Daniela e o vizinho 4

Com a permissão da Dani, Dom Rômulo começou a apertar os peitos dela com mais entusiasmo, as mãos enrugadas dele mal cobriam os seios bem formados da jovem, enquanto sussurrava no ouvido dela como eram macios e gostosos. Cada aperto que ela sentia nos seios a deixava mais excitada, sentir aquelas mãos enrugadas de novo nos peitos a esquentava, ela adorava como aquele velho tratava eles com tanta força, como se fosse a última vez que os teria nas mãos. De repente, sentiu aqueles dedos habilidosos tocarem a barriga lisa dela e, de uma vez, se enfiaram dentro da blusa dela, com a intenção de subir e tomar conta daquelas melancias, o que fez ela se cobrir automaticamente, impedindo o avanço. — Vamos, deixa eu pegar elas sem nada por cima — Ahhhh nãooo ahhhhhhhh — Vai, neném, eu sei que você quer que eu continue pegando, vamos, tira as mãos — ele disse isso enquanto passava de novo o rosto enrugado dele pelo pescoço da Dani, fazendo ela ceder. — Ahhhhhhh tá bem, maaaas trata elas com carinho, por favoooor ahhh — disse Daniela mordendo o lábio inferior pra não soltar um gemido forte. Dom Rômulo começou a esfregar os mamilos da Dani com o dedo indicador e o polegar, aos poucos alternando entre apertar e puxar de leve. — Cê gosta do jeito que eu tô pegando elas? — Uiiiiii sim, mas vai devagar que elas são sensíveis — Fica tranquila, peituda, eu que sei como tratar. De agora em diante, essas melancias gostosas são minhas, tá claro? — Ahhhh seu Rômuuulo, eu não... — Tá claro? — ele disse puxando os mamilos de novo — Aiii tá bem, seu, são suaas, só suaas. — Humm, não acredito em você, melhor me dizer na cara — Dito isso, virou a jovem e a colocou de frente pra ele. Ela tentou desviar o rosto, mas ele com as mãos a colocou de novo frente a frente, mostrando de perto a cara horrível dele, envelhecida e marcada pelo tempo e pela vida difícil. — Ahhhhh seu, espera, eu... — Fala, peituda, essas tetas agora são minhas? — ele disse segurando os dois peitos com força. - Ufff siiiim, Don, são seus, pode fazer o que quiser com elas.
— Tem certeza? E se eu der vontade de apertar essas laranjas na rua, você vai deixar?
— Ahhh sim, Donzinho, vou deixar você tocar meus peitos na rua se quiser, ufff, desde que não tenha gente por perto.
— E vai se deixar apalpar só com quem eu mandar, tá claro?
— Ufff, mas Don, eu só quero que o senhor me toque, ahhh.
— Agora suas tetas são minhas, você mesma disse, então eu decido se vou dividir essas úberes com outras pessoas, entendeu?
— Ahhhhh mmmmmfff tá... tá bem, Don, vou fazer tudo que o senhor mandar.
— Assim que se fala, putinha. Agora quero que você me amamente com essas suas úberes gostosas.

Daniela obedeceu, pegou a cabeça do velhote e tentou levá-la até o seio direito, mas ele parou e disse:
— Nãooo, assim não. Quero que me amamente direito. Vamos pro sofá e faz direito.

Daniela ficou surpresa com as novas exigências do velho. Lembrava como outras pessoas pediam permissão até pra pôr a mão no ombro dela, e esse velho vinha com toda cara de pau fazer o que bem entendia. E o pior é que ela ia obedecer sem dar desculpa nenhuma. No fim das contas, a pobre universitária não tinha escolha.

Saíram da cozinha e foram pro sofá marrom, que não tinha comparação com o da casa do velho. Ela se acomodou primeiro e depois colocou a cabeça de Dom Rômulo no colo. O velhote sentiu a maciez da pele dela, tinha uma vista privilegiada daquelas laranjas suculentas. Dali, viu a gostosa jovenzinha começar a levantar a blusa, deixando à mostra um dos peitos inchados, que ela pegou com a própria mão e levou até a bocona do velho, enfiando o mamilo duro, de cor creme, entre os lábios ressecados dele.Daniela e o vizinho 4O nojento se deliciou sugando com força, mandou a Daniela se inclinar um pouco pra ter acesso aos dois peitos, quando conseguiu, tentou enfiar os dois mamilos na boca apertando eles forte com os lábios, o que fez a Dani soltar um gemido alto já que os peitos dela estavam recebendo a grossura que ela vinha fantasiando nas últimas semanas. — Que tetas gostosas você tem, mamasota, logo vou fazer sair leite dos dois peitos — uffff siiiii seu Rômulo, chupa mais forte ahhhhhh faz o que quiser com elas, são suas! — Quer que eu faça suas tetonas produzirem leite? — falava isso enquanto enfiava o peito direito da Dani na boca nojenta dele de novo — ahhhhhh mmmmf siiiii faz elas produzirem leite por favor e… e eu vou amamentar você todas as vezes que quiser — assim será então, peituda, sabia que você era uma puta tarada, meu pau tá quase explodindo, tira ele e faz uma boa punheta pra mim. Dani olhou praquele volume que lutava pra se soltar, sabia que não devia fazer aquilo porque não teria volta, mas queria sentir aquela ferramenta grossa de novo, então timidamente levou a mão até aquele lugar pra começar a abaixar o zíper daquela calça suja e mexer como podia na cueca dele. Seu Rômulo, sem largar o peito da garota, perdia a paciência porque Daniela tava demorando pra libertar aquele pau da calça, então num movimento brusco ele mesmo abaixou a calça até os joelhos, liberando o membro ereto, aquele que não deixou a Dani dormir esses dias todos. A garota viu que era exatamente como lembrava, aquela grossura não tinha comparação com a piroca do namorado dela e, sem o velho falar nada, ela agarrou aquela barra quente pra sentir o volume mais uma vez. O velho se sentia no céu, tava sendo amamentado por uma garota escultural enquanto ela segurava o pau dele. no sofá onde com certeza o casal feliz sempre se sentava pra ver algum filme ou passar o tempo. — Vai, gatinha, começa a mexer a mão. Daniela obedeceu e, timidamente, começou a subir e descer a mão, enquanto olhava praquele pau começando a soltar um pouco de líquido pré-seminal. — A... assim? — Mais forte, bunda grande, faz igual você fez naquele dia. Dani entendeu o recado e passou a mover a mão com mais força, fazendo o velho se contorcer de prazer e chupar com mais vontade os peitos da garota. — O senhor gosta quando eu faço assim? — Ohhhhh, você tá aprendendo, continua movendo a mão assim e vem pra cá — dito isso, soltou o peito da novinha e tentou alcançar os lábios finos da menina, que virou o rosto na hora, negando o que ele queria, deixando ele puto da vida.vadia—Não, don, isso não, não quero beijar ele.
—Mas que porra você tá falando, garota? Você teve meu pau inteiro na sua boca outro dia e agora tá com medo por um beijinho?
—Mas, don...
—Agora você vai ter que procurar meus lábios. Faz logo ou vou parar de chupar seus peitos e te deixar toda molhada.
—Nããão, don Rômulo, não fique assim.
—Então me traz esses lábios gostosos. Se comporta como a puta que você é.

A menina não tinha outra escolha. O velho tinha razão. O tesão tava vencendo de novo, então dessa vez ela cedeu bem mais rápido. E o motivo era simples: a novinha queria continuar se divertindo e não ficar na vontade como no outro dia, senão ia passar a noite toda se tocando de novo.

Com o tesão no talo e deixando a vergonha de lado, a menina levou o rostinho lindo até os lábios dele. Mas, bem na hora que fechou os olhos pra dar um beijo carinhoso, o nojento virou o rosto, surpreendendo Daniela. Ele tinha recusado o beijo — algo que nunca tinha acontecido quando ela tomava a iniciativa.

—Don, não se mexe.
—Você me recusou. O justo é eu fazer o mesmo — disse ele, se fazendo de vítima.
—Me perdoa, prometo que não vou recusar o senhor de novo.
—Não sei se acredito em você, rabuda.
—Tô falando a verdade.

A menina aproximou o rosto de novo, mas o velho recusou outra vez, ferindo o orgulho dela. Agora tinha sido rejeitada duas vezes.

—Don Rômulo, não seja assim. Prometo que nunca mais vou recusar um beijo seu. De agora em diante, meus lábios são seus.
—Tem certeza, gostosa?
—Sim, don. O senhor pode me beijar à vontade... bom, desde que estejamos a sós e...

Daniela não conseguiu terminar a frase. O velho atacou aqueles lábios macios e os dois se fundiram num beijo apaixonado, que a menina permitiu. O velho aproveitou e meteu a língua em todos os cantos, fazendo Dani corresponder do mesmo jeito. Primeiro, timidamente, mas depois entrou no ritmo até o beijo ficar intenso. pareceu o de uns verdadeiros amantes que não se viam há muito tempo. — que lábios gostosos você tem, mocinha — você também beija muito gostoso Os beijos continuaram por uns dois minutos, Dani sentiu aquela língua babada percorrer toda sua boquinha, a menina ao fazer o mesmo sentiu que o velho estava faltando alguns dentes e o hálito dele era horrível, de alguma forma isso a excitou mais e ela deixou o velho encher sua cara de baba para de novo se fundirem em outro beijo apaixonado onde ele não parava de massagear os peitos dela e ela não parava de masturbá-lo, num momento ela parou de beijá-lo para pedir algo que ia deixar o velho chocado — ahhh seu... vamos... vamos fazer de novo o que fizemos outro dia — do que você tá falando, gostosa? — uff já sabe... aquela parada onde eu tava por cima apesar de tudo que tinha rolado, a menina tinha um pouco de vergonha de pedir pra fazerem o 69 de novo, claro que o velho tinha sacado na hora do que a Dani tava falando, mas queria que a jovem sugerisse com todas as palavras pra ele dar atenção — não lembro do que você tá falando. — aiiii você sabe sim, aquela parada onde eu chupava você e você também chupava eu — disse ela meio irritada e envergonhada — haaaa isso minha bunduda se chama 69, você quer que eu comece a lamber toda sua bucetinha e seu cu? — uffff sim seu, quero sentir sua língua de novo... quero sentir ela dentro de mim — tá bom, mas antes vamos fazer outra coisa, primeiro vamos pro seu quarto e você vai começar a me chupar, dependendo de como você se comportar eu vou te recompensar com a melhor lambida na sua pussy que você pode imaginar — Pe... mas seu — se recusar, não tenho problema em ir embora e aí você vê como se livra desse tesão todo sem dúvida o velho tava jogando com ela, mas tinha fé que o tesão da menina era mais forte que o bom senso dela, Dani pensou por alguns segundos já que ir até o quarto onde dormia e transava com o namorado era cara de pau demais, mas sabia que se contrariasse ele Podia ficar com todo o tesão por dias e não dava pra continuar daquele jeito, a buceta já lubrificada dela queria seguir com a ação, nublando o juízo dela, então sem dizer uma palavra, ela balançou a cabeça afirmativamente. No horrível Dom Rômulo se desenhou um sorriso, já que tudo estava saindo como ele queria. Os dois se levantaram, o velho ajustou a calça e seguiu a jovenzinha pelas escadas. Lembrou como dias atrás só podia se limitar a olhar aquele tremendo par de bundas, mas agora estava livre pra apalpar à vontade, e foi exatamente isso que fez durante todo o caminho até o quarto, passando a mão e abraçando ela por trás, tudo com o consentimento da jovem gostosa que só se deixava fazer. Ao chegar no quarto, o velho percebeu que era um lugar bem grande pra ser só um dormitório. O quarto inteiro era cor de creme, decorado com fotos de lugares que o casal feliz tinha visitado ao longo dos anos, além de bichinhos de pelúcia românticos em cima da cama enorme, que tranquilamente passava de casal. O cheiro de pétalas de rosa era um toque que a Dani sempre gostava de borrifar depois de acordar. — Puxa, sem dúvida vocês estão nadando em dinheiro — disse o sujeito desprezível enquanto entrava junto com a Dani, apalpando forte a bunda dela toda. Ao entrar, a primeira coisa que o velho fez foi puxar a musa dele pro corpo flácido e sentir de novo aqueles lábios macios, enquanto as mãos dele apertavam forte a bunda da menina. Por sua vez, a Dani só fechava os olhos e se deixava levar. Enquanto o velho continuava beijando ela à vontade, deu uma olhada rápida pelo quarto e viu que os guarda-roupas eram separados, então soltou a jovenzinha por um momento e foi até o grande armário rosa. Mal abriu as portas principais, viu uma quantidade enorme de roupas. Mesmo assim, o velho levou só alguns segundos pra encontrar alguma lingerie ou conjunto sexy, e era aquele conjunto que a Dani tinha usado no dia anterior pro namorado dela. — Puxa... Puta merda, o corno do teu namorado é um sortudo, te ver com essas ladyboy com certeza é muito prêmio pra ele. Mudança de planos, rabuda, antes de fazer o famoso 69 que você tanto quer, primeiro quero te ver modelando isso pra mim, igual no outro dia com a roupa que eu comprei, mas agora quero que você desfile e dance do jeito mais erótico que vier na sua cabeça. Daniela olhava praquela lingerie colorida que até umas horas atrás tinha vestido só pra animar o namorado, mas agora tinha que usar pra aquele velho nojento. Quase recusou, mas o velho se adiantou e, agarrando um dos peitos macios dela, disse: — Nem pense em me contrariar, mocinha, já te falei que você é minha mulher, então se comporte como tal e vista o que eu mandar de uma vez. VAMOS, É UMA ORDEM! Vou te dar só um minuto pra trocar de roupa, então não me faça esperar — terminou de falar o velho, virando ela e dando um tapa sonoro na bunda pra ela ir pro banheiro do quarto sem conseguir argumentar nada. A gostosa jovem já estava no banheiro, na cabeça dela só ecoava a palavra “é uma ordem”. De algum jeito, ela gostava de se sentir submissa e humilhada por aquele sujeito desagradável que com certeza nunca na vida tinha estado com uma mulher como ela. Por outro lado, sabia que não podia fugir do lugar como da última vez, já que agora estavam na casa dela, não podia correr pra outro lado se mudasse de ideia no último minuto, embora isso dificilmente fosse acontecer, porque ela tava com o tesão acumulado do que rolou dois dias atrás e essa era a hora de acalmar a calentura. Sem dúvida, não ia deixar passar, além do mais, a ideia de modelar a lingerie vermelha tava começando a agradar ela. Já com as ideias mais claras, começou a tirar a blusinha e o short já molhado e vestiu aquela camiseta transparente com aquela calcinha fio-dental minúscula vermelha intensa. Passado o minuto, Daniela saiu. O velho babava ao ver aquela beleza. Mocinha usando aquela camisetinha meio transparente, deixando os biquinhos dos peitos bem marcados, junto com aquela calcinha fio-dental minúscula que destacava ainda mais as pernas brancas e bem torneadas dela, além daquele rabão grande e firme. Sem dúvida, era um espetáculo ver a musa dele naquelas roupas. Seu Rômulo, ainda surpreso com tanta beleza, pegou o celular e colocou Back In Black do AC/DC pra começar o show. Dani respirou fundo e começou a rebolando, enquanto o velho Rômulo se acomodou na beira do colchão, curtindo o show. A mocinha sabia que o melhor atributo dela era a bunda, então resolveu tirar proveito, virando de costas e começando a se mexer no ritmo da música do jeito mais sensual e provocante que conseguia. Ela se sentia desejada, safada, brincalhona, e queria que o velho aproveitasse o show — o que não era difícil, porque ver uma mocinha tão gostosa naquela lingerie deixaria até o mais reservado doido. Logo Dani percebeu Seu Rômulo esfregando o pau por cima da calça, o que horas antes daria nojo, agora virava uma motivação extra pra continuar com seus movimentos sensuais.peitosPronto, ela estava na frente do velho enrugado e sortudo, sabia que o tecido da camiseta não escondia nada, então decidiu esfregar os próprios peitos na frente do velho de pau duro que não perdia um detalhe. Dani lembrava como aquele velho enrugado e sortudo tinha se deliciado com os peitos dela alguns minutos atrás, isso a excitava e, aos poucos, começava a esfregar os mamilos, ainda por cima da camiseta transparente. O espetáculo era tão erótico que o velho estendeu a mão para agarrar mais uma vez aqueles peitos túrgidos, mas Dani deu um tapinha naquela mão safada. — Não, não, não. Por enquanto pode olhar, mas não pode tocar — disse a garotinha de forma provocante, piscando um olho. Dom Rômulo retirou a mão, hipnotizado pela dança que ele não queria que acabasse nunca. Daniela, por sua vez, curtia o momento, sempre gostou de assumir o controle da situação e agora estava conseguindo. Sabia que com suas reboladas podia domar aquele leão velho que estava babando de tanto tesão com o espetáculo erótico. Quando a música terminou, Dani ainda continuava se mexendo, esperando talvez outra música para mudar a coreografia, mas Dom Rômulo não aguentava mais e, num movimento rápido, puxou a garotinha para perto, fazendo com que ela sentasse no colo dele. Mais uma vez, as mãos enrugadas percorriam aquela pele branca, lisa e macia, deslizando com muito vigor por aquelas pernas longas, enquanto ele babava todo o pescoço dela em busca do lóbulo da orelha, fazendo com que ela soltasse pequenos gemidos, já sem nenhuma vergonha. — Ahhh, Dom Rômulo, eu ainda queria continuar dançando para o senhor. — Ufff, Danielita, você tem um corpo muito gostoso, já não aguentava mais a vontade de te ter nas minhas mãos. — Mmmmfff, e o senhor gostou da dança? — Adorei, linda. Sinto que você poderia ganhar muito dinheiro com esse corpinho. — Ai, nãoooo, que vergonha eu teria, jiji. — Lembra que eu te falei que eu teria a última palavra, big booty? Então shhhhh, cala a boca e me beija como a mulher necessitada de pica que você é. Daniela se imaginou por um momento dançando num clube de strip-tease vagabundo, onde só tinha uns velhos horríveis jogando notas e gritando as piores putarias, só de pensar que faria aquilo pra alegrar o Dom Rômulo já a deixava a mil, e com esse pensamento na cabeça, ela tomou aqueles lábios ressecados pra dar o beijo mais molhado e fogoso que podia, surpreendendo o velho por uns instantes, mas ele não demorou pra corresponder aquele beijo tão erótico. As apalpadas e os beijos duraram vários minutos, a novinha sentada nas pernas do coroa, podia sentir como aquelas mãos enrugadas percorriam suas pernas e depois subiam até seus peitos gostosos, recebendo um massagem forte, entre as nádegas ela podia sentir aquela enorme ereção, Dani começou a mexer os quadris em círculo, adorava sentir aquela rola grossa ainda dentro das calças empurrando sua calcinha fio-dental. — Ahhh, maldita rabuda, adoro te foder na mesma cama que você dorme com o corno do seu namorado toda noite. Me diz, você gostaria de estrear essa cama com a rola de um homem de verdade? — Uiiii sim, Dom, eu gosto. — De agora em diante, você vai ser minha puta nessa cama e vou gozar dentro de você todas as vezes que eu quiser, tá claro? — Uff, mas Do… — Já te falei que não pode me contradizer, porra, de agora em diante eu vou ser seu dono e vou te comer sempre que eu quiser e no lugar que eu tiver vontade. — Sim, seu Rômulo, me faça sua na cama onde durmo com meu namorado, mas por favor usa camisinha, ainda não tô pronta pra engravidar. — Essas merdas não são comigo, vou fazer no pelo ou não vou fazer, você escolhe, além disso, assim vou garantir que esses peitões seus produzam a porra gostosa que tanto quero provar de você, você me prometeu que ia me amamentar todas as vezes que eu quisesse, né? A novinha só concordou, olhando fixo pro seu macho. O velho, satisfeito com o quanto ela tinha ficado submissa, mandou ela subir na cama e ficar de quatro, Dani não reclamou nada e só obedeceu, dando uma Vista tremenda daquele rabão enorme e bem trabalhado dela. Aí o velho baixou a calça, jogou de lado, subiu na cama e começou a meter nela ainda de cueca. Queria esquentar a gostosa até o ponto em que ela mesma implorasse pra ele enfiar a pica. As metidas eram cada vez mais fortes e a novinha já não segurava os gemidos. Adorava se sentir sendo macetada por aquele velho ordinário e feioso. Seu Rômulo não perdia tempo e, de vez em quando, soltava um tapa sonoro naquelas bundonas. Dani só curtia. A novinha estava tão à vontade que nem percebeu quando o velho tinha baixado a cueca e agora era só a tecidinha da calcinha fio-dental que a protegia de uma penetração iminente. O velho, por sua vez, só grunhia como um porco. Passava a pica por toda a bunda da novinha e fazia questão de focar nas partes mais sensíveis dela. A pica já sentia o calorzinho que a buceta da Dani exalava, sentia como aquela área, cada vez mais molhada, se misturava com o líquido pré-seminal dele. O velho se sentia no paraíso e, sem se importar com nada, deu uma leve empurrada, fazendo Dani fechar as mãos em punhos, esperando a tão desejada penetração. Mas o tecido impedia que aquela pica grossa entrasse completamente dentro dela. O velho Rômulo ficou brincando com ela assim por uns minutos. Adorava empurrar e ver até onde o elástico daquela fio-dental aguentava. Com uma mão, pegou o cabelo de Daniela e começou a puxar a cada metida que dava, fazendo os gemidos ecoarem por todo o quarto. A novinha, por sua vez, sentia que perdia a sanidade cada vez que aquela cabeçona queria se enfiar dentro dela, mas a calcinha fio-dental impedia a passagem. Ela já não aguentava mais. Esticou a mãozinha e, sem dizer uma palavra, tentou puxar a pequena calcinha de lado para que o ato finalmente se consumasse. Mas se surpreendeu quando o velho agarrou a mão dela, negando seu desejo. — Quer que eu meta de uma vez? —vai? A gostosa jovem balançou a cabeça afirmativamente, mas isso não era suficiente pro velho, ele queria que a novinha se humilhasse mais, queria que as palavras saíssem daquela boquinha e que ela gritasse pros quatro cantos. —fala, quero que me peça do jeito certo — ele disse enquanto puxava o cabelão dela, fazendo a novinha empinar mais a bunda pra continuar sentindo as estocadas. —siimm, seu dotô, me fode de uma vez —MAIS ALTO!BucetaFaça isso, seu Rômulo, transforme-me em sua mulher na cama do meu namorado, ahhhhh, eu imploro — o velho ficou satisfeito com aquelas palavras, sabia que tinha Daniela na mão. — Pois se você tanto deseja que eu meta o pau, primeiro me dá um boquete bem dado, lembra que foi isso que pedi antes de subir pro seu quarto, enfia tudo na sua boquinha igual fez daquela vez. Dani rapidamente se virou, derrubou o velho na cama, bem no lado onde o namorado dela sempre dormia, e começou a enfiar aquele pedaço enorme de carne na boquinha. Dessa vez não foi tímida como uns dias atrás, dessa vez deu o sangue pra fazer o velho aproveitar o melhor boquete da vida dele. Sem vergonha nenhuma, começou dando lambidas enormes por todo o tronco daquele pau grosso e quente, como se fosse um picolé, parou um instante nos saquinhos dele, onde encheu de beijos e carícias. — Isso, putinha, lambe e chupa assim, dá toda a atenção que minhas bolas merecem, lembra que é aí que tá toda a porra que você gosta, então trata com carinho. Dani deu um tratamento especial naquela área, depois foi subindo devagar até a língua passar pela ponta do pau, sentiu aquele cheiro do líquido pré-seminal inundar a boquinha toda. Com uma mão, pegou o pau grosso do velhote e começou a masturbar ele enquanto lambia a ponta, como se quisesse esvaziar todo o sêmen que ele tinha acumulado esses dias.garotaDom Rômulo estava encantado com o tratamento que o pau dele tava recebendo, nem as putas tinham dado um trato tão completo no pau dele e essa novinha tava fazendo de graça. Como ainda tava deitado, esticou as mãos até a cabeça da novinha e fez ela engolir de uma vez quase o pau inteiro dele. Os movimentos ficaram mais rápidos, Dom Rômulo tava literalmente fodendo a boca da Dani e ela só deixava rolar, só parava de vez em quando quando sentia que o velho passava um pouco e fazia ela engasgar, mas depois abria os lábios de novo pra ele continuar fodendo a boca dela. Daniela tava surpresa com a resistência do velho, se fosse o namorado dela, Jorge, tinha certeza que nessa altura ele já tinha gozado umas duas vezes, deixando ela na vontade de mais preliminares, mas agora ela tinha um verdadeiro garanhão que tava à altura do tesão dela, sem dúvida a experiência do velho a deixava louca. Até algumas horas atrás, ela ainda sentia nojo daquele velho, mas agora se sentia grata porque aquele homem era o cara certo pra apagar todo aquele fogo que ela precisava acalmar pra voltar a ser ela mesma.rabaoDepois de ficar vários minutos deixando o velho foder a boca dela do jeito que ele queria, Dani parou e subiu em cima dele até a altura do rosto. A boca gostosa dela, agora toda tomada pelo cheiro da pica do velho, foi até a orelha dele e disse, implorando: — Seu Rômulo, não aguento mais, o senhor tem que assumir a responsabilidade por me deixar tão puta. PELO AMOR DE DEUS, ME COME E ME FAZ SUA MULHER, EU TE SUPLICO!

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