Eram 20h, faltavam 4 horas para a virada do ano, era a virada de 2002 e nevava com força na estrada. Meu nome é Eduardo e eu viajava com minha mulher Andrea e minha filha de 16 anos, Mônica. A viagem estava sendo complicada e eu já estava de saco cheio tanto da minha filha quanto da minha esposa. A gente tinha passado a viagem toda discutindo, como sempre, porque há anos as brigas entre eu e minha mulher eram rotina. Se eu não me separava dela, era porque ainda a amava. Minha filha começou a agir igual a mãe quando fez uns 14 anos. Desde então, e provavelmente por ser mulher, sempre ficava do lado da mãe pra fazer eu parecer o vilão da história. Faltava pouco mais de uma hora de viagem pra chegar no destino quando o carro saiu da estrada por causa da neve, e com tanto azar que fui bater num dos poucos pinheiros que tinha na região. "Você é um idiota, olha a merda que fez, quase nos mata!" "Porra, pai, como você é desastrado, não serve pra nada." As críticas da minha esposa e da minha filha eram as de sempre, então pelo menos soube que elas não tinham se machucado. A gente estava isolado, mas pra nossa sorte — ou pelo menos era o que eu pensava no começo da noite — um carro de patrulha passou por nós com dois agentes fardados. Eles nos viram no acostamento e pararam pra ajudar. Viram que o carro não funcionava e, como não dava pra chamar um guincho por causa da tempestade de neve, se ofereceram pra... nos levar pra delegacia, onde pelo menos a gente podia passar a noite até a tormenta passar. Não levamos mais de 20 minutos pra chegar na delegacia e, assim que entrei, fiquei surpreso que ela ainda estava de pé. Era um prédio caindo aos pedaços, com umas duas celas e só algumas mesas e cadeiras. "Desculpem a bagunça, mas essa delegacia é muito antiga e amanhã vão demolir ela, por isso tá tudo virado de cabeça pra baixo e só sobramos nós dois e mais três colegas." Como pude ver, tinha mais três. Agentes também de uniforme sentados numa mesa tomando café, o colega deles explicou a situação e eles pareceram felizes por ter companhia numa noite tão especial quanto aquela. Tenho que dizer que não gostei nadinha do jeito que alguns deles olharam pra minha esposa e minha filha, as duas estavam de vestido de noite, compridos mas decotados, estavam realmente gostosas. Minha mulher é toda uma senhora nos seus pouco mais de 40 anos, se conserva bem pra idade dela e, como é viciada em esporte, manteve uma figura bonita. Minha filha, com seus 16 anos, já é toda uma mocinha, a cabeleira loira dela faz um contraste lindo com a pele e, embora eu nunca tenha reparado nisso, ela tem uns peitos consideráveis pra idade dela e uma bunda bem empinada. A gente sentou junto com eles e pude ver com estranheza que numa das celas tinha um homem dormindo. Ao ver minha cara de espanto, um dos policiais comentou: "Quase me esqueci, esse também é colega nosso, mas bebeu mais do que devia e foi tirar um ...soninho". De fato, o homem também usava partes do uniforme de polícia, mas o que mais me surpreendeu foi o tamanho dele, era um negão enorme que devia medir 2 metros, e isso que eu tava vendo ele deitado. A nevasca continuou e 2 horas depois, lá pelas 23:00, já tava claro que a gente não sairia dali a noite toda. Nessa altura, o gigante preto já tinha acordado e nem ele conseguiu abrir a porta da delegacia, a neve tinha tampado a entrada e a gente tava preso ali. "Não tenham medo, é normal nessa região, amanhã de manhã a neve já vai ter derretido, teria sido pior ficar ao relento." Quando perguntei o que tinha pra jantar, os 6 policiais caíram na risada de mim. "Temos um cardápão pra escolher, amigão" "Cala a boca, tá passando vergonha, não vê como é que tá isso aqui, cê acha que esses homens prepararam um jantar pra receber visita?" Minha mulher soltou um dos comentários desaforados de sempre, seguido pela minha filha "Olha como você é burro, pai, que Perguntas mais idiotas." Eu olhava pela janela junto com o preto, e minha mulher e filha, depois de me humilhar na frente daqueles homens, foram sentar com o resto dos policiais. Não pude evitar notar como o preto olhava pras bundas delas enquanto se afastavam da gente. Pouco antes da meia-noite, eu disse: "Parece que não vamos ter escolha a não ser dormir aqui." "Bravo, papai, foi exatamente isso que o agente te disse uma hora atrás." Minha mulher e o resto dos policiais riram de novo. Bateu meia-noite e nos cumprimentamos pelo... ano novo, ou pelo menos eu fiz isso. Minha mulher e minha filha estavam ocupadas demais conversando e cumprimentando os policiais, que cagaram pra mim. "Pelo menos temos música, galera." O preto tirou de um armário um rádio velho e colocou uma fita. Devia ser a única que ele tinha, porque o som já estava meio gasto. Em vez de dançar comigo, minha mulher decidiu dançar com Andrés. Ele parecia ser o agente de maior patente na delegacia, o que dava as ordens. Minha filha dançava com o preto, os tamanhos deles se destacavam. Eu fiquei sentado feito um idiota. Não tinha nada pra comer, mas tinha pra beber — pelo menos três garrafas de licor que, lá pelas 0:30, já estavam quase vazias. Eu não bebi nada porque não gosto de álcool. Minha mulher continuava dançando com Andrés sem prestar atenção em mim, até que vi uma coisa que me deixou puto pra caralho. Não só aqueles policiais olhavam pra minha mulher e filha, como Andrés tinha resolvido chegar mais perto delas, principalmente da minha mulher, com quem dançava segurando a bunda dela sem ela falar nada. Eu me aproximei e separei minha mulher do Andrés. "Qual é, chefe? Só tava dançando com sua mulherzinha." Minha mulher me xingou e me deu um tapa na cara na frente de todos aqueles homens. "Você é patético", cuspiu. Andrés se virou pra mim: "Não fiquem violentos, não tem problema, vamos ficar tranquilos." A coisa teria parado por aí se eu não tivesse visto minha filha Mônica esfregar a buceta no volume do preto como se fosse uma qualquer querendo dar, enquanto o preto Ela passava a mão nas tetas. ..."Negro desgraçado, solta minha filha, maldito filho da puta", gritei. Andrés me segurou com força. "Isso é o fim, não posso deixar você se comportar assim na frente dos meus homens, ainda mais que a gente resgatou vocês da tempestade, e é assim que nos pagam, a gente não faz nada que suas garotas não queiram, seja educado conosco como fomos com vocês". Eu xinguei e chamei eles de porcos, isso não agradou nada o Andrés, que me acertou com o cassetete na cara, me jogando no chão com a pancada, me arrastou até uma cela e me trancou lá enquanto nem minha mulher nem minha filha faziam nada, na verdade pareciam rir de tudo aquilo. "No final, olha o que o Andrés teve que fazer porque você não sabe se comportar". Que apoio eu recebia da minha mulher. Meus gritos para eles não adiantaram nada, eles aumentaram a música e continuaram dançando até que a coisa esquentou pra limites inimagináveis e eu vi minha filha se ajoelhar na frente do negro, abaixar a braguilha dele e meter a mão até tirar uma piroca de tamanho considerável e enfiar na boca dela, sob os olhos da mãe que sorriu diante daquela amostra de putaria. Com 16 anos, minha filha se comportava como uma gostosa, a boca dela estava cheia com o pau daquele cara, meus gritos eram inúteis, eu podia ver a língua dela percorrendo a glande, lambendo com gula, as mãos dela não paravam de acariciar os colhões dele. O negro a incentivava: "Assim mesmo, minha menina, como se fosse um pirulito, muito bem". Outro policial se aproximou dela e puxou o vestido de noite por cima da cabeça, ela não usava sutiã e mostrou os peitos pra todo mundo, aí o cara tirou a calcinha fio dental dela, deixando à vista daqueles degenerados uma bucetinha com pelinhos loiros. "Que bucetinha mais linda, nena". O policial enfiou a língua na ppk da minha filha e ela aproveitou pra mamar com mais vontade o pau do negro que enchia a boca dela por completo. Minha esposa olhava a cena encantada de ver como a filha dela se transformava numa putinha qualquer. Eu chamei eles de filhos da puta e minha esposa Ela me insultou de novo. "Que cuzão você é, meu marido, nem trancado aí você consegue parar de foder a festa." Eu chorava de impotência quando vi que todos os homens se despiraram e o que chupava a buceta da minha filha começou a foder ela. Minha mulher incentivava: "Isso aí, linda, se mexe como uma leoa, minha menina." Um por um foram se colocando entre as pernas da minha filha e a foderam à vontade até chegar a vez do negão cujo pau minha filha chupava até aquele momento. Achei que ia rasgar ela quando vi aquele trabuco preto enorme sumir dentro da bucetinha apertada da minha filha. Enquanto isso, minha mulher se aproximou da cela. Eu perguntei como ela podia deixar fazerem aquilo com a filha dela. "Não me faça rir. Por acaso você alguma vez se preocupou com ela? Você sempre esteve ocupado trabalhando, não precisamos de você pra nada, já é hora de nos divertirmos." "Você é patético, e além disso, isso é culpa sua. Se você não fosse tão atrapalhado, não teríamos batido o carro. Estamos mais protegidas com o Andrés do que com você." A puta ainda me jogava na cara estar... ocupado com meu trabalho. Se eu trabalhava igual um burro era por elas, pra que pudessem comprar aqueles vestidos caros, os perfumes e as joias. Minha mulher voltou pro grupo e beijou o Andrés na boca enquanto as mãos dele amassavam a bunda dela. Depois desceram pra boceta dela e uns dedos estranhos se perderam lá dentro enquanto a Pilar abria as pernas num claro convite pro Andrés despir ela, o que ele fez na hora, deixando minha linda esposa pelada na delegacia. O Andrés ficou me encarando enquanto beijava minha mulher. Ela percebeu e disse: "Deixa ele aí trancado, pelo menos que curta o espetáculo, o cuzão." Minha mulher soltou um suspiro de prazer quando o Andrés se ajoelhou na frente dela e enfiou a língua na buceta dela. Minha filha Mônica tinha o pau de um enfiado na boca até a metade, enquanto por trás o negão perfurava a buceta dela centímetro por centímetro. Depois trocaram de posição e a Mônica cavalgava desesperadamente em cima do pau do cara que Tinha um por baixo e outro por trás que se encarregava de meter no cu dela com força, a putinha da minha filha tava se divertindo pra caralho enquanto continuava chupando uma rola e batendo punheta em outras duas. Só reparei na minha mulher quando ouvi os gritos dela "Aaahhhh! como você me fode gostoso, não para" Ela tava de cócoras em cima do Andres, subindo e descendo sem parar na rola dele, tentando enfiar até o fundo da boceta dela, depois minha mulher chupou ele bem na minha cara, chupou e mamou até o Andres gozar na... boca dela. Nessa hora os outros já tinham terminado com a minha filha Monica, o Andres chegou perto dela e minha filha se ajoelhou entre as pernas dele, Andres, segurando a cabeça dela, começou a esfregar os ovos dele na cara toda dela. Depois enfiou a rola até o fundo da boca dela e começou a foder a boca dela. "Olha aqui, querido", -gritou minha mulher Ela tava bem perto de mim, esfregando a rola enorme do preto na cara dela, enquanto lambia, passando a língua por toda ela. "Vai se foder, sua puta", gritei pra ela "Isso é problema meu, não se preocupa" respondeu o preto Minha esposa montou em cima dele, de frente pra mim e inclinada pra trás, apoiando as mãos no chão, de um jeito que eu não tive escolha a não ser ver ele foder ela. O preto segurou o pau dele com uma mão e encostou na entrada da boceta, abrindo os lábios dela. Ela desceu a bunda e a cabeça grossa desapareceu dentro da boceta dela. Tive que ver devagar o pauzão dele penetrando dentro da minha mulher, alargando a boceta dela no caminho. "Porra, que grande, você vai me arrebentar, mostra pro meu marido o que é uma rola de verdade, enfia até os ovos" O preto obedeceu minha mulher e meteu, encaixando a rola até o fundo, só os ovos dele ficaram pra fora da boceta da minha esposa. Ela se deixou foder bem na minha cara, gritando que nem uma endemoniada cada vez que o preto enfiava a rola até dentro, a putinha não parava de me olhar enquanto o policial preto metia nela. O preto gozou dentro Buceta da minha esposa, devia ter... enchido as entranhas dela de porra, porque quando ele tirou a pica, a buceta dela escorria sêmen, a putinha catava com os dedos. "Não posso desperdiçar nada, amor, com sorte aquele negão campeão me engravida." Não deram tempo pra ela se recuperar, porque três homens meteram nela de novo, um deles decidiu enfiar no cu dela enquanto o companheiro comia a buceta dela e o outro ocupava a boca da minha esposa. Ela nunca deixou eu dar no cu dela, mas com aqueles policiais não colocou nenhum problema. "Olha, céu, olha como eles me dão no cu, adoro, olha como esses agentes gentis cuidam da sua mulher e da sua filha como você nunca soube." "Devagar, cavalheiros, aproveitem minha xereca." Minha filha Mônica se abraçava no negão e apalpava as bolas dele enquanto continuava toda melada do sêmen que os policiais tinham jogado nela antes. Lá fora continuava nevando e já eram mais de 5 da manhã, tavam horas comendo elas. Os outros 3 que fodia minha esposa não demoraram a gozar, gozaram na cara dela, deixando ela toda suja, enquanto ela se lambia não parava de me olhar, puta vagabunda. "Olha, amor, que gostoso o sêmen desses senhores, adoro." Voltei a xingar com raiva todos os policiais, filhos da puta, porcos. "Filho da puta é você", respondeu Andrés. "Cuck, agora você vai ver." Pegaram minha filha e minha mulher e colocaram elas na frente da cela, as duas se seguraram nas grades e Andrés meteu na minha mulher no cu de uma vez enquanto o negão fazia o mesmo com minha filha. ... As duas não faziam nada, só gemiam e me olhavam enquanto deixavam dar no cu, os peitos da minha mulher batiam nas grades e eu podia ver perfeitamente como elas se moviam pra frente e pra trás com as estocadas do Andrés. "Chupa bem gostoso, amor, pra entrar melhor no cu da sua filha." O negão saiu do cu da minha filha e esfregou a pica na cara da mulher, que começou a chupar com vontade enquanto segurava com as duas mãos e Andrés continuava bombando no cu dela. Ela foi engolindo o pau preto até quase se afogar, ele fodia a boca dela, curtindo sentir ao longo da vara o toque suave dos lábios carnudos da minha mulher. Depois que ficou bem babada, ele meteu de novo no cu do meu filho, todos foram passando pela retaguarda da minha mulher e da minha filha enquanto elas continuavam agarradas nas grades, recebendo uma atrás da outra as investidas daqueles policiais nas bundas delas. Eram 8 da manhã e tinha parado de nevar, os policiais deixaram que minha Andrea e Mônica limpassem as picas deles com restos de porra, como as duas putinhas chupavam, com uma gula incrível, imprópria principalmente pra alguém da idade da minha filha. Depois se vestiram todos e me tiraram da cela "Bom, senhor, adoramos foder sua mulher e sua filha, foi uma das melhores entradas de ano da nossa vida, comer o cu da sua mulher foi um verdadeiro prazer". Eu sentia uma raiva do caralho, mas eles estavam armados e eram seis, não podia fazer nada. Quando a gente ia sair... apareceram mais dois carros de polícia, era o revezamento do grupo anterior. Em um par de horas chegariam as máquinas pra demolir a delegacia. Pensei em denunciar esses filhos da puta, mas o que eu ia dizer? Que minha mulher e minha filha eram umas vagabundas? Que se deixaram comer por seis caras na minha cara? Isso só ia me humilhar mais. Minha mulher e minha filha decidiram voltar pra casa com os policiais "Com eles a gente fica mais protegida e ainda dá tempo pra uma foda rápida". A putinha da minha esposa continuava fazendo isso, voltava a me humilhar.
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