Uns dias depois daquela vez que eu e o peão do vizinho espiamos eles no negócio dele enquanto ele e minha mãe estavam se rolando no local, tudo ficou tranquilo, eles não se viram, mas o ruim é que um dia de manhã, estando como sempre eu e minha mãe sozinhos em casa pela manhã, minha mãe só estava usando um top sem mangas, sem sutiã e um short, nem preciso dizer que bem curtinho como eu contei, ela tinha umas pernas maravilhosas, e tinha feito uma bunda de cavalo, ela quis me agradar e alugou uns filmes dos meus favoritos. Eu me deitei no sofá e ela sentou comigo, colocou uma almofada pra eu apoiar a cabeça nas pernas dela, ela era tão carinhosa, tão boa comigo; mas de repente tudo foi interrompido, bateram na porta e lá estava ele, quebrando todo o encanto, o amante da minha mãe. Ela se assustou e disse: "O que você quer?" E ele respondeu, tipo: "Vim te ver, porque esse calor me deixa com tesão, quero transar; e caralho, vestida assim você tá bem bunduda e tem umas pernonas que eu quero nos meus ombros, vamos logo pra cama!" Minha mãe, muito envergonhada, disse: "Não, espera, você não vê que meu filho tá aqui? Fala baixo, ele vai ouvir a gente", e ele, zoando como sempre, respondeu: "E daí? Melhor ainda, tenho a fantasia de que seu filho nos veja enquanto a gente transa." Minha mãe respondeu: "Como assim, você é louco, isso poderia afetar ele, nunca faria isso com ele, ele é uma criança, não, não vou fazer, melhor você amadurecer", mas ele, como sempre, puxou minha mãe pelos braços, atraiu ela pra perto dele, e num tom lascivo disse: "Nem louco, gatinha, eu vim te comer, e depois de te ver vestida assim, você já me deixou bem excitado, você tá muito gostosa, já não aguento mais, então vamos, vamos transar." Ele levou minha mãe até o sofá onde eu estava e, descaradamente, me disse: "O que você tá vendo, amiguinho?" E eu disse: "Um filme, o que você tá fazendo aqui?" Minha mãe, nervosa, respondeu rápido: "Ele veio acertar as contas do que eu devo da compra, você continua vendo TV", mas o cara fez com que eles se sentassem no mesmo sofá que eu. Tava, como o sofá era de casal, eles sentaram atrás de mim, ela no meio e ele atrás dela, e de canto de olho eu vi como ele, sem vergonha nenhuma, enfiou a mão debaixo do short da minha mãe e com toda a habilidade começou a masturbar ela. Ela, surpresa, falou baixinho: "O que você tá fazendo? Espera, não, meu filho vai ver a gente", e ele disse: "E daí que ele veja? É isso que eu quero", e continuou masturbando ela; ela só conseguiu pegar uma almofada e colocar em cima das pernas pra se esconder, e continuou implorando, mas já gemendo: "Ahhhhhh, ummhhhhh, por favor ouuhhhh, para, não faz isso comigo, ahhhhh não quero que meu filho veja a gente ouuhhh, por favor, nãoooooo". O cara não parava de masturbar ela, enquanto eu sentia o sofá balançando forte, e o pior é que começou a chiar, de canto de olho eu via como minha mãe colocou a mão na parte de cima do sofá e começou a morder ela pra abafar os gemidos que o amante dela tava causando; ele enfiava a mão dentro do short da minha mãe, mexia na buceta dela, por cima da calcinha fio dental, apalpando e esfregando com os dedos, ele olhava fixo pra ela, curioso, safado. A apalpação do vizinho fazia o corpo dela se contrair, ao sentir o sofá se mexer eu vi como minha mãe começou a rebolando enquanto aquilo rolava e exclamava baixinho, mas ofegante: "Por favooooor ouhhhhhh não aguento maaaais, ahhhhhh isso não pode seeeer, ahhhhhh nãoooooo por favooooor ahhhhhh". O infeliz parecia ter ficado mais excitado com isso, e ele, já solto, se jogou sem perder tempo e começou a lamber as costas da minha mãe, dava mordidas nos ombros dela, tava louco de tesão, eles já estavam tão quentes, sem dúvida os dedos do vizinho eram incrivelmente experientes e manhosos pra fazer aquilo; mas a coisa ia esquentar ainda mais quando o vizinho começou a sussurrar pra minha mãe: "Adoro suas pernas, seus peitos e sua bunda, te desejo, não aguento mais, quero te comer agora". Eu já, sem dúvida, tava olhando eles e o pior é que eles não ligaram mais, quando minha mãe me notou, gemendo, falou: "Vai emboraaaaa filhinho ahhhhhh", e eu Direto, perguntei o que eles estavam fazendo, isso não está certo. O que o vizinho faz com você? Por que vocês fazem essas coisas? Ela, já totalmente excitada, só respondeu: "Ahhhhhhh, agora nãoooo pergunta, por favoooor". Eu me levantei do sofá e fingi que ia embora, pensei que assim eles teriam um pouco de vergonha, mas pelo contrário, quando eu supostamente ia para o meu quarto, olhei de soslaio, e minha mãe já tinha se virado de frente para ele, o abraçou com os braços e começaram a se devorar de beijos. Eles se beijavam apaixonadamente, ambos mordiam os lábios um do outro, sem se soltar. O amante da minha mãe se ajeitou melhor para acariciar os peitos dela com o rosto; "Vou te comer", ele dizia, ela só sorria. Eles se beijavam com total lascívia. Agora ele, com as mãos calejadas, começou a acariciar desejoso as pernas da minha mãe. Os corpos deles reagiram em uníssono, se imantaram como por uma força irresistível, enquanto os lábios dele estavam entre os dela, suas línguas começaram a luta pra ver qual era a mais poderosa numa ação erótica. "Você sempre me deixa bem excitado", disse o vizinho, sem parar de chupar os lábios da sua mulher, enquanto continuava a masturbá-la. Ela gemia, "Ahhhh, oohhhhh", e continuaram se devorando de beijos. Mamãe foi para o quarto, ele a seguiu. Eu, claro, corri pra espiar, e ele me viu e, pra realizar a fantasia dele, deixou a porta do quarto entreaberta pra eu ver. O que eu via era ruim pra mim. Eles estavam de frente um pro outro, o vizinho abraçava minha mãe pela cintura, ela o abraçava pelo pescoço, e o pior: se beijavam muito gostoso, como nas novelas. Eles curtiam, com que paixão faziam aquilo. O pior era ouvir os estalos das bocas se chocando. Eles se abraçaram mais forte, parecia que nunca iam parar de se beijar. Eles curtiam, aproveitavam. Doeu aceitar, mas ao vê-los se beijar daquele jeito, tive que entender que minha mãe e o vizinho já não podiam mais se separar, os dois se precisavam. Depois, o vizinho, de soslaio, olhou pra fora do quarto, notou que eu estava espiando, e ele sorri, tirando uma onda comigo por estar pegando minha mamãe; ele pega minha mãe pela cintura e, com tesão, fala: "já não aguento mais, quero transar". Ela responde: "eu também", e começaram a se beijar de novo na boca. Aos poucos, o vizinho foi tirando o top da minha mãe, revelando os ombros dela, o peito. "Você está com frio?", ela perguntou. "Não, pelo contrário", ele respondeu, "só de te ver pelada já me deixou todo excitado". Eles se olhavam com desejo e dava pra ver nos lábios a vontade de se devorar de beijos; se olhavam com um certo tesão dos pés à cabeça. O cara passou a mão na frente e foi direto pra uma das tetas da minha mãe, ela se aproximou mais pra ele poder apalpar melhor. Depois, o vizinho pegou minha mãe pela cintura pra levar ela pra cama, mas bem antes de cair nos lençóis, ele girou pra ficar por cima dela. Minha mãe tentou se levantar e virar o jogo, mas ele segurou os pulsos dela e prendeu ela no colchão com força, beijando o pescoço dela, e ela se deixou dominar. Eles se beijavam apaixonadamente, ele mordia os lábios dela, sem soltar as mãos dela. O cara se ajeitou pra acariciar os peitos dela com o rosto; "vou te comer, ahhh que gostosa, como me excita ver que você tem essas pernudas", ele dizia. Minha mãe só olhava pra ele e mordia o lábio inferior; quando finalmente ele penetrou ela, minha mãe empurrou ele tentando se levantar, mas ele segurou ela pela cintura, apertando com as duas mãos, e começou a se mover, enfiando a vara inteira. Deitados na cama, sem parar de se tocar e beijar; ambos completamente nus se reviravam na cama, esfregando os corpos cheios de desejo, do jeito que estavam excitados; o jeito que se acariciavam, com os gemidos, tudo incitava eles a se devorarem. O cara penetrava ela, enfiando cada centímetro do pau duro e grosso; ele começou a balançar, empurrando a cintura com vontade e marcando as nádegas da minha mãe com o aperto. Eu só era testemunha de como minha mãe e o vizinho, sem se importar com nada, estavam... transando à vontade, rasgavam os lençóis, se arranhavam, se desejavam e se acariciavam, num ritmo gostoso. Ele se agarrava na cintura dela; minha mãe tapava a boca pra calar os gemidos de prazer, e ele continuava metendo nela, excitado, guerreiro. O vizinho lambia os peitos dela e mordiscava os ombros da minha mãe, além de enfiar os dedos na bunda dela. A cama rangia debaixo deles, o edredom se enroscava nas pernas deles, o eco dos gemidos e grunhidos batia nas paredes do quarto. Eles se agarravam um no outro, sem parar de se mexer, com os corpos fundidos num só. "Não para", suplicava mamãe, como se entrasse em transe. Ele tava com uma expressão guerreira e gozosa, sem parar de empurrar a rola inteira nela; minha mãe fechou os olhos e apertou o lençol, mordendo os lábios quando não aguentou mais. Os dois rolavam na cama, criando um turbilhão de lençóis e travesseiro. A boca dele devorava os peitos da minha mãe, ela arqueou as costas, e ele começou a rebolá-la, fazendo os dois balançarem e provocando rangidos na cama. Ele puxou os cabelos da minha mãe, beliscou os peitos dela, fazendo ela morder o lábio inferior. De repente, fui testemunha de algo já por demais indecente, que já passava todos os limites do pudor: o vizinho colocou as mãos entre os peitos dela, subindo devagar pelo pescoço; os dedos dele alcançaram a boca da minha mãe e foi aí que ela começou a chupá-los, sugando-os em êxtase, enfiando-os até o fundo da garganta. Ele ergueu o tronco e pegou minha mãe pela bunda, carregou ela sem problema, juntando o corpo bem perto do dela e meteu nela de novo. Eles se reviravam, enquanto minha mãe oferecia um pouco de resistência. Ela colocou uma perna no ombro dele e se agarrou nas costas dele com as unhas; o vizinho a empurrava com força, uma e outra vez, se agitando enquanto o infeliz não parava de acariciar as pernas deliciosas da minha mãe. Ele beijava ela na boca, a possuía; não conseguiam parar de se mexer, de repente ele a pegou pela cintura e começou a meter mais e mais rápido. Naquele momento, minha mãe e o vizinho estavam soltos no sexo, perdidos em beijos e carícias, vivendo as delícias do sexo; era excitante ver como os dedos do vizinho percorriam o corpo gostoso da minha mãe, como suas línguas dançavam em uníssono, como suas respirações ofegantes se sincronizavam, aumentando a cada investida; minha mãe apertava os lençóis com as unhas, enquanto a cama rangia cada vez mais. Minha mãe abriu mais as pernas e prendeu o vizinho pela cintura, enquanto ele empurrava e afundava o pau duro e grosso, "você fode bem gostoso", ele exclamou, quase sem fôlego, "sim, você também fode delicioso, ahhhhh", respondeu minha mãe ofegante. Seus corpos nus e suados deslizavam um sobre o outro, e os dedos do vizinho rasgavam a bunda da minha mãe, enquanto ele arqueava o pescoço dela para não parar de beijá-la. Minha mãe mordia o dedo da mão para calar seus gemidos de prazer, e o vizinho continuava penetrando-a excitado, aguerrido; que força ele tinha nos braços e com que ímpeto movia o quadril, o cara segurou o orgasmo e tirou o pau, agarrou minha mãe pelos braços e a virou toda, dizendo: "quero que você me dê essa bunda". Minha mãe ficou de quatro na frente dele, apoiada no colchão, ele, se deliciando com a bunda da minha mãe, enfiou de novo agressivo, expressando bem tarado: "caralho, gostosa, você é bem bunduda, como eu adoro que você me dê essa bunda". O vizinho penetrava minha mãe por trás, ela mordia os lábios e afundava o rosto no travesseiro, esticando os braços e apertando o lençol. O cara cravava os dedos na bunda da minha mãe, de repente, ele começou a meter mais forte e mais rápido, o pau entrava e saía dentro dela. Ele, com as mãos tensas, apertava o corpo da minha mãe, ambos se esfregavam à vontade, sem dizer nada, satisfeitos. Depois, ele Vizinho derrubou minha mãe de bruços e prendeu ela com o corpo dele pra enfiar o pau de novo, segurando ela pelos braços com força e sussurrando: você é minha mulher, me deixa louco, adoro te comer. Nessa altura, minha mãe e o vizinho já estavam soltinhos, transando sem parar, não conseguiam parar de se mexer. De repente, o cara pegou minha mãe pela cintura e começou a meter mais e mais rápido; ele se ajoelhou com força, se agitando cada vez mais, enfiando o pau mais duro e com mais vontade na minha mãe; eles se apertaram, suados e exaustos, mas sedentos e sem parar; ficaram assim, enroscados por um bom tempo, transando até cansar. Assim, assim, minha mãe gemia, apertando o lençol de novo com as unhas, o vizinho exclamava ofegante: mmmhhhh, caralho, que gostosa, não quero mais te soltar, princesa, porra, ouuhhhh, você se mexe tão gostoso, e continuaram sem parar de se esfregar que nem bichos. A cama rangia ainda mais, parecia que iam quebrar ela, mas os rangidos se misturavam com os gemidos dos dois e a respiração ofegante, eles entrelaçaram os dedos e se agarraram no momento do auge. Ele grunhiu no êxtase, deu a última estocada na minha mãe e deixou bem fundo, até que finalmente o vizinho começou a gritar pra minha mãe: goza comigo, goza comigo, vamos, goza. Essas palavras e a putaria do momento fizeram os dois gozarem num orgasmo libertador, como se acabasse com o tesão e a luxúria que despertava neles toda vez que ficavam perto. Exaustos, ele envolveu ela com os braços e começou a beijar ela de novo, com tudo. Cansados e satisfeitos, desabaram na cama, ele por cima dela, respirando pesado e felizes. Depois de um tempo, eles começaram a se vestir e saíram do quarto, os dois com muita sede, então a primeira coisa que fizeram foi procurar um pouco de água. E o vizinho comentou, exausto: ahhhh, que isso, agora sim a gente transou como nunca. Minha mãe, exausta, exclamou: ayyyyy sim, olha a hora, já é muito tarde, a gente passou a tarde inteira... Amanhã transando. Ele abraçou ela de surpresa e disse de novo: "Mocinha, quando é que você vai comigo? Assim, lá em casa a gente pode transar à vontade, sem nada atrapalhar, cê não ia gostar?" Ela respondeu: "Pois é, até que eu ia gostar, mas meus filhos..." E ele falou: "Foda-se eles, eu preciso de você comigo. Vou te dar um tempo só pra arrumar suas coisas e ir comigo, porque senão eu venho te buscar e te levo na marra. De mim você não escapa mais." E começou a beijar ela na boca de novo.
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