Olha, vou aproveitar pra contar o que rolou nas festas de fim de ano do ano passado, onde minha mulher se atreveu com outro cara, achando que eu não ia perceber, mas... Melhor eu contar logo. Acontece que pra esse dia especial, na tarde/noite do dia 31 de dezembro, minha esposa e uma das irmãs dela tinham combinado de se vestir bem gostosas. Minha esposa no começo não queria, mas depois eu convenci, embora tenha sido um parto, porque ela não tá acostumada a se vestir assim. Falei que era só uma vez e que a gente ia ficar na casa da irmã dela, a Lucy. Aí ela disse: "Se você me levar no salão e comprar uns sapatos que eu quero, a gente vê." Bom, pra não enrolar, ela aceitou.
Vale dizer que nesse dia muitas mulheres estavam lindas, então ela não era exceção. Quando a gente chegou, minha sogra falou: "Mas meninas, e vocês?" Elas só riram. Minha outra cunhada, a Lucy, usava um legging tipo lycra que marcava toda a buceta gostosa dela. As primeiras horas foram normais: crianças pra cá, convidados, mais família política, aquela bagunça de fim de ano. Mas conforme a noite foi passando, o clima ficou mais animado. Pouco antes da meia-noite, dancei com uma amiga da minha cunhada Lucy, que também era uma gostosa. Minha esposa não gostou nada, mas as irmãs dela acalmaram ela, embora eu tenha ficado de mal.
Quando deu meia-noite, começaram os abraços. Minha esposa veio, me abraçou e disse que não era nada, que me desculpasse, e blá blá blá. Eu falei que, pra ficar brigando, era melhor eu ir dormir e que ela fizesse o que quisesse. Ela disse: "Não, como assim?" e blá blá blá. Nisso, minha cunhada chegou com uns drinks e falou: "Foda-se vocês, olha, tomem uns drinks, parecem namorados." Depois disso, tudo voltou ao normal, pelo menos eu achava.
Quase a noite toda, antes da meia-noite, a casa tava cheia, mas conforme a noite foi passando, algumas pessoas foram embora. Lá pela 1 da manhã, de comum acordo, a gente decidiu transformar a casa numa pista de dança, só com luzinhas acesas. Alguns já... Estavam mais bêbados que outros, e a dança já era uma bagunça. Lá pelas duas da manhã, dançando com minha cunhada Karina, eu encostei nela e ela disse: — Nossa, cunhado, você já não aguenta mais. Acho que por causa da bebedeira, respondi que queria comer a mãe dela e minha esposa. Ela ficou meio surpresa e foi embora. Eu fiquei, e não sei o que aconteceu, mas depois de um tempo, ela chegou. Eu estava na cozinha e ela disse: — Como eu queria que aquele cara pensasse igual. Pensei: "Poxa", mas ficou por isso. Depois disso, as coisas começaram a esquentar. Eu passava a mão na minha esposa e, às vezes, contava pra minha cunhada, acho que por causa da bebida. Lá pelas três da manhã, garantimos que as crianças estivessem trancadas no quarto, e os últimos convidados foram embora. Só ficamos a família e o Jorge, um cara muito próximo da minha outra cunhada, a anfitriã. Foi mais ou menos às três e meia que decidimos abaixar a música e conversar. Estavam minhas duas cunhadas, minha esposa, os maridos delas, o Jorge e minha sogra. No meio da conversa, vieram as piadas de putaria, mas no fundo senti que eu e mais dois estávamos bem doidões. Bom, fomos colocá-los pra dormir. Quando voltei, percebi que tanto minha cunhada quanto minha esposa já não ligavam mais pra como se sentavam, e de vez em quando eu via as partes delas, o que me deixava ainda mais excitado. Depois, decidimos ir tirar umas fotos no terraço. Minha esposa subiu primeiro, e depois eu com minha cunhada. Subindo, falei: — Você também é bem gostosa, como eu queria dar uma chupada nessa buceta. Minha cunhada só sorriu e apertou minha bunda, dizendo: — Melhor subir. Lá em cima, em uma das fotos, aproveitei pra passar a mão na minha esposa e na minha cunhada. Depois descemos e ficamos um tempo lá. Minha esposa e minha cunhada foram pra cozinha, e minha sogra disse: — Vou ver se todo mundo já dormiu, já são umas quatro da manhã. Passaram alguns minutos e elas não voltavam. Fui ver o que estava rolando, quando encontrei minha sogra e logo depois minha esposa. e a irmã dela e me falam: "e aí, já tá com sono?" Minha sogra fala pra elas: "nossa, vocês já tão bem animadas e esses looks de vocês..." Minha esposa responde: "não, isso não tá tão curto, é curto sim" e levanta um pouco a saia. Aí minha cunhada faz o mesmo. Minha sogra ficou meio surpresa, mas não falou nada. Aí vimos que tinha um pouco de Zacapa Centenário e falamos: "vamos pegar gelo e fazer um brinde", mas não bebemos ali. Fomos pra sala. Quando minha esposa e minha cunhada sentaram, a saia de uma e o vestido da outra subiram, e deu pra ver a buceta toda. Meu pau subiu na hora. E aí, Jorge, vocês já sabem, eu não sabia o que fazer. Nisso, minha esposa fala: "vamos ver nossos filhos" e levanta, puxando a irmã com a roupa quase nas nádegas, e elas vão. Eu fico conversando com Jorge, que comenta como elas estavam gostosas de se ver. Depois elas voltam com minha sogra, que fala: "e não vão dormir não?" A gente só riu: "já já a gente termina o drink". Mas aí Jorge levantou e disse: "vou no banheiro". Daí, minha mulher e a irmã dela foram pro banheiro também. Como tem dois banheiros, não liguei. Como elas não voltavam, resolvi ir ver o que tava rolando. Fui no primeiro banheiro, entrei, não tinha ninguém. "Porra, cadê todo mundo?", pensei, e fui pro outro. Mas vi que a cortina tava abaixada. Quando ia entrar, ouvi a voz da minha cunhada e depois da minha esposa: "melhor chamar o Luis" — ou seja, eu — "pra entrar o Jorge, que ficou dormindo no banheiro". E olha, com isso, eu do lado de fora, voltei rápido e me fiz de dormindo. Depois elas chegaram e, bom, vocês já sabem. Como não tiveram resposta, foram embora. Mas daí a pouco decidi ir ver o que tava rolando. Cheguei e minha cunhada tava na porta com a cortina, tipo dando cobertura. Melhor dar a volta por outro lado pra não ser visto. Dessa vez, ouvi sussurros: "você viu que ele tem grosso? Chupa ele, já viu? Eu chupei e ele nem sentiu." Eu tava gelado. Aí minha esposa fala: "melhor eu..." e nisso chega minha sogra: "e vocês, o que tão fazendo?" "Nada, mãe." Eu pensei que ela fosse falar alguma coisa, mas ela só disse: "esse Jorge com essa coisa dele... Saí e entrei, e depois de um tempo só escuto um "haaa haaa haaa, que gostosa", e aí um "cala a boca, tampa a boca, mija", e depois minha sogra: "vocês, hein? Eu vim aqui só pra mijar". A outra fala: "ai, mãe, faz aí não, melhor eu ir no outro". "Não, homem, eu também tô com vontade, vamos fazer". E aí eu falei: "bom, vamos entrar". Cheguei perto e, como quem vai mijar, meti a mão na calça, tirei a piroca pra fora e entrei. E me deparo com minha esposa montada, minha sogra e minha cunhada mijando. Elas ficaram surpresas, sem saber o que dizer. Peguei papel pra secar as bucetinhas delas e fiz questão de mostrar a piroca pras duas. Minha cunhada e minha sogra me fizeram um boquete gostoso, gozei nas duas enquanto minha mulher tava na cozinha com outro cara que, acho, não tava tão dormindo assim. Depois minha cunhada falou: "agora é minha vez, sogrão". Ela disse: "faz no cu, mãe, ele tem a piroca grande, com esse pauzão você nem vai sentir". Aí minha cunhada subiu no vaso, se ajeitou com a piroca do Jorge e foi enfiando devagar. Eu, vendo aquilo, levantei as pernas da minha cunhada e comecei a meter nela também, enquanto minha esposa olhava. Nisso, minha sogra fala: "olha, o David, marido da que tava ali, chegou". Eu falei pra minha esposa: "vai lá ver". Ela saiu e eu escutei ele perguntar: "cadê vocês?" Ela respondeu: "aí, entrei no banheiro". Minha esposa disse: "ai, ai, o que foi?" "Acho que algo me picou aqui". Eu só escutava: "vamos ver". Depois minha sogra falou: "melhor a gente sair". Mas quando íamos sair, meu cunhado virou pra ver minha mulher, rapidinho chamou a atenção dela e disse: "cunhado, gostou de como eu vim?" Ele reagiu e disse: "sim". Minha mulher falou: "chega mais perto". Aí minha sogra disse: "já chega, vocês saiam". E saímos. Meu cunhado tava com minha mulher de pernas abertas na pia. Nós passamos por trás deles e fomos deitar. Depois de um tempo, minha esposa chegou com as pernas manchadas de sêmen. Depois meu cunhado chegou com uma cara de assustado pelo que tinha feito, como se ele fosse o culpado. Depois disso, nos despedimos e fomos dormir. Até hoje ninguém mais sabe, e minha esposa me disse que ele falou uma vez pra ela, pedindo desculpa, que tava bêbado. E a gente também nunca mais fez de novo.
Vale dizer que nesse dia muitas mulheres estavam lindas, então ela não era exceção. Quando a gente chegou, minha sogra falou: "Mas meninas, e vocês?" Elas só riram. Minha outra cunhada, a Lucy, usava um legging tipo lycra que marcava toda a buceta gostosa dela. As primeiras horas foram normais: crianças pra cá, convidados, mais família política, aquela bagunça de fim de ano. Mas conforme a noite foi passando, o clima ficou mais animado. Pouco antes da meia-noite, dancei com uma amiga da minha cunhada Lucy, que também era uma gostosa. Minha esposa não gostou nada, mas as irmãs dela acalmaram ela, embora eu tenha ficado de mal.
Quando deu meia-noite, começaram os abraços. Minha esposa veio, me abraçou e disse que não era nada, que me desculpasse, e blá blá blá. Eu falei que, pra ficar brigando, era melhor eu ir dormir e que ela fizesse o que quisesse. Ela disse: "Não, como assim?" e blá blá blá. Nisso, minha cunhada chegou com uns drinks e falou: "Foda-se vocês, olha, tomem uns drinks, parecem namorados." Depois disso, tudo voltou ao normal, pelo menos eu achava.
Quase a noite toda, antes da meia-noite, a casa tava cheia, mas conforme a noite foi passando, algumas pessoas foram embora. Lá pela 1 da manhã, de comum acordo, a gente decidiu transformar a casa numa pista de dança, só com luzinhas acesas. Alguns já... Estavam mais bêbados que outros, e a dança já era uma bagunça. Lá pelas duas da manhã, dançando com minha cunhada Karina, eu encostei nela e ela disse: — Nossa, cunhado, você já não aguenta mais. Acho que por causa da bebedeira, respondi que queria comer a mãe dela e minha esposa. Ela ficou meio surpresa e foi embora. Eu fiquei, e não sei o que aconteceu, mas depois de um tempo, ela chegou. Eu estava na cozinha e ela disse: — Como eu queria que aquele cara pensasse igual. Pensei: "Poxa", mas ficou por isso. Depois disso, as coisas começaram a esquentar. Eu passava a mão na minha esposa e, às vezes, contava pra minha cunhada, acho que por causa da bebida. Lá pelas três da manhã, garantimos que as crianças estivessem trancadas no quarto, e os últimos convidados foram embora. Só ficamos a família e o Jorge, um cara muito próximo da minha outra cunhada, a anfitriã. Foi mais ou menos às três e meia que decidimos abaixar a música e conversar. Estavam minhas duas cunhadas, minha esposa, os maridos delas, o Jorge e minha sogra. No meio da conversa, vieram as piadas de putaria, mas no fundo senti que eu e mais dois estávamos bem doidões. Bom, fomos colocá-los pra dormir. Quando voltei, percebi que tanto minha cunhada quanto minha esposa já não ligavam mais pra como se sentavam, e de vez em quando eu via as partes delas, o que me deixava ainda mais excitado. Depois, decidimos ir tirar umas fotos no terraço. Minha esposa subiu primeiro, e depois eu com minha cunhada. Subindo, falei: — Você também é bem gostosa, como eu queria dar uma chupada nessa buceta. Minha cunhada só sorriu e apertou minha bunda, dizendo: — Melhor subir. Lá em cima, em uma das fotos, aproveitei pra passar a mão na minha esposa e na minha cunhada. Depois descemos e ficamos um tempo lá. Minha esposa e minha cunhada foram pra cozinha, e minha sogra disse: — Vou ver se todo mundo já dormiu, já são umas quatro da manhã. Passaram alguns minutos e elas não voltavam. Fui ver o que estava rolando, quando encontrei minha sogra e logo depois minha esposa. e a irmã dela e me falam: "e aí, já tá com sono?" Minha sogra fala pra elas: "nossa, vocês já tão bem animadas e esses looks de vocês..." Minha esposa responde: "não, isso não tá tão curto, é curto sim" e levanta um pouco a saia. Aí minha cunhada faz o mesmo. Minha sogra ficou meio surpresa, mas não falou nada. Aí vimos que tinha um pouco de Zacapa Centenário e falamos: "vamos pegar gelo e fazer um brinde", mas não bebemos ali. Fomos pra sala. Quando minha esposa e minha cunhada sentaram, a saia de uma e o vestido da outra subiram, e deu pra ver a buceta toda. Meu pau subiu na hora. E aí, Jorge, vocês já sabem, eu não sabia o que fazer. Nisso, minha esposa fala: "vamos ver nossos filhos" e levanta, puxando a irmã com a roupa quase nas nádegas, e elas vão. Eu fico conversando com Jorge, que comenta como elas estavam gostosas de se ver. Depois elas voltam com minha sogra, que fala: "e não vão dormir não?" A gente só riu: "já já a gente termina o drink". Mas aí Jorge levantou e disse: "vou no banheiro". Daí, minha mulher e a irmã dela foram pro banheiro também. Como tem dois banheiros, não liguei. Como elas não voltavam, resolvi ir ver o que tava rolando. Fui no primeiro banheiro, entrei, não tinha ninguém. "Porra, cadê todo mundo?", pensei, e fui pro outro. Mas vi que a cortina tava abaixada. Quando ia entrar, ouvi a voz da minha cunhada e depois da minha esposa: "melhor chamar o Luis" — ou seja, eu — "pra entrar o Jorge, que ficou dormindo no banheiro". E olha, com isso, eu do lado de fora, voltei rápido e me fiz de dormindo. Depois elas chegaram e, bom, vocês já sabem. Como não tiveram resposta, foram embora. Mas daí a pouco decidi ir ver o que tava rolando. Cheguei e minha cunhada tava na porta com a cortina, tipo dando cobertura. Melhor dar a volta por outro lado pra não ser visto. Dessa vez, ouvi sussurros: "você viu que ele tem grosso? Chupa ele, já viu? Eu chupei e ele nem sentiu." Eu tava gelado. Aí minha esposa fala: "melhor eu..." e nisso chega minha sogra: "e vocês, o que tão fazendo?" "Nada, mãe." Eu pensei que ela fosse falar alguma coisa, mas ela só disse: "esse Jorge com essa coisa dele... Saí e entrei, e depois de um tempo só escuto um "haaa haaa haaa, que gostosa", e aí um "cala a boca, tampa a boca, mija", e depois minha sogra: "vocês, hein? Eu vim aqui só pra mijar". A outra fala: "ai, mãe, faz aí não, melhor eu ir no outro". "Não, homem, eu também tô com vontade, vamos fazer". E aí eu falei: "bom, vamos entrar". Cheguei perto e, como quem vai mijar, meti a mão na calça, tirei a piroca pra fora e entrei. E me deparo com minha esposa montada, minha sogra e minha cunhada mijando. Elas ficaram surpresas, sem saber o que dizer. Peguei papel pra secar as bucetinhas delas e fiz questão de mostrar a piroca pras duas. Minha cunhada e minha sogra me fizeram um boquete gostoso, gozei nas duas enquanto minha mulher tava na cozinha com outro cara que, acho, não tava tão dormindo assim. Depois minha cunhada falou: "agora é minha vez, sogrão". Ela disse: "faz no cu, mãe, ele tem a piroca grande, com esse pauzão você nem vai sentir". Aí minha cunhada subiu no vaso, se ajeitou com a piroca do Jorge e foi enfiando devagar. Eu, vendo aquilo, levantei as pernas da minha cunhada e comecei a meter nela também, enquanto minha esposa olhava. Nisso, minha sogra fala: "olha, o David, marido da que tava ali, chegou". Eu falei pra minha esposa: "vai lá ver". Ela saiu e eu escutei ele perguntar: "cadê vocês?" Ela respondeu: "aí, entrei no banheiro". Minha esposa disse: "ai, ai, o que foi?" "Acho que algo me picou aqui". Eu só escutava: "vamos ver". Depois minha sogra falou: "melhor a gente sair". Mas quando íamos sair, meu cunhado virou pra ver minha mulher, rapidinho chamou a atenção dela e disse: "cunhado, gostou de como eu vim?" Ele reagiu e disse: "sim". Minha mulher falou: "chega mais perto". Aí minha sogra disse: "já chega, vocês saiam". E saímos. Meu cunhado tava com minha mulher de pernas abertas na pia. Nós passamos por trás deles e fomos deitar. Depois de um tempo, minha esposa chegou com as pernas manchadas de sêmen. Depois meu cunhado chegou com uma cara de assustado pelo que tinha feito, como se ele fosse o culpado. Depois disso, nos despedimos e fomos dormir. Até hoje ninguém mais sabe, e minha esposa me disse que ele falou uma vez pra ela, pedindo desculpa, que tava bêbado. E a gente também nunca mais fez de novo.
1 comentários - Minha esposa no banho com outro e minha cunhada de disfarce