Olá, leitores! Um cara por mensagem me disse que gosta dos meus contos e exigiu que eu fizesse outro. Já tava pensando em fazer, e a ordem de um homem me deu o empurrão final e me obrigou a realizar. Esse conto vai focar na confiança de Mara e Paola. Como eu disse, Alberto é meu nome, e na minha vida normal eu tava transando com a Paola e ela tava me humilhando com os chifres (algo que ajudou a Mara a sair foram os chifres, como já comentei antes, mas "os chifres" têm um puta dum contexto que vou dedicar contos no momento certo; agora é sobre mim e a Mara). Enquanto a Paola me humilhava, por instinto ela enfiou um dedo no meu cu, a Mara dentro de mim enlouqueceu e meu tom de voz mudou. "Viu, cuck, que você adora? Que você é uma putinha? Vai botar uma tanga, vai, que eu te deixo todo excitado pra eu te chifrar com ele" (se referindo ao senhor N). Humilhado, obedeci e, pelado, fui até o guarda-roupa e peguei duas que ela sempre separava pra mim, mas dessa vez ia ser a primeira que, no meio do tesão, ela me faria vestir uma tanga. Coloquei ela devagar e com vergonha, já que supostamente eu tenho que ser o "homem", mesmo que minha mulher me humilhe, mas ao vestir uma tanga, quem sabe o que é (e não é um homem) não conseguia fazer de outra forma senão feminina, quase por inércia, quase por tesão, subi aquela tanga na frente da Paola e depois de um "muito bem, putinha" bem debochado, ela me pegou pelas duas pontas da tanga e puxou com força pra cima. "Assim, viu?", ela disse enquanto ajustava. Sempre ria do tesão da vergonha por não querer aceitar essas humilhações, mas dessa vez era diferente. Paola ficou séria e me perguntava, sentada na beira da cama, inspecionando meu corpo como uma amiga olhando o vestido de noiva da outra. "Entrou bem no seu cu, viu que gostoso que é?", ela perguntava sorrindo, mas sem deboche. Dessa vez, num tom cúmplice. Ela se levantou, passou o braço no meu pescoço e me beijou... e disse: "Agora você é a Mara?" "Sim...", respondi com minha voz submissa à realidade que eu vivia. "Você vai me Visto mais alguma coisa? perguntei. Isso desencadeou uma tarde de garotas, entre fio-dental e cinta-liga, calcinhas (pessoalmente, eu amo), culotes, ela começou a me vestir e a me feminizar, me mostrava com mais confiança e já tranquila por ter minha atenção total como Mara constantemente (já não era só um pedaço da nossa putaria em alguma fantasia momentânea). O marido dela era uma cross e a Paola curtia aquilo, pensei, mas será que ela não vai querer o homem que eu sou? É óbvio que isso vai mexer com ela, e numa dessas tardes de garotas, que iam cada vez mais intensas, a gente teve uma conversa. Mara: - Love, te incomoda que eu seja assim, Mara? Você não se sente decepcionada como mulher do seu homem? Me fala, não vou ficar brava u.u Paola: - Não, linda, não se preocupa hahaha, não tem problema. Por que você diz isso? M: - Ah, porque uma hora você vai querer um homem, nem sempre vai te excitar a Mara e me humilhar. Me fala se quiser e eu paro. P: - Não, meu love (ela me dá um beijo doce e carinhoso), fica tranquila. Eu, se quiser, te fuck you por cima ou mando você me comer e pronto. Além disso, não vou precisar de um homem, não se preocupa hahaha (lembro que aquela humilhação me fez suspirar e me excitar muito). Ele já me tem na mão, não se preocupa (ela se refere ao senhor N). Eu, o macho dominante que quero, encontro nele. Já te falei, a pussy é dele e ele é meu macho dominante, você não. M: - Mas não te incomoda que eu seja assim? P: - Não, love. Alguns homens são assim, outros não. Não tem problema. Eu te amo, isso não tem nada a ver. Ele é mais homem que você e sabe me tratar e me domar, e essa personalidade você não tem, e ponto. Não tem problema, não precisa se preocupar, eu tô bem assim, love. M: - Tem certeza? Não tá mentindo pra mim? (perguntei tentando disfarçar a excitação que aqueles chifres descarados me causavam e o fato de ela estar me dizendo na cara que meu lugar de homem na vida dela tinha sido deslocado e ocupado por outro) P: - Bom, olha, vou te fazer uma surpresa. Primeiro, tira umas fotos minhas pra ele (senhor N). ) e se você fizer direito, tem prêmio.
M:- beleza, então 🙂
Leitores perversos já imaginam o tesão que tomava conta de mim, de fio dental e umas meias longas até o joelho que a Paola tinha me dado. Eu esperava na cama ela terminar de se arrumar no banheiro pra sessão de fotos. A Paola saiu do banheiro de calcinha rendada vermelha, lábios pintados, duas maria-chiquinhas nas laterais, franja arrumada, batom vermelho, olhos também maquiados, óculos e de peitos pelados com uma frase escrita neles: (sou a puta do meu senhor N*****). Eu tinha que segurar a vontade de me tocar e tirar as fotos. A humilhação era enorme, o tesão e a febre na minha bunda enlouqueciam. Meu corpo de cross com chifres estava no céu. Tirei os melhores ângulos dela e, quando percebi que estava literalmente TIRANDO FOTOS DA MINHA NAMORADA/MULHER/ESPOSA/HUMILHADA E VESTIDA DE PUTA COM OS PEITOS ESCRITOS PRO MORBO E PRAZER DO SEU MACHO FAVORITO (JÁ QUE NÃO É O ÚNICO, MAS É O MELHOR) E EU FAZIA ISSO DE FIO DENTAL E MEIAS, SORRINDO FELIZ E COMPLETA, não aguentei mais e comecei a me masturbar igual um cachorro no cio, de forma frenética. Já não ria, não olhava pra nada nem ninguém, larguei o celular e comecei. Senti que ia ficar louca. Eu era uma cross e minha mulher era uma amiga que me pedia favores safados pros seus males. A Paola começou a rir de forma debochada: "hahahaha para, putinha, pra não gozar, hein!!! Agora fuck you, seu prêmio, gostosa safada".
Caída na cama, ela me virou (me colocou de bruços), um travesseiro embaixo do quadril e me fez levantar a bunda. Ia rolar. Ela ia me dar sexo anal. Trouxe os brinquedos dela, um dilatador anal (daqueles de bolinhas) e o lubrificante. Eu tava com as bochechas todas vermelhas, lembro, não aguentava mais. Ela colocou nos meus olhos aqueles de dormir (tipo uma máscara que esconde a luz). Não via nada, mas meu corpo tava muito quente. A Paola disse: "abre a bunda, mara". Eu instintivamente separei as bandas da bunda pra deixar meu cu à disposição dela. Ela lubrificou suave, o O lubrificante tava bem gelado kkkk. E começou a introduzir o dilatador. Eu tava tão, tão quente e entregue que ficava puta porque minha bunda não se abria rápido. Me senti muito mulher, o prazer de deixar minha buceta de trás à mercê de alguém e o amor que se sente quando outro cuida dela e se dá ao trabalho de nos dar prazer por ali me explodiu a cabeça. Não demorou muito pra entrar o último (a última bolinha). A Paola me disse: "vou buscar o negão" (o vibrador da Paola que é grande, grosso e vibra). Por dentro eu tava morrendo de vontade: "não, nãoo, vai doer muito, isso é demais já" — eu falava quase como uma regra. Como algo que tem que ser dito. Já que por dentro eu pulava de alegria, minha bunda ia ser penetrada de verdade por algo como uma rola dura e grande. Paola começou a última parte da feminização. Começou com uma pergunta... "Você quer, putinha?" "Sim..." — eu disse, afogada no travesseiro que ela tinha deixado pra eu, segundo ela, morder, porque falou: "feito uma putinha, pra quando te perguntarem ou você pensar, vai dizer 'já mordeu o travesseiro'". "Nãooo... pede direito, vai... senão te deixo com o tesão." Paola tava disposta a me ajudar a ser cross e a fazer eu aceitar e abraçar isso pra sempre. Não tava disposta a ficar com o tesão... então entendi sem reclamar, e respondi depois de alguns segundos em silêncio: "Meu cuzinho, o negão, senhorita Paola, por favor?? A Mara tá quente e quer que arrebentem a bunda dela, por favor... eu imploro, por favor... pliss" — falei enquanto abria minha bunda com as duas mãos e balançava de um lado pro outro, da esquerda pra direita... (pensei: essa sou eu... já entendi). "Aiiii amorrr kkkkkkkkk" — riu debochada a Paola — "que lindinha minha bebê, pede, vai, pede mais um pouquinho, ver?" Respondi mais suplicante: "por favor, por favor, quero ser comida, por favor, arrebenta meu cuzinho cross, que tá faminto de rola. Eu tenho uma bunda cross, sim!!! (e já toda uma puta desesperada gritei) SOU UMA CROSS, SIM!!! QUE LINDO, SOU CROSSSS!!!!" "Sim, meu amor" — disse Paola e enfiou o negão. cabeça do negão no meu cu (naquele momento eu me apaixonei) aiiii deus... que puta que eu sou, falei pra mim mesma, enquanto o negão se enfiava com uma facilidade estranha no meu cu dilatado. Paola começou a violar minha bunda com o negão e eu não conseguia parar de gritar e gemer de prazer com a boquinha aberta, Paola queria ver então com cada estocada forte (e dolorosa) na minha bunda, Paola olhava meu êxtase que era fazer uma espécie de grito mudo com a boquinha bem aberta como pronunciando um O, isso a deixava louca. Quando minha bunda ficou bem aberta, chegou a hora de me foder de verdade e ele começou a bombar e eu soube o que era ser comida pelo cu. Adorei e soube que queria isso pra sempre na minha vida, a calcinha fio dental no meu corpo e uma rola no cu. Ele me bombou tanto e de tal jeito que gozei uns 5 jatos longos e grossos de porra fervendo na cama, no travesseiro, na minha masculinidade... tudo ficou sujo... esse dia se foi... minha masculinidade acabou, se foi naquela ejaculação e ao mesmo tempo começou minha feminização, foi uma transição linda e que eu adiei por anos. Continua...
M:- beleza, então 🙂
Leitores perversos já imaginam o tesão que tomava conta de mim, de fio dental e umas meias longas até o joelho que a Paola tinha me dado. Eu esperava na cama ela terminar de se arrumar no banheiro pra sessão de fotos. A Paola saiu do banheiro de calcinha rendada vermelha, lábios pintados, duas maria-chiquinhas nas laterais, franja arrumada, batom vermelho, olhos também maquiados, óculos e de peitos pelados com uma frase escrita neles: (sou a puta do meu senhor N*****). Eu tinha que segurar a vontade de me tocar e tirar as fotos. A humilhação era enorme, o tesão e a febre na minha bunda enlouqueciam. Meu corpo de cross com chifres estava no céu. Tirei os melhores ângulos dela e, quando percebi que estava literalmente TIRANDO FOTOS DA MINHA NAMORADA/MULHER/ESPOSA/HUMILHADA E VESTIDA DE PUTA COM OS PEITOS ESCRITOS PRO MORBO E PRAZER DO SEU MACHO FAVORITO (JÁ QUE NÃO É O ÚNICO, MAS É O MELHOR) E EU FAZIA ISSO DE FIO DENTAL E MEIAS, SORRINDO FELIZ E COMPLETA, não aguentei mais e comecei a me masturbar igual um cachorro no cio, de forma frenética. Já não ria, não olhava pra nada nem ninguém, larguei o celular e comecei. Senti que ia ficar louca. Eu era uma cross e minha mulher era uma amiga que me pedia favores safados pros seus males. A Paola começou a rir de forma debochada: "hahahaha para, putinha, pra não gozar, hein!!! Agora fuck you, seu prêmio, gostosa safada".
Caída na cama, ela me virou (me colocou de bruços), um travesseiro embaixo do quadril e me fez levantar a bunda. Ia rolar. Ela ia me dar sexo anal. Trouxe os brinquedos dela, um dilatador anal (daqueles de bolinhas) e o lubrificante. Eu tava com as bochechas todas vermelhas, lembro, não aguentava mais. Ela colocou nos meus olhos aqueles de dormir (tipo uma máscara que esconde a luz). Não via nada, mas meu corpo tava muito quente. A Paola disse: "abre a bunda, mara". Eu instintivamente separei as bandas da bunda pra deixar meu cu à disposição dela. Ela lubrificou suave, o O lubrificante tava bem gelado kkkk. E começou a introduzir o dilatador. Eu tava tão, tão quente e entregue que ficava puta porque minha bunda não se abria rápido. Me senti muito mulher, o prazer de deixar minha buceta de trás à mercê de alguém e o amor que se sente quando outro cuida dela e se dá ao trabalho de nos dar prazer por ali me explodiu a cabeça. Não demorou muito pra entrar o último (a última bolinha). A Paola me disse: "vou buscar o negão" (o vibrador da Paola que é grande, grosso e vibra). Por dentro eu tava morrendo de vontade: "não, nãoo, vai doer muito, isso é demais já" — eu falava quase como uma regra. Como algo que tem que ser dito. Já que por dentro eu pulava de alegria, minha bunda ia ser penetrada de verdade por algo como uma rola dura e grande. Paola começou a última parte da feminização. Começou com uma pergunta... "Você quer, putinha?" "Sim..." — eu disse, afogada no travesseiro que ela tinha deixado pra eu, segundo ela, morder, porque falou: "feito uma putinha, pra quando te perguntarem ou você pensar, vai dizer 'já mordeu o travesseiro'". "Nãooo... pede direito, vai... senão te deixo com o tesão." Paola tava disposta a me ajudar a ser cross e a fazer eu aceitar e abraçar isso pra sempre. Não tava disposta a ficar com o tesão... então entendi sem reclamar, e respondi depois de alguns segundos em silêncio: "Meu cuzinho, o negão, senhorita Paola, por favor?? A Mara tá quente e quer que arrebentem a bunda dela, por favor... eu imploro, por favor... pliss" — falei enquanto abria minha bunda com as duas mãos e balançava de um lado pro outro, da esquerda pra direita... (pensei: essa sou eu... já entendi). "Aiiii amorrr kkkkkkkkk" — riu debochada a Paola — "que lindinha minha bebê, pede, vai, pede mais um pouquinho, ver?" Respondi mais suplicante: "por favor, por favor, quero ser comida, por favor, arrebenta meu cuzinho cross, que tá faminto de rola. Eu tenho uma bunda cross, sim!!! (e já toda uma puta desesperada gritei) SOU UMA CROSS, SIM!!! QUE LINDO, SOU CROSSSS!!!!" "Sim, meu amor" — disse Paola e enfiou o negão. cabeça do negão no meu cu (naquele momento eu me apaixonei) aiiii deus... que puta que eu sou, falei pra mim mesma, enquanto o negão se enfiava com uma facilidade estranha no meu cu dilatado. Paola começou a violar minha bunda com o negão e eu não conseguia parar de gritar e gemer de prazer com a boquinha aberta, Paola queria ver então com cada estocada forte (e dolorosa) na minha bunda, Paola olhava meu êxtase que era fazer uma espécie de grito mudo com a boquinha bem aberta como pronunciando um O, isso a deixava louca. Quando minha bunda ficou bem aberta, chegou a hora de me foder de verdade e ele começou a bombar e eu soube o que era ser comida pelo cu. Adorei e soube que queria isso pra sempre na minha vida, a calcinha fio dental no meu corpo e uma rola no cu. Ele me bombou tanto e de tal jeito que gozei uns 5 jatos longos e grossos de porra fervendo na cama, no travesseiro, na minha masculinidade... tudo ficou sujo... esse dia se foi... minha masculinidade acabou, se foi naquela ejaculação e ao mesmo tempo começou minha feminização, foi uma transição linda e que eu adiei por anos. Continua...
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