular até o teto de tanta excitação, uma excitação estranha e mórbida.
Reconquistamos o sofá.
Como eu lembrei pra vocês com minhas referências loucas de anime, isso ainda se chamaIrmã OtakuE, mesmo que a gente tenha se afastado um pouco do cosplay (pra minha irmã, bastava mostrar a bunda pra ser gostosa e ela não tinha tempo de preparar cosplays), Tamara continuava firme com a sua maga hentai de própria autoria, que quase contava a nossa história.
Mesmo tendo ficado surpresa com meus avanços quando contei o diálogo pornô com a mamãe, mais pesado que o dela, ela ficou decepcionada por não ter aproveitado a situação e o clima do momento pra ir um pouco mais longe.
— Um toque na perna, um beijo igual os que dou no papai, sei lá, algo assim — ela disse. — Por enquanto, eu tô na frente, tô mais perto que você e não esquece que depende dela pra completar seu joguinho. — Piscando um olho.
— Cê percebe que a gente tá virando a casa de pernas pro ar? Já é suficiente ter falado tudo que eu falei, lembro e não acredito — falei, deitado na cama. Por sorte, ela tava ouvindo aberturas deNaruto(Claro, aqui está a tradução solicitada:)
Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Silhuetaacho) e podíamos conversar à vontade.
- Você não é o primeiro nem o último que tem umCrushCom a mãe dela, mais de uma também fica com tesão na ideia, só que nunca admitiriam. Me surpreende que ela tenha te contado uma intimidade da amiga dela, deve ser a Patrícia. É a única que conheço que tem um filho mais velho e mora sozinha com ele.
- Não sei se você vai me vencer nessa - desafiei, me sentando. - Olha, papai e eu não fechamos nada concreto, e eu e mamãe sim, acho que vou riscar da minha lista "sexo com um progenitor" antes de você. - Brinquei, admirando os desenhos dela.
- Vamos ver, vamos ver. Se ele acordar de mal humor e falar que é uma loucura o que vocês conversaram e te mandar pro psicólogo, vou me cagar de rir mais que o Coringa no último filme.
Nisso, chamaram a gente lá de baixo pra comer. Tammy, talvez se sentindo desafiada pelos meus avanços na partida de xadrez incestuosa em que eu tava dando xeque, voltou depois de uns dias ao seu visual clássico de provocar: moletom grande, meia até a coxa e fio dental.
- Oi, papai, não ouvi você chegar. - Falou, abraçando ele por trás e dando um selinho, enquanto mamãe servia nhoque com molho e um pouco de frango que tinha sobrado misturado.
- Falei pra você nada de selinho, love. - Repreendeu ele, sem nenhum pingo de credibilidade, enquanto se servia.
Eu, sentado na mesa, não esperava nada do que aconteceu depois. Mamãe, por trás, pegou minhas bochechas e me deu um selinho molhado e apertado que ficou grudado em mim por uns três segundos. Meus instintos me fizeram quase dizerTammyo que teria sido um desastre.
- O que você tá olhando assim? – Desafiou o papai ao ver que ele ficou de boca aberta.
- Pra cada beijinho que vocês derem, eu vou cobrar do meu filhote. – Se desculpou me abraçando por trás. – Já falei pra vocês dois safadinhos que esses beijinhos me incomodam, então resolvi levar de outro jeito.
- Tá bem, mamãe, você me surpreendeu, isso sim. – Fiquei do lado dela deixando claras minhas intenções, sem conseguir evitar lamber os lábios.
- Bom, pode fechar a boca, papai. – A Tammy zuou ele – Não vai ficar com ciúme, vai? Foi só um beijo, depois fuck you outro e a gente faz competição. Pra mim, a gente ganha de lavada, temos mais experiência que eles.
- Tammy, cala a boca e come. – Ele pegou no pé dela enquanto eu trocava olhares cúmplices com a mamãe, que me deu um tipo de olhar que nunca tinha me dado antes.
Naquela mesma noite, depois daquela janta que o papai engasgou, como não dava pra dormir com a Tammy por medo de outra ninfa incestuosa resolver me visitar, fiquei de plantão no sofá da sala, vendo uns comerciais da HBO. Tava todo mundo hypado com a revolução das produções da DC, e mesmo eu estando por fora das paradas de quadrinhos, achei que era um ressurgimento importante.
As horas passavam, e só de fantasiar a mamãe descendo as escasas de roupas leves pra pedir pra eu desligar a TV e se juntar a mim no sofá, já me deu uma ereção. Me senti muito ansioso, eu sei. O papai tava em casa, dormindo com ela, talvez colado naquele corpo gostoso, então era impossível que ela resolvesse me fazer a festa numa noite dessas. Na minha cabeça, uma aventura matinal, com o papai trabalhando e a Tammy dormindo ou fazendo compras, era o cenário mais provável se algo rolasse.
Ouvi passos, olhei pra cima, pra esquerda, pra ver quem tava descendo as escadas. Era a Tamara, andando silenciosa como uma gata, afundou aquelas carnes poderosas no sofá fazendo o mínimo de barulho. Não vou dizer que me decepcionei, seria exagero, só que depois de tanto fantasiar com a minha Mãe, quase pensei que meu sonho tinha se realizado.
- Você não veio assistir Netflix comigo. - Ela me repreendeu. - Já me trocou? - Perguntou, passando um dedo acusador no meu peito. - Até te notei decepcionado.
- Nunca te trocaria, é só uma fantasia, uma ideia maluca que alimentamos com nossas conversas, nossas confissões. E não, não estou decepcionado com sua visita.
- Percebeu que ela te deu a mesma resposta que eu? - Perguntou. - Quando você pediu pra voltarmos às nossas aventuras, eu disse pra me deixar pensar, nisso pareço com a mamãe, espero parecer em outras coisas.
- Espero que se pareça no sentido de que você me deu um sim na hora. - Lembrei. - Você gostaria que eu tivesse sucesso?
Tammy assentiu com cara de safada.
- Seria muito interessante. - Se aproximando de mim, me envolvendo com um braço. - Adoraria ver, embora seja difícil, talvez tenhamos que seguir caminhos separados e contar tudo quando pudermos. Eu com o papai e você com a mamãe.
- Sim, é lógico. - Disse, prestando cada vez menos atenção no que via na TV e mais na minha irmã. Ela estava muito gostosa com aquelas meias apertando as pernas dela. Olhei ela de cima a baixo e me aproximei. - Sem dúvida você vai ter combustível pro seu hentai. Como tá isso?
- Tá ficando mais rápido viver minhas histórias do que desenhá-las. É fácil quando se tem um irmãozinho pervertido pra colocá-las em prática.
E pra ilustrar o que disse, começou a acariciar minha virilha enquanto afundava os lábios no meu pescoço, me beijando, arrepiando minha pele, desencadeando uma ereção instantânea. Agradecia ao de cima (ou ao de baixo, sei lá) que meu pau fosse obediente como uma cobra amestrada que ergue o lombo ao primeiro toque da flauta.
- Se não fôssemos irmãos, já teria te proposto começar uma carreira no pornô, teria filmado tudo e te imortalizado na internet... você teria mais vídeos queMia Khalifate juro— Enquanto eu deslizava minha mão por baixo do moletom dela pra acariciar os peitos, procurei os bicos com os dedos e, assim que encontrei, apertei eles de leve.
— Não me importaria se você me filmasse e, diferente dela, eu ficaria feliz em aparecer sendo comida por você… — Ela disse, colando os lábios nos meus, sem medo de ser ouvida.
— Lembra quando a gente fez sexo ao vivo? Que loucura, a gente tava muito tarado.
— Claro, e agora certeza que não. — Falei enquanto descia a mão pra enfiar dois dedos na buceta dela, começando uma...batidocirculando quase na hora.MmmmNão, não, espera, você já me chupou hoje e encheu sua carinha de porra. — Ela sussurrou, a safada. — Agora é sua vez, vou te mimar como não faço há muito tempo...
— Não quer ficar de quatro pra eu te masturbar enquanto me chupa?
— Não, quero que você aproveite tudo, por ter sido tão bonzinho esses dias.
Tammy tirou minha calça, coisa perigosa, porque se mamãe ou papai descessem pra beber água ou mandar eu desligar a TV e ir dormir, não teria como escapar e me cobrir. Nem a cueca ela deixou. De qualquer forma, quando ela começou o boquete, fiquei tão relaxado que bem que podiam acender a luz que eu ia ficar de pernas pro ar de tanto prazer.
Me senti um rei, sentado no meu trono com a TV ligada (tava vendo uma série de terror chamada La Unidad, que perdi o fio da meada completamente) e minha linda irmã me fazendo um boquete toda devota, mal dava pra vê-la no escuro, só sentia o prazer gostoso da boca dela envolvendo meu pau, subindo e descendo, subindo e descendo num...carpinteirinhoPerfeito.
Sem nem se preocupar em ser silenciosa, foi me dando beijos por todo o comprimento e largura da minha pica até descer completamente pros meus ovos, que ela lambeu como uma gatinha em cada dobrinha com uma devoção admirável. Depois de lamber, passou a chupar, enfiando um ovo inteiro na boca com uma sugada forte, como se fosse um aspirador, sentindo ele ficar todo molhado e sendo sugado enquanto ela fazia uns barulhinhos fofos.mmm mmmm mmm mmmm mmm mmm…como se estivesse abafando gemidinhos contra mim.Uuuh, me mata Tammy, você é muito gostosa. - Falei acariciando o cabelo e a bochecha dela, onde eu sentia por fora a língua dela lambendo meu saco.
E isso não era nada, de surpresa, ela jogou meu quadril para fora do sofá, levantou minhas pernas e enfiou o nariz na minha bunda, respirando entre minhas carnes mais íntimas, me sentindo até a alma. Não se contentou com isso, passou a se esfregar de cima a baixo contra toda a minha buceta, sentindo o nariz e os lábios dela colados no meu hemisfério.
Não me deu tempo nem de gemer quando já estava abrindo minhas nádegas para enfiar a língua no meu cu. Já que uma mulher faz isso...adoraçãoUm cu igual ao meu, era raro de encontrar na vida real, eu tinha a sorte de ter alguém gostosa lambendo meu cu, e ainda por cima era minha irmã. Talvez naquela vez que ela me fez um rimming na presença do Nacho e com a Valéria sentada na minha boca, já tinha sido foda, mas uma chupada de cu sempre causava aquela sensação refrescante e gostosa única que a tornava inesquecível. O jeito que ela chupou naquela noite, com tanto capricho, mostrava que ela tava com tanta ou mais vontade que eu de lamber meu rabo.
- Como eu queria te filmar um dia… chupando meu cu assim…- Confessei meio doidão enquanto a Tammy, no modoputa completacontinuava ocupada, agora se ajudando com os dedos pra esticar o buraquinho e chegar no meu ponto mais sensível.
— Mesmo que seja pra te imortalizar me dando esse prazer.
— Bom, eu gostaria. Na próxima me filma.
— Aceitou.
— Mas se lava no bidê, tá? Papel não adianta. — Considerou sem parar de lamber.
— Desculpa, que vergonha, a putinha da mãe. — Falei me abrindo. Não esperava que fosse ter uma visita oral tão profunda, senão teria me apresentado melhor.
— Não importa, só por precaução… — Embora não parecesse incomodar ela nem um pouco, me deu uma certa agonia.
— Faz uma punheta enquanto eu chupo, quero que você goze assim.
— Beleza, vai ser fácil, continua, continua… — Pedi segurando minha vara, me deixando levar pela sensação da Tammy dando beijinhos na bunda toda, bem barulhentos, como se tivesse esquecido que a gente tava na sala com nossos pais dormindo. Me perguntei que cara eles fariam ao ver a filha toda esparramada no chão pra alcançar meu cu com conforto e eu batendo uma como um rei.
Passaram uns três ou quatro minutos (demorei um pouco mais de propósito, queria prolongar o momento) até que peguei Tammy pelos cabelos e empurrei a boca dela contra meu buraco, com as pernas abertas pra gozar com violência sobre minha barriga, mão e o próprio pau, que ficou todo lambuzado de porra.
Tamara continuou um tempinho me degustando até que eu abaixei as pernas e ela seguiu com a limpeza da cena do crime, chupando até a última gota de porra das minhas mãos, do meu pau, de onde quer que meus tiros tivessem caído, tudo ia parar no estômago dela.
— Tammy, isso foi… foda. Você é uma deusa…
— O que eu falei sobre se lavar no bidê era mentira, foi só pra te deixar mais excitado.
— Me deixou bem desconfortável e me senti mal por você.
— Bobinho, não me incomoda que você esteja natural, se nunca reclamou dessas coisas quando me chupou.
— Tammy, você é uma puta sem limites. — Falei e levei um tapinha suave.
— Mais. respeitoPapaiAcho que a mamãe não vai te dar esse serviço não. Até amanhã, porco.
Me deixando ali, seminu com o pau mole escorrendo, dormindo de lado feito cabeça de tartaruga desacordada, pensando que minha cabeça, a de cima, ia explodir com todos os projetos sexuais que eu tinha na mente. Minha cabeça era um ninho de ratos, uma família de nunca gozar, e eu não podia acreditar que depois de tanta estrada, ainda continuava tendo surpresas gostosas e novas fronteiras pra explorar.
Continua...
Capítulos Anteriores:
Irmã Otaku Capítulo 1 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3727751/Hermana-Otaku-2da-Temporada.html?notification#comment-185844Irmã Otaku Capítulo 2 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3750217/Hermana-Otaku-2da-Temporada-Capitulo-2.html
Valeu por ler! Façam suas apostas! Quem vai mais longe na corrida incestuosa? Ou melhor, quem cruza a linha de chegada primeiro? Isso ainda tá pra ser decidido.
Se curtiram essa nova história, mostrem seu apoio deixando pontos, comentários, o que quiserem.

10 comentários - Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 3