Daniela e o vizinho gostoso

Por fora, pareciam um daqueles casais típicos que tudo dá certo. Jorge tem um cargo importante numa empresa de renome e atualmente tá namorando a Daniela, que é 8 anos mais nova que ele. A mina era muito gostosa, com um corpo de dar inveja. Mas, apesar de morarem juntos há um tempão, ela só se dedicava aos estudos da faculdade e à carreira crescente no mundo da moda. Tinha um coração enorme pra ajudar os outros, mas as tarefas de casa não eram o forte dela. Óbvio que Jorge já sabia como ela era, e pra ele bastava que a mulher dele fosse o mais linda possível pra ele exibir ela em todo lugar. Além disso, com o que ele ganhava, dava pra cobrir de boa as necessidades de limpeza e comida. Daniela tem 23 anos, abençoada com um corpo espetacular que ela mantém em dia na academia. As pernas longas e a bunda bem trabalhada eram as partes favoritas dela e foi com isso que ela conquistou o Jorge. Mas os outros atributos físicos também não ficavam pra trás, já que ela tinha um belo par de peitos que balançavam majestosamente toda vez que ela corria na esteira da academia. A pele dela era clara, os olhos cor de avelã e o cabelo quase loiro faziam ela parecer uma modelo profissional, mesmo sendo ainda uma novata na área. O jeito dela, coquete e brincalhona, ajudava muito ela a se safar das situações. A carinha inocente e linda fazia vários caras, tanto na academia quanto na faculdade, quererem algo com ela. Mas, mesmo que o comportamento dela desse a entender que era uma mina fácil, ela sempre se fazia respeitar quando a situação pedia.Daniela e o vizinho gostosoApesar da aparência e dos atributos incríveis dela, qualquer um pensaria que a experiência dela com homens era enorme, mas no caso dela era bem o contrário. Daniela era uma iniciante no assunto amoroso. Antes do Jorge, ela só tinha ficado com um cara, e foi uma experiência rápida. Então, basicamente, o Jorge foi o homem da vida dela. Já estavam juntos há quase 4 anos, e desde o segundo ano ela foi morar com ele na casa dele. Não era muito grande, mas era aconchegante o suficiente pros dois viverem. Os primeiros meses morando juntos foram os mais gratificantes pra ambos. Teve muito love e sexo nunca faltou. Mas, com o tempo, o Jorge foi subindo de cargo na empresa. Em pouco tempo, já tava no comando de um grupo de pessoas, e por causa disso, ele tinha que fazer certos sacrifícios no tempo livre, negligenciando muito a sua namorada deslumbrante. Aos poucos, as relações íntimas foram diminuindo, e pra uma jovem tão ardente e curiosa como ela, era frustrante não conseguir fazer pelo menos uma vez por dia. De certa forma, ela entendia o quanto o trabalho do amado podia ser cansativo, mas ainda assim queria fazer a parte dela pra trazer de volta aquelas noites de paixão. Muitas vezes, ela tentava animá-lo, esperando por ele com conjuntos provocantes que caíam perfeitamente nela. E, se nos primeiros dias funcionou maravilhosamente bem, logo virou algo rotineiro, e o cansaço do homem era maior. Ele acabava se desculpando e dizendo que talvez no dia seguinte eles pudessem fazer, antes de cair na cama exausto, ferindo o orgulho da jovem. A pobre e tarada não teve outra escolha a não ser se satisfazer sozinha.vadiaOs meses passavam e parecia que a coisa não ia melhorar, logo se satisfazer sozinha já não era suficiente pra ela, ficou meio viciada em sites pornô caseiro, adorava ver como as minas dos vídeos gozavam sem ter que fingir nada igual as atrizes pornô faziam, logo descobriu e criou um gosto por vídeos onde caras sem nenhum charme, entre maduros e velhos, comiam mulheres muito mais jovens e gostosas, adorava ver aqueles rostos horríveis aproveitando o momento, as minas dos vídeos na maioria das vezes gozavam sem nenhum pudor já que na maioria dos vídeos caseiros não faziam ideia de que tinha uma câmera gravando ou talvez só se soltavam mesmo porque na vida normal não tinham chance de se divertir igual naquele momento, aos poucos Daniela ficou viciada nesse tipo de pornô em especial porque achava que as minas daqueles vídeos passavam pelo mesmo que ela, que tinham maridos muito ocupados deixando elas insatisfeitas e só um maduro com toda a experiência podia levar elas até aquele êxtase que tanto desejavam. A novinha muitas vezes ficava pensando se fosse ela naquelas situações, olhar na cara daqueles velhos tristes e solitários e dar uma alegria que eles nunca esqueceriam ou, pelo contrário, ser dominada por aqueles maduros-velhos "malvados" se curvando a tudo que pedissem por mais humilhante que fosse e fazerem ela chegar no orgasmo mais profundo, só de pensar já deixava a pele dela bem sensível e os bicos dos peitos denunciavam, sabia que com o corpo dela podia realizar tudo aquilo, mas ao mesmo tempo sentia remorso e um pouco de vergonha de pensar essas coisas tendo o parceiro que se mata por ela no trabalho, mas o tesão dela era maior e muitas vezes se perdia nos pensamentos tarados.gostosaUma manhã, depois de se despedir do namorado e passar várias horas no notebook vendo pornô, decidiu dar uma volta pela cidade e clarear a mente. Vestiu uma camiseta preta que não era muito justa, mas, com os encantos que tinha, era impossível esconder os peitos copo C. Colocou uma legging preta que destacava bem as pernas longas e a bunda bem tonificada, um tênis branco, óculos escuros, fez um rabo de cavalo e seguiu rumo ao centro da cidade.loiraA figura da jovem não passava despercebida pelas pessoas que mandavam assobios, elogios e até cantadas pesadas, coisa que ela já tava acostumada e só precisava ignorar. Resolveu desviar um pouco antes de chegar no centro, não demorou muito pra começar a andar por um lugar nada agradável de se ver, a cara típica da pobreza, sujeira e desigualdade que tem em toda cidade grande. Passou pelos fundos de um mercadão popular, a visão triste junto com o fedor forte de lixo e cachaça barata era impossível de ignorar. Olhou numa esquina uns malandros jogando cartas numa mesa improvisada e bebendo umas pingas artesanais. A jovem, por segurança, resolveu passar pro outro lado da calçada, mas mesmo assim os assobios não demoraram. Os óculos escuros ajudavam a não entregar pra onde ela tava olhando, enquanto via os caras horríveis devorando ela com os olhos. A maioria era uns tiozões de rua com pelo menos 50 anos pra cima, tudo esfarrapado e nem precisava chegar perto pra perceber que não tomavam banho há semanas. Também via uns largados por causa do excesso de bebida e uns velhinhos pedindo algumas moedas, no geral uma cena lamentável. De repente, como uma ideia passageira, pensou que podia alegrar a manhã de algum deles. Mesmo que muitos parecessem brutos, ela achava que também precisavam receber um pouco de carinho e quem melhor do que ela pra dar uma dose disso e talvez ganhar algo gostoso em troca pela boa ação. Lembrava que nos vídeos da internet, a maioria das minas se divertia com encontros casuais com caras nada bonitos e bem mais velhos, igual os que ela via. Por um momento, se imaginou sentada no colo de um deles, recebendo umas carícias sem vergonha na vista de todo mundo, enquanto eles continuavam no jogo de cartas. Um pequeno impulso animava ela a se aproximar daqueles caras, talvez perguntar alguma coisa. Ingenuamente, ganhar a confiança de algum deles e ver o que podia rolar depois, mas o medo e a vergonha eram mais fortes e ela seguiu seu caminho. Depois de sair daquele lugar, continuou firme até chegar no centro, tentou se distrair andando pelos shoppings, comprando umas roupas e maquiagem. Depois de muito andar, decidiu descansar um pouco numa pracinha antes de voltar pra casa, tava exausta com tudo que tinha comprado. Antes de sentar nos banquinhos, foi até o carrinho de um humilde vendedor de sorvete artesanal e pediu um casquinha com duas bolas de chocolate. O sorveteiro, um homem de traços andinos bem marcados, pele morena queimada pelo sol implacável que enfrentou todos esses anos e uma altura abaixo da média, não tirava os olhos da garota escultural. O velho, que devia ter uns 65-70 anos, daria tudo pra ter ela só por algumas horas, pra se acabar e se sentir jovem de novo. Por outro lado, Daniela, apesar do cansaço e do calor infernal, percebeu os olhares lascivos pros seus peitos bem formados. Tava se sentindo muito caridosa naquele dia, e como com os outros velhos não fez nada por vergonha e medo, já que eram muitos, agora sentia que devia fazer alguma coisa, já que comparado aos outros, esse era só um velhinho inofensivo, pensou. Então, na hora de pegar o sorvete, se inclinou devagar, de um jeito que o velho tivesse uma bela vista do começo dos seus peitos bem formados e um pouco mais. Satisfeita com o presentinho que deu pro velho sorveteiro, deu um sorriso doce, pagou e se afastou dele em direção a um banco na sombra, rebolando o mais provocante que podia. Assim que sentou, finalmente se preparou pra curtir o sorvete, sentindo que tinha feito uma boa ação pra um velho e humilde vendedor de sorvete. A garota brincalhona sabia que tinha deixado o velhinho todo alvoroçado quando se conta que esse aí tinha movido o carrinho de sorvete dele pro outro lado da pracinha, fingindo que tava esperando mais clientes, mas a intenção era clara: o velho queria continuar se deliciando com o corpaço da universitária e observava de pertinho onde ela tava. A vontade de dar outra guloseima pro velho começava a acender ela e soltar o lado mais brincalhão. Ela percebeu que não tinha ninguém por perto, cruzou as pernas e começou a lamber o sorvete de um jeito bem erótico, como se fosse uma piroca.garotaO velho ficava babando enquanto aquela gostosona arrumava o cabelo e mexia a boca de um jeito bem provocante, passando a língua pra todo lado e lambuzando os lábios com todo o sorvete. A cereja do bolo no plano safado da novinha foi quando ela, de propósito, deixou cair um pouco de sorvete na altura dos peitos, escorrendo um pouco pra dentro, fazendo ela pegar um lencinho pra se limpar: primeiro a parte de cima, depois puxou a blusa pra baixo e começou a limpar tudo que tinha derramado e escorrido pelos peitos. Sabia que o velho tava olhando, então abaixou mais a blusa e se demorou se limpando. Agora sim, tava satisfeita. Sabia que o velho tarado tinha visto tudo, então, como último presente, deixou o lenço que usou pra limpar os peitos no banco e saiu, balançando aquele quadril no ritmo. Sabia que ele ia ter no que pensar à noite e lembrar dela pra sempre. Uns minutos depois que a gostosa foi embora, o velhote foi até o banco onde a jovem musa tinha sentado, pegou o lenço e, antes de guardar, deu uma baita cheirada, sentindo o cheiro de rosas que ela devia usar como perfume. Depois, enfiou no bolso e, com um sorrisão, subiu no triciclo pra continuar vendendo seus sorvetes. Daniela voltou pra casa e começou a lembrar da experiência com o velho sorveteiro. Mesmo sentindo que tinha feito algo bom por um velho de cara triste, sentia um pouco de remorso pelo que Jorge poderia dizer se descobrisse. Sabia que não devia pensar mais nisso, mas a ideia e toda a pornografia que tinha visto nas últimas semanas já estavam entranhadas nela, e com um namorado que não a satisfazia como antes, ficava difícil pensar com clareza. A universitária decidiu tomar um banho longo pra meditar sobre tudo que tinha acontecido. Enquanto relaxava na banheira, Na banheira, escuto a campainha da porta. No começo, não dou importância, mas a insistência foi tanta que ela teve que vestir a primeira roupa que achou pela mão, e acabou sendo um vestido apertado que usava geralmente em casa. Saiu pra ver quem era que tava tocando daquele jeito. Pra sua surpresa, era o velho Rômulo, o vizinho mais veterano do condomínio.rabaoDom Rômulo era um velho de 62 anos, um pouco mais baixo que a Daniela, batendo na altura dos lábios dela. A pele dele era morena, com umas rugas e olheiras bem marcadas que mostravam que ele tinha tido uma juventude bem difícil, desde a pobreza extrema que sofreu na infância até os maus caminhos que seguiu por um tempo na juventude e idade adulta. O corpo dele era magro, mas já dava pra ver uma barriguinha de cerveja. As roupas dele eram basicamente uma camisa branca bem encardida, aberta mostrando a regata por dentro, e uma calça de pano bem gasta e largada. Apesar da aparência horrível e dos maus hábitos, o velho ainda tinha força suficiente pra encher o saco dos outros vizinhos com qualquer besteira. Era o típico velho rabugento do condomínio, mas o comportamento dele mudava quando via uma mina bonita, se comportando do melhor jeito pra ver se alguma caía na dele, o que não dava muito certo por causa da aparência, idade e grana curta. Daniela e o namorado dela conheceram o senhor desde que se mudaram, numa época em que os vizinhos quase nem se cumprimentam. Ele foi um dos vizinhos que melhor tratou ela e ajudou ela e o Jorge mais de uma vez quando precisavam. Era um velho habilidoso, porque na juventude tinha que se virar e aprender um monte de coisa pra sobreviver e não voltar pra vida errada de roubo e outras paradas. Daniela sentia que ele era como um tio pra ela e amava a natureza gentil dele, claro que essa gentileza que o Dom Rômulo irradiava era só pra ela, porque com o namorado dela as coisas mudavam e eles já tinham tido mais de uma briga por motivos bestas. Ele morava numa das casas mais humildes do condomínio, a casa modesta era na verdade da esposa dele, que trabalhava quando ainda estava viva. Ele, por sua vez, sempre viveu na moleza desde que casou, já fazia uns 15 anos que A esposa dele morreu, o filho único nunca teve boas lembranças dele e já fazia tempo que não o visitava. Nessa altura da vida, por causa do jeito que ele era, praticamente ninguém se importava com a situação dele. Era só um velho solitário e triste que, se um dia caísse morto, ninguém ia ligar. Daniela, mesmo vestindo aquele vestido apertado, deu um sorriso doce pra ele e perguntou o que ele queria. Mas, pra surpresa dela, naquele dia o velho estava bem irritado e queria descontar no Jorge, porque o bichinho da casa tinha fama de fugir e, dessa vez, tinha destruído quase todas as plantas da frente dele. Mas, como só a moça doce estava ali, ele teve que se segurar e demorou um pouco pra processar a situação de ver a jovem dona de casa naquele vestido apertado. Depois de um momento rápido clareando as ideias, ele lembrou do jardim de novo e explicou tudo bem irritado. Depois de ouvir a história, a moça só conseguiu se desculpar e se oferecer pra repor todas as flores que o bichinho tinha estragado. Pediu um tempinho pra se trocar e ir com ele ver o tamanho do estrago. Depois de um tempo, a moça doce saiu com um shortinho jeans de verão que mostrava um pouco do começo da bunda perfeita dela, umas sandálias brancas e uma blusa preta que tava na moda na época. Esses foram os acompanhantes finais.velhoQuando cheguei na casa do velho, percebi que o cachorro dele tinha feito uma verdadeira bagunça e que aquilo não ia levar só um dia. Então prometi que viria de manhã pra arrumar o jardim dele e ainda dar uma ajuda com uns serviços básicos, já que a casa tava bem largada — o velho não tava nem aí pra limpeza nem pra organização, o único hobby dele era o jardim e só. Por ser inexperiente em jardinagem, a Daniela levou vários dias pra consertar toda a cagada do bicho. Todo dia ela vinha de roupa esportiva. Dom Rômulo não perdia um detalhe do corpo gostoso da mocinha; toda vez que ela aparecia na casa dele, ele se jogava na rede velha e, com a ajuda de uns óculos escuros, podia encará-la sem medo de deixar ela desconfortável. No fim do trabalho do dia, o velho oferecia uma bebida, mas se recusava a ajudar no jardim, porque achava que era obrigação dela. Quando ela já tava quase indo embora, sentavam pra bater um papo. Dani gostava pra caramba do velho, não ligava que ele não ajudasse, porque sentia que tudo era culpa dela por não ter controlado o cachorro. Por isso, também não contou pro Jorge o que fazia de manhã. A jovem tava realmente de boa arrumando e aprendendo sobre jardinagem; nem passava pela cabeça dela usar aquilo pros novos fetiches, com medo de estragar essa amizade bacana. No terceiro dia, o jardim tava quase pronto e Dom Rômulo pediu pra ela ajudar a mover umas caixas. — Sem problema, seu Rômulo. Pode me mostrar o caminho — respondeu Dani, e seguiu o velho escada acima, onde ele apontou umas caixas cheias de tranqueiras velhas. O ancião observou a moça pegar a primeira caixa e subir os degraus. Ele olhou pra ela por trás enquanto ela subia. O velho enrugado notou como aquele rabo jovem era grande e firme, coberto por aquela legging preta apertada, enquanto ele ficava lá embaixo, espiando atentamente ela subir com passo firme. Ele Sortudo ficou olhando enquanto ela descia de novo, os peitos dela balançando suavemente dentro da camiseta esportiva a cada passo que dava, mostrando que, apesar do bom tamanho, continuavam firmes, fruto da juventude. Dani parecia alheia ao olhar de Dom Rômulo, ainda o via como um velho amigo e não deu muita bola enquanto voltava para pegar outra caixa. Conforme Dani avançava na tarefa, diminuiu um pouco o ritmo, o que deu ao velho tempo extra para admirar aquela bunda grande e linda se mexendo a cada degrau que a garota subia.infielPronto, Daniela moveu todas as caixas. Um leve suor cobria o rosto dela, ela levantou a parte de baixo da blusa pra limpar a testa enquanto seu Rômulo olhava. A camiseta esportiva subiu, revelando uma barriga firme e lisa. O polo esportivo foi erguido até mostrar as bordas do sutiã, depois ela baixou a roupa de volta e sorriu ao encontrar os olhos do velho. — Uau! Tudo pronto, seu Rômulo. Mais alguma coisa que eu possa fazer? — Ah, não, querida, é só isso. Que prazer ver você trabalhar. Quer dizer, bem, você já sabe… hum — O que foi, seu moço? — perguntou a moça, intrigada com a gagueira do velho. — Bom, Daniela, me desculpa se meu olhar te incomodou esses dias, faz tanto tempo que não vejo o corpo de uma mulher, especialmente um tão lindo quanto o seu. Espero que não se importe de eu falar isso. — Sério, seu Rômulo? Não, imagina! Nem percebi! Kkkk… é… o senhor acha que eu tenho um corpo bonito? — perguntou Daniela, e, sem perceber, passou as mãos pelos lados até descer pelos quadris e pela barriga. — Ah, sim… você é muito gostosa mesmo. Fico pensando se você podia me fazer um favorzinho. Hum, algo tipo… não, esquece… nem devia pedir… desculpa. Daniela fez uma pausa e observou o velho desviar o olhar por um segundo, se afastando e murmurando, meio sem graça e envergonhado. — O que foi, seu Rômulo? O senhor me ajudou tanto até agora, que tipo de favor eu posso fazer pro senhor? Eu realmente posso tentar ajudar. — Não, Dani… não devia ter falado nada… é que quando te vi trabalhando hoje, percebi quanto tempo fazia desde que tinha visto uma mulher bonita e podido admirar o corpo dela. — Ah, muito obrigada, seu Rômulo, mas me diz, que favor o senhor queria me pedir? Fala com confiança. — Ah, me sinto um idiota agora… é que esses dias eu tenho te visto com sua roupa de academia, que por sinal fica muito bem em você, mas… pensei se talvez pudesse te ver com outro tipo de roupa... sabe, algo mais leve, típico do verão e típico de uma mulher tão jovem e gostosa como você, talvez um shortinho... ou uma minissaia ou algo assim. Seria uma forma de lembrar e apreciar como uma mulher realmente se parece, já que, como sabe, minha esposa faleceu há 15 anos e desde então não fiquei com outra mulher. Daniela se surpreendeu um pouco, não tinha percebido que o velho estava olhando para ela todo esse tempo, e é que com os óculos escuros que Dom Rômulo usava, era difícil saber para onde ele estava olhando — uau!, senhor Rômulo, não sei... isso é um favor diferente... tô falando porque acho que meu namorado não ia gostar da ideia de eu usar esse tipo de roupa quando não tô com ele.. — Não, tá tudo bem, nem deveria ter perguntado. Por favor, esquece que eu falei qualquer coisa... Não quero que pense que sou um velho babaca... me desculpa. — Ah, não se preocupa, seu. Na real, seu comentário não me incomodou nada, é só que não tenho nada assim, embora ache que não seja muito diferente dos shorts esportivos que uso quando vou pra academia. Comecei a usar eles neste verão, mas fora da academia não uso. — Mocinha, seu corpo é muito lindo, você devia comprar umas coisas como as que mencionei... ou será que eu poderia?... Quer uns conjuntinhos bonitos? Vou te falar, por todo o trabalho que você fez no jardim e dentro de casa, como agradecimento posso comprar uns desses conjuntinhos pra você e pode usar aqui quando quiser. — hummm, bom, acho que não seria nada demais variar um pouco minhas roupas pra não ficar sempre com a mesma coisa, não é que me falte, mas um conjunto novo de roupa nunca cai mal hehe, tá bom, aceito. Vou anotar meus tamanhos pra você, pra ser sincera, tava pensando em comprar uns agora que o verão tá começando — Bom, se eu comprar algo pra você... sabe... de bom gosto, talvez pudesse modelar aqui, só por alguns minutos— sugeriu com um pouco de medo, conseguindo a aprovação da jovenzinha. Ela balançou a cabeça afirmativamente. “Isso foi realmente estranho. O velho senhor Rômulo acabou de me pedir pra modelar umas minissaias pra ele lembrar como é uma mulher jovem. Acho que ele deve estar muito sozinho, já faz anos que a esposa dele morreu. Bom, o que pode dar de errado? Tô começando o verão e mostrar um pouco as pernas não vai fazer mal.” — pensou a garota. — “Bom, seria legal ter uma roupa ou duas, então... por que não?” — “Pronto, então tá resolvido. Vou escolher algo mais tarde numa loja do centro e você vai ter isso logo. Pense como um presente meu pra esse verão! E também por ser uma vizinha responsável que cuida das travessuras do bichinho dele.” — “Combinado!” — declarou Dani, pegou uma caneta em cima da mesa e anotou os tamanhos que costuma usar nesse tipo de roupa. O velho olhou pro papel, imaginou os tamanhos, sorriu ao pensar como a garota ficaria com o tipo de roupa que ele escolheria pra ela e, depois de um silêncio constrangedor, o velho voltou dos pensamentos e ofereceu um pouco de chá. — “Não, tá de boa, senhor Rômulo. Eu realmente tenho que ir.” Daniela se dirigiu pra porta de saída, o velhote seguiu ela de perto, olhando ainda mais de perto aquela bunda gostosa. Antes de ir, a jovem se abaixou pra arrumar um dos tênis na frente do velho. Enquanto se curvava, o ancião viu a camiseta esportiva cair um pouco, deixando à mostra parte daqueles peitos lindos que balançavam quando ela se mexia pra amarrar o tênis. Quando a garota se levantou, o velho desviou o olhar rapidamente e viu a moça sorrindo, dando tchau e saindo. Continua...

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