Esta história de corno é a primeira que vivi e uma das mais gostosas que lembro.
Era 2010 e a gente tinha acabado de ficar de fora da Copa do Mundo da África do Sul. Meu humor não era dos melhores e meu trabalho tava empacado. Pra continuar sendo um hamster na mesmice, subi pela décima vez as fotos da minha piroca grossa e cheia de veias naquela página de merda de contatos sexuais onde só tinha conseguido um encontro com um casal de La Plata que foi um fiasco. De 20 mensagens que chegavam, 19 eram de caras me oferecendo grana pra enfiar minha cobra caída na boca deles no banheiro de algum Mc Donalds. Vale dizer que meu anúncio não era de bull/bull, pensa que hoje em dia esse fetiche vai se conhecendo aos poucos, mas na época era realmente desconhecido na Argentina. Meu anúncio era pra buscar ménage com casais, que não é a mesma coisa.
O texto do meu anúncio naquela página era simpático e provocador, com muito tesão e a dose de confiança que precisa.
Uma tarde, enquanto tomava meu mate e entupia meu futuro entupindo minhas artérias com bolacha de água e sal, me chamou a atenção o assunto desesperado de um dos e-mails que chegavam da página de encontros: "Ajuda, por favor".
Quem pode ser tão cruel de ignorar um pedido desses?
Abri a mensagem sem muita esperança. Dentro, um cara gente boa me parabenizava pela minha rola e implorava uns minutos da minha atenção.
"Te imploro, me ajuda", ele dizia. "Precisamos realizar com você uma fantasia que não nos deixa dormir."
"Preciso que você seja o Bull da minha namorada." Não entendi nada. Eu já sabia dessas brincadeiras há anos, mas não tava familiarizado com a terminologia em inglês (bull, cuck, hotwife etc). Mais umas linhas descreviam o pedido gentil e tive a sensação de que não ia conseguir ajudar ou que seria perda de tempo. Quando meu dedo indicador ia fechar o e-mail pra esquecer pra sempre, uma foto no final do e-mail me deixou ver uma mina muito gostosa, sentada na borda de uma piscina com uma Camiseta dos Grateful Dead.
Quase me engasgo com o mate quando vi ela. Não podia ser mais gostosa. Devia ter uns 23 anos, loira, rebelde, girl e com uns peitinhos que caberiam em duas taças de Martini.
O próximo movimento do meu cérebro foi tirar sarro de mim mesmo, falando que eu era um idiota se achasse que aquela young lady era realmente a namorada do remetente, coisa que, infelizmente, a internet nos acostumou até hoje.
Mas um detalhe no final do e-mail me gelou o sangue: "esse é meu telefone, me liga urgente. Não é brincadeira."
Uma estranha cócega me colocou num lugar divino. Hesitei uns minutos e passei outros tantos olhando pra tela do celular, como se procurasse o impulso pra ligar pra esse cara.
Mas é, foda-se, vou ligar. Coloquei o telefone no número privado e joguei meus dados.
Tocou duas vezes e atendeu um cara daqueles que você compraria um carro usado sem pensar duas vezes.
Hernán estava feliz e grato pela minha ligação, não parava de falar, não deixava eu meter uma palavra.
Logo percebi que tudo era real e possível, logicamente isso não significava — até aquele momento — que meu pau fosse se deliciar com os fiordes da garota da foto. Mas valeria a pena tentar.
Hernan fez uma pausa, eu fiz duas ou três perguntas e entendi muito bem que ele estava procurando algo especial, não estava atrás de um ménage com a namorada.
Senti de novo que, apesar de a namorada do Hernan ser incrivelmente gostosa, seria um trampo desgastante tentar alcançar o objetivo, com grandes chances de que tudo não passasse de um desejo maluco do Hernan, totalmente alheio às verdadeiras intenções da namorada dele, Lorena. Isso, infelizmente, também é algo que a internet nos acostumou, até hoje.
Mas Hernan disse algo que nunca tinham me proposto, e que anos depois viraria parte de uma prática que recomendo fortemente a todos que curtem essa loucura: "Vamos tomar um café, só eu e você", ele disse. "Te explico tudo e você vai ver que a gente faz acontecer, não tem medo não", ele disse, "sou 100%". heterossexual. Não tenho medo de homossexuais, falei pra ele, adoro eles, mas não é o que eu procuro.
O planejamento do café já tava rolando, o posto Shell na entrada de Tigre acabou sendo um ponto confortável pra nós dois.
Sentei pra esperar o Hernan, não sabia como ele era fisicamente, mas ele disse que estaria com uma jaqueta vermelha. Mordendo o Marroc que sempre acompanha meus cafés, vejo descer de um Audi TT um cara de jaqueta vermelha e uma cara tão bonzinho que dava vontade de abraçar. Será que é o Hernán?, pensei. Ele foi se aproximando da minha mesa e me reconheceu pelos detalhes que eu tinha dado sobre minha aparência e roupa. Era o Hernan.
Risadas, piadas, comentários pra quebrar o gelo, tudo era harmonia e curiosidade na minha cabeça.
Hernan tirou o iPhone e mostrou uma dezena de fotos da Lorena que não dava pra mandar por e-mail. Quase tive um infarto divino. Essa mina era mais gostosa do que eu lembrava e parecia ter um vício severo em pica. Um detalhe que me perturbou e torceu meu estômago de tesão foi que a Lorena tinha uma mini-micro buceta. Era a imagem que a gente vê quando parte uma noz, isso era a buceta dessa Ferrari humana, e só de imaginar minha pica tentando quebrar as leis da física me fazia perder toda conexão com a realidade, a ponto de parar de ouvir o que Hernan tava falando.
Voltei a mim e prestei atenção especial no que Hernan tava tentando me dizer.
O bagulho é o seguinte, ele fala: Isso aí a gente já conversou pra caralho, tá totalmente decidido, mas é especial. Não queremos nem um ménage, nem nada do tradicional. A Lorena tem uma perversão que domina ela, um tesão que leva ela ao desmaio toda vez que a gente fode e fantasia nisso: ela precisa que a primeira vez dela com outro que não seja eu seja sob pressão.
Pela primeira vez nessa conversa divertida, senti algo negativo. Não quis estragar o clima, mas fiquei com medo de que o Hernan quisesse algo fora do aceitável.
Hernan continuou: A palavra e ele era muito bom em expressar seus desejos com detalhes: não tenha medo, ele me disse, é algo que a gente vem planejando há anos e é algo que estamos esperando há anos, mas simplesmente não acontece. Não acontece porque tem que ser autêntico, real. Ela delira em ser comida por alguém sob alguma circunstância que a pressione, e obviamente tem que ser um cara legal como você. Agradeci o elogio, mas me animei a dizer que achava perigoso, não estava disposto a forçar ninguém.
Não, não, me disse Hernan sem perder o entusiasmo. Isso a gente sempre conversa com ela, têm que acontecer várias coincidências, mas eu não posso continuar esperando que isso aconteça por acaso.
Ele me deu os detalhes e entendi que estavam encrencados. Eles queriam que o cara que realizasse a perversão sonhada dela gostasse — ou pelo menos não desagradasse — a Lorena, que fosse pauzudo e bom de cama, e que tudo rolasse numa situação de pressão gerada por algo que os envolvesse. Não servia outra coisa. Difícil.
Em seguida, Hernan me contou uma história que achei genial: No ano passado, durante umas férias em Pinamar, passamos 10 dias planejando o que achávamos que seria a solução. Tinha um cara que atendia uma vinícola a meia quadra da nossa casa. O cara era bem maior que a Lorena, mas ela ficava com tesão, dava pra imaginar que ele tinha um pau bom, e o plano foi pra frente, contou Hernan empolgado. A ideia era simples e, apesar do risco de dar merda, decidimos tentar. Parece que a Lorena vai na frente com tudo, e isso me deixou animado.
O plano em Pinamar era a Lorena criar uma simpatia mínima com o cara da vinícola, fazer ele ficar um pouco excitado, e um belo dia ela roubaria uma garrafa de algum vinho caro de um jeito que esse senhor a pegasse inevitavelmente. Depois de ser pega, a Lorena cuidaria de não ir presa e, em troca, abaixaria a calcinha e deixaria ser comida até que esse senhor soltasse tanta porra que desse pra encher uma garrafa igual àquela. que ela tinha roubado.
Hernán voltou a se preocupar em me deixar claro que Lorena é obcecada por essa putaria e que é uma hiena atrás de conseguir o que quer, não liga de ter que dar satisfação pra um policial, não liga pra nada.
Pra desgraça de quem sonha com um mundo mais bonito, Lorena roubou a garrafa do vinho mais caro que encontrou, fez isso de um jeito descaradamente sem jeito, e esse otário ficou olhando pra ela com cara de apaixonado, deixando ela roubar e preferindo sonhar com um futuro love a defender os interesses dos donos da loja.
Como vocês podem imaginar, esses porno Bonnie and Clyde argentinos já tinham me deixado completamente fascinado.
Comemorei a história fracassada de Hernán e Lorena com risadas e aplausos.
Hernán ficou sério e me fez a pergunta que mais fez meus neurônios funcionarem na última década. Ele disse: com base nessas explicações que te dei, o que você tem em mente? Como você acha que poderia acabar com nosso sofrimento? Meu cérebro virou uma geléia, me senti um velho bêbado na frente de uma prova de álgebra.
Não é do meu estilo a falta de imaginação, mas isso era tão absurdo que senti que ia ficar de fora com um 4 a 0 igual ao que nos tirou da Copa.
Nada da minha rotina habitual se encaixava nas necessidades, eu não era policial, nem vendedor de vinícola. Não era nada disso, mas poderia fingir ser, pensei animado.
Uma ideia brotou do desconcerto. Tive a lucidez de pedir pra ele me ajudar.
Pensa, falei sabendo dos detalhes da nossa necessidade, me conta, tem alguma coisa suja que ela possa ter? Alguma dívida? Algum assunto pendente? Ela tem algum negócio onde eu possa fingir ser um inspetor que a chantageia por algo sério? Algo assim? Eu já estava personificado no Cuervo Flores.
Hernán balançava a cabeça negando, mas com o olhar perdido. Escondia alguma coisa.
Percebi. Fala, me diz, otário, falei entre risadas. Todo mundo sabe que quando a gente usa "otário", um véu de confiança cobre tudo magicamente.
Hernán fez um silêncio e soltou seus palavras. Tem uma coisa, ele disse, mas não gosto de falar sobre isso e, sinceramente, acho que não vai servir pro que a gente procura.
Me conta e a gente vê, eu falei.
Ele hesitou de novo, fiquei com uma curiosidade imensa.
Respirou fundo e soltou a confissão: Há dois meses, simulei o roubo do meu próprio carro pra receber o seguro, deu certo e consegui comprar essa outra nave.
Meu coração batia no limite do inferno de novo, sabia que a glória estava perto. Hernan percebeu meu êxtase.
O que foi? Perguntou. Pronto, burrão, pronto. Já era.
Em poucas palavras, expliquei meu plano baseado numa história real que conheci de um caso idêntico, onde o imbecil do meu amigo Juliano teve que subornar um inspetor de seguros com metade do valor do carro por fazer a mesma merda.
Hernan deixou de lado os medos e começou a ver a luz no fim do túnel.
Tive um surto de inspiração total, o manual de instruções pro Hernan jorrava da minha boca como se eu fosse um ponto de teatro.
A gente tava feliz, o plano tava em andamento e era só um pouco mais complexo que o da vinícola, mas não ia falhar porque dependia de mim e eu tava decidido a devastar sexualmente a Lorena se ela me permitisse. O roteiro era simples: Hernan chegaria desesperado pra contar pra Lorena que um inspetor do seguro descobriu a manobra com todos os detalhes e que, se não fizessem algo, poderiam ter sérios problemas. Um detalhe importante enfeitava tudo: Lorena levaria a situação muito a sério, mas não sentiria tanta angústia porque, conhecendo ela, Hernan sabia que isso não estragaria o tesão.
Eu conheço ela, ele me disse, ela caga pra tudo, sabe que a gente tem grana e que, no pior dos casos, vou perder o carro. É ideal pro que a gente quer, ela vai se preocupar só o suficiente, vai tentar me ajudar e, se você pressionar, ela vai pro lado esperado porque sei que isso excita ela.
A gente se despediu com um abraço cúmplice, como se nos conhecêssemos há anos.
Hernan chegou em casa e teve uma conversa séria com a Lorena, se mostrou preocupado, embora não Desesperado pra que a agonia não estrague o tesão. Lorena acreditou em tudo. Hernán disse pra ela que tinha tomado um café com o inspetor do seguro e que conseguiu criar um diálogo empático, apesar do conflito sério. Sem rodeios, Hernán falou pra Lorena que o plano era convidar ele pra chácara — a da foto da piscina — e lá terminar de enfiar ele no bolso, com uns champanhes e, com certeza, uma grana que não faltava. Mas deixou claro pra Lorena que podia ser uma boa oportunidade pra tentar de novo o que tinha falhado em Pinamar. Ela não pareceu muito convencida nesse sentido, talvez por nervoso ou por não saber se "o inspetor" seria um velho nojento ou alguém que atendesse os requisitos mínimos do caso.
Planejamos a visita do inspetor pra sexta-feira daquela mesma semana. Estudei meus roteiros com a paixão de um estreante. Até pesquisei na internet detalhes e termos do ramo de seguros pra ter argumentos melhores.
Chegou o dia e, com um nervosismo incomum, peguei a estrada até aquela chácara em Benavidez. Cheguei muito rápido. O lugar era lindo, a casa era linda e a Lorena era uma criatura de outro mundo.
Hernán me recebeu com a seriedade convincente de um bom ator.
Em minutos, estávamos os três sentados num quiosque enorme tomando um vinho mais caro do que aquele que a Lorena tinha roubado em Pinamar.
Focado no objetivo, quebrei o gelo e fiquei sério.
— Bom, galera, agradeço o convite, o vinho tá bem gostoso, mas aqui a gente tem um problema muito sério. Quero ajudar vocês, mas não é fácil.
Inesperadamente, Lorena ficou levemente agressiva.
— Não vamos reconhecer nada — disse ela, levantando a voz. — É sua palavra contra a nossa. Roubaram nosso carro e pronto. Já era, já recebemos o seguro, não sei o que você quer. Quer dinheiro?
A Lorena me tratar por "você" e falar assim me deixou com o pau bem duro, se ela soubesse que eu conhecia por fotos a bucetinha minúscula dela de noz. Tentei disfarçar minha ereção.
Hernán parecia Preocupado, ela achava que o namorado dela tava preocupado com a situação, mas não, ele tava preocupado com a reação inesperada da Lorena.
Por sorte, o Hernan tinha me dado detalhes precisos da merda que ele tinha feito com o carro.
Graças a isso e com a habilidade daqueles atores de série gringa da Netflix, joguei três informações que deixaram ela gelada, a cara dela definitivamente fez minha pica ficar dura que nem mármore.
Conseguir — graças aos detalhes que o Hernan me passou — que a Lorena passasse de eufórica e agressiva pra ficar uma seda, calada e pensativa, foi algo mágico.
Aproveitei a vantagem e amenizei o clima. Vamos nos acalmar, falei.
Falei amorosamente pra Lorena: Preciso que você entenda que, se não fosse pela determinação que seu namorado colocou, eu já estaria na Polícia sendo parabenizado pelos meus chefes, porque justamente eu me dedico a detectar essas trambicagens.
Lorena sorriu de um jeito doce, era francamente insuportável estar na frente daquela gostosa, era algo de rasgar a alma. Tive medo de arrebentar o zíper da minha calça de terno com a pica dura que tava por causa dela. Disfarçava com o paletó dobrado no meu colo.
Naquele instante, Hernan se levantou e, sem ela ver, fez uma cara idêntica às que o Mr. Bean faz. Saiu do lugar sem dar nenhuma explicação.
Comecei a falar com a Lorena com a amabilidade de um monge budista, não senti borboletas assim no estômago nem na minha adolescência. A filha da puta abriu as asas de dragão sobre minha fragilidade masculina. Tirou sarro de mim, me fez sofrer igual um cachorro. Me teve sob o poder dela por longos minutos. Senti o perigo de tudo acabar numa putaria eletrizante e tive a lucidez de voltar pro meu roteiro, sem perder a ternura. Falei uma frase brega mas eficaz: me ajuda a te ajudar, falei, e lembrei da palavra mágica que o Hernan tinha dito tantas vezes: “sob pressão”. Porque se você não me ajudar, falei, eu tenho que ir sim ou sim pra polícia.
Um silêncio do caralho se esticou. naquele momento até o impossível. Lorena fez um gesto indescritível e soltou a frase mais desejada: deixa eu engolir toda sua pica por um bom tempo e a gente deixa tudo em paz, o que acha?
Não consegui disfarçar meu sorriso.
Puxei o casaco, abaixei o zíper e me surpreendi com o tamanho da minha pica naquele momento crucial da minha vida. Parecia um desodorante de ambiente saindo da minha cueca.
Aquela hiena predadora não ia facilitar. Ela se aproximou devagar, sem fazer absolutamente nada, me deu um beijo seco na ponta da pica e se afastou de novo. Minha pica pulsava desesperada, como se quisesse se esticar pra alcançar a boca da Lorena. Com a mãozinha gelada do inverno, ela agarrou meu pau e puxou de uma vez, deixando ele duro e exposto.
Meu estado era lastimável, praticamente tremendo e, não tenho vergonha de dizer, com medo de gozar cedo.
Adorando me ver sofrer, ela desceu de novo pra me dar um beijinho, dois, três, e no quarto ela engoliu minha pica de uma vez até o saco. Era fisicamente impossível minha pica caber naquela boca de boneca russa. Ela não engoliu as bolas também porque não quis. Lorena não conseguia respirar, mas não era eu que impedia ela de sair dali.
Sem dizer nada, Hernan aparece em cena. Com toda calma e ironia, fala alto: vejo que estamos resolvendo o problema, né?
Obrigado, bebê, ele diz pra Lorena.
De nada, meu amor, responde Lorena, esse senhor malvado não me deixou outra opção.
Hernan sorri como Vito Corleone, e Lorena arranca minha pica com mordidas.
Acho que pensei na morte do meu pai pra não gozar.
A cara de prazer do Hernan não dá pra descrever em palavras. No auge do tesão, ele me faz outro gesto que entendi perfeitamente: come ela, ele disse.
Lorena não soltava minha pica, fiquei com medo pela saúde dela, não dava pra fazer aquilo e respirar ao mesmo tempo. Ela engasgava, tava vermelha como um tomate e com lágrimas nos olhos, alucinada.
Começaram os xingamentos. Filho da puta, Sem-vergonha e mais uma comida de rola pra delírio de todos.
Eu levantei, coloquei ela de quatro num colchonete e, com o vestido ainda, puxei a calcinha dela pra baixo.
Um fio de fluido de buceta esticou junto com a calcinha e se rompeu a mais de 10 centímetros de distância. A rachinha dessa beleza era igual à da foto, uma noz partida. Meter ali seria como arrombar um cu, mas com as delícias de uma buceta molhada.
Que merda eu fiz, gritava Hernan, pegando fogo e cheio de tesão.
Enfiei dois dedos na buceta dela e ela deu um grito que dava pra ouvir de duas quadras. Tirei os dedos e levei ao nariz. Mãe de Deus santa, nunca na minha vida senti um cheiro de buceta mais gostoso que o dessa mina. Quis morrer, a vida não teria mais sentido depois disso.
Com a rola dura feito um mastro já bem perto do cu da namorada dele, Hernan continuava com as taras e ironias: vai entrar tudo isso aí, seu inspetor? Não sabia se ria ou chorava de felicidade.
Faltava o pior: tentar meter minha rola, que nunca na vida ficou tão grande, na buceta subdesenvolvida da Lorena e sem gozar que nem um imbecil e estragar tudo.
Respirei fundo, me concentrei e fui com tudo.
O gemido da Lorena com minha rola tentando entrar foi algo dos sonhos. Com um terço da rola dentro, medindo os movimentos pra não rasgar ela e pensando em desgraças pra não gozar, a putinha gostosa fala sem frescura: gozei... e solta um orgasmo do caralho, com peido de buceta e squirt incluído. Nunca mais na minha vida vi um orgasmo assim numa mulher. Nunca.
Hernan fazia carinho na cabeça da heroína dele, que tinha salvado ele da cadeia.
Se faltava algo pra Lorena ser perfeita, era a simpatia dela: com a bunda apontando pro céu e ainda com minha rola dentro, ela fala: falta você... goza você, vai.
Dou duas bombadas devagar na buceta, que naquele momento era realmente como meter num pote de iogurte, e Tomei a porra mais longa da minha vida. Nunca consegui enfiar mais que um terço da pica dentro da Lorena, isso tornou tudo ainda mais fascinante.
Nós três estávamos felizes e relaxados. Uma conversa cúmplice se seguiu e logo eu estava no meu carro voltando pra casa.
Começava com esses caras uma amizade que dura até hoje.
Era 2010 e a gente tinha acabado de ficar de fora da Copa do Mundo da África do Sul. Meu humor não era dos melhores e meu trabalho tava empacado. Pra continuar sendo um hamster na mesmice, subi pela décima vez as fotos da minha piroca grossa e cheia de veias naquela página de merda de contatos sexuais onde só tinha conseguido um encontro com um casal de La Plata que foi um fiasco. De 20 mensagens que chegavam, 19 eram de caras me oferecendo grana pra enfiar minha cobra caída na boca deles no banheiro de algum Mc Donalds. Vale dizer que meu anúncio não era de bull/bull, pensa que hoje em dia esse fetiche vai se conhecendo aos poucos, mas na época era realmente desconhecido na Argentina. Meu anúncio era pra buscar ménage com casais, que não é a mesma coisa.
O texto do meu anúncio naquela página era simpático e provocador, com muito tesão e a dose de confiança que precisa.
Uma tarde, enquanto tomava meu mate e entupia meu futuro entupindo minhas artérias com bolacha de água e sal, me chamou a atenção o assunto desesperado de um dos e-mails que chegavam da página de encontros: "Ajuda, por favor".
Quem pode ser tão cruel de ignorar um pedido desses?
Abri a mensagem sem muita esperança. Dentro, um cara gente boa me parabenizava pela minha rola e implorava uns minutos da minha atenção.
"Te imploro, me ajuda", ele dizia. "Precisamos realizar com você uma fantasia que não nos deixa dormir."
"Preciso que você seja o Bull da minha namorada." Não entendi nada. Eu já sabia dessas brincadeiras há anos, mas não tava familiarizado com a terminologia em inglês (bull, cuck, hotwife etc). Mais umas linhas descreviam o pedido gentil e tive a sensação de que não ia conseguir ajudar ou que seria perda de tempo. Quando meu dedo indicador ia fechar o e-mail pra esquecer pra sempre, uma foto no final do e-mail me deixou ver uma mina muito gostosa, sentada na borda de uma piscina com uma Camiseta dos Grateful Dead.
Quase me engasgo com o mate quando vi ela. Não podia ser mais gostosa. Devia ter uns 23 anos, loira, rebelde, girl e com uns peitinhos que caberiam em duas taças de Martini.
O próximo movimento do meu cérebro foi tirar sarro de mim mesmo, falando que eu era um idiota se achasse que aquela young lady era realmente a namorada do remetente, coisa que, infelizmente, a internet nos acostumou até hoje.
Mas um detalhe no final do e-mail me gelou o sangue: "esse é meu telefone, me liga urgente. Não é brincadeira."
Uma estranha cócega me colocou num lugar divino. Hesitei uns minutos e passei outros tantos olhando pra tela do celular, como se procurasse o impulso pra ligar pra esse cara.
Mas é, foda-se, vou ligar. Coloquei o telefone no número privado e joguei meus dados.
Tocou duas vezes e atendeu um cara daqueles que você compraria um carro usado sem pensar duas vezes.
Hernán estava feliz e grato pela minha ligação, não parava de falar, não deixava eu meter uma palavra.
Logo percebi que tudo era real e possível, logicamente isso não significava — até aquele momento — que meu pau fosse se deliciar com os fiordes da garota da foto. Mas valeria a pena tentar.
Hernan fez uma pausa, eu fiz duas ou três perguntas e entendi muito bem que ele estava procurando algo especial, não estava atrás de um ménage com a namorada.
Senti de novo que, apesar de a namorada do Hernan ser incrivelmente gostosa, seria um trampo desgastante tentar alcançar o objetivo, com grandes chances de que tudo não passasse de um desejo maluco do Hernan, totalmente alheio às verdadeiras intenções da namorada dele, Lorena. Isso, infelizmente, também é algo que a internet nos acostumou, até hoje.
Mas Hernan disse algo que nunca tinham me proposto, e que anos depois viraria parte de uma prática que recomendo fortemente a todos que curtem essa loucura: "Vamos tomar um café, só eu e você", ele disse. "Te explico tudo e você vai ver que a gente faz acontecer, não tem medo não", ele disse, "sou 100%". heterossexual. Não tenho medo de homossexuais, falei pra ele, adoro eles, mas não é o que eu procuro.
O planejamento do café já tava rolando, o posto Shell na entrada de Tigre acabou sendo um ponto confortável pra nós dois.
Sentei pra esperar o Hernan, não sabia como ele era fisicamente, mas ele disse que estaria com uma jaqueta vermelha. Mordendo o Marroc que sempre acompanha meus cafés, vejo descer de um Audi TT um cara de jaqueta vermelha e uma cara tão bonzinho que dava vontade de abraçar. Será que é o Hernán?, pensei. Ele foi se aproximando da minha mesa e me reconheceu pelos detalhes que eu tinha dado sobre minha aparência e roupa. Era o Hernan.
Risadas, piadas, comentários pra quebrar o gelo, tudo era harmonia e curiosidade na minha cabeça.
Hernan tirou o iPhone e mostrou uma dezena de fotos da Lorena que não dava pra mandar por e-mail. Quase tive um infarto divino. Essa mina era mais gostosa do que eu lembrava e parecia ter um vício severo em pica. Um detalhe que me perturbou e torceu meu estômago de tesão foi que a Lorena tinha uma mini-micro buceta. Era a imagem que a gente vê quando parte uma noz, isso era a buceta dessa Ferrari humana, e só de imaginar minha pica tentando quebrar as leis da física me fazia perder toda conexão com a realidade, a ponto de parar de ouvir o que Hernan tava falando.
Voltei a mim e prestei atenção especial no que Hernan tava tentando me dizer.
O bagulho é o seguinte, ele fala: Isso aí a gente já conversou pra caralho, tá totalmente decidido, mas é especial. Não queremos nem um ménage, nem nada do tradicional. A Lorena tem uma perversão que domina ela, um tesão que leva ela ao desmaio toda vez que a gente fode e fantasia nisso: ela precisa que a primeira vez dela com outro que não seja eu seja sob pressão.
Pela primeira vez nessa conversa divertida, senti algo negativo. Não quis estragar o clima, mas fiquei com medo de que o Hernan quisesse algo fora do aceitável.
Hernan continuou: A palavra e ele era muito bom em expressar seus desejos com detalhes: não tenha medo, ele me disse, é algo que a gente vem planejando há anos e é algo que estamos esperando há anos, mas simplesmente não acontece. Não acontece porque tem que ser autêntico, real. Ela delira em ser comida por alguém sob alguma circunstância que a pressione, e obviamente tem que ser um cara legal como você. Agradeci o elogio, mas me animei a dizer que achava perigoso, não estava disposto a forçar ninguém.
Não, não, me disse Hernan sem perder o entusiasmo. Isso a gente sempre conversa com ela, têm que acontecer várias coincidências, mas eu não posso continuar esperando que isso aconteça por acaso.
Ele me deu os detalhes e entendi que estavam encrencados. Eles queriam que o cara que realizasse a perversão sonhada dela gostasse — ou pelo menos não desagradasse — a Lorena, que fosse pauzudo e bom de cama, e que tudo rolasse numa situação de pressão gerada por algo que os envolvesse. Não servia outra coisa. Difícil.
Em seguida, Hernan me contou uma história que achei genial: No ano passado, durante umas férias em Pinamar, passamos 10 dias planejando o que achávamos que seria a solução. Tinha um cara que atendia uma vinícola a meia quadra da nossa casa. O cara era bem maior que a Lorena, mas ela ficava com tesão, dava pra imaginar que ele tinha um pau bom, e o plano foi pra frente, contou Hernan empolgado. A ideia era simples e, apesar do risco de dar merda, decidimos tentar. Parece que a Lorena vai na frente com tudo, e isso me deixou animado.
O plano em Pinamar era a Lorena criar uma simpatia mínima com o cara da vinícola, fazer ele ficar um pouco excitado, e um belo dia ela roubaria uma garrafa de algum vinho caro de um jeito que esse senhor a pegasse inevitavelmente. Depois de ser pega, a Lorena cuidaria de não ir presa e, em troca, abaixaria a calcinha e deixaria ser comida até que esse senhor soltasse tanta porra que desse pra encher uma garrafa igual àquela. que ela tinha roubado.
Hernán voltou a se preocupar em me deixar claro que Lorena é obcecada por essa putaria e que é uma hiena atrás de conseguir o que quer, não liga de ter que dar satisfação pra um policial, não liga pra nada.
Pra desgraça de quem sonha com um mundo mais bonito, Lorena roubou a garrafa do vinho mais caro que encontrou, fez isso de um jeito descaradamente sem jeito, e esse otário ficou olhando pra ela com cara de apaixonado, deixando ela roubar e preferindo sonhar com um futuro love a defender os interesses dos donos da loja.
Como vocês podem imaginar, esses porno Bonnie and Clyde argentinos já tinham me deixado completamente fascinado.
Comemorei a história fracassada de Hernán e Lorena com risadas e aplausos.
Hernán ficou sério e me fez a pergunta que mais fez meus neurônios funcionarem na última década. Ele disse: com base nessas explicações que te dei, o que você tem em mente? Como você acha que poderia acabar com nosso sofrimento? Meu cérebro virou uma geléia, me senti um velho bêbado na frente de uma prova de álgebra.
Não é do meu estilo a falta de imaginação, mas isso era tão absurdo que senti que ia ficar de fora com um 4 a 0 igual ao que nos tirou da Copa.
Nada da minha rotina habitual se encaixava nas necessidades, eu não era policial, nem vendedor de vinícola. Não era nada disso, mas poderia fingir ser, pensei animado.
Uma ideia brotou do desconcerto. Tive a lucidez de pedir pra ele me ajudar.
Pensa, falei sabendo dos detalhes da nossa necessidade, me conta, tem alguma coisa suja que ela possa ter? Alguma dívida? Algum assunto pendente? Ela tem algum negócio onde eu possa fingir ser um inspetor que a chantageia por algo sério? Algo assim? Eu já estava personificado no Cuervo Flores.
Hernán balançava a cabeça negando, mas com o olhar perdido. Escondia alguma coisa.
Percebi. Fala, me diz, otário, falei entre risadas. Todo mundo sabe que quando a gente usa "otário", um véu de confiança cobre tudo magicamente.
Hernán fez um silêncio e soltou seus palavras. Tem uma coisa, ele disse, mas não gosto de falar sobre isso e, sinceramente, acho que não vai servir pro que a gente procura.
Me conta e a gente vê, eu falei.
Ele hesitou de novo, fiquei com uma curiosidade imensa.
Respirou fundo e soltou a confissão: Há dois meses, simulei o roubo do meu próprio carro pra receber o seguro, deu certo e consegui comprar essa outra nave.
Meu coração batia no limite do inferno de novo, sabia que a glória estava perto. Hernan percebeu meu êxtase.
O que foi? Perguntou. Pronto, burrão, pronto. Já era.
Em poucas palavras, expliquei meu plano baseado numa história real que conheci de um caso idêntico, onde o imbecil do meu amigo Juliano teve que subornar um inspetor de seguros com metade do valor do carro por fazer a mesma merda.
Hernan deixou de lado os medos e começou a ver a luz no fim do túnel.
Tive um surto de inspiração total, o manual de instruções pro Hernan jorrava da minha boca como se eu fosse um ponto de teatro.
A gente tava feliz, o plano tava em andamento e era só um pouco mais complexo que o da vinícola, mas não ia falhar porque dependia de mim e eu tava decidido a devastar sexualmente a Lorena se ela me permitisse. O roteiro era simples: Hernan chegaria desesperado pra contar pra Lorena que um inspetor do seguro descobriu a manobra com todos os detalhes e que, se não fizessem algo, poderiam ter sérios problemas. Um detalhe importante enfeitava tudo: Lorena levaria a situação muito a sério, mas não sentiria tanta angústia porque, conhecendo ela, Hernan sabia que isso não estragaria o tesão.
Eu conheço ela, ele me disse, ela caga pra tudo, sabe que a gente tem grana e que, no pior dos casos, vou perder o carro. É ideal pro que a gente quer, ela vai se preocupar só o suficiente, vai tentar me ajudar e, se você pressionar, ela vai pro lado esperado porque sei que isso excita ela.
A gente se despediu com um abraço cúmplice, como se nos conhecêssemos há anos.
Hernan chegou em casa e teve uma conversa séria com a Lorena, se mostrou preocupado, embora não Desesperado pra que a agonia não estrague o tesão. Lorena acreditou em tudo. Hernán disse pra ela que tinha tomado um café com o inspetor do seguro e que conseguiu criar um diálogo empático, apesar do conflito sério. Sem rodeios, Hernán falou pra Lorena que o plano era convidar ele pra chácara — a da foto da piscina — e lá terminar de enfiar ele no bolso, com uns champanhes e, com certeza, uma grana que não faltava. Mas deixou claro pra Lorena que podia ser uma boa oportunidade pra tentar de novo o que tinha falhado em Pinamar. Ela não pareceu muito convencida nesse sentido, talvez por nervoso ou por não saber se "o inspetor" seria um velho nojento ou alguém que atendesse os requisitos mínimos do caso.
Planejamos a visita do inspetor pra sexta-feira daquela mesma semana. Estudei meus roteiros com a paixão de um estreante. Até pesquisei na internet detalhes e termos do ramo de seguros pra ter argumentos melhores.
Chegou o dia e, com um nervosismo incomum, peguei a estrada até aquela chácara em Benavidez. Cheguei muito rápido. O lugar era lindo, a casa era linda e a Lorena era uma criatura de outro mundo.
Hernán me recebeu com a seriedade convincente de um bom ator.
Em minutos, estávamos os três sentados num quiosque enorme tomando um vinho mais caro do que aquele que a Lorena tinha roubado em Pinamar.
Focado no objetivo, quebrei o gelo e fiquei sério.
— Bom, galera, agradeço o convite, o vinho tá bem gostoso, mas aqui a gente tem um problema muito sério. Quero ajudar vocês, mas não é fácil.
Inesperadamente, Lorena ficou levemente agressiva.
— Não vamos reconhecer nada — disse ela, levantando a voz. — É sua palavra contra a nossa. Roubaram nosso carro e pronto. Já era, já recebemos o seguro, não sei o que você quer. Quer dinheiro?
A Lorena me tratar por "você" e falar assim me deixou com o pau bem duro, se ela soubesse que eu conhecia por fotos a bucetinha minúscula dela de noz. Tentei disfarçar minha ereção.
Hernán parecia Preocupado, ela achava que o namorado dela tava preocupado com a situação, mas não, ele tava preocupado com a reação inesperada da Lorena.
Por sorte, o Hernan tinha me dado detalhes precisos da merda que ele tinha feito com o carro.
Graças a isso e com a habilidade daqueles atores de série gringa da Netflix, joguei três informações que deixaram ela gelada, a cara dela definitivamente fez minha pica ficar dura que nem mármore.
Conseguir — graças aos detalhes que o Hernan me passou — que a Lorena passasse de eufórica e agressiva pra ficar uma seda, calada e pensativa, foi algo mágico.
Aproveitei a vantagem e amenizei o clima. Vamos nos acalmar, falei.
Falei amorosamente pra Lorena: Preciso que você entenda que, se não fosse pela determinação que seu namorado colocou, eu já estaria na Polícia sendo parabenizado pelos meus chefes, porque justamente eu me dedico a detectar essas trambicagens.
Lorena sorriu de um jeito doce, era francamente insuportável estar na frente daquela gostosa, era algo de rasgar a alma. Tive medo de arrebentar o zíper da minha calça de terno com a pica dura que tava por causa dela. Disfarçava com o paletó dobrado no meu colo.
Naquele instante, Hernan se levantou e, sem ela ver, fez uma cara idêntica às que o Mr. Bean faz. Saiu do lugar sem dar nenhuma explicação.
Comecei a falar com a Lorena com a amabilidade de um monge budista, não senti borboletas assim no estômago nem na minha adolescência. A filha da puta abriu as asas de dragão sobre minha fragilidade masculina. Tirou sarro de mim, me fez sofrer igual um cachorro. Me teve sob o poder dela por longos minutos. Senti o perigo de tudo acabar numa putaria eletrizante e tive a lucidez de voltar pro meu roteiro, sem perder a ternura. Falei uma frase brega mas eficaz: me ajuda a te ajudar, falei, e lembrei da palavra mágica que o Hernan tinha dito tantas vezes: “sob pressão”. Porque se você não me ajudar, falei, eu tenho que ir sim ou sim pra polícia.
Um silêncio do caralho se esticou. naquele momento até o impossível. Lorena fez um gesto indescritível e soltou a frase mais desejada: deixa eu engolir toda sua pica por um bom tempo e a gente deixa tudo em paz, o que acha?
Não consegui disfarçar meu sorriso.
Puxei o casaco, abaixei o zíper e me surpreendi com o tamanho da minha pica naquele momento crucial da minha vida. Parecia um desodorante de ambiente saindo da minha cueca.
Aquela hiena predadora não ia facilitar. Ela se aproximou devagar, sem fazer absolutamente nada, me deu um beijo seco na ponta da pica e se afastou de novo. Minha pica pulsava desesperada, como se quisesse se esticar pra alcançar a boca da Lorena. Com a mãozinha gelada do inverno, ela agarrou meu pau e puxou de uma vez, deixando ele duro e exposto.
Meu estado era lastimável, praticamente tremendo e, não tenho vergonha de dizer, com medo de gozar cedo.
Adorando me ver sofrer, ela desceu de novo pra me dar um beijinho, dois, três, e no quarto ela engoliu minha pica de uma vez até o saco. Era fisicamente impossível minha pica caber naquela boca de boneca russa. Ela não engoliu as bolas também porque não quis. Lorena não conseguia respirar, mas não era eu que impedia ela de sair dali.
Sem dizer nada, Hernan aparece em cena. Com toda calma e ironia, fala alto: vejo que estamos resolvendo o problema, né?
Obrigado, bebê, ele diz pra Lorena.
De nada, meu amor, responde Lorena, esse senhor malvado não me deixou outra opção.
Hernan sorri como Vito Corleone, e Lorena arranca minha pica com mordidas.
Acho que pensei na morte do meu pai pra não gozar.
A cara de prazer do Hernan não dá pra descrever em palavras. No auge do tesão, ele me faz outro gesto que entendi perfeitamente: come ela, ele disse.
Lorena não soltava minha pica, fiquei com medo pela saúde dela, não dava pra fazer aquilo e respirar ao mesmo tempo. Ela engasgava, tava vermelha como um tomate e com lágrimas nos olhos, alucinada.
Começaram os xingamentos. Filho da puta, Sem-vergonha e mais uma comida de rola pra delírio de todos.
Eu levantei, coloquei ela de quatro num colchonete e, com o vestido ainda, puxei a calcinha dela pra baixo.
Um fio de fluido de buceta esticou junto com a calcinha e se rompeu a mais de 10 centímetros de distância. A rachinha dessa beleza era igual à da foto, uma noz partida. Meter ali seria como arrombar um cu, mas com as delícias de uma buceta molhada.
Que merda eu fiz, gritava Hernan, pegando fogo e cheio de tesão.
Enfiei dois dedos na buceta dela e ela deu um grito que dava pra ouvir de duas quadras. Tirei os dedos e levei ao nariz. Mãe de Deus santa, nunca na minha vida senti um cheiro de buceta mais gostoso que o dessa mina. Quis morrer, a vida não teria mais sentido depois disso.
Com a rola dura feito um mastro já bem perto do cu da namorada dele, Hernan continuava com as taras e ironias: vai entrar tudo isso aí, seu inspetor? Não sabia se ria ou chorava de felicidade.
Faltava o pior: tentar meter minha rola, que nunca na vida ficou tão grande, na buceta subdesenvolvida da Lorena e sem gozar que nem um imbecil e estragar tudo.
Respirei fundo, me concentrei e fui com tudo.
O gemido da Lorena com minha rola tentando entrar foi algo dos sonhos. Com um terço da rola dentro, medindo os movimentos pra não rasgar ela e pensando em desgraças pra não gozar, a putinha gostosa fala sem frescura: gozei... e solta um orgasmo do caralho, com peido de buceta e squirt incluído. Nunca mais na minha vida vi um orgasmo assim numa mulher. Nunca.
Hernan fazia carinho na cabeça da heroína dele, que tinha salvado ele da cadeia.
Se faltava algo pra Lorena ser perfeita, era a simpatia dela: com a bunda apontando pro céu e ainda com minha rola dentro, ela fala: falta você... goza você, vai.
Dou duas bombadas devagar na buceta, que naquele momento era realmente como meter num pote de iogurte, e Tomei a porra mais longa da minha vida. Nunca consegui enfiar mais que um terço da pica dentro da Lorena, isso tornou tudo ainda mais fascinante.
Nós três estávamos felizes e relaxados. Uma conversa cúmplice se seguiu e logo eu estava no meu carro voltando pra casa.
Começava com esses caras uma amizade que dura até hoje.
16 comentários - El siniestro inspector (cuckold)
Aún que después de tu trozo ya no quedaría igual
Buen relato
subi mas por favor
entre para pajearme y deje la paja para cagarme de risa
feliz de que los bizcochos de grasa no te hayan causado una enfermedad coronaria
abrazo capo