Daniela y su vecino 3

que buceta gostosa que tu tem, vagabunda… srrrpppsss… tão maciazinhaaaa… Srpsssschtss… tão rosadinhaaa… srrrpsssss — ele dizia sem conseguir parar de lamber toda a buceta delaDaniela y su vecino 3Daniela, por sua vez, começou com uns beijinhos na cabeça e nos testículos, e logo foi aumentando o ritmo, transformando os beijos em lambidas como se fosse um picolé, motivada pelas mordidinhas gostosas nas suas áreas mais sensíveis. E olha, fazer um bom oral numa mulher é uma arte completa. Pra sorte dela, o velhote tinha bastante experiência e sabia exatamente onde lamber, enfiar a língua ou dar uns mordiscos suaves. A jovem sentiu tanto prazer que abriu a boca, e o pau do velho entrou de uma vez, fazendo ela engasgar de tão repentino que foi. Mas ela se recompôs e, motivada pelo quanto o velho a fazia bem ali embaixo, começou a chupar a rola o melhor que podia.vadiaA essa altura, Daniela já tinha começado a rebolar o quadril por causa das sensações gostosas que tava sentindo, o sofá velho onde eles estavam deitados rangia a cada movimento mínimo que faziam -- MMMmmm… OOHhhh… nfsssss!… nfsssss!!… nfssss!!! -- eram os gemidos, mais a respiração sonora de Daniela por ser tão bem tratada lá embaixo. -- Cê tá gostando, sua piranha, né?! -- o velho perguntava entre ofegos -- Siiiiim…!! -- confirmava a universitária gostosa -- Quem chupa melhor, hein? Eu ou seu namoradinho? -- ahhhh ahhhh ufff o senhoooor… o senhor é mais porco e isso… isso me encanta, ufff. O boquete mútuo, enquanto o velho passava a língua até chegar nos arredores do cu virgem dela, a novinha continuava e adorava ficar de boca cheia daquela piroca grossa, as quantidades enormes de saliva e baba que caíam misturadas com outros tipos de líquidos que vinham de dentro da piroca enorme do homem, chegavam até os peitos dela, onde ela mesma se encarregava de espalhar com as duas mãos por todas as tetas e barriga. Agora ela já sugava e chupava a piroca enorme como se tivesse desesperada, babava toda e passava ela mesma no rosto inteiro, tudo o que tinha se segurado por semanas tava soltando naqueles momentos.peitoesJá tinham se passado vários minutos, Daniela já tinha esquecido da sua missão principal que era fazer o velho gozar, naquele momento só se deixava levar e curtir as sensações gostosas que estava sentindo, mas depois de mais alguns minutos, sentiu sua boquinha ser bombardeada por 3 jatos poderosos de porra que encheram completamente sua boquinha, o velho só ofegava sem conseguir falar nada, como se fosse um animal. Tanta porra tinha enchido completamente a boquinha da universitária, ela se recusava a engolir e com um movimento e um gesto fez o velho satisfeito se mexer e deixá-la livre para ir ao banheiro cuspir a semente do ancião que estava espalhada por toda sua boca e rosto.rabaoJá no banheiro, o tesão do momento tinha passado. Daniela não só tinha se deixado levar e ser apalpada por aquele velho acabado, como também tinha chupado ele. A mente dela era um caos, ela se sentia a pior mulher do mundo por ter se deixado levar pelo tesão a esse ponto, mas a buceta dela lubrificada era o sinal de que ela não tinha sido forçada, que também era cúmplice desse erro causado pelo calor do momento. Ela sabia que tinha que vazar daquele lugar antes que não tivesse mais volta. Para sua sorte, a legging, o tênis e a blusa dela ainda estavam no banheiro. A única coisa que faltava era a roupa íntima. Infelizmente, o sutiã dela tinha sido rasgado pelo tesão do velho, e a calcinha pequena estava toda molhada. Não tinha tempo pra pensar, então se trocou rápido sem a roupa íntima. Não tinha outra opção.

Por outro lado, o velhote se sentia no paraíso. Acabava de receber o melhor boquete da vida dele e esperava continuar com a segunda parte: fazer dela dele por completo. — Ei, mulher, pronta pro segundo round? Agora você vai sentir a pica de um homem de verdade.

Mas grande foi a surpresa dele quando viu Daniela toda vestida. — Ei, ei, aonde você pensa que vai? — ele dizia enquanto se colocava na frente dela com a pica toda dura de novo. — Por favor, me deixa passar. — Você não pode ir embora, rabuda. Não tá vendo que a gente tá se divertindo gostoso? — Me deixa passar ou eu grito e a vizinhança toda vai ouvir — ameaçou a jovem, totalmente decidida. — Grita! Grita pra todo mundo ouvir! Que saibam que eu tô me divertindo gostoso com a mulher mais gostosa da cidade, hahaha! — Você é um idiota, nunca devia ter te dado tanta confiança.

Dito isso, a gata se moveu rápido em direção à porta e saiu fora, para desgraça do velho, que não conseguia segui-la porque não via onde tinha jogado a calça dele. Só conseguiu gritar, ofuscado: — Sabe que essa não vai ser a última vez que a gente se vê, mulher! Quem prova minha pica sempre quer repetir! Sei que você vai voltar, rabuda! Infiel universitária não quis virar pra responder ele, só esperava que os vizinhos não tivessem ouvido. Seguiu firme em direção à casa dela, sem perceber o show que tava dando pra todo homem que cruzava o caminho. E olha, aquele vestido colado sem sutiã era uma tentação pra qualquer um, porque a cada passo dava pra ver o balanço livre daquelas montanhas de carne perfeitas. Dava pra ver claramente os bicos durinhos da menina, e sem calcinha por baixo, a legging entrava no meio da bunda e era inútil tentar disfarçar.

Naquele exato momento, por coisas do destino, o velho sorveteiro tava indo pra praça no mesmo rumo que a jovem, como todo dia na vida monótona e sem graça dele. Quando a gostosa passou por ele, era impossível não reparar naquele rabão enorme com a legging apertada, impossível de esquecer. Era a mesma menina que tava na praça uns dias atrás. O tamanho e a bunda enorme batiam com o que esse velho nojento lembrava. Sem que a garota percebesse, ele começou a seguir ela de uma distância segura.

Já o velho Rômulo, mesmo frustrado por ter deixado escapar a presa que já tava quase entregue, sabia que ia ver a menina de novo em breve, porque tava pensando em fazer uma visitinha pra ela logo. Sabia que precisava bolar o melhor jeito de ter aquele monumento de mulher nas mãos de novo. Enquanto olhava pro chão e via o sutiã rasgado da jovem, pegou ele e deu uma cheirada forte, lembrando como tinha devorado aqueles peitões enormes e branquinhos. Enquanto fazia isso, já pensava no melhor jeito de surpreender ela e fazer dela sua.

Depois do longo caminho, Daniela voltou pra casa. No trajeto todo, nunca olhou pra trás. Entrou e bateu a porta com força. Lá dentro, encostou nela e começou a pensar em tudo que tinha acontecido. Tava puta consigo mesma, se arrependia de ter sido tão permissiva com aquele velho nojento. Um simples jogo "safado" como ela tinha em mente tinha se transformado em uma completa traição. Ela pensou então em Jorge, seu namorado. O coitado naquele momento com certeza devia estar se matando de trabalhar, e ela não teve ideia melhor do que se meter na casa do vizinho, dar umas boas apalpadas e algo mais. Mal pensou em Seu Rômulo, veio à mente aquela ferramenta tremenda que ele possuía. Lembrou como a língua habilidosa dele se meteu em toda a sua buceta e, com só uma passada, chegou a cantos onde o namorado nunca tinha chegado. Lembrava também como ele tinha tratado bem seus peitos, com aquela forma tão bruta e aquela pouca delicadeza para enfiar o pau inteiro na boca dela sem aviso prévio. Ainda tinha na mente como três potentes jatos de sêmen encheram sua boca, algo que nem mesmo o namorado tinha permissão para fazer, já que ela achava nojento. Mas o pior para ela é que ainda tinha na cabeça como esteve prestes a pedir para Seu Rômulo meter o pau e fazê-la sua naquele sofá velho. Todas essas lembranças a faziam se arrepender, mas ao mesmo tempo, inconscientemente, a deixavam com tesão de novo. Ela não tinha percebido que já estava se tocando de novo. Sem dúvida, seu corpo ainda não tinha se acalmado totalmente por causa da nova e gostosa experiência que tinha vivido. A única coisa que restou foi tomar um banho longo para relaxar, mas mesmo assim, o calor do seu corpo demorou bastante para passar. Naquela mesma noite, Daniela esperava o namorado. Não tinha feito o jantar nem nenhuma outra coisa desde que voltou para casa. Não se importava com nada. Só estava na sala esperando por ele com uma camiseta transparente sexy vermelha e uma pequena tanga da mesma cor. Dani, naquela noite, estava pegando fogo. Queria esquecer a experiência que tinha tido de manhã. Queria mostrar para o velho horrível do vizinho que ele estava enganado e que o namorado dela também era um garanhão. Eram quase 9 da noite quando Jorge entrou em casa, exausto como todas as noites. Seus olhos, sem vida pelo cansaço... O cansaço começou a sumir quando ele viu sua gata naquelas roupinhas minúsculas esperando por ele, sentiu vontade de se jogar nela, mas o cansaço era evidente. — Oi bebê, meu amor — Dani logo recebeu Jorge com vários beijos, surpreendendo ele por como sua linda namorada estava animada e gostosa hoje. — Oi querido, você está maravilhosa hoje — Gostou? Tem mais alguma coisa que você quer me dizer? — A gostosona jovem se virou devagar, na esperança de animar seu amor todo cansado, além disso, queria que ele começasse a falar putaria e que, de tesão, ficasse um pouco mais bruto.velho— meteu a mão dentro da calça de Jorge e começou a punhetá-lo, pra sua infelicidade, daquela vez sentiu ele menos grosso do que lembrava normalmente. -- ufff, claro que lembro, a gente ainda não era namorado quando isso aconteceu, naquele dia você tava tão linda e inocente, mas ao mesmo tempo usava aquele decaizão que era difícil olhar na sua cara. -- uai, sério, bebê? nem tinha reparado nisso, você gostava muito daquela blusinha? -- claro que sim, adoraria repetir aquele momento outra hora — disse Jorge, e de novo se apossou de um dos peitos dela. -- sabe? tenho uma blusa bem parecida com a daquele dia, se quiser a gente pode sair um desses dias pro cinema e fazer o que você quer... ei, e se alguém nos pegar olhando? -- ué, que se contentem com o espetáculo, no fim é só o que podem fazer, enquanto eu posso fazer o que quiser com eles. -- ai, bebê, que safado, então você não se importaria se outro cara olhasse meus peitos? mesmo que seja um velho tarado? -- não me importo, amor, até faríamos um favor se um cara desses te visse, aliás, na próxima vez que sairmos quero te ver com essa blusinha que você falou e coloca uma saia curta pra todo mundo ver como minha mulher é gostosa e provocante. -- oooh... se é isso que você quer, a gente faz, neném. Daniela tava adorando como Jorge tava ficando, só de pensar em sair com o namorado usando algo provocante e todo mundo devorando ela com os olhos já tava começando a excitar ela, e sem perceber aumentou o ritmo das punhetas nele. -- uffffffffffffffffffff Dani, mais devagar com calmaaaa. -- só de imaginar você chupando meus peitos no cinema já me deixa com muito tesão, neném. A imaginação de Daniela começou a voar, por um momento ela se imaginou num cinema pornô vagabundo junto com o namorado, que se apossava de um dos peitos dela na vista de vários caras de má fama que morriam de vontade de ser os próximos, imaginar aquela cena a deixava ainda mais animada, então apertou mais o seio esquerdo na cara de Jorge pra ele chupar. chuparia com mais força, mas o jeito dele ser tão suave não tava pegando de jeito nenhum com a Daniela, ela queria ser tratada com mais pegada, então se dedicou a masturbar ele com mais vontade pra animar ele a ficar mais ousado.infiel- Vamos, bebê, faz mais forte, se você for bonzinho, hoje eu deixo você gozar na minha boquinha, que tal? — disse ela, provocante no ouvido dele. As palavras de Dani foram demais para Jorge, que, ao saber que finalmente poderia se esvaziar na boca da amada, perdeu o controle da situação e começou a gozar, para decepção de Daniela. — Uff, desculpa, amor, quando ouvi isso de gozar na sua boca, não consegui me segurar. — Relaxa, love, descansa, amanhã a gente tenta de novo — disse a frustrada Daniela, que não teve outra opção a não ser esperar Jorge dormir e ir ao banheiro se satisfazer sozinha umas duas vezes. Passaram-se alguns dias daquela experiência com o vizinho. Eram já 7h da manhã, a campainha tocava insistentemente. Por um momento, Daniela, ainda deitada sem noção exata da hora, pensou que era o namorado, que tinha esquecido algo e não estava com as chaves. Levantou rápido da cama e foi até a porta da frente. Como tinha acabado de acordar, só estava usando sua roupa de dormir sexy, que consistia em um shortinho de algodão e uma camiseta curta bem largona, ambos brancos. — Amor, o que você esqueceu… A gostosa jovem arregalou os olhos ao ver Seu Rômulo parado na porta. Ele estava de terno, como se fosse uma ocasião importante. Aquele sujeito horrível teve a cara de pau de esperar Jorge sair de casa para finalmente se aproximar e tocar a campainha sem parar. A jovem ficou petrificada, sem conseguir dizer uma palavra. — Puxa, mas que delícia a senhorita Daniela está hoje. Sentiu minha falta? — disse o velho com toda a cara de pau, enquanto percorria com os olhos o corpo escultural da jovem, se perdendo no decote que se formava por causa da largura da camiseta de algodão. — O senhor… o que está fazendo aqui? — gaguejou um pouco a preocupada jovem. — Mas que pergunta é essa? Obviamente vim visitar minha bunduda favorita, aproveitando que aquele corno já foi trabalhar. Por favor, não diga mais nada. Você é um sem-vergonha e está morto pra mim, então vá embora. A garota, sem esperar a resposta do velho, foi fechar a porta, mas Dom Rômulo rapidamente colocou o pé para que ela não conseguisse fechar. — Ué, mas que jeito feio de tratar é esse? Pensei que depois daquele dia a gente tivesse ficado mais íntimo. — Não sei do que você está falando. Tire o pé e me deixe em paz, ou vou chamar a polícia. — Haha, sei que não vai. Você morreria de vergonha se fizesse isso. Conheço você, venho observando e analisando seu comportamento todos esses meses desde que se mudou. Então... por que não me deixa entrar e a gente conversa um pouquinho? A universitária estava chocada com as declarações. Para seu azar, o velho tinha razão: ela tinha vergonha de fazer um escândalo no meio da rua. Sabia que não conseguiria, muito menos chamar a polícia e explicar o incidente. Além disso, tinha medo de que algum vizinho passasse e os visse forçando a porta, entendendo errado e espalhando fofoca pela vizinhança toda. Aos poucos, parou de forçar a porta, e o velho entrou na casa de forma calma. — Então esse vai ser nosso novo ninho de amor, ou prefere que a gente continue se vendo na minha casa? Não é tão aconchegante quanto a sua, mas se você der uma boa limpeza, acho que pode ficar decente. — Por favor, não continue. Você já conseguiu muito mais do que queria naquele dia. — Haha, então agora a memória voltou, né? Mas você se engana, gostosa. Você fugiu antes da hora e me deixou bem excitado todos esses dias. Nem o puteiro que eu fui acalmou minha fome de sexo. Só pensei em você e na sua buceta gostosa. — Por favor, esquece isso... Posso te dar dinheiro pra ir num puteiro melhor, se quiser. O velho soltou uma gargalhada e, sem ser convidado, sentou num dos sofás grandes do casal feliz. — Mas pra que eu faria isso? Se eu tenho você, essa bunda enorme que você tem... Tem comparação… e me diz, gostosa, como você passou esses dias? Sentiu falta da minha pica? Naquele dia você chupava igual uma putinha, me deixou seco por uns minutos. Agora tô com uma carga enorme guardada só pra você, princesa, ou prefere que eu goze dentro de você agora? A menina não acreditava nas coisas que o velho tava falando. Até uns dias atrás, ele tratava ela como neta, e agora só olhava como um pedaço de carne. Ela tava indignada com a mudança brusca do vizinho, mas ao mesmo tempo sabia que aquele comportamento tava dentro das fantasias mais sujas dela. A menina, resignada, tentou acalmar as coisas antes que saísse do controle de novo. — Seu Rômulo… pelo menos esquece aquele momento, não sei o que deu em mim, admito que também tenho culpa, então não vou criar problema. Melhor esquecer tudo e voltar a ser amigos. — disse a gostosona jovem, tentando convencer ele de um jeito educado a ir embora e deixar ela em paz. — É impossível esquecer essa bunda e esses peitos deliciosos que você tem, ainda mais depois que provei do meu jeito. Te ofereço um acordo melhor: por que não se deixa levar e a gente come todas as vezes que o inútil do seu namoradinho tiver fora trabalhando? Se não quiser que ninguém desconfie que eu vou na sua casa direto, a gente pode ir num motel de vez em quando. Claro, você paga, porque minha grana não tá boa esses dias. — Ei, não mete o Jorge nisso. — Jorge, Jorge, Jorge… esse inútil não merece você, rabuda. De que adianta ter todo o dinheiro do mundo se não consegue satisfazer a mulher? Naquele dia você já me confessou: seu namoradinho é um bosta na cama. — Eu não falei isso! — Falou sim, disse que gostava de quem fosse safado com você… e como não ser safado com você, com esse corpaço? — Já te falei que o Jorge é bom, só que por causa do trabalho ele sempre chega exausto. Nunca disse que ele era um inútil! — Tá, tá, calma, égua. Estamos meio tensos, por que você não prepara um cafezinho pra acalmar esses nervos e, de quebra, faz alguma coisa pra comer, já que ainda não tomei café da manhã por vir cedo te visitar. Daniela estava irritada, além do mau momento que estava passando e das gozações com o namorado dela na própria casa, agora aquele velho sem-vergonha pedia pra ela trazer comida. Dani estava prestes a mandar ele pro inferno, mas sabia que talvez conseguisse acalmar um pouco a safadeza do velho se ganhasse tempo. — Fique sentado, vou preparar um café e esquentar um resto de ontem, se quiser pode ver televisão. — Ok, bucetuda, prepara uma coisa gostosa antes de começarmos a ação, sei que aquele inútil só chega de noite, então temos muito tempo pra nos divertir, hehe. A menina não disse mais nada, sabia que era inútil defender o namorado naquele momento, então simplesmente foi pra cozinha. O velho não perdia detalhe daquele rabão enorme que se mexia em direção à cozinha, se acomodou no sofá e ligou a TV por um tempo, como se estivesse na própria casa.cuckPor sua vez, Daniela não sabia como se livrar do velho tarado, sabia que se fizesse isso na força ou começasse a gritar, ia dar um escândalo no bairro inteiro. A única coisa que tinha certeza era que não devia deixá-lo bravo, esperava que a comida requentada de ontem fosse do agrado de Seu Rômulo. Tinham se passado só alguns minutos desde que a moçinha entrou na cozinha pra preparar algo pra ele comer, estava tão concentrada na frigideira esquentando a comida quando sentiu que a abraçavam por trás. — O... ô, cê tá fazendo o quê? — Desculpa, gostosa, não aguento, você tem um corpão do caralho. — Me solta, pelo amor, tô esquentando a comida, vou me queimar. — Deixa isso, posso comer depois, agora o que não quero é continuar perdendo tempo com você, quero continuar de onde paramos e te fazer minha de uma vez. — disse o velho tarado, colocando todo o volume descaradamente entre as bundonas da moçinha. — Seu Rômulo, por favor, não faz isso. — Você tem uma buceta gostosa, mamacita, com certeza devem te falar um monte de putaria na rua, e não culpo eles, qualquer homem morreria pra meter o pau entre essas duas bundonas. As investidas estavam começando a ficar mais fortes, Daniela, desnorteada e ainda com a frigideira na mão, não sabia o que fazer, mas só de sentir aquele pau no rabo dela, lembrou tudo que tinha acontecido naquele dia na casa do velho, não podia negar que o corpo dela ainda tava quente desde aquele dia. — Me diz, princesa, cê não sentiu falta desse pau que você tanto apalpou naquele dia? Não lembra como chupava ele com tanta devoção e como enchi sua boquinha de porra? — Eu... Seu Rômulo aproveitou a passividade da moçinha, pegou a mão dela e levou até o volume inchado dele. Dani quis resistir, mas era inútil, as lembranças daquele dia estavam na cabeça dela, e a mãozinha dela, instintivamente, queria lembrar aquela sensação, então parou de resistir. — Uff, lembra, mamacita, lembra disso. Gostosa, que delícia que você me provocou naquele dia. Larga essa frigideira de lado e se deixa levar pela pica de um homem de verdade. Daniela largou a frigideira, ainda com a outra mão pressionada contra o volume do velho, e não resistiu em apertar umas duas vezes, lembrando que as dimensões não tinham sido só um sonho. Depois de confirmar a dúvida, tentou tirar a mão e se soltar das garras de Dom Rômulo, mas era inútil. O velho a segurava firme por trás, e assim que a mão dela parou de tocar o volume, ele partiu pra cima da bunda dela de novo. — Doooom... isso... isso é errado, me solta, pelo amor — a menina falou com uma voz bem baixinha. Enquanto ela tentava se desvencilhar, o velho começou a passar o rosto enrugado pelo pescoço de Daniela e a cheirar. Dom Rômulo sabia que aquela sensação podia enlouquecer a Dani, então foi percorrendo o pescoço todo. — Você não sabe como senti falta do seu corpo gostoso esses dias, mamacita. Senti falta de ter nas minhas mãos esses balões que você tem de peito — falou isso enquanto subia as mãos até os peitos de Daniela, apalpando à vontade por cima da blusa. Mas como ela não tava de sutiã, o velho sentia cada detalhe da maciez daquelas laranjas. Dani perdia cada vez mais as forças pra tentar se soltar e começava a se deixar levar. O velho levou ela de novo até uma parede. Isso tinha funcionado dois dias atrás, então agora ele sabia que a Dani adorava se sentir encurralada e logo cederia, igual da outra vez na casa dele. — Uff, mas que macias que são. Nunca vou me cansar de pegar nelas. Você é uma puta no cio, sem dúvida. Sente como sua respiração muda só de eu pegar nos seus peitos. — Nãooo, Dom Romuloooo... aahh. — Pode negar o quanto quiser, mas seus bicos não mentem. Agora que você não tá de sutiã, dá pra sentir eles endurecendo por cima dessa blusinha... Me diz: quer que eu fale enquanto apalpo seus peitos? — Ahhhh, doooom, nãooo, faz isssooo. — Não seja teimosa e fala a verdade, senão vou puxar. duro os bicos dos peitos — dito isso, o velho posicionou os dois biquinhos e deu um beliscão leve. - aiiii ahhhh não faz assim, faz mais devagar ahhhh — então você quer que eu apalpe bem essas tetas? A gatinha balançou a cabeça afirmativamente com um pouco de vergonha, ainda sentia vergonha de tudo que estava fazendo, mas mesmo assim não queria que os apertões brutos nos peitos parassem.chifres

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