Deixei passar uns dias, primeiro pra deixar elas nervosas, e segundo porque minhas bolas precisavam se recuperar.
Na sexta, liguei pra Tina assim que vi o cuck sair de casa. Falei pra ela se arrumar bem porque a gente ia fazer compras. Marcamos no estacionamento e pegamos o carro dela.
Tina – Você me deixou preocupada, três dias sem ligar!!
Eu – Calma, ainda vou continuar te usando.
Tina – Não é isso!
Eu – Claro que é, você tá afim e no fundo adora que eu meta a pica.
Tina – Pode ser, mas não devia!
Eu – Por isso você deixa a decisão comigo, você é só uma pobre mulher sendo chantageada, assim pode gozar sem peso na consciência.
Tina – Mas que filho da puta você é.
Eu – hahaha, tô certo ou não?
Tina – Não vou responder isso.
Eu – Responde outra coisa: você tá com vontade de chupar minha pica?
Ela ficou vermelha.
Tina – Sim.
Eu – Beleza, tudo esclarecido, vamos continuar então.
Passei um endereço no centro de Madri, levamos uns trinta minutos. Deixamos o carro no estacionamento e entramos numa loja conhecida como a loja do espião. Peguei na mão dela ao entrar. Ela me olhava curiosa.
Fomos atendidos por um vendedor muito gente boa chamado Marco.
Marco – Bom dia, como posso ajudar?
Eu – Então, é o seguinte: minha esposa e eu temos um filho de uns quatro anos e outro a caminho…
Ela apertou minha mão quando ouviu "minha esposa".
Marco – Parabéns.
Eu – Valeu, o problema é que começamos a contratar babás e, cê sabe, tudo que a gente vê na TV sobre abusos…
Marco – Querem vigiar o que rola quando não estão em casa.
Eu – Exato, e se a gente quiser ser mais moderno, dá pra ver pelo meu iPhone ou algo assim?
Marco – Sem problema, num cômodo só ou em vários?
Eu – Vamos ver: o quarto principal, o das crianças, a sala, o banheiro e a cozinha já que estamos nessa.
Tina torcia minha mão.
Marco – Beleza, 5 câmeras. Pros quartos, o melhor são as disfarçadas em despertadores, pras crianças temos essa com tema infantil. Pra cozinha, um detector de fumaça, e o alarme funciona… O banheiro Geralmente se esconde com uma câmera em cima da porta de entrada, dá pra disfarçar com esses enfeites, e por ser alta, ninguém vê. E na sala, temos essas luminárias.
Tina – Muito lindinhas!
Marco – Essa é a ideia.
Eu – Vou conseguir ver e gravar quando não puder ficar monitorando?
Marco – Se tiver Wi-Fi, pode acessar pelo celular quando quiser, e enquanto isso, pode deixar esse aparelho aqui gravando 24 horas por dia sem problema.
Eu – Captam som?
Marco – Sim, têm uns microfones muito bons, nenhum som escapa.
Eu – E a privacidade? Minha mulher tá preocupada com alguém ver ela em casa, ela é muito tímida.
Marco olha pra ela, parando meio segundo nas tetas dela.
Marco – Uma senha de 20 dígitos, tudo é transmitido criptografado.
Eu – Fantástico! Viu, céu? Você vai poder ficar em casa sossegada com seu maridinho, e ninguém além de mim vai ver.
Tina – É, incrível.
Eu – Ah, me dá duas para o quarto das crianças, quero ter tudo controlado.
Marco – Perfeito, então a conta dá 2.300€, tem garantia de um ano e suporte por telefone pra instalação.
Eu – Ok.
Marco – Ah, precisam preencher esse formulário com o nome de quem compra, a polícia obriga a gente a manter um registro caso seja usado pra fins ilícitos.
Eu – Sem problema, Tina, preenche aí, por favor, vou fumar um cigarro.
Tina saiu 15 minutos depois com três sacolas.
Tina – Obrigada por deixar eu pagar.
Eu – Hahaha, você não esperava que eu fosse assinar aquele registro, né? Além disso, vi suas contas bancárias, você não tem problema.
Tina – Graças ao cuck, e agora ainda mais cuck.
Eu – É, esse fim de semana você vai me dar um curso da sua vida de casada.
Tina – Como você pode ser tão filho da puta?
Eu – Você viu as tetas, gostosa?
Voltamos pra casa dela e começamos a instalar as câmeras, sincronizando com o Wi-Fi do cuck. Felizmente ele tinha se dado ao trabalho de contratar uma rede de fibra óptica, a qualidade da transmissão não seria problema. Mandei a Tina tirar a blusa e o sutiã, adorava ver ela pela casa só com os jeans e as tetas balançando. Tirei uma foto dela com cada câmera, posando e sorrindo.
Eu – Você chupa muito ele vendo TV?
Tina – Às vezes.
Eu – De agora em diante, quero você de peitos de fora em casa sempre que ele não estiver. Quando ele estiver, quero que você fique provocante, nada de moletom! E se vocês forem jogar qualquer coisa, peitos ou buceta à mostra, na hora!
Tina – Combinado.
Eu – Seu quarto, adoro. Você vai se masturbar pra mim, tenta ficar de frente pra câmera. Gosto de ver sua cara quando você goza, e suas tetas balançando…
Tina – Porco!!
Eu – Vadia!!
Sincronizei a última câmera na mesma rede e guardei pra Eva.
Tirei uma última foto dela sorrindo, apontando pra câmera do quarto e mostrando a conta.
Eu – Beleza, chupa minha pica, fiquei com tesão pelo tanto que você vai ser puta esse fim de semana.
Ela se ajoelhou e começou a me chupar.
Eu – Você é uma puta infiel! Sabe disso, né!
Tina – Sim, senhor, eu sou!
Ela continuou chupando.
Eu – Você adora ter essas tetas pra esquentar pica e poder foder elas.
Tina – Sim, adoro quando olham pra elas na rua e imaginar meus colegas de trabalho batendo punheta pra elas como macacos!
Eu – Parece uma vadia no cio, largada aí chupando uma pica que não é do seu marido.
Tina – Eu sou! Não quero ser mulher de ninguém, só uma mulher!
Eu – Você é, uma vadia no cio. Bate uma enquanto trai seu marido, puta!
Ela fez um boquete do caralho, dava pra ver que tava com muito tesão. Gozei na boca dela, ela gozou sem tirar minha pica da boca, ofegante, tentando respirar pelo nariz… me olhou com a porra ainda na boca…
Eu – Eu não sou o corno, lembra disso.
Ela fechou os olhos e engoliu.
Deixei o presente da Eva pra ela e mandei ela mandar um SMS dizendo que tinha um presente. Fui embora, já era uma hora e a vida de fim de semana no condomínio ia começar, só que dessa vez eu ia ver parte dela.
Fui pra casa correndo e instalei o gravador ligado na TV, tinha seis canais, um pra cada câmera. via perfeitamente. Tina estava na cozinha, curiosamente ainda de peitos de fora, gostava que eu a visse. Daí a pouco tocaram a campainha da casa dela, Tina correu pra vestir algo, mas eu chamei ela.
Eu – Vadia, olha se é a Eva e se for, recebe ela assim mesmo.
Ela foi até a porta com o top na mão. Abriu a porta e a Eva entrou com o uniforme bonito dela.
Eva – Oooolá, o dono tá aqui?
Tina – Não.
Eva – E como é que você abre a porta assim, putinha?
Tina – Ele mandou, ele tá nos vendo.
Eva – Como? – Tina contou pra ela e entregou o pacote, mandando ela colocar no quarto.
Eva olhou pra onde a câmera tava, seguindo a indicação da Tina, e me cumprimentou sorrindo.
Mandei uma mensagem.
“Passa a mão nos peitos dessa porca um pouco, sei que você gosta de peitos, aviso quando o cuck chegar.”
Eva – O dono mandou eu passar a mão nas suas tetas e na sua buceta, porca, ele quer que quando o cuck chegar, você dê pra ele.
Fiquei alucinado com a pequena foxy.
Tina concordou e se aproximou dela.
Eva – Mãos atrás da nuca, porca.
Eva se aproximou, desabotoou a calça dela e puxou pra baixo junto com a calcinha até os joelhos, enfiou a mão na buceta dela.
Eva – Essa putinha tá melada, dono.
Eva – Você é uma puta de verdade, tudo isso te excita muito, né?
Tina – Sim, passei a manhã com ele e não conseguia parar de pensar em dar pra ele quando chegasse em casa.
Eva – E ele não comeu?
Tina – Não.
Eva – Isso é porque ele prefere te deixar no tesão, ele quer um show com o cuck. Você vai dar pra ele na frente dele, né? Vai deixar ele ver como seu maridinho te fode, o momento mais íntimo de vocês?
Tina – Sim, vou mostrar o que ele quer ver, talvez assim ele me coma.
Eva tirou a mão encharcada e agarrou os peitos dela, lambuzando eles com os sucos da buceta e brincando com eles. Tina gemia. Eva xingava ela.
Eva – Você é uma puta de peitões, muito puta!
Tina – Sim, eu sou.
Eva – Nossa puta de peitões.
Tina – Ummm, sim, a puta de peitões de vocês.
Eva continuou passando a mão nela por um tempo. Adorava brincar com os peitos dela, até começou a lamber os mamilos dela.
Eva – Nunca Pensei que ia gostar de pegar numa mina, mas adoro suas tetas, porca.
Tina – Vale, obrigada, acho. Também gosto quando você as toca.
Vi o carro do corno entrando e chamei a Tina.
Eu – O corno tá chegando, manda a Eva vazar e ligar o brinquedo novo dela.
Tina falou pra ela, e a Eva foi embora.
Eu – Quero que, quando o corno chegar, você dê pra ele, mas não quero uma boa trepada, quero que você foda rápido, nada de chupar, só bate uma pra ele e mete, e que ele goze o mais rápido possível, entendeu?
Tina – Por quê?
Eu – Quero que você fique mal comida.
Tina – Filho da puta, não posso nem aproveitar com meu marido?
Eu – Pode gozar, mas não quero te ver dando uma boa trepada, quero você saliente.
Tina correu pro quarto dela, se pelou e vestiu uma espécie de camiseta grande sem nada por baixo.
Um minuto depois, o corno entrou, de terno, largando a maleta numa mesa e dando um beijo carinhoso na mulherzinha dele.
Corno – Oi, amor, como foi o dia?
Tina – Bem, vem cá.
Ela pegou ele pela mão e arrastou pra cozinha, se deitou de bruços na mesa, de frente pra onde eu podia vê-la, e me olhando disse:
Tina – Por favor, me come.
Corno – Hahaha, como você tá!
Tina – Deve ser a gravidez, preciso de você! Dentro! Já! Por favor, amor!
O corno ficou atrás, tirou o paletó, agarrou a bunda da mulher, baixou a braguilha, segurou o pau e começou a acariciar a buceta dela.
Tina tirou a camiseta. E olhando pra trás…
Tina – Já! Mete! Não precisa me esquentar!
Corno – Sim, amor – ele se aproximou dela e devagar começou a meter.
Tina me olhou com cara de desesperada e, jogando o corpo pra trás, enfiou tudo de uma vez. Ela se adiantou de novo e repetiu. Ele ficou com cara de surpreso, mas tava gostando.
Tina – Vai!
O corno começou a empurrar e a tirar muito rápido.
Nessa hora, bateram na minha porta, fui atender, era a Eva, ela entrou correndo.
Eva – Onde? Vamos! Deixa eu ver!
Eu – Hahaha, entra na sala.
Ela entrou e viu a cena na TV.
Eva – Porra, que tesão! Ele tá comendo ela e Você vendo isso!
Tina – Gemia um pouco e falava umas merdas.
Tina – Sim, meu amor, assim! Como eu te quero! Sou sua!
O cuck não ficava atrás.
Cuck – Sim, meu amor! Te quero!!
Eva olhava com os olhos arregalados.
Eva – Ummm, um casal transando quando acham que ninguém tá vendo, adoro!
Eu – Isso não é um casal, olha pra ela.
Tina olhava pra gente, sabia que eu tava vendo ela e provavelmente imaginava que a Eva também. Falava todas aquelas coisas, mas a cara dela não mudava, só olhava pra gente.
Eu – É uma mulher acasalando!
Ele não aguentou muito mais e gozou dentro dela. Ela se virou, tirou ele pra fora, beijou ele dizendo “obrigada, querido”, vestiu a camiseta e foi pro banheiro.
Me mandou uma mensagem: “Me sinto uma porca”.
Mudei o canal pro do banheiro.
Eu – É o que você é, entra no chuveiro e se masturba até gozar, porca.
Ela abriu a torneira e, se colocando do lado onde não caía água, levantou uma perna e começou a acariciar a própria racha, que pingava esperma do cuck.
Pouco depois saiu e comeram juntos, falavam de coisas normais, o que fazer no fim de semana… Decidiram ir fazer compras depois de comer pra ter mais tempo livre.
Eva se inclinou, levantou a saia e puxou a calcinha pra baixo.
Eva – Ou você me fode ou eu explodo!
Eu – Olha a putinha!
Tirei a pica e enfiei nela, tava encharcada.
Eu – Adoro te foder com seu uniforme.
Eva – Porque você é um pervertido!
Eu – Se seu pai te visse, não ia achar que você é a filhinha dele, mas sim uma vadia!
Continuei empurrando, a buceta dela chapinhava, ela gozou em dois minutos.
Eu – Pô, como você tava!
Eva – Tô me acostumando a levar pica todo dia, o que você esperava depois de três dias!
Continuei fodendo ela por mais um tempo, me controlando, não queria gozar na buceta dela. Quando senti que ia gozar, avisei.
Eu – Onde você quer, puta?
Eva – Onde você quiser!
Ainda não tinha fodido o cu dela, mas a tentação era forte demais.
Tirei a pica e apontei pro buraquinho dela. Quando ela percebeu o que eu tava fazendo, deu um grito.
Eva – Não! Por aí não! Não tô preparada! lista!
Eu – Eu decido por onde te como, puta!! Não vou te desvirginar agora, só vou meter o suficiente pra gozar dentro.
Eva – Não! Dói!
O cu dela foi se dilatando, consegui enfiar a cabeça. Ela arfava, tava completamente tensa.
Eu – É melhor você relaxar, vou meter do mesmo jeito.
Eva – Tá bom! Mas bem devagar, por favor!.
Continuei empurrando, mais dois dedos entraram, no final pensei, foda-se!
Enfiei a mão por baixo da camisa dela, subi o sutiã soltando os peitos e agarrei eles… empurrei mais forte, tirava um pouco e metia de novo, cada vez um pouco mais.
Eva – Não! Você disse que não ia me comer por ali!
Eu – Isso se chama dar o cu, vamos aprender a falar, puta! Mudei de ideia, vadiazinha, cu bom demais pra ninguém comer…
No final, meu pau entrou completamente, senti minhas bolas batendo na buceta dela, tava escorrendo, foi me molhando aos poucos.
Eu – Pronto, putinha! Já não é mais virgem de cu!
Eva – Deus! Sinto que vai sair pela boca!
Eu – Hahaha, e agora vou te foder!!
Comecei a tirar um pouco e enfiar de novo, uma e outra vez, às vezes tirava completamente vendo o buraco dela todo aberto pra enfiar de novo. Ela só soltava suspiros baixinhos, sentia os bicos dos peitos dela bem duros.
Eu – Tá gostando!?
Eva – Siiiiiiim! Devagar, por favor!!
Continuei metendo, depois de 5 minutos não aguentei mais.
Eu – Vou gozar no seu cu, vagabunda!
Eva – Sim, me enche de porra, por favor.
Eu – Goza, rabuda!
Eva enfiou uma mão entre as pernas e começou a se esfregar a buceta. Em dois minutos gozamos juntos, sentia as contrações do cu dela no meu pau.
Tirei.
Eu – De joelhos, puta.
Ela tava toda despenteada, a roupa uma bagunça.
Eva – Não, depois disso não chupo.
Eu – Claro que sim, porca.
Peguei ela e fiz ela ficar de joelhos, ela resistiu mas acabou ajoelhando. Abri a boca dela e enfiei até o fundo. segurando a cabeça dela, ela esperneou por uns segundos mas no fim parou.
Eu – Muito bem, vadiazinha! Que seja a última vez que você me nega usar um dos seus buracos!
Deixei dentro da boca dela por um tempo.
Eu – Tá sentindo o gosto da sua buceta, do seu cu e da minha porra, Promíscua?
Eva mexeu a cabeça um pouco, confirmando.
Fiquei de pau duro com a boca dela e a submissão dela, então falei…
Eu – Chupa, quero encher sua boca de leite.
Ela levantou uma mão segurando minhas bolas e a outra no tronco do meu pau e começou a chupar. Era uma boqueteira do caralho. Tirava, colocava de novo, lambia minha cabecinha e descia até as bolas, e recomeçava. Arrastei ela até um sofá, sentei e abri as pernas pra relaxar. Ela chupava meu pau, ou descia pras minhas bolas e beijava elas, lambendo enquanto me batia uma.
Eu – Vou gozar, Promíscua!
Não precisei de mais instrução nem segurar ela, ela enfiou a cabecinha na boca e começou a mamar mais forte enquanto apertava minhas bolas de leve. Explodi, não saiu muita porra depois da manhã que eu tive, mas o suficiente pra ela tomar uma boa quantidade. Esperei uns minutos até meu pau relaxar e tirei da boca dela, ela se lambendo.
Eva – É melhor eu voltar pra casa, papai deve estar chegando.
Eu – Assim que eu gosto, que você seja uma boa filha.
Na sexta, liguei pra Tina assim que vi o cuck sair de casa. Falei pra ela se arrumar bem porque a gente ia fazer compras. Marcamos no estacionamento e pegamos o carro dela.
Tina – Você me deixou preocupada, três dias sem ligar!!
Eu – Calma, ainda vou continuar te usando.
Tina – Não é isso!
Eu – Claro que é, você tá afim e no fundo adora que eu meta a pica.
Tina – Pode ser, mas não devia!
Eu – Por isso você deixa a decisão comigo, você é só uma pobre mulher sendo chantageada, assim pode gozar sem peso na consciência.
Tina – Mas que filho da puta você é.
Eu – hahaha, tô certo ou não?
Tina – Não vou responder isso.
Eu – Responde outra coisa: você tá com vontade de chupar minha pica?
Ela ficou vermelha.
Tina – Sim.
Eu – Beleza, tudo esclarecido, vamos continuar então.
Passei um endereço no centro de Madri, levamos uns trinta minutos. Deixamos o carro no estacionamento e entramos numa loja conhecida como a loja do espião. Peguei na mão dela ao entrar. Ela me olhava curiosa.
Fomos atendidos por um vendedor muito gente boa chamado Marco.
Marco – Bom dia, como posso ajudar?
Eu – Então, é o seguinte: minha esposa e eu temos um filho de uns quatro anos e outro a caminho…
Ela apertou minha mão quando ouviu "minha esposa".
Marco – Parabéns.
Eu – Valeu, o problema é que começamos a contratar babás e, cê sabe, tudo que a gente vê na TV sobre abusos…
Marco – Querem vigiar o que rola quando não estão em casa.
Eu – Exato, e se a gente quiser ser mais moderno, dá pra ver pelo meu iPhone ou algo assim?
Marco – Sem problema, num cômodo só ou em vários?
Eu – Vamos ver: o quarto principal, o das crianças, a sala, o banheiro e a cozinha já que estamos nessa.
Tina torcia minha mão.
Marco – Beleza, 5 câmeras. Pros quartos, o melhor são as disfarçadas em despertadores, pras crianças temos essa com tema infantil. Pra cozinha, um detector de fumaça, e o alarme funciona… O banheiro Geralmente se esconde com uma câmera em cima da porta de entrada, dá pra disfarçar com esses enfeites, e por ser alta, ninguém vê. E na sala, temos essas luminárias.
Tina – Muito lindinhas!
Marco – Essa é a ideia.
Eu – Vou conseguir ver e gravar quando não puder ficar monitorando?
Marco – Se tiver Wi-Fi, pode acessar pelo celular quando quiser, e enquanto isso, pode deixar esse aparelho aqui gravando 24 horas por dia sem problema.
Eu – Captam som?
Marco – Sim, têm uns microfones muito bons, nenhum som escapa.
Eu – E a privacidade? Minha mulher tá preocupada com alguém ver ela em casa, ela é muito tímida.
Marco olha pra ela, parando meio segundo nas tetas dela.
Marco – Uma senha de 20 dígitos, tudo é transmitido criptografado.
Eu – Fantástico! Viu, céu? Você vai poder ficar em casa sossegada com seu maridinho, e ninguém além de mim vai ver.
Tina – É, incrível.
Eu – Ah, me dá duas para o quarto das crianças, quero ter tudo controlado.
Marco – Perfeito, então a conta dá 2.300€, tem garantia de um ano e suporte por telefone pra instalação.
Eu – Ok.
Marco – Ah, precisam preencher esse formulário com o nome de quem compra, a polícia obriga a gente a manter um registro caso seja usado pra fins ilícitos.
Eu – Sem problema, Tina, preenche aí, por favor, vou fumar um cigarro.
Tina saiu 15 minutos depois com três sacolas.
Tina – Obrigada por deixar eu pagar.
Eu – Hahaha, você não esperava que eu fosse assinar aquele registro, né? Além disso, vi suas contas bancárias, você não tem problema.
Tina – Graças ao cuck, e agora ainda mais cuck.
Eu – É, esse fim de semana você vai me dar um curso da sua vida de casada.
Tina – Como você pode ser tão filho da puta?
Eu – Você viu as tetas, gostosa?
Voltamos pra casa dela e começamos a instalar as câmeras, sincronizando com o Wi-Fi do cuck. Felizmente ele tinha se dado ao trabalho de contratar uma rede de fibra óptica, a qualidade da transmissão não seria problema. Mandei a Tina tirar a blusa e o sutiã, adorava ver ela pela casa só com os jeans e as tetas balançando. Tirei uma foto dela com cada câmera, posando e sorrindo.
Eu – Você chupa muito ele vendo TV?
Tina – Às vezes.
Eu – De agora em diante, quero você de peitos de fora em casa sempre que ele não estiver. Quando ele estiver, quero que você fique provocante, nada de moletom! E se vocês forem jogar qualquer coisa, peitos ou buceta à mostra, na hora!
Tina – Combinado.
Eu – Seu quarto, adoro. Você vai se masturbar pra mim, tenta ficar de frente pra câmera. Gosto de ver sua cara quando você goza, e suas tetas balançando…
Tina – Porco!!
Eu – Vadia!!
Sincronizei a última câmera na mesma rede e guardei pra Eva.
Tirei uma última foto dela sorrindo, apontando pra câmera do quarto e mostrando a conta.
Eu – Beleza, chupa minha pica, fiquei com tesão pelo tanto que você vai ser puta esse fim de semana.
Ela se ajoelhou e começou a me chupar.
Eu – Você é uma puta infiel! Sabe disso, né!
Tina – Sim, senhor, eu sou!
Ela continuou chupando.
Eu – Você adora ter essas tetas pra esquentar pica e poder foder elas.
Tina – Sim, adoro quando olham pra elas na rua e imaginar meus colegas de trabalho batendo punheta pra elas como macacos!
Eu – Parece uma vadia no cio, largada aí chupando uma pica que não é do seu marido.
Tina – Eu sou! Não quero ser mulher de ninguém, só uma mulher!
Eu – Você é, uma vadia no cio. Bate uma enquanto trai seu marido, puta!
Ela fez um boquete do caralho, dava pra ver que tava com muito tesão. Gozei na boca dela, ela gozou sem tirar minha pica da boca, ofegante, tentando respirar pelo nariz… me olhou com a porra ainda na boca…
Eu – Eu não sou o corno, lembra disso.
Ela fechou os olhos e engoliu.
Deixei o presente da Eva pra ela e mandei ela mandar um SMS dizendo que tinha um presente. Fui embora, já era uma hora e a vida de fim de semana no condomínio ia começar, só que dessa vez eu ia ver parte dela.
Fui pra casa correndo e instalei o gravador ligado na TV, tinha seis canais, um pra cada câmera. via perfeitamente. Tina estava na cozinha, curiosamente ainda de peitos de fora, gostava que eu a visse. Daí a pouco tocaram a campainha da casa dela, Tina correu pra vestir algo, mas eu chamei ela.
Eu – Vadia, olha se é a Eva e se for, recebe ela assim mesmo.
Ela foi até a porta com o top na mão. Abriu a porta e a Eva entrou com o uniforme bonito dela.
Eva – Oooolá, o dono tá aqui?
Tina – Não.
Eva – E como é que você abre a porta assim, putinha?
Tina – Ele mandou, ele tá nos vendo.
Eva – Como? – Tina contou pra ela e entregou o pacote, mandando ela colocar no quarto.
Eva olhou pra onde a câmera tava, seguindo a indicação da Tina, e me cumprimentou sorrindo.
Mandei uma mensagem.
“Passa a mão nos peitos dessa porca um pouco, sei que você gosta de peitos, aviso quando o cuck chegar.”
Eva – O dono mandou eu passar a mão nas suas tetas e na sua buceta, porca, ele quer que quando o cuck chegar, você dê pra ele.
Fiquei alucinado com a pequena foxy.
Tina concordou e se aproximou dela.
Eva – Mãos atrás da nuca, porca.
Eva se aproximou, desabotoou a calça dela e puxou pra baixo junto com a calcinha até os joelhos, enfiou a mão na buceta dela.
Eva – Essa putinha tá melada, dono.
Eva – Você é uma puta de verdade, tudo isso te excita muito, né?
Tina – Sim, passei a manhã com ele e não conseguia parar de pensar em dar pra ele quando chegasse em casa.
Eva – E ele não comeu?
Tina – Não.
Eva – Isso é porque ele prefere te deixar no tesão, ele quer um show com o cuck. Você vai dar pra ele na frente dele, né? Vai deixar ele ver como seu maridinho te fode, o momento mais íntimo de vocês?
Tina – Sim, vou mostrar o que ele quer ver, talvez assim ele me coma.
Eva tirou a mão encharcada e agarrou os peitos dela, lambuzando eles com os sucos da buceta e brincando com eles. Tina gemia. Eva xingava ela.
Eva – Você é uma puta de peitões, muito puta!
Tina – Sim, eu sou.
Eva – Nossa puta de peitões.
Tina – Ummm, sim, a puta de peitões de vocês.
Eva continuou passando a mão nela por um tempo. Adorava brincar com os peitos dela, até começou a lamber os mamilos dela.
Eva – Nunca Pensei que ia gostar de pegar numa mina, mas adoro suas tetas, porca.
Tina – Vale, obrigada, acho. Também gosto quando você as toca.
Vi o carro do corno entrando e chamei a Tina.
Eu – O corno tá chegando, manda a Eva vazar e ligar o brinquedo novo dela.
Tina falou pra ela, e a Eva foi embora.
Eu – Quero que, quando o corno chegar, você dê pra ele, mas não quero uma boa trepada, quero que você foda rápido, nada de chupar, só bate uma pra ele e mete, e que ele goze o mais rápido possível, entendeu?
Tina – Por quê?
Eu – Quero que você fique mal comida.
Tina – Filho da puta, não posso nem aproveitar com meu marido?
Eu – Pode gozar, mas não quero te ver dando uma boa trepada, quero você saliente.
Tina correu pro quarto dela, se pelou e vestiu uma espécie de camiseta grande sem nada por baixo.
Um minuto depois, o corno entrou, de terno, largando a maleta numa mesa e dando um beijo carinhoso na mulherzinha dele.
Corno – Oi, amor, como foi o dia?
Tina – Bem, vem cá.
Ela pegou ele pela mão e arrastou pra cozinha, se deitou de bruços na mesa, de frente pra onde eu podia vê-la, e me olhando disse:
Tina – Por favor, me come.
Corno – Hahaha, como você tá!
Tina – Deve ser a gravidez, preciso de você! Dentro! Já! Por favor, amor!
O corno ficou atrás, tirou o paletó, agarrou a bunda da mulher, baixou a braguilha, segurou o pau e começou a acariciar a buceta dela.
Tina tirou a camiseta. E olhando pra trás…
Tina – Já! Mete! Não precisa me esquentar!
Corno – Sim, amor – ele se aproximou dela e devagar começou a meter.
Tina me olhou com cara de desesperada e, jogando o corpo pra trás, enfiou tudo de uma vez. Ela se adiantou de novo e repetiu. Ele ficou com cara de surpreso, mas tava gostando.
Tina – Vai!
O corno começou a empurrar e a tirar muito rápido.
Nessa hora, bateram na minha porta, fui atender, era a Eva, ela entrou correndo.
Eva – Onde? Vamos! Deixa eu ver!
Eu – Hahaha, entra na sala.
Ela entrou e viu a cena na TV.
Eva – Porra, que tesão! Ele tá comendo ela e Você vendo isso!
Tina – Gemia um pouco e falava umas merdas.
Tina – Sim, meu amor, assim! Como eu te quero! Sou sua!
O cuck não ficava atrás.
Cuck – Sim, meu amor! Te quero!!
Eva olhava com os olhos arregalados.
Eva – Ummm, um casal transando quando acham que ninguém tá vendo, adoro!
Eu – Isso não é um casal, olha pra ela.
Tina olhava pra gente, sabia que eu tava vendo ela e provavelmente imaginava que a Eva também. Falava todas aquelas coisas, mas a cara dela não mudava, só olhava pra gente.
Eu – É uma mulher acasalando!
Ele não aguentou muito mais e gozou dentro dela. Ela se virou, tirou ele pra fora, beijou ele dizendo “obrigada, querido”, vestiu a camiseta e foi pro banheiro.
Me mandou uma mensagem: “Me sinto uma porca”.
Mudei o canal pro do banheiro.
Eu – É o que você é, entra no chuveiro e se masturba até gozar, porca.
Ela abriu a torneira e, se colocando do lado onde não caía água, levantou uma perna e começou a acariciar a própria racha, que pingava esperma do cuck.
Pouco depois saiu e comeram juntos, falavam de coisas normais, o que fazer no fim de semana… Decidiram ir fazer compras depois de comer pra ter mais tempo livre.
Eva se inclinou, levantou a saia e puxou a calcinha pra baixo.
Eva – Ou você me fode ou eu explodo!
Eu – Olha a putinha!
Tirei a pica e enfiei nela, tava encharcada.
Eu – Adoro te foder com seu uniforme.
Eva – Porque você é um pervertido!
Eu – Se seu pai te visse, não ia achar que você é a filhinha dele, mas sim uma vadia!
Continuei empurrando, a buceta dela chapinhava, ela gozou em dois minutos.
Eu – Pô, como você tava!
Eva – Tô me acostumando a levar pica todo dia, o que você esperava depois de três dias!
Continuei fodendo ela por mais um tempo, me controlando, não queria gozar na buceta dela. Quando senti que ia gozar, avisei.
Eu – Onde você quer, puta?
Eva – Onde você quiser!
Ainda não tinha fodido o cu dela, mas a tentação era forte demais.
Tirei a pica e apontei pro buraquinho dela. Quando ela percebeu o que eu tava fazendo, deu um grito.
Eva – Não! Por aí não! Não tô preparada! lista!
Eu – Eu decido por onde te como, puta!! Não vou te desvirginar agora, só vou meter o suficiente pra gozar dentro.
Eva – Não! Dói!
O cu dela foi se dilatando, consegui enfiar a cabeça. Ela arfava, tava completamente tensa.
Eu – É melhor você relaxar, vou meter do mesmo jeito.
Eva – Tá bom! Mas bem devagar, por favor!.
Continuei empurrando, mais dois dedos entraram, no final pensei, foda-se!
Enfiei a mão por baixo da camisa dela, subi o sutiã soltando os peitos e agarrei eles… empurrei mais forte, tirava um pouco e metia de novo, cada vez um pouco mais.
Eva – Não! Você disse que não ia me comer por ali!
Eu – Isso se chama dar o cu, vamos aprender a falar, puta! Mudei de ideia, vadiazinha, cu bom demais pra ninguém comer…
No final, meu pau entrou completamente, senti minhas bolas batendo na buceta dela, tava escorrendo, foi me molhando aos poucos.
Eu – Pronto, putinha! Já não é mais virgem de cu!
Eva – Deus! Sinto que vai sair pela boca!
Eu – Hahaha, e agora vou te foder!!
Comecei a tirar um pouco e enfiar de novo, uma e outra vez, às vezes tirava completamente vendo o buraco dela todo aberto pra enfiar de novo. Ela só soltava suspiros baixinhos, sentia os bicos dos peitos dela bem duros.
Eu – Tá gostando!?
Eva – Siiiiiiim! Devagar, por favor!!
Continuei metendo, depois de 5 minutos não aguentei mais.
Eu – Vou gozar no seu cu, vagabunda!
Eva – Sim, me enche de porra, por favor.
Eu – Goza, rabuda!
Eva enfiou uma mão entre as pernas e começou a se esfregar a buceta. Em dois minutos gozamos juntos, sentia as contrações do cu dela no meu pau.
Tirei.
Eu – De joelhos, puta.
Ela tava toda despenteada, a roupa uma bagunça.
Eva – Não, depois disso não chupo.
Eu – Claro que sim, porca.
Peguei ela e fiz ela ficar de joelhos, ela resistiu mas acabou ajoelhando. Abri a boca dela e enfiei até o fundo. segurando a cabeça dela, ela esperneou por uns segundos mas no fim parou.
Eu – Muito bem, vadiazinha! Que seja a última vez que você me nega usar um dos seus buracos!
Deixei dentro da boca dela por um tempo.
Eu – Tá sentindo o gosto da sua buceta, do seu cu e da minha porra, Promíscua?
Eva mexeu a cabeça um pouco, confirmando.
Fiquei de pau duro com a boca dela e a submissão dela, então falei…
Eu – Chupa, quero encher sua boca de leite.
Ela levantou uma mão segurando minhas bolas e a outra no tronco do meu pau e começou a chupar. Era uma boqueteira do caralho. Tirava, colocava de novo, lambia minha cabecinha e descia até as bolas, e recomeçava. Arrastei ela até um sofá, sentei e abri as pernas pra relaxar. Ela chupava meu pau, ou descia pras minhas bolas e beijava elas, lambendo enquanto me batia uma.
Eu – Vou gozar, Promíscua!
Não precisei de mais instrução nem segurar ela, ela enfiou a cabecinha na boca e começou a mamar mais forte enquanto apertava minhas bolas de leve. Explodi, não saiu muita porra depois da manhã que eu tive, mas o suficiente pra ela tomar uma boa quantidade. Esperei uns minutos até meu pau relaxar e tirei da boca dela, ela se lambendo.
Eva – É melhor eu voltar pra casa, papai deve estar chegando.
Eu – Assim que eu gosto, que você seja uma boa filha.
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