Visita de verão gostosa

PARTE 2

Primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3618310/Visita-de-verano.htmlMinha tia Eva foi embora e eu sentia muita falta dela. Toda noite eu tinha sonhos eróticos com ela e todo dia me masturbava lembrando do corpo nu dela. E aos poucos foi entrando na minha cabeça um pensamento sexual em relação à minha mãe: se eu tinha conseguido comer minha tia… por que não ia conseguir com a minha mãe?

A gente sempre voltava pro povoado uma vez por ano pra visitar meus avós, que moravam no outro lado da vila em relação à casa da minha mãe, onde eu estava. E toda vez que minhas tias Eva ou Marta, ou minha prima Andrea vinham, elas sempre passavam a noite na casa da minha mãe pra não serem um peso pros meus avós. Eles já estavam velhos.

E como era verão e época de férias, minha tia Marta nos deu uma surpresa com a visita dela. Eu não esperava por isso de jeito nenhum e foi uma alegria danada. E ela também ia dormir na outra cama do meu quarto, onde duas semanas atrás minha tia Eva e eu fodemos como animais. Marta era alta, com peitos pequenos e magra, parecia filha adotada porque não se parecia muito com as mulheres da família, só tinha em comum a cor do cabelo, castanho, mas ela pintava e deixava loiro. Sempre teve piada sobre ela ser adotada, mas meus avós sempre negaram.

Marta era professora num colégio particular exclusivo pra mulheres, muito prestigiado. Era uma puta professora boa.

A família toda especulava sobre a homossexualidade da Marta, porque ela nunca tinha casado e sempre tinha morado com mulheres. Ela sempre dizia que eram amigas ou só colegas de apartamento, mas todo mundo sabia que tinham sido namoradas dela. Mas, mesmo sabendo, a gente nunca falava com ela sobre o assunto, principalmente porque ela era uma pessoa muito reservada sobre essas coisas tão pessoais.

Na tarde em que ela chegou, minha mãe tava trabalhando. Eu, todo feliz, cumprimentei ela com um abraço bem forte. E depois de nos cumprimentar e deixar as coisas dela no meu quarto, começou o interrogatório sobre a minha vida: como eu tava na faculdade, as matérias que eu me dava melhor, se precisava de ajuda. etc. Uma verdadeira professora dos pés à cabeça.
De repente, começou o interrogatório sobre minha vida amorosa. Contei sobre minha namorada que morava a centenas de quilômetros e ela sentiu pena de mim.
— Tenho certeza de que você está morrendo de vontade de vê-la. Conheço muito bem os jovens de hoje em dia. Já dei aula para eles — riu como riem as mulheres da família, prova de que não era adotada — e aposto que você está perdendo a cabeça, tanto na mente quanto no corpo. Sei que vocês, jovens, têm certas necessidades. Como você lida com a falta de contato físico? Na sua idade, você deve ser bem ativo sexualmente. E espero que sempre tenha usado proteção, sobrinho.
— Claro que sim, tia — falei, corando — uso camisinha com as mulheres com quem transo, embora seria muito mais fácil se eu fosse gay. — Naquele momento, fiquei sem palavras, não sabia por que tinha dito aquilo, a homossexualidade era um tabu em casa, especialmente com a Marta.

Tia Marta me olhou espantada — olha, sobrinho, primeiro, camisinha deve ser usada tanto com homens quanto com mulheres, não é só pra evitar gravidez, mas também doenças. Segundo, você está me dizendo que transa com outras mulheres além da sua namorada? E terceiro, o que você sabe sobre homossexualidade e por que se assustou ao me contar?

— Tia, desculpa… não queria dizer isso. Pra mim, não importa quem você goste, o que importa é que você seja feliz — falei de cabeça baixa.

— Que bobo você é, sobrinho. Se eu fosse lésbica, não seria nada demais, mas não sou lésbica. Sou bissexual. Gosto tanto de homens quanto de mulheres. Mas não vou pra cama com qualquer um. Cuido muito com quem eu durmo. Mas me diga, além da sua namorada, com quem você já transou?

— Tia… não sei se deveria te contar…

— Olha, eu tenho muitos segredos, um a mais não vai tornar minha vida impossível, mas não vou te obrigar, me conta se quiser — e sorriu. Aquele sorriso me fez sentir bem, à vontade e confiante com minha tia Marta.

— Bom… você sabe que a tia Eva esteve aqui há duas semanas. E Bom… não sei se ela vai se importar de eu te contar… mas ela e eu nos divertimos muito juntos.

Marta riu — Pelo amor de Deus, que dois diabinhos travessos. Sua tia sempre foi muito puta. E sinceramente, em algum momento eu pensei, conhecendo ela e sabendo no homem que você se tornou, imaginei que poderia acabar acontecendo, e olhando pra você, até eu teria caído na tentação. Mas me conta, quero saber tudo o que vocês fizeram. Sua tia Marta guarda segredos muito bem. — sorriu e riu de novo.

— Bom… a primeira coisa que aconteceu foi que ela me masturbou uma noite até eu gozar.

— Em outras palavras, ela te deu uma punheta — e soltou uma gargalhada.

Essa conversa, lembrando da minha tia Eva, fez meu pau ficar duro. E Marta percebeu. Ela se aproximou de mim e, pegando no meu pau, disse: — Você não vai se importar se eu conferir o que a Eva aproveitou, vai?

Ela tirou meu pau da calça, cuspiu na mão e começou a me masturbar. Eu tava há duas semanas batendo uma pensando na minha tia Eva, mas nunca imaginei sentir a mão da minha tia Marta no meu pau, e não dava pra segurar muito mais, só tinha um minuto de punheta, mas eu tava muito excitado.

Marta sentiu que eu ia gozar, e rapidamente se ajoelhou, aproximou a boca do meu pau e recebeu toda a minha porra dentro dela. Passou a língua por todo o membro, deixando ele completamente limpo, se levantou e sorriu pra mim.

— Seu leite é realmente gostoso e seu pau não é nada pequeno. Já sei porque a Eva aproveitou tanto.

Naquele momento, ouvimos uma chave entrar na fechadura da porta de casa. Na hora, guardei meu pau na calça. Segundos depois, minha mãe entrou e começou a gritar de alegria ao ver minha tia Marta, e correndo se abraçaram. Nossa família era muito carinhosa, em muitos sentidos, cada vez ficava mais claro.

Passamos uma noite agradável. Enquanto jantávamos, Marta de vez em quando tocava na minha perna por baixo da mesa. Tava claro que ela queria brincar, e queria brincar comigo. Ela ria vendo como eu Morria de vergonha e tentando disfarçar minha excitação na frente da minha mãe.
— Do que você tá rindo, Marta? Parece bem animada. É gostoso de ver.
— Sei não, irmãzinha, só tô feliz. — Ela virou o olhar pra mim e me sorriu.

No fim da noite, minha tia e minha mãe começaram a beber e eu fui tomar meu banho noturno de sempre e me joguei na cama. Apaguei total.

Na manhã seguinte, senti um calor humano do meu lado e fui acordando aos poucos. Estendi a mão, ainda de olhos fechados, e toquei um corpo pelado. Me levantei devagar, puxei os lençóis suavemente pra baixo pra ver quem tava do meu lado. E claro, era minha tia Marta.

Ela ainda tava dormindo, com uma mão entre as pernas e o dedão na boca. Era muito fofo. Uma professora de trinta e oito anos dormindo chupando o dedo. Comecei a sorrir olhando pra ela, e os olhos dela foram se abrindo devagar. Ela me sorriu e esticou os braços na minha direção.

Um jeito muito bom de começar o dia. Abracei minha tia e a gente se enrolou, se abraçando com braços e pernas. Senti o calor do corpo dela, os peitos e os bicos roçando no meu peito. Nossos lábios se procuraram e se encontraram num duelo onde nossas línguas eram as guerreiras, brigando entre si. Passei a mão no cabelo liso dela, e ela passou a mão nos meus cachos rebeldes. Minha pica tava dura e comecei a esfregar na pele nua dela. Marta se virou, pegou uma camisinha do short dela no chão, abriu, deslizou no meu pau e guiou ele até a buceta molhada dela. Comecei a penetrar devagar, aproveitando a umidade dela.

Ela subiu em cima de mim e começou a me cavalgar, subindo e descendo. Primeiro devagar, mas foi aumentando o ritmo, subindo e descendo com força, se jogando com tudo na minha pica e na minha bacia. Começou a fazer cada vez mais rápido, forte e fundo, enquanto gemia e gritava de tesão.

Eu acariciava, apertava e chupava os peitos dela o máximo que podia, e ela pedia pra eu chupar e apertar mais forte, e foi o que eu fiz. Com toda a força que eu tinha, apertava e chupava os peitos dela enquanto ela gritava de dor e prazer.
Comecei a sentir os fluidos da minha tia Marta escorrendo pelos meus testículos e até entrando pelas minhas nádegas. Ela estava muito molhada e pingando. Sabia que ela estava adorando meu pau. Senti minha gozada chegando e, com muita força, segurando Marta pela cintura, penetrei ela até encher a camisinha com meu esperma.
Minha tia se levantou e se deixou cair ao meu lado. Tirou a camisinha e colocou na mesinha de cabeceira. Chegou perto do meu pau e começou a lamber de cima a baixo. Ela chupava muito bem, como minha família estava enganada sobre o lesbianismo dela.
Ela pulou da cama com um sorriso de orelha a orelha e foi para o banheiro.
Fiquei na cama olhando para o teto e curtindo o momento.
Minutos depois, fui ao banheiro. Ouvi Marta tomando banho, mas a porta não estava trancada. Entrei e comecei a mijar. Me concentrando para não ter uma ereção.
Minha mãe foi trabalhar, era impossível que não tivesse nos ouvido, mas se ouviu, não falou nada. Marta e eu fomos visitar meus avós. Passamos o dia conversando e curtindo a companhia um do outro.
Nos dias seguintes, Marta visitou parentes e amigos, igual a Eva fez. Toda noite jantávamos juntos e, deitados nas camas, ela me contava encontros com ex-namorados e ex-namoradas. Me contava todas as posições que fazia, que adorava chupar bucetas, e enquanto ela contava todas as experiências dela, eu me masturbava na frente dela até gozar, mas ela só olhava, nunca me tocava, às vezes me deixava ver os peitos dela ou a buceta, mas nada mais.
Mas chegou a última noite que ela estaria em casa. E deitados, Marta sentou na cama e disse:

— Então, sobrinho. Essa é sua chance. Quer chupar minha buceta? Tô molhada... e é toda sua.

Meu pau ficou duro na hora e me excitei como nunca.

— Claro, tia... você não sabe a vontade que eu tô, pensei que nunca ia me pedir.

— Perfeito. porque eu também quero comer sua rola… a gente pode fazer ao mesmo tempo.

Marta se levantou e deixou o roupão escorregar pelo corpo até cair no chão, ficando completamente nua. Os mamilos dela estavam durinhos. A buceta dela tinha pouca penugem, mas estava muito molhada, a ponto de a luz da lua refletir na umidade.

Eu me levantei e me aproximei dela, começando a acariciar o corpo dela, beijando os lábios dela e curtindo a língua brincalhona dela. Joguei ela na minha cama, subi em cima da minha tia e, de um pulo, coloquei minha rola na altura da boca dela e a buceta dela na altura da minha. Comecei a lamber e chupar o clitóris dela enquanto meus dedos penetravam a buceta dela. Ela começou a acariciar minha rola com as duas mãos, com a minha cabeça enfiada na boca dela, dando lambidas. Ela começou a apertar minhas bolas de leve, e eu comecei a gemer de dor e prazer. Comecei a meter minha rola na boca dela… o máximo que conseguia… ela não resistia, deixava eu meter até a profundidade que eu quisesse. Comecei a enfiar meus dedos com força na buceta dela, enquanto lambia o clitóris dela e comecei a foder a boca dela.

Eu continuei comendo a buceta dela, e um arrepio percorreu meu corpo inteiro quando senti um dedo da minha tia Marta entrando no meu cu enquanto minha rola fodía a boca dela, mas eu gostei da sensação e deixei ela continuar. Ela enfiava até o fundo, parecia uma vingança por eu estar metendo minha rola até o esôfago dela. A buceta dela tinha um gosto delicioso. Não parava de jorrar fluido, deixando a cama toda molhada.

Ela tinha o polegar e o indicador em volta da base da minha rola, apertando como um anel, e evitava que eu gozasse, mesmo que meu leite estivesse prestes a jorrar. Ela continuou me penetrando com o dedo, e minha rola continuava fodendo a boca dela.

— Tia… por favor, deixa eu gozar… vou explodir.

Ela afrouxou os dedos, enfiou dois dedos no meu cu, e minha rola começou a jorrar jatos e jatos de leite, tudo na boca dela. Engasgando como pôde, ela engoliu todo o meu leite.

Eu me senti muito cansado, me virei e dei um beijo nos lábios dela. Um beijo com gosto de… meu sêmen e o fluido dela. E nos fundimos num abraço que mistura amor familiar e sexual.

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