Falaê, poringa boys (e poringa girls, pra ser mais inclusivo). Com muito prazer e transbordando de felicidade, principalmente o Héctor, a gente divide esse post. Depois de ler as mensagens e comentários de vocês, mesmo que não muitos no último post, a gente entrou numa voragem sexual de vários dias, onde a gente se dedicou a explorar as sensações que as respostas dos posts provocaram em nós dois. Desculpa aí, mas a gente se concentrou tanto nas nossas sessões, de um jeito tão íntimo, que esqueceu de tirar fotos pra um post novo, mesmo a Alicia tendo topado de boa nesses termos. Mas aí a gente decidiu focar no nosso próprio mundinho sexual e não pensar em mais nada, situação que faz tão bem pra qualquer relação: tirar um tempo e ter a vontade de se curtir mutuamente com a parceira, sem se importar com mais nada. Recomendamos, tenta aí. Agora, depois de tanto blá-blá-blá, papo furado, lengalenga, etc., a gente quer contar uma parada que rolou do nada, que não tava planejada, mas são essas situações inesperadas que alegram a vida. Sim, senhores: O PRIMEIRO ANAL da Alicia. Isso foi há alguns minutos, tô tão feliz (é o Héctor que tá contando, mas a Alicia tá aqui e ajuda com os detalhes) que não consigo esperar pra escrever e revisar, editar e escrever de novo. Além disso, o relato é curto, foi assim que as coisas rolaram. Pra hoje, depois de vários dias de jejum por causa da visita mensal feminina, a gente planejou uma sessão especial pra retomar a dinâmica que a gente tava levando nos dias anteriores. Por isso, a gente decidiu comprar uma garrafa de conhaque, a bebida preferida da Alicia, mandar as crianças pra casa da avó e ter a privacidade que a gente queria. Na hora marcada, ela foi se vestir bem gostosa, se maquiou levemente, que é como eu mais gosto, e fez duas maria-chiquinhas no cabelo, estilo colegial, hmm, uma delícia. Vestiu um vestido de tricô justo no corpo, com um decote leve e que vai até o meio da coxa. Como a ideia era só curtir a gente mesmo... nós dois, ela não deixou eu tirar fotos de como a roupa ficou nela, embora dê pra ver um pouco e já usamos em outro post. Mas depois de quatro copos (ela não bebe seguido), ela começou a dar sinais de que tava ficando tonta, ria de tudo e ficava muito mimosa, carinhosa e depois tarada. Num dado momento, ela me beijava super safado, tinha fogo por dentro. Ela terminou o resto da taça e veio pra cima de mim, me devorava com a boca, nossas línguas se misturavam numa batalha bucal super excitante. Eu tava de cueca e ela começou a me tocar por cima, pouco depois enfiou a mão e me masturbava bem gostoso.
A. Que piroca gostosa que o papai tem, tá bem dura, do jeito que eu gosto.
H. Sério, mamãe? O que você quer fazer com ela?
A. Quero ela dentro de mim, me fazendo gemer igual uma puta, igual sua puta.
H. É toda sua, meu amor.
A. Mas antes quero ela na minha boca.
Ela acompanhou a ação com as palavras, eu de pé e ela sentada na cama, enfiou a pica na boca. Não posso dizer que me chupou, ela me devorou. O álcool fez a parte dele, e isso era só o começo. "Se eu esperar?", ela disse. A. "Tá bem, gostosa, come minha boca, sua buceta." H. "Tem certeza, meu amor?" A. "Sim, me usa como quiser, você tá tão tesudo.
A imagem não tá muito boa, mas a posição não era das melhores. Tava tão surpreso quanto tarado com a atitude da Alicia, então só fiz satisfazer o pedido dela, peguei na boca dela, só ouvia os gemidos, sinal de que ela tava curtindo essa nova posição. Só pediu pra tirar umas fotos da buceta dela numa pausa que eu dei.
Ela era tão gostosa, quando chupei minha esposa pela primeira vez, tive que parar pra não gozar (outra tarefa pendente), então perguntei.
H. Já quer ser uma puta de pau, safada?
A. Sim, papai, já quero sentir seu pau dentro de mim, sei como ele me abre e me faz sua puta.
H. Me pede.
A. Me come, meu amor, come a sua puta, me dá esse pau agora.
H. Antes, me mostra sua bucetinha.
A. Já vem, meu rei, me dá tua pica, to precisando.
H. Teus desejos são ordens, coração.


Depois que ela gozou duas vezes com gemidos gostosos.
A. Haaaa haaaa siiiii tasty papi, me come mais, me dá duro, me come como uma puta.
A. Haaaaaaa to gozandooooo, haaaaaaaaaaa siii mmmm Haaaaaaa.
A. Que delícia.
Propus mudar de posição e ela aceitou, eu a via tão safada, tão tesuda que pedi algo que ela sempre tinha recusado.
H. Vamos mudar de posição.
A. Sim papi, como você quer me comer?
H. De quatro.
A. Sim, essa eu gosto, quero que me coma assim.
H. Mas antes, chupa ele.
A. Claro que sim papi, você tem ele tão yummy que adoro chupar ele, papai.
Me senti sortudo, ela não gostava de chupar depois de ter metido, mas não ia desperdiçar essa oportunidade fabulosa.


Depois de uns 5 minutos.
A. Já mete, minha love, já quero ela dentro.
H. Quer que eu te coma, putinha? Quer que eu meta o pau?
A. Sim, papi, preciso do teu pau já, quero ele dentro de mim, minha buceta tá com fome.
Diante desse pedido, o que se pode fazer, como disse uma vez o ex-presidente do meu país. "Aqui pergunto pra vocês, o que vocês teriam feito?

Fiz o que qualquer homem com um pouco de sangue nas veias faria: coloquei ela de quatro e comecei a tão desejada tarefa de penetrá-la, devagar primeiro, depois rápido, devagar de novo, rápido outra vez. Ela estava tão excitada que enfiei um dedo no tesouro que queria profanar. Já tínhamos brincado, mas nunca passávamos do dedo. Nunca imaginei suas palavras.
A. Que dedo gostoso.
A. Quer me dar por aí, pussy?
H. O que você acha? Claro que sim, minha rainha, quero te dar no seu bum.
A. Pega o lubrificante.
H. Tem certeza? — Não queria reclamações no dia seguinte, pela reincidência.
A. Sim, tô muito cachorra, faz o que quiser comigo, mas não para de me comer.
Diante dessa situação, o céu se abriu pra mim. Pela primeira vez, ela estava me deixando entrar por onde sempre se negou. Depois de tantos anos de casados, finalmente cedeu. Acho conveniente esclarecer que, dadas as circunstâncias, só tem um par de evidências. Tentei me concentrar pra fazer da melhor forma.
Primeiro, passei o lubrificante e comecei a dilatação com meu dedo enquanto continuava penetrando ela pela bocetinha.
A. Que gostoso, seu pau na minha buceta e seus dedos no meu cu, que gostoso, papai.
H. Você gosta, sua puta? O que você sente?
A. Adoro, meu rei. Sinto estranho, mas muito gostoso.
Chegou a hora. Tirei meu dedo e meu pau pra colocar a cabeça do meu membro na entrada. O momento tinha chegado.
H. Pronta, meu amor? Agora vou te fazer completamente minha.
A. Sim, meu amor, pronta. Me faz completamente sua. Sou sua puta e você é meu macho. Me dá, me estreia por trás, papai.
Enfiei a glande devagar, pouco a pouco. Uma vez dentro, tirei lentamente pra meter de novo suavemente. O lubrificante fazia o trabalho perfeitamente. Introduzia um pouco e ficava quieto. Aos poucos, fui perfurando aquele orifício que tanto desejava, com todo cuidado e muita paciência (afinal, é minha esposa e devo cuidar dela como tal, porque a amo), até que estava tudo dentro.
H. Como você se sente? Tá gostando?
A. É estranho, incomoda um pouco, mas não dói como me disseram. disse. H. Quer que eu continue? A. Sim, por favor, continua, me come, me dá tudo no cu, sua puta, me come do jeito que sempre quis. Pqp. Fui acelerando até que as penetrações ficaram violentas, minhas bolas batiam na buceta dela, fiz ela levantar o rosto que tava colado na cama, toquei nos peitos dela, virei o rosto pra gente se beijar enquanto minha mão descia até a buceta dela pra masturbar. A. Aaaaa Aaaaa que delícia, o que você tá fazendo comigo, minha vida, é como se eu tivesse dois paus H. Você gosta da sensação? A. Siiim, adoro. H. Você gostaria de transar com dois? A. Haaaaaaa continua, continua, não sei, talvez, do jeito que tô com tesão eu digo que sim, papai, adoraria ser comida por dois. Mmmm tô gozandooo, siiiim

Aqui está a prova. Depois do primeiro orgasmo anal, ela voltou um pouco à razão e pediu pra eu tirar, disse que tinha gostado mas preferia continuar pela buceta, que ainda tava com muita vontade mas por trás já tinha sido suficiente. Obviamente tive que me higienizar pra continuar, o que veio depois foi muito gostoso e prazeroso mas não quero me alongar recriando os diálogos, bem excitante por sinal mas já é um pouco tarde e o principal já contei, espero que bem, basta saber que a buceta deliciosa dela ficou cheia de porra. Isso sim, vou deixar umas imagens do que rolou depois na nossa noite maravilhosa. Aliás, nossas fotos são amadoras como dá pra ver, tem pouca produção, mas nesse caso foram casuais, eventuais, espontâneas, por isso pedimos desculpas porque não estavam planejadas, de momento a Alicia se dispôs a tirá-las, então pode ser que saiam um pouco ruins. Se gostaram do post, deixem pontos e principalmente comentem, já viram que os comentários de vocês dão bons resultados hahaha. Tomara que essa contribuição seja bem recebida. Agora sim, sem mais delongas, vou deixar o resto das imagens, que vocês curtam e, se quiserem, deem um bom uso 😉








Se você chegou até aqui, não vá embora sem dar nota e comentar, abraços do Héctor e beijos da Alicia. Tchau.
A. Que piroca gostosa que o papai tem, tá bem dura, do jeito que eu gosto.
H. Sério, mamãe? O que você quer fazer com ela?
A. Quero ela dentro de mim, me fazendo gemer igual uma puta, igual sua puta.
H. É toda sua, meu amor.
A. Mas antes quero ela na minha boca.

Ela acompanhou a ação com as palavras, eu de pé e ela sentada na cama, enfiou a pica na boca. Não posso dizer que me chupou, ela me devorou. O álcool fez a parte dele, e isso era só o começo. "Se eu esperar?", ela disse. A. "Tá bem, gostosa, come minha boca, sua buceta." H. "Tem certeza, meu amor?" A. "Sim, me usa como quiser, você tá tão tesudo.
A imagem não tá muito boa, mas a posição não era das melhores. Tava tão surpreso quanto tarado com a atitude da Alicia, então só fiz satisfazer o pedido dela, peguei na boca dela, só ouvia os gemidos, sinal de que ela tava curtindo essa nova posição. Só pediu pra tirar umas fotos da buceta dela numa pausa que eu dei.
Ela era tão gostosa, quando chupei minha esposa pela primeira vez, tive que parar pra não gozar (outra tarefa pendente), então perguntei. H. Já quer ser uma puta de pau, safada?
A. Sim, papai, já quero sentir seu pau dentro de mim, sei como ele me abre e me faz sua puta.
H. Me pede.
A. Me come, meu amor, come a sua puta, me dá esse pau agora.
H. Antes, me mostra sua bucetinha.

A. Já vem, meu rei, me dá tua pica, to precisando. H. Teus desejos são ordens, coração.



Depois que ela gozou duas vezes com gemidos gostosos. A. Haaaa haaaa siiiii tasty papi, me come mais, me dá duro, me come como uma puta.
A. Haaaaaaa to gozandooooo, haaaaaaaaaaa siii mmmm Haaaaaaa.
A. Que delícia.
Propus mudar de posição e ela aceitou, eu a via tão safada, tão tesuda que pedi algo que ela sempre tinha recusado.
H. Vamos mudar de posição.
A. Sim papi, como você quer me comer?
H. De quatro.
A. Sim, essa eu gosto, quero que me coma assim.
H. Mas antes, chupa ele.
A. Claro que sim papi, você tem ele tão yummy que adoro chupar ele, papai.
Me senti sortudo, ela não gostava de chupar depois de ter metido, mas não ia desperdiçar essa oportunidade fabulosa.



Depois de uns 5 minutos. A. Já mete, minha love, já quero ela dentro.
H. Quer que eu te coma, putinha? Quer que eu meta o pau?
A. Sim, papi, preciso do teu pau já, quero ele dentro de mim, minha buceta tá com fome.
Diante desse pedido, o que se pode fazer, como disse uma vez o ex-presidente do meu país. "Aqui pergunto pra vocês, o que vocês teriam feito?


Fiz o que qualquer homem com um pouco de sangue nas veias faria: coloquei ela de quatro e comecei a tão desejada tarefa de penetrá-la, devagar primeiro, depois rápido, devagar de novo, rápido outra vez. Ela estava tão excitada que enfiei um dedo no tesouro que queria profanar. Já tínhamos brincado, mas nunca passávamos do dedo. Nunca imaginei suas palavras.A. Que dedo gostoso.
A. Quer me dar por aí, pussy?
H. O que você acha? Claro que sim, minha rainha, quero te dar no seu bum.
A. Pega o lubrificante.
H. Tem certeza? — Não queria reclamações no dia seguinte, pela reincidência.
A. Sim, tô muito cachorra, faz o que quiser comigo, mas não para de me comer.
Diante dessa situação, o céu se abriu pra mim. Pela primeira vez, ela estava me deixando entrar por onde sempre se negou. Depois de tantos anos de casados, finalmente cedeu. Acho conveniente esclarecer que, dadas as circunstâncias, só tem um par de evidências. Tentei me concentrar pra fazer da melhor forma.
Primeiro, passei o lubrificante e comecei a dilatação com meu dedo enquanto continuava penetrando ela pela bocetinha.
A. Que gostoso, seu pau na minha buceta e seus dedos no meu cu, que gostoso, papai.
H. Você gosta, sua puta? O que você sente?
A. Adoro, meu rei. Sinto estranho, mas muito gostoso.
Chegou a hora. Tirei meu dedo e meu pau pra colocar a cabeça do meu membro na entrada. O momento tinha chegado.
H. Pronta, meu amor? Agora vou te fazer completamente minha.
A. Sim, meu amor, pronta. Me faz completamente sua. Sou sua puta e você é meu macho. Me dá, me estreia por trás, papai.
Enfiei a glande devagar, pouco a pouco. Uma vez dentro, tirei lentamente pra meter de novo suavemente. O lubrificante fazia o trabalho perfeitamente. Introduzia um pouco e ficava quieto. Aos poucos, fui perfurando aquele orifício que tanto desejava, com todo cuidado e muita paciência (afinal, é minha esposa e devo cuidar dela como tal, porque a amo), até que estava tudo dentro.
H. Como você se sente? Tá gostando?
A. É estranho, incomoda um pouco, mas não dói como me disseram. disse. H. Quer que eu continue? A. Sim, por favor, continua, me come, me dá tudo no cu, sua puta, me come do jeito que sempre quis. Pqp. Fui acelerando até que as penetrações ficaram violentas, minhas bolas batiam na buceta dela, fiz ela levantar o rosto que tava colado na cama, toquei nos peitos dela, virei o rosto pra gente se beijar enquanto minha mão descia até a buceta dela pra masturbar. A. Aaaaa Aaaaa que delícia, o que você tá fazendo comigo, minha vida, é como se eu tivesse dois paus H. Você gosta da sensação? A. Siiim, adoro. H. Você gostaria de transar com dois? A. Haaaaaaa continua, continua, não sei, talvez, do jeito que tô com tesão eu digo que sim, papai, adoraria ser comida por dois. Mmmm tô gozandooo, siiiim


Aqui está a prova. Depois do primeiro orgasmo anal, ela voltou um pouco à razão e pediu pra eu tirar, disse que tinha gostado mas preferia continuar pela buceta, que ainda tava com muita vontade mas por trás já tinha sido suficiente. Obviamente tive que me higienizar pra continuar, o que veio depois foi muito gostoso e prazeroso mas não quero me alongar recriando os diálogos, bem excitante por sinal mas já é um pouco tarde e o principal já contei, espero que bem, basta saber que a buceta deliciosa dela ficou cheia de porra. Isso sim, vou deixar umas imagens do que rolou depois na nossa noite maravilhosa. Aliás, nossas fotos são amadoras como dá pra ver, tem pouca produção, mas nesse caso foram casuais, eventuais, espontâneas, por isso pedimos desculpas porque não estavam planejadas, de momento a Alicia se dispôs a tirá-las, então pode ser que saiam um pouco ruins. Se gostaram do post, deixem pontos e principalmente comentem, já viram que os comentários de vocês dão bons resultados hahaha. Tomara que essa contribuição seja bem recebida. Agora sim, sem mais delongas, vou deixar o resto das imagens, que vocês curtam e, se quiserem, deem um bom uso 😉








Se você chegou até aqui, não vá embora sem dar nota e comentar, abraços do Héctor e beijos da Alicia. Tchau.
9 comentários - Alicia. Primer anal
Alicia es hermosa, tiene preciosas tetas y muy buen culo, ahora que fue bien roto, es mucho mas lindo.
Sigan disfrutando y compartiendo.
Muy excitante