Daniela e o vizinho 3

que buceta gostosa que tu tem, vagabunda… srrrpppsss… tão suavezinhaaaa… Srpsssschtss… tão rosadinhaaa… srrrpsssss — ele dizia sem conseguir parar de lamber toda a buceta delaDaniela e o vizinho 3Daniela, por sua vez, começou com uns beijinhos na cabeça e nos testículos, logo foi aumentando o ritmo e os beijos viraram lambidas como se fosse um pirulito, motivada pelas mordidinhas gostosas nas suas áreas mais sensíveis. E é que fazer um bom oral numa mulher é uma arte completa. Pra sorte dela, o velho tinha bastante experiência e sabia exatamente onde lamber, enfiar a língua ou dar uns beliscões suaves. A jovem sentiu tanto prazer que abriu a boca e o pau do velho entrou de uma vez, fazendo ela engasgar de tão repentino que foi. Mas depois ela se recompôs e, motivada pelo quanto o velho a fazia bem ali embaixo, começou a chupar a rola o melhor que pôde.vadiaNessa altura, a Daniela já tinha começado a rebolando os quadris por causa das sensações gostosas que tava sentindo, o sofá velho onde eles estavam deitados rangia a cada mínimo movimento que faziam — MMMmmm… OOHhhh… nfsssss!… nfsssss!!… nfssss!!! — eram os gemidos, mais a respiração sonora da Daniela por ser tão bem tratada lá embaixo. — Cê tá gostando, né, piranhaaa!! — perguntava o velho entre ofegos — Siiiiim…!!, confirmava a universitária gostosa — Quem chupa melhor, hein? Eu ou seu namoradinho? — ahhhh ahhhh ufff o senhoooor… o senhor é mais porco e isso… isso me encanta ufff. O boquete mútuo, enquanto o velho passava a língua até chegar nos arredores do cuzinho virgem dela, a novinha continuava e adorava ficar com a boca cheia daquela piroca grossa, as quantidades enormes de saliva e baba que caíam misturadas com outros tipos de líquidos que vinham de dentro da piroca enorme do homem, chegavam até os peitos dela, onde ela mesma se encarregava de espalhar com as duas mãos por todas as tetas e barriga. Agora ela já sugava e chupava a piroca enorme como se tivesse desesperada, ensalivava e passava ela mesma por toda a cara, tudo o que ela tinha reprimido por semanas tava saindo naqueles momentos.Seios grandesJá tinham se passado vários minutos, Daniela já tinha esquecido da sua missão principal que era fazer o velho gozar, naquele momento só se deixava levar e curtia as sensações gostosas que estava sentindo, mas depois de mais alguns minutos, sentiu sua boquinha ser bombardeada por 3 jatos poderosos de porra que enchiam completamente sua boquinha, o velho só ofegava sem conseguir falar nada, como se fosse um animal. Tanta porra tinha enchido completamente a boquinha da universitária, ela se recusava a engolir e com um movimento e um gesto fez o velho satisfeito se mexer e deixá-la livre para ir ao banheiro cuspir a semente do velho que estava espalhada por toda sua boca e rosto.rabaoJá no banheiro, o tesão do momento tinha passado. Daniela não só tinha se deixado levar e apalpar por aquele velho acabado, como também tinha chupado ele. A mente dela era um caos, ela se sentia a pior mulher do mundo por ter se deixado levar pelo tesão a esse ponto, mas a buceta dela molhada era o sinal de que ela não tinha sido forçada, que também era cúmplice desse erro causado pelo calor do momento. Ela sabia que tinha que vazar daquele lugar antes que não tivesse mais volta. Pra sorte dela, a legging, o tênis e a blusa ainda estavam no banheiro. A única coisa que faltava era a roupa íntima. Infelizmente, o sutiã dela tinha sido rasgado pelo tesão do velho, e a calcinha pequena estava toda molhada. Não tinha tempo pra pensar, então se trocou rápido sem a roupa íntima. Não tinha outra opção.

Por outro lado, o velhote se sentia no paraíso. Acabava de receber o melhor boquete da vida dele e esperava continuar com a segunda parte, que era fazer dela dele completamente. — Ei, mulher, pronta pro segundo round? Agora você vai sentir a pica de um homem de verdade.

Mas grande foi a surpresa dele quando viu Daniela toda vestida. — Ei, ei, aonde você pensa que vai? — ele dizia, enquanto se colocava na frente dela com a pica toda dura de novo. — Por favor, me deixa passar. — Você não pode ir embora, rabuda, não tá vendo que a gente tá se divertindo gostoso? — Me deixa passar ou eu vou gritar e a vizinhança toda vai ouvir — ameaçou a jovem, totalmente decidida. — Grita! Grita! Deixa todo mundo ouvir, deixa todo mundo saber que eu tô me divertindo gostoso com a mulher mais gostosa da cidade, hahaha! — Você é um idiota, nunca devia ter te dado tanta confiança.

Dito isso, a gata se moveu rápido em direção à porta e se mandou, pra desgraça do velho, que não conseguia segui-la porque não via onde tinha jogado a calça dele. Só conseguiu gritar, ofegante: — Sabe que essa não vai ser a última vez que a gente se vê, mulher! Quem prova minha pica sempre quer repetir! Eu sei que você vai voltar, rabuda! Infiel universitária não quis virar pra responder, só esperava que os vizinhos não tivessem ouvido. Seguiu firme em direção à casa dela, sem perceber o show que tava dando pra todo homem que cruzava o caminho. É que aquele top colado sem sutiã era uma tentação pra qualquer um, porque a cada passo dava pra ver o balanço livre daquelas montanhas perfeitas de carne. Dava pra ver claramente os bicos durinhos da mina, e sem calcinha por baixo, a legging entrava no meio da bunda e era inútil tentar disfarçar.

Naquela hora, por coisa do destino, o velho do sorvete tava indo pra praça no mesmo rumo que a novinha, como todo dia na vida monótona e sem graça dele. Quando a gostosa passou por ele, era impossível não reparar naquele rabão enorme com a legging apertada, impossível de esquecer. Era a mesma novinha que tava na praça uns dias atrás. O tamanho e a bunda enorme batiam com o que esse velho nojento lembrava. Sem a mina perceber, ele começou a seguir ela de uma distância segura.

Já o velho Rômulo, mesmo frustrado por ter deixado a presa escapar quando ela já tava quase entregue, sabia que ia ver a novinha de novo em breve, porque tava pensando em fazer uma visitinha pra ela logo. Sabia que tinha que bolar o melhor jeito de ter aquele monumento de mulher nas mãos dele de novo. Enquanto olhava pro chão e via o sutiã rasgado da novinha, pegou ele e deu uma cheirada violenta, lembrando como tinha devorado aqueles balões enormes de carne branca. Enquanto fazia isso, já pensava no melhor jeito de surpreender ela e fazer ela virar dele.

Depois do longo caminho, Daniela voltou pra casa. No trajeto todo, nunca olhou pra trás. Entrou e bateu a porta com força. Lá dentro, encostou nela e começou a pensar em tudo que tinha rolado. Tava puta consigo mesma, se arrependia de ter sido tão permissiva com aquele velho nojento. Um O simples jogo "safado" que ela tinha em mente tinha se transformado em uma completa infidelidade. Ela pensou então em Jorge, seu namorado. O coitado, naquela hora, com certeza devia estar se matando de trabalhar, e ela não teve ideia melhor do que se meter na casa do vizinho, dar umas boas apalpadas e algo mais. Mal pensou em Seu Rômulo, veio à mente aquela ferramenta enorme que ele tinha. Lembrou como a língua habilidosa dele se meteu inteira na buceta dela e, com só uma passada, chegou em cantos onde o namorado nunca tinha chegado. Lembrava também como ele tinha tratado os peitos dela com aquela pegada tão bruta e aquela pouca delicadeza de enfiar o pau inteiro na boca dela sem aviso. Ainda tinha na cabeça como três jatos potentes de porra encheram a boca dela, algo que nem o namorado tinha permissão de fazer, porque ela achava nojento. Mas o pior para ela é que ainda estava na mente como quase pediu pro Seu Rômulo meter o pau e fazer dela dele naquele sofá velho. Todas essas lembranças a faziam se arrepender, mas ao mesmo tempo, inconscientemente, a deixavam com tesão de novo. Ela nem tinha percebido que já estava se tocando de novo. Sem dúvida, o corpo dela ainda não tinha se acalmado totalmente por causa da experiência nova e gostosa que tinha passado. A única coisa que restou foi tomar um banho longo pra relaxar, mas mesmo assim, o calor do corpo dela demorou bastante pra passar. Naquela mesma noite, Daniela esperava o namorado. Não tinha feito a janta nem nada desde que voltou pra casa. Não ligava pra nada. Só estava na sala esperando ele com uma camiseta transparente sexy vermelha e uma calcinha fio dental da mesma cor. Dani, naquela noite, estava pegando fogo. Queria esquecer a experiência que tinha tido de manhã. Queria mostrar pro velho horrível do vizinho que ele estava enganado e que o namorado dela também era um garanhão foda. Eram quase 9 da noite quando Jorge entrou em casa, exausto como toda noite. Os olhos dele, sem vida pelo cansaço... O cansaço começou a brilhar quando ele viu sua gata naquelas roupinhas minúsculas esperando por ele, sentiu o impulso de se jogar nela, mas o cansaço era evidente. — Oi, bebê, meu amor — Dani logo recebeu Jorge com vários beijos, surpreendendo-o pelo animada e gostosa que sua linda namorada estava hoje. — Oi, céu, você está esplêndida hoje — Gostou? Tem mais alguma coisa que você quer me dizer? — A gostosona jovem se virou devagar, na esperança de animar seu amor cansadão, além disso queria que ele começasse a falar putaria e que, de tesão, se comportasse um pouco mais bruto.velho— Céu, você sabe como me enlouquece o teu corpo e esse conjuntinho me traz muitas lembranças, já que foi uma das primeiras lingeries que te comprei, mas hoje foi um dia bem cansativo e… Daniela não deixou ele terminar de falar, precisava que alguém apagasse todo aquele fogo e, com um beijo longo, o levou para a sala e se jogou em cima dele. — Dani, já falamos sobre isso, você sabe que se eu venho do trabalho não vou render muito bem, melhor deixarmos para o dia que eu estiver de folga. — Shhh, deixa a mamãe fazer todo o trabalho, você só relaxa, bebê. — Jeje, hoje você tá bem brincalhona, será que hoje é alguma data especial que estou esquecendo? Daniela sabia que o comportamento dela não era o normal, mas não ligava pra nada, só queria um pouco de sexo e esquecer esse dia pra sempre. — Calma, amorzinho, hoje não é nenhuma data especial, só que faz vários dias que a gente não transa e eu realmente preciso de você, preciso de você dentro de mim, ou será que o seu trabalho é mais importante que eu? Jorge não gostava de comparações, mas tinha que admitir que tinha negligenciado um pouco a mulher por causa do trabalho, então, apesar do cansaço, tentou dar o melhor de si. Daniela, por sua vez, começou a tirar aquela camiseta de forma lenta e sexy para que aquelas belas laranjas ficassem à mercê do namorado, coisa que o jovem excitado não desperdiçou e se atirou sobre ela. — Ahhh, isso, meu amor, chupa elas, chupa muito — Uff, adoro seus peitos, amor. — Ahhh, sim, continua assim, lembra anos atrás quando você tocou neles no cinema? Foi a primeira vez que alguém teve coragem de fazer isso comigo e eu gostei, adorei como você apertava eles e depois teve coragem de abaixar minha blusa pra colocar um na boca, você chupava eles muito gostoso, e de vez em quando fazia muito barulho, mesmo com toda aquela gente, te confesso que eu gostava daquele tesão de sermos descobertos. A jovem esperava que, fazendo ele lembrar daqueles momentos quentes, o namorado se animasse ainda mais, com bastante habilidade. Enfiou a mão dentro da calça de Jorge e começou a punhetá-lo. Pra azar dela, sentiu o pau mais fino do que lembrava normalmente. — Uff, claro que lembro, a gente ainda não era namorado quando isso aconteceu. Naquele dia, você tava tão linda e inocente, mas ao mesmo tempo com aquele decantão que era difícil olhar na sua cara. — Ai, sério, bebê? Nem tinha reparado nisso. Você gostava muito daquela blusinha? — Claro que sim, adoraria repetir aquele momento outra hora — disse Jorge, e de novo se apossou de um dos peitos dela. — Sabe? Tenho uma blusa bem parecida com a daquela vez. Se quiser, a gente pode sair um dia desses pro cinema e fazer o que você quer... Mas e se alguém nos ver? — Ora, que se ganhem com o espetáculo. No fim, só podem fazer isso, enquanto eu posso fazer o que quiser com eles. — Ai, bebê, que safado. Então não se importaria se outro cara olhasse meus peitos? Mesmo que seja um velho tarado? — Não me importo, amor. Até faríamos um favor se um cara desses te visse. Melhor ainda: da próxima vez que sairmos, quero te ver com essa blusinha que você falou e coloca uma saia curta pra todo mundo ver como minha mulher é gostosa e provocante. — Ooh... Se você quer isso, então vamos fazer, neném. Daniela adorou como Jorge tava ficando. Só de pensar em sair com o namorado usando algo provocante e todo mundo devorando ela com os olhos já tava começando a excitar ela, e inconscientemente ela acelerou as punhetadas nele. — Uffffffffffffffff, Dani, mais devagar, com calmaaa. — Só de imaginar você chupando meus peitos no cinema já me deixa muito tesuda, neném. A imaginação de Daniela começou a voar. Por um momento, ela se imaginou num cinema pornô vagabundo com o namorado, que se apossava de um dos peitos dela na vista de vários caras de má fama que morriam de vontade de ser os próximos. Imaginar aquela cena a deixava ainda mais animada, então ela apertou mais o seio esquerdo no rosto de Jorge pra ele chupar. chupava com mais força, mas o jeito dele ser tão suave não tava deixando a Daniela totalmente excitada, ela queria ser tratada com mais pegada, então começou a masturbar ele com mais vontade pra animar ele a ficar mais ousado.infiel- Vamos, bebê, faz mais forte, se você for bonzinho, hoje deixo você gozar na minha boquinha, que tal? — disse ela, provocante no ouvido dele. As palavras de Dani foram demais para Jorge, que, ao saber que finalmente poderia se esvaziar na boca da amada, perdeu o controle da situação e começou a gozar, para decepção de Daniela. — Uff, desculpa, amor, quando ouvi isso de gozar na sua boca, não consegui me segurar. — Relaxa, love, descansa, amanhã a gente tenta de novo — disse a frustrada Daniela, que não teve outra opção a não ser esperar Jorge dormir e ir ao banheiro se satisfazer sozinha umas duas vezes. Passaram-se alguns dias daquela experiência com o vizinho. Eram já 7h da manhã, a campainha tocava insistentemente. Por um momento, Daniela, ainda deitada sem noção exata da hora, pensou que era o namorado, que tinha esquecido algo e não estava com as chaves. Levantou rápido da cama e foi até a porta da frente. Como tinha acabado de acordar, só estava usando sua roupa de dormir sexy, que consistia em um shortinho de algodão e uma camiseta curta bem largona, ambos brancos. — Amor, o que você esqueceu… A gostosa jovem arregalou os olhos ao ver Seu Rômulo parado na porta. Ele vestia um terno, como se fosse uma ocasião importante. Aquele sujeito horrível teve a cara de pau de esperar Jorge sair de casa para finalmente se aproximar e tocar a campainha insistentemente. A jovem ficou petrificada, sem conseguir dizer uma palavra. — Puxa, mas que delícia a senhorita Daniela está hoje, sentiu minha falta? — disse o velho com toda a cara de pau, enquanto percorria com os olhos o corpo escultural da jovem, se perdendo no decote que se formava por causa da largura da camiseta de algodão. — O-o senhor… o que faz aqui? — gaguejou um pouco a jovem preocupada. — Mas que pergunta é essa? Obviamente vim visitar minha bucetuda favorita, aproveitando que aquele corno já foi trabalhar. Por favor, não diga mais nada, você é um sem-vergonha e está morto pra mim, então vá embora. A garota, sem esperar a resposta do velho, foi fechar a porta, mas Dom Rômulo rapidamente colocou o pé pra que a jovem não conseguisse fechar. — Ué, mas que jeito feio de tratar é esse? Pensei que depois daquele dia a gente tivesse ficado um pouco mais íntimo. — Não sei do que você tá falando, tira o pé e me deixa em paz, ou vou chamar a polícia. — Haha, sei que não vai fazer isso, você morreria de vergonha se fizesse, te conheço, venho observando e analisando seu comportamento todos esses meses desde que você se mudou, então... por que não me deixa entrar e a gente conversa um pouquinho? A universitária ficou surpresa com as declarações, pra azar dela o velho tinha razão, ela tinha vergonha de fazer um escândalo no meio da rua, sabia que não podia fazer isso, muito menos chamar a polícia e explicar o incidente, além disso, tinha medo de algum vizinho passar e ver os dois forçando a porta, dando a entender ideias erradas e espalhando fofoca por todo o condomínio. Aos poucos, ela parou de forçar a porta e o velho entrou na casa de forma calma. — Então esse vai ser nosso novo ninho de amor ou você prefere que a gente continue se vendo na minha casa? Não é tão aconchegante quanto a sua, mas se você der uma boa limpeza, acho que pode ficar decente. — Por favor, não continua, você já conseguiu muito mais do que queria naquele dia. — Haha, então agora a memória voltou, mas você tá enganada, gostosa, você fugiu antes da hora e me deixou bem excitado todos esses dias, nem o puteiro que eu fui acalmou minha fome de sexo, todos esses dias só pensei em você e na sua bunda gostosa. — Por favor, esquece isso... posso te dar dinheiro pra você ir num puteiro melhor, se quiser. O velho soltou uma gargalhada e, sem ser convidado, sentou num dos sofás grandes do casal feliz. — Mas pra que eu faria isso? Se eu tenho você, essa bunda enorme que você tem não... Tem comparação… e me diz, gostosa, como você passou esses dias? Sentiu falta da minha pica? Naquele dia você chupava que nem uma putinha, me deixou seco por uns minutos. Agora tô com uma carga enorme guardada só pra você, princesa, ou preferia que eu gozasse dentro de você agora? A menina não conseguia acreditar em todas as coisas que o velho tava dizendo. Até uns dias atrás, ele tratava ela como neta, e agora só olhava pra ela como um pedaço de carne. Ela tava indignada com a mudança brusca do vizinho, mas ao mesmo tempo sabia que aquele comportamento fazia parte das fantasias mais sujas dela. A menina, resignada, tentou acalmar as coisas antes que saísse do controle de novo. — Seu Rômulo… pelo menos vamos deixar aquele momento pra trás, não sei o que deu em mim, admito que também tenho minha culpa, então não vou criar problema. Melhor esquecer tudo isso e voltar a ser amigos. — disse a jovem gostosa, tentando convencê-lo de um jeito educado pra ele ir embora e deixar ela em paz. — É impossível esquecer essa bunda e esses peitos deliciosos que você tem, ainda mais depois que pude saborear do meu jeito. Te ofereço um acordo melhor: por que não se deixa levar e a gente come todas as vezes que o inútil do seu namoradinho estiver fora trabalhando? Se não quiser que ninguém desconfie que eu vou na sua casa direto, a gente pode ir pra um motel de vez em quando. Claro, você paga, porque minha situação financeira não tá lá essas coisas esses dias. — Olha, não mete o Jorge nisso. — Jorge, Jorge, Jorge… esse inútil não merece você, gostosa. De que adianta ter todo o dinheiro do mundo se não consegue satisfazer a mulher? Naquele dia você já me confessou: seu namoradinho é um bosta na cama. — Eu não disse isso! — Disse sim, você falou que gostava de quem fosse safado com você… e como não ser safado com você, com esse corpaço? — Já falei que o Jorge é bom, só que por causa do trabalho ele sempre chega exausto, nunca disse que ele era um inútil! — Tá, tá, calma, égua. Estamos meio tensos, por que você não prepara um cafezinho pra acalmar esses nervos e, de quebra, faz alguma coisa pra comer, já que ainda não tomei café da manhã por vir cedo te visitar. Daniela estava puta da vida, além do mau momento que tava passando e das gozações com o namorado dela na própria casa, agora aquele velho sem-vergonha pedia pra ela trazer comida. Dani tava a ponto de mandar ele pro inferno, mas sabia que talvez desse pra acalmar um pouco a safadeza do velho se ganhasse um tempo. — Fica sentado aí, vou preparar um café e esquentar um resto de ontem, se quiser pode ver televisão. — Ok, bucetuda, prepara uma coisinha gostosa antes de começarmos a ação, sei que aquele inútil só chega de noite, então temos muito tempo pra nos divertir, hehe. A menina não disse mais nada, sabia que era inútil defender o namorado naquele momento, então simplesmente foi pra cozinha. O velho não perdia detalhe daquela rabuda se mexendo em direção à cozinha, se acomodou no sofá e ligou a TV por um tempo como se estivesse na própria casa.cornudoPor sua vez, Daniela não sabia como se livrar do velho tarado. Sabia que se fizesse isso na força ou começasse a gritar, ia dar um escândalo na vizinhança inteira. A única coisa que tinha certeza era que não devia deixá-lo irritado. Esperava que a comida requentada de ontem fosse do agrado do Seu Rômulo. Tinham se passado só alguns minutos desde que a jovem entrou na cozinha pra preparar algo pra ele comer. Tava tão concentrada na frigideira esquentando a comida que sentiu um abraço por trás.

— O... ô, cê tá fazendo o quê?
— Desculpa, gostosa, não aguentei. Você tem um corpão do caralho.
— Me solta, pelo amor, tô esquentando a comida, vou me queimar.
— Deixa isso, posso comer depois. Agora o que eu não quero é continuar perdendo tempo com você. Quero continuar de onde paramos e te fazer minha de uma vez. — disse o velho assanhado, colocando o volume todo descaradamente entre as nádegas grandes da jovem.
— Seu Rômulo, por favor, não faz isso.
— Você tem uma buceta gostosa, mamacita. Com certeza devem te falar um monte de sacanagem na rua, e não culpo ninguém. Qualquer homem morreria pra meter o pau entre essas duas bundonas.

As investidas estavam começando a ficar mais fortes. Daniela, desnorteada e ainda com a frigideira na mão, não sabia o que fazer. Mas só de sentir aquele pau no rabo, lembrou de tudo que tinha acontecido naquele dia na casa do velho. Não podia negar que o corpo ainda tava quente desde aquele dia.

— Me diz, princesa, cê não sentiu falta desse pau que você tanto apalpou naquele dia? Não lembra como chupava ele com tanta devoção e como enchi sua boquinha de porra?
— Eu...
Seu Rômulo aproveitou a passividade da jovem, pegou a mão dela e levou até o volume inchado dele. Dani quis resistir, mas era inútil. As lembranças daquele dia estavam na cabeça dela, e a mãozinha instintivamente queria relembrar aquela sensação. Então ela parou de resistir.

— Uff, lembra, mamacita, lembra como é. Gostosa, que delícia foi quando você me pagou naquele dia. Larga essa frigideira de lado e se deixa levar pela pica de um homem de verdade. Daniela largou a frigideira de lado, com a outra mão ainda apertando o volume do velho. Não resistiu e apertou umas duas vezes, lembrando que as dimensões não tinham sido só um sonho. Depois de confirmar a dúvida, tentou tirar a mão e se soltar das garras de Dom Rômulo, mas era inútil. O velho a segurava firme por trás, e assim que a mão dela parou de tocar o volume, ele partiu pra cima da bunda dela de novo. — Doooom... isso... isso é errado, me solta, pelo amor — a menina falou com uma voz bem baixinha. Enquanto ela tentava se soltar, o velho começou a passar o rosto enrugado pelo pescoço de Daniela e a cheirar. Dom Rômulo sabia que aquela sensação podia enlouquecer a Dani, então foi percorrendo o pescoço todo. — Você não sabe como senti falta do seu corpo gostoso esses dias, mamacita. Senti falta de ter nas minhas mãos esses balões que você chama de peitos — disse o velho, subindo as mãos até os peitos de Daniela e apalpando à vontade, ainda por cima da blusa. Mas como ela não tava de sutiã, o velho sentia cada detalhe da maciez daqueles melões. Dani perdia cada vez mais as forças pra tentar se soltar e começava a se deixar levar. O velho levou ela de novo até uma parede. Isso tinha funcionado dois dias atrás, então agora ele sabia que a Dani adorava se sentir encurralada e logo cederia, igual da outra vez na casa dele. — Ufff, mas que macias que elas são. Nunca vou me cansar de pegar nelas. Você é uma puta no cio, sem dúvida. Sente como sua respiração muda só de eu pegar nos seus peitos. — Nãooo, Dom Rômulooo aahh — Pode negar à vontade, mas seus bicos não mentem. Agora que você não tá de sutiã, dá pra sentir eles endurecendo mesmo por cima dessa blusinha... Me diz: quer que eu fique te apalpando os peitos? — Ahhhh doooom nãoooooo faz issssooo — Não seja teimosa e fala a verdade, senão vou puxar. Forte os mamilos — dito isso, o velho posicionou os dois mamilos e deu um pequeno beliscão. — Aiiii, ahhhh, não faz assim, faz mais suave, ahhhh — Então você quer que eu apalpe bem os peitos? A menina balançou a cabeça afirmativamente com um pouco de vergonha, ainda sentia vergonha de tudo que estava fazendo, mas apesar disso, não queria que os apertões bruscos nos seus peitos parassem.chifres

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