Daniela e o vizinho 2

Naquela mesma tarde, Dom Rômulo chegou a uma loja de roupas jovens. Seu nervosismo era evidente, mas a vergonha de entrar naquela loja para ver roupas de mulher, sendo ele um velho, ele sabia que valeria a pena. Quando entrou, uma jovem atrás do caixa o cumprimentou calorosamente. — Oi, senhor, pode entrar. Está procurando algo especial para algum familiar? — Bem, queria comprar uns presentes… para minha neta — respondeu o velho, e tirou o papel com as medidas da jovem. — Ah, sim, temos muitas coisas desse tamanho. A mulher mostrou a ele uma prateleira com todo tipo de roupa, desde as mais comportadas até as mais ousadas. — Dê uma olhada e me avise se precisar de ajuda — disse a vendedora alegremente, e voltou para o caixa. O velho examinou a prateleira e encontrou algumas peças que achou que ficariam uma delícia na garota. Primeiro, pegou uma minissaia bem curtinha, combinada com uma blusa preta de decote generoso. Também viu uns shorts bem pequenos, que com certeza não cobririam completamente a bunda enorme da mocinha. O velho não queria ir longe demais na primeira vez, não queria parecer muito tarado. Mas só de imaginá-la com alguma daquelas roupas, já ficava babando. O velho continuou procurando, já tinha algumas peças pré-selecionadas. Chamou a atenção dele umas blusas justinhas. Notou que o tecido branco era meio transparente na luz. Sabia que tinha que levar aquela peça, custasse o que custasse. Já de noite, na casa da mocinha, Jorge mais uma vez tinha apagado assim que chegou do trabalho, deixando a pobre universitária com vontade de uma trepada. Já na cama, a gata pensou em tudo que tinha acontecido no dia e no que poderia vestir amanhã. Por um momento, vieram à mente aquelas imagens do computador dela, onde uns caras horríveis se esbaldam com corpos jovens como o dela. Apesar disso, ela se recusava a pensar que seu bom vizinho se prestaria a essas coisas. No máximo, achava que ele era um pouco… Pervertido, mas não o culpava, já que fazia muito tempo que a esposa dele tinha morrido, mas daí a passar dos limites com ela era impossível. De algum jeito, ela estava ansiosa pra ver que tipo de roupa o velho vizinho tinha comprado pra ela. No dia seguinte, Dani apareceu na hora certa como sempre, vestindo mais uma vez sua legging preta, mas agora com uma blusinha rosa justa e decotada. Como hoje não ia trabalhar no jardim, pensou que podia usá-la e ver a reação dos caras que passavam por ela até chegar na casa do velho. Era um dia quente e a jovem se perguntava que tipo de roupa o velho tinha comprado pra ela. Assim que chegou na frente, seu Rômulo abriu a porta, o velho estava esperando ansioso desde as primeiras horas da manhã. O ancião tinha separado os conjuntos que escolheu e os deixou em saquinhos em cima da mesa da sala. Assim que a garota entrou, o velho se ocupou em preparar um chá e ouvir tudo o que ela tinha feito na tarde anterior. Já tinham se passado alguns minutos, o velho não prestava atenção na história da Daniela, só queria chegar no momento em que ela fosse se trocar, mal conseguia se conter. Então, foi mudando de assunto aos poucos até chegar na parte dos presentes. Ele entregou a sacola que continha um shortinho jeans branco de cintura baixa junto com uma blusa de verão com um decote generoso. Ela viu a marca e percebeu que era de uma loja conhecida, então não era nada barato o que tinha nas mãos. Sentiu-se meio culpada, já que sabia que o vizinho não tinha muito dinheiro e ainda por cima tinha comprado roupa de marca. O mínimo que podia fazer era vesti-la e agradecer pelo gesto. — Ah, que lindo, obrigada, seu! Ela olhou a roupa e segurou contra o corpo. Pensou que não seria tão revelador quando usasse, na verdade, estava até um pouco decepcionada, já que pensava em usar aquilo algum dia. dia pra provocar de novo aqueles velhos bêbados do mercado, mas mesmo assim, tava super animada com a roupa. A mocinha levou a sacola com ela pro banheiro e vestiu a roupa nova. Adorou como ficou e reparou como aquele decote valorizava os peitos dela, depois continuou com o shortinho bem justinho que no começo não chamou tanto a atenção dela, mas na hora de vestir percebeu que era bem menor e mais chamativo do que tinha imaginado, se virou várias vezes no espelho do banheiro antes de sair, a primeira impressão que teve da roupa tinha parecido normal, mas depois de vestida, ficou realmente espetacular nela, surpreendeu como ficou tão justinho e é que o que ela não sabia é que o velho tinha recebido ajuda da recepcionista da loja pra escolher a melhor peça de acordo com as medidas que ela tinha anotado, só tinha um detalhe: sentia que os tênis dela não combinavam com a roupa, depois de pensar um pouco decidiu tirar eles e as meias também e sair assim, gostava mais de sair descalça do que com um tênis que não combinasse com a roupa bonita que o velho vizinho tinha comprado pra ela. O velhote esperou impaciente no sofá dele, mal se aguentando, já começava a imaginar a cena da universitária se trocando, finalmente ouviu a porta do banheiro abrir e a cabeça da Dani aparecer na esquina. — Seu Rômulo... Não tô muito segura disso... é que eu... hum... cê sabe. — Fica tranquila, menina, tá tudo bem, tenho certeza que você tá linda, eu me esforcei pra garantir que fosse do tamanho que você anotou no papel, mas se mesmo assim não servir, me disseram que podiam trocar, mas acho que não vai ser o caso, tenho certeza que acertei e que você tá demais. — Bom, tá bem, acho que... A jovem universitária pensou que talvez tudo isso não fosse uma boa ideia, mas mesmo assim, Seu Rômulo era um cara tão gentil com ela e realmente parecia tão inofensivo que, se alguém devia ver ela... usando aqueles shortinhos na frente do namorado dela, devia ser o vizinho velho dela, então ela saiu do banheiro e entrou na salaDaniela y su vecino 2O velho nojento viu a garotinha sair timidamente do banheiro vestindo a roupa. O tarado não acreditava no que via. O decote era maior do que ele tinha imaginado e já dava uma bela vista daqueles peitos de amamentar sem ela precisar se abaixar. Devagar, ele baixou o olhar e pôde ver aquelas pernas bem torneadas, totalmente depiladas. O detalhe dela estar descalça tinha agradado ele, já que destacava ainda mais as pernas longas. O velho ficou bestificado por uns segundos admirando a garotinha, foi quando percebeu que um silêncio constrangedor estava se formando e olhou para Dani. Notou que ela, tímida, desviou o olhar para baixo, com as mãos para trás, como se esperasse a aprovação dele. — Ah, pelo amor de Deus, você é uma beleza! É… é… uau, essa roupa caiu superbem em você. É perfeita. — Jiji, obrigada. Confesso que no começo não estava muito segura, faz tempo que não usava um short tão curto e apertado. — Foi feita para você, Dani. Vamos, dá uma voltinha para mim. A garotinha hesitou por um segundo, mas, graças ao incentivo do velho, virou-se devagar, como se estivesse desfilando. — Bem, senhorita Daniela, você está demais. Tenho certeza de que vai enlouquecer seu namorado quando ele te ver usando essa roupa. Ele vai ser o cara mais feliz do mundo. — Obrigada, senhor. Gostei muito do conjunto que o senhor escolheu. — Bem, não fica tão tensa, menina. Solta um pouco. Anda de um lado para o outro. Tenta dar uma ou duas voltas como se fosse a passarela que você está acostumada — sugeriu o velho, querendo que a garotinha ganhasse mais confiança. Dani sabia que o velho exagerava, já que ela ainda era novata em desfiles e só tinha participado de alguns, mas mesmo assim se sentiu encorajada pelo elogio e ficou mais segura na hora de desfilar para ele. O velho mal tirou os olhos dela durante todo aquele tempo. Não queria deixá-la desconfortável olhando fixamente, mas era impossível desviar o olhar daquela bunda enorme quando a garota virava de costas. Logo começou a bater palmas pra dar ritmo na caminhada, ela reagiu colocando um pouco de rebolado nos passos, balançava a cintura como se realmente estivesse desfilando num daqueles concursos de beleza. Ela foi ganhando confiança, parando um pouco mais perto dele a cada vez, até quase roçar a bunda no sortudo tarado que tava sentado no sofá. —Bom, Dani. Acho que com esse conjunto você vai ser a inveja de todas as garotas. Daniela respondeu com um sorrisinho leve, meio corada pelos movimentos, mas deixando claro que tava se divertindo. —É… Dani. Consegui mais uns looks pra você, talvez você goste desse aqui também, é mais de verão, então pode experimentar agora ou depois, mas acho que vai te deixar bem gostosa. Pega a sacola, fica a seu critério, mas se quiser vestir, ia fazer um favorzão pra esse velho viúvo. Daniela pegou a sacola e olhou dentro, encontrando um vestido colado daqueles que com um movimento leve já não garante que vai cobrir a bunda inteira. Esse era o tipo de roupa que ela realmente tinha pensado ontem, mas parecia ousado demais pra modelar. Finalmente entendeu que o velho não era tão inocente quanto pensava, mas não podia culpá-lo; fazia tempo que a mulher dele tinha morrido, então alegrar um pouco a vista dele não ia fazer mal a ninguém. Além disso, aos poucos a situação tava parecendo com os vídeos que ela gostava de ver. Por um momento, ficou meio sem graça de continuar, mas depois de um tempo decidiu seguir com o jogo. Assim que entrou no banheiro, foi se trocar. Percebeu que mal cobria toda a bunda grande e bem trabalhada dela, mas ao se inclinar só um pouco já começava a mostrar demais. Depois vestiu a blusa que tinha chamado a atenção quando viu na sacola, e agora que tinha colocado, viu que não tinha se enganado. Olhou de novo o conjunto todo, posou algumas vezes no espelho, contemplando a natureza reveladora das roupas, por um momento ela se imaginou passando com aquela roupa perto dos vagabundos que jogavam cartas ou provocando de novo o velho sorveteiro do triciclo, a mente dela começava a voar, embora soubesse que Jorge nunca ia deixar ela sair sozinha com esse tipo de roupa tão “vulgar”, então teria que dar um jeito de conseguir o que queria.garotaQuando a garota parou de imaginar coisas que não devia, voltou a se perguntar se deveria vestir a roupa. De repente, ouviu o velho horroroso perguntar se estava tudo bem ajustado. — Sim, seu Rômulo, bom... acho que sim. — Vem cá, gostosa, sai daí que a gente vai ver direitinho. O tom amigável do velho fez a garota encontrar coragem para sair do banheiro. "Acho que não tem nada de mais em vestir isso pra ele. Com certeza é mais ousado que a outra roupa, mas é só o seu Rômulo, então não pode ser tão ruim dar uma moralzinha pra esse velhinho tarado, hehe." — pensava a gostosa universitária, sem perceber o quanto o velho já estava excitado só de esperar por ela. — Ok, seu Rômulo, acho que o senhor pode dar uma olhada. Ela abriu a porta devagar, mais uma vez com uma leve hesitação. A universitária atravessou a porta e encontrou o velho horroroso de pé, esperando por ela. Ela notou como os olhos dele se arregalaram quando ela saiu e ele a viu naquela roupinha minúscula. A visão era impressionante. O velho teve que se sentar por um momento, não acreditava na sorte que tinha enquanto via Daniela sair do banheiro com a roupa mais sexy que ele podia imaginar. O conjunto destacava perfeitamente as curvas da menina. A cada passo da gostosa universitária, dava pra notar o leve balanço dos peitos dela e umas pequenas protuberâncias que apareciam por causa de tudo que Daniela tinha pensado antes de sair do banheiro — e ela nem tinha percebido. Quando ela se aproximou mais, viu que os olhos do velho se perdiam nos peitos dela. Foi aí que ela percebeu que os mamilos tinham ficado duros e apareciam claramente através da roupa, então cruzou os braços tentando escondê-los. O velho notou a expressão da garota e pensou: "Tenho que me segurar. Se eu continuar olhando assim, essa putinha vai ficar desconfortável e tudo vai pro caralho. Ela não pode saber o quanto eu tô doido pra comer ela. Tenho que aguentar... pelo menos até ela ficar mais à vontade. — Epaaaaaaaa, senhorita Daniela, você é incrível, é um prazer pra um velhote ter a chance de apreciar esse espetáculo lindo. — Sr. Rômulo, eu não tô muito confortável com essa roupa... desculpa... não tenho certeza disso. — Ah, tá tudo bem, gostosa, eu só queria ver como ficava em você e, sem dúvida, essas roupas foram feitas pra você, vamos, me dá mais uma desfilada igual à anterior. A universitária hesitou um pouco, mas mesmo assim começou a desfilar, ainda com os braços cruzados. A transparência da peça de cima a deixava meio atordoada de vergonha, e ela tinha esquecido que, ao se inclinar um pouco, dava um show indescritível pro velho nojento das suas bundas incríveis e apetitosas. O velho enrugado não tava preparado pra aquilo, mas viu o suficiente pra perceber que acabara de ver a bunda mais linda de toda a sua vida miserável, e ela tava a poucos metros dos olhos dele. E não era à toa, porque a rabeta da jovem era o seu melhor atributo. — Daniela, ficou show em você. Sem saber se o Sr. Rômulo tava se referindo à roupa ou a alguma parte do corpo dela, ela se virou pra olhar pra ele. A gostosa jovem ficou parada enquanto o velho examinava o corpo dela. Aos poucos, ela começava a relaxar: "o pior já passou", pensava ela enquanto via o velho examinando-a sentado no sofá. Sem dúvida, o Sr. Rômulo tava adorando aquilo, e, bom, ela também tava começando a gostar do tesão que tava causando. "Isso não é tão ruim assim." "De alguma forma, tô ajudando uma pessoa solitária", pensava ela. A jovem tava feliz em poder dar um pouco de alegria pra um velho solitário. — Tenta andar de novo como se fosse um desfile de moda, mas agora sem os braços cruzados. A jovem, com mais confiança de que tava no controle da situação, obedeceu e fez a mesma caminhada pelo corredor da sala, deixando os peitos dela se mexerem livremente a cada rebolado que ela dava, virando no final e voltando. O tarado aproveitou ao máximo e ficou de olho na bunda perfeita dela e no balanço daqueles peitos juvenis que quicavam a cada passo enquanto ela se aproximava. A novinha, já mais soltinha, ouviu o velho começar a bater palmas devagar de novo e, depois de uma volta pelo corredor, pegou o ritmo das palmas e começou a rebolgar no compasso. Logo a situação fez ela lembrar de um dos vídeos que tinha visto no computador, onde uma garotinha fazia um striptease pra um velho enrugado e nojento — a parada tava começando a esquentar ela. "Um, dois, três e quatro, Um, dois, três e..." falava o velho horroroso enquanto as palmas ecoavam alto pra Daniela seguir o ritmo. A novinha continuou o desfile e cada vez mais se aproximava do velho, que tava de pé. Daí começou a se esfregar de propósito nele enquanto girava, e como a bunda dela só tava coberta por aquela pano fino e a calcinha preta pequenininha, o coroa pôde sentir a maciez daquela carne quando ela chegava perto. O sortudo viu a universitária se aproximar de novo levantando a mão; quando ela se virou, aquela mão brincalhona roçou toda a largura da bochecha enrugada dele. Mais uns passos e a mina parou, se virou pra olhar pro seu Rômulo, parecendo esperar alguma instrução. O velho pediu mais um desfile e ela concordou com um sorriso e um leve aceno de cabeça. A cada volta que dava, parecia mais relaxada e curtindo mais se exibir. Nem ligou tanto que parte da bunda dela ficava visível quando virava. Dava pra ver o efeito que tava causando no velho tarado, e ela adorava ter aquele coroa na mão, que nunca conseguiria em outro lugar o show que ela tava dando. Depois de umas modeladas, tava na frente do velho de novo, um pouco cansada do desfile pelo corredor. Tudo que o velho tinha passado até agora era... Como num sonho, via Daniela muito mais segura do que antes, sentia que talvez a garotinha pudesse estar disposta a mostrar mais se ele pedisse do jeito certo. — Sabe, pequena, tudo isso foi lindo, você me deu um espetáculo gostoso, faz tantos anos que não vejo um corpo tão perfeito e feminino quanto o seu... Tem algum jeito de você se sentir confortável pra mostrar... talvez... um pouco mais? Prometo que não vou fazer nada, é que seu corpo é tão... tão perfeito. A proposta ousada do velho surpreendeu Daniela, ela sabia que o certo seria recusar e sair dali, mas naquele momento lembrou daqueles vídeos pornográficos onde muitas vezes começavam daquele jeito e depois terminavam de repente na melhor parte, deixando a pobre garotinha com vontade de mais. Ela ficou paralisada no lugar por alguns segundos, pensativa. Até onde ela poderia ir naquela situação? A situação dela era muito parecida com a de alguns vídeos que ela gostava de ver, será que podia continuar? Realmente, aquilo tinha começado como um pequeno favor ao experimentar as roupas que o "simpático" velho comprou, mas agora já era um pouco diferente. — Hummm, senhor, o senhor realmente quer ver mais? Quer dizer, eu de lingerie? Hummm, isso já é um pouco mais difícil, não acha? — Não, menina, tudo bem, desculpa, perguntei porque acho que qualquer homem ia querer te ver um pouquinho mais à mostra se tivesse a chance, você é tão gostosa... qualquer homem cairia aos seus pés. O velho, agora sentado no sofá antigo da sala, ficou um pouco preocupado com a forma como se adiantou na proposta, começou a gaguejar na resposta, e ainda tinha outro problema: a ereção dele estava no auge por causa de todo o espetáculo que tinha visto, felizmente a garota não tinha percebido, já que o homem se sentou, disfarçando a enorme ereção. — Se... se você pudesse me fazer esse favor, eu ficaria eternamente grato a você, Danielita, imagina que é como se você estivesse experimentando um biquíni antes de ir... na praia, é quase a mesma coisa, talvez só pudesse ser uma peça… Talvez só a parte de cima?" Daniela estava pensativa, posar de biquíni já tinha feito alguma vez pra um concurso de beleza na praia e pro namorado, mas nunca pra outra pessoa em particular, além disso sabia que os biquínis que usava eram de tamanho normal, já a calcinha e sutiã dela eram bem menores tanto na parte de cima quanto na de baixo, mesmo assim a tara dela era maior, logo começou a achar mais prós do que contras no pedido do velho, na cabeça dela pensava e sentia pena de lembrar que talvez fosse a última vez que ele veria uma novinha de lingerie, -Tá bom, tudo bem…suponho. O velho esboçou um sorriso ao ouvir essas palavras mágicas, dito isso, a gata colocou as mãos pra cima e começou a tirar aquela blusa transparente que deixava o velho louco, de repente aqueles olhos remelentos se arregalaram quando viu aquele par perfeito de peitos cair no momento em que a gata tirou a blusa, era incrível o balanço que eles davam, pareciam majestosos, firmes e prontos pra serem chupados. Apesar da dúvida inicial, logo percebeu que tava curtindo a atenção que o velhote tava dando, Ela observou aqueles olhos que olhavam fixamente pro peito dela. --Meu Deus… OH meu Deus, ofegou o velho, vendo como essa deusa jovem tinha cumprido o pedido dele e agora via aquelas montanhas de carne esplêndidas adornadas com aquele sutiãzinho na própria sala de estar dele. Ela ficou parada, sentiu os bicos dos peitos endurecerem de novo ao saber que ele tava olhando fixamente. Ninguém falou nada por uns segundos. A gata ficou quieta enquanto o velho tarado olhava sem piscar, agora sem aquela blusa, ele reparou nas sardas pequenas que enfeitavam a parte de cima dos peitos, deu um elogio sobre essas sardas lindas surpreendendo a novinha o quanto o velho era observador e lembrou como o namorado dela nunca tinha dito nada assim De suas sardas, a jovem universitária se mexeu levemente e seus peitos tremeram. Seu Rômulo finalmente desviou o olhar e encarou sua musa, que buscava a reação dele.rabao—Uau, meu Deus, fiquei sem palavras, são magníficos... digo, hummm, não acredito como são perfeitos. — Vejo que o senhor gostou mesmo da vista, seu velho tarado, jiji. A jovem, um pouco mais calma e excitada com a situação, pegou cada seio com as mãos, levantando-os enquanto o velho acompanhava com o olhar, depois os soltou para que a gravidade fizesse seu trabalho e o sortudo pudesse ver o balanço e a firmeza daqueles peitos juvenis que voltavam ao lugar depois de alguns quiques. — Uff, são perfeitas mesmo, Danielita, qualquer homem morreria para tê-las nas mãos. Apesar da situação tensa e do velho estar cada vez mais solto nas palavras, Dani foi se acostumando rápido com o clima. Por sua vez, o velho já não se importava mais em esconder a ereção, só queria continuar vendo aquelas laranjas perfeitas e apetitosas. A situação ficava cada vez mais favorável para o velho Rômulo, já que sem muito esforço conseguiu que a jovem universitária e dona de casa ficasse na frente dele com uma minissaia e o sutiã preto meia-taça. Vendo sua sorte, decidiu arriscar um pouco mais: — Pequena Daniela, você é mesmo um anjo caído, estou muito feliz com tudo que fez por este pobre velho solitário, mas... — Não me diga, agora quer que eu tire o vestido, né? A resposta surpreendeu o velho enrugado, que só balançou a cabeça. Daniela olhou nos olhos suplicantes do senhor Rômulo. Não tinha certeza se conseguiria ir tão longe, sua bunda firme era o que os homens mais cobiçavam nela, mas já estava envolvida no momento. Um pequeno impulso dentro dela insistia para que continuasse, já que com essa safadeza certamente teria muito no que pensar nas noites frias em que Jorge não a tocava. Então, sem mais delongas, abaixou o zíper e começou a tirar lentamente aquele vestido apertado — foi meio difícil porque realmente estava bem justo. A cada movimento que ela fazia, nem percebia que os peitos dela balançavam alegremente na frente daquele velho safado. Seu Rômulo mal podia acreditar na sorte dele, dessa vez a garota tinha dado o primeiro passo. Os olhos dele se arregalaram quando as mãos finas da menina foram para os lados da cintura dela e começaram a abaixar o vestido devagar, pra depois virar de costas e se inclinar levemente, mostrando a parte favorita do corpo dela, a parte que a tinha feito famosa na universidade: a bunda enorme e bem definida que ela tinha trabalhado por anos na academia. Uma calcinha preta fina completou o espetáculo. — Ai, meu Deus...velhoO velho Rômulo ofegava, mal conseguia falar. — O senhor gostou, seu Rômulo? — perguntou Daniela, toda dengosa. — Nunca tinha ficado assim na frente de outra pessoa que não fosse meu namorado, mas isso eu só faço pelo senhor porque sempre foi bonzinho comigo, e vai ser nosso segredinho. — Sim, sim, do jeito que você fala, princesa, vai ser nosso segredo. Uff, você é uma deusa, tá me deixando louco, gata, essa raba é perfeita. — Kkk, obrigada, seu moço. Gostei muito dos dois conjuntos, mas infelizmente acho que não vou poder usar na rua, o pessoal lá fora não é tão educado quanto o senhor, e meu namorado nunca deixaria eu usar isso. — Mas que bobagem você tá falando, princesa, tudo fica tão bem em você, e seria uma pena não usar de novo. — Hummm, bom, se o senhor continuar sendo bonzinho comigo, talvez, e só taaaalvez, eu possa vir visitar um dia ou outro e vestir a roupa que o senhor comprou, mas só isso, hein? O de hoje é um presente especial, kkk. — Vou sempre te tratar como uma rainha, princesinha. E já que hoje é um dia especial, como você mesma disse... que tal um abraço? — Uai! Seu Rômulo, como o senhor ficou atrevido, não conhecia esse lado. Mas acho que vou recusar o pedido, porque pode olhar, mas não pode tocar, kkk. — Vamos, Danielinha, só por hoje que é um dia especial, você mesma falou. A gata logo percebeu que não devia falar demais, porque qualquer coisa podia ser usada contra ela depois. — Mmm, tá bom, mas só por hoje que é especial. Dito isso, abriu os braços e esperou o velho se levantar do sofá pra chegar perto dela. O velho Rômulo levantou como se fosse uma mola e praticamente se jogou nela pra dar o melhor abraço. A gata sentiu um cheiro estranho, porque o velho, morando sozinho, não tomava banho com frequência, só quando era realmente necessário. Mas o que mais surpreendeu ela foi sentir uma coisa dura na perna direita — era impossível não saber o que era aquilo. — Obrigado por tudo, princesa, esse foi o melhor dia da minha vida. Você tem um corpo... Realmente delicioso, qualquer homem mataria pra estar no meu lugar. A gata correspondeu ao abraço por uns momentos, mas aquela coisa dura que sentia na perna deixava ela nervosa, então depois de alguns segundos ela mesma quebrou o abraço e deu um passo pra trás. — Ok, seu Rômulo, acho que já deu de abraço. — Bom, pequena Daniela, você realmente me fez muito feliz, mas como todo homem ao ver um monumento de mulher que você é, sempre quer mais... Então, tem algum jeito de você me deixar... — Seu Rômulo! A gata sexy riu depois da chamada de atenção. Ela ficou surpresa como o velho sem vergonha queria ainda mais. — O que mais você poderia me pedir? Quer dizer, tô na sua sala só de lingerie e modelei pra você todas as vezes que quis, o que mais poderia pedir? — disse num tom provocante, mas meio surpresa. O velho percebeu o tom de voz que a musa usou e sabia que tinha sinal verde pra continuar e se jogar de vez, era agora ou nunca. — Daniela, se você não percebeu, tô com a maior ereção que tive em muitos anos e é graças a você, e te agradeço. Faz muito tempo que não fico assim e mais anos ainda desde que alguém me fez sentir bem, e acho que você poderia fazer esse último trabalhinho pra acalmar meu Rômulo Júnior, hehe. — Seu Rômulo! Tá me pedindo pra masturbar você? Sério! O tom da gata agora mudou de provocante pra sério, e é que Daniela não achou que o velho teria coragem de pedir tanto. No máximo, ela pensou que ele pediria pra modelar mais uma vez, mas masturbar ele já era passar dos limites que ela tinha criado. — Por favor, bombom, não fica brava, mas é algo que não sinto há muito tempo e gostaria de experimentar de novo uma vez antes de ir desse mundo. — O senhor é um exagerado, não tá no fim da vida pra me dizer isso, além disso o senhor mesmo pode fazer isso e se sentir bem com tudo que mostrei hoje. — Não é a mesma coisa, não é tão bom quanto outra pessoa fazer, por isso tô pedindo. Peço, só uma vez e fico tranquilo. O velho tentou colocar a cara mais pidona pra tentar comover a garota — Lamento que você não tenha sentido essa sensação há muito tempo, mas isso é realmente longe demais pra mim... desculpa. Com a recusa da menina, o velho ficou totalmente desiludido, até aí ia sua sorte, mas pensou que devia seguir o impulso que tinha naquele momento, então puxou o cinto e deixou cair a calça velha. Daniela nem percebeu o que tinha acontecido, tava procurando as roupas que trouxe pra se vestir de novo e vazar, porque achava que aquilo tava saindo do controle, nem se ligou no que rolou quando o Sr. Rômulo de repente tirou a rola toda dura da cueca. Ela congelou no lugar quando o Sr. Rômulo começou a se aproximar dela com aquela ferramentona apontada pra ela. — Ei, senhor, não se comporte como um qualquer, pelo menos guarde essa coisa... já vou indo, pode ficar com as roupas, não quero mais. Mesmo ela se fazendo de firme, o velho começou a ignorar ela, na mente dele só queria sentir aquela carne jovem nas mãos enrugadas. A mocinha não sabia como reagir, o velho de repente chegou perto e abraçou ela de novo, agora ela podia sentir com todo detalhe aquela ferramenta dura e cheia de veias cutucando a perna nua dela. O velho empurrou ela contra a parede pra ter onde se apoiar e deixar ela com menos saída — Vai, rabuda, só esse último favorzinho, olha como eu tô, isso não vai baixar nunca se sua mãozinha não me ajudar. Daniela não conseguia se mexer, um olhar só bastou pra ver que aquele pau moreno tinha um tamanho mais favorável que o do namorado dela. As mãos dela ficaram imóveis, o velho continuava cutucando a perna direita da mocinha. Vendo que a menina não fazia nem dizia nada, o velho pegou a mão dela e tentou colocar na rola dele, coisa que a doce se recusou a fazer. universitária que parou a mão a centímetros daquela ferramenta escura.bem vadia—vamos, bebê, só um pouquinho. Faz eu gozar e tudo isso acaba. Você não quer que os outros vizinhos fiquem sabendo de tudo que rolou nessa sala, quer? Faz isso só dessa vez, que é especial.

Agora ela estava sendo chantageada. A menina se arrependia de ter deixado as coisas chegarem naquele ponto por ter ficado brincalhona e achado que tinha o controle da situação. Sabia que não tinha outra escolha. O velho, apesar da idade, ainda conservava força pra segurar ela, e saber o que aquele maldito ancião diria pros vizinhos começava a preocupar. As opções dela estavam se esgotando. Então, sem alternativa, começou a descer a mão até a altura da pica do velho, que estava rodeada por uma mata de pelo bem grande, como se não tivesse se barbeado há anos.

Timidamente, a mãozinha dela sentiu os testículos inchados do velho. Ainda tinha medo de tocar na pica, então começou sentindo aqueles ovos, que estavam bem sensíveis, já que fazia tempo que não recebiam o carinho de uma mulher.

— Uffff... ohhh... issooo... continua... massageia minhas bolas... vamos, continua assim... uffff...

A jovem começou a brincar suavemente com aqueles ovos, dando massagens leves e apertando de mansinho, a ponto de fazer o velho horrível gemer. Apesar do nojo, a menina sentia curiosidade, porque até os ovos do velho eram maiores que os do namorado dela. O velho adorava a sensação de ter uma mão jovem segurando as bolas dele, mas queria logo que a garota desse uma boa punheta nele. Então guiou a mão dela até a cabeçona da pica e deixou ali, pra universitária começar a tocar.

Os dedos da jovem finalmente estavam naquela pica fedorenta e malcheirosa. Com muito cuidado, começou a fazer círculos leves com o polegar naquela cabeça, que já soltava um pouco de líquido pré-seminal. Os movimentos eram suaves e, aos poucos, ela começou a descer pelo tronco daquele mastro venoso de carne. Sentia como ele pulsava. Tentava lembrar... O pau do namorado dela, mas a diferença era notável, porque embora o comprimento fosse parecido, o que não dava pra discutir era a grossura que ganhava de lavada do namorado dela. Aos poucos, começou a subir e descer a mão naquela vara de carne, enquanto o velho só ofegava igual um bicho. Depois de muitos anos, uma mulher tava masturbando ele, se sentia tão bem que começou a mexer a cintura como se tivesse fudendo a mão da novinha. O movimento foi aumentando devagar, a gata sabia que quanto mais cedo acabasse com aquilo, mais rápido podia ir pra casa, então mexeu a mão do jeito que o namorado gostava, mas mesmo depois de alguns minutos, o velho não gozava. A mina achou estranho, porque sempre mexia a mão daquele jeito e naquela velocidade, e o namorado nunca aguentava mais que uns dois minutos. — Velho nojento, já… já vai gozar? — Hummmff, nãooo, bucetuda, suas mãos são divinas, mas ainda tô longe disso. Uffff, acho… acho que preciso de um estímulo a mais. — Mais estímulo? — Sim, senhorita tesuda, talvez se eu tocar um pouquinho esse corpanzil que você tem, eu consiga gozar mais rápido, ufff.infielA jovem não conseguia acreditar no que tava ouvindo, agora o velho queria que ela deixasse ele apalpar ela, a ideia dava nojo dela, o velhinho gentil que ela conhecia tinha morrido pra ela, esse velho era um completo estranho que tava começando a tratar ela como um pedaço de carne pelo jeito que ele tava falando, mas apesar de tudo, a garotinha tava começando a sentir umas coisinhas estranhas. A situação em que ela tava, estar submissa só de calcinha e sutiã dando a punheta da vida dele pra um velho tarado qualquer e ver que agora não era ela que tava no controle da situação, mas sim o velho nojento que tava começando a dominar ela do jeito que ele queria, pensar nisso, em toda essa situação, tava começando a excitar ela, nunca antes tinha sido submissa daquele jeito, era uma experiência nova pra ela e aos poucos ela se deixava levar — aaaaff, seu Rômulo... sim... se o senhor acha que isso vai ajudar, acho que tudo bem me tocar... mas só um pouquinho e só vai ser pra ajudar o senhor a gozar — sua putinha, aaaaff, mas deixa claro hein, você tá me dando permissão pra pegar essa raba enorme que você tem. A menina, mordendo o lábio inferior, olhou pro chão e balançou a cabeça afirmativamente. O velho horrível, com a permissão inesperada concedida, não perdeu tempo e esticou as mãos calejadas pra ir direto na bunda grande da menina, que só tava protegida pela calcinha preta minúscula que a jovem usava. Finalmente, as mãos calejadas dele se apoderaram daquele par de bundas monumentais e firmes que ele sempre sonhou em pegar desde que viu ela pela primeira vez — mas que raba gostosa você tem, Danielinha, nunca peguei uma bunda tão firme e grande quanto a sua, é exatamente como eu sempre imaginei. Essa última parte ecoou fundo na mente da universitária, o velho vizinho que sempre foi gentil, tava louco pela bunda dela e ela nunca tinha desconfiado, sempre viu ele como um velho solitário, mas boa pessoa, mas agora naquele momento ele tava passando a mão na bunda dela como se não houvesse amanhã, dominado pela curiosidade, ela só conseguiu perguntar — desde quando? — ahnn? O velho percorria com as mãos toda a parte de baixo da menina, sentia desde as coxas macias até a firmeza daquela bunda imponente, sentia como aquela calcinha pequenininha ia se enfiando entre as nádegas enormes de tanto amasso, faltava mão pra ele se deliciar com aquela raba poderosa que a novinha carregava, mal conseguia ouvir a voz fraca da Daniela que se esforçava pra parar de respirar pesado e tentar falar o que ia dizer — Seu Rômulo, me diz uff… me diz desde quando você sente essa atração por mim? — desde a primeira vez que você se mudou com aquele metido a besta do seu namorado, ainda lembro daquele jeans apertado que você vestiu, sentia uma vontade doida de te dar uns tapas bem dados na bunda De repente, dois tapas fortes ecoaram pela sala toda fazendo a novinha gemer e parar de punhetar o velho — aiiiiii! Nãooooo não faz isso Daniela, dolorida e meio assustada, levou as mãos na bunda e tentou se afastar, mas como o velho tinha ela contra a parede, não conseguiu — sempre quis fazer isso, desde o primeiro dia que te vi queria te encher de palmada na bunda O velho Rômulo se grudou de novo na jovem e colocou as mãos enrugadas de volta nas nádegas firmes da garota — Seu, já deu, me deixa ir, juro que não conto pra ninguém o que aconteceu hoje, pode ficar com a roupa, isso foi um erro! — não, mamãe gostosa, não foi erro nenhum, tô sendo sincero com você, tô te mostrando meus sentimentos, você sabe que sempre fui legal com você apesar de estar com aquele filhinho da mamãe do seu namorado. — ma...mas por que você fala isso?, se você sempre se deu bem com ele — bah, foi só teatro, só quando você tava por perto que eu fingia me dar bem com aquele inútil, nunca gostei daquele cara, desde que se mudou sempre foi um cuzão insuportável cheio de pose disfarçado de bondade… mas agora eu sei um segredo seu, e pelo que vejo, o cara é um inútil na cama — isso não é verdade! Por favor, não fale assim dele — eu sei que é assim, rabuda, uma mulher bem comida nunca estaria se esfregando em outro homem se não fosse porque tá insatisfeita sexualmente, mas relaxa, eu sou um macho de verdade que vai te fazer sentir coisas que o inútil do seu namorado nunca vai conseguir — cale a boca! ele faz bem… só que ultimamente ele tá ocupado com o trabalho… é só isso — ah, coitadinha… o otário lá trabalhando igual um burro por uns trocados, enquanto a sua gostosa fica sozinha em casa e frustrada sexualmente hahaha vou te falar uma coisa, rabuda, sabe por que minha mulher nunca me botou pra fora de casa mesmo eu não fazendo nada?... é bem simples, eu comia ela gostoso pra caralho, por isso ela sempre me aturava, mesmo eu traindo ela com as amigas ou gastando todo o dinheiro que ela ganhava em cerveja ou puta, ela pouco se importava, a única coisa que queria era terminar o dia bem fudida e eu sempre cumpria do melhor jeito, então se solta, neném, apesar de ter quase 63 anos, ainda mantenho minha virilidade e logo você vai saber o que é gozar como uma verdadeira puta, logo você vai implorar pela minha pica, já vai ver, então agora esquece tudo e deixa a minha pica fazer todo o trabalho hehehe Dito isso, o velho nojento pegou a mão da jovem de novo e levou de volta pro pau dele, Daniela tentava puxar a mão, mas o velho segurava firme e não ia soltar até ela voltar a bater uma punheta — vamos, puta, termina o serviço! — não, seu Rômulo, eu… euuuu… iss… isso é um erro, amo meu namorado, não posso fazer… não posso fazer isso com ele O velho percebeu que a menina ainda não tinha se entregado totalmente e que tinha passado dos limites com o que disse, então tentou amenizar — não fica assim, neném, olha que gostoso que a gente tá se divertindo, vamos, me desculpa por ter sido tão idiota Me entende, faz muitos anos que não tinha uma experiência como essa e te ver com tão pouca roupa me descontrolou um pouco. O velho tentou usar palavras suaves de novo, mas já era tarde demais, já tinha mostrado sua verdadeira cara. Daniela já não queria acreditar em nada daquele velho machista, queria sair daquele lugar, mas seu corpo não obedecia. Já fazia um bom tempo que aquele velho nojento tinha começado a apalpar a bunda dela, por mais que quisesse, não podia negar que o velho sabia muito bem como tratar e apalpar uma bunda com a grossura exata que ela gostava. E agora, com uma mão, aos poucos ele começava a acariciar a área íntima dela com dois dedos, ainda por cima da calcinha pequena. A sensação forte com que era submetido seu lugar mais precioso estava começando a agradar, e ela só se contorcia, porque os apalpões e as palavras pesadas que o velhote estava usando a estavam deixando bem excitada. — Eu… eu entendo e aceito suas desculpas, por favor, vou terminar isso, mas será a última vez que faço, tá bem? O velho concordou com a cabeça, sabia que aos poucos a jovem escultural estava cedendo e logo a teria empalada, enchendo todos os buracos dela com o gozo dele. — Hehe, obrigado por entender, gostosa, obrigado por entender este velho solitário. Daniela intuía que o velho, antes do desentendimento, já estava perto de chegar ao limite, então levá-lo de volta àquele estado não ia demorar muito. Assim, depois de massagear um pouco mais as bolas do velho, começou a mover a mão muito mais rápido, fazendo o velho ofegar como um animal. Com isso, o velho parou de acariciar a área íntima dela e segurou firme as nádegas dela de novo. A jovem viu como o hálito nojento do velho ficava mais rápido, sabia que era o sinal claro de que faltava pouco para ele gozar. Cada vez que a mão dela chegava na parte de cima, com o polegar massageava a cabeça para estimular ainda mais. O velho, por sua vez, tentava aguentar, mas uma mulher gostosa fazer aquilo com ele enquanto ele apertava a bunda dela à vontade era demais. Aos poucos, ele começava a perder a cabeça, os apertões e as palmadas na bunda ficavam cada vez mais fortes. Daniela deixava ele fazer, porque sabia que logo ia gozar.

Dom Rômulo, ofegante, levantou o rosto para olhar na cara dela — Você é tão encantadora, tão porra de encantadora. Os olhos dele pousaram no próximo prêmio — Oooh, esses peitões gostosos — sussurrou no ouvido dela — Que tamanho eles têm? Mmmm, qual é o número do seu sutiã? Dom Rômulo voltava a soar como o velho e sujo tarado que realmente era. Daniela não deu bola e evitava olhar para ele, continuava concentrada no serviço dela. Ela ficava impressionada como, na velocidade que estava masturbando ele, ainda não tinha conseguido fazer ele gozar. Pior ainda, quem estava começando a perder a cabeça era ela, por causa do apalpão forte e excitante que a bunda dela estava levando. Aí ela entendeu que o velho tarado precisava de um último estímulo. — Seu… velho safado — disse com a voz trêmula quando começou a se perder no momento — Oooooh, seu velho safado, você ama meus peitões, não é? Você é um velho sujo, aposto que nunca pensou que ia ter eles tão perto da sua cara, mmmmm! Aposto que pensa neles o tempo todo! — Ah, sim, sim, sim — disse o velhote quando a novinha começou a balançar os peitos mais descaradamente na frente dos olhos dele — ahhh, você sempre pensa na minha bundinha e nos meus peitos… é? — Sim, sim, sim, o tempo todo, Ooooh, esses peitos lindos, sempre quis ter eles nas minhas mãos. — Diz, velho maldito… o que você gosta mais: meus peitinhos ou minha bundinha? — Uff, gosto de tudo; você tem uma bunda muito gostosa, mas seus peitos também são magníficos, são tão grandes e macios… ufff — Você já apalpou muito minha bunda, mmmfff, por que não cuida agora das minhas meninas? — Uffff, claro que sim, essas tetas merecem ser ordenhadas — Mmmm ahhhh, então tetas, é? E se são tetas, você não vai — Quer chupá-las? —Mmmfff, claro que sim, tô morrendo de vontade de chupar essas suas tetas gostosas e morder esses bicos inchados até sair leite —Ahhhh, mmmmff. Você gosta de leite? Sim?.... Uff, pois pra sua má sorte ainda não posso fazer isso, ahhh, mas mesmo assim chupa elas pra ver se sai alguma coisa, são todas suas, seu velho sortudo. Por enquanto, vou tentar tirar seu leite da sua pica também.
O velho, já tomado pela luxúria, deixou cair o rosto enrugado bem no meio dos dois seios, fazendo Daniela morder o lábio inferior de prazer. Ela estava realmente adorando, sentia aquele velho safado enfiar o rosto o mais fundo que podia. Daniela sentia aquela língua babada percorrer sua carne branca e macia, sentia aquele rosto mal barbeado fazer cócegas por todo o peito, que só era protegido por aquele sutiãzinho meia-taça. —Oh, sim... que gostoso… ahhh… siiiim — Ela gemeu baixinho no ouvido do velho.cuckPor mais que o velho enfiasse a cara, não conseguia abaixar o sutiã da Daniela, então largou por um tempo a apalpação na bunda dela e, com um puxão forte, rasgou o sutiã preto meia-taça que a garota usava, fazendo ela gemer mais alto pela grosseria de como tinham tirado — aaaaaa siiiim papaiii. Finalmente foram libertadas aquelas majestosas montanhas de carne adornadas com um mamilo cor de café claro, que estavam prontas para serem chupadas do jeito mais selvagem possível. O velho sentia que queria chorar de tão lindo espetáculo, aqueles peitos que por tanto tempo ele sonhara finalmente estavam ao alcance da sua boca fedorenta, então, sem pensar duas vezes, se apossou do seio direito da jovem, sugando o mais forte que podia — aaaaaa ai, não faz tão forte que vai arrancar, uiii — tetas, ufff, tetas mffff, que umbigo gostoso você tem, não vou me cansar de chupar até me dar leite. O velho horrível se sentia no céu, chupava, mordiscava, lambia o mamilo e todo o peito direito enquanto com a outra mão amassava com força o outro, enquanto a garota batia uma punheta forte pra ele, nunca imaginou estar nessa situação com uma jovem tão gostosa quanto a Daniela — O... Oh... Ohhhhhhhhhhh...! A... Ah... Ahhhhhhhhhh...! Mmmmmmmm...! Don... Rômulo... q... que... go... sto... soooooo... continua assim… ufff… aaaahmmm, cê gosta mesmo, né? Tá gostosa? — uffff tão gostosas, putinha — então não esquece do meu peito esquerdo, ele também merece um pouco do seu amor. O velho não se fez de rogado e logo sua boca fedorenta se apossou do seio esquerdo para dar o mesmo tratamento bruto que o seio direito sofreu, então a garota continuava batendo punheta pra ele, estava começando a cansar e não conseguia fazer o velho gozar, nem com o enorme incentivo que estava dando, de repente sua buceta já molhada sentia de novo uns dedos brincalhões tentando abrir caminho pela sua calcinha pequena, e é que o velho ainda continuava chupando e se perdendo naqueles peitos brancos. Montes de bunda de carne, mas com a outra mão ele voltou a acariciar a buceta bem lubrificada da garota. Por um momento ela quis fechar as pernas, mas era inútil, o velho ganhava dela na força e, além disso, ela realmente estava gostando, então não ofereceu muita resistência e deixou aqueles dedos enrugados brincarem com sua zona mais íntima, zona que só o namorado dela tinha tocado. Logo os dedos hábeis do velho safado puxaram pra um lado a calcinha pequena da Daniela e, sem aviso, enfiaram um dos dedos, e de um jeito bem devagar começaram a abrir caminho, fazendo gemer uma jovem desinibida que se deixava levar pelo momento. — Você é bem apertadinha — disse o velho, e depois levou os dedos à boca e lambeu. — Ahhhh ufff, vai com calma aí embaixo, seu velho, ahhhh — slurrp — Gosto como sua mãozinha brinca com meu pau, eu vou fazer o mesmo com esse buraquinho gostoso que você tem, ufff, olha como você tá molhadinha e isso que só enfiei um dedo, imagina quando eu enfiar meu pau inteiro, vou te fazer gozar como a gostosa que você é e logo você vai me implorar por mais. Aliás, eu não uso essas merdas de camisinha, hein, gosto de meter no pelo e se eu te engravidar você vai ter que assumir a responsabilidade e vir morar comigo como minha mulher — ele falava tudo isso enquanto continuava chupando os peitinhos jovens da garota. Daniela sabia que nesse ritmo era inevitável que o velho enfiasse o pau fedorento nela e provavelmente a engravidasse, já que estava nos dias férteis. O pior é que ela ainda não tinha conseguido fazer ele gozar, pela primeira vez as mãos dela tinham falhado, então, com a cabeça totalmente nublada pela situação, pensou que a melhor solução era dar um boquete nele. Decidida, Daniela se preparou para se ajoelhar e dar pro velho o melhor boquete, mas ele a segurou. — Leu minha mente, rabuda, ia te pedir pra chupar meu pau mesmo, mmm, mas tenho uma ideia melhor, vem. Sabendo que Daniela estava Totalmente nublada por causa das novas sensações que seu corpo estava sentindo, o velho aproveitou o momento e puxou ela até o sofá, onde a jovenzinha tinha dado as melhores modeladas da vida dele. Deitou Daniela primeiro, a garota pensou que o velho fosse se jogar em cima dela pra beijar e automaticamente fechou os lábios e os olhos, mas grande foi a surpresa quando ela abriu os olhos e viu a pica enorme do velho bem perto do rosto dela, enquanto a cara enrugada dele se aproximava da buceta dela. O velho puxou até os joelhos a calcinha pequena que ainda restava na menina, ficou surpreso com o espetáculo que tava vendo, porque a buceta da Daniela tava toda depilada, ele já tinha sentido com os dedos, mas ver tão de perto era um espetáculo completamente diferente. Depois de apreciar o espetáculo, como se a vida dele dependesse disso, ele enfiou a cara e lambeu toda a buceta da jovenzinha, fazendo ela se contorcer de prazer — Ufff ahhhh ahhhh seu Romu… looo não faz iss… ahhhhhhhhh. As reclamações leves da Daniela eram ignoradas pelo velhote que tava se esbaldando, enquanto ela se deixava levar pela língua habilidosa do velho e lembrava que fazia tempo que não fazia um 69 com o namorado. O pau imponente do velho já tava batendo numa das bochechas dela, como quem bate na porta pra que a universitária gostosa abrisse a boca e engolisse aquela peça de carne enorme, e ela aceitou, porque já tava sentindo um gostinho lá embaixo, então o mínimo que podia fazer era retribuir o favor, mesmo que ainda com timidez — Siiiiim!! Gostosoo!! Ahhhhh!! Chupa ela!! Ahhhh!! Assim!! Enfia a língua mais fundo Seu Romu, mais forteee!!chifres

1 comentários - Daniela e o vizinho 2

Sos el mismo que lo escribió en la otra página ? Decime que si o que lo tenés completo