Domingo de putaria com Daniela

Fala galera, espero que estejam bem. Tô começando esse post só pra dar um salve pra quem lê e curte como eu conto minhas aventuras. Sejam manos ou minas, espero que gostem e tenham paciência comigo. Como um pequeno spoiler ou curiosidade, fiquei pensando que praticamente essa aventura foi o fechamento de muitas coisas. Não significa que seja a última que vou postar, mas vejo como o fim do meu começo na vida sexual. Nunca parei de aprender nesses anos todos, mas acho que todos esses relatos que compartilhei foram o início de tudo que rolou comigo. Sem mais delongas, vamos começar...

Acho que, como muitos, domingo é dia de preguiça: acordar tarde, não fazer muita coisa e sair de tarde. No meu caso, era acordar tarde, tomar um café com feijão frito e ovo mexido, um pouco de café, tortilhas, pimenta pra dar gosto e uma TV ou vídeos no YouTube. De tarde, pedia comida, via filmes, tomava um banho pra tirar o cheiro de cama e depois (pelos meus costumes) ia pra missa com os amigos ou sozinho, e de lá via o que dava pra fazer.

Desde que a Bety e a Karen não iam mais, era meio chato. A Luz mal aparecia, por causa do trabalho e do namorado (um nojo total). Então, se eu ia, era pra passar o tempo ou encher os olhos com as minas que se reuniam lá.

De manhã, tomei café tranquilo, arrumei um pouco meu quarto e a sala — a Daniela podia aparecer a qualquer momento. Terminei de arrumar, peguei as camisinhas que sobraram e carreguei comigo. As horas passaram e ela não aparecia. Lá pelas 4 da tarde, decidi pedir uma pizza pra comer. Me deu na telha de procurar ela pela casa — era uma ninja do caralho e podia estar escondida em algum lugar, mas nada disso.

Comecei a ver um filme enquanto a pizza não chegava e ficava de olho no celular pra ver se tinha dado algum b.o. Depois de um tempo, ouvi uma moto e um apito, uns murmúrios. Peguei o dinheiro que tava na mesa junto com os camisinhas, abri a porta e lá estava minha pizza, o entregador e minha mina conversando com ele.

- Oi, gostoso! - Ela me cumprimentou, abri a porta e ela entrou, deixando eu e o entregador na entrada. Paguei e entrei, ela estava sentada no sofá esperando, tão gostosa como só ela sabe ser.

Tava usando umas sandálias que deixavam à mostra os pezinhos dela, um vestido não tão justo mas sexy, e os óculos que faziam ela parecer sedutora e inteligente.Domingo de putaria com Daniela- Quer algo pra beber? — perguntei enquanto deixava a pizza na mesa.
- Não, obrigado, gostoso.
- Beleza, já comeu?
- Não, não tô com fome.
- Bom, aí tem sorvete, pizza, o que você quiser, fica à vontade. — Tava morrendo de vontade de comer ela, mas a fome já tava me matando, me aproximei pra cumprimentá-la...
- Tô morrendo com essas sandálias, posso tirar?
- Claro.

Ela tirou as sandálias e levantou um pé, colocando na minha frente, mexendo os dedos. Num segundo, se levantou e me abraçou, me beijou e depois me empurrou pro sofá.
- Você senta e come, eu vou te servir.

Ela foi pra cozinha, me deu um prato, depois um copo e encheu de refrigerante. Colocou a caixa de pizza na minha frente e peguei uns pedaços.
- Você não vai comer?
- Come, eu já me sirvo daqui a pouco.

Vi que ela voltou pra cozinha e abriu a geladeira, eu comecei a comer. Ouvi ela se aproximar e deixar um copo do lado do meu, ficou na minha frente e virou de costas. Eu não sabia o que ela tava fazendo, abaixou o zíper do vestido e depois tirou, me dando uma vista incrível das costas e da bunda gostosa dela.
- Tô faminta. — disse enquanto ficava de quatro e rastejava até mim. Desabotoou minha calça e puxou, eu levantei o quadril pra ela conseguir tirar, começou a rir um pouco e depois abaixou minha cueca.
- Bom apetite. — falou isso e começou a lamber minhas bolas.esguicho

morenaEu nem tinha percebido, mas tava de boca aberta e parei de comer, sentia a língua dela passando pelas minhas bolas e depois no pau. Peguei ela na nuca, mas ela afastou minha mão.
—Ninguém te enche o saco quando você come, então me deixa comer em paz e come também, não gosto de comer sozinha.
Ela soltou outra risadinha e continuou me lambendo.porraEu fui comendo e ela também, de vez em quando eu notava que quando eu ia colocar comida na boca, ela enfiava meu pau até bater na garganta dela, e isso me deixava louco.

Quando terminei de comer, larguei o prato de lado e ela puxou minha roupa mais pra baixo até os tornozelos, pegou o copo que tinha deixado no chão e deu uma colherada, tava comendo sorvete. Aí ela passou um pouco no mamilo dela, que ficou durinho com o frio. Pegou meu pau e começou a bater ele no peito dela, espalhou o sorvete com a cabeça do meu pau e me chupou até o fundo. A sensação dos lábios frios dela me fez mexer a cintura, ela continuava chupando e depois passava mais sorvete no meu pau. Era incrível a troca de frio pra quente. Enquanto cantarolava e murmurava coisas, ela ficava enchendo meu pau de sorvete e limpando, mas aos poucos comecei a ficar todo grudento. Ela se levantou e tirou o sutiã. Dois melões morenos caíram e num segundo estavam na minha cara. Ela subiu nas minhas pernas e passou sorvete nos peitos dela, eu lambia como se fosse a última coisa que fosse comer na vida. O sorvete tava derretido e ela começou a jogar no corpo dela, eu só tirava com a língua. Ela pegou o último gole e cuspiu de novo nos peitos dela, foi tão excitante que eu peguei os dois peitos e lambi até deixar limpo.

Ficamos nos beijando um tempo e aí comecei a sentir a buceta molhada dela. A cabeça do meu pau tava entrando devagar, ela percebeu e afastou a calcinha dela um pouco pra facilitar a entrada.

— As camisinhas tão na mesa, vai pegar. — Ela me olhou e desceu de mim pra andar até a mesa, uns 5 ou 6 passos, aproveitei pra tirar a roupa toda.

— Senta. — Ela falou, mas eu peguei ela pela cintura e sentei, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela. Fiz algo parecido com o que ela fez, com o pouco de sorvete que tinha no copo molhava minha língua e depois lambia os lábios dela, ela me segurava pelo cabelo e gemia. Peguei o copo de refrigerante e tirei um gelo, lambi ele e depois coloquei um pouco em cima o clitóris dela, então enquanto lambia o clitóris dela, lambia o gelo.camisinhaFechei as pernas dela e me mexi um pouco, coloquei a camisinha e comecei a foder ela, de ter o pau frio passou a ficar tão quente, dentro dela estava bem quentinho e molhado. Depois de um bom tempo de foda assim, ela parou de morder o travesseiro.vestido—Esse prato do caralho. —Falei enquanto ofegava. Saí dela e, como a mesa não estava longe do sofá, só peguei o prato, me coloquei de quatro e joguei ele na mesa. Eu não perdi aquela vista e montei nela. Era ainda mais quente e apertado do que na outra posição.

—Aí sim... Toda... siim. —Ela dizia entre gemidos e, depois de um momento, soltou um grito e senti que começou a tremer.

Quando saí dela e desci do sofá, o chão estava molhado. Eu tinha feito ela gozar. Sentei ao lado dela, e ela continuava lá, imóvel no sofá. Peguei ela pela cintura e não acreditei como era leve, então coloquei ela em cima de mim e penetrei de novo. Tava quase gozando, então fodi ela sem piedade. Ela só gemia e não parava de me olhar de boca aberta, até que numa estocada explodi, segurando firme nas nádegas dela. Ela continuou mexendo o quadril e começou a morder meu pescoço. Eu já não aguentava mais, sentia que ia arrancar meu pau de tão forte que ela sentava, e num segundo soltou um grito, caiu no meu peito e senti minhas bolas encharcarem com a gozada dela.

Ela ficou deitada em cima de mim por um bom tempo. Senti o calor dela, como ainda tremia, a respiração ofegante, e percebi o sêmen começando a vazar por baixo da camisinha. Então afastei a Daniela e tirei a camisinha. Olhei toda a bagunça que a gente tinha feito: o chão tava cheio de porra, sorvete derretido e os fluidos dela. Ela continuava deitada e, pelo visto, dormindo. Então tive que limpar tudo. Carreguei a Daniela pra colocar em outro sofá e poder limpar o sofá onde a gente tinha fodido. Depois de limpar um pouco o sofá e passar o pano no chão, a Daniela tava acordando, então juntos comemos um pouco de pizza pelados na sala, fazendo piadas, comendo e vendo TV.

—Tô todo melado, vamos tomar um banho? —Falei enquanto percebia que ela também tava se sentindo pegajosa.
—Vamos, mas não posso molhar o cabelo.
—Vai na frente, vou pegar minha roupa, sua roupa e as toalhas. Beijei ela e fui pegar as coisas, ela correu pro banheiro e quando voltei, ela tava se olhando no espelho, levantava o braço e passava a mão na axila ou pegava nos peitos e juntava eles. Quando percebeu que eu tava olhando, só deu uma risada e entrou no chuveiro. Eu fiz o mesmo.

Enquanto a água caía, não consegui evitar reparar como o corpo dela ficava gostoso molhado, então peguei ela pela cintura e encostei ela em mim. Começamos a nos ensaboar um ao outro, e cada vez ficava mais excitante sentir o corpo quente e ensaboado dela colado no meu. Aos poucos, comecei a ficar duro e, quando nos enxaguamos pra tirar o sabão, passei meus dedos na buceta dela. Ela já tava ficando molhada e eu já tava pronto pra meter, o problema era a porra da camisinha, que tinha ficado lá fora. Enquanto batia uma punheta nela com uma mão, com a outra eu brincava com o peito dela, e ela esfregava a bunda no meu pau. Quanto mais duro e mais molhada ela ficava, mais água escorria pelos nossos corpos.bunda boa

Seios NaturaisMe afastei dela, queria foder ela, então ia pegar as camisinhas.
-Vem. - Ela disse me segurando pela mão. Fechou o registro do chuveiro e me fez sentar numa toalha, ela ficou de quatro e pegou meu pau, esfregando entre os lábios dela.
-Acho que não devíamos...
-Eu me sinto suja por dentro... Você me fode?
Eu não soube o que dizer, adorava como ela ficava quando tava com tesão, então depois de um tempo de roçadas superficiais falei que sim. Ela se ajeitou e começou a sentar, deu a primeira só deixando a cabeça pra dentro e depois se afastou, e assim umas quantas vezes.
-Pois não sei porque não abre, a chave travou.
Ouvimos vozes fora de casa e essas vozes eram dos meus pais. Era pra chegarem um dia depois, mas tavam lá, fora de casa brigando com o cadeado ou o portão.
-Merda, temos que trocar de roupa agora!!
Levantamos e começamos a nos secar.
-Eu vou me trocar lá fora, você faz aqui, já vou pensar em algo.
Deixei ela no banheiro e me sequei o mais rápido possível e vesti a primeira coisa que achei. Dei uma olhada na sala e tudo parecia normal. Meus pais entraram em casa e me cumprimentaram.
-Como foi? Por que tão aqui hoje?
-Você tava planejando algo ou o quê? - Perguntou minha mãe.
-Sua mãe passou mal, então voltamos mais cedo. - Interrompeu meu pai.
-O que você comeu, filho? - Perguntou minha mãe enquanto andava pela sala de jantar.
-Pizza, olha, a Daniela tá aqui em casa. - Os dois viraram surpresos. - Ela veio me buscar pra ir à missa. - Falei antes que me matassem de perguntas. - Então vou me trocar.
Fui pro meu quarto e mandei mensagens pra Daniela.
-Então vamos pra missa? Já tô saindo, tô terminando de me maquiar.
Depois de alguns minutos Daniela saiu do banheiro, meus pais cumprimentaram ela e saímos de casa o mais rápido possível. Fomos direto pra igreja.
-Então amanhã já não vai dar, né?
-Não, eles já chegaram.
-Pfff eu já tinha meu plano pra amanhã.
-Sério? E qual é?
Nesse momento Chegou uma colega de escola dos dois, Rosa, Rosy para os amigos.
— Ei, gatinha, faz anos que não te via por aqui. — Disse pra Daniela enquanto abraçava ela (Curioso porque Rosy era menor que Daniela). — O que vocês tão fazendo por aqui? Tão num encontro? Sempre pensei que vocês formariam um casal bonito.
— Viemos nos ver um pouquinho, tava com vontade de sair com ela. — Falei enquanto também abraçava a Daniela.
— É, e eu dei um jeito de escapar um pouco pra poder vê-lo. — Beijou minha bochecha e depois piscou pra mim. — Ei, Rosy, já vai pra casa?
— Sim, só que vi vocês e vim dar um oi.
— Vou com você. — Ela se levantou e me beijou sem a Rosy perceber. — A gente se vê, é uma delícia te ver. — Mordeu os lábios e foi embora com a Rosy, que acenou de longe.

Então lá estava eu, sentado nos bancos da igreja, sozinho, com vontade de batata frita.Domingo de putaria com Daniela

esguicho

morena

porra

camisinha

vestidoDepois de comer minhas batatas, pensei em resolver um assunto que tinha deixado de lado, então fui falar com a Alondra e acabar com isso de uma vez por todas.

Caminhei até a casa dela e, curiosamente, o carro dos pais não estava lá, mas tinha duas caminhonetes estacionadas na frente. Cheguei no portão e comecei a bater, mas ninguém respondia. Achei que ela tivesse saído com a família, então sentei pra esperar. Depois de uns 10 minutos, comecei a notar que uma das caminhonetes estava balançando, e não é que eu não soubesse o que tava rolando: alguém tava transando na frente da casa da Alondra. Deixei pra lá, mas em mais 5 minutos a curiosidade falou mais alto. Aquilo não era legal e eu podia me divertir assustando alguém, então me aproximei da caminhonete.

— Assim, minha filha, assim tira o leite, minha filha. — Ouvi isso assim que cheguei perto da caminhonete e preferi voltar pra casa da Alondra.

— Assim, filha da sua puta mãe. — Foi a última coisa que ouvi, e então sentei de novo. Depois de uns 5 minutos, vi as portas da caminhonete se abrirem e sair um cara, e depois a Alondra. Eles se beijaram, e o sujeito subiu de novo na caminhonete pra ir embora.

— Você, que porra tá fazendo aqui?
— Tô vendo que as mensagens que você me mandava já não importam mais.
— Você demora demais, eu quero uma coisa e você não sabe me dar.
— Então tá tudo resolvido, né?
— Resolvido? Tá excelente, sabe, ele me faz sentir mulher e quer me comer, diferente de você, seu viado.
— Bom, você achou alguém que gosta de estragar a vida com uma louca.
— Vaza daqui, cara, não quero saber de você, seu sem-culhão. — Ela entrou em casa e bateu a porta com força.

De certa forma, tinha saído melhor do que eu planejei. Me livrei dela, mas por que eu queria me livrar? Naquele momento, não queria uma louca na minha vida, e a Daniela me dava tudo que eu queria, então deixar a Alondra de lado era o melhor. Caminhei pra casa e conferi as mensagens no celular.

— Adorei passar o dia com você, é uma delícia gozar.
— Sem-culhão, cara.

A dualidade da vida... Bom, até aqui esse relato!!!! Caralho, peço desculpas a todos que acompanham minhas aventuras, mas quero agradecer por ficarem de olho nisso. Vou tentar responder se me mandarem mensagem e explicar um pouco o que rola.

Demoro muito porque desde que comecei isso (um mini projeto pra mim), tinha a ideia de registrar minhas aventuras pra um público online, mas além de ser o mais detalhado possível, queria dar aquele tesão das imagens. E às vezes não encontro as fotos que expressam o que vivi, vi ou senti na hora. Tenho fotos de muitas das minas que estão nesses relatos contados e de muitas que ainda vão aparecer, mas o que mais me atrasa é isso: achar uma boa imagem pra detalhar o que já escrevi. Tomei a decisão de evitar isso, escrever e dar as fotos que tenho pra expressar minhas aventuras, pra não demorar tanto pra publicar. Isso tá seguindo um ritmo e sinto que se eu parar, perde a graça de saber o que mais rolou. Por isso, vou escrever mais seguido, mesmo que com menos imagens, talvez.

Bom, senhoras e senhores, espero que gostem e obrigado pela espera. Espero que estejam bem. Tchau...

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