Papi, você me deixa louca

Me chamo Olga, tenho 19 anos e sou bem putinha. E não falo isso por nada especial, é só a realidade. Minha primeira experiência de verdade, ou seja, além de uns amassos e beijos bem intensos desde os 13 anos, foi aos 16 com um colega de classe. Algo que não dá pra lembrar com carinho, foi meio frustrante, já que nós dois éramos totalmente inexperientes e não teve nada de especial pra mim. Repeti com alguns outros da minha idade, mas, embora tenha melhorado um pouco, não era o que eu esperava. Então, seguindo os conselhos da minha amiga Marta, que já tem muita estrada nesse assunto, comecei a me aproximar de homens mais velhos que eu. Como minha amiga dizia: só um homem com experiência suficiente vai te fazer feliz na cama, e esse homem tem que ser um coroa. E assim chegou o primeiro, o professor de educação física, que tinha 35 anos. Custou pra seduzi-lo, apesar de, como se comentava no colégio, ele ser especialista em comer alunas e já ter desvirginado algumas. Mas eu ainda era menor de idade na época, e pra ele isso era um problema, porque já tinha tido algum tipo de treta por causa disso. Mas, enfim, depois de um sorrisinho aqui, um decote ali, um bom cruzamento de pernas, etc., deixei claras minhas intenções e um belo dia ele me convidou pra um lanche no apartamento dele, onde finalmente conheci o que é ter um sexo de qualidade. Mas depois de dois meses nos vendo uma vez por semana, ele acabou me dando um fora; pelo visto, tinha uma fila de novinhas esperando pelos serviços dele. Bom, mais uma vez meio desiludida, continuei procurando coroas e, já com 18 anos completos, encontrei um coroa de verdade: 50 anos, nada mais nada menos que o pai da minha amiga e colega Marta. Ele era divorciado da mulher, morava sozinho e nos fins de semana a filha ia ficar com ele. Eu visitava ela na casa do pai e até dormia lá de vez em quando. E aqui era o contrário, era o coroa que dava em cima de mim. Desde o primeiro dia notei que ele me olhava descaradamente, percorrendo com o olhar todo o meu corpo, com olhar de tarado. Ele devia estar muito carente. Quando minha amiga se ausentava pra ir ao banheiro, ou se retirava pra outra parte da casa pra falar no telefone, eram constantes as insinuações, bem descaradas. Eu só sorria, ainda meio tímida, já que não tava acostumada com essas coisas vindo de um homem daquela idade. Mas não tava dispensando o senhor, a verdade é que ele era bonitão, elegante… Me sentia lisonjeada. Então, aos poucos, fomos ganhando confiança até que eu sucumbi aos desejos dele. Ele se comportou como um cavalheiro, já que reservou um quarto num hotel bacana, onde a gente jantou, tomou champanhe, etc. Eu me senti uma rainha. Depois ele me comeu do jeito que se come uma mulher de verdade, com entusiasmo, sem pressa, se dedicando totalmente a mim, me fazendo gozar como nunca tinha acontecido antes. A gente se encontra de vez em quando, com todo cuidado pra filha dele não descobrir. Fora isso, tenho um meio-namorado, o Marcial, que não me deixa realmente apaixonada, mas me serve bem pra ficar mais servida. Ele também não é nenhum grande expert, é meio sem jeito. O pai da minha amiga é muito melhor. Como eu dizia, me sinto uma puta. O sexo pra mim não tem inibições, acho que é algo natural, tipo comer. Não tenho tabus. Agora, com meus 19 anos, fazendo as contas, entre jovens e mais velhos, mais ou menos já fui comida e comi uns 15 caras, o que não tá ruim pra minha idade. Naquela tarde de junho, com bastante calor, a gente tava sozinho em casa, eu e meu pai. Meu pai tem 48 anos. Minha mãe tinha ido pra uma cidadezinha perto fazer a visita semanal pros avós e ia demorar umas horas pra voltar. Meu irmão mais novo, de 17 anos, tava nas aulas e depois sumia com os amigos até a hora do jantar. Meu pai tinha ido pra cama descansar um pouco. Eu, sozinha no meu quarto, via TV, bem entediada. Comecei a me sentir com tesão, coisa bem comum. Pensei em bater uma punheta, mas Desisti e fui tomar um banho, pra ver se relaxava. Mas não, mesmo com a água fria, a buceta continuava pedindo guerra. Me vesti bem leve, uma calcinha branca simples e uma espécie de top ou camiseta bem curta, fechada em cima, mas embaixo, com qualquer movimento, aparecia a parte de baixo dos peitos, que por sinal são bem grandes.Papi, você me deixa loucaVoltei pro quarto já bem alterada. Não sabia o que fazer, se me masturbar, me segurar, ou chamar o Marcial pra encontrar com ele. Mas sem pensar direito no que tava fazendo, e talvez seguindo só o instinto da mulher que procura o homem, fui pro quarto do papai pra bater um papo e tentar me distrair. Sinceramente, nunca foi minha intenção naquele momento que acontecesse o que aconteceu depois, só precisava de um pouco de companhia masculina, mas os acontecimentos tomaram outro rumo. Meu pai lia um jornal, com o casaco do pijama aberto. Ele é bem musculoso e tem bastante pelo no peito, coisa que sempre me agradou. Quando era criança, quando ele me pegava no colo, gostava de me deitar naquele peito peludo. Meu pai estava com o lençol até a cintura, também com um ar meio entediado. - Oi, papai… - Oi, querida… quer alguma coisa? - Nada, é que tô entediada. Ufff, que tardes mais longas… Papai deixou o jornal de lado e me convidou pra deitar do lado dele. - Vem pra cá e me conta alguma coisa, meu anjo.. - Sei lá, papai, o que vou te contar que você já não saiba? Eu queria sentir meu pai perto. Me encostei bem no corpo dele. Ele se levantou um pouco, apoiado num cotovelo, me olhando com certa curiosidade, com certeza percebia algo diferente em mim do que o normal. - Podia me contar uma história, papai…. - Kkkkkkkk…. Que ideia… Você tá a fim de história agora? - Bom, imagina que era como quando eu tinha sete anos, que eu deitava com você e você lia aquelas histórias e eu dormia do seu lado. - É, é…. - E por que agora não podia ser, papai? - Bom, meu anjo, é fácil. Quando você tinha sete ou oito anos, não tinha esses peitos… kkkkkk. Não esperava, mas com toda naturalidade ele colocou a mão dele por cima da camiseta, em cima de um dos meus peitos. Ficou ali, parada. Eu sentia o contato da mão grande e macia dele. Também achei natural aquela atitude e me deixei levar. Já meio provocante, me atrevi a fazer um comentário. - Papai… e a Será que eu tenho uns peitões bons?"
— Claro, querida… Muito bons, muito bem colocados, bem sensuais. Eles continuam bem firmes, apesar do seu amiguinho Marcial ficar apalpando eles, né?
— Bom, bom, não só o Marcial, papai. Mais alguns…
— Uffffffff… mais alguns… Caramba com a minha menina… Já tem tanta experiência assim?
— Não sou nenhuma santa, hein, papai. E você também não… Já levou mais de uma pra cama, eu sei bem.

Eu sabia que meu pai era meio putanheiro. Desde pequena já tinha ouvido umas discussões em casa, entre meus pais. Que era uma colega de trabalho, que era uma vizinha… Meu pai era bonitão, simpático, e fazia sucesso com as mulheres.

Papai começou a fazer uma pressão leve no meu peito, devagar, amassando suave. Eu, que já vinha quente, comecei a molhar a calcinha sem jeito. Meu pai se mexeu um pouco na cama, se aproximando mais de mim. Através do lençol, já percebi o volume da ereção que ele estava tendo.

— Papaiiiiiiiiiii…
— O que foi, filha?

Eu afastei um pouco o lençol. Papai estava só de cueca e o volume do pau dele era enorme.

— Tá vendo como você está, papai?

Papai olhou pra baixo, pra entreperna dele…

— É verdade, querida, que vergonha… Mas é que eu não sou de pedra, minha vida…
— Já sei, já sei, não se preocupa, eu gosto que você fique assim, que me veja como mulher.

Decidi tirar de dentro de mim a melhor faceta de putinha que carrego.

— Mas sabe, papai..? Eu tenho duas… Toca a outra, que ela tá ficando com ciúmes.

Meu pai tirou a mão do peito que estava segurando e levou pro outro. Mas eu, safada, ao mesmo tempo levantei a camiseta e a mão dele pousou no peito nu. O contato da mão dele com minha pele foi uma delícia.

— Tá gostando, papai?
— Querida, céus, claro, que delícia, que lindo…

A voz do meu pai saiu rouca e os olhos dele brilhavam de desejo.incesto— Mas isso não tá certo, a gente não devia… você é minha filha, não pode ser.
— Agora aqui não tem nem pai nem filha… Agora você é só um coroa que vai foder uma putinha de 19 anos. Aproveita, não seja otário.
— Bom, visto por esse lado… Beleza, falei pra mim mesmo. Já caiu, papai caiu na minha rede. Uma fodida gostosa me espera, com certeza. Me levantei um pouco e tirei a camisetinha. Papai acariciava meus peitos com tesão. De um pro outro. Ele curtia cada uma, babando, besta. Eu deixava, também toda feliz. Os bicos ficaram duros, saltados, bem sensíveis. Já sentia minha fresta toda encharcada. Não aguentava mais, precisava ser penetrada.
— Espera um pouco, papai, já volto. Levantei e fui primeiro até a porta, tranquei por dentro e deixei a chave. Assim não tinha risco de surpresa, caso meu irmão aparecesse antes do previsto. De volta ao quarto, peguei uma toalha de banho. De pé, na frente do meu pai, que me esperava ansioso, tirei a calcinha e fiquei totalmente nua. Eu sentia minha buceta inchada, meus lábios já vermelhos e brilhando. Tava depilada lindamente, porque tinha feito no dia anterior. Nem um pelo, uma buceta linda de cinema. Dobrei a toalha e coloquei em cima da cama. Meu pai me olhou confuso.
— É pra não sujar os lençóis, papai. Eu me molho pra caralho e pode ficar mancha, e se mamãe ver, imagina o que ela pode pensar.
— Ah, tá, tá, meu anjo. Mas você molha tanto assim?
— Igual uma égua, papai, você vai ver. Sem mais enrolação, me deitei na cama de barriga pra cima, de pernas abertas, sem nenhum pudor. Papai ficou olhando entre minhas coxas, de boca aberta.
— Porra, filha, que bucetinha mais linda você tem…
— Então é toda sua, papai. Vai, deita em cima de mim. Tira tudo… Na hora fui montada pelo meu próprio pai. Mas agora, pra mim, era algo mais. Era o macho que ia me foder, mas com o plus de ser meu pai, a situação era muito mais excitante do que se fosse outro homem. Eu tava no auge. desejo. Se ele tivesse recusado, com certeza eu teria estuprado ele sem piedade.
— Faz em mim, papai, sem medo. Você sabe que eu tomo pílula, então pode ir no pelo, gostoso… Chamei ele de papai, bem do jeito que ele sempre me chamava.
Nunca tinha dito isso antes, mas agora ele era meu amante acima de tudo. Ele se apoiou num braço esticado, ajoelhado entre minhas coxas totalmente abertas.
Já estava nu igual a mim, e segurou o próprio pau com a mão pra guiar até minha entrada.
Uma só estocada. Um só empurrão.
Não precisava ter cuidado. A filha, a mulher, estava dilatada, aberta, no cio igual uma puta no cio.
Um só empurrão e o falo paterno entrou em mim até o fundo.
Senti o púbis dele batendo contra os lábios grossos da minha buceta e a doce sensação quente de ter a vagina ocupada.
Uma espécie de choque elétrico percorreu meu corpo.
Me abri o máximo que pude pra ele entrar mais e me agarrei, louca de prazer, na cintura do meu pai.
Com a boca aberta, como se faltasse ar, os olhos quase virados, enquanto ele me olhava extasiado, sentindo o próprio prazer mas ao mesmo tempo orgulhoso como homem do prazer que me dava.
— Continua, continua assim… papai… filho da puta… Não muda o ritmo, continua…
Já tava gozando só na primeira enfiada.
Ele continuou me penetrando forte, entrando e forçando toda a minha buceta ao máximo.
Dois minutos, no máximo, desde a penetração e…
— Ahhhhhhgggggggggggggggggggggg, papaaaaaaa, papiiiiiiiiiiiiiiii… que gostoso, que delíciaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Eu tremia igual uma possessa, sacudida pelas contrações do orgasmo.
Papai, apoiado nos dois braços, me sacudia com empurrões fortes, que balançavam meus peitos de forma convulsa.
— Céu, céu… que puta você é… minha puta…
— Siiiiiiiiiiiiiiiiiii, papai…….siiiiiiiiiiiiiiiiii, sou sua puta, me come, me mata, assiiiiim, asiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim.
Líquidos jorravam de mim sem parar, em golfadas.
Eu me molhava toda e molhava meu amante paterno.
Aos poucos fui relaxando até ficar imóvel. Exausta, acabada, com a respiração bem ofegante e o coração a mil por hora. Devagar, meu pai me desmontou e ficou de lado de novo, apoiado no cotovelo pra me olhar direito. Agora ele reparou na mancha enorme na toalha…
- Filha, sério… Com nenhuma das mulheres que eu comi vi algo igual.
- Já te falei, pai…
- Senti perfeitamente quando eu metia o líquido que você jorrava, molhando minha pica. Que mulher você é.
- Você gozou também, pai?
- Não.
- Não? Por quê?
- Porque quero aguentar. Mal consegui me segurar. Você é muita mulher, com certeza precisa de muito mais…
- Você é um bom amante, papai. Sabe bem o que eu preciso. Claro que quero muito mais. Espera um pouquinho eu terminar de relaxar.
- Beleza, céu… Tudo pra você.

Agradecida, peguei devagar a pica do pai. Dura, bem masculina. Ele se deixou fazer, enquanto continuava tocando meus peitos.
- Você sabe bem como acariciar uma pica, querida. Quantas você já tocou?
- Umas quinze, se não me engano.
- Porraaaaa… Nem eu comi tantas mulheres assim, na minha idade.
- Kkkkkkkk… Saí meio puta, pai. Desculpa… kkkkkkk
- Bom… vamos ver pelo lado bom, querida. Pelo menos eu tô aproveitando. Talvez até agora a melhor mulher que já montei.
- Então não vamos esperar mais, papai. Espera, vou me lavar um pouco, tô perdida de sucos.

Fui ao banheiro, lavei bem a buceta escorrendo, deixando ela perfumadinha. Troquei a toalha pra outra posição mais seca e me deitei de novo. Como antes, de pernas abertas, no tradicional. Agora papai decidiu me fazer um oral, que foi até agora o melhor da minha vida. Não eram umas lambidas soltas, como o idiota do meu namorado costumava fazer. Só o pai da minha amiga tinha sido bem requintado em comer minha buceta. Mas agora papai se destacou, superou todos de longe. Ele me fez girar na cama, ficando atravessada. Desse jeito… Minha buceta ficava perto da borda. Ele saiu da cama e pegou o travesseiro pra se ajoelhar e ficar mais confortável. — Acho que isso vai demorar — pensei, animada. Isso sim era sexo oral, meus amigos. Sexo oral bem dado. Aproveitando cada cantinho da buceta. Buscando o interior com a língua pontuda e dura. Depois tirava ela toda pra fora, lisa, e percorria minha buceta inteira devagar, subindo e, quando chegava no clitóris, sugava. Repetia tudo de novo. Descansava um instante e me olhava pra ver minha reação. Minha cara devia ser um poema de tesão e desejo, porque ele me olhava, sorria e voltava a se abaixar. Eu continuava escorrendo, agora na boca dele. Quase nada caía mais na toalha, ele engolia tudo com gosto. No começo, eu tava meio sem graça de me derramar assim na cara dele. Mas quando vi que ele adorava, relaxei de vez e, em vez de me segurar, comecei a jorrar com força, como se fosse um presente pra ele. Entregava minha essência mais íntima de mulher. Depois que passou a euforia do primeiro orgasmo, agora eu curtia sem pressa. Me deixava fazer, deixando o tempo passar. Papai era incansável. Enquanto me chupava, subia as mãos agarrando meus peitos e meus bicos. Outras vezes, metia a mão por baixo, segurando minhas nádegas. Era um expert. Sabia muito bem como me manter no ponto, no limite exato. Ali, por minutos e minutos. Eu aproveitando sensações docinhas que tomavam meu corpo inteiro. Se minha excitação aumentava, ele percebia na hora e se afastava uns segundos. Assim, evitava que eu gozasse. Me mantinha ali, na beira, era uma mistura de prazer e um sofrimento gostoso que me deixava realmente louca. Eu gemia baixinho, sem parar. Queria me aliviar, mas também queria mostrar pra ele como eu tava adorando. Era meu jeito de agradecer. Os gemidos às vezes viravam quase gritos. De vez em quando, eu baixava as mãos pra acariciar a cabeça dele. — Papai... papai... Que gostoso, que gostoso... Não entendo como a língua dele não doía. Talvez eu estivesse muito acostumado a fazer isso. Mas já estava há quase uma hora assim.
- Vou desidratar, papai… Não paro de me derramar… você sente, né?
Ele deu uma pausa pra relaxar um pouco e me deixar descansar.
- Sinto sim, minha vida, você me deixou todo inundado.
- Quero gozar de novo, papai… Não me faça sofrer mais, por favor, amor…
- Tá bom, você vai ter seu orgasmo agora, se prepara…
Ele me segurou firme pelas coxas, me apertando pra baixo pra evitar que meus pulos atrapalhassem as lambidas dele. Agora acelerou o ritmo, frenético.
- Jááááááááááááááááááááááááááá, jááááááááááááááááááááááááá, papaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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novo. - Uuffffff. Três já é demais, vou ver, mas com você com certeza consigo. Normalmente com dois orgasmos já fico satisfeita. Mas agora, depois do refresco e de um descanso, minha buceta parecia ganhar vida própria de novo. Olhei para baixo, entre minhas coxas. - Porra, papai… Tá abrindo de novo.. - Como eu disse, querida… Você é a mulher perfeita. - Me monta de novo, papai… - Quer outra posição, amor?. - Não, não, a de sempre… tô confortável, tempo vai ter pra experimentos… Meu pai colocou agora um travesseiro debaixo dos meus rins. Assim meu sexo ficou um pouco mais levantado. O pau do meu pai de novo totalmente ereto. Nova penetração, agora já mais relaxados os dois, com doce cadência, mais suave, mas nem por isso menos gostoso. Agora ele tirava e colocava devagar; depois se afastava um pouco e passava os dedos pela buceta molhada. Voltava a entrar e sair. O sexo de novo encharcado, fazia um barulho parecido com a garrafa de vinho sendo aberta. Agora não tinha pressa. Ele sabia que tinha que ser paciente, porque eu buscava um terceiro orgasmo e esse não vem de imediato. O que me impressionava era a capacidade de concentração dele, pra não gozar, porque eu sentia o membro como uma estaca cravada dentro de mim. Curiosamente, já estávamos transando há uma hora e meia e não tínhamos nos beijado. Como se ainda restasse um pouco de vergonha em nós pra isso. Eu percebi e avisei ele. - Papai, você não me deu sua boca, quero seus beijos… Segurei ele pelo pescoço puxando pra mim. Nossas línguas se misturaram, num beijo longo, interminável, molhado como meu sexo. Enquanto me beijava, pra não nos distrairmos da nova sensação, ele deixou o pau fora por um tempo. Ao puxá-lo pra cima de mim, ele se deixou cair sobre meu corpo. Senti toda a pele dele na minha, seu peito peludo, seu calor. O roçar das coxas dele nas minhas. Surpreendentemente, os beijos me estimularam agora até chegar ao prazer máximo. Conseguiram elevar minha libido me aproximando do Terceiro orgasmo. Consegui falar com ele, meio sufocada pelos beijos. — Papai, papai… Vou gozar de novo, enfia, enfia… Por favor, por favor, não me deixa sozinha, enfia, assim, assimiiiiiiii, me chupa… Ele enfiou de novo sem piedade, apertando ao máximo. — Solta tudo pra mim, jorra em mim, papai… Tudo dentro, tudo, tudo… Me dá tudo, é meu, eu quero, sim, siiiiiiiiiiiiiiii. Enquanto começava a gozar pela terceira vez, percebi que meu pai também estava. O rosto dele se contraiu igual ao meu, com o prazer de terminar. E apesar de ser o terceiro, aquele sentimento de que meu pai me possuía sem freio, e que eu o possuía até sentir o esperma dele dentro de mim, foi algo especial. Nunca me dei muito bem com minha mãe e esse ato era algo fantasioso, o amor na sua proibição máxima, o incesto, a traição à minha mãe. E foi assim que aproveitei, era uma sensação inconsciente de roubar algo dela, de tirar o que era dela por tantos anos e que agora eu me apropriava de forma incestuosa. Agora é meu, parecia dizer minha mente. O fato de o esperma paterno me inundar era algo antes impensável, mas que agora acontecia, estava ali, debaixo dele, sentindo perfeitamente como ele terminava dentro de mim, da filha dele. Me concentrei para captar as contrações do pau dele e do saco ao expelir o jato de sêmen no fundo da minha caverna. Orgulhosa do prazer que sentia me possuindo. Agora o amor filial aparecia um pouco, mas ao contrário, eu era como a mãe que faz feliz o filho que naquele momento era meu pai. — Solta, querido. Solta, papai. Não guarda nada pra você, me dá, issssooooo… Ele soltou um gemido enquanto gozava. Depois, o relaxamento dele, exausto mas feliz. Ele se deixou cair um pouco de lado. — Fica assim, papai… Mas não tira ainda. Tô gostando. Ainda bem gozada como eu estava, a sensação de continuar cheia era deliciosa. O homem, o pai, ali se deixando cair sobre a menina dele, uma vez possuída. Como me senti feliz. ao fazer também o papai feliz. Acariciei suas costas fortes, musculosas, sua cabeça, sentindo sua respiração já mais lenta no meu pescoço. Me senti por um momento muito mulher, mas como uma mulher madura, já feita. Finalmente o membro foi relaxando e notei que saía do meu interior já flácido. Umas gotas de sêmen pendiam da ponta. Peguei o pauzão paterno e apertei ele em todo o seu comprimento para tirar os restos de esperma. Depois deslizei meus dedos manchados pelos meus peitos para espalhar os restos de sêmen. — Caralho, que gozada, hein papai..!! Olha como tá escorrendo da minha buceta. Você tá um touro, seu filho da puta. Era isso mesmo. A ejaculação devia ter sido muito generosa. Lentamente um jato esbranquiçado ia saindo da minha xota até a toalha. — Delicioso, filha… Delicioso, não tenho palavras pra expressar. Você me espremeu como um limão e eu tava há muitos dias sem gozar, me esvaziou direitinho. Depois de um tempo descansando e trocando carícias, nos levantamos pra tomar banho juntos. Felizes os dois. Mas ainda meu pai tinha um pouco de vergonha, a consciência pesada. — Minha filha, que isso nunca venha à tona, por favor. Não quero nem pensar que sua mãe e seu irmão descubram. Temos que ter muito cuidado. Eles não podem saber, ficariam muito chateados. Ouvir ele dizer que temos que ter cuidado me surpreendeu muito positivamente. Meu pai estava anunciando que não tinha acabado, que pretendia continuar. E eu, pra acalmar a consciência dele e incentivá-lo justamente a isso, a ser meu amante por muito tempo, decidi que era hora de contar o segredo de família que eu sabia, mas que por prudência vinha guardando há um ano pelo bem dos quatro. Era bom que papai soubesse que isso nosso não era novidade na família, assim ele veria como algo mais natural. — Aiii, papai… com o bom amante que você é e o quanto vale em tudo, ainda é inocente pra algumas coisas. — Por que você diz isso, filha? — Ora, simplesmente porque sua esposa come seu filho. Faz quase um ano…filialRelato encontrado... Parte 2

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