Gabriel e euFazia quase um mês que Gabriel não passava para buscar a Selene. Desde que a gente abriu o jogo sobre nossos desejos e eu acabei fazendo um boquete nele em casa, aproveitando que a Selene e o resto da família estavam fora. Eu gosto de mulher, por isso sou casado com a Helena. Gosto do corpo dela e da personalidade dela, uma mulher magra, com carne firme, uma bunda boa e peitos, e com temperamento. Também gosto do corpo de homens bem definidos, sem serem marombados, que não tenham nada sobrando. O Gabriel tinha um corpo assim, mantido na rotina da academia que ele administrava, onde ele conheceu minha filha. Sempre tive fantasias homossexuais, mas nunca tinha realizado nenhuma, até quase um mês atrás. Desde então, fico remoendo culpa e desejo, uma curiosidade de saber por que ele não voltou a passar em casa pra buscar a Selene. Me sentia desconfortável com o que aconteceu e também por querer repetir, sem saber se ele ia querer. Provavelmente ele tava passando pela mesma coisa. Não quis perguntar pra Selene sobre isso, sabia que o relacionamento deles continuava bem e ela não mostrava sinais de que se incomodava com ele não passar em casa.
O encontro aconteceu da forma mais inesperada. Selene teve que ficar de repouso por um problema de saúde temporário e pediu pra ele vir trazer um material pra ela ler. Seria no sábado, quando Helena e minha outra filha sairiam depois do almoço pra fazer compras. Era óbvio que nos vermos de novo com Gabriel ia nos abalar de alguma forma, e eu finalmente saberia se ele sentia o mesmo que eu. Ele chegou em casa lá pelas quatro da tarde e, quando tocou a campainha pra eu abrir a porta, senti uma espécie de choque ao ouvir a voz dele no interfone. Levou menos de um minuto pra subir e, quando nos cumprimentamos, ele desviou o olhar. Trocamos um beijo no rosto e ele foi direto pro quarto da Selene. Pra me acalmar, servi um uísque e me sentei na mesma poltrona da nossa primeira vez pra ver TV. Pouco depois, ouvi os passos do Gabriel saindo do quarto e, num instante, ele estava na minha frente. Levantei perguntando se ele já ia embora, e ele balançou a cabeça, dizendo que a Selene tinha dormido. Ofereci uma bebida e ele aceitou na hora. Não sentou do meu lado e, depois de tomar um gole e saborear, me perguntou como eu estava, agora sim, olhando nos meus olhos.
-Inquieto, meio ansioso pra saber o que tava rolando e por que você não vinha buscar a Selene- respondi.
—Não consegui voltar rápido, tive que processar o que aconteceu e pensar no que pode rolar — ele me disse. A dúvida me corroía por dentro, ainda não sabia a que conclusão ele tinha chegado.
Já sabe que sou aberto em relação a sexo, mas nessa situação complica, por mais que a Selene seja mente aberta nessa área.
—É, também penso assim, mas ainda sinto umas coisas que me pegam— e dizendo isso, convidei ele com um gesto pra sentar do meu lado. Ele não hesitou e se aproximou, bem perto. Deixei o copo na mesa e Gabriel fez o mesmo. Quando nos acomodamos de novo, apoiei a mão na nuca dele e puxei a cabeça pra beijá-lo. Ele não resistiu muito e nossas línguas se encontraram. Nos beijamos com paixão e nossas mãos buscaram sentir a pele um do outro. Levantamos nossas camisetas e nos acariciamos. Ele beijou meu pescoço e eu tremi. Lambi os mamilos dele e senti a excitação. Procuramos nossos paus apressadamente e os acariciamos, senti a ereção dele, mais rápida e firme que da primeira vez. Levantei e guiei ele até o quarto de casal, onde começamos a nos despir. Me ajoelhei de novo como da primeira vez e aproveitei aquele pau jovem e duro, a bela glande e os ovos firmes dele.
Parecia que ele ia gozar, mas tirou da minha boca. Olhei pra ele tentando entender o que tava rolando, e ele me fez levantar, me deu um beijo na boca e, me sentando na cama, engoliu minha pica. Eu entrei numa espécie de embriaguez que nunca tinha sentido antes. A língua dele, a mão dele, o vai e vem na minha pica me levaram a um estado desconhecido e delicioso. Num instante, meu esperma e todo o meu ser eu entreguei ao Gabriel, que, por sua vez, se ergueu e molhou minha barriga com o gozo morno dele.
Rapidamente nos lavamos no banheiro anexo ao quarto e voltamos pra sala. Dali em diante, nem ele nem eu conseguiríamos cortar a relação, tinha sido selado naquele momento.
O encontro aconteceu da forma mais inesperada. Selene teve que ficar de repouso por um problema de saúde temporário e pediu pra ele vir trazer um material pra ela ler. Seria no sábado, quando Helena e minha outra filha sairiam depois do almoço pra fazer compras. Era óbvio que nos vermos de novo com Gabriel ia nos abalar de alguma forma, e eu finalmente saberia se ele sentia o mesmo que eu. Ele chegou em casa lá pelas quatro da tarde e, quando tocou a campainha pra eu abrir a porta, senti uma espécie de choque ao ouvir a voz dele no interfone. Levou menos de um minuto pra subir e, quando nos cumprimentamos, ele desviou o olhar. Trocamos um beijo no rosto e ele foi direto pro quarto da Selene. Pra me acalmar, servi um uísque e me sentei na mesma poltrona da nossa primeira vez pra ver TV. Pouco depois, ouvi os passos do Gabriel saindo do quarto e, num instante, ele estava na minha frente. Levantei perguntando se ele já ia embora, e ele balançou a cabeça, dizendo que a Selene tinha dormido. Ofereci uma bebida e ele aceitou na hora. Não sentou do meu lado e, depois de tomar um gole e saborear, me perguntou como eu estava, agora sim, olhando nos meus olhos.
-Inquieto, meio ansioso pra saber o que tava rolando e por que você não vinha buscar a Selene- respondi.
—Não consegui voltar rápido, tive que processar o que aconteceu e pensar no que pode rolar — ele me disse. A dúvida me corroía por dentro, ainda não sabia a que conclusão ele tinha chegado.
Já sabe que sou aberto em relação a sexo, mas nessa situação complica, por mais que a Selene seja mente aberta nessa área.
—É, também penso assim, mas ainda sinto umas coisas que me pegam— e dizendo isso, convidei ele com um gesto pra sentar do meu lado. Ele não hesitou e se aproximou, bem perto. Deixei o copo na mesa e Gabriel fez o mesmo. Quando nos acomodamos de novo, apoiei a mão na nuca dele e puxei a cabeça pra beijá-lo. Ele não resistiu muito e nossas línguas se encontraram. Nos beijamos com paixão e nossas mãos buscaram sentir a pele um do outro. Levantamos nossas camisetas e nos acariciamos. Ele beijou meu pescoço e eu tremi. Lambi os mamilos dele e senti a excitação. Procuramos nossos paus apressadamente e os acariciamos, senti a ereção dele, mais rápida e firme que da primeira vez. Levantei e guiei ele até o quarto de casal, onde começamos a nos despir. Me ajoelhei de novo como da primeira vez e aproveitei aquele pau jovem e duro, a bela glande e os ovos firmes dele.
Parecia que ele ia gozar, mas tirou da minha boca. Olhei pra ele tentando entender o que tava rolando, e ele me fez levantar, me deu um beijo na boca e, me sentando na cama, engoliu minha pica. Eu entrei numa espécie de embriaguez que nunca tinha sentido antes. A língua dele, a mão dele, o vai e vem na minha pica me levaram a um estado desconhecido e delicioso. Num instante, meu esperma e todo o meu ser eu entreguei ao Gabriel, que, por sua vez, se ergueu e molhou minha barriga com o gozo morno dele.
Rapidamente nos lavamos no banheiro anexo ao quarto e voltamos pra sala. Dali em diante, nem ele nem eu conseguiríamos cortar a relação, tinha sido selado naquele momento.
0 comentários - Gabriel y yo. 2