Primeira Parte
Olá, vou me apresentar, meu nome é José, tenho 30 anos, moro em Berazategui, província de Buenos Aires, sou taxista e tenho uma namorada que me ama pra caralho e daria tudo por mim. Assim eu teria me apresentado há 2 meses. Vou contar como tudo começou:
Sou obcecado por roupa de mulher, não sei por quê, mas sempre me deu tesão. Quando moleque, roubava as calcinhas fio-dental da minha irmã e agora roubo as da minha namorada, Carolina, quando ela não está.
Ela trabalha num supermercado a manhã toda e eu faço horários noturnos, então é nessa hora que posso deixar fluir minha tara sossegado, sem ela descobrir.
Outro dia, eu tava vestido com a calcinha fio-dental dela, saia, sutiã, top, e não achei suficiente, então me depilei o corpo todo, fiquei completamente excitado, não conseguia pensar em outra coisa, então bati uma punheta e, de tão cansado que tava, acabei dormindo. Grande erro.
Minha namorada chegou e eu não ouvi, tava apagado. Quando acordei, me deparei com ela entre confusa e puta, aos pés da minha cama, pedindo explicações. Tive que contar a verdade, que adoro e fico excitado me vestindo de mulher, mas que ainda a amo. Ela pediu um tempo pra pensar sozinha, então me troquei e fui dar umas voltas com o táxi.
Depois de algumas horas, recebi uma mensagem dela com umas fotos que tinha tirado de mim dormindo naquela manhã, pedindo pra eu voltar pra casa que a gente precisava conversar.
Quando cheguei em casa, ela tava me esperando sentada no sofá de braços cruzados, com tudo muito mais claro:
- A verdade é que ainda não consigo acreditar, Josesita, ainda tô processando. Sabe que te amo e isso não vai mudar, mas não consigo acreditar que meu namorado vira uma mulherzinha quando fica sozinho.
- Escuta, amor...
- Espera, deixa eu terminar. Não sei por que tirei essas fotos, mas agora me ajudam. Se não quiser que todo mundo veja, tem 2 opções: ou a gente separa e você me deixa a casa e o táxi, ou a gente continua o relacionamento DO MEU JEITO.
- E como seria? Isso?
—Que bom que perguntou. A primeira regra é bem clara: mesmo que eu ainda te ame, a verdade é que nunca mais vou conseguir ficar excitada com uma mulherzinha como você, então você não vai mais poder me foder. Mas eu ainda tenho necessidades, então posso transar com quem eu quiser, nesta casa, e não vou ligar se você estiver presente ou não. Claro que você vai ter proibido qualquer ato sexual, a menos que eu permita. A segunda é que, dentro de casa, você vai continuar se vestindo igual me encontrou esta manhã, e fora de casa vai ter que continuar usando tangas, porque é óbvio que você gosta, e quero te pressionar para ser você mesma, Josesita, que vai ser seu nome daqui pra frente. (Fiquei sem palavras, entre preocupado e excitado)
—Ehh, vou voltar a trabalhar, tenho muito o que processar.
—Tá bom, Josesita, mas se quiser continuar usando o táxi, está esquecendo de uma coisa (mostrando a tanga que ela usou de manhã).
Eu, sem dizer nada, fui e coloquei.
—Muito melhor, viu como fica bem em você, Josesita? Ainda bem que você nunca teve um pau muito grande, cabe todinho sem problema.
Não sei de onde minha namorada tirou tanta maldade, acho que eu mereci, que tirei o pior dela.
Quando a confusão passou, eu não aguentava mais de tesão, por tudo que tinha acontecido.
Naquela noite cheguei tarde, minha namorada estava dormindo e fui deitar com ela. Cheguei, me deitei e ela me abraçou de conchinha, mas pela primeira vez senti um volume meio estranho entre as pernas dela... Será possível, ou estou imaginando?
Meu pau começou a endurecer, e a tanga não deixava nada para a imaginação.
—Vejo que você gostou, Josesita. Por sorte para você, eu não falei nada sobre eu te comer. Agora, se quiser que doa menos, fica de quatro.
Eu aceitei, e ela pegou um pote de vaselina que a gente usa quando ela me deu a bunda de presente no meu aniversário, puxou a tanga de lado e começou a esfregar. Ela estava mais dura do que nunca, e ela me mostrou um consolo.
—Viu, esse é um tamanho normal, que pode fazer uma mulher como você gozar. não como a piada que você tem entre as pernas. A verdade é que era o dobro do meu pau. Eu continuava de quatro quando ouço o som da câmera do celular dela e depois a dor. Não consegui evitar gemer. —Vejo que tá doendo, fica tranquila que a dor vai virar prazer. Foi assim, quando foi me abrindo pela excitação me deu um prazer único, uma vibração no corpo todo que me obrigou a gemer de novo, dessa vez de prazer. Depois de um tempo ouve a campainha e ela para —Agora é minha vez, troca de roupa e vai abrir. Me vesti de Josesita, fui abrir e era um amigo dela, Miguel, um cara bem metido que nunca gostei. —Oi, entra, Caro te espera lá em cima. —Kkkkkkkkkk Oi Josesita, quando Caro me contou não acreditei, mas te vendo até que passa por mulher. Fechei a porta e senti ele pegar na minha bunda e depois na cintura, me puxando contra ele pra me apoiar, o que me deixou duro de novo. —Fica tranquila que se quiser tem pra você também, sobe comigo. Não acreditava no quanto tava humilhado, nunca tinha ficado com um homem, nem pensado nisso, mas, sem dizer nada, segui ele. Caro já tava esperando ele e se jogou em cima, e começaram a transar, nunca tinha visto Caro assim, super excitada, aproveitando pra caralho. Eu fiquei ali, sentei no chão e comecei a me masturbar. Tava quase gozando quando Caro me vê —O que cê tá fazendo, gata? Para agora que você não tem permissão de usar se eu não pedir. Miguel, cê pode mostrar pra ela o que é uma rola de verdade? —Por você, tudo. —Melhor ela chupar pra limpar bem essa rola. E eu, sentado do jeito que tava, fiquei, ela abriu minha boca com a rola e eu comecei a chupar.
Olá, vou me apresentar, meu nome é José, tenho 30 anos, moro em Berazategui, província de Buenos Aires, sou taxista e tenho uma namorada que me ama pra caralho e daria tudo por mim. Assim eu teria me apresentado há 2 meses. Vou contar como tudo começou:
Sou obcecado por roupa de mulher, não sei por quê, mas sempre me deu tesão. Quando moleque, roubava as calcinhas fio-dental da minha irmã e agora roubo as da minha namorada, Carolina, quando ela não está.
Ela trabalha num supermercado a manhã toda e eu faço horários noturnos, então é nessa hora que posso deixar fluir minha tara sossegado, sem ela descobrir.
Outro dia, eu tava vestido com a calcinha fio-dental dela, saia, sutiã, top, e não achei suficiente, então me depilei o corpo todo, fiquei completamente excitado, não conseguia pensar em outra coisa, então bati uma punheta e, de tão cansado que tava, acabei dormindo. Grande erro.
Minha namorada chegou e eu não ouvi, tava apagado. Quando acordei, me deparei com ela entre confusa e puta, aos pés da minha cama, pedindo explicações. Tive que contar a verdade, que adoro e fico excitado me vestindo de mulher, mas que ainda a amo. Ela pediu um tempo pra pensar sozinha, então me troquei e fui dar umas voltas com o táxi.
Depois de algumas horas, recebi uma mensagem dela com umas fotos que tinha tirado de mim dormindo naquela manhã, pedindo pra eu voltar pra casa que a gente precisava conversar.
Quando cheguei em casa, ela tava me esperando sentada no sofá de braços cruzados, com tudo muito mais claro:
- A verdade é que ainda não consigo acreditar, Josesita, ainda tô processando. Sabe que te amo e isso não vai mudar, mas não consigo acreditar que meu namorado vira uma mulherzinha quando fica sozinho.
- Escuta, amor...
- Espera, deixa eu terminar. Não sei por que tirei essas fotos, mas agora me ajudam. Se não quiser que todo mundo veja, tem 2 opções: ou a gente separa e você me deixa a casa e o táxi, ou a gente continua o relacionamento DO MEU JEITO.
- E como seria? Isso?
—Que bom que perguntou. A primeira regra é bem clara: mesmo que eu ainda te ame, a verdade é que nunca mais vou conseguir ficar excitada com uma mulherzinha como você, então você não vai mais poder me foder. Mas eu ainda tenho necessidades, então posso transar com quem eu quiser, nesta casa, e não vou ligar se você estiver presente ou não. Claro que você vai ter proibido qualquer ato sexual, a menos que eu permita. A segunda é que, dentro de casa, você vai continuar se vestindo igual me encontrou esta manhã, e fora de casa vai ter que continuar usando tangas, porque é óbvio que você gosta, e quero te pressionar para ser você mesma, Josesita, que vai ser seu nome daqui pra frente. (Fiquei sem palavras, entre preocupado e excitado)
—Ehh, vou voltar a trabalhar, tenho muito o que processar.
—Tá bom, Josesita, mas se quiser continuar usando o táxi, está esquecendo de uma coisa (mostrando a tanga que ela usou de manhã).
Eu, sem dizer nada, fui e coloquei.
—Muito melhor, viu como fica bem em você, Josesita? Ainda bem que você nunca teve um pau muito grande, cabe todinho sem problema.
Não sei de onde minha namorada tirou tanta maldade, acho que eu mereci, que tirei o pior dela.
Quando a confusão passou, eu não aguentava mais de tesão, por tudo que tinha acontecido.
Naquela noite cheguei tarde, minha namorada estava dormindo e fui deitar com ela. Cheguei, me deitei e ela me abraçou de conchinha, mas pela primeira vez senti um volume meio estranho entre as pernas dela... Será possível, ou estou imaginando?
Meu pau começou a endurecer, e a tanga não deixava nada para a imaginação.
—Vejo que você gostou, Josesita. Por sorte para você, eu não falei nada sobre eu te comer. Agora, se quiser que doa menos, fica de quatro.
Eu aceitei, e ela pegou um pote de vaselina que a gente usa quando ela me deu a bunda de presente no meu aniversário, puxou a tanga de lado e começou a esfregar. Ela estava mais dura do que nunca, e ela me mostrou um consolo.
—Viu, esse é um tamanho normal, que pode fazer uma mulher como você gozar. não como a piada que você tem entre as pernas. A verdade é que era o dobro do meu pau. Eu continuava de quatro quando ouço o som da câmera do celular dela e depois a dor. Não consegui evitar gemer. —Vejo que tá doendo, fica tranquila que a dor vai virar prazer. Foi assim, quando foi me abrindo pela excitação me deu um prazer único, uma vibração no corpo todo que me obrigou a gemer de novo, dessa vez de prazer. Depois de um tempo ouve a campainha e ela para —Agora é minha vez, troca de roupa e vai abrir. Me vesti de Josesita, fui abrir e era um amigo dela, Miguel, um cara bem metido que nunca gostei. —Oi, entra, Caro te espera lá em cima. —Kkkkkkkkkk Oi Josesita, quando Caro me contou não acreditei, mas te vendo até que passa por mulher. Fechei a porta e senti ele pegar na minha bunda e depois na cintura, me puxando contra ele pra me apoiar, o que me deixou duro de novo. —Fica tranquila que se quiser tem pra você também, sobe comigo. Não acreditava no quanto tava humilhado, nunca tinha ficado com um homem, nem pensado nisso, mas, sem dizer nada, segui ele. Caro já tava esperando ele e se jogou em cima, e começaram a transar, nunca tinha visto Caro assim, super excitada, aproveitando pra caralho. Eu fiquei ali, sentei no chão e comecei a me masturbar. Tava quase gozando quando Caro me vê —O que cê tá fazendo, gata? Para agora que você não tem permissão de usar se eu não pedir. Miguel, cê pode mostrar pra ela o que é uma rola de verdade? —Por você, tudo. —Melhor ela chupar pra limpar bem essa rola. E eu, sentado do jeito que tava, fiquei, ela abriu minha boca com a rola e eu comecei a chupar.
3 comentários - Me obriga a ser dela