Desejos Proibidos e Perigosos

Tudo começou quando meu marido morreu. De repente, uma ligação da Guarda Civil me deixou em alerta, disseram que ele tinha sofrido um acidente e que estavam levando ele pro hospital, então, muito apavorada, peguei um táxi do trabalho e fui direto pra lá.
Quando cheguei e perguntei pelo meu marido, foi aí que me deram a notícia fatídica: ele tinha chegado com um sopro de vida e morreu enquanto o levavam pro centro cirúrgico. Dá pra imaginar o choque que eu e meu filho sofremos. Ninguém nunca tá preparado pra uma notícia dessas, isso muda sua vida.

Éramos um casal normal, com um filho que tinha acabado de entrar na faculdade pra estudar arquitetura. Algo que nem eu nem meu marido conseguimos fazer na nossa época, porque eu engravidei dele muito jovem, quando ainda éramos namorados.

Os dois trabalhávamos, eu como contadora numa empresa pequena e ele como entregador de uma transportadora. Sabe como é, sempre na correria, sempre com a pressão das entregas, sempre no limite com a van dele, tanto que foi esse o fim dele, um acidente de trabalho levou ele embora.

A partir daí, como eu disse, tudo mudou. No velório vieram parentes de todo canto, durante uns dias a casa foi um frenesi de visitas, minha mãe veio ficar com a gente e passou uns dias enquanto tudo rolava. No fim, ela voltou pra casa dela, porque depois de se aposentar tinha ido morar na América do Sul, já que conheceu um turista argentino e casou com ele depois de muitos anos de viúva.

Então, depois que ela foi embora, ficamos sozinhos, eu e meu filho. Naquele dia, quando voltamos do aeroporto, depois de deixar a avó no avião que ia levá-la de volta pra Argentina, a casa pareceu deserta, como se um ar desolador e sufocante tomasse conta. Jantamos na base do esforço, porque eu insisti que a gente comesse, mas passamos mais tempo preparando a janta mixuruca, pondo e tirando a mesa, do que comendo de fato.

Depois fomos dormir, cada um pro seu quarto, nosso apartamento só tem dois dormitórios, afinal. Não pudemos nos dar ao luxo de um maior e, com o tempo, como só nasceu meu filho Isaac, a gente se acomodou e nem pensou mais em se mudar pra um mais espaçoso.
Depois dos dias que se seguiram ao enterro, minha mãe tinha dormido comigo na minha cama de casal, então só naquela noite me toquei do tamanhão que ela era pra uma pessoa sozinha. Pensei que teria que me acostumar, até cogitei jogar fora e comprar uma de solteiro, já que de qualquer jeito dormiria sozinha pelo resto do tempo.
O negócio é que mal consegui dormir, então acabei levantando e saqueando a geladeira de casa, pegando sorvete e comendo com ansiedade — tinha passado da falta de apetite do jantar pra uma bulimia compulsiva.
Lá estava eu, de camisola, quando meu filho me deu um susto aparecendo pela porta de cueca. Ele também não conseguia dormir, então terminamos os dois comendo pipoca feita na hora no micro-ondas, vendo o teletenda de madrugada.
Quando o dia clareou, decidimos deitar, e ao chegar no meu quarto vi a cama imensa e me desabei diante da ideia de dormir sozinha. Sem pensar, peguei meu Isaac pelo braço e falei pra ele vir dormir comigo. Ele concordou sem pestanejar, porque acho que nós dois buscávamos a companhia que nos tirasse daqueles pensamentos deprimentes.
Finalmente consegui pegar no sono e, entre sonhos, me abracei a ele. Não sei se eu tava ciente de que ele não era meu marido, mas tava tão cansada que me virei e me encostei nas costas dele, como costumava fazer quando meu marido era vivo. Ele é bem alto, embora de corpo magro, ao contrário de mim, que sou mais baixinha e igualmente magra. O negócio é que nem percebi até acordar já tarde do dia.
O caso é que não sei se foi pela companhia dele ou porque abraçá-lo me deu segurança, mas naquela noite consegui descansar sem acordar cem vezes sobressaltada com a lembrança da maldita ligação da Guarda Civil. A gente levantou lá pela hora do almoço e, como não tava a fim de cozinhar, peguei o carro. E aí fomos pra um hamburguer no centro. Lá comemos uns hamburgões, dessa vez com uma fome do caralho. E quando terminamos, demos uma volta nas lojas. Estranhamente, meu filho me acompanhou em lojas de roupa, mesmo ele odiando isso e eu quase sempre ir sozinha fazer compras. Mas naquele dia ele foi super encantador comigo. Claro, eu percebi os olhares que ele dava pras vendedoras da loja, cê sabe, todas meninas bem gostosas, com uns corpos cheios de curvas e uniformizadas. Isso me deu uma graça, e me lembrou dos dias em que ele era só um menino. Agora dava pra ver que ele já tava atrás de "outros jogos", cê me entende.
Aliás, meu Isaac é muito bonitão, tão alto e com o cabelo loiro igual ao do pai. Nisso ele puxou ele. A gente casou muito novo e teve ele quase na hora, porque foi como dizem vulgarmente "de penalti".
Por isso, do lado dele, eu não pareço realmente ser a mãe, mas quase a irmã mais velha, já que tenho só trinta e seis anos.
Naquele dia, resolvi comprar um vestido bem gostosinho, estampado com cores vivas, porque era primavera e essa coisa de luto já era, de algum jeito queria me sentir diferente, então vesti ele e gostei tanto que saí usando.
Depois a gente ficou tomando sorvete e passeando num parque, até o Isaac ficou dando comida pras pombas como quando era criança. Acho que tudo isso fez muito bem pra nós dois, porque ajudou a gente a escapar da nossa realidade dura.
Era domingo, então no dia seguinte eu teria que voltar pro trabalho e ele pra faculdade. Naquela noite, a gente se recolheu tarde, porque também jantamos fora, então quando chegamos, só tivemos que tomar banho e deitar.
Ele entrou primeiro e depois, enquanto se secava, entrei pra dar roupa limpa, porque ele tinha esquecido do lado de fora. Aí eu vi ele, depois de sair do chuveiro, com o cabelo molhado e a toalha meio enrolada, então vi de relance o pau dele com todo o pelo pubiano e os testículos, e fiquei meio... impressionada e pensei em como o meu Isaac tinha ficado bonitão, com aquele torso todo musculoso e sem nenhum pelo.
Aquilo não passou de um simples incidente doméstico, sem maior importância. Depois fui eu tomar banho, enquanto ele saía para terminar de se secar e se vestir lá fora.
Para minha surpresa, quando saí, um bom tempo depois de secar meu cabelo comprido, descobri ele dormindo de novo na minha cama. Então, como na noite anterior, dormimos juntos de novo. E a verdade é que não me desagradou ter a companhia dele outra vez.
A semana passou rápido, porque eu trabalho muitas horas, já que tenho jornada dividida, e ele estudava outras tantas, então só nos víamos no jantar, depois banho e aí íamos dormir.
O que começou como uma ideia minha para evitar a solidão da minha cama vazia acabou virando um hábito. Também não é que a gente desse muita importância praquilo na época, afinal acho que nós dois precisávamos da companhia um do outro.
Nos fins de semana, a gente aproveitava pra pegar o carro e dar umas voltas. Começamos a ir para pousadas nacionais, visitar lugares onde antes não íamos.
— Mas antes a senhora disse que não ganhavam muito dinheiro, como podiam bancar isso? — perguntou o interlocutor.
— É verdade, mas, mesmo sendo feio falar, a verdade é que a indenização pela morte do meu marido nos deu um alívio financeiro, e tanto eu quanto meu filho sentíamos a opressão daquele apartamento, as lembranças de quando meu marido estava lá, então a gente aproveitava a primeira chance para fugir.
— Claro, é super normal.
— Bom, como eu estava dizendo, ficamos em hotéis dormindo em quartos duplos e uma vez fomos para um que tinha águas termais e um circuito de spa. Lá a gente relaxou. Quase não tinha clientes naquele fim de semana, não entendíamos por quê, já estava calor e talvez as pessoas preferissem mais as praias do que aqueles lugares.
O caso é que a gente ficou em todas as piscinas, e depois disso ganhamos uma massagem de umas moças muito Monas e depois fomos para o jacuzzi, onde ficamos conversando de boa. Era a primeira vez que eu experimentava um e foi uma delícia, sentir o formigamento daquelas bolhas! — exclamou ela, relembrando aquela lembrança gostosa com as palavras.
— Você gostou das minas, Isaac? Eram gostosas, né? — perguntei para sondar ele.
— Ah, sim, com certeza, mãe! — exclamou ele todo orgulhoso —. Principalmente a loira que tava te dando massagem, ela tinha umas... enormes — concordou, fazendo um gesto com as mãos no peito.
— É, tinham umas tetonas boas iguais às minhas! Hein? — pisquei o olho cúmplice —, iguais às minhas! — completei, realçando meus peitos com as mãos.
— Com certeza! — exclamou ele sorrindo.
— Com certeza o quê? — perguntei —. Que eu tenho elas bem grandes ou que você gostou das da mina! — falei rindo, deixando ele nervoso.
— Ei, "ela" que tinha elas bem grandes! — esclareceu ele, todo sem graça.
— Então, as minhas não te agradam? — me insinuei, pegando meus peitos com as mãos e juntando eles pra realçar.
— Não é isso, mãe, você também é muito gostosa — afirmou ele finalmente depois da minha pressão.
— Obrigada, querido, você é um amor — falei por fim, satisfeita.
As bolhas eram muito relaxantes e faziam um montão de cócegas, principalmente no começo. Esses lugares são fantásticos, se acostumar com o bom é muito fácil, né? O caso é que, de forma sacana, insinuei que ele podia aproveitar aquele momento pra se aliviar, já que estávamos sozinhos ali.
— Como assim, fazer aqui! — exclamou ele, estranhando.
— Claro, filho, onde mais! — falei sorrindo —. Debaixo d'água não vou te ver, se é o pudor que te segura.
— Mas, mãe, não é só isso, é que você estaria na frente! — ele se escandalizou.
— Bom, isso é verdade, mas você sempre pode fechar os olhos e se concentrar, pensar que está sozinho, né?
— Acho que não conseguiria, mãe, sinceramente — ele falou meio sério.
— Tá bom, era só uma ideia, cara, não fica tão sério! — falei tentando relaxar ele.
A verdade é que, secretamente, eu mesma afastei a parte de baixo do biquíni e... Senti aquelas bolhas me acariciando no fundo do meu ser. Desde o acidente, eu não tinha tido nenhum tipo de reação sexual, meu corpo simplesmente não precisava, mas naquela jacuzzi foi diferente. As bolhas tiveram um efeito inesperado em mim, fiquei meio tesuda, então deslizei meus dedos na minha buceta pra me dar prazer.
Isaac não percebeu nada, porque era impossível ele me ver, e eu fingi que estava dormindo pra disfarçar. Até pensei que, enquanto eu estava de olhos fechados, ele podia estar se masturbando na minha frente sem eu saber, e isso me excitou ainda mais. Não sei se ele realmente fez ou não, mas foi uma delícia. Apertei os dentes e tentei ficar imóvel enquanto meu corpo se mexia igual uma leoa presa, se contorcendo, aproveitando um prazer fantástico e libertador.
Depois saímos da água, tomamos banho e jantamos no jardim, porque a temperatura convidava. Bebemos vinho e acho que ficamos tontos. Por fim, ficamos passeando perto do hotel, que tinha muitos metros quadrados de jardins iluminados com lampadinhas plantadas no chão, dando um aspecto bem aconchegante.
— Isaac, no final, hoje você relaxou na jacuzzi? Eu dormi e nem percebi o que você fez — insinuei pra ver se ele confessava.
— Ah não, mãe, eu não faria uma coisa dessas na sua frente! — se escandalizou meu jovem filhote.
— Tá bom, é que se você fez, eu nem notei! — exclamei. — Sabe o quê? Tô morrendo de vontade de fazer xixi — confessei, olhando em volta procurando um lugar pra me aliviar.
— Mas você vai fazer aqui, mãe? Pode vir outra gente do hotel! — disse ele, escandalizado.
— Bom, você vai vigiar pra ninguém me ver, né? — sorri pra ele.
Nos afastamos um pouco do caminho e, perto de uns arbustos, me agachei e fiz. Ele ficou de costas, cavalheirescamente, olhando pra um lado e pro outro. Quando percebi que não tinha lenços de papel na bolsa, perguntei se ele tinha. Meio envergonhado, ele disse que sim e me entregou. enquanto eu ficava de cócoras no escuro. A verdade é que eu estava bem tonta e talvez fosse isso que me deixava meio exibicionista. Lembro como ele me olhava de soslaio quando me levantei e me limpei com as pernas abertas, acho que ele mal via alguma coisa da minha buceta nua naquela escuridão, mas me exibir na frente dele foi algo obsceno. Cheguei a sentir um prazer incomum e certamente sujo ao fazer tudo aquilo na frente do meu próprio filho. O engraçado de tudo é que depois foi ele quem teve que me imitar, mijando ali mesmo. Eu fingi que vigiava, mas na verdade fiquei espiando. Vi ele puxar o pau e se concentrar pra fazer, porque parecia que algo estava errado e demorou muito pra aliviar. Aí pensei que talvez ele tivesse ficado excitado com a situação anterior e, de pau duro, teve dificuldade pra mijar, porque pelo meu marido eu sabia que quando os homens ficam excitados não conseguem. Naquela noite rolei um monte na cama, sem conseguir dormir. Olhava pra ele enquanto dormia e senti vontade de tocar nos peitorais dele. Nervosa, fiz isso devagar até ele ameaçar acordar e aí parei, escondendo rapidamente minha mão furtiva. Ele era tão forte e fibroso, divina juventude! Me senti uma puta por assediar meu próprio filho sem ele saber. Até me permiti apalpar a virilidade dele, e pra meu espanto ela respondeu endurecendo com minhas carícias! Fiquei tão nervosa que pensei que ele fosse acordar e me pegar com os dedos no pau dele, então me retirei de novo rapidamente enquanto sentia meu coração bater forte, ao mesmo tempo que minha boca secava e eu não conseguia engolir. Voltei a me masturbar na cama, enfiando quantos dedos conseguia na minha buceta, extremamente lubrificada, como quando era bem jovem e fazia isso nas primeiras vezes com meu marido. Acho que até me atrevi a enfiar um dedo no meu cu, porque isso às vezes ele fazia comigo e me excitava muito, embora Eu nunca fazia isso nas minhas punhetas.
Turbada, comecei a me sentir mal por fazer uma coisa daquelas com meu filho dormindo do meu lado. Mais ainda, me senti um lixo por me excitar com o corpo dele. Então não consegui continuar ali, levantei e fui pra sacada.

A brisa do mar me refrescou, passou entre minhas pernas torneadas e minha umidade, ao contato com o vento, me arrepiou. Continuei me tocando ali mesmo, absorta no céu estrelado, com um mar de pinheiros cinzas, escuros e silenciosos, balançando pelo vento da montanha.

Quando gozei, tive que me abaixar e me agarrar no corrimão com medo de cair. Tremi tanto que acabei sentada no chão, enquanto não parava de esfregar e esfregar minha buceta. Tenho muita vergonha de confessar isso, mas é verdade: descobri uma coisa que já quase não me acontecia, porque quando gozei, escapei um pouco de xixi, e acabei sentada numa poça de mijo. No clímax, foi impossível segurar dentro de mim.

Depois, a culpa voltou. Me senti um lixo, doutor, me senti uma puta enorme por fazer uma coisa daquelas, por me masturbar depois de passar a mão no Isaac, por levar aquela punheta até o fim e por ter gostado tanto...

— Tudo bem, Leonor, não se martirize com esses pensamentos. Aceite-os como passados e naturais. A natureza nos protege contra o tabu, mas ao mesmo tempo nos tenta a favor dele. Daí os sentimentos contraditórios que você expressa com tanta força — interveio o interlocutor.

Esta semana, se você quiser, me escreva algo sobre o que acabou de me contar, alguma lição que tenha ficado na sua mente desde aquela época, algo que tenha marcado você. E na próxima consulta a gente comenta, ok?

— Tá bem, doutor, vou fazer isso. Nos vemos na semana que vem.

Leonor se levantou do divã onde tinha ficado reclinada, no estilo clássico da psicanálise, e durante quarenta minutos tinha contado um episódio do seu passado sombrio, o primeiro... episódio, era o primeiro encontro dela.
Ela tinha hesitado em ir a um psicólogo, mas, com os últimos acontecimentos na vida dela, decidiu ir. E, embora naquele momento se sentisse estranha, a verdade é que, enquanto o elevador descia para o hall, ela se sentiu um pouco aliviada por poder contar suas preocupações a alguém, por poder confessar suas lembranças mais sombrias, mesmo que fosse a um estranho.

Na semana seguinte, Leonor chegou pontual ao encontro. Na sala de espera, só uma jovem secretária, vestida de branco imaculado, estava atrás de uma tela de computador na mesa onde recebia os pacientes do doutor.
A garota era muito gostosa, morena, com o cabelo preso num rabo de cavalo para trás. E muito jovem, com um corpinho como o que Leonor lembrava de si mesma aos vinte e poucos anos.
Nervosa, dessa vez a espera foi mais longa que a anterior, e as trocas de olhares com a garota, seguidas de sorrisos sem graça, a deixavam ainda mais nervosa. Ela perguntou pelo banheiro, e a jovem secretária a acompanhou até lá. Estranhamente, ela a levou até ele, porque, embora não fosse longe, ficava no final de um corredor do andar onde o doutor atendia os pacientes.
Ela entrou, acendeu a luz e, sorrindo, saiu e a convidou para entrar. Leonor sentiu um leve pudor, como se aquela garota fosse ficar com ela enquanto ela mijava. Mas não foi assim; depois disso, ela se despediu e fechou a porta. Com certeza, esse comportamento a deixou confusa por ser excessivamente prestativo, já que ela era meio envergonhada com essas coisas.
Finalmente, a espera terminou e ela se viu, mais uma semana, no consultório do doutor, deitada no divã...
— Como foi a semana, bem? — perguntou o doutor, sugerindo a resposta na própria pergunta.
— Sim, bem — limitou-se a admitir Leonor.
— Certo, continue com sua história, me conte a próxima coisa que você lembra e que tenha relação com o que te atormenta agora.
— Tá bom, acho que paramos na pousada naquele fim de... semana, na varanda, bom... me masturbando depois de tocar no meu filho... ahem! — eu tossi.
Bom, no domingo saímos do hotel e voltamos pro apartamento, chegamos muito tarde e fomos dormir. Assim começou mais uma semana de rotinas.
Um dia meu filho me surpreendeu, porque eu sempre tinha umas duas horas e meia pra almoçar, já que minha jornada de trabalho era partida. Eu costumava comer e depois dava tempo de dar uma boa caminhada. Então, naquele dia ele me ligou e disse que vinha almoçar comigo. Foi uma surpresa agradável, pra ser sincera, porque eu não esperava mesmo.
Toda tarde, eu preparava a comida dos dois e colocava em potes na geladeira pro dia seguinte, porque não gostava de cozinhar só pra mim. Então, naquele dia ele veio até meu trabalho e fomos pra um parque perto dali, onde almoçamos sentados na grama. Ele comprou umas cervejas num bar, e a gente tomou sentado no sol, como se fôssemos dois universitários se distraindo entre as aulas.
Fiquei muito feliz com a visita dele e acho que até abracei e beijei ele quando nos encontramos, e olha que eu não sou muito de ficar beijando. Depois ele caminhou comigo até a hora de eu voltar pro trabalho.
Uma noite, acho que foi por esses dias, fez muito calor. Lembro que eu estava suando na cama e ele também. Então saí pra tomar banho e ele, que com certeza estava acordado igual a mim, me seguiu.
Quando ele entrou no banheiro, eu já estava no chuveiro e, com o barulho da água, não percebi, então quando vi ele entre as cortinas de plástico, levei um susto. Além do pudor que senti, porque eu estava pelada naquele momento e com certeza ele me viu quando entrou.
Ele entrou de cueca e disse que estava morrendo de calor, que queria tomar banho também quando eu terminasse. Então me apressei pra acabar e pedi pra ele me passar a toalha. Me certificando de fechar bem as cortinas, estiquei a mão na altura do meio delas e ele me entregou. Me sequei na banheira e saí com ela enrolada no corpo.
Impaciente, ele entrou e, sem fechar Ele baixou completamente as cortinas, tirou a cueca pra começar a tomar banho e jogou no chão do banheiro. Eu não consegui evitar de espiar, fiquei de olho na bunda dele, nas costas definidas, adivinhei as partes íntimas balançando entre as pernas musculosas. A verdade é que adorei ver o corpo dele, tão jovem e tão forte!
Saí pra vestir uma camisola e uma calcinha limpa e voltei a esperar ele. Também aproveitei pra trazer uma muda de roupa limpa pra ele e, quando terminou, convidei ele pra ir até a varanda sentar um pouco, já que lá corria uma brisa e a gente ficaria melhor do que na cama.
Ele saiu do chuveiro com o torso nu, ainda cheio de gotinhas de água, com o cabelo bagunçado e molhado. Fiquei olhando pra ele e ele sorriu pra mim. Aí fingi que me virava pra ele vestir a cueca, mas continuei espiando ele com o canto do olho. Vi como ele vestia a cueca, enquanto, disfarçando, abria a toalha pra subir ela. Foi aí que apareceu o pau dele, mole entre as coxas, mas adorei ver ele assim, achei algo super sensual e até engraçado, porque acostumada a ver ele pequeno, como tinha mudado!
Eu tinha vestido só a camisola, então meus peitos com certeza dava pra ver através do tecido fino e gasto. Sem dúvida dava pra ver as auréolas dos meus bicos e o formato e a distribuição dos meus peitos ficavam bem evidentes debaixo do tecido fino. Ficava excitada pensando que ele ia me olhar do mesmo jeito que eu olhava ele.
A gente sentou na varanda. Lá fora a cidade dormia e só o canto das cigarras e dos grilos mostrava o calor intenso e quebrava o silêncio. Também lembro que a gente ouviu um miado, nos prédios da frente, sem dúvida algum gatinho também se refrescava na varanda dos donos e talvez tenha ouvido a gente sair pro fresquinho igual ele. Realmente tava bem melhor fora do que dentro.
De repente a gente ouviu um trovão e um clarão longe no horizonte. Uma tempestade tinha se formado depois do calor intenso do dia e parecia que tava chegando. O gatinho também se assustou e, com um miado desesperado, fugiu pela janela aberta, se escondendo em casa. Pensei que a chuva ia refrescar tudo, mas tinha chance de passar longe, e aí o calor ia virar um sufoco úmido.
— Mãe, você não tá com calor com tanta roupa? — meu Isaac me disse.
— Bem, sim, mas essa camisola é a mais fresca que tenho — confessei.
— Parece leve, aliás, dá pra ver tudo através dela! — ele confessou num tom safado, dava pra ver que no banho ele tinha se empolgado — Por que não tira? Pra mim não tem problema, juro!
— Claro, seu pilantra? Mas talvez pra mim tenha, já pensou nisso? — respondi, provocando.
— Sei lá, isso depende de você — ele riu — De qualquer jeito, no escuro da varanda não daria pra ver nada.
Então, num impulso doido, tirei a camisola pela cabeça e, na penumbra, continuei sentada na frente dele nas nossas cadeiras de plástico.
— Melhor, né? — ele perguntou.
— Ufa, sim, que delícia sentir o vento me refrescando! — exclamei, sorrindo.
— Ei, mãe, lembra da semana passada no parador?
— Sim, claro — afirmei, toda orgulhosa.
— Então, te confesso que no jacuzzi eu me masturbei! — ele disse num tom ousado.
— Sério? — perguntei, fingindo descrença.
— Sim! — ele afirmou com firmeza — Não consegui evitar, te vi de olhos fechados e fiz isso! Gozei entre as bolhas! — ele se gabou.
— Nossa, que safado você é, já te falei! Foi bom, hein?
— Ah, sim, foi fantástico!
— E se eu te dissesse que sua mãe também, enquanto estava de olhos fechados, se aliviou debaixo d'água?
— Como assim, você também! — ele se surpreendeu. Agora quem ria debochada era eu, e ele, o surpreso.
— O que você queria, filho, lá era tão gostoso que foi inevitável!
Isaac se levantou e se debruçou na varanda, bem na minha frente. Eu vi o torso dele e a bunda tão perto que quase tive vontade de dar um tapa.
— Você teria coragem de se debruçar na varanda agora? — ele me desafiou num tom irônico.
— Se estivesse sozinha, faria sem pensar, mas com você olhando, obviamente não —respondi.
— É a mesma coisa que você me disse no jacuzzi, sempre posso não olhar —ele sorriu.
— Tá bom, vou fazer, mas você tem que ficar atrás de mim, assim não vai me ver e vou te provar que sou capaz.
— Beleza, boa ideia —ele admitiu.
Então fiz isso, fiquei com os peitos pra fora da sacada, apoiada no parapeito e eles sobre meus braços.
— Ei, mãe, agora se alguém passar na rua e te ver com essas tetonas penduradas, pode até alegrar a noite do cara —Isaac zombou.
— Sem dúvida sua mãe tem um belo par de peitos! —exclamei.
— Sem dúvida, mãe, você é bem dotada nesse aspecto...
Aí tudo foi muito rápido, ele colou na minha bunda, de cueca, e as mãos dele me agarraram por trás, pegando de fato nos meus peitos com aquelas mãos de dedos longos, apertando eles contra meu peito e a pélvis dele contra minha bunda.
— Ah, mãe, você tem uns peitos lindos! No hotel, enquanto você tomava massagem, eu te via deitada e imaginava tocando eles assim —Isaac exclamou enquanto os amassava.
Cheguei a sentir até o cock... bem, o pinto dele —Leonor corrigiu, envergonhada—, duro atrás da minha bunda. Naquela hora, me imaginei virando e chupando ele, chupando o pinto do meu próprio filho, mas aí só a ideia me deu nojo. Me virei e me soltei do abraço dele.
— Mas o que cê tá fazendo, Isaac! Que sou sua mãe! —gritei, fingindo raiva, e empurrei ele pra longe.
— Sim, mãe, eu sei, mas a gente tá tão sozinho e tão... que eu pensei que talvez a gente pudesse.
— Pudesse o quê, nem pense nisso, me ouviu! —avisei severamente.
O negócio é que agora a gente tava de frente um pro outro e meus peitos estavam bem à mostra, ele não parava de olhar pra eles e eu sabia.
Aí ele tentou pegar neles, mas eu afastei as mãos dele com as minhas, contrariado, ele me empurrou e eu caí na cadeira atrás de mim, surpresa. Na sequência, ele se ajoelhou na minha frente, abriu minhas pernas e mordeu minha calcinha e, por tabela, minha buceta. Senti arrepios ao ver ele fazer isso, hesitei em milésimos de segundo, entre deixar ele me chupar e empurrá-lo no chão.
Fiz a segunda opção, mas a língua dele já tinha se enfiado na minha racha, porque antes ele já tinha puxado minha calcinha pro lado. Empurrei ele com toda a força e ele caiu de bunda no chão da varanda.
— Isaac! — gritei baixinho —. Você ficou maluco, para com isso! — falei, apontando o dedo pra ele.
Aí ele me abraçou e começou a chupar meus peitos feito um louco. Eu lutei com ele e por uns segundos fiquei na dúvida sobre quanta força usar na briga, porque ele era muito mais forte que eu.
Então decidi cortar aquilo de vez e dei um tapaão na cara dele. Ele recuou, colocou a mão no rosto com cara de dor, e olha, eu realmente acertei com força. Na hora, senti uma pena por dentro, mas tinha que ser firme!
— Chega, Isaac! Nunca mais você vai dormir comigo, nunca! Você estragou tudo! Tá me ouvindo? — e nisso uma sequência de trovões ecoou por todo lado, o som batia em cada prédio e voltava com vários ecos.
Não parei de gritar com ele, de ameaçar, até que fui surpreendida pela mão dele voando com raiva na minha cara — ele me devolveu o tapa, e com juros. Caí no chão e me apoiei com as duas mãos pra não bater de cara no chão.
Aí Isaac aproveitou pra me pegar pela cintura e, do jeito que eu tava, puxou minha calcinha e deixou minha bunda nua. Eu lutei pra me soltar, mas como falei antes, ele era mais forte e conseguiu enfiar o pau dele até o fundo, violentamente, me fazendo soltar um grito de dor, abafado pelos trovões que voltavam a soltar sua fúria pros quatro cantos.
Segurava com força por ele, senti ele me fodendo feito um desesperado, e eu, desesperada, me levantei e joguei meu cotovelo com uma raiva doida na costela dele, e mais um tapa na cara dele.
Ele se virou, ferido, com uma raiva sem tamanho, mas aí eu ameacei dar outro tapa, e ele ficou parado, e eu também. Um relâmpago nos iluminou, e então eu... vi ela nua e vi ele também.
Me arrependi profundamente de me ver naquela situação e caí de joelhos, chorei amargamente enquanto ele ficava na minha frente.
Um relâmpago iluminou o rosto dele e então vi que ele também chorava, me levantei e quis abraçá-lo, mas agora foi ele quem se soltou do meu abraço e saiu correndo.
Eu o segui no escuro pela casa e quando vi que ele ia em direção à porta, me alarmei. Saí correndo atrás dele e, ao vê-lo sumir escada acima, meu coração disparou. Pensei em pegar algo para vestir, porque me senti nua, mas meu desespero falou mais alto e saí atrás dele como minha mãe me botou no mundo.
Ouvi o rangido da tranca que dá no terraço e, quando saí, já tinha perdido ele de vista. Muito nervosa, igual uma louca, fui procurá-lo e então um relâmpago iluminou tudo como se fosse dia. Depois dele, vários trovões estouraram e na claridade descobri onde ele estava — Leonor começou a chorar desconsoladamente.
Ele tinha subido num muro da parede que dava pra rua, gritei que nem uma louca: "Não, Isaac!" E saí atrás dele.
Então pareceu que o céu ia desabar na nossa cabeça, uma cortina de água grossa nos cobriu, caía com uma força danada, com umas gotonas que quase machucavam a pele.
Me agarrei nos joelhos dele, gritando pra ele descer! Mas ele se recusou. Olhava pra cidade, parecia alucinado, mal prestava atenção em mim, apesar de eu puxar as mãos dele por baixo. Mas ele se soltava dos meus dedos, uma e outra vez eles escorregavam nos dele e ele continuava lá em pé, a um passo do vazio.
Ele me olhava e eu chorava desesperada, depois olhava pro vazio e foi aí que eu perdi a cabeça.
Depois de um relâmpago, vi a buceta dele brilhando molhada pela chuva. Peguei e chupei! Comecei a chupar ele! Não tava duro, mas quase na hora a ereção dele chegou até minha garganta.
O que eu podia fazer? Ele tava lá em cima por tentar me estuprar e agora eu só pensava em dar o que ele queria, em fazer qualquer coisa pra tirar ele dali! Chupei ele com tudo. Com todas as minhas forças, me agarrei na bunda dele, chupei os ovos dele e continuei até ver que ele tava me olhando e tentando se soltar!
Aí peguei meus peitos e coloquei nas mãos dele, agarrei a cabeça dele e afundei ela neles, senti ele me lambendo, chupando a água que escorria por eles.
— É isso que você quer! Isso mesmo! — gritei me afastando dele e então dei outro tapa nele com toda a força.
— Então me fode! Vai, me fode! — cuspi na cara dele, furiosa. Me virei, coloquei minha bunda nua na frente dele e comecei a dar palmadas violentas nas minhas nádegas.

Não parava de gritar obscenidades, enquanto batia na minha bunda e mostrava minha buceta de um jeito obsceno, provocando ele, incitando ele a realizar os desejos dele. Não parava de chover, os trovões e os relâmpagos continuavam iluminando a gente naquela varanda, abafando também meus gritos desesperados.
Aí Isaac reagiu. Me agarrou com força pela cintura e me empurrou contra o muro que dava pra rua. Senti o pau dele cutucando minha bunda até encontrar o caminho pro meu interior e, com uma estocada ardente, me penetrou de novo.
Minha boceta se abriu e acolheu ele como pôde, dessa vez não senti dor quando ele me penetrou, senti desespero enquanto ele me fodava com estocadas violentas! Apertei os dentes e aguentei o tranco! Não demorou pra ele gozar dentro de mim, as últimas investidas dele foram tão fortes que me machucaram quando eu batia na parede.
Depois ele parou, continuou abraçado em mim, com o pau dentro, foi como se toda a raiva dele relaxasse de repente. Fiquei parada, e aí percebi que tava chorando pra caralho, mas com a chuva que tava caindo, minhas lágrimas se misturavam com ela.
Senti o pau dele se mexer de novo na minha buceta, agora ele tava se esbaldando em mim, o porco continuou por mais alguns segundos até que de repente se retirou. E antes que eu me virasse, ele saiu correndo de novo, mas dessa vez eu não fui atrás.
Fiquei ali, caí de joelhos no chão da varanda de novo e Continuei chorando amargamente. A chuva não parava de cair sobre meu corpo nu, acabei tremendo de frio, porque o ambiente já tinha esfriado com a tempestade.
Finalmente, juntando as poucas forças que me restavam, me levantei e andei até a porta que descia para o bloco. As escadas estavam alagadas porque tinha ficado aberta enquanto chovia torrencialmente.
Desci nua pelos corredores, com a luz fraca das luzinhas de emergência que iluminavam tudo de leve.
Ao entrar e fechar tudo, era silêncio total. Pensei que meu filho podia não estar ali, mas meu instinto feminino dizia que sim, que ele tinha voltado.
Fui ao banheiro e, sem acender a luz, sequei o cabelo. Não queria nem me olhar no espelho, me sentia um lixo e, pra piorar, comecei a sentir como da minha buceta caíam alguns restos de porra da gozada do meu filho!
Sentei no bidê e me lavei, já não ligava mais pra nada, tava pouco me fodendo. Tinha deixado meu filho me estuprar! Mas fiz isso pra salvar ele. E isso não importava, se com isso consegui salvá-lo e impedir que ele se jogasse no vazio!

1 comentários - Desejos Proibidos e Perigosos

Un poco oscuro el final... y como que dejaste el final abierto, ( o eso parece). Si es así me gustaría que pudieras seguir con el relato para saber como terminan los personajes en la historia.