Tudo começou quando o Mariano, meu namorado, conseguiu uma proposta de trabalho na Espanha. Nos primeiros meses, um amigo dele, empresário, ofereceu pra ele morar junto na mansão. Eu não queria nem saber de ficar sozinha com um desconhecido, já que meu namorado ia passar o dia todo fora de casa, mas ele me convenceu. Foi assim que, no dia em que cheguei, conheci o Martín pela primeira vez. Ele era muito bonito, elegante, alto — a primeira impressão foi das mais gostosas.
Mariano tava abrindo a porta do carro, ele me viu de calcinha e pediu pra eu, por favor, não andar assim durante esses meses, e eu aceitei. Martin tinha uma casa enorme, mas a gente sempre se encontrava em algum canto da casa, foi ficando mais íntimo com o passar dos dias, as conversas iam ficando cada vez mais quentes. Um dia eu contei pra ele que gostava de andar com pouca roupa, mas que Mariano tinha pedido pra eu me vestir por respeito a ele. Ele me olhou dos pés à cabeça e falou: "Mas o Mariano não tá aqui, ele não vai ficar sabendo." Eu dei um sorrisinho safado e fui embora, fiquei com muita vergonha. Mas antes, olhei pro volume dele e dava pra ver a pica dura, grossa, parecia que ia rasgar a calça. Dava pra sentir uma tensão sexual. Conforme a semana passava, a gente começou a se roçar, primeiro de leve nas mãos, e depois foi ficando mais íntimo. Quando dava chance, a gente se esfregava de um jeito que parecia acidental. Por exemplo, um dia eu tava pegando fruta na geladeira, ele chegou por trás pra pegar água, eu me abaixei, empinei a bunda e encostei ela na pica dele. Senti ela bem durinha, peguei a fruta e fui embora. Eu provocava ele, fazia exercício na frente dele, ele fingia que não tava olhando, mas eu via que sim, via pela pica dele, dava pra perceber tudo, ele não conseguia controlar.

Um dia, eu tava com um vestido longo, ele me olha e fala, "tão tampada assim", eu respondi, com uma voz meio triste, — cê sabe por quê. Ele me olha e fala, "tira ele, o Mariano não tá", eu insisti que não, porque eu não tava com nada por baixo, e ele me olhou com um olhar duro e falou, "então cê quer que eu tire?" Tava morrendo de vontade de falar que sim, mas eu disse que não, que eu mesma tirava, e agradeci.
Ficou me encarando, perdido nas minhas tetas, quando volta, me pede desculpas, dizia que toda vez que o Mariano saísse pela porta, eu tinha liberdade pra andar com a roupa que quisesse. A partir daí, toda vez que o Mariano ia embora, eu ia tirando a roupa.



Um dia como qualquer outro, a gente ia subindo as escadas, eu na frente, Martín atrás, e acho que aquele tesão já ficou insustentável. Ele me agarra bem bruto e me prende entre a parede e o pau duro dele.
E começou a me tocar, e a dizer que não aguentava mais de vontade de me comer, que eu não me fizesse de difícil porque ele sabia que eu também tava morrendo por ele, que o Mariano não estava, que não ia ficar sabendo, que ia ser só aquela vez, e que depois tudo continuaria igual. Eu, verdade, ao ouvir ele falando no meu ouvido, sentindo o pau dele encostado na minha bunda, e a mão dele passando dos meus peitos pra minha buceta, não conseguia me segurar, já tava com a respiração ofegante, não saíam as palavras, respondi empurrando minha bunda pra frente e pra trás. Ele beijou meu pescoço e mordeu minha orelha. Eu virei pra ele, me beijou de língua, um beijo fogoso, quente, e me levantou, me apoiou na parede, levantou minha saia, passou os dedos na minha buceta ainda com a calcinha fio dental, e falou: "meu amor, já tá molhadinha". Abriu o zíper da calça e tirou o pau, e como já tava molhada, começou a me comer, sem proteção, não ligamos pra nada, éramos dois fogos. Começou me comendo bem devagar, bem suave, e depois foi aumentando a intensidade, me perguntava se eu tava gostando, se tava bom, eu só conseguia gemer, e ele com meus gemidos ficava louco, me metia com mais força e dizia que queria que eu gozasse pra ele. Eu não me segurei e gozei, e na mesma hora ele deixou toda a porra quente dele dentro da minha buceta.
Como vocês podem imaginar, isso não terminou naquela vez. A coisa foi ficando cada vez mais viciante, tinha muita química. Se quiserem saber mais, comentem 😘
Mariano tava abrindo a porta do carro, ele me viu de calcinha e pediu pra eu, por favor, não andar assim durante esses meses, e eu aceitei. Martin tinha uma casa enorme, mas a gente sempre se encontrava em algum canto da casa, foi ficando mais íntimo com o passar dos dias, as conversas iam ficando cada vez mais quentes. Um dia eu contei pra ele que gostava de andar com pouca roupa, mas que Mariano tinha pedido pra eu me vestir por respeito a ele. Ele me olhou dos pés à cabeça e falou: "Mas o Mariano não tá aqui, ele não vai ficar sabendo." Eu dei um sorrisinho safado e fui embora, fiquei com muita vergonha. Mas antes, olhei pro volume dele e dava pra ver a pica dura, grossa, parecia que ia rasgar a calça. Dava pra sentir uma tensão sexual. Conforme a semana passava, a gente começou a se roçar, primeiro de leve nas mãos, e depois foi ficando mais íntimo. Quando dava chance, a gente se esfregava de um jeito que parecia acidental. Por exemplo, um dia eu tava pegando fruta na geladeira, ele chegou por trás pra pegar água, eu me abaixei, empinei a bunda e encostei ela na pica dele. Senti ela bem durinha, peguei a fruta e fui embora. Eu provocava ele, fazia exercício na frente dele, ele fingia que não tava olhando, mas eu via que sim, via pela pica dele, dava pra perceber tudo, ele não conseguia controlar.

Um dia, eu tava com um vestido longo, ele me olha e fala, "tão tampada assim", eu respondi, com uma voz meio triste, — cê sabe por quê. Ele me olha e fala, "tira ele, o Mariano não tá", eu insisti que não, porque eu não tava com nada por baixo, e ele me olhou com um olhar duro e falou, "então cê quer que eu tire?" Tava morrendo de vontade de falar que sim, mas eu disse que não, que eu mesma tirava, e agradeci.
Ficou me encarando, perdido nas minhas tetas, quando volta, me pede desculpas, dizia que toda vez que o Mariano saísse pela porta, eu tinha liberdade pra andar com a roupa que quisesse. A partir daí, toda vez que o Mariano ia embora, eu ia tirando a roupa.



Um dia como qualquer outro, a gente ia subindo as escadas, eu na frente, Martín atrás, e acho que aquele tesão já ficou insustentável. Ele me agarra bem bruto e me prende entre a parede e o pau duro dele.
E começou a me tocar, e a dizer que não aguentava mais de vontade de me comer, que eu não me fizesse de difícil porque ele sabia que eu também tava morrendo por ele, que o Mariano não estava, que não ia ficar sabendo, que ia ser só aquela vez, e que depois tudo continuaria igual. Eu, verdade, ao ouvir ele falando no meu ouvido, sentindo o pau dele encostado na minha bunda, e a mão dele passando dos meus peitos pra minha buceta, não conseguia me segurar, já tava com a respiração ofegante, não saíam as palavras, respondi empurrando minha bunda pra frente e pra trás. Ele beijou meu pescoço e mordeu minha orelha. Eu virei pra ele, me beijou de língua, um beijo fogoso, quente, e me levantou, me apoiou na parede, levantou minha saia, passou os dedos na minha buceta ainda com a calcinha fio dental, e falou: "meu amor, já tá molhadinha". Abriu o zíper da calça e tirou o pau, e como já tava molhada, começou a me comer, sem proteção, não ligamos pra nada, éramos dois fogos. Começou me comendo bem devagar, bem suave, e depois foi aumentando a intensidade, me perguntava se eu tava gostando, se tava bom, eu só conseguia gemer, e ele com meus gemidos ficava louco, me metia com mais força e dizia que queria que eu gozasse pra ele. Eu não me segurei e gozei, e na mesma hora ele deixou toda a porra quente dele dentro da minha buceta.
Como vocês podem imaginar, isso não terminou naquela vez. A coisa foi ficando cada vez mais viciante, tinha muita química. Se quiserem saber mais, comentem 😘
5 comentários - Viciada no amigo do meu namorado. Relato e gif
ahora que hago yo con toda esta calentura??