Servicio en el garaje

Servicio en el garajeOlá, como já contei outras vezes, trabalho numa oficina de manutenção de carros. Vou contar o que rolou no sábado, 01/08/2020. Tava de bobeira na oficina quando o telefone toca, atendo e do outro lado uma voz feminina aparentando uns 65 anos, perguntando se a gente fazia serviço de carga de bateria a domicílio. Falei que sim, que custa $450 e que tem que ser no máximo umas 10 quadras ao redor da oficina. Ela me explicou que tava a só 3 quadras. Combinamos o horário e ela me passou o endereço, falei que ligava antes de ir. Chegando umas 14h, já no fim do expediente, liguei pra ela, ela atendeu e avisei que tava indo. Ao chegar no prédio, toquei a campainha e ela desceu. Quando vi, era uma senhora de no máximo 45 anos, corpo muito gostoso, uma barriguinha mas bem apetecível. Ela me abriu e fomos pra garagem, onde comecei com os procedimentos de rotina e coloquei a bateria pra carregar. Como todo mundo sabe, as luzes das garagens de prédio apagam sozinhas depois de 2 ou 3 minutos, uma merda quando você precisa fazer alguma coisa. Enquanto esperávamos a bateria carregar um pouco, começamos a conversar sobre a quarentena e tudo que tá rolando. Aí ela comentou que se separou do marido há pouco tempo e que, por causa da quarentena, não conseguiu sair pra curtir a solteirice, já que é professora de uma escola particular e só sai pra fazer compras. Resumindo, conversa vai, conversa vem, lancei o primeiro charme: "Você é muito mais nova do que parece pelo telefone." Ela respondeu: "Pois é, já me falaram isso, que pela voz pareço mais velha e meio chata." "Verdade", respondi. Aí ela disse: "Tô velha já." "Não, não, você tá muito bem conservada." Percebi que ela tinha mordido o isca, pensei comigo. E na lata perguntei por que ela se separou. Ela contou que foi por problemas variados com o trabalho do marido e questões financeiras. Depois de conversar um pouco, ela me disse que o marido é motorista de ônibus de longa distância e quase nunca tá em casa. que eu disse a ela que, se eu tivesse uma mulher tão gostosa assim, não faltaria uma noite. Aí ela ficou vermelha e entrou na brincadeira, dizendo que tomara que o marido tivesse pensado igual. A conversa continuou e um tempo depois, terminando de arrumar o carro, fomos subir no apartamento dela pra ela me pagar. Lá dentro, ela me ofereceu algo pra beber e eu aceitei. E na hora ela me perguntou se eu realmente achava ela uma mulher atraente ou não. Respondi que sim, mesmo ela estando meio desarrumada. Foi aí que soltei todas as bombas de uma vez. Falei que, se ela não acreditava em mim, me deixasse mostrar que ela conseguia levantar qualquer homem. Ela respondeu: "Como assim, o que você vai fazer?" Eu disse: "Só se deixe levar". Comecei a beijar o pescoço dela, a apalpar um pouco. Ela foi se soltando, joguei ela no sofá e começamos a nos pegar com roupa e, aos poucos, fomos tirando tudo até ficarmos pelados. Eu já tava com o pau durasso, mas ela não quis penetração porque não tínhamos camisinha. Mas teve um boquete gostoso na buceta dela, bem apertadinha e suculenta, enquanto eu acariciava e apertava os peitos e a bunda dela, tudo uma loucura. Num momento, comecei a ouvir os gemidos dela e chupei com mais vontade até ela começar a puxar meu cabelo e gozar ao mesmo tempo. Eu já tava com o menino chorando, me joguei no sofá e ela começou um boquete longo e caprichado. Gozei tudo na boca dela, ela se limpou, se vestiu e, bom, fui pra casa super relaxado, com vontade de transar, mas fazer o quê, na próxima vou ter mais sorte... Pra essas coisas que acontecem uma em um milhão, tem que ter sempre uma camisinha por perto.

1 comentários - Servicio en el garaje

bueno, cuando me quede sin baterìa ya se a quien llamar...
Dale no ahí drama
@Pabloadrian955 si querés también servicio completo hacemos