Beleza, galera. Dessa vez vou contar um causo de uns tempos atrás. Aconteceu com uma madrinha minha. Eu era moleque e não sacava muito de sexo. Um dia, minha mãe falou pra mim e pro meu irmão que a gente ia acompanhar ela na casa da comadre dela. Quando chegamos lá, tava ela, a Rocio. Corpo de matar, uns peitões lindos e enormes, umas pernonas e uma raba de dar água na boca. Era impossível não olhar pra ela na rua, e quando tava com minha mãe, era pior ainda. Minha mãe é mais baixa que a Rocio, mas tem umas pernas tão incríveis quanto as dela. As duas faziam aula de spinning e zumba juntas.
Um dia, minha madrinha fala pra minha mãe: "Já comprei aquilo que te falei". E com um olhar cúmplice, olhou pra mim e pro meu irmão. Nisso, minha mãe mandou a gente brincar com as filhas da minha madrinha. Elas subiram pro segundo andar, mas eu fiquei curioso. Então, depois que elas entraram no quarto, fiquei espiando por uma fresta entre a porta e a parede. A Rocio tirou uma caixa de papelão bem grande. Elas abriram e ficaram de boca aberta. De dentro, tiraram o que eu pensei que fosse um taco de beisebol, mas era estranho. Era do mesmo tamanho, mas todo da mesma grossura. Tinha duas pontas e não era tão rígido.
Aí a Rocio começa a beijar minha mãe. Eu não acreditava no que tava vendo. Como assim, isso era possível? Mas fiquei mais surpreso ainda quando minha mãe arrancou a blusa que ela tava usando e deixou aqueles melões enormes no ar. Começou a chupar eles como se fosse um bebê. R: "Nossa, que gostoso você chupando, amor. Como eu adoro que você me coma assim." M: "Você sabe que eu gosto quando a gente se comporta assim." Logo, a Rocio deixou minha mãe pelada. O contraste da pele morena da minha mãe com a branquela da minha madrinha me excitava ainda mais.
Minha mãe deitou a Rocio e começou a tirar a saia que ela usava, só pra perceber que por baixo não tinha calcinha. M: "Você tá muito desesperada, não é?" R: "Tô sim, preciso dos seus carinhos. Isso me excita demais." Pegando o brinquedo delas, começaram um 69. Minha mãe tava por cima, e eu não perdia um detalhe de como a Rocio tava chupando a buceta dela. Eu chupava, lambia e até cuspia. Minha mãe se virou e se agarrou de novo naqueles peitos. Começaram a esfregar as partes uma na outra. E foi aí que eu entendi pra que servia aquele brinquedo. As duas estavam tão molhadas que escorria como se estivessem mijando. Então minha mãe pegou aquela coisa e eu vi como foi sumindo devagar dentro da minha madrinha. Minha mãe deixou ali por um tempo. Nisso, minha madrinha se levantou com aquela coisinha dentro dela e pegou a outra ponta, começando a enfiar na minha mãe. Deus, parecia que estavam se matando, gritavam como se estivesse doendo. Minha virilha estava duríssima, com a Rocio por cima, metendo na minha mãe, e os peitos das duas pulando. Senti que algo estranho acontecia na minha entreperna. De repente, senti um tipo de cãibra desde a base dos meus ovos até meu umbigo. Não saiu nada, mas senti aquilo. Minha mãe se levantou e levou entre as pernas aquela coisa enorme enfiada nela. Minha madrinha ficou na cama de bruços, com as pernas no chão. Minha mãe pegou a outra ponta. Provou e disse: — Quantas vezes você gozou, porca? Com certeza mais de três, isso tá muito grosso. E naquela hora enfiou aquela coisa toda nela. Foi tanta coisa que ela meteu que ficaram corpo com corpo, se chocando. Continuaram assim por mais uns minutos e as duas começaram a tremer e a mijar. Vi elas se beijarem e irem pro banheiro que tinha naquele quarto. Lá dentro, continuaram os barulhos por mais um tempo. Voltei pro meu irmão. E até hoje nunca comentei isso com ninguém.
Um dia, minha madrinha fala pra minha mãe: "Já comprei aquilo que te falei". E com um olhar cúmplice, olhou pra mim e pro meu irmão. Nisso, minha mãe mandou a gente brincar com as filhas da minha madrinha. Elas subiram pro segundo andar, mas eu fiquei curioso. Então, depois que elas entraram no quarto, fiquei espiando por uma fresta entre a porta e a parede. A Rocio tirou uma caixa de papelão bem grande. Elas abriram e ficaram de boca aberta. De dentro, tiraram o que eu pensei que fosse um taco de beisebol, mas era estranho. Era do mesmo tamanho, mas todo da mesma grossura. Tinha duas pontas e não era tão rígido.
Aí a Rocio começa a beijar minha mãe. Eu não acreditava no que tava vendo. Como assim, isso era possível? Mas fiquei mais surpreso ainda quando minha mãe arrancou a blusa que ela tava usando e deixou aqueles melões enormes no ar. Começou a chupar eles como se fosse um bebê. R: "Nossa, que gostoso você chupando, amor. Como eu adoro que você me coma assim." M: "Você sabe que eu gosto quando a gente se comporta assim." Logo, a Rocio deixou minha mãe pelada. O contraste da pele morena da minha mãe com a branquela da minha madrinha me excitava ainda mais.
Minha mãe deitou a Rocio e começou a tirar a saia que ela usava, só pra perceber que por baixo não tinha calcinha. M: "Você tá muito desesperada, não é?" R: "Tô sim, preciso dos seus carinhos. Isso me excita demais." Pegando o brinquedo delas, começaram um 69. Minha mãe tava por cima, e eu não perdia um detalhe de como a Rocio tava chupando a buceta dela. Eu chupava, lambia e até cuspia. Minha mãe se virou e se agarrou de novo naqueles peitos. Começaram a esfregar as partes uma na outra. E foi aí que eu entendi pra que servia aquele brinquedo. As duas estavam tão molhadas que escorria como se estivessem mijando. Então minha mãe pegou aquela coisa e eu vi como foi sumindo devagar dentro da minha madrinha. Minha mãe deixou ali por um tempo. Nisso, minha madrinha se levantou com aquela coisinha dentro dela e pegou a outra ponta, começando a enfiar na minha mãe. Deus, parecia que estavam se matando, gritavam como se estivesse doendo. Minha virilha estava duríssima, com a Rocio por cima, metendo na minha mãe, e os peitos das duas pulando. Senti que algo estranho acontecia na minha entreperna. De repente, senti um tipo de cãibra desde a base dos meus ovos até meu umbigo. Não saiu nada, mas senti aquilo. Minha mãe se levantou e levou entre as pernas aquela coisa enorme enfiada nela. Minha madrinha ficou na cama de bruços, com as pernas no chão. Minha mãe pegou a outra ponta. Provou e disse: — Quantas vezes você gozou, porca? Com certeza mais de três, isso tá muito grosso. E naquela hora enfiou aquela coisa toda nela. Foi tanta coisa que ela meteu que ficaram corpo com corpo, se chocando. Continuaram assim por mais uns minutos e as duas começaram a tremer e a mijar. Vi elas se beijarem e irem pro banheiro que tinha naquele quarto. Lá dentro, continuaram os barulhos por mais um tempo. Voltei pro meu irmão. E até hoje nunca comentei isso com ninguém.
2 comentários - Mi madre y mi madrina