Descobrindo um Novo Mundo 2

Acordei de uma soneca tranquila e, ao acordar, pensei que tudo o que tinha acontecido tinha sido um sonho, mas bastaram alguns segundos para me trazer de volta à realidade: ali estava o controle remoto perto do meu rosto e a porra da gozada meio seca e grudenta na minha barriga e na minha cama. Fiquei meio nervoso pensando em como deveria agir agora, mas claro, como sou um adolescente, rapidamente lembrei que tinha combinado de ir à praia com meus amigos e decidi deixar essa reflexão para outro momento; já teria tempo e, além disso, estava de férias!. Peguei minha mochila com a toalha e minhas tralhas de praia, vesti a primeira camiseta que peguei e saí do quarto. Quando cheguei na sala, me deparei com a Maria sentada no sofá em frente à TV e quase parei no meio do caminho, mas logo reagi e, sem olhar para ela, me dirigi rapidamente para a porta da rua dizendo:
- Até logo, vou pra praia com a galera
- Até logo, punheteiro!
Porra!-, pensei. Fechei a porta de casa rapidinho, e enquanto esperava o elevador, percebi o quanto as palavras dela tinham me afetado. Fiquei vermelho só de ver que ela estava na sala e as palavras dela me impactaram. Porra, como ela podia estar tão tranquila como se nada tivesse acontecido!. Isso me acalmava por um lado porque, com certeza, significava que ela não ia falar sobre o assunto com ninguém e estava tudo bem, mas, por outro lado, me perturbava muito aquele controle da situação que ela tinha depois do que aconteceu e, principalmente, que com só esses pequenos gestos da parte dela, ela me deixava totalmente nervoso, agitado e diria que quase num tesão constante. Se eu pensasse friamente, nas últimas horas a Maria tinha me pego, quase com certeza, batendo uma enquanto eu a espiava pela parede, possivelmente tinha me visto batendo uma olhando para a nossa irmã Melânia, e tínhamos compartilhado uma punheta no meu quarto. Demais pra um moleque da minha idade!, eu ia ficar maluco… A tarde na praia teria sido muito boa se não fosse porque eu estava com a cabeça em outro lugar e porque a quantidade de minas gostosas quase peladas que tinha por lá só fazia confirmar meu tesão e me lembrar de tudo que vivi durante o dia em casa com a María. Queria voltar pra vê-la, mas ao mesmo tempo sentia um certo receio de encontrá-la. Quando o sol já não esquentava mais e estávamos cheios de falar besteira, jogar raquete, olhar as minas e fazer planos pras férias, pegamos o caminho de volta pra nossas respectivas casas. Dividia o caminho de volta com meu parceiro Pedro, que era o que morava mais perto e com quem, enquanto andávamos, comentávamos a fita da tarde:

- Pô, Vicen, as minas tão cada vez mais gostosas, e a gente sem uma só no grupo…
- Já sei, Pedro, mas é que nenhum de nós tem muito sucesso com as minas, além disso agora elas preferem os mais velhos que a gente
- Bom, mas pelo menos a gente alegra a vista
- Isso é… mas também fica tudo louco
- É mano, agora quem tem que alegrar a vista todo dia é você, imagina o nível que tem em casa!
- Mas o que você tá falando!, se são minhas irmãs e minha mãe, não seja tarado!
- Ah, vai nessa!, aposto que você já bateu umas quantas na saúde de cada uma
- Você é um porco!
- Tá, tá, não se estressa

Nesse momento chegávamos onde eu moro e entrei no hall do meu prédio sem me despedir do meu amigo; o filho da puta tinha colocado o dedo bem na ferida e no pior momento possível. Quando entrei, bem naquela hora meus pais e minha irmã Melânia estavam prestes a entrar no elevador, voltando pra casa. Foi meu pai quem me viu e segurou a porta pra eu subir com eles

- Ô Vicente!, como foi essa tarde de praia?

Enquanto acelerava o passo pra chegar dentro do elevador, respondi

- Bem, com os parceiros - Que sorte a sua, seu safado! Como eu queria estar no seu lugar…
Arrumaram um lugar pra mim na cabine e as fruteiras me receberam com um sorriso e um beijo sonoro na bochecha. A segunda a fazer isso foi a Melânia, que cheiro gostoso… Enquanto o elevador subia e eles comentavam animados sobre as maravilhas da praia, não consegui evitar olhar disfarçadamente pra minha irmã; ela era realmente uma mulher espetacular e devia encher a frutaria de moscas só com a beleza física dela, com o rostinho lindo, o cabelo comprido, preto e ondulado preso num rabo de cavalo longo, e mais ainda com a roupa curta, composta por um shortinho branco tipo jeans, bem apertado, que valorizava a bunda espetacular dela e deixava ver as pernas magníficas e o começo das nádegas, e aquela camiseta, também branca, cortada acima do umbigo, mostrando aquela barriga linda, lisa e morena, enfeitada com um piercing em forma de argolinha, e que segurava aqueles peitos maravilhosos e durinhos, bem definidos pela camiseta, atributos com os quais eu tinha me masturbado horas antes. Pra completar o visual, ela usava umas alpargatas de verão com um salto baixinho, amarradas graciosamente com fitas nos tornozelos e panturrilhas. Não consegui evitar notar que eu tava começando a ficar duro. — Você tá ferrado, cara — falei pra mim mesmo.

Chegamos em casa e eu fui direto pro meu quarto, querendo largar as tralhas e tomar um bom banho pra tirar a areia e o sal… e o calor “extra”… se precisasse. Não parecia ter sinal da Maria. Entrei no quarto, joguei a mochila num canto perto da janela, peguei a toalha e levei pra varanda pra estender, voltei pro quarto, peguei roupa limpa e me preparei pra entrar no banheiro.

- Poha, não abre!

Bati com os nós dos dedos e a Melânia respondeu: ela tinha se adiantado.

- Tá ocupado!

Isso significava que o banheiro ia ficar “sequestrado” por um bom tempo. Amaldiçoei minha lentidão e respondi pra minha irmã:

- Me avisa quando Salga, porra!
- Vale, Vicen!

Resignado, me virei e percorri os poucos metros que me separavam do meu quarto, entrei, sentei na frente da escrivaninha e liguei minha amada Play.

Já tinha até esquecido do banho quando, claro!, sem bater, a Melania entrou pra me avisar que o banheiro estava livre.

- Vicen, já pode entrar.
- Vale, obrigado, Mel...

Quando me virei pra completar a frase, não consegui nem articular. A Melania estava bem atrás de mim, a pouco mais de um metro, com a cabeça inclinada pra esquerda e as duas mãos secando o cabelão todo molhado com uma toalha, enquanto o corpo dela estava coberto só por outra toalha enrolada (estampada de quadrados brancos e rosa), deixando as pernas nuas desde um palmo acima dos joelhos, e mal segurando os peitos magníficos dela; tanto que, quando inclinou a cabeça, a toalha escorregou um pouco pra baixo, deixando no ar a parte de cima da auréola do mamilo direito, visão que me fez calar na hora e meus olhos grudarem naquela visão celestial. Foram só dois segundos, mas meu choque foi tão evidente, e a expressão na minha cara devia ser tão exagerada, que minha irmã percebeu na mesma hora, e puxando a toalha pra cima, me deu um sorrisão e saiu devagar do meu quarto.

Fiquei impactado. Será que todos os astros se alinharam pra me fazer perder a cabeça? Não dava pra continuar assim, senão eu ia morrer na punheta...

Depois de tomar banho e bater uma punheta em homenagem ao presente que minha irmã mais velha me deu, e por que não dizer, pra acalmar minha calentura sem fim e encarar o jantar em família com mais tranquilidade, saí do banheiro e a Maria me substituiu, que também tinha chegado da praia. Ela me cumprimentou com um "oi" e entrou no banheiro correndo.

Jantamos na varanda, como era costume quando o calorão chegava, e eu evitei olhar pra Nenhuma das minhas duas irmãs mais do que o estritamente necessário. Nenhuma das duas me lançou nenhum olhar estranho, e a atitude delas comigo foi completamente normal. Talvez eu conseguisse me controlar pelo resto do verão, estavam as férias, depois a gente ia pra cidade, e aí de volta aos estudos e tudo teria ficado pra trás, com certeza – pensei.
Depois do jantar, assim que a mesa foi recolhida, meus pais sentaram no sofá, na frente da TV e perguntaram quem queria ver um filme na Netflix, todo mundo topou menos eu, que falei que ia pro meu quarto jogar umas partidinhas no Play; foi aí que minha irmã Maria comentou:
- Pois é, ultimamente você tá mais grudado no seu videogame do que nunca, não?
Ela falou isso num tom de zoeira, mas dessa vez, cansado das indiretas dela e de ela sempre sair por cima, enquanto passava por ela, indo pro meu quarto, respondi:
- Não fala tanto não, que você também ultimamente tá começando a gostar muito, né?
E ela não respondeu, mas me seguiu com o olhar, com um meio sorriso estranho no rosto. Quando eu saía da sala, ouvi a Melania dizer:
- O que o Vicen precisa é arrumar uma namorada logo, pra dar uma agitada nele
- Mas menina! O queee cê tá dizendo – respondeu minha mãe – ele é muito novo ainda, já vai ter tempo de complicar a vida
- Que nada, mãe, ele precisa acalmar os hormônios, tão tudo revoltado!
E todo mundo riu do comentário, claro, todo mundo menos eu, que já tava de saco cheio de levar porrada de todo lado e, além disso, coitado de mim, não fazia ideia de como lidar com as fêmeas lá de casa, e muito menos agora que elas tinham aquele poder que eu desconhecia sobre mim. Tava tudo indo pro brejo e eu não aguentava mais.
Comecei a jogar com bastante interesse, deixando só a luminária pequena que tinha na escrivaninha acesa pra criar o clima propício pra minha concentração, e tão concentrado que nem percebi conta de quando minha irmã Maria entrou no meu quarto, pra variar, de forma sorrateira e sem pedir licença, mas tenho que admitir que nas últimas horas as intromissões dela e a companhia não me incomodavam tanto assim…

- Tá jogando de novo, anão?
- É, já viu… não tenho mais nada pra fazer agora…
- Que jogo é esse?
- Bom, é um jogo de luta, vou eliminando os adversários até chegar na final…
- E dá pra jogar com dois?

Não passou despercebido o que essa pergunta podia significar… mas me fiz de desentendido
- Dá sim, podemos jogar vários. Às vezes tem quatro amigos conectados ao mesmo tempo e a gente dá uma surra violenta neles…
- Não, eu tô perguntando se dá pra jogar dois aqui mesmo

Resolvi forçar um pouco mais a situação, queria que ela falasse o mais claro possível pra ter certeza de que eu entendia o que ela queria dizer
- Dá, mas é mais chato…
- Cê vai me dizer que prefere jogar com seus amigos do que com sua irmãzinha?

Isso ela falou num tom baixo, suave, com aquela voz bonita e sensual dela, mas ao mesmo tempo tinha algo de sugestivo, de segurança e afirmação. Gaguejei na resposta… e falei a única coisa que veio na cabeça naquele momento, sem muita convicção e sem medir o alcance do que dizia
- Mas tão todo mundo em casa… na sala
- E qual o problema de dois irmãos passarem um tempo jogando juntos?

A resposta dela, no mesmo tom, me desarmou por completo e me deixou meio nervoso na hora, -ih, ih, ih…-
- Tá bom, o que cê quer jogar?
- Ah, esse jogo é legal, tem muita ação, né?
- É… mas falta um lugar, espera
- Pode pegar uma cadeira do meu quarto, Vicen

Saí do quarto e fui pegar uma cadeira no quarto da Maria. Entrei, acendi a luz e fui até a escrivaninha dela pegar a cadeira de estudo. Naquele momento, pensei que adoraria me distrair e fuçar no armário e nas gavetas dela, Ficar rondando o quarto da minha irmã, pra saber mais sobre ela, eu precisava saber de tudo, bisbilhotar, olhar toda a roupa dela, olhar a calcinha dela, poder mexer no celular dela... com certeza tinha um monte de foto sexy dela e das amigas; mas era difícil pra mim entrar naquele lugar, que, provavelmente, era a primeira vez que eu entrava sozinho em muitos anos... eu tava perdendo a cabeça. A voz da Maria me tirou dos meus pensamentos:

- O que você tá fazendo, anão? Não me diga que não achou a cadeira.

Respondi a primeira coisa que me veio à cabeça:

- É que ela tava enterrada debaixo da sua roupa e das suas coisas.

Era mentira, Maria era o exemplo da organização.

- Ah, para com isso e para de fuçar nas minhas coisas.

- Já vou!

Entrei no meu quarto empurrando a cadeira de estudo dela com rodinhas, pensando que eu parecia ser invisível pra todo mundo, e encontrei a Maria toda acomodada no meu super sofá. Não reclamei, trouxe a cadeira do quarto dela e coloquei do lado direito dela. Em seguida, peguei o outro controle e liguei, reiniciando a partida.

- Beleza, me explica como funciona isso.

- É simples...

E dizendo isso, me aproximei dela pra explicar as funções dos botões naquele jogo, movimentos, golpes, defesas, ataques, combos... mas minha mente já tava começando a viajar com o cheiro que vinha do corpo da minha irmã e do cabelo dela, aquele cheiro de mulher, doce, o gel dela, o xampu, o hidratante... Eu pensava que, com tudo que tinha me masturbado durante o dia, conseguiria encarar essa situação com mais calma e decidi tentar me dedicar só a jogar, ou eu ia enlouquecer. "Vai, Vicen, você consegue, moleque!" Pensei que tinha a meu favor que minha irmã tinha se vestido de um jeito confortável, mas nada sensual, uma camiseta largona cinza de algodão de manga curta e uma calça branca, tipo pantalona, meio folgada... sim, com certeza eu dava conta disso.

Começamos a partida e, nos primeiros minutos, tudo correu numa boa. Até parecia que ela tava se divertindo com o jogo, embora, claro, eu tava detonando ela. E assim a gente foi por uns quinze minutos, até que…

- Porra, Vicen, que surra você tá me dando, cê tem certeza que me explicou direito como funciona isso?
- Claro que siiiim, chata, o problema é que você não entende, Maria.
- Talvez o que eu precise é que você me dê um pouco mais de atenção e me ensine direito. Tem que ser um cavalheiro, já que você é bem grandinho, maninho.
- …?
- Isso mesmo, você vai ver. Larga o controle e levanta.

E dito isso, ela me pegou pelo braço e me colocou em pé, bem atrás dela, separados só pelo encosto da minha cadeira de jogo.

- Tá, agora quero que você coloque suas mãos sobre as minhas no controle e seus dedos sobre os meus, e me guie nos movimentos, me ajuda a apertar os botões, mas sem amassar meus dedos, hein?
- Mas…
- Isso mesmo, parece que você é burro! Nunca viu nos filmes quando o cara guia a menina com a raquete de tênis ou com o taco de sinuca?

No começo, fiquei bem atrás dela e tentei alcançar as mãos dela esticando os braços por cada lado da cabeça dela, mas, obviamente, minha posição tornava quase impossível alcançá-las (além de ser completamente ridícula e forçada) e, muito menos, me permitia mexer um dedo direito.

- Mas o que cê tá fazendo, cara!
- Eu…
- Vamos lá, vem pela direita, passa um braço por trás do meu pescoço… assim, isso aí… viu? Agora sim você alcança, se inclina um pouco e pronto… agora… perfeito!

Perfeito, é o caralho! Não só tava desconfortável porque tava muito inclinado pra frente, mas agora também tinha minha irmã praticamente abraçada do meu lado direito (o esquerdo dela), com minhas mãos sobre as mãos dela, tão macias, meus braços encostados nos dela, que eram como seda, e minha bochecha esquerda quase colada na bochecha direita dela… sentindo o cheiro dela e ouvindo a voz doce dela tão, tão, tão… perto do meu ouvido…
- Agora começa, mas devagar…
E assim fiz, esticando ao máximo meus braços e fazendo minha irmã esticar os dela para evitar, na medida do possível, o contato com ela, o que deixou a postura ainda mais desconfortável.
- Mas Vicen, você é idiota, o que quer? Que eu tenha uma contratura? Não vê que não alcanço?... Além disso, assim não consigo ver nada.
E dizendo isso, com as mãos ela puxou para trás com força e aproximou o controle na altura do peito, um pouco abaixo do rosto. Virou a cara para mim, me olhou e disse com toda calma e voz suave:
- Viu, assim é muito mais fácil e confortável. Vamos, começa.
Dito e feito. Comecei a partida mais deslocado e nervoso do que qualquer outra coisa, e tentei me concentrar no jogo apesar de todas as influências externas que tornavam tudo tão difícil. Quase estava conseguindo quando percebi que minha irmã aproximava cada vez mais o controle do peito, tanto que em algum movimento mais brusco que fazíamos, por causa da ação do jogo, não consegui evitar um roçar acidental no peito dela e pude notar que ela não estava usando sutiã, e ela pressionava ainda com mais força, principalmente quando o controle vibrava, então comecei a achar que não era acidental… Continuei guiando ela com dificuldade e de forma cada vez mais atrapalhada, mas a Maria não parecia se importar, a atenção dela estava focada nas vibrações do controle que, agora de forma evidente, ela aproximava descaradamente dos peitos, pressionando contra os mamilos, o que fazia meu pulso e antebraço roçarem neles e eu sentir eles bem marcados e duros, especialmente o direito, que estava mais perto de mim. Apesar da minha postura, meu pau estava ficando duro como pedra, mas já começava a doer, era muita pressão para um dia só, até para um tarado como eu, além disso, minha irmã com certeza devia estar percebendo e, pensar nisso me excitava ainda mais; bom, e esperava que ela não resolvesse não quero que ninguém entre agora, porque ia ficar uma situação meio estranha
- Vicen, que tal a gente dividir o controle? – ela falou com aquela voz doce, quase num sussurro, como se estivesse muito séria-
- Mas… como… – gaguejei-
- Olha, eu seguro com a esquerda e mexo a alavanca de direção, e você pega com a mão direita e faz os movimentos, os golpes e tudo mais com os botões, que é mais complicado…
- Beleza.
Dessa vez fui eu quem escolheu a posição, tirei meu braço de volta do pescoço dela, me abaixei do lado direito dela, igual um jogador de futebol esperando pra foto do time, coloquei minha mão na parte direita do controle e, entre nós dois, começamos uns movimentos mais que desajeitados; a gente tomava até na foto da identidade e o controle não parava de vibrar. Sem tirar os olhos da tela, a Maria colou, literalmente, o controle no peito direito dela por cima da camiseta, arrastando minha mão junto, e eu senti um arrepio ao sentir aquela forma redonda e dura, maravilhosa… e um instante depois, devagar, ela baixou a mão direita até o botão da calça, desabotoou, puxou o zíper até a metade e a mão continuou o caminho até sumir pela frente da calça largona dela.
Fiquei pasmo e não sabia como reagir. Tentava roçar, o mais que podia, desajeitado, aquele peito maravilhoso, muito melhor do que qualquer um dos dois que eu tinha tocado no passado, de forma casual e que pouco aproveitei (pequenos e no escuro total). Aquele era um peito soberbo, de um tamanho considerável, dava pra adivinhar que era delicioso, firme, pertencia a uma garota muito gostosa, e ainda por cima, era minha irmã! Me concentrei pra continuar o jogo e o controle continuar vibrando sem parar, porque eu tinha medo de que, se parasse, a magia daquele momento se quebrasse, mas minha inexperiência não me deixava ver que, naquele instante, minha irmã já tinha passado do ponto sem volta. Não ia parar. E não parou. Olhava pra tela e semicerrava os olhos, abriu mais as pernas e o movimento da mão dentro da calça ficou ainda mais evidente, enquanto apertava com força o controle no peito. Começaram os primeiros suspiros e alguns gemidos.

— Aaaaahh, aaaaahhh, Uuuuufff, uuuuufff, ummmmm, ummmmm.

Eu não aguentava mais. E tão excitado quanto estava, tão tesudo, do jeito que dava, levei minha mão esquerda, a que estava livre, até o cordão que prendia minha sunga, puxei desajeitadamente o que consegui e levei a mão pro meu pau pra me masturbar a uns 40 cm da minha irmã, que naquele momento me oferecia uma visão magnífica, na primeira fila de um espetáculo como nunca tinha visto. Maria viu meu gesto e eu temi que ela parasse ou ficasse brava, mas a única coisa que ela fez foi tirar o controle da minha mão, levantar levemente a bunda um instante do meu sofá, deixar a calça descer um pouco mais até a virilha e enfiar o controle pra dentro dela, na direção da buceta dela. Não aguentei mais. Me levantei e fiquei de pé, com meu pau a meio caminho entre o peito e o rosto dela, e comecei a me masturbar olhando pra minha irmã, que cada vez acelerava mais os movimentos, pegando o controle por um lado e, imagino, ainda se acariciando ou enfiando o outro no cuzinho dela (não me deixou ver em nenhum momento, só via o controle subir e descer, o movimento da mão e da barriga dela) e ela gemia, com mais intensidade que da última vez, tanto que eu temi que ouvissem, mas o home cinema trovejava da sala.

— OOooooohhhh, ooooooouuuummm, uuuuuummmmm, ummmmm! Porra, que gostoso!

Ela me deixava em chamas, fora de mim. A excitação fazia as batidas do meu coração martelarem forte na minha cabeça, e eu mal conseguia controlar a respiração. Não aguentei mais. Estendi minha mão esquerda e agarrei aquela teta magnífica por cima da camiseta de Maria e acariciei, apalpei, curti a forma, a textura extraordinária, firme e macia ao mesmo tempo, senti o mamilo duro, ereto. Eu belisquei ela, e ela se deixou fazer, se deixou acariciar e me olhou fora de si, com a excitação estampada naquela cara linda dela. Os lábios dela estavam vermelhos, inchados, as bochechas coradas, ela ficava umedecendo a boca seca com a língua sem parar e começavam a escorrer gotas de suor pela têmpora dela naquela noite quente de junho. Nem o ventilador de teto conseguia apagar aquele sufoco, um sufoco que ela aumentava com o ritmo das mãos e o vai e vem dos quadris, cada vez mais rápido.

Quando a Maria aumentou ainda mais o ritmo dos movimentos e dos gemidos dela, percebi que ela ia gozar, mas o que não esperava foi o que aconteceu em seguida.

— Chega mais perto, Vicen…

Eu encostei minha pélvis no apoio de braço do sofá o máximo que pude, e ela aproximou a mão direita do meu pau e, com a ponta do dedo indicador, tocou minha glande. Minha mente ficou nublada, a excitação me venceu e eu gozei.

— Tô gozando, Maria, ooooohhh, tô gozando, linda, tô gozandooooo!

Gozei como se nunca tivesse feito aquilo antes, como se aquela fosse a mãe de todas as punhetas. Naquele momento, não existia nada além daquela deusa da beleza e daquele prazer, quase desconhecido. Apertei com força o peito da minha irmã enquanto gozava, beliscando o mamilo dela com força entre meu polegar e o dedo médio, e ela agradeceu com um gemido ainda mais forte, e continuou pressionando o dedo na minha glande, numa carícia, enquanto a minha primeira jorrada aterrissava na bochecha direita dela, a segunda na camiseta dela, entre a manga e o peito, outra no antebraço dela, e o resto ela recolheu na mão em concha junto com a minha glande. Ela terminava o orgasmo dela, desacelerando os movimentos dos quadris. Limpou de baixo pra cima uma gota que pendia da minha glande com o dedo médio, sem deixar cair o resto do sêmen, e eu quase morri.

Ela pegou meu prático rolo de papel higiênico e limpou a mão, depois me deu um pedaço generoso. Enquanto eu me limpava, ainda de pé na mesma posição, feito um idiota, a Maria se ajeitou a Roupa e, como se nada tivesse acontecido, ela me perguntou enquanto abotoava a calça:
— Você realmente me acha linda?
— Sim… você é, mesmo sendo minha irmã, de verdade, bem… quero dizer que sim, que você é uma gostosa.
— Hehe, tá bom, tá bom, entendi. Bem, vou deixar você, quero fazer umas coisas antes de dormir.
— Claro, fica à vontade…

Ela se aproximou de mim, me deu um beijo doce na bochecha, abriu a porta e, antes de sair, me olhou, me dedicou um sorriso e saiu fechando bem devagar.

Desabei na cama, exausto, saciado e feliz, embora muito confuso com tudo que estava acontecendo comigo. Todas as imagens se amontoavam no meu cérebro e eu ainda não conseguia acreditar. Então lembrei que ali estava o vibrador que a María tinha usado. Levantei como se tivesse uma mola e fui pegá-lo. A ponta que eu não via estava úmida, quase molhada. Aproximei do meu nariz: cheirava adocicado, tipo um suor doce. Passei meu dedo indicador, coloquei a ponta da língua para fora e provei; gostei do sabor, o sabor da minha irmã, da buceta dela. Deitei de novo, coloquei o vibrador sobre meu peito nu, bem perto do meu rosto e, sem nem apagar a luminária da minha escrivaninha, dormi. Estava morrendo de vontade que o dia seguinte chegasse…

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